Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Texto 02 - Aula de Português
A linguagem
na ponta da língua
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a priminha.
O português são dois; o outro, mistério.
Autor: Carlos Drummond de Andrade. Acessado em 07 de mai. 2023 em:< https://folhadepoesia.blogspot.com/2014/07/aula-de-portugues.html>
Com base no Texto 2 "Aula de Português?", analise as afirmativas a seguir:
I. Considerando a totalidade do texto, é correto afirmar que a linguagem utilizada é predominantemente conotativa, por apresentar poucos trechos denotativos.
II. Considerando a totalidade do texto, é correto afirmar que a linguagem utilizada é majoritariamente denotativa, por apresentar apenas alguns trechos conotativos.
III. Considerando a totalidade do texto, é correto afirmar que a linguagem utilizada é exclusivamente conotativa, por se tratar de um poema no qual tudo é metafórico.
Marque a alternativa CORRETA:
Texto 1 — “ Quem é o 'bom professor"?
Em 2007, ministrei um curso de formação continuada a professores na Associação de Apoio ao Menor e Assistência Educacional (AAMAE), de minha cidade natal.
Em dado momento, a dinâmica do curso levou-nos a indagar sobre a figura do bom professor. Nesse passo, utilizando o livro Representações e reflexões sobre o bom professor, de Mary Rangel (7. ed. Petrópolis: Vozes, 2004), li, na página 10, a seguinte representação: “O bom professor é aquele que não dá aula. Ele constrói a aula com o aluno." Mantive comigo o teor dessa frase, mas ofereci às participantes o mote "O bom professor é aquele que não dá aula....”, sugerindo que elas completassem a frase.
Meu intuito foi o de captar como aquele grupo de profissionais da educação concebem-se a si mesmas, em particular suas concepções teórico-metodológicas sobre o exercício efetivo da docência em sala de aula, momento importantíssimo na condução do processo ensino-aprendizagem.
Após terem feito suas frases, as mesmas foram socializadas e debatidas por todos, o que contribuiu, e muito, para a nossa reflexão e para o incremento de nossa ação junto àqueles a quem atuamos.
No encerramento da atividade, solicitei autorização das autoras das frases para publicá-las, razão pela qual, a seguir, coloco-as tais quais me foram passadas. São ricas de sentido e dão margem a um pensar sobre como pensamos que deve ser a aula de um professor e de uma professora que podem ser considerados 'bons”.
"O bom professor é aquele que não dá aula sem prepará-la" (Andréia)
"O bom professor é aquele que não dá aula. Ele constrói a sua aula de acordo com os conhecimentos que recebe de seus educandos" (Eunice).
"O bom professor é aquele que não dá aula só para passar o conhecimento, mas pelo amor à educação” (Fatinha).
"O bom professor é aquele que não dá aula, e, sim, aquele que produz a aula de acordo com a realidade de seus alunos” (Janaína).
"O bom professor é aquele que não dá aula, mas aquele que procura dar o melhor de si aos seus alunos para prepará-los para a vida, ou seja, para o mundo" (Keila Cristiano).
"O bom professor é aquele que faz uma sondagem (diagnóstico) dos alunos e, depois, planeja através dos relatos para desempenhar um produtivo trabalho" (Leonilda).
"O bom professor é aquele que não dá aula, mas, sim, aquele que trabalha como um intermediário entre o conhecimento e o educando, pois ele não só ensina, mas aprende" (Vera).
Uma riqueza de representações críticas, não? Creio que a prática dessas profissionais também vai na mesma direção da qualidade a que se referem em suas falas, pois essas profissionais formaram um grupo de estudo entusiasmado, em quem o brilho nos olhos dizia que faziam e sofriam a educação pelo compromisso social que ela implica e pela possibilidade que ela oferece de fazer com que meninos e meninas, homens e mulheres se humanizem por meio da escolarização.
Ao querido grupo de professoras, meu muito obrigado pela generosidade dos pensamentos compartilhados e sucesso nessa árdua tarefa que é a de educar para um mundo melhor do que aquele que encontramos quando viemos à existência.
Por Wilson Correia Adaptado. Acesso em 7 mai. 2023 em:< https://brasilescola.uol.com.br/educacao/quem-bom-professor.htm>
Com base no Texto 1 "Quem é o 'bom professor'?", analise as informações a seguir:
I. No primeiro parágrafo, a citação indireta foi inserida para se referir ipsis litteris à afirmação do enunciador citado.
Il. A palavra 'bons', no quinto parágrafo, recebeu a aspa simples para destacar um termo que já se encontrava dentro de um trecho destacado por aspas duplas.
III. A interrogação, no início do penúltimo parágrafo, foi usada como pergunta retórica, recurso linguístico pelo qual o autor questiona o leitor para instigá-lo a refletir.
Marque a alternativa CORRETA:
Texto 1 — “ Quem é o 'bom professor"?
Em 2007, ministrei um curso de formação continuada a professores na Associação de Apoio ao Menor e Assistência Educacional (AAMAE), de minha cidade natal.
Em dado momento, a dinâmica do curso levou-nos a indagar sobre a figura do bom professor. Nesse passo, utilizando o livro Representações e reflexões sobre o bom professor, de Mary Rangel (7. ed. Petrópolis: Vozes, 2004), li, na página 10, a seguinte representação: “O bom professor é aquele que não dá aula. Ele constrói a aula com o aluno." Mantive comigo o teor dessa frase, mas ofereci às participantes o mote "O bom professor é aquele que não dá aula....”, sugerindo que elas completassem a frase.
Meu intuito foi o de captar como aquele grupo de profissionais da educação concebem-se a si mesmas, em particular suas concepções teórico-metodológicas sobre o exercício efetivo da docência em sala de aula, momento importantíssimo na condução do processo ensino-aprendizagem.
