Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2437899 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
Assinale a alternativa que contém uma palavra do gênero masculino.
Alternativas
Q2437898 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
De acordo com o texto, onde os macacos foram libertados?
Alternativas
Q2437897 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
Segundo as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2437896 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
Qual é o objetivo do texto lido?
Alternativas
Q2437821 Português
Mãe de planta: saiba o significado e os benefícios de se tornar uma


       Mãe de planta é uma palavra que serve para definir pessoas, homens e mulheres, que descobriram no hobby da jardinagem um novo prazer. Seja cultivando flores e plantas dentro de casa ou cuidando de um belo jardim.

          Além disso, ser mãe de planta é um jeito carinhoso de referir-se a quem cuida com amor e carinho de um ser vivo como se fosse um filho biológico. Exemplos similares são: mãe de pet, mãe de cachorro e mãe de gato, que já fazem parte do vocabulário e do cotidiano de muitos brasileiros.

           Um dos principais motivos que levam as pessoas a se tornarem mãe de plantas é que o cultivo de flores proporciona uma sensação de bem-estar dentro de casa. Com alguns poucos vasos, é possível criar um ambiente aconchegante, fresco e repleto de energias positivas para relaxar no dia a dia.

         Outro fator que contribui para o aumento do número de pais e mães de plantas é o efeito terapêutico que os cuidados com o jardim proporcionam. Cultivar pequenas flores, hortaliças e plantas em casa ajuda a:

• controlar a ansiedade;

• aliviar o estresse;

• lidar com a depressão;

• promover o relaxamento do corpo e da mente;

• evitar doenças como Alzheimer;

• melhorar a concentração;

• entre outros.



(Texto adaptado. Disponível em: https://blog.cobasi.com.br/mae-de-planta/)
Assinale a alternativa que contém um sinônimo da palavra “cotidiano”.
Alternativas
Q2437817 Português
Mãe de planta: saiba o significado e os benefícios de se tornar uma


       Mãe de planta é uma palavra que serve para definir pessoas, homens e mulheres, que descobriram no hobby da jardinagem um novo prazer. Seja cultivando flores e plantas dentro de casa ou cuidando de um belo jardim.

          Além disso, ser mãe de planta é um jeito carinhoso de referir-se a quem cuida com amor e carinho de um ser vivo como se fosse um filho biológico. Exemplos similares são: mãe de pet, mãe de cachorro e mãe de gato, que já fazem parte do vocabulário e do cotidiano de muitos brasileiros.

           Um dos principais motivos que levam as pessoas a se tornarem mãe de plantas é que o cultivo de flores proporciona uma sensação de bem-estar dentro de casa. Com alguns poucos vasos, é possível criar um ambiente aconchegante, fresco e repleto de energias positivas para relaxar no dia a dia.

         Outro fator que contribui para o aumento do número de pais e mães de plantas é o efeito terapêutico que os cuidados com o jardim proporcionam. Cultivar pequenas flores, hortaliças e plantas em casa ajuda a:

• controlar a ansiedade;

• aliviar o estresse;

• lidar com a depressão;

• promover o relaxamento do corpo e da mente;

• evitar doenças como Alzheimer;

• melhorar a concentração;

• entre outros.



(Texto adaptado. Disponível em: https://blog.cobasi.com.br/mae-de-planta/)
A partir do conteúdo do texto, assinale a alternativa correta quanto aos benefícios de se cultivar plantas em casa.
Alternativas
Q2432220 Português

TEXTO IV

COMO AS REDES SOCIAIS PODEM SER ALIADAS DA EDUCAÇÃO?

1 Quando o assunto é o uso das redes sociais na educação, é preciso reconhecer o potencial delas

como plataformas para compartilhar conhecimento. Tanto é que educadores buscaram alternativas

para priorizar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos durante o Ensino Remoto na

pandemia.

5 De acordo com levantamento publicado pela empresa Comscore sobre educação on-line nas

plataformas digitais a partir das mudanças originadas pela pandemia, mais de 98% das pessoas que

consomem a categoria educação acessam o YouTube. Além disso, quase 86% utilizam o Facebook

e 83% visitam o Instagram.

De fato, o Facebook marcou o início de uma nova era quando foi lançado, em 04 de fevereiro de 2004,

10 assim como revolucionou a forma como as pessoas se relacionam. Atualmente, é considerado a

maior rede social do mundo, com cerca de 2,91 bilhões de usuários ativos mensais. Nesse sentido,

abriu portas para outras redes sociais com diferentes propostas. Afinal, você consegue pensar na

sua rotina diária sem o uso do WhatsApp para se comunicar ou do YouTube para assistir a vídeos?

Algumas das razões para o maior uso das redes sociais na educação são a facilidade de compartilhar

15 conteúdos, o potencial informativo, as possibilidades de exploração do espaço virtual enquanto

extensão da sala de aula e o desenvolvimento de competências tecnológicas. Além disso, elas são

exemplos de novas sinergias que podem surgir entre os membros da comunidade educativa.

“Todas as redes sociais podem ser incluídas nos projetos pedagógicos se houver um preparo para

isso. Para que isso se efetive, é fundamental investir na formação de professores em educação

20 midiática, informacional e digital, além de equipar as escolas com os recursos necessários”, afirma

Patrícia Blanco, presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, responsável pelo EducaMídia.

IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO

25 O uso de redes sociais na educação é uma maneira de construir a relação aluno-professor por

meio de trocas de experiências e informações.

