Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.
A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo
Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.
A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.
“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.
Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”
Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.
Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia /2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-cores-muda-conforme-envelhecemos-diz-estudo.ghtml>
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção
A extinção de espécies é um dos impactos mais extremos que o ser humano tem sobre a natureza. Extinção é para sempre e, a cada espécie perdida, perdemos milhões de anos de uma história evolutiva única e a oportunidade de aprender com essa história. Assim, evitar a extinção de espécies é o maior desafio para combater a atual crise global de perda da biodiversidade, que tem impacto direto nas nossas vidas, incluindo questões ligadas ao risco de pandemias, bioeconomia, biomateriais, desenvolvimento de medicamentos e vários outros serviços ecossistêmicos. O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies. Essas listas nos ajudam a tomar a decisão de quais são as espécies prioritárias para investir tempo e recursos de conservação da biodiversidade.
Um estudo publicado recentemente na revista Science apresentou a Lista Vermelha das quase 5.000 espécies de árvores que ocorrem na Mata Atlântica, uma das florestas mais biodiversas e ameaçadas do mundo. "O quadro geral é muito preocupante", diz Renato Lima, professor da USP que liderou o estudo. "A maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Isso era esperado, pois a Mata Atlântica perdeu a maioria das suas florestas e, com elas, as suas árvores. Mesmo assim, ficamos assustados quando vimos que 82% das mais de 2.000 espécies exclusivas desse hotspot global de biodiversidade estão ameaçadas", completa Lima.
Muitas espécies emblemáticas da Mata Atlântica, como o pau-brasil, araucária, palmito-juçara, jequitibá-rosa, jacarandá-da-bahia, braúna, cabreúva, canela-sassafrás, imbuia, angico e peroba, foram classificadas como espécies ameaçadas de extinção. Um total de 13 espécies endêmicas − espécies que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo − foram classificadas como possivelmente extintas, ou seja, podem ter desaparecido do planeta. Por outro lado, cinco espécies que antes eram consideradas extintas na natureza foram redescobertas pelo estudo. O trabalho usou mais de 3 milhões de registros de herbários e de inventários florestais, além de informações detalhadas sobre a biologia, ecologia e usos das espécies de árvores, palmeiras e samambaiaçus.
A construção da lista de espécies ameaçadas da Mata Atlântica se baseou em diferentes critérios da IUCN. "E esse foi um outro aspecto importante do trabalho", acrescenta Lima. "Se tivéssemos usado menos critérios da IUCN nas avaliações de risco de extinção das espécies, o que geralmente tem sido feito até então, nós teríamos detectado seis vezes menos espécies ameaçadas. Em especial, o uso de critérios que incorporam os impactos do desmatamento aumenta drasticamente o nosso entendimento sobre o grau de ameaça das espécies da Mata Atlântica, que é bem maior do que pensávamos anteriormente", finaliza Lima.
A maior parte das informações necessárias para avaliações usando muitos critérios da IUCN é difícil de obter ou estimar a partir de outras fontes de dados. Consequentemente, a maioria das avaliações de risco de extinção atualmente disponíveis na IUCN se baseia apenas na distribuição geográfica das espécies, o chamado critério B. Mas o declínio no número de árvores adultas causado pelo desmatamento (investigado pelo critério A) é a principal causa de ameaça das espécies, principalmente em hotspots globais de biodiversidade altamente alterados como a Mata Atlântica. Ou seja, utilizar vários critérios da IUCN para a construção de listas vermelhas pode evitar uma grave subestimação do grau de ameaça das espécies. Para estimar o declínio das populações, dados de inventários florestais ao longo de toda a Mata Atlântica foram reunidos em uma única base de dados (TreeCo), permitindo entender como o número de árvores foi reduzido pelo desmatamento ao longo do tempo.
Retirado e adaptado de: REDAÇÃO. 82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção.
Jornal da USP.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/82-das-especies -de-arvores-que-so-ocorrem-na-mata-atlantica-estao-ameaca das-de-extincao/ Acesso em: 18 jan., 2024.
Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta o gênero e o tipo textual de "82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção":
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção
A extinção de espécies é um dos impactos mais extremos que o ser humano tem sobre a natureza. Extinção é para sempre e, a cada espécie perdida, perdemos milhões de anos de uma história evolutiva única e a oportunidade de aprender com essa história. Assim, evitar a extinção de espécies é o maior desafio para combater a atual crise global de perda da biodiversidade, que tem impacto direto nas nossas vidas, incluindo questões ligadas ao risco de pandemias, bioeconomia, biomateriais, desenvolvimento de medicamentos e vários outros serviços ecossistêmicos. O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies. Essas listas nos ajudam a tomar a decisão de quais são as espécies prioritárias para investir tempo e recursos de conservação da biodiversidade.
Um estudo publicado recentemente na revista Science apresentou a Lista Vermelha das quase 5.000 espécies de árvores que ocorrem na Mata Atlântica, uma das florestas mais biodiversas e ameaçadas do mundo. "O quadro geral é muito preocupante", diz Renato Lima, professor da USP que liderou o estudo. "A maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Isso era esperado, pois a Mata Atlântica perdeu a maioria das suas florestas e, com elas, as suas árvores. Mesmo assim, ficamos assustados quando vimos que 82% das mais de 2.000 espécies exclusivas desse hotspot global de biodiversidade estão ameaçadas", completa Lima.
Muitas espécies emblemáticas da Mata Atlântica, como o pau-brasil, araucária, palmito-juçara, jequitibá-rosa, jacarandá-da-bahia, braúna, cabreúva, canela-sassafrás, imbuia, angico e peroba, foram classificadas como espécies ameaçadas de extinção. Um total de 13 espécies endêmicas − espécies que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo − foram classificadas como possivelmente extintas, ou seja, podem ter desaparecido do planeta. Por outro lado, cinco espécies que antes eram consideradas extintas na natureza foram redescobertas pelo estudo. O trabalho usou mais de 3 milhões de registros de herbários e de inventários florestais, além de informações detalhadas sobre a biologia, ecologia e usos das espécies de árvores, palmeiras e samambaiaçus.
A construção da lista de espécies ameaçadas da Mata Atlântica se baseou em diferentes critérios da IUCN. "E esse foi um outro aspecto importante do trabalho", acrescenta Lima. "Se tivéssemos usado menos critérios da IUCN nas avaliações de risco de extinção das espécies, o que geralmente tem sido feito até então, nós teríamos detectado seis vezes menos espécies ameaçadas. Em especial, o uso de critérios que incorporam os impactos do desmatamento aumenta drasticamente o nosso entendimento sobre o grau de ameaça das espécies da Mata Atlântica, que é bem maior do que pensávamos anteriormente", finaliza Lima.
