Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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O cartum da Mafalda a seguir se refere à questão:

Disponível em: <https://www.zinecultural.com/blog/melhores-tirinhas-da-mafalda>. Acesso em: 07 nov. 2022.
No cartum em análise, Mafalda está às voltas com a execução de uma tarefa escolar: escrever uma redação. Tendo o cartum como texto de apoio e com base em seus conhecimentos sobre produção textual, é CORRETO afirmar que:
COMPETÊNCIA ESPECÍFICA 2
Compreender os processos identitários, conflitos e relações de poder que permeiam as práticas sociais de linguagem, respeitando as diversidades e a pluralidade de ideias e posições, e atuar socialmente com base em princípios e valores assentados na democracia, na igualdade e nos Direitos Humanos, exercitando o autoconhecimento, a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, e combatendo preconceitos de qualquer natureza (BRASIL, 2017, p. 494).
A esta competência corresponde, dentre outras, a seguinte habilidade:
(EM13LGG202) Analisar interesses, relações de poder e perspectivas de mundo nos discursos das diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e verbais), compreendendo criticamente o modo como circulam, constituem-se e (re)produzem significação e ideologias (BRASIL, 2017, p. 494). BRASIL. Base Nacional Curricular Comum. Brasília: Ministério da Educação, 2017.
A partir da leitura dessas diretrizes da BNCC, analise as proposições a seguir e classifique-as se (V) verdadeiras ou (F) falsas:
( ) Essa competência específica diz respeito à compreensão e análise de situações e contextos de produção de sentidos nas práticas sociais de linguagem, na recepção ou na produção de discursos, percebendo conflitos e relações de poder que caracterizam essas práticas.
( ) Para desenvolver essa competência, os estudantes de Ensino Médio precisam analisar e compreender as circunstâncias sociais, históricas e ideológicas em que se dão diversas práticas e discursos.
( ) O desenvolvimento dessa competência requer que o aluno seja capaz de interpretar de modo contextualizado tanto produções artísticas, como uma peça teatral, uma tela, uma canção, uma obra literária, quanto textos de outros campos, como um projeto de lei, uma notícia jornalística etc.
( ) Através do exercício desta competência, os estudantes poderão compreender a pluralidade dos discursos e produzi-los de maneira posicionada, e também atuar de forma reflexiva, cooperativa e empática, sem preconceitos e buscando estabelecer o diálogo, o que se propõe a desenvolver o seu senso crítico.
( ) A BNCC lança para o professor a perspectiva de trazer para a sala de aula as mais diversas manifestações discursivas e trabalhar os seus efeitos de sentido, sem perder de vista a ética, o respeito aos princípios democráticos e aos direitos humanos.
Assinale a alternativa CORRETA:
A respeito do ensino de gramática normativa na Educação Básica e com base no discurso da professora em análise, assinale a alternativa CORRETA:
Nessa direção, [a BNCC] considera os fundamentos básicos de ensino e aprendizagem das Linguagens, que, ao longo de mais de três décadas, têm se comprometido com uma formação voltada a possibilitar uma participação mais plena dos jovens nas diferentes práticas socioculturais que envolvem o uso das linguagens.
No Ensino Médio, os jovens intensificam o conhecimento sobre seus sentimentos, interesses, capacidades intelectuais e expressivas; ampliam e aprofundam vínculos sociais e afetivos; e refletem sobre a vida e o trabalho que gostariam de ter. Encontram-se diante de questionamentos sobre si próprios e seus projetos de vida, vivendo juventudes marcadas por contextos socioculturais diversos. Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017, p. 483).
A partir do escopo dessas considerações da BNCC sobre a aprendizagem do adolescente, considere as assertivas a seguir como (V) verdadeiras ou (F) falsas:
( ) Esta afirmação da BNCC amplia a dimensão do que é considerado conteúdo a ser ensinado no nível médio.