“As redes vão ser aliadas no ensino durante a orientação e mentoria dos estudantes sobre como

aproveitá-las para uma aprendizagem intencional, bem como podem inspirar professores a

descobrir oportunidades de ensino significativas. Para isso, é necessário trazer o contexto da rede

30 social para o dia a dia do ensino, porque a aprendizagem só vai ser significativa se o estudante

enxergar valor naquilo”, afirma Bianca Leite Dramali, doutora em Comunicação e professora de

Estratégia e Internet.

Patrícia Blanco reforça as vantagens da tecnologia na educação. Entretanto, alerta sobre as

possíveis desvantagens do uso inadequado.

35 “São ferramentas poderosas para a disseminação de conhecimento, mas também de mensagens

mentirosas. Por isso, as redes sociais na educação devem ser incluídas em diversas disciplinas para

que crianças e jovens aprendam a fazer uso consciente”, declara.

Muitos alunos são considerados nativos digitais, o que significa que a tecnologia faz parte do seu

cotidiano. Logo, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico e centralizado no

40 estudante com o uso da tecnologia e das redes sociais na prática pedagógica.

De acordo com Bianca Leite, o uso das redes sociais na educação pode possibilitar outros benefícios.

Por exemplo, facilitar a comunicação, aumentar o senso de comunidade educativa, estimular a

colaboração entre alunos e o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação

(TIC).

45 "Um dos maiores desafios da educação no mundo das mídias sociais é entender que a educação

vai além do conteúdo. É preciso se valer dessa imersão para desenvolver habilidades como a

capacidade crítica, a resolução de problemas, e não apenas o conteúdo”, explica a professora.

Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/redes-sociais-educacao-aula/ (Adaptado) Acesso em: 08 nov 2022.

As alternativas abaixo apresentam trechos do texto IV e propostas de paráfrase. Indique qual das propostas de paráfrase apresenta marca típica da oralidade, inadequada à linguagem escrita em registro formal:

Alternativas
Q2432216 Português

O texto IV serve de base para as questões 8 e 9.

TEXTO IV

COMO AS REDES SOCIAIS PODEM SER ALIADAS DA EDUCAÇÃO?

1 Quando o assunto é o uso das redes sociais na educação, é preciso reconhecer o potencial delas

como plataformas para compartilhar conhecimento. Tanto é que educadores buscaram alternativas

para priorizar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos durante o Ensino Remoto na

pandemia.

5 De acordo com levantamento publicado pela empresa Comscore sobre educação on-line nas

plataformas digitais a partir das mudanças originadas pela pandemia, mais de 98% das pessoas que

consomem a categoria educação acessam o YouTube. Além disso, quase 86% utilizam o Facebook

e 83% visitam o Instagram.

De fato, o Facebook marcou o início de uma nova era quando foi lançado, em 04 de fevereiro de 2004,

10 assim como revolucionou a forma como as pessoas se relacionam. Atualmente, é considerado a

maior rede social do mundo, com cerca de 2,91 bilhões de usuários ativos mensais. Nesse sentido,

abriu portas para outras redes sociais com diferentes propostas. Afinal, você consegue pensar na

sua rotina diária sem o uso do WhatsApp para se comunicar ou do YouTube para assistir a vídeos?

Algumas das razões para o maior uso das redes sociais na educação são a facilidade de compartilhar

15 conteúdos, o potencial informativo, as possibilidades de exploração do espaço virtual enquanto

extensão da sala de aula e o desenvolvimento de competências tecnológicas. Além disso, elas são

exemplos de novas sinergias que podem surgir entre os membros da comunidade educativa.

“Todas as redes sociais podem ser incluídas nos projetos pedagógicos se houver um preparo para

isso. Para que isso se efetive, é fundamental investir na formação de professores em educação

20 midiática, informacional e digital, além de equipar as escolas com os recursos necessários”, afirma

Patrícia Blanco, presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, responsável pelo EducaMídia.

IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO

25 O uso de redes sociais na educação é uma maneira de construir a relação aluno-professor por

meio de trocas de experiências e informações.

“As redes vão ser aliadas no ensino durante a orientação e mentoria dos estudantes sobre como

aproveitá-las para uma aprendizagem intencional, bem como podem inspirar professores a

descobrir oportunidades de ensino significativas. Para isso, é necessário trazer o contexto da rede

30 social para o dia a dia do ensino, porque a aprendizagem só vai ser significativa se o estudante

enxergar valor naquilo”, afirma Bianca Leite Dramali, doutora em Comunicação e professora de

Estratégia e Internet.

Patrícia Blanco reforça as vantagens da tecnologia na educação. Entretanto, alerta sobre as

possíveis desvantagens do uso inadequado.

35 “São ferramentas poderosas para a disseminação de conhecimento, mas também de mensagens

mentirosas. Por isso, as redes sociais na educação devem ser incluídas em diversas disciplinas para

que crianças e jovens aprendam a fazer uso consciente”, declara.

Muitos alunos são considerados nativos digitais, o que significa que a tecnologia faz parte do seu

cotidiano. Logo, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico e centralizado no

40 estudante com o uso da tecnologia e das redes sociais na prática pedagógica.

De acordo com Bianca Leite, o uso das redes sociais na educação pode possibilitar outros benefícios.

Por exemplo, facilitar a comunicação, aumentar o senso de comunidade educativa, estimular a

colaboração entre alunos e o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação

(TIC).

45 "Um dos maiores desafios da educação no mundo das mídias sociais é entender que a educação

vai além do conteúdo. É preciso se valer dessa imersão para desenvolver habilidades como a

capacidade crítica, a resolução de problemas, e não apenas o conteúdo”, explica a professora.

Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/redes-sociais-educacao-aula/ (Adaptado) Acesso em: 08 nov 2022.

TEXTO II

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.estudioceliobarbosa.com.br/2014/08/0mar-ciano.html. Acesso em 12/12/2022.

Em textos de opinião, um importante recurso para apresentação de posicionamentos diante daquilo que se fala é a modalização. Sobre os modalizadores discursivos do texto II, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2432213 Português

O texto IV serve de base para as questões 8 e 9.

TEXTO IV

COMO AS REDES SOCIAIS PODEM SER ALIADAS DA EDUCAÇÃO?

1 Quando o assunto é o uso das redes sociais na educação, é preciso reconhecer o potencial delas

como plataformas para compartilhar conhecimento. Tanto é que educadores buscaram alternativas

para priorizar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos durante o Ensino Remoto na

pandemia.

5 De acordo com levantamento publicado pela empresa Comscore sobre educação on-line nas

plataformas digitais a partir das mudanças originadas pela pandemia, mais de 98% das pessoas que

consomem a categoria educação acessam o YouTube. Além disso, quase 86% utilizam o Facebook

e 83% visitam o Instagram.

De fato, o Facebook marcou o início de uma nova era quando foi lançado, em 04 de fevereiro de 2004,

10 assim como revolucionou a forma como as pessoas se relacionam. Atualmente, é considerado a

maior rede social do mundo, com cerca de 2,91 bilhões de usuários ativos mensais. Nesse sentido,

abriu portas para outras redes sociais com diferentes propostas. Afinal, você consegue pensar na

sua rotina diária sem o uso do WhatsApp para se comunicar ou do YouTube para assistir a vídeos?

Algumas das razões para o maior uso das redes sociais na educação são a facilidade de compartilhar

15 conteúdos, o potencial informativo, as possibilidades de exploração do espaço virtual enquanto

extensão da sala de aula e o desenvolvimento de competências tecnológicas. Além disso, elas são

exemplos de novas sinergias que podem surgir entre os membros da comunidade educativa.

“Todas as redes sociais podem ser incluídas nos projetos pedagógicos se houver um preparo para

isso. Para que isso se efetive, é fundamental investir na formação de professores em educação

20 midiática, informacional e digital, além de equipar as escolas com os recursos necessários”, afirma

Patrícia Blanco, presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, responsável pelo EducaMídia.

IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO

25 O uso de redes sociais na educação é uma maneira de construir a relação aluno-professor por

meio de trocas de experiências e informações.

“As redes vão ser aliadas no ensino durante a orientação e mentoria dos estudantes sobre como

aproveitá-las para uma aprendizagem intencional, bem como podem inspirar professores a

descobrir oportunidades de ensino significativas. Para isso, é necessário trazer o contexto da rede

30 social para o dia a dia do ensino, porque a aprendizagem só vai ser significativa se o estudante

enxergar valor naquilo”, afirma Bianca Leite Dramali, doutora em Comunicação e professora de

Estratégia e Internet.

Patrícia Blanco reforça as vantagens da tecnologia na educação. Entretanto, alerta sobre as

possíveis desvantagens do uso inadequado.

35 “São ferramentas poderosas para a disseminação de conhecimento, mas também de mensagens

mentirosas. Por isso, as redes sociais na educação devem ser incluídas em diversas disciplinas para

que crianças e jovens aprendam a fazer uso consciente”, declara.

Muitos alunos são considerados nativos digitais, o que significa que a tecnologia faz parte do seu

cotidiano. Logo, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico e centralizado no

40 estudante com o uso da tecnologia e das redes sociais na prática pedagógica.

De acordo com Bianca Leite, o uso das redes sociais na educação pode possibilitar outros benefícios.

Por exemplo, facilitar a comunicação, aumentar o senso de comunidade educativa, estimular a

colaboração entre alunos e o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação

(TIC).

45 "Um dos maiores desafios da educação no mundo das mídias sociais é entender que a educação

vai além do conteúdo. É preciso se valer dessa imersão para desenvolver habilidades como a

capacidade crítica, a resolução de problemas, e não apenas o conteúdo”, explica a professora.

Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/redes-sociais-educacao-aula/ (Adaptado) Acesso em: 08 nov 2022.

Acerca da argumentação no Texto IV, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2432207 Português

O texto III serve de base para as questões 6 e 7.

TEXTO III

O QUE MUDA NO NOVO ENSINO MÉDIO?

1 Estudantes, com ajuda dos professores, durante o processo de construção de seus projetos

de vida, poderão definir seus percursos formativos, conforme seus interesses e necessidades.

A oferta de diferentes itinerários formativos no Novo Ensino Médio possibilitará a escolha das

trilhas de aprofundamento e eletivas pelos estudantes, ampliando seus conhecimentos em uma

5 das áreas como Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza ou Ciências Humanas e Sociais; ou

ainda, em uma formação técnica e profissional que poderá ser ofertada pela escola,

Mesmos direitos de aprendizagem para todos os estudantes brasileiros

Com a aprovação da Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio, os novos referenciais

10 curriculares elaborados nas 27 UF, assim como a formação de professores, os recursos e materiais

didáticos e as matrizes das avaliações do SAEB e do ENEM, estarão alinhados às competências e

habilidades estabelecidas para cada uma das áreas de conhecimento na BNCC, possibilitando uma

formação sólida a todos os estudantes.

15 Mais horas de estudo em todas as escolas brasileiras e mais matrículas em tempo integral

O Novo Ensino Médio amplia a carga horária mínima de 2.400 para 3.000 horas. Isso significa mais

tempo de ensino para professores e estudantes. Além disso, o governo vem investindo recursos

para a ampliação das matrículas em tempo integral.