A maior parte das informações necessárias para avaliações usando muitos critérios da IUCN é difícil de obter ou estimar a partir de outras fontes de dados. Consequentemente, a maioria das avaliações de risco de extinção atualmente disponíveis na IUCN se baseia apenas na distribuição geográfica das espécies, o chamado critério B. Mas o declínio no número de árvores adultas causado pelo desmatamento (investigado pelo critério A) é a principal causa de ameaça das espécies, principalmente em hotspots globais de biodiversidade altamente alterados como a Mata Atlântica. Ou seja, utilizar vários critérios da IUCN para a construção de listas vermelhas pode evitar uma grave subestimação do grau de ameaça das espécies. Para estimar o declínio das populações, dados de inventários florestais ao longo de toda a Mata Atlântica foram reunidos em uma única base de dados (TreeCo), permitindo entender como o número de árvores foi reduzido pelo desmatamento ao longo do tempo.
Retirado e adaptado de: REDAÇÃO. 82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção.
Jornal da USP.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/82-das-especies -de-arvores-que-so-ocorrem-na-mata-atlantica-estao-ameaca das-de-extincao/ Acesso em: 18 jan., 2024.
Analise o seguinte trecho, retirado de "82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção":
O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies.
Assinale a alternativa que apresenta palavras que, correta e respectivamente, poderiam substituir as palavras em destaque no trecho sem prejuízo de valor:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção
A extinção de espécies é um dos impactos mais extremos que o ser humano tem sobre a natureza. Extinção é para sempre e, a cada espécie perdida, perdemos milhões de anos de uma história evolutiva única e a oportunidade de aprender com essa história. Assim, evitar a extinção de espécies é o maior desafio para combater a atual crise global de perda da biodiversidade, que tem impacto direto nas nossas vidas, incluindo questões ligadas ao risco de pandemias, bioeconomia, biomateriais, desenvolvimento de medicamentos e vários outros serviços ecossistêmicos. O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies. Essas listas nos ajudam a tomar a decisão de quais são as espécies prioritárias para investir tempo e recursos de conservação da biodiversidade.
Um estudo publicado recentemente na revista Science apresentou a Lista Vermelha das quase 5.000 espécies de árvores que ocorrem na Mata Atlântica, uma das florestas mais biodiversas e ameaçadas do mundo. "O quadro geral é muito preocupante", diz Renato Lima, professor da USP que liderou o estudo. "A maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Isso era esperado, pois a Mata Atlântica perdeu a maioria das suas florestas e, com elas, as suas árvores. Mesmo assim, ficamos assustados quando vimos que 82% das mais de 2.000 espécies exclusivas desse hotspot global de biodiversidade estão ameaçadas", completa Lima.
Muitas espécies emblemáticas da Mata Atlântica, como o pau-brasil, araucária, palmito-juçara, jequitibá-rosa, jacarandá-da-bahia, braúna, cabreúva, canela-sassafrás, imbuia, angico e peroba, foram classificadas como espécies ameaçadas de extinção. Um total de 13 espécies endêmicas − espécies que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo − foram classificadas como possivelmente extintas, ou seja, podem ter desaparecido do planeta. Por outro lado, cinco espécies que antes eram consideradas extintas na natureza foram redescobertas pelo estudo. O trabalho usou mais de 3 milhões de registros de herbários e de inventários florestais, além de informações detalhadas sobre a biologia, ecologia e usos das espécies de árvores, palmeiras e samambaiaçus.
A construção da lista de espécies ameaçadas da Mata Atlântica se baseou em diferentes critérios da IUCN. "E esse foi um outro aspecto importante do trabalho", acrescenta Lima. "Se tivéssemos usado menos critérios da IUCN nas avaliações de risco de extinção das espécies, o que geralmente tem sido feito até então, nós teríamos detectado seis vezes menos espécies ameaçadas. Em especial, o uso de critérios que incorporam os impactos do desmatamento aumenta drasticamente o nosso entendimento sobre o grau de ameaça das espécies da Mata Atlântica, que é bem maior do que pensávamos anteriormente", finaliza Lima.
A maior parte das informações necessárias para avaliações usando muitos critérios da IUCN é difícil de obter ou estimar a partir de outras fontes de dados. Consequentemente, a maioria das avaliações de risco de extinção atualmente disponíveis na IUCN se baseia apenas na distribuição geográfica das espécies, o chamado critério B. Mas o declínio no número de árvores adultas causado pelo desmatamento (investigado pelo critério A) é a principal causa de ameaça das espécies, principalmente em hotspots globais de biodiversidade altamente alterados como a Mata Atlântica. Ou seja, utilizar vários critérios da IUCN para a construção de listas vermelhas pode evitar uma grave subestimação do grau de ameaça das espécies. Para estimar o declínio das populações, dados de inventários florestais ao longo de toda a Mata Atlântica foram reunidos em uma única base de dados (TreeCo), permitindo entender como o número de árvores foi reduzido pelo desmatamento ao longo do tempo.
Retirado e adaptado de: REDAÇÃO. 82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção.
Jornal da USP.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/82-das-especies -de-arvores-que-so-ocorrem-na-mata-atlantica-estao-ameaca das-de-extincao/ Acesso em: 18 jan., 2024.
A respeito do texto "82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção", analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A função da linguagem predominante no texto é a denotativa, também chamada de referencial.
PORQUE
II. O texto preconiza a informação, tem como objetivo informar a respeito de determinado assunto.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção
A extinção de espécies é um dos impactos mais extremos que o ser humano tem sobre a natureza. Extinção é para sempre e, a cada espécie perdida, perdemos milhões de anos de uma história evolutiva única e a oportunidade de aprender com essa história. Assim, evitar a extinção de espécies é o maior desafio para combater a atual crise global de perda da biodiversidade, que tem impacto direto nas nossas vidas, incluindo questões ligadas ao risco de pandemias, bioeconomia, biomateriais, desenvolvimento de medicamentos e vários outros serviços ecossistêmicos. O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies. Essas listas nos ajudam a tomar a decisão de quais são as espécies prioritárias para investir tempo e recursos de conservação da biodiversidade.
Um estudo publicado recentemente na revista Science apresentou a Lista Vermelha das quase 5.000 espécies de árvores que ocorrem na Mata Atlântica, uma das florestas mais biodiversas e ameaçadas do mundo. "O quadro geral é muito preocupante", diz Renato Lima, professor da USP que liderou o estudo. "A maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Isso era esperado, pois a Mata Atlântica perdeu a maioria das suas florestas e, com elas, as suas árvores. Mesmo assim, ficamos assustados quando vimos que 82% das mais de 2.000 espécies exclusivas desse hotspot global de biodiversidade estão ameaçadas", completa Lima.