( ) De acordo com o trecho da BNCC em pauta, os três anos do Ensino Médio devem se voltar exclusivamente para a preparação do aluno para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).
( ) Há uma preocupação da BNCC com o adolescente como um ser integral, em preparação para participar ativamente das demandas sociais do mundo do trabalho.
( ) A BNCC considera a juventude como uma fase homogênea do desenvolvimento humano.
( ) Esse olhar mais amplo da BNCC para o sujeito adolescente torna legítimo que o professor trabalhe com projetos que privilegiem a transição e as aspirações desses sujeitos nas aulas de Linguagens.
Assinale a alternativa CORRETA:
Saber ouvir é considerado uma das maiores habilidades humanas, isso implica dar àquele que fala sua atenção, somada à capacidade de compreensão. Mackay (2010, p.10) afirma que há muitas razões estão envolvidas no ato de ouvir, são elas, EXCETO:
Leia o texto abaixo, com atenção para as formas gramaticais em destaque e, em seguida, responda à questão.
Algumas pessoas sentem dornum membro que já foi amputado. Como fazerparar, se o membro não existe mais?
Cerca de 90% dos indivíduos que passaram pela amputação de alguma parte do corpo continuam sentindo dores, queimação, formigamento, pontadas… e até cócegas no membro que já não está mais LA1. Isso porque uma perna, por exemplo, não existe só a partir da sua pelve. Ela existe no seu cérebro também. A “central de comando” do membro continua funcionando. E ISSO2 deixa o tratamento mais complicado. Não há exame para o diagnóstico de “dor fantasma”. O médico precisa identificá-lA3 contando só com o relato do paciente. A medicina costuma ajudar a aflição dESSES4 indivíduos com antidepressivos, analgésicos e, em caso de dores extremas, até morfina, um depressor do sistema nervoso central – onde está a dor real, mesmo que o membro seja só uma fantasia. Uma alternativa promissora é a estimulação cerebral com eletrodos e uma pequena corrente elétrica. Mas os dados de eficácia ainda são limitados.
(Superinteressante, setembro/2022)
No trecho transcrito abaixo, depreende-se uma relação de sentido entre as orações, viabilizada pela locução MESMO QUE, que, genericamente, pertence à esfera do contraste.
“A medicina costuma ajudar a aflição desses indivíduos com antidepressivos, analgésicos e, em caso de dores extremas, até morfina, um depressor do sistema nervoso central – onde está a dor real, mesmo que o membro seja só uma fantasia”.
Analise as versões propostas como paráfrase e indique qual delas contraria a versão original:
Após a leitura do poema abaixo, de Cora Coralina, avalie a validade das asserções que se apresentam em seguida:
SOMBRAS
Tudo em mim vai se apagando.
Cede minha força de mulher de luta em dizer:
estou cansada.
A claridade se faz em névoa e bruma.
O livro amado: o negro das letras se embaralham,
entortam as linhas paralelas.
Dançam as palavras,
A claridade se faz em névoa e bruma.
a distância se faz em quebra luz.
Deixo de reconhecer rostos amigos, familiares
Um véu tênue vai se incorporando no campo da retina.
Passam lentamente como ovelhas mansas os vultos conhecidos
que já não reconheço.
É a catarata amortalhando a visão que se faz sombra.
Sinto que cede meu valor de mulher de luta,
e eu me confesso:
estou cansada.
I- A temática depreendida no texto é o envelhecer, sinalizado, nos versos que fazem menção à diminuição da capacidade de ver/enxergar e ao cansaço.
II- Sob o aspecto linguístico, as locuções verbais como: “vai se apagando”, “vai se incorporando”, “estou cansada” e “amortalhando” remetem à imagem do processo contínuo/progressivo, natural do envelhecimento.
III- O poema apresenta o recurso da inversão sintática manifestado na estrutura comparativa expressa nos seguintes versos: “Passam lentamente como ovelhas mansas os vultos conhecidos /que já não reconheço”, de modo que o verbo “passar” está em relação de concordância com o sujeito “vultos conhecidos que já não conheço mais”.