Após terem feito suas frases, as mesmas foram socializadas e debatidas por todos, o que contribuiu, e muito, para a nossa reflexão e para o incremento de nossa ação junto àqueles a quem atuamos.
No encerramento da atividade, solicitei autorização das autoras das frases para publicá-las, razão pela qual, a seguir, coloco-as tais quais me foram passadas. São ricas de sentido e dão margem a um pensar sobre como pensamos que deve ser a aula de um professor e de uma professora que podem ser considerados 'bons”.
"O bom professor é aquele que não dá aula sem prepará-la" (Andréia)
"O bom professor é aquele que não dá aula. Ele constrói a sua aula de acordo com os conhecimentos que recebe de seus educandos" (Eunice).
"O bom professor é aquele que não dá aula só para passar o conhecimento, mas pelo amor à educação” (Fatinha).
"O bom professor é aquele que não dá aula, e, sim, aquele que produz a aula de acordo com a realidade de seus alunos” (Janaína).
"O bom professor é aquele que não dá aula, mas aquele que procura dar o melhor de si aos seus alunos para prepará-los para a vida, ou seja, para o mundo" (Keila Cristiano).
"O bom professor é aquele que faz uma sondagem (diagnóstico) dos alunos e, depois, planeja através dos relatos para desempenhar um produtivo trabalho" (Leonilda).
"O bom professor é aquele que não dá aula, mas, sim, aquele que trabalha como um intermediário entre o conhecimento e o educando, pois ele não só ensina, mas aprende" (Vera).
Uma riqueza de representações críticas, não? Creio que a prática dessas profissionais também vai na mesma direção da qualidade a que se referem em suas falas, pois essas profissionais formaram um grupo de estudo entusiasmado, em quem o brilho nos olhos dizia que faziam e sofriam a educação pelo compromisso social que ela implica e pela possibilidade que ela oferece de fazer com que meninos e meninas, homens e mulheres se humanizem por meio da escolarização.
Ao querido grupo de professoras, meu muito obrigado pela generosidade dos pensamentos compartilhados e sucesso nessa árdua tarefa que é a de educar para um mundo melhor do que aquele que encontramos quando viemos à existência.
Por Wilson Correia Adaptado. Acesso em 7 mai. 2023 em:< https://brasilescola.uol.com.br/educacao/quem-bom-professor.htm>
Com base no Texto 1 "Quem é o 'bom professor'?" analise as afirmativas a seguir:
I. O texto é uma crônica pela qual o autor menciona um acontecimento relevante ocorrido em sua atividade profissional para propor uma reflexão sobre ser 'bom professor”.
lI. O texto é um conto curto cujo autor nomeia os personagens principais que realizam as ações para a resolução de uma situação-problema do enredo relatado.
III. O texto é um artigo de opinião que defende a tese da importância com fortes argumentos de que todo aquele que se propõe a ser um profissional seja o melhor.
Marque a alternativa CORRETA:
Sexismo linguístico
Antes de entender o movimento por uma linguagem neutra ou inclusiva, é preciso argumentar por que a linguagem do dia-a-dia não pode ser chamada de inclusiva. Segundo a professora Raquel Freitag, existe uma concepção de que a língua é sexista. “Uma língua não existe senão em uma sociedade. Se a sociedade é sexista, como o é a nossa, a língua apenas reflete esse sexismo”, explica. Nesse sentido também discursa Guilherme Ribeiro Colaço Mäder em seu artigo “Masculino genérico e sexismo gramatical”.
No português, assim como na grande maioria das línguas do mundo, o masculino é considerado o gênero não marcado, aquele utilizado como genérico para se referir a um grupo de várias identidades. Em oposição, o gênero feminino é considerado marcado, ou seja, só remete a pessoas que se identificam com o pronome feminino. Porém, como é avaliado no artigo, a própria convenção do masculino genérico é um reflexo do machismo na sociedade e, por isso, caracteriza um “falso” neutro.
Apesar disso, é comum o uso do feminino genérico em determinadas situações, principalmente de maneira pejorativa. Enquanto “médicos”, no masculino, é usado genericamente, “enfermeiras”, no feminino, tem sentido genérico. Isso também acontece com as palavras “executivo” e “secretária”, por exemplo. O comum, nessas situações, é que profissões consideradas mais importantes são referidas no masculino, enquanto outras, desvalorizadas, são expressas no feminino, reforçando estereótipos.
Na manchete do artigo publicado na Istoé, Enfermeiras e médicos, os ‘heróis’ da batalha contra o novo coronavírus, apesar do masculino ser usado como genérico para as palavras “médicos” e “heróis”, o termo feminino “enfermeiras” foge à regra e também é utilizado como genérico.
(Autora: Sarah Rabelo. Disponível em https://blogfca.pucminas.br/colab/linguagemneutra/)
A primeira vez que o cantor veio ao Brasil, foi para participar de um grande festival de música. Desde então, visita AMIÚDE o país.
Destaque o termo que contém um sinônimo da palavra destacada:
Sexismo linguístico
Antes de entender o movimento por uma linguagem neutra ou inclusiva, é preciso argumentar por que a linguagem do dia-a-dia não pode ser chamada de inclusiva. Segundo a professora Raquel Freitag, existe uma concepção de que a língua é sexista. “Uma língua não existe senão em uma sociedade. Se a sociedade é sexista, como o é a nossa, a língua apenas reflete esse sexismo”, explica. Nesse sentido também discursa Guilherme Ribeiro Colaço Mäder em seu artigo “Masculino genérico e sexismo gramatical”.