Muitas espécies emblemáticas da Mata Atlântica, como o pau-brasil, araucária, palmito-juçara, jequitibá-rosa, jacarandá-da-bahia, braúna, cabreúva, canela-sassafrás, imbuia, angico e peroba, foram classificadas como espécies ameaçadas de extinção. Um total de 13 espécies endêmicas − espécies que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo − foram classificadas como possivelmente extintas, ou seja, podem ter desaparecido do planeta. Por outro lado, cinco espécies que antes eram consideradas extintas na natureza foram redescobertas pelo estudo. O trabalho usou mais de 3 milhões de registros de herbários e de inventários florestais, além de informações detalhadas sobre a biologia, ecologia e usos das espécies de árvores, palmeiras e samambaiaçus.
A construção da lista de espécies ameaçadas da Mata Atlântica se baseou em diferentes critérios da IUCN. "E esse foi um outro aspecto importante do trabalho", acrescenta Lima. "Se tivéssemos usado menos critérios da IUCN nas avaliações de risco de extinção das espécies, o que geralmente tem sido feito até então, nós teríamos detectado seis vezes menos espécies ameaçadas. Em especial, o uso de critérios que incorporam os impactos do desmatamento aumenta drasticamente o nosso entendimento sobre o grau de ameaça das espécies da Mata Atlântica, que é bem maior do que pensávamos anteriormente", finaliza Lima.
A maior parte das informações necessárias para avaliações usando muitos critérios da IUCN é difícil de obter ou estimar a partir de outras fontes de dados. Consequentemente, a maioria das avaliações de risco de extinção atualmente disponíveis na IUCN se baseia apenas na distribuição geográfica das espécies, o chamado critério B. Mas o declínio no número de árvores adultas causado pelo desmatamento (investigado pelo critério A) é a principal causa de ameaça das espécies, principalmente em hotspots globais de biodiversidade altamente alterados como a Mata Atlântica. Ou seja, utilizar vários critérios da IUCN para a construção de listas vermelhas pode evitar uma grave subestimação do grau de ameaça das espécies. Para estimar o declínio das populações, dados de inventários florestais ao longo de toda a Mata Atlântica foram reunidos em uma única base de dados (TreeCo), permitindo entender como o número de árvores foi reduzido pelo desmatamento ao longo do tempo.
Retirado e adaptado de: REDAÇÃO. 82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção.
Jornal da USP.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/82-das-especies -de-arvores-que-so-ocorrem-na-mata-atlantica-estao-ameaca das-de-extincao/ Acesso em: 18 jan., 2024.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona figuras de linguagem a exemplos de seu emprego:
Primeira coluna: Figura de linguagem
(1) Personificação.
(2) Metáfora.
(3) Catacrese
(4) Hipérbole.
Segunda coluna: Exemplo
(__) A mata e as flores são o pulmão do mundo.
(__) Ao pé da árvore, pediu perdão à natureza.
(__) As árvores choram com a destruição das flores.
(__) Eu já falei mil vezes que precisamos cuidar da natureza!
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção
A extinção de espécies é um dos impactos mais extremos que o ser humano tem sobre a natureza. Extinção é para sempre e, a cada espécie perdida, perdemos milhões de anos de uma história evolutiva única e a oportunidade de aprender com essa história. Assim, evitar a extinção de espécies é o maior desafio para combater a atual crise global de perda da biodiversidade, que tem impacto direto nas nossas vidas, incluindo questões ligadas ao risco de pandemias, bioeconomia, biomateriais, desenvolvimento de medicamentos e vários outros serviços ecossistêmicos. O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies. Essas listas nos ajudam a tomar a decisão de quais são as espécies prioritárias para investir tempo e recursos de conservação da biodiversidade.
Um estudo publicado recentemente na revista Science apresentou a Lista Vermelha das quase 5.000 espécies de árvores que ocorrem na Mata Atlântica, uma das florestas mais biodiversas e ameaçadas do mundo. "O quadro geral é muito preocupante", diz Renato Lima, professor da USP que liderou o estudo. "A maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Isso era esperado, pois a Mata Atlântica perdeu a maioria das suas florestas e, com elas, as suas árvores. Mesmo assim, ficamos assustados quando vimos que 82% das mais de 2.000 espécies exclusivas desse hotspot global de biodiversidade estão ameaçadas", completa Lima.
Muitas espécies emblemáticas da Mata Atlântica, como o pau-brasil, araucária, palmito-juçara, jequitibá-rosa, jacarandá-da-bahia, braúna, cabreúva, canela-sassafrás, imbuia, angico e peroba, foram classificadas como espécies ameaçadas de extinção. Um total de 13 espécies endêmicas − espécies que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo − foram classificadas como possivelmente extintas, ou seja, podem ter desaparecido do planeta. Por outro lado, cinco espécies que antes eram consideradas extintas na natureza foram redescobertas pelo estudo. O trabalho usou mais de 3 milhões de registros de herbários e de inventários florestais, além de informações detalhadas sobre a biologia, ecologia e usos das espécies de árvores, palmeiras e samambaiaçus.
A construção da lista de espécies ameaçadas da Mata Atlântica se baseou em diferentes critérios da IUCN. "E esse foi um outro aspecto importante do trabalho", acrescenta Lima. "Se tivéssemos usado menos critérios da IUCN nas avaliações de risco de extinção das espécies, o que geralmente tem sido feito até então, nós teríamos detectado seis vezes menos espécies ameaçadas. Em especial, o uso de critérios que incorporam os impactos do desmatamento aumenta drasticamente o nosso entendimento sobre o grau de ameaça das espécies da Mata Atlântica, que é bem maior do que pensávamos anteriormente", finaliza Lima.
A maior parte das informações necessárias para avaliações usando muitos critérios da IUCN é difícil de obter ou estimar a partir de outras fontes de dados. Consequentemente, a maioria das avaliações de risco de extinção atualmente disponíveis na IUCN se baseia apenas na distribuição geográfica das espécies, o chamado critério B. Mas o declínio no número de árvores adultas causado pelo desmatamento (investigado pelo critério A) é a principal causa de ameaça das espécies, principalmente em hotspots globais de biodiversidade altamente alterados como a Mata Atlântica. Ou seja, utilizar vários critérios da IUCN para a construção de listas vermelhas pode evitar uma grave subestimação do grau de ameaça das espécies. Para estimar o declínio das populações, dados de inventários florestais ao longo de toda a Mata Atlântica foram reunidos em uma única base de dados (TreeCo), permitindo entender como o número de árvores foi reduzido pelo desmatamento ao longo do tempo.
Retirado e adaptado de: REDAÇÃO. 82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção.
Jornal da USP.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/82-das-especies -de-arvores-que-so-ocorrem-na-mata-atlantica-estao-ameaca das-de-extincao/ Acesso em: 18 jan., 2024.
A partir da leitura cuidadosa de "82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) Empregar diversos critérios da IUCN fez com que se tivesse um mapeamento mais preciso do risco de extinção das espécies no estudo realizado.
(__) Embora o texto seja aberto afirmando que "extinção" é para sempre, ele dá indícios posteriormente de que espécies consideradas extintas podem reaparecer.