20 O QUE MUDA PARA VOCÊ, ESTUDANTE?

Mais tempo para aprender o essencial e para se aprofundar nos conhecimentos que lhe

interessam

No Novo Ensino Médio a carga-horária será ampliada de 2400 para 3000 horas. Desse total, pelo

25 menos 1200 horas serão destinadas aos itinerários formativos, podendo percorrer uma ou mais

trilhas de aprendizagem/aprofundamento relacionadas às áreas de conhecimento (linguagens,

matemática, ciências humanas e sociais e ciências da natureza) ou à formação técnica e profissional.

Desenvolvimento de seu projeto de vida

30 No Novo Ensino Médio os professores contribuirão para a construção do projeto de vida dos

estudantes. Ou seja, você terá tempo e espaço para refletir sobre suas possibilidades de estudo

e realizar escolhas responsáveis, coerentes com aquilo que deseja. Além disso, terá apoio para

escolher os caminhos que seguirá ao longo do ensino médio e no seu futuro pessoal e profissional.

35 Menos aulas expositivas. Mais projetos, oficinas, cursos, e atividades práticas e significativas

A BNCC está organizada por áreas do conhecimento e não disciplinas. Você continuará aprendendo

conhecimentos de todas as disciplinas, pois elas estão contempladas nas habilidades e competências

da BNCC. Contudo, a organização por áreas estimula professores a trabalharem por meio de

projetos, oficinas e atividades que tragam conhecimentos de diferentes áreas e não apenas de

40 forma disciplinar, com aulas expositivas e sem a participação ativa dos estudantes.

O QUE MUDA PARA VOCÊ, PROFESSOR(A)?

Conhecimentos de todas as disciplinas estão na BNCC

45 No Novo Ensino Médio, os conhecimentos de todos os componentes estão contemplados na BNCC.

Isso significa que os currículos de todas as redes deverão contemplar as aprendizagens relacionadas

à Língua Portuguesa, Matemática, Biologia, História, Geografia, Física, Química, Educação Física,

Arte, Sociologia, Filosofia e Inglês. A parte que poderá ser escolhida pelos estudantes, os itinerários

formativos, permitirá o aprofundamento das aprendizagens conforme o interesse e a necessidade

50 deles.

Ampliação da carga horária mínima em todas as escolas brasileiras

As escolas que ofertam ensino médio terão a carga horária mínima ampliada de 2400 horas

para 3000 horas. Ou seja, mais oportunidades para que você desenvolva com os estudantes as

55 aprendizagens definidas nos currículos.

Aprofundamento conforme o interesse dos estudantes e maior possibilidade de

reagrupamentos de acordo com a necessidade pedagógica

Agora, você poderá trabalhar parte da carga horária conforme o interesse dos estudantes e de

60 acordo com as necessidades pedagógicas diagnosticadas. A BNCC garante as aprendizagens

essenciais a todos os jovens e os itinerários formativos possibilitam que os professores trabalhem

de modo articulado, considerando o contexto no qual a escola está inserida e os anseios e as

aspirações dos estudantes.

(...)

Fonte: https://ww.gov.br/mec/pt-br/novo-ensino-medio (Adaptado). Acesso em: 08 nov. 2022.

Sobre as funções de linguagem identificáveis no texto, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2432201 Português

O texto III serve de base para as questões 6 e 7.

TEXTO III

O QUE MUDA NO NOVO ENSINO MÉDIO?

1 Estudantes, com ajuda dos professores, durante o processo de construção de seus projetos

de vida, poderão definir seus percursos formativos, conforme seus interesses e necessidades.

A oferta de diferentes itinerários formativos no Novo Ensino Médio possibilitará a escolha das

trilhas de aprofundamento e eletivas pelos estudantes, ampliando seus conhecimentos em uma

5 das áreas como Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza ou Ciências Humanas e Sociais; ou

ainda, em uma formação técnica e profissional que poderá ser ofertada pela escola,

Mesmos direitos de aprendizagem para todos os estudantes brasileiros

Com a aprovação da Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio, os novos referenciais

10 curriculares elaborados nas 27 UF, assim como a formação de professores, os recursos e materiais

didáticos e as matrizes das avaliações do SAEB e do ENEM, estarão alinhados às competências e

habilidades estabelecidas para cada uma das áreas de conhecimento na BNCC, possibilitando uma

formação sólida a todos os estudantes.

15 Mais horas de estudo em todas as escolas brasileiras e mais matrículas em tempo integral

O Novo Ensino Médio amplia a carga horária mínima de 2.400 para 3.000 horas. Isso significa mais

tempo de ensino para professores e estudantes. Além disso, o governo vem investindo recursos

para a ampliação das matrículas em tempo integral.

20 O QUE MUDA PARA VOCÊ, ESTUDANTE?

Mais tempo para aprender o essencial e para se aprofundar nos conhecimentos que lhe

interessam

No Novo Ensino Médio a carga-horária será ampliada de 2400 para 3000 horas. Desse total, pelo

25 menos 1200 horas serão destinadas aos itinerários formativos, podendo percorrer uma ou mais

trilhas de aprendizagem/aprofundamento relacionadas às áreas de conhecimento (linguagens,

matemática, ciências humanas e sociais e ciências da natureza) ou à formação técnica e profissional.