No português, assim como na grande maioria das línguas do mundo, o masculino é considerado o gênero não marcado, aquele utilizado como genérico para se referir a um grupo de várias identidades. Em oposição, o gênero feminino é considerado marcado, ou seja, só remete a pessoas que se identificam com o pronome feminino. Porém, como é avaliado no artigo, a própria convenção do masculino genérico é um reflexo do machismo na sociedade e, por isso, caracteriza um “falso” neutro.
Apesar disso, é comum o uso do feminino genérico em determinadas situações, principalmente de maneira pejorativa. Enquanto “médicos”, no masculino, é usado genericamente, “enfermeiras”, no feminino, tem sentido genérico. Isso também acontece com as palavras “executivo” e “secretária”, por exemplo. O comum, nessas situações, é que profissões consideradas mais importantes são referidas no masculino, enquanto outras, desvalorizadas, são expressas no feminino, reforçando estereótipos.
Na manchete do artigo publicado na Istoé, Enfermeiras e médicos, os ‘heróis’ da batalha contra o novo coronavírus, apesar do masculino ser usado como genérico para as palavras “médicos” e “heróis”, o termo feminino “enfermeiras” foge à regra e também é utilizado como genérico.
(Autora: Sarah Rabelo. Disponível em https://blogfca.pucminas.br/colab/linguagemneutra/)
De acordo com os conhecimentos gramaticais da Língua Portuguesa e, utilizando a argumentação que é defendida pelo texto acima, um grupo composto por cinco mulheres e um homem deve ser referido, gramaticalmente, como:
Sexismo linguístico
Antes de entender o movimento por uma linguagem neutra ou inclusiva, é preciso argumentar por que a linguagem do dia-a-dia não pode ser chamada de inclusiva. Segundo a professora Raquel Freitag, existe uma concepção de que a língua é sexista. “Uma língua não existe senão em uma sociedade. Se a sociedade é sexista, como o é a nossa, a língua apenas reflete esse sexismo”, explica. Nesse sentido também discursa Guilherme Ribeiro Colaço Mäder em seu artigo “Masculino genérico e sexismo gramatical”.
No português, assim como na grande maioria das línguas do mundo, o masculino é considerado o gênero não marcado, aquele utilizado como genérico para se referir a um grupo de várias identidades. Em oposição, o gênero feminino é considerado marcado, ou seja, só remete a pessoas que se identificam com o pronome feminino. Porém, como é avaliado no artigo, a própria convenção do masculino genérico é um reflexo do machismo na sociedade e, por isso, caracteriza um “falso” neutro.
Apesar disso, é comum o uso do feminino genérico em determinadas situações, principalmente de maneira pejorativa. Enquanto “médicos”, no masculino, é usado genericamente, “enfermeiras”, no feminino, tem sentido genérico. Isso também acontece com as palavras “executivo” e “secretária”, por exemplo. O comum, nessas situações, é que profissões consideradas mais importantes são referidas no masculino, enquanto outras, desvalorizadas, são expressas no feminino, reforçando estereótipos.
Na manchete do artigo publicado na Istoé, Enfermeiras e médicos, os ‘heróis’ da batalha contra o novo coronavírus, apesar do masculino ser usado como genérico para as palavras “médicos” e “heróis”, o termo feminino “enfermeiras” foge à regra e também é utilizado como genérico.
(Autora: Sarah Rabelo. Disponível em https://blogfca.pucminas.br/colab/linguagemneutra/)
Pela leitura do texto, podemos afirmar corretamente que SEXISMO é:
Sexismo linguístico
Antes de entender o movimento por uma linguagem neutra ou inclusiva, é preciso argumentar por que a linguagem do dia-a-dia não pode ser chamada de inclusiva. Segundo a professora Raquel Freitag, existe uma concepção de que a língua é sexista. “Uma língua não existe senão em uma sociedade. Se a sociedade é sexista, como o é a nossa, a língua apenas reflete esse sexismo”, explica. Nesse sentido também discursa Guilherme Ribeiro Colaço Mäder em seu artigo “Masculino genérico e sexismo gramatical”.
No português, assim como na grande maioria das línguas do mundo, o masculino é considerado o gênero não marcado, aquele utilizado como genérico para se referir a um grupo de várias identidades. Em oposição, o gênero feminino é considerado marcado, ou seja, só remete a pessoas que se identificam com o pronome feminino. Porém, como é avaliado no artigo, a própria convenção do masculino genérico é um reflexo do machismo na sociedade e, por isso, caracteriza um “falso” neutro.
Apesar disso, é comum o uso do feminino genérico em determinadas situações, principalmente de maneira pejorativa. Enquanto “médicos”, no masculino, é usado genericamente, “enfermeiras”, no feminino, tem sentido genérico. Isso também acontece com as palavras “executivo” e “secretária”, por exemplo. O comum, nessas situações, é que profissões consideradas mais importantes são referidas no masculino, enquanto outras, desvalorizadas, são expressas no feminino, reforçando estereótipos.
Na manchete do artigo publicado na Istoé, Enfermeiras e médicos, os ‘heróis’ da batalha contra o novo coronavírus, apesar do masculino ser usado como genérico para as palavras “médicos” e “heróis”, o termo feminino “enfermeiras” foge à regra e também é utilizado como genérico.