(__) A forma de coleta dos dados da pesquisa foi a vivência em campo. Os pesquisadores passaram semanas imersos na Mata Atlântica para analisar a situação das espécies.
(__) O estudo publicou a Lista Vermelha de Espécies que indica que 2.000 espécies exclusivas da Mata Atlântica estão ameaçadas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção
A extinção de espécies é um dos impactos mais extremos que o ser humano tem sobre a natureza. Extinção é para sempre e, a cada espécie perdida, perdemos milhões de anos de uma história evolutiva única e a oportunidade de aprender com essa história. Assim, evitar a extinção de espécies é o maior desafio para combater a atual crise global de perda da biodiversidade, que tem impacto direto nas nossas vidas, incluindo questões ligadas ao risco de pandemias, bioeconomia, biomateriais, desenvolvimento de medicamentos e vários outros serviços ecossistêmicos. O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies. Essas listas nos ajudam a tomar a decisão de quais são as espécies prioritárias para investir tempo e recursos de conservação da biodiversidade.
Um estudo publicado recentemente na revista Science apresentou a Lista Vermelha das quase 5.000 espécies de árvores que ocorrem na Mata Atlântica, uma das florestas mais biodiversas e ameaçadas do mundo. "O quadro geral é muito preocupante", diz Renato Lima, professor da USP que liderou o estudo. "A maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Isso era esperado, pois a Mata Atlântica perdeu a maioria das suas florestas e, com elas, as suas árvores. Mesmo assim, ficamos assustados quando vimos que 82% das mais de 2.000 espécies exclusivas desse hotspot global de biodiversidade estão ameaçadas", completa Lima.
Muitas espécies emblemáticas da Mata Atlântica, como o pau-brasil, araucária, palmito-juçara, jequitibá-rosa, jacarandá-da-bahia, braúna, cabreúva, canela-sassafrás, imbuia, angico e peroba, foram classificadas como espécies ameaçadas de extinção. Um total de 13 espécies endêmicas − espécies que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo − foram classificadas como possivelmente extintas, ou seja, podem ter desaparecido do planeta. Por outro lado, cinco espécies que antes eram consideradas extintas na natureza foram redescobertas pelo estudo. O trabalho usou mais de 3 milhões de registros de herbários e de inventários florestais, além de informações detalhadas sobre a biologia, ecologia e usos das espécies de árvores, palmeiras e samambaiaçus.
A construção da lista de espécies ameaçadas da Mata Atlântica se baseou em diferentes critérios da IUCN. "E esse foi um outro aspecto importante do trabalho", acrescenta Lima. "Se tivéssemos usado menos critérios da IUCN nas avaliações de risco de extinção das espécies, o que geralmente tem sido feito até então, nós teríamos detectado seis vezes menos espécies ameaçadas. Em especial, o uso de critérios que incorporam os impactos do desmatamento aumenta drasticamente o nosso entendimento sobre o grau de ameaça das espécies da Mata Atlântica, que é bem maior do que pensávamos anteriormente", finaliza Lima.
A maior parte das informações necessárias para avaliações usando muitos critérios da IUCN é difícil de obter ou estimar a partir de outras fontes de dados. Consequentemente, a maioria das avaliações de risco de extinção atualmente disponíveis na IUCN se baseia apenas na distribuição geográfica das espécies, o chamado critério B. Mas o declínio no número de árvores adultas causado pelo desmatamento (investigado pelo critério A) é a principal causa de ameaça das espécies, principalmente em hotspots globais de biodiversidade altamente alterados como a Mata Atlântica. Ou seja, utilizar vários critérios da IUCN para a construção de listas vermelhas pode evitar uma grave subestimação do grau de ameaça das espécies. Para estimar o declínio das populações, dados de inventários florestais ao longo de toda a Mata Atlântica foram reunidos em uma única base de dados (TreeCo), permitindo entender como o número de árvores foi reduzido pelo desmatamento ao longo do tempo.
Retirado e adaptado de: REDAÇÃO. 82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção.
Jornal da USP.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/82-das-especies -de-arvores-que-so-ocorrem-na-mata-atlantica-estao-ameaca das-de-extincao/ Acesso em: 18 jan., 2024.
Considerando o contexto no qual foi empregada no texto "82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção", assinale a alternativa que apresenta a melhor significação da palavra "hotspot":
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção
A extinção de espécies é um dos impactos mais extremos que o ser humano tem sobre a natureza. Extinção é para sempre e, a cada espécie perdida, perdemos milhões de anos de uma história evolutiva única e a oportunidade de aprender com essa história. Assim, evitar a extinção de espécies é o maior desafio para combater a atual crise global de perda da biodiversidade, que tem impacto direto nas nossas vidas, incluindo questões ligadas ao risco de pandemias, bioeconomia, biomateriais, desenvolvimento de medicamentos e vários outros serviços ecossistêmicos. O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies. Essas listas nos ajudam a tomar a decisão de quais são as espécies prioritárias para investir tempo e recursos de conservação da biodiversidade.
Um estudo publicado recentemente na revista Science apresentou a Lista Vermelha das quase 5.000 espécies de árvores que ocorrem na Mata Atlântica, uma das florestas mais biodiversas e ameaçadas do mundo. "O quadro geral é muito preocupante", diz Renato Lima, professor da USP que liderou o estudo. "A maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Isso era esperado, pois a Mata Atlântica perdeu a maioria das suas florestas e, com elas, as suas árvores. Mesmo assim, ficamos assustados quando vimos que 82% das mais de 2.000 espécies exclusivas desse hotspot global de biodiversidade estão ameaçadas", completa Lima.
Muitas espécies emblemáticas da Mata Atlântica, como o pau-brasil, araucária, palmito-juçara, jequitibá-rosa, jacarandá-da-bahia, braúna, cabreúva, canela-sassafrás, imbuia, angico e peroba, foram classificadas como espécies ameaçadas de extinção. Um total de 13 espécies endêmicas − espécies que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo − foram classificadas como possivelmente extintas, ou seja, podem ter desaparecido do planeta. Por outro lado, cinco espécies que antes eram consideradas extintas na natureza foram redescobertas pelo estudo. O trabalho usou mais de 3 milhões de registros de herbários e de inventários florestais, além de informações detalhadas sobre a biologia, ecologia e usos das espécies de árvores, palmeiras e samambaiaçus.
A construção da lista de espécies ameaçadas da Mata Atlântica se baseou em diferentes critérios da IUCN. "E esse foi um outro aspecto importante do trabalho", acrescenta Lima. "Se tivéssemos usado menos critérios da IUCN nas avaliações de risco de extinção das espécies, o que geralmente tem sido feito até então, nós teríamos detectado seis vezes menos espécies ameaçadas. Em especial, o uso de critérios que incorporam os impactos do desmatamento aumenta drasticamente o nosso entendimento sobre o grau de ameaça das espécies da Mata Atlântica, que é bem maior do que pensávamos anteriormente", finaliza Lima.