É CORRETO o que se afirma em:
Após a leitura da crônica abaixo exposta, de Rubem Braga, responda à questão.
A Palavra
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
BRAGA, Rubem. Coleção Melhores Crônicas. São Paulo, 2013.
Observe o emprego da palavra VELHO, no fragmento abaixo transcrito e, em seguida, levando em consideração o contexto de ocorrência do vocábulo, indique a alternativa que traz a CORRETAclassificação mórfica e semântica.
“Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?”
Após a leitura da crônica abaixo exposta, de Rubem Braga, responda à questão.
A Palavra
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
BRAGA, Rubem. Coleção Melhores Crônicas. São Paulo, 2013.
Avalie a legitimidade das afirmações e assinale (V) se verdadeiras ou (F), falsas:
( ) Referir-se ao ato de escrever como “imprudente ofício de viver em voz alta” deixa entrever que o autor considera esse ato exigente, que requer zelo, pois as palavras podem servir de lenitivo ou de ofensa.
( ) Mencionar o canário cuja vontade de cantar foi despertada pela audição de uma melodia antiga é uma forma de mostrar que o sentido de um texto excede a intenção do autor: o sentido da palavra, aliado à sua harmonização no texto, pode despertar variadas emoções.
( ) Sendo a linguagem uma forma de ação, que se dota de intenção, daí o dizer não ser neutro, significa que apenas na poesia ou na crônica literária a palavra torna-se habilitada a gerar múltiplas interpretações.
( ) A forma como o autor dispõe as informações no texto para tratar da “palavra” caracteriza tipologicamente o texto como expositivo e metalinguístico, tendo como objetivo explicar o que é a palavra.
Asequência CORRETAde preenchimento é:
Todos nos comunicamos através da linguagem, em qualquer momento dos nossos dias. Seja na vida pessoal ou profissional, precisamos utilizar uma forma de linguagem. A variação linguística vem ajudar na concretização de uma comunicação efetiva no momento que se caracteriza como a competência que a língua possui de se adaptar e se transformar, considerando alguns elementos, como, por exemplo, a história, os grupos sociais, a região e o estilo.
Assinale a alternativa CORRETA acerca do tipo de variação linguística que se refere ao contexto, ou seja, à situação de uso da língua:
Leia o Texto IV, a seguir, para responder à questão:
Texto IV:
Metade dos usuários de criptomoedas as abandonam por medo de perder dinheiro
Receio também impede que seis em cada dez pessoas que não utilizam alternativa a adotem.
Por O Tempo. Publicado em 20 de janeiro de 2023
Antes celebradas como uma nova potência das finanças, hoje as criptomoedas são foco de sucessivas notícias sobre perdas de valor milionárias, que alguns analistas já disseram, inclusive, tratar-se de um colapso. Nesse cenário, quase metade (48%) dos usuários deixaram de utilizá-las porque avaliam que elas são muito voláteis. Ao mesmo tempo, o medo de perder dinheiro é o principal motivo apontado por seis em cada dez não usuários das criptomoedas para não adotá-las.
Os dados são de uma pesquisa recém-divulgada pela empresa internacional de cibersegurança Kaspersky, que ouviu cidadãos de 16 países, inclusive o Brasil. Ela descobriu, ainda, que, apesar do receio sobre elas, quase um quarto dos usuários das criptomoedas afirma sequer estar de fato informados sobre elas. O estudo mostra, ainda, que o “boom” de compras desse ativo ocorreu durante a ascensão do Bitcoin, uma das criptomoedas mais conhecidas do mundo, após 2020. Em 2022, sua cotação desabou.
O relatório aponta que o número de usuários que possui criptomoedas para fazer compras online está aumentando e, hoje, corresponde a 29% do total. O principal fator para adquiri-las, entretanto, continua sendo tentar ganhar o máximo de dinheiro possível incluindo-as em um portfólio de investimentos, resposta de 33% dos entrevistados. [...]