(Autora: Sarah Rabelo. Disponível em https://blogfca.pucminas.br/colab/linguagemneutra/)
Já nas primeiras ideias defendidas no texto, a autora faz considerações sobre SOCIEDADE e sua LÍNGUA. Segundo o texto, podemos afirmar que:
Sexismo linguístico
Antes de entender o movimento por uma linguagem neutra ou inclusiva, é preciso argumentar por que a linguagem do dia-a-dia não pode ser chamada de inclusiva. Segundo a professora Raquel Freitag, existe uma concepção de que a língua é sexista. “Uma língua não existe senão em uma sociedade. Se a sociedade é sexista, como o é a nossa, a língua apenas reflete esse sexismo”, explica. Nesse sentido também discursa Guilherme Ribeiro Colaço Mäder em seu artigo “Masculino genérico e sexismo gramatical”.
No português, assim como na grande maioria das línguas do mundo, o masculino é considerado o gênero não marcado, aquele utilizado como genérico para se referir a um grupo de várias identidades. Em oposição, o gênero feminino é considerado marcado, ou seja, só remete a pessoas que se identificam com o pronome feminino. Porém, como é avaliado no artigo, a própria convenção do masculino genérico é um reflexo do machismo na sociedade e, por isso, caracteriza um “falso” neutro.
Apesar disso, é comum o uso do feminino genérico em determinadas situações, principalmente de maneira pejorativa. Enquanto “médicos”, no masculino, é usado genericamente, “enfermeiras”, no feminino, tem sentido genérico. Isso também acontece com as palavras “executivo” e “secretária”, por exemplo. O comum, nessas situações, é que profissões consideradas mais importantes são referidas no masculino, enquanto outras, desvalorizadas, são expressas no feminino, reforçando estereótipos.
Na manchete do artigo publicado na Istoé, Enfermeiras e médicos, os ‘heróis’ da batalha contra o novo coronavírus, apesar do masculino ser usado como genérico para as palavras “médicos” e “heróis”, o termo feminino “enfermeiras” foge à regra e também é utilizado como genérico.
(Autora: Sarah Rabelo. Disponível em https://blogfca.pucminas.br/colab/linguagemneutra/)
O texto acima é um trecho de um artigo de opinião acerca do uso de linguagem neutra no Brasil. A partir de sua leitura, podemos afirmar corretamente que:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Os atrativos da formação técnica profissionalizante
Por Sônia Christo Aleixo Brito e Talisson de Sousa Lopes
.
1 ............O ensino é fundamental para a formação de um bom profissional. É através dos estudos que
2 o aluno obtém conhecimento e prática para enfrentar os desafios da carreira. São várias opções
3 de ensino para quem quer seguir uma profissão: cursos de graduação, técnicos e tecnólogos são
4 algumas delas. Com um período menor do que um curso superior, porém apresentando um
5 conteúdo e prática voltados diretamente para o mercado de trabalho, os cursos técnicos
6 ganharam espaço entre os alunos que buscam uma carreira profissional, mas não querem
7 esperar tanto tempo para começar a trabalhar. Há muito tempo, o ensino superior não é o único
8 caminho para o desenvolvimento de uma nova carreira. Hoje, os cursos técnicos qualificam os
9 estudantes em diversas habilidades técnicas, acadêmicas e de empregabilidade.
10 Independentemente de o estudante desejar seguir para uma faculdade ou para um emprego,
11 esse tipo de educação o ajudará na preparação para o futuro, um futuro em que o mercado de
12 trabalho estará cada vez mais exigente, competitivo e mutável. A certificação técnica é um
13 grande chamariz para qualquer currículo. Os cursos técnicos têm duração média de um ano
14 meio, o que garante um acesso mais rápido a um diploma em diversas áreas que apresentam
15 carência de profissionais. A educação técnica também pode ser realizada durante o ensino médio
16 ou logo após a sua conclusão. Com isso, quem busca um curso técnico demonstra que se
17 preocupa com a sua carreira, estando disposto a gastar tempo, dinheiro e esforço para maximizar
18 os seus conhecimentos, habilidades e competências.
19 O investimento em educação profissional é imprescindível para o aumento da competitividade
20 do país, para a retomada do crescimento da economia num ritmo mais vigoroso e para a criação
21 de melhores oportunidades de emprego. A qualificação técnica adequada se torna ainda mais
22 importante no momento em que uma série de adaptações são exigidas das empresas e dos
23 trabalhadores. O ensino técnico permite que os estudantes sejam protagonistas de seu futuro,
24 com a escolha do caminho que mais atenda às suas necessidades. Com a recente reforma do
25 ensino médio, iniciou-se um longo processo para alinhar o sistema educacional às melhores
26 experiências internacionais, com a flexibilização e a diversificação do currículo regular. Nações
27 desenvolvidas perceberam essa necessidade há muito tempo e partiram na frente, investindo
28 pesadamente em educação profissional. Os países da União Europeia têm, em média, 50,4% dos
29 estudantes do ensino médio também matriculados em cursos profissionalizantes. Na Áustria,
30 esse coeficiente é de 69,8%; na Finlândia, de 70,4%. No Brasil, o indicador é de apenas 11,1%,
31 proporção que dificulta a inserção dos brasileiros no mercado de trabalho.
32 A formação técnica tem claros efeitos na renda. Um curso profissionalizante pode ser o
33 primeiro passo de um plano de carreira que não exclua a obtenção de um diploma universitário.
34 Para alguns jovens, a inserção rápida no mercado de trabalho é o passaporte para a conquista
35 da cidadania e a continuação dos estudos. A educação profissional no Brasil é uma das principais
36 apostas para melhoria da competitividade da indústria brasileira.
37 Diante dos desafios que temos pela frente, urge preparar jovens e adultos para um mercado
38 em profunda mutação tecnológica e de cultura organizacional. A educação profissional deve ser
39 vista como fator de desenvolvimento e fortalecida como um investimento do país no futuro. Os
40 cursos técnicos podem transformar a vida de um jovem. Com eles, o aluno pode conquistar seu
41 espaço e abrir várias portas no mercado de trabalho. As escolas técnicas oferecem uma grande
42 variedade de cursos técnicos para quem sonha ingressar no mercado com rapidez e qualidade.