A maior parte das informações necessárias para avaliações usando muitos critérios da IUCN é difícil de obter ou estimar a partir de outras fontes de dados. Consequentemente, a maioria das avaliações de risco de extinção atualmente disponíveis na IUCN se baseia apenas na distribuição geográfica das espécies, o chamado critério B. Mas o declínio no número de árvores adultas causado pelo desmatamento (investigado pelo critério A) é a principal causa de ameaça das espécies, principalmente em hotspots globais de biodiversidade altamente alterados como a Mata Atlântica. Ou seja, utilizar vários critérios da IUCN para a construção de listas vermelhas pode evitar uma grave subestimação do grau de ameaça das espécies. Para estimar o declínio das populações, dados de inventários florestais ao longo de toda a Mata Atlântica foram reunidos em uma única base de dados (TreeCo), permitindo entender como o número de árvores foi reduzido pelo desmatamento ao longo do tempo.
Retirado e adaptado de: REDAÇÃO. 82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção.
Jornal da USP.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/82-das-especies -de-arvores-que-so-ocorrem-na-mata-atlantica-estao-ameaca das-de-extincao/ Acesso em: 18 jan., 2024.
A respeito das relações coesivas em "82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção", analise as afirmações a seguir:
I. No primeiro parágrafo, a expressão "perdemos milhões" faz uma referência para fora do texto, pois diz respeito aos seres humanos e demais habitantes do Planeta.
II. No segundo parágrafo, a expressão "isso era esperado" faz referência ao fato de que a maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza.
III. No primeiro parágrafo, "Essas listas" poderia ser substituído por "Estas listas" sem prejuízo de valor.
É correto o que se afirma em:
Leia o texto e responda as questões de 08 a 10.
Fundamentos da IA Generativa: uma explicação das bases da IA generativa e seu funcionamento A Inteligência Artificial Generativa (IA Generativa) é uma classe de algoritmos que se destaca por sua capacidade de criar, simular e gerar dados de forma autônoma, imitando padrões e características observadas em conjuntos de dados de treinamento. O funcionamento da IA Generativa repousa em duas técnicas principais: Redes Neurais Generativas Adversariais (GANs) e Modelos de Linguagem Generativos.
As GANs consistem em dois componentes, um gerador e um discriminador, que operam em um cenário de adversidade. O gerador gera dados sintéticos, enquanto o discriminador tenta distinguir entre dados reais e sintéticos. Ao longo do treinamento, esses componentes competem e se aprimoram, levando ao desenvolvimento de dados sintéticos cada vez mais realistas. Por outro lado, os Modelos de Linguagem Generativos, como o GPT (Transformer Generative Pre-trained Transformer), aproveitam arquiteturas de redes neurais profundas para prever sequências de texto, permitindo a geração de texto coerente e contextualmente relevante. Esses modelos são treinados em grandes volumes de texto e aprendem a capturar nuances linguísticas e contextos, possibilitando a geração de texto humano-como. Em conjunto, essas abordagens estabelecem as bases da IA Generativa, abrindo caminho para aplicações diversas, desde a criação de arte digital até a geração de texto automatizada de alta qualidade.
[Adaptado] JORGE, M. Navegando no mundo da IA Generativa: um guia para CEOs e sua jornada de criação de valor. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/navegando-no-mundo-da-ia-generativa-um-guia-para-ceos-e-sua-jornada-de-criacao-de-valor/. Acesso em: 25 out 2023
Na frase “esses componentes competem e se aprimoram, levando ao desenvolvimento de dados sintéticos cada vez mais realistas”, a significação contextual do termo “dados sintéticos” pode ser melhor expressa na alternativa:
Leia o texto e responda as questões de 08 a 10.
Fundamentos da IA Generativa: uma explicação das bases da IA generativa e seu funcionamento A Inteligência Artificial Generativa (IA Generativa) é uma classe de algoritmos que se destaca por sua capacidade de criar, simular e gerar dados de forma autônoma, imitando padrões e características observadas em conjuntos de dados de treinamento. O funcionamento da IA Generativa repousa em duas técnicas principais: Redes Neurais Generativas Adversariais (GANs) e Modelos de Linguagem Generativos.
As GANs consistem em dois componentes, um gerador e um discriminador, que operam em um cenário de adversidade. O gerador gera dados sintéticos, enquanto o discriminador tenta distinguir entre dados reais e sintéticos. Ao longo do treinamento, esses componentes competem e se aprimoram, levando ao desenvolvimento de dados sintéticos cada vez mais realistas. Por outro lado, os Modelos de Linguagem Generativos, como o GPT (Transformer Generative Pre-trained Transformer), aproveitam arquiteturas de redes neurais profundas para prever sequências de texto, permitindo a geração de texto coerente e contextualmente relevante. Esses modelos são treinados em grandes volumes de texto e aprendem a capturar nuances linguísticas e contextos, possibilitando a geração de texto humano-como. Em conjunto, essas abordagens estabelecem as bases da IA Generativa, abrindo caminho para aplicações diversas, desde a criação de arte digital até a geração de texto automatizada de alta qualidade.
[Adaptado] JORGE, M. Navegando no mundo da IA Generativa: um guia para CEOs e sua jornada de criação de valor. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/navegando-no-mundo-da-ia-generativa-um-guia-para-ceos-e-sua-jornada-de-criacao-de-valor/. Acesso em: 25 out 2023
Considerando as informações apresentadas no texto, assinale a opção correta em relação ao objetivo central do fragmento de texto.
Leia o texto e responda as questões de 06 a 07.
Com o avanço acelerado da inteligência artificial e da digitalização em todos os setores, novas profissões estão surgindo e movimentando o mercado de trabalho. Quando alguém de fora da computação pergunta qual é a profissão do recifense Ricardo Fernandes, ao ouvir a resposta, invariavelmente, o interlocutor revela uma expressão de desconhecimento, e ele já se prepara para explicar o que faz. Fernandes é engenheiro de prompt, atualmente uma das ocupações mais requisitadas com o avanço acelerado da inteligência artificial em diversos processos dentro das empresas (prompts são a forma de se comunicar com uma IA, os pedidos que devem ser feitos ao robô para extrair o melhor dele).
[Adaptado] Rambaldi, L. Futuro do trabalho: veja 20 funções que serão criadas pelo avanço da IA.
Publicado em 5 de outubro de 2023 às, 06h00. Disponível em:<https://exame.com/revista-exame/filho-o-que-voce-faz-mesmo/?utm_source=pushnews&utm_medium=push-on-site&utm_campaign=n%2Fa_exame-ceo>. Acesso em: 21 out. 2023
A articulista Liliam Rambaldi inicia o texto utilizando de uma tipologia argumentativa estratégica para a defesa de que novas profissões estão surgindo com os avanços tecnológicos. Identifique a alternativa que explicita corretamente o tipo de argumento utilizado.
Leia o texto e responda as questões de 01 a 05.