Desenvolvimento de seu projeto de vida

30 No Novo Ensino Médio os professores contribuirão para a construção do projeto de vida dos

estudantes. Ou seja, você terá tempo e espaço para refletir sobre suas possibilidades de estudo

e realizar escolhas responsáveis, coerentes com aquilo que deseja. Além disso, terá apoio para

escolher os caminhos que seguirá ao longo do ensino médio e no seu futuro pessoal e profissional.

35 Menos aulas expositivas. Mais projetos, oficinas, cursos, e atividades práticas e significativas

A BNCC está organizada por áreas do conhecimento e não disciplinas. Você continuará aprendendo

conhecimentos de todas as disciplinas, pois elas estão contempladas nas habilidades e competências

da BNCC. Contudo, a organização por áreas estimula professores a trabalharem por meio de

projetos, oficinas e atividades que tragam conhecimentos de diferentes áreas e não apenas de

40 forma disciplinar, com aulas expositivas e sem a participação ativa dos estudantes.

O QUE MUDA PARA VOCÊ, PROFESSOR(A)?

Conhecimentos de todas as disciplinas estão na BNCC

45 No Novo Ensino Médio, os conhecimentos de todos os componentes estão contemplados na BNCC.

Isso significa que os currículos de todas as redes deverão contemplar as aprendizagens relacionadas

à Língua Portuguesa, Matemática, Biologia, História, Geografia, Física, Química, Educação Física,

Arte, Sociologia, Filosofia e Inglês. A parte que poderá ser escolhida pelos estudantes, os itinerários

formativos, permitirá o aprofundamento das aprendizagens conforme o interesse e a necessidade

50 deles.

Ampliação da carga horária mínima em todas as escolas brasileiras

As escolas que ofertam ensino médio terão a carga horária mínima ampliada de 2400 horas

para 3000 horas. Ou seja, mais oportunidades para que você desenvolva com os estudantes as

55 aprendizagens definidas nos currículos.

Aprofundamento conforme o interesse dos estudantes e maior possibilidade de

reagrupamentos de acordo com a necessidade pedagógica

Agora, você poderá trabalhar parte da carga horária conforme o interesse dos estudantes e de

60 acordo com as necessidades pedagógicas diagnosticadas. A BNCC garante as aprendizagens

essenciais a todos os jovens e os itinerários formativos possibilitam que os professores trabalhem

de modo articulado, considerando o contexto no qual a escola está inserida e os anseios e as

aspirações dos estudantes.

(...)

Fonte: https://ww.gov.br/mec/pt-br/novo-ensino-medio (Adaptado). Acesso em: 08 nov. 2022.

O texto I foi veiculado em página oficial da Internet pelo Ministério da Educação para tratar de aspectos relacionados ao “Novo Ensino Médio”. Qual das afirmativas abaixo é INCORRETA no que diz respeito às condições de produção/circulação/recepção do texto e seus reflexos na materialidade textual?

Alternativas
Q2432190 Português

Nos fragmentos abaixo, pode-se verificar a ocorrência de intertextualidade.


Mundo, mundo, vasto mundo

Se eu me chamasse Raimundo

Seria uma rima, não seria uma solução


ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1964. Fragmento.


Ah, Carlos! Às vezes, por um mero segundo,

Eu me chamo Raimundo!

E continuo buscando a solução.


SERRA, M.H.M.D. Os dias são todos iguais. In: LERIA, A.M.B. at al. Poemdemia. Cuiabá: Carlini&Caniato, 2020. Fragmento.


Acerca da intertextualidade, analise as assertivas que seguem e assinale a alternativa CORRETA:


I - A intertextualidade implícita cita expressamente o texto-fonte.

II - A intertextualidade pode ocorrer por meio da reiteração de imagens e também através da repetição da estrutura.

III - Na intertextualidade, os textos se revisitam, dando origem a outros textos, nos quais pode-se notar a presença do texto-fonte.

IV- Dentre os tipos de intertextualidade, estão a paráfrase, a paródia, a alusão e a citação.


Estão CORRETAS as assertivas:

Alternativas
Q2432181 Português

O texto I serve de base para as questões de 1 a 3.


TEXTO I


VIVENDO COM O LIXO


1 Há dez anos, dei-me conta de que o aparelho de fax em minha bancada de trabalho só estava servindo

para ocupar espaço - suficiente para acomodar os quatro volumes do “Lello Universal", os três do

"Webster's Dictionary” e os nove da “História da Literatura Ocidental”, de Otto Maria Carpeaux. Sei

disso porque foi o que botei no lugar quando me livrei do bicho.

5 Custei a perceber que há muito ninguém me mandava mensagens por fax nem eu para ninguém.

Não havia motivo para conservar o objeto que, apesar de meio úmido de maresia, ainda funcionava

bem. Assim, dei-o para minha faxineira, que o aceitou empolgada - até concluir que, também para

ela, aquele aparelho já era inútil, derrotado pelo e-mail. Perguntei-lhe outro dia o que tinha feito com

o fax. Não se lembrava.

10 É o que vivo me perguntando: para onde vão esses aparelhos depois que morrem? Com os

eletrodomésticos, é diferente: antes de ir para o ferro-velho, um liquidificador pode atravessar

gerações, mesmo que bata abacate, amendoim e gelo de hora em hora. Mas celulares, torres,

teclados, monitores, notebooks, mouses, baterias, pilhas têm de ser regularmente jogados fora,

destino que também já atinge iPods, Kindles, Nooks etc. - esses, não por desgaste, mas por já

15 superados. E para onde vão as embalagens de plástico disso tudo?