A despeito do clima de desconfiança entre os entrevistados, o pesquisador sênior de segurança da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky, Marc Rivero, avalia que as criptomoedas ainda exercem uma atração sobre os investidores. "Apesar dos desafios que a indústria de criptomoedas enfrenta atualmente, é importante lembrar que ainda é um espaço relativamente novo e inovador com um tremendo potencial. Como acontece com qualquer tecnologia que chega, haverá contratempos, mas as perspectivas de longo prazo ainda podem ser boas para o universo do cripto. Ao priorizar a segurança, os entusiastas da criptomoeda podem minimizar o risco de perder dinheiro ou informações pessoais e se proteger contra ameaças que dependem deles". [...]
Disponível em:
Leia os Textos II e III para responder à questão:
Texto II:
MPE vai acompanhardenúncia de racismo contra irmãs abordadas e revistadas em loja de Aracaju
O Ministério Público de Sergipe (MPE) informou, nesta sexta-feira (20), que pretende acompanhar as investigações policiais referentes a denúncia de racismo registrada por duas irmãs, que foram abordadas e revistadas após funcionários de uma Loja Marisa, em Aracaju, acionarem a Polícia Militar.
Segundo o MP, o procedimento instaurado por meio da 4º Promotoria de Justiça dos Direitos do Cidadão junto com a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (Copier), tem o intuito de acompanhar o inquérito, que já está tramitando na delegacia, bem como observar medidas mais administrativas por parte da empresa no combate ao racismo.
A abordagem aconteceu no dia 16 de dezembro, quando a babá, Simone Matos, 38 anos, e a empregada doméstica, Mônica Mattos, de 46, escolhiam roupas. A cunhada delas filmou a cena. O vídeo mostra as duas em uma sala sendo revistadas e uma delas chora. Na ocasião, elas registram um Boletim de Ocorrência denunciando o caso como racismo.
Recentemente, elas registraram uma nova denúncia, afirmando que estão sendo monitoradas por funcionários do estabelecimento comercial.
A assessoria de comunicação da Loja Marisa havia informado, que após a apuração dos fatos, o funcionário envolvido foi desligado imediatamente. Disse ainda que lamenta o ocorrido e que a empresa vai continuar empenhada na conscientização de todos os funcionários, reforçando treinamentos em todas as lojas.
Disponível em:
Leia os Textos II e III para responder à questão:
Texto II:
MPE vai acompanhardenúncia de racismo contra irmãs abordadas e revistadas em loja de Aracaju
O Ministério Público de Sergipe (MPE) informou, nesta sexta-feira (20), que pretende acompanhar as investigações policiais referentes a denúncia de racismo registrada por duas irmãs, que foram abordadas e revistadas após funcionários de uma Loja Marisa, em Aracaju, acionarem a Polícia Militar.
Segundo o MP, o procedimento instaurado por meio da 4º Promotoria de Justiça dos Direitos do Cidadão junto com a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (Copier), tem o intuito de acompanhar o inquérito, que já está tramitando na delegacia, bem como observar medidas mais administrativas por parte da empresa no combate ao racismo.
A abordagem aconteceu no dia 16 de dezembro, quando a babá, Simone Matos, 38 anos, e a empregada doméstica, Mônica Mattos, de 46, escolhiam roupas. A cunhada delas filmou a cena. O vídeo mostra as duas em uma sala sendo revistadas e uma delas chora. Na ocasião, elas registram um Boletim de Ocorrência denunciando o caso como racismo.
Recentemente, elas registraram uma nova denúncia, afirmando que estão sendo monitoradas por funcionários do estabelecimento comercial.
A assessoria de comunicação da Loja Marisa havia informado, que após a apuração dos fatos, o funcionário envolvido foi desligado imediatamente. Disse ainda que lamenta o ocorrido e que a empresa vai continuar empenhada na conscientização de todos os funcionários, reforçando treinamentos em todas as lojas.
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Sobre o Texto III, é CORRETO afirmar que o personagem Armandinho, ao questionar “nota fiscal?!”, no segundo quadrinho:
Leia os Textos II e III para responder à questão:
Texto II:
MPE vai acompanhardenúncia de racismo contra irmãs abordadas e revistadas em loja de Aracaju
O Ministério Público de Sergipe (MPE) informou, nesta sexta-feira (20), que pretende acompanhar as investigações policiais referentes a denúncia de racismo registrada por duas irmãs, que foram abordadas e revistadas após funcionários de uma Loja Marisa, em Aracaju, acionarem a Polícia Militar.
Segundo o MP, o procedimento instaurado por meio da 4º Promotoria de Justiça dos Direitos do Cidadão junto com a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (Copier), tem o intuito de acompanhar o inquérito, que já está tramitando na delegacia, bem como observar medidas mais administrativas por parte da empresa no combate ao racismo.
A abordagem aconteceu no dia 16 de dezembro, quando a babá, Simone Matos, 38 anos, e a empregada doméstica, Mônica Mattos, de 46, escolhiam roupas. A cunhada delas filmou a cena. O vídeo mostra as duas em uma sala sendo revistadas e uma delas chora. Na ocasião, elas registram um Boletim de Ocorrência denunciando o caso como racismo.
Recentemente, elas registraram uma nova denúncia, afirmando que estão sendo monitoradas por funcionários do estabelecimento comercial.
A assessoria de comunicação da Loja Marisa havia informado, que após a apuração dos fatos, o funcionário envolvido foi desligado imediatamente. Disse ainda que lamenta o ocorrido e que a empresa vai continuar empenhada na conscientização de todos os funcionários, reforçando treinamentos em todas as lojas.
Disponível em:
Leia os Textos II e III para responder à questão:
Texto II:
MPE vai acompanhardenúncia de racismo contra irmãs abordadas e revistadas em loja de Aracaju
O Ministério Público de Sergipe (MPE) informou, nesta sexta-feira (20), que pretende acompanhar as investigações policiais referentes a denúncia de racismo registrada por duas irmãs, que foram abordadas e revistadas após funcionários de uma Loja Marisa, em Aracaju, acionarem a Polícia Militar.
Segundo o MP, o procedimento instaurado por meio da 4º Promotoria de Justiça dos Direitos do Cidadão junto com a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (Copier), tem o intuito de acompanhar o inquérito, que já está tramitando na delegacia, bem como observar medidas mais administrativas por parte da empresa no combate ao racismo.
A abordagem aconteceu no dia 16 de dezembro, quando a babá, Simone Matos, 38 anos, e a empregada doméstica, Mônica Mattos, de 46, escolhiam roupas. A cunhada delas filmou a cena. O vídeo mostra as duas em uma sala sendo revistadas e uma delas chora. Na ocasião, elas registram um Boletim de Ocorrência denunciando o caso como racismo.
Recentemente, elas registraram uma nova denúncia, afirmando que estão sendo monitoradas por funcionários do estabelecimento comercial.
A assessoria de comunicação da Loja Marisa havia informado, que após a apuração dos fatos, o funcionário envolvido foi desligado imediatamente. Disse ainda que lamenta o ocorrido e que a empresa vai continuar empenhada na conscientização de todos os funcionários, reforçando treinamentos em todas as lojas.
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Acerca do conteúdo e da expressividade dos Textos II e III, analise as proposições:
I- Os Textos II e III apresentam diferentes situações de comunicação, sendo o primeiro uma notícia e o segundo uma tirinha. II- Embora apresentem diferentes situações de comunicação, é possível estabelecer uma relação dialógica entre os Textos II e III, considerando a abordagem temática da manifestação do racismo.
III- Por tratar de gêneros textuais distintos com diferentes temáticas, não é possível afirmar que há uma relação dialógica entre os Textos II e III.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmação(ões):