O comércio digital está mudando (...). O tokengated commerce transcende a simples intersecção de tecnologia e comércio. Ele representa uma confluência de exclusividade, pertencimento e inovação. Através dos NFTs (sigla em inglês para non-fungible token, que em português é token* não fungível) ou ativos digitais, as marcas podem proporcionar experiências ou produtos exclusivos aos detentores de um token específico. Mas, mais do que exclusividade, há a promessa de uma jornada de compra mais envolvente e personalizada.
Historicamente, o comércio se resumia a transações diretas: dinheiro em troca de bens ou serviços. O tokengated commerce, no entanto, adiciona uma dimensão adicional de complexidade e valor. Plataformas de e-commerce convencionais geralmente requerem um e-mail e senha para que os usuários acessem suas contas. No entanto, o tokengated commerce vai além, permitindo que os usuários vinculem suas carteiras digitais, onde seus ativos digitais são armazenados.
Se você é novo no assunto, pense na carteira digital como uma conta especializada para guardar seus "bens digitais". O avanço notável aqui é que várias empresas de tecnologia estão simplificando essa etapa. Agora, em vez de passar pelo processo de criar uma carteira do zero, existem soluções que tornam essa integração tão fácil quanto usar um login social.
Em breve, você poderá aproveitar em mais plataformas todos os benefícios de uma carteira digital sem se aprofundar nos detalhes técnicos de sua criação. Com essa conexão estabelecida, a plataforma identifica instantaneamente os tokens ou NFTs que o usuário possui. Isso permite que as marcas ofereçam experiências personalizadas. Um usuário que possui um token específico de uma marca pode, por exemplo, receber acesso a produtos exclusivos ou descontos especiais. Não é apenas uma transação, mas uma forma concreta de valorizar a lealdade e o engajamento do cliente.
*“Um token, no universo das criptomoedas, é a representação digital de um ativo - como dinheiro, propriedade ou obra de arte - registrada em uma blockchain. Exemplo: se uma pessoa tem o token de uma propriedade, significa que tem direito aquele imóvel - ou parte dele.” (https://www.infomoney.com.br/guias/nft-token-nao-fungivel/) [Adaptado] MARQUES, Amanda. Disponível em: https://exame.com/future-of-money/tokengated-commerce-a-revolucao-silenciosa-do-comercio-digital/
O texto apresenta o termo em inglês e-commerce. Na frase: “Plataformas de e-commerce convencionais...”, o termo poderia ser substituído sem prejuízo de sentido por:
Leia o texto e responda as questões de 01 a 05.
O comércio digital está mudando (...). O tokengated commerce transcende a simples intersecção de tecnologia e comércio. Ele representa uma confluência de exclusividade, pertencimento e inovação. Através dos NFTs (sigla em inglês para non-fungible token, que em português é token* não fungível) ou ativos digitais, as marcas podem proporcionar experiências ou produtos exclusivos aos detentores de um token específico. Mas, mais do que exclusividade, há a promessa de uma jornada de compra mais envolvente e personalizada.
Historicamente, o comércio se resumia a transações diretas: dinheiro em troca de bens ou serviços. O tokengated commerce, no entanto, adiciona uma dimensão adicional de complexidade e valor. Plataformas de e-commerce convencionais geralmente requerem um e-mail e senha para que os usuários acessem suas contas. No entanto, o tokengated commerce vai além, permitindo que os usuários vinculem suas carteiras digitais, onde seus ativos digitais são armazenados.
Se você é novo no assunto, pense na carteira digital como uma conta especializada para guardar seus "bens digitais". O avanço notável aqui é que várias empresas de tecnologia estão simplificando essa etapa. Agora, em vez de passar pelo processo de criar uma carteira do zero, existem soluções que tornam essa integração tão fácil quanto usar um login social.
Em breve, você poderá aproveitar em mais plataformas todos os benefícios de uma carteira digital sem se aprofundar nos detalhes técnicos de sua criação. Com essa conexão estabelecida, a plataforma identifica instantaneamente os tokens ou NFTs que o usuário possui. Isso permite que as marcas ofereçam experiências personalizadas. Um usuário que possui um token específico de uma marca pode, por exemplo, receber acesso a produtos exclusivos ou descontos especiais. Não é apenas uma transação, mas uma forma concreta de valorizar a lealdade e o engajamento do cliente.
*“Um token, no universo das criptomoedas, é a representação digital de um ativo - como dinheiro, propriedade ou obra de arte - registrada em uma blockchain. Exemplo: se uma pessoa tem o token de uma propriedade, significa que tem direito aquele imóvel - ou parte dele.” (https://www.infomoney.com.br/guias/nft-token-nao-fungivel/) [Adaptado] MARQUES, Amanda. Disponível em: https://exame.com/future-of-money/tokengated-commerce-a-revolucao-silenciosa-do-comercio-digital/
Analisando os recursos linguísticos utilizados para a construção argumentativa do texto, assinale a alternativa em que a funcionalidade do elemento linguístico está corretamente descrita.
Leia o texto e responda as questões de 01 a 05.
O comércio digital está mudando (...). O tokengated commerce transcende a simples intersecção de tecnologia e comércio. Ele representa uma confluência de exclusividade, pertencimento e inovação. Através dos NFTs (sigla em inglês para non-fungible token, que em português é token* não fungível) ou ativos digitais, as marcas podem proporcionar experiências ou produtos exclusivos aos detentores de um token específico. Mas, mais do que exclusividade, há a promessa de uma jornada de compra mais envolvente e personalizada.
Historicamente, o comércio se resumia a transações diretas: dinheiro em troca de bens ou serviços. O tokengated commerce, no entanto, adiciona uma dimensão adicional de complexidade e valor. Plataformas de e-commerce convencionais geralmente requerem um e-mail e senha para que os usuários acessem suas contas. No entanto, o tokengated commerce vai além, permitindo que os usuários vinculem suas carteiras digitais, onde seus ativos digitais são armazenados.
Se você é novo no assunto, pense na carteira digital como uma conta especializada para guardar seus "bens digitais". O avanço notável aqui é que várias empresas de tecnologia estão simplificando essa etapa. Agora, em vez de passar pelo processo de criar uma carteira do zero, existem soluções que tornam essa integração tão fácil quanto usar um login social.
Em breve, você poderá aproveitar em mais plataformas todos os benefícios de uma carteira digital sem se aprofundar nos detalhes técnicos de sua criação. Com essa conexão estabelecida, a plataforma identifica instantaneamente os tokens ou NFTs que o usuário possui. Isso permite que as marcas ofereçam experiências personalizadas. Um usuário que possui um token específico de uma marca pode, por exemplo, receber acesso a produtos exclusivos ou descontos especiais. Não é apenas uma transação, mas uma forma concreta de valorizar a lealdade e o engajamento do cliente.