Por mais que os órgãos do ambiente lutem para que as empresas que produzem ou vendem lixo

eletrônico o recebam de volta e lhe deem um fim adequado - chama-se a isto de “logística reversa"-,

parte de seus componentes tóxicos continua entre nós, no ar ou na água. Donde não se espante

se, numa dessas, seu café ou limonada vier temperado com mercúrio, chumbo, berílio, cádmio ou

20 arsênico.

Afinal, para onde quer que se mande esse veneno - reciclado ou não, ele não tem como deixar o

planeta.


Ruy Castro. Folha de São Paulo:19/11/2012.

Figuras de linguagem são recursos que o autor utiliza para conseguir um determinado efeito na interpretação do leitor. Na passagem “E o que vivo me perguntando: para onde vão esses aparelhos depois que morrem?”, é possível apontar:

Alternativas
Q2432178 Português

O texto I serve de base para as questões de 1 a 3.


TEXTO I


VIVENDO COM O LIXO


1 Há dez anos, dei-me conta de que o aparelho de fax em minha bancada de trabalho só estava servindo

para ocupar espaço - suficiente para acomodar os quatro volumes do “Lello Universal", os três do

"Webster's Dictionary” e os nove da “História da Literatura Ocidental”, de Otto Maria Carpeaux. Sei

disso porque foi o que botei no lugar quando me livrei do bicho.

5 Custei a perceber que há muito ninguém me mandava mensagens por fax nem eu para ninguém.

Não havia motivo para conservar o objeto que, apesar de meio úmido de maresia, ainda funcionava

bem. Assim, dei-o para minha faxineira, que o aceitou empolgada - até concluir que, também para

ela, aquele aparelho já era inútil, derrotado pelo e-mail. Perguntei-lhe outro dia o que tinha feito com

o fax. Não se lembrava.

10 É o que vivo me perguntando: para onde vão esses aparelhos depois que morrem? Com os

eletrodomésticos, é diferente: antes de ir para o ferro-velho, um liquidificador pode atravessar

gerações, mesmo que bata abacate, amendoim e gelo de hora em hora. Mas celulares, torres,

teclados, monitores, notebooks, mouses, baterias, pilhas têm de ser regularmente jogados fora,

destino que também já atinge iPods, Kindles, Nooks etc. - esses, não por desgaste, mas por já

15 superados. E para onde vão as embalagens de plástico disso tudo?

Por mais que os órgãos do ambiente lutem para que as empresas que produzem ou vendem lixo

eletrônico o recebam de volta e lhe deem um fim adequado - chama-se a isto de “logística reversa"-,

parte de seus componentes tóxicos continua entre nós, no ar ou na água. Donde não se espante

se, numa dessas, seu café ou limonada vier temperado com mercúrio, chumbo, berílio, cádmio ou

20 arsênico.

Afinal, para onde quer que se mande esse veneno - reciclado ou não, ele não tem como deixar o

planeta.


Ruy Castro. Folha de São Paulo:19/11/2012.

Sobre o Texto I e suas partes, só NÃO é possível afirmar que:

Alternativas
Q2432170 Português

O texto I serve de base para as questões de 1 a 3.


TEXTO I


VIVENDO COM O LIXO


1 Há dez anos, dei-me conta de que o aparelho de fax em minha bancada de trabalho só estava servindo

para ocupar espaço - suficiente para acomodar os quatro volumes do “Lello Universal", os três do

"Webster's Dictionary” e os nove da “História da Literatura Ocidental”, de Otto Maria Carpeaux. Sei

disso porque foi o que botei no lugar quando me livrei do bicho.

5 Custei a perceber que há muito ninguém me mandava mensagens por fax nem eu para ninguém.

Não havia motivo para conservar o objeto que, apesar de meio úmido de maresia, ainda funcionava

bem. Assim, dei-o para minha faxineira, que o aceitou empolgada - até concluir que, também para

ela, aquele aparelho já era inútil, derrotado pelo e-mail. Perguntei-lhe outro dia o que tinha feito com

o fax. Não se lembrava.

10 É o que vivo me perguntando: para onde vão esses aparelhos depois que morrem? Com os

eletrodomésticos, é diferente: antes de ir para o ferro-velho, um liquidificador pode atravessar

gerações, mesmo que bata abacate, amendoim e gelo de hora em hora. Mas celulares, torres,

teclados, monitores, notebooks, mouses, baterias, pilhas têm de ser regularmente jogados fora,

destino que também já atinge iPods, Kindles, Nooks etc. - esses, não por desgaste, mas por já

15 superados. E para onde vão as embalagens de plástico disso tudo?

Por mais que os órgãos do ambiente lutem para que as empresas que produzem ou vendem lixo

eletrônico o recebam de volta e lhe deem um fim adequado - chama-se a isto de “logística reversa"-,

parte de seus componentes tóxicos continua entre nós, no ar ou na água. Donde não se espante

se, numa dessas, seu café ou limonada vier temperado com mercúrio, chumbo, berílio, cádmio ou

20 arsênico.

Afinal, para onde quer que se mande esse veneno - reciclado ou não, ele não tem como deixar o

planeta.


Ruy Castro. Folha de São Paulo:19/11/2012.

Considerando o Texto I, assinale a opção CORRETA:

Alternativas
Q2427520 Português

        A promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) fez trinta anos em 2020. Por definição, encarregou as famílias, a comunidade, a sociedade e o Estado de assegurar a proteção integral a todas as crianças e adolescentes no Brasil, de forma articulada e interdependente. Tal articulação foi alcunhada, mais tarde, de Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA).


        A ideia de proteção integral anotada no referido estatuto encontra lastro na concepção de que todas as pessoas com idade inferior a 18 anos ascendem à condição de sujeito de direitos, rompendo com a doutrina sociojurídica em voga até a sua promulgação, que destinava tal grupo à intervenção do mundo adulto. Desse novo modo, coloca-o como titular de direitos comuns a toda e qualquer pessoa humana, bem como de direitos especiais decorrentes da condição peculiar de pessoas em processo de desenvolvimento.


        O Ministério Público é essencial à proteção pretendida e, por isso, o capítulo quinto do ECA é reservado a esse “sujeito”, que age na composição do SGDCA, atribuindo-lhe competências administrativas para assegurar os direitos infantoadolescentes. De maneira geral, sua atuação volta-se à guarda dos interesses sociais, ou seja, à proteção dos direitos difusos e coletivos, todos os ligados à coletividade e, também, na defesa dos interesses individuais, desde que indisponíveis, caracterizados como direitos fundamentais, pois são inerentes à pessoa humana, tais como o direito à vida, à liberdade, à integridade física e psíquica, à igualdade perante a lei, à saúde, à educação, entre outros alcançáveis por sua tutela.


         Nesse contexto, a sua intervenção não se resume à via jurisdicional, mas atua em diversas frentes com a finalidade de garantir que os direitos anunciados se tornem realidade na vida das crianças e dos adolescentes. Age para atenuar as distorções existentes entre os protocolos consignados nas convenções internacionais de direitos humanos, na Constituição e nas legislações infraconstitucionais, e para exigir dos poderes públicos as medidas adequadas para que os seus objetivos sejam efetivados. Especificamente no campo dos direitos sociais, o Ministério Público tem a obrigação de monitorá-los em seu desdobramento, enquanto políticas públicas, entre estas, a política de educação com adjetivação de qualidade.


José Almir do Nascimento; Luciana Rosa Marques. A efetivação do direito

à educação de qualidade como ação do Ministério Público de Pernambuco. Internet: (com adaptações)

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, julgue o item seguinte.


A expressão “sua atuação”, empregada no segundo período do terceiro parágrafo, faz referência a “infantoadolescentes”, no período anterior.

Alternativas
Q2427516 Português

        A promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) fez trinta anos em 2020. Por definição, encarregou as famílias, a comunidade, a sociedade e o Estado de assegurar a proteção integral a todas as crianças e adolescentes no Brasil, de forma articulada e interdependente. Tal articulação foi alcunhada, mais tarde, de Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA).


        A ideia de proteção integral anotada no referido estatuto encontra lastro na concepção de que todas as pessoas com idade inferior a 18 anos ascendem à condição de sujeito de direitos, rompendo com a doutrina sociojurídica em voga até a sua promulgação, que destinava tal grupo à intervenção do mundo adulto. Desse novo modo, coloca-o como titular de direitos comuns a toda e qualquer pessoa humana, bem como de direitos especiais decorrentes da condição peculiar de pessoas em processo de desenvolvimento.


        O Ministério Público é essencial à proteção pretendida e, por isso, o capítulo quinto do ECA é reservado a esse “sujeito”, que age na composição do SGDCA, atribuindo-lhe competências administrativas para assegurar os direitos infantoadolescentes. De maneira geral, sua atuação volta-se à guarda dos interesses sociais, ou seja, à proteção dos direitos difusos e coletivos, todos os ligados à coletividade e, também, na defesa dos interesses individuais, desde que indisponíveis, caracterizados como direitos fundamentais, pois são inerentes à pessoa humana, tais como o direito à vida, à liberdade, à integridade física e psíquica, à igualdade perante a lei, à saúde, à educação, entre outros alcançáveis por sua tutela.


         Nesse contexto, a sua intervenção não se resume à via jurisdicional, mas atua em diversas frentes com a finalidade de garantir que os direitos anunciados se tornem realidade na vida das crianças e dos adolescentes. Age para atenuar as distorções existentes entre os protocolos consignados nas convenções internacionais de direitos humanos, na Constituição e nas legislações infraconstitucionais, e para exigir dos poderes públicos as medidas adequadas para que os seus objetivos sejam efetivados. Especificamente no campo dos direitos sociais, o Ministério Público tem a obrigação de monitorá-los em seu desdobramento, enquanto políticas públicas, entre estas, a política de educação com adjetivação de qualidade.


José Almir do Nascimento; Luciana Rosa Marques. A efetivação do direito

à educação de qualidade como ação do Ministério Público de Pernambuco. Internet: (com adaptações)

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, julgue o item seguinte.


A locução “por isso” (primeiro período do terceiro parágrafo) poderia, sem prejuízo do sentido original do texto, ser substituída por portanto.

Alternativas
Q2427515 Português

        A promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) fez trinta anos em 2020. Por definição, encarregou as famílias, a comunidade, a sociedade e o Estado de assegurar a proteção integral a todas as crianças e adolescentes no Brasil, de forma articulada e interdependente. Tal articulação foi alcunhada, mais tarde, de Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA).


        A ideia de proteção integral anotada no referido estatuto encontra lastro na concepção de que todas as pessoas com idade inferior a 18 anos ascendem à condição de sujeito de direitos, rompendo com a doutrina sociojurídica em voga até a sua promulgação, que destinava tal grupo à intervenção do mundo adulto. Desse novo modo, coloca-o como titular de direitos comuns a toda e qualquer pessoa humana, bem como de direitos especiais decorrentes da condição peculiar de pessoas em processo de desenvolvimento.


        O Ministério Público é essencial à proteção pretendida e, por isso, o capítulo quinto do ECA é reservado a esse “sujeito”, que age na composição do SGDCA, atribuindo-lhe competências administrativas para assegurar os direitos infantoadolescentes. De maneira geral, sua atuação volta-se à guarda dos interesses sociais, ou seja, à proteção dos direitos difusos e coletivos, todos os ligados à coletividade e, também, na defesa dos interesses individuais, desde que indisponíveis, caracterizados como direitos fundamentais, pois são inerentes à pessoa humana, tais como o direito à vida, à liberdade, à integridade física e psíquica, à igualdade perante a lei, à saúde, à educação, entre outros alcançáveis por sua tutela.


         Nesse contexto, a sua intervenção não se resume à via jurisdicional, mas atua em diversas frentes com a finalidade de garantir que os direitos anunciados se tornem realidade na vida das crianças e dos adolescentes. Age para atenuar as distorções existentes entre os protocolos consignados nas convenções internacionais de direitos humanos, na Constituição e nas legislações infraconstitucionais, e para exigir dos poderes públicos as medidas adequadas para que os seus objetivos sejam efetivados. Especificamente no campo dos direitos sociais, o Ministério Público tem a obrigação de monitorá-los em seu desdobramento, enquanto políticas públicas, entre estas, a política de educação com adjetivação de qualidade.


José Almir do Nascimento; Luciana Rosa Marques. A efetivação do direito

à educação de qualidade como ação do Ministério Público de Pernambuco. Internet: (com adaptações)

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, julgue o item seguinte.


No primeiro período do terceiro parágrafo, a forma pronominal “lhe”, em “atribuindo-lhe”, faz referência ao “capítulo quinto do ECA”.

Alternativas
Q2427510 Português

        A promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) fez trinta anos em 2020. Por definição, encarregou as famílias, a comunidade, a sociedade e o Estado de assegurar a proteção integral a todas as crianças e adolescentes no Brasil, de forma articulada e interdependente. Tal articulação foi alcunhada, mais tarde, de Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA).


        A ideia de proteção integral anotada no referido estatuto encontra lastro na concepção de que todas as pessoas com idade inferior a 18 anos ascendem à condição de sujeito de direitos, rompendo com a doutrina sociojurídica em voga até a sua promulgação, que destinava tal grupo à intervenção do mundo adulto. Desse novo modo, coloca-o como titular de direitos comuns a toda e qualquer pessoa humana, bem como de direitos especiais decorrentes da condição peculiar de pessoas em processo de desenvolvimento.


        O Ministério Público é essencial à proteção pretendida e, por isso, o capítulo quinto do ECA é reservado a esse “sujeito”, que age na composição do SGDCA, atribuindo-lhe competências administrativas para assegurar os direitos infantoadolescentes. De maneira geral, sua atuação volta-se à guarda dos interesses sociais, ou seja, à proteção dos direitos difusos e coletivos, todos os ligados à coletividade e, também, na defesa dos interesses individuais, desde que indisponíveis, caracterizados como direitos fundamentais, pois são inerentes à pessoa humana, tais como o direito à vida, à liberdade, à integridade física e psíquica, à igualdade perante a lei, à saúde, à educação, entre outros alcançáveis por sua tutela.


         Nesse contexto, a sua intervenção não se resume à via jurisdicional, mas atua em diversas frentes com a finalidade de garantir que os direitos anunciados se tornem realidade na vida das crianças e dos adolescentes. Age para atenuar as distorções existentes entre os protocolos consignados nas convenções internacionais de direitos humanos, na Constituição e nas legislações infraconstitucionais, e para exigir dos poderes públicos as medidas adequadas para que os seus objetivos sejam efetivados. Especificamente no campo dos direitos sociais, o Ministério Público tem a obrigação de monitorá-los em seu desdobramento, enquanto políticas públicas, entre estas, a política de educação com adjetivação de qualidade.


José Almir do Nascimento; Luciana Rosa Marques. A efetivação do direito

à educação de qualidade como ação do Ministério Público de Pernambuco. Internet: (com adaptações)

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, julgue o item seguinte.


A correção gramatical e a coerência das ideias do texto seriam preservadas caso se substituísse “volta-se” (segundo período do terceiro parágrafo) por visa. 

Alternativas
Q2427508 Português

        Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.


        O grupo, que ficou conhecido como clube de Roma (a primeira reunião ocorreu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e, em 1972, transformou as conclusões em livro: Os limites do crescimento. A obra usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população — que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem-sucedida, na taxa de mortalidade global” — poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais. E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.


Os limites do crescimento tiveram enorme repercussão — foi traduzido para dezenas de idiomas e vendeu mais de 30 milhões de exemplares pelo mundo —, mas suas advertências não foram ouvidas. A população global, que, em 1972, era de 3,8 bilhões, mais que dobrou: em 2022, a Terra cruzou a marca de 8 bilhões de habitantes. 


        Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes e urgentes. Todo ano, a organização americana Global Footprint Network calcula o chamado dia da sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.  


        Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu em 2 de agosto. Isso significa que, no ano de 2022, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar. 


        Ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que, segundo a ONU, é necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes). 


Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativos a aspectos linguísticos do texto anterior. 


Sem prejuízo da progressividade e da coerência do segundo parágrafo do texto, a referência à obra nele citada no terceiro período poderia ser feita no tempo presente, com as devidas adaptações, como mostrado a seguir: Apresentando duas possíveis soluções: ou a humanidade diminui voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabará fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.

Alternativas
Respostas
25681: B
25682: C
25683: A
25684: B
25685: B
25686: B
25687: B
25688: D
25689: D
25690: C
25691: A
25692: D
25693: B
25694: E
25695: B
25696: E
25697: E
25698: E
25699: C
25700: E