43 Um dos grandes benefícios que o curso técnico pode trazer é o aluno aprender a profissão, já
44 que o conteúdo será voltado para a área profissional e suas principais funções. Com essas
45 qualificações, ele ganha experiência e tem mais facilidade de entrar no mercado de trabalho.
(Disponível em: chromeextension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2021/– texto adaptado especialmente para esta prova).
No excerto “Um dos grandes benefícios que o curso técnico pode trazer é o aluno aprender a profissão, já que o conteúdo será voltado para a área profissional e suas principais funções” (l. 43-44). Para que seja preservado o sentido original da mensagem, é possível substituir a locução conjuntiva sublinhada por:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Os atrativos da formação técnica profissionalizante
Por Sônia Christo Aleixo Brito e Talisson de Sousa Lopes
.
1 ............O ensino é fundamental para a formação de um bom profissional. É através dos estudos que
2 o aluno obtém conhecimento e prática para enfrentar os desafios da carreira. São várias opções
3 de ensino para quem quer seguir uma profissão: cursos de graduação, técnicos e tecnólogos são
4 algumas delas. Com um período menor do que um curso superior, porém apresentando um
5 conteúdo e prática voltados diretamente para o mercado de trabalho, os cursos técnicos
6 ganharam espaço entre os alunos que buscam uma carreira profissional, mas não querem
7 esperar tanto tempo para começar a trabalhar. Há muito tempo, o ensino superior não é o único
8 caminho para o desenvolvimento de uma nova carreira. Hoje, os cursos técnicos qualificam os
9 estudantes em diversas habilidades técnicas, acadêmicas e de empregabilidade.
10 Independentemente de o estudante desejar seguir para uma faculdade ou para um emprego,
11 esse tipo de educação o ajudará na preparação para o futuro, um futuro em que o mercado de
12 trabalho estará cada vez mais exigente, competitivo e mutável. A certificação técnica é um
13 grande chamariz para qualquer currículo. Os cursos técnicos têm duração média de um ano
14 meio, o que garante um acesso mais rápido a um diploma em diversas áreas que apresentam
15 carência de profissionais. A educação técnica também pode ser realizada durante o ensino médio
16 ou logo após a sua conclusão. Com isso, quem busca um curso técnico demonstra que se
17 preocupa com a sua carreira, estando disposto a gastar tempo, dinheiro e esforço para maximizar
18 os seus conhecimentos, habilidades e competências.
19 O investimento em educação profissional é imprescindível para o aumento da competitividade
20 do país, para a retomada do crescimento da economia num ritmo mais vigoroso e para a criação
21 de melhores oportunidades de emprego. A qualificação técnica adequada se torna ainda mais
22 importante no momento em que uma série de adaptações são exigidas das empresas e dos
23 trabalhadores. O ensino técnico permite que os estudantes sejam protagonistas de seu futuro,
24 com a escolha do caminho que mais atenda às suas necessidades. Com a recente reforma do
25 ensino médio, iniciou-se um longo processo para alinhar o sistema educacional às melhores
26 experiências internacionais, com a flexibilização e a diversificação do currículo regular. Nações
27 desenvolvidas perceberam essa necessidade há muito tempo e partiram na frente, investindo
28 pesadamente em educação profissional. Os países da União Europeia têm, em média, 50,4% dos
29 estudantes do ensino médio também matriculados em cursos profissionalizantes. Na Áustria,
30 esse coeficiente é de 69,8%; na Finlândia, de 70,4%. No Brasil, o indicador é de apenas 11,1%,
31 proporção que dificulta a inserção dos brasileiros no mercado de trabalho.
32 A formação técnica tem claros efeitos na renda. Um curso profissionalizante pode ser o
33 primeiro passo de um plano de carreira que não exclua a obtenção de um diploma universitário.
34 Para alguns jovens, a inserção rápida no mercado de trabalho é o passaporte para a conquista
35 da cidadania e a continuação dos estudos. A educação profissional no Brasil é uma das principais
36 apostas para melhoria da competitividade da indústria brasileira.
37 Diante dos desafios que temos pela frente, urge preparar jovens e adultos para um mercado
38 em profunda mutação tecnológica e de cultura organizacional. A educação profissional deve ser
39 vista como fator de desenvolvimento e fortalecida como um investimento do país no futuro. Os
40 cursos técnicos podem transformar a vida de um jovem. Com eles, o aluno pode conquistar seu
41 espaço e abrir várias portas no mercado de trabalho. As escolas técnicas oferecem uma grande
42 variedade de cursos técnicos para quem sonha ingressar no mercado com rapidez e qualidade.
43 Um dos grandes benefícios que o curso técnico pode trazer é o aluno aprender a profissão, já
44 que o conteúdo será voltado para a área profissional e suas principais funções. Com essas
45 qualificações, ele ganha experiência e tem mais facilidade de entrar no mercado de trabalho.
(Disponível em: chromeextension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2021/– texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando-se somente o que é expresso pelo texto, é correto afirmar que:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Os atrativos da formação técnica profissionalizante
Por Sônia Christo Aleixo Brito e Talisson de Sousa Lopes
.
1 ............O ensino é fundamental para a formação de um bom profissional. É através dos estudos que
2 o aluno obtém conhecimento e prática para enfrentar os desafios da carreira. São várias opções
3 de ensino para quem quer seguir uma profissão: cursos de graduação, técnicos e tecnólogos são
4 algumas delas. Com um período menor do que um curso superior, porém apresentando um
5 conteúdo e prática voltados diretamente para o mercado de trabalho, os cursos técnicos
6 ganharam espaço entre os alunos que buscam uma carreira profissional, mas não querem
7 esperar tanto tempo para começar a trabalhar. Há muito tempo, o ensino superior não é o único
8 caminho para o desenvolvimento de uma nova carreira. Hoje, os cursos técnicos qualificam os
9 estudantes em diversas habilidades técnicas, acadêmicas e de empregabilidade.
10 Independentemente de o estudante desejar seguir para uma faculdade ou para um emprego,
11 esse tipo de educação o ajudará na preparação para o futuro, um futuro em que o mercado de
12 trabalho estará cada vez mais exigente, competitivo e mutável. A certificação técnica é um
13 grande chamariz para qualquer currículo. Os cursos técnicos têm duração média de um ano
14 meio, o que garante um acesso mais rápido a um diploma em diversas áreas que apresentam
15 carência de profissionais. A educação técnica também pode ser realizada durante o ensino médio
16 ou logo após a sua conclusão. Com isso, quem busca um curso técnico demonstra que se
17 preocupa com a sua carreira, estando disposto a gastar tempo, dinheiro e esforço para maximizar
18 os seus conhecimentos, habilidades e competências.
19 O investimento em educação profissional é imprescindível para o aumento da competitividade
20 do país, para a retomada do crescimento da economia num ritmo mais vigoroso e para a criação
21 de melhores oportunidades de emprego. A qualificação técnica adequada se torna ainda mais
22 importante no momento em que uma série de adaptações são exigidas das empresas e dos
23 trabalhadores. O ensino técnico permite que os estudantes sejam protagonistas de seu futuro,
24 com a escolha do caminho que mais atenda às suas necessidades. Com a recente reforma do
25 ensino médio, iniciou-se um longo processo para alinhar o sistema educacional às melhores
26 experiências internacionais, com a flexibilização e a diversificação do currículo regular. Nações
27 desenvolvidas perceberam essa necessidade há muito tempo e partiram na frente, investindo
28 pesadamente em educação profissional. Os países da União Europeia têm, em média, 50,4% dos
29 estudantes do ensino médio também matriculados em cursos profissionalizantes. Na Áustria,
30 esse coeficiente é de 69,8%; na Finlândia, de 70,4%. No Brasil, o indicador é de apenas 11,1%,
31 proporção que dificulta a inserção dos brasileiros no mercado de trabalho.
32 A formação técnica tem claros efeitos na renda. Um curso profissionalizante pode ser o
33 primeiro passo de um plano de carreira que não exclua a obtenção de um diploma universitário.
34 Para alguns jovens, a inserção rápida no mercado de trabalho é o passaporte para a conquista
35 da cidadania e a continuação dos estudos. A educação profissional no Brasil é uma das principais
36 apostas para melhoria da competitividade da indústria brasileira.
37 Diante dos desafios que temos pela frente, urge preparar jovens e adultos para um mercado
38 em profunda mutação tecnológica e de cultura organizacional. A educação profissional deve ser
39 vista como fator de desenvolvimento e fortalecida como um investimento do país no futuro. Os
40 cursos técnicos podem transformar a vida de um jovem. Com eles, o aluno pode conquistar seu
41 espaço e abrir várias portas no mercado de trabalho. As escolas técnicas oferecem uma grande
42 variedade de cursos técnicos para quem sonha ingressar no mercado com rapidez e qualidade.
43 Um dos grandes benefícios que o curso técnico pode trazer é o aluno aprender a profissão, já
44 que o conteúdo será voltado para a área profissional e suas principais funções. Com essas
45 qualificações, ele ganha experiência e tem mais facilidade de entrar no mercado de trabalho.
(Disponível em: chromeextension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2021/– texto adaptado especialmente para esta prova).
O termo “mutável” (l. 12) pode ser substituído, sem que haja alteração no sentido original da mensagem, por:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Os atrativos da formação técnica profissionalizante
Por Sônia Christo Aleixo Brito e Talisson de Sousa Lopes
.
1 ............O ensino é fundamental para a formação de um bom profissional. É através dos estudos que
2 o aluno obtém conhecimento e prática para enfrentar os desafios da carreira. São várias opções
3 de ensino para quem quer seguir uma profissão: cursos de graduação, técnicos e tecnólogos são
4 algumas delas. Com um período menor do que um curso superior, porém apresentando um
5 conteúdo e prática voltados diretamente para o mercado de trabalho, os cursos técnicos
6 ganharam espaço entre os alunos que buscam uma carreira profissional, mas não querem
7 esperar tanto tempo para começar a trabalhar. Há muito tempo, o ensino superior não é o único
8 caminho para o desenvolvimento de uma nova carreira. Hoje, os cursos técnicos qualificam os
9 estudantes em diversas habilidades técnicas, acadêmicas e de empregabilidade.
10 Independentemente de o estudante desejar seguir para uma faculdade ou para um emprego,
11 esse tipo de educação o ajudará na preparação para o futuro, um futuro em que o mercado de
12 trabalho estará cada vez mais exigente, competitivo e mutável. A certificação técnica é um
13 grande chamariz para qualquer currículo. Os cursos técnicos têm duração média de um ano
14 meio, o que garante um acesso mais rápido a um diploma em diversas áreas que apresentam
15 carência de profissionais. A educação técnica também pode ser realizada durante o ensino médio
16 ou logo após a sua conclusão. Com isso, quem busca um curso técnico demonstra que se
17 preocupa com a sua carreira, estando disposto a gastar tempo, dinheiro e esforço para maximizar
18 os seus conhecimentos, habilidades e competências.