*“Um token, no universo das criptomoedas, é a representação digital de um ativo - como dinheiro, propriedade ou obra de arte - registrada em uma blockchain. Exemplo: se uma pessoa tem o token de uma propriedade, significa que tem direito aquele imóvel - ou parte dele.” (https://www.infomoney.com.br/guias/nft-token-nao-fungivel/) [Adaptado] MARQUES, Amanda. Disponível em: https://exame.com/future-of-money/tokengated-commerce-a-revolucao-silenciosa-do-comercio-digital/
O filósofo Michael Bakhtin afirma que a riqueza e a variedade dos gêneros do discurso são infinitas. Considerando que cada gênero atende a uma situação específica de comunicação, identifique a alternativa que evidencia elementos que caracterizam o artigo de opinião.
Leia o texto e responda as questões de 01 a 05.
O comércio digital está mudando (...). O tokengated commerce transcende a simples intersecção de tecnologia e comércio. Ele representa uma confluência de exclusividade, pertencimento e inovação. Através dos NFTs (sigla em inglês para non-fungible token, que em português é token* não fungível) ou ativos digitais, as marcas podem proporcionar experiências ou produtos exclusivos aos detentores de um token específico. Mas, mais do que exclusividade, há a promessa de uma jornada de compra mais envolvente e personalizada.
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Em breve, você poderá aproveitar em mais plataformas todos os benefícios de uma carteira digital sem se aprofundar nos detalhes técnicos de sua criação. Com essa conexão estabelecida, a plataforma identifica instantaneamente os tokens ou NFTs que o usuário possui. Isso permite que as marcas ofereçam experiências personalizadas. Um usuário que possui um token específico de uma marca pode, por exemplo, receber acesso a produtos exclusivos ou descontos especiais. Não é apenas uma transação, mas uma forma concreta de valorizar a lealdade e o engajamento do cliente.
*“Um token, no universo das criptomoedas, é a representação digital de um ativo - como dinheiro, propriedade ou obra de arte - registrada em uma blockchain. Exemplo: se uma pessoa tem o token de uma propriedade, significa que tem direito aquele imóvel - ou parte dele.” (https://www.infomoney.com.br/guias/nft-token-nao-fungivel/) [Adaptado] MARQUES, Amanda. Disponível em: https://exame.com/future-of-money/tokengated-commerce-a-revolucao-silenciosa-do-comercio-digital/
Considerando as estratégias de argumentação utilizadas para a progressão textual, assinale a alternativa em que o trecho apresenta melhor argumento na sustentação da tese defendida no texto.
Leia o texto e responda as questões de 01 a 05.
O comércio digital está mudando (...). O tokengated commerce transcende a simples intersecção de tecnologia e comércio. Ele representa uma confluência de exclusividade, pertencimento e inovação. Através dos NFTs (sigla em inglês para non-fungible token, que em português é token* não fungível) ou ativos digitais, as marcas podem proporcionar experiências ou produtos exclusivos aos detentores de um token específico. Mas, mais do que exclusividade, há a promessa de uma jornada de compra mais envolvente e personalizada.
Historicamente, o comércio se resumia a transações diretas: dinheiro em troca de bens ou serviços. O tokengated commerce, no entanto, adiciona uma dimensão adicional de complexidade e valor. Plataformas de e-commerce convencionais geralmente requerem um e-mail e senha para que os usuários acessem suas contas. No entanto, o tokengated commerce vai além, permitindo que os usuários vinculem suas carteiras digitais, onde seus ativos digitais são armazenados.
Se você é novo no assunto, pense na carteira digital como uma conta especializada para guardar seus "bens digitais". O avanço notável aqui é que várias empresas de tecnologia estão simplificando essa etapa. Agora, em vez de passar pelo processo de criar uma carteira do zero, existem soluções que tornam essa integração tão fácil quanto usar um login social.
Em breve, você poderá aproveitar em mais plataformas todos os benefícios de uma carteira digital sem se aprofundar nos detalhes técnicos de sua criação. Com essa conexão estabelecida, a plataforma identifica instantaneamente os tokens ou NFTs que o usuário possui. Isso permite que as marcas ofereçam experiências personalizadas. Um usuário que possui um token específico de uma marca pode, por exemplo, receber acesso a produtos exclusivos ou descontos especiais. Não é apenas uma transação, mas uma forma concreta de valorizar a lealdade e o engajamento do cliente.
*“Um token, no universo das criptomoedas, é a representação digital de um ativo - como dinheiro, propriedade ou obra de arte - registrada em uma blockchain. Exemplo: se uma pessoa tem o token de uma propriedade, significa que tem direito aquele imóvel - ou parte dele.” (https://www.infomoney.com.br/guias/nft-token-nao-fungivel/) [Adaptado] MARQUES, Amanda. Disponível em: https://exame.com/future-of-money/tokengated-commerce-a-revolucao-silenciosa-do-comercio-digital/
O texto dissertativo-argumentativo é um tipo textual que consiste na defesa de uma ideia por meio de argumentos, opinião e explicações fundamentadas. Desse modo, analisando o texto, o tema desenvolvido é:
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
De acordo com a autora do artigo,
TEXTO 2
Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil
O Waze tem um conhecido aplicativo para smartphones que ajuda os usuários a fugir do trânsito. No entanto, a empresa tem uma ambição ainda maior: aliviar congestionamentos nas cidades brasileiras. O plano se chama Connected Citizens (cidadãos conectados, em tradução livre) e, basicamente, transfere as informações geradas em tempo real pelos usuários do aplicativo do Waze, como um alerta de carro parado em uma avenida, para a prefeitura. Com dados como esse, medidas podem ser tomadas pelos órgãos públicos de transporte para evitar o acúmulo de carros em um determinado ponto. O projeto não é novo, existe desde 2014, mas atingiu recentemente a marca de 10 cidades parceiras na América Latina. No Brasil, os municípios que já contam com o programa Connected Citizens para fornecer informações às prefeituras são Rio de Janeiro, Petrópolis (RJ), Juiz de Fora (MG) e Vitória (ES). Paulo Cabral, responsável pelo desenvolvimento de mercados na América Latina, conta que o Waze consegue agilizar a circulação de dados sobre o trânsito na gestão pública. "Não sofremos com burocracia por parte dos governos no Brasil. Precisamos que essas informações corram de maneira rápida", declarou Cabral, em entrevista a EXAME.com. O executivo destaca que o projeto, ao mesmo tempo que empodera o usuário, que pode ter um real impacto na gestão de tráfego, melhora a comunicação entre o cidadão e o governo. "Durante o Furacão Patrícia, o Waze atualizou os dados sobre o fechamento das ruas e as pessoas puderam entender quais eram os locais com acesso. O próprio governo colocou uma mensagem incentivando o cidadão a usar o app", disse Cabral. Com essa iniciativa, a ideia do Waze é tornar os municípios mais inteligentes." As cidades usam as informações para planejar algumas características, como melhor hora de fazer coleta de lixo; buracos ficam mapeados e pode-se planejar um mutirão no horário adequado. Tudo isso gera inteligência e cidades conectadas", na visão de Cabral.