19 O investimento em educação profissional é imprescindível para o aumento da competitividade
20 do país, para a retomada do crescimento da economia num ritmo mais vigoroso e para a criação
21 de melhores oportunidades de emprego. A qualificação técnica adequada se torna ainda mais
22 importante no momento em que uma série de adaptações são exigidas das empresas e dos
23 trabalhadores. O ensino técnico permite que os estudantes sejam protagonistas de seu futuro,
24 com a escolha do caminho que mais atenda às suas necessidades. Com a recente reforma do
25 ensino médio, iniciou-se um longo processo para alinhar o sistema educacional às melhores
26 experiências internacionais, com a flexibilização e a diversificação do currículo regular. Nações
27 desenvolvidas perceberam essa necessidade há muito tempo e partiram na frente, investindo
28 pesadamente em educação profissional. Os países da União Europeia têm, em média, 50,4% dos
29 estudantes do ensino médio também matriculados em cursos profissionalizantes. Na Áustria,
30 esse coeficiente é de 69,8%; na Finlândia, de 70,4%. No Brasil, o indicador é de apenas 11,1%,
31 proporção que dificulta a inserção dos brasileiros no mercado de trabalho.
32 A formação técnica tem claros efeitos na renda. Um curso profissionalizante pode ser o
33 primeiro passo de um plano de carreira que não exclua a obtenção de um diploma universitário.
34 Para alguns jovens, a inserção rápida no mercado de trabalho é o passaporte para a conquista
35 da cidadania e a continuação dos estudos. A educação profissional no Brasil é uma das principais
36 apostas para melhoria da competitividade da indústria brasileira.
37 Diante dos desafios que temos pela frente, urge preparar jovens e adultos para um mercado
38 em profunda mutação tecnológica e de cultura organizacional. A educação profissional deve ser
39 vista como fator de desenvolvimento e fortalecida como um investimento do país no futuro. Os
40 cursos técnicos podem transformar a vida de um jovem. Com eles, o aluno pode conquistar seu
41 espaço e abrir várias portas no mercado de trabalho. As escolas técnicas oferecem uma grande
42 variedade de cursos técnicos para quem sonha ingressar no mercado com rapidez e qualidade.
43 Um dos grandes benefícios que o curso técnico pode trazer é o aluno aprender a profissão, já
44 que o conteúdo será voltado para a área profissional e suas principais funções. Com essas
45 qualificações, ele ganha experiência e tem mais facilidade de entrar no mercado de trabalho.
(Disponível em: chromeextension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2021/– texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as seguintes propostas de substituição da conjunção “porém” (l. 04) que preservam o sentido original da mensagem.
I. Contudo.
II. Porquanto.
III. Não obstante.
Quais estão corretas?
Texto 1.
Sono e envelhecimento
........... medida que a idade avança, é comum passar a “dormir com as galinhas”, deitando-se cada vez mais cedo e acordando antes de o sol nascer. Essa mudança no relógio biológico é natural e começa.......partir dos 40 anos. Segundo estudos publicados em revistas científicas americanas, os ciclos biológicos se adiantam em aproximadamente meia hora a cada década após a meia idade. Por isso, com 60 anos, é comum sentir sono algumas horas mais cedo, além de dormir um pouco menos. Ao longo da vida, também.............a tendência de tirar cada vez mais cochilos de menor duração.
Com o envelhecimento, é comum ter um sono mais leve e desenvolver algumas dificuldades para dormir. A aposentada Renata Santos, 65, começou a ter problemas com ansiedade quando fez 60 anos, o que afetou muito seu sono: “Fiz tratamento com psicóloga e resolveu pouco, então comecei a tomar remédios para dormir e para a ansiedade. Hoje, já cortei os medicamentos para dormir e só tomo meus chás.”
Estudos americanos estimam que entre 40% e 70% de adultos acima de 60 anos tenham problemas crônicos que atrapalham o sono. Para melhorar o sono de idosos, a organização SleepFoundation recomenda, além do tratamento médico para essas condições, ........... prática de exercícios leves e a criação de uma rotina que se encaixe nos novos horários de sono.
Manter um padrão de noites bem dormidas não afeta apenas a qualidade de vida, mas acumula efeitos positivos que são sentidos no corpo e na mente. Por outro lado, a insônia pode trazer consequências negativas ao longo da vida.............curto prazo, ela prejudica a memória recente e a concentração, e estimula a irritabilidade e a impulsividade................ longo prazo, afeta as memórias profundas e pode aumentar o risco de hipertensão, diabetes, aumento de gordura na corrente sanguínea e doenças cardiovasculares que, por sua vez, são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson.
Estudos recentes publicados pelo American College of Cardiology também apontam que 8% das mortes podem ser atribuídas ..............complicações causadas pelo sono de baixa qualidade. Segundo a Associação Brasileira do Sono, cerca de 73 milhões de brasileiros sofrem com a insônia, que na maior parte das vezes é secundária, ou seja, um sintoma ou consequência de outro problema, como a ansiedade ou maus hábitos antes de dormir.
ND, 20 de setembro de 2023. Ano 17, no 5.458. Adaptado.
No enunciado João bebeu um copo de suco., temos um exemplo de uma figura de linguagem denominada:
Texto 1.
Sono e envelhecimento
........... medida que a idade avança, é comum passar a “dormir com as galinhas”, deitando-se cada vez mais cedo e acordando antes de o sol nascer. Essa mudança no relógio biológico é natural e começa.......partir dos 40 anos. Segundo estudos publicados em revistas científicas americanas, os ciclos biológicos se adiantam em aproximadamente meia hora a cada década após a meia idade. Por isso, com 60 anos, é comum sentir sono algumas horas mais cedo, além de dormir um pouco menos. Ao longo da vida, também.............a tendência de tirar cada vez mais cochilos de menor duração.
Com o envelhecimento, é comum ter um sono mais leve e desenvolver algumas dificuldades para dormir. A aposentada Renata Santos, 65, começou a ter problemas com ansiedade quando fez 60 anos, o que afetou muito seu sono: “Fiz tratamento com psicóloga e resolveu pouco, então comecei a tomar remédios para dormir e para a ansiedade. Hoje, já cortei os medicamentos para dormir e só tomo meus chás.”
Estudos americanos estimam que entre 40% e 70% de adultos acima de 60 anos tenham problemas crônicos que atrapalham o sono. Para melhorar o sono de idosos, a organização SleepFoundation recomenda, além do tratamento médico para essas condições, ........... prática de exercícios leves e a criação de uma rotina que se encaixe nos novos horários de sono.
Manter um padrão de noites bem dormidas não afeta apenas a qualidade de vida, mas acumula efeitos positivos que são sentidos no corpo e na mente. Por outro lado, a insônia pode trazer consequências negativas ao longo da vida.............curto prazo, ela prejudica a memória recente e a concentração, e estimula a irritabilidade e a impulsividade................ longo prazo, afeta as memórias profundas e pode aumentar o risco de hipertensão, diabetes, aumento de gordura na corrente sanguínea e doenças cardiovasculares que, por sua vez, são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson.
Estudos recentes publicados pelo American College of Cardiology também apontam que 8% das mortes podem ser atribuídas ..............complicações causadas pelo sono de baixa qualidade. Segundo a Associação Brasileira do Sono, cerca de 73 milhões de brasileiros sofrem com a insônia, que na maior parte das vezes é secundária, ou seja, um sintoma ou consequência de outro problema, como a ansiedade ou maus hábitos antes de dormir.
ND, 20 de setembro de 2023. Ano 17, no 5.458. Adaptado.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o texto 1.
( ) O hábito de dormir bem afeta positivamente mente e corpo.
( ) A expressão “dormir com as galinhas”, utilizada no texto, está relacionada ao hábito de dormir e acordar mais tarde com o passar dos anos.
( ) A insônia pode trazer várias consequências negativas ao longo da vida.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Identifique a figura da linguagem das quatro frases a seguir:
1. Minha mãe, por delicadeza, ouvia a enxurrada de maledicências que saia da boca de meu pai.
2. A saudade é a chaga que me maltrata.
3. Infeliz de mim que fui me apaixonar por uma pessoa sem piedade, sem coração, sem nada.
4. Quando o vento coça as costas, cada folha de capim é um talo que dobra minha resignação.
Assinale a alternativa que indica corretamente as figuras de linguagem das frases numeradas.
Leia o texto a seguir.
O mundo sempre pertenceu aos machos. Nenhuma das razões que nos propuseram para explicá-lo nos pareceu suficiente. É revendo à luz da filosofia existencial os dados da pré-história e da etnografia que poderemos compreender como a hierarquia dos sexos se estabeleceu. Já verificamos que, quando duas categorias humanas se acham em presença, cada uma delas quer impor à outra sua soberania; quando ambas estão em estado de sustentar a reivindicação, cria-se entre elas, seja na hostilidade, seja na amizade, sempre na tensão, uma relação de reciprocidade. Se uma das duas é privilegiada, ela domina a outra e tudo faz para mantê-la na opressão. Compreende-se, pois que o homem tenha tido vontade de dominar a mulher. (BEAUVOIR, Simone).
Assinale a alternativa em que a citação também critica, a exemplo do texto de Simone de Beauvoir, o papel atribuído à mulher pela sociedade.
Assinale a alternativa em que o segundo texto, mais formal e técnico, é paráfrase do primeiro.
Leia o texto a seguir.
O prefeito informa que não se responsabiliza por manifestações levadas a termo em suas instalações escolares contra políticas nacionais de biossegurança. Tais manifestações trazem consigo reivindicações que não foram objeto de decisões desta gestão. Logo, não podem ser legitimadas por quem quer que seja. As decisões colegiadas são um instrumento democrático em favor da prevalência da vontade da maioria; ou seja, não podem ser denegadas por ocasião do endosso institucional com base em quaisquer posturas de conotação ideológica.
Tendo como foco os elos coesivos presentes no texto acima, é correto o que se afirma em:
Assinale a alternativa em que as duas palavras não são sinônimas.
O Pássaro de Jade
Em uma pequena cidade na China, havia uma lenda sobre um pássaro feito inteiramente de jade, que se dizia trazer boa sorte e prosperidade para quem o possuísse. O pássaro estava sob a proteção da família Wang há várias gerações e era guardado em um templo especial na montanha.
A cada ano, durante o Festival da Primavera, os moradores da cidade faziam uma longa caminhada até o templo para verem o pássaro de jade e fazerem seus pedidos. Muitos acreditavam que simplesmente estar na presença do pássaro já era o suficiente para ter um ano abençoado.
Entretanto, um ano, ao chegar o festival, o pássaro de jade havia desaparecido. Houve um grande alvoroço na cidade. Rumores se espalharam rapidamente, alguns diziam que ele havia sido roubado, outros que havia voado para longe. A família Wang estava devastada.
Foi então que uma criança, chamada Li, decidiu ir em busca do pássaro. Ele acreditava que o pássaro havia ido para um lugar tranquilo para descansar. Depois de semanas de busca, Li encontrou o pássaro de jade em uma caverna escondida, cercada por um belo lago. Li cuidadosamente levou o pássaro de volta para a cidade, restaurando a fé e a esperança dos moradores.
Roseni Souza Leite de Siqueira.
Onde Li encontrou o pássaro de jade?