Disponível em: https://opticanet.com.br/secao/tecnologiaenegocios/1022 0/waze-tem-plano-para-melhorar-transito-no-brasil. Acesso: 12 out. 2023. (adaptado)
Com base no texto “Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil”, analise as afirmativas a seguir:
I. De acordo com o texto em questão, o projeto Connected Citizens só dará certo se os municípios brasileiros forem mais inteligentes, algo que dificilmente acontecerá, mesmo que os moradores desses municípios adquiram os aplicativos do Waze, pois a burocracia das cidades brasileiras é muito grande.
II. Diante das informações do texto, o principal impacto do projeto Connected Citizens está relacionado à gestão do tráfego, tanto por parte do governo quanto dos cidadãos na medida em que a cidade se torna cada vez mais conectada.
III. Segundo as informações do texto em análise, sabe-se que o projeto Connected Citizens precisa, necessariamente, da contribuição dos brasileiros, uma vez que as informações coletadas são fornecidas, em tempo real, pelos usuários do Waze.
Marque a alternativa correta:
TEXTO 2
Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil
O Waze tem um conhecido aplicativo para smartphones que ajuda os usuários a fugir do trânsito. No entanto, a empresa tem uma ambição ainda maior: aliviar congestionamentos nas cidades brasileiras. O plano se chama Connected Citizens (cidadãos conectados, em tradução livre) e, basicamente, transfere as informações geradas em tempo real pelos usuários do aplicativo do Waze, como um alerta de carro parado em uma avenida, para a prefeitura. Com dados como esse, medidas podem ser tomadas pelos órgãos públicos de transporte para evitar o acúmulo de carros em um determinado ponto. O projeto não é novo, existe desde 2014, mas atingiu recentemente a marca de 10 cidades parceiras na América Latina. No Brasil, os municípios que já contam com o programa Connected Citizens para fornecer informações às prefeituras são Rio de Janeiro, Petrópolis (RJ), Juiz de Fora (MG) e Vitória (ES). Paulo Cabral, responsável pelo desenvolvimento de mercados na América Latina, conta que o Waze consegue agilizar a circulação de dados sobre o trânsito na gestão pública. "Não sofremos com burocracia por parte dos governos no Brasil. Precisamos que essas informações corram de maneira rápida", declarou Cabral, em entrevista a EXAME.com. O executivo destaca que o projeto, ao mesmo tempo que empodera o usuário, que pode ter um real impacto na gestão de tráfego, melhora a comunicação entre o cidadão e o governo. "Durante o Furacão Patrícia, o Waze atualizou os dados sobre o fechamento das ruas e as pessoas puderam entender quais eram os locais com acesso. O próprio governo colocou uma mensagem incentivando o cidadão a usar o app", disse Cabral. Com essa iniciativa, a ideia do Waze é tornar os municípios mais inteligentes." As cidades usam as informações para planejar algumas características, como melhor hora de fazer coleta de lixo; buracos ficam mapeados e pode-se planejar um mutirão no horário adequado. Tudo isso gera inteligência e cidades conectadas", na visão de Cabral.
Disponível em: https://opticanet.com.br/secao/tecnologiaenegocios/1022 0/waze-tem-plano-para-melhorar-transito-no-brasil. Acesso: 12 out. 2023. (adaptado)
Com base no texto “Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil”, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto “Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil” tem como objetivo expor os benefícios do aplicativo para melhorar o trânsito no Brasil e, consequentemente, instruir o leitor a aderir a esta ferramenta digital.
II. A presença das falas de Paulo Cabral ao longo do texto ajudam a sustentar o objetivo do autor: expor informações relevantes sobre o aplicativo Waze e sobre o projeto Connected Citizens.
III. O objetivo principal do texto é evidenciar a burocracia relacionada ao trânsito no Brasil, apresentando uma solução para melhorar a eficiência dos serviços públicos em geral e, consequentemente, melhorar as condições de vida dos brasileiros.
Marque a alternativa correta:
TEXTO 2
Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil
O Waze tem um conhecido aplicativo para smartphones que ajuda os usuários a fugir do trânsito. No entanto, a empresa tem uma ambição ainda maior: aliviar congestionamentos nas cidades brasileiras. O plano se chama Connected Citizens (cidadãos conectados, em tradução livre) e, basicamente, transfere as informações geradas em tempo real pelos usuários do aplicativo do Waze, como um alerta de carro parado em uma avenida, para a prefeitura. Com dados como esse, medidas podem ser tomadas pelos órgãos públicos de transporte para evitar o acúmulo de carros em um determinado ponto. O projeto não é novo, existe desde 2014, mas atingiu recentemente a marca de 10 cidades parceiras na América Latina. No Brasil, os municípios que já contam com o programa Connected Citizens para fornecer informações às prefeituras são Rio de Janeiro, Petrópolis (RJ), Juiz de Fora (MG) e Vitória (ES). Paulo Cabral, responsável pelo desenvolvimento de mercados na América Latina, conta que o Waze consegue agilizar a circulação de dados sobre o trânsito na gestão pública. "Não sofremos com burocracia por parte dos governos no Brasil. Precisamos que essas informações corram de maneira rápida", declarou Cabral, em entrevista a EXAME.com. O executivo destaca que o projeto, ao mesmo tempo que empodera o usuário, que pode ter um real impacto na gestão de tráfego, melhora a comunicação entre o cidadão e o governo. "Durante o Furacão Patrícia, o Waze atualizou os dados sobre o fechamento das ruas e as pessoas puderam entender quais eram os locais com acesso. O próprio governo colocou uma mensagem incentivando o cidadão a usar o app", disse Cabral. Com essa iniciativa, a ideia do Waze é tornar os municípios mais inteligentes." As cidades usam as informações para planejar algumas características, como melhor hora de fazer coleta de lixo; buracos ficam mapeados e pode-se planejar um mutirão no horário adequado. Tudo isso gera inteligência e cidades conectadas", na visão de Cabral.
Disponível em: https://opticanet.com.br/secao/tecnologiaenegocios/1022 0/waze-tem-plano-para-melhorar-transito-no-brasil. Acesso: 12 out. 2023. (adaptado)
Com base no texto “Waze tem plano para melhorar trânsito no Brasil”, analise as afirmativas a seguir:
I. Em: “O projeto não é novo, existe desde 2014, mas atingiu recentemente a marca de 10 cidades parceiras na América Latina.”, a conjunção “mas” estabelece contraste entre duas ideias opostas, posicionadas, respectivamente, antes e depois dessa conjunção.
II. No trecho: “Com essa iniciativa, a ideia do Waze é tornar os municípios mais inteligentes.”, o termo “mais” é uma conjunção equivalente a “mas”, cuja grafia pode ser registrada com ou sem o “i”.
Marque a alternativa correta: