Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 91.843 questões

Q4063938 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
Considere o termo exclusivamente em destaque no início do terceiro parágrafo. Pela logica dedutiva, se o autor desejasse exprimir a ideia diametralmente oposta, indicando que a mão de obra familiar dividia espaço com outros modelos de trabalho, qual vocábulo constituiria o antônimo contextual CORRETO?
Alternativas
Q4063542 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

Por que a gente precisa de escolas e universidades?

Meus 20 anos de pesquisa sobre o que nos torna humanos contradizem meus colegas. Eles, munidos de milhões de dólares investidos em seus laboratórios bem-equipados, insistem em buscar genes e moléculas e sequências que devem ter evoluído de maneira diferente exclusivamente em nossa espécie. Eu, munida de uns poucos milhares providos primeiro pela Faperj, depois pelo CNPq, e mais recentemente pela Universidade Vanderbilt, onde trabalho, insisto que não somos especiais.

Mostrei que não somos ponto fora da curva. Meus dados deixam claro que não temos um cérebro aberrantemente maior, não temos mais neurônios do que deveríamos, não vivemos mais do que o esperado para um primata com o nosso número de neurônios corticais. Destes nós temos, sim, mais do que qualquer outro animal, e com mais neurônios corticais, como mostrei em 2019, ganhamos o que realmente nos torna humanos: tempo.

Temos uma combinação de muitos neurônios corticais e tempo de vida que nenhuma outra espécie tem, porque com mais neurônios corticais a vida fica mais lenta e mais longa (tartarugas, tubarões, morcegos e baleias "roubam" tempo funcionando em temperaturas mais baixas, mas isso é outra história). Com tantos neurônios, nós humanos levamos mais de uma década como crianças, livres para explorar o mundo e aprender com adultos, com crianças mais velhas, com avós e até bisavós – porque humanos, cheios de neurônios corticais, ultrapassam as dez décadas de vida. Camundongos, em comparação, têm apenas dois meses para aprender a ser adultos, e só dois anos para passar adiante o que aprenderam.

É essa sobreposição de gerações, resultado do maior tempo de vida que vem com ser primata da espécie humana, que nos torna mais do que nossa biologia. Só com ela, somos o Homo sapiens da idade da pedra. Mas com a sobreposição de gerações, as descobertas e invenções de cada leva de adultos são passadas adiante para a geração seguinte, que assim não começa a vida do zero. Com a sobreposição de gerações, e somente com ela, é que a transferência e a sobrevivência do conhecimento construído por cada humano se torna possível.

A sobreposição geracional começa na família, mas é aumentada exponencialmente graças a uma dessas invenções humanas: a escola. O que acontece de tão transformador na escola é que projetos de humanos têm tempo protegido para interagir com humanos adultos e aprender com eles, de forma sistematizada e eficiente, todo o conhecimento que a humanidade já construiu de mais importante para funcionarmos no planeta.

A universidade, neste sentido, é apenas a continuação da escola – cada vez mais imprescindível –, conforme não para de aumentar o corpo de conhecimento necessário para ser um ser humano funcional numa sociedade que tornamos cada vez mais complexa. E, na universidade, a sobreposição se estende por três gerações: os alunos, seus professores, e os professores destes.

Escolas e universidades são, portanto, os centros de sobreposição geracional onde os membros da espécie têm a oportunidade de aprender a ser humanos modernos. E nas universidades, onde jovens adultos têm tempo protegido para fazer pesquisa e construir conhecimento novo, eles empurram as fronteiras do que é ser humano – e passam isso adiante.

Não deveria haver nada mais precioso para a continuidade e o progresso de um país, portanto, do que garantir acesso livre e universal de seus cidadãos a escolas e universidades. Simples assim.


Herculano-Houzel, S. Por que a gente precisa de escolas e universidades? Folha de S. Paulo, Ciência, 30 maio 2025, p. A41 (adaptado).
Leia a passagem transcrita do texto.

“Escolas e universidades são, portanto, os centros de sobreposição geracional onde os membros da espécie têm a oportunidade de aprender a ser humanos modernos. E nas universidades, onde jovens adultos têm tempo protegido para fazer pesquisa e construir conhecimento novo, eles empurram as fronteiras do que é ser humano – e passam isso adiante.”

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a respeito dos recursos linguísticos e dos sentidos construídos no trecho apresentado.

( ) O pronome “eles” retoma “jovens adultos”, estabelecendo coesão referencial no período.
( ) O autor emprega linguagem técnica, sem qualquer traço figurativo, na expressão “tempo protegido”.
( ) A expressão “passam isso adiante” indica predominância da função emotiva da linguagem, uma vez que revela sentimentos pessoais da autora.
( ) A expressão “centros de sobreposição geracional” constitui uma metáfora que representa o espaço em que diferentes gerações convivem e interagem.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Q4063539 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

Por que a gente precisa de escolas e universidades?

Meus 20 anos de pesquisa sobre o que nos torna humanos contradizem meus colegas. Eles, munidos de milhões de dólares investidos em seus laboratórios bem-equipados, insistem em buscar genes e moléculas e sequências que devem ter evoluído de maneira diferente exclusivamente em nossa espécie. Eu, munida de uns poucos milhares providos primeiro pela Faperj, depois pelo CNPq, e mais recentemente pela Universidade Vanderbilt, onde trabalho, insisto que não somos especiais.

Mostrei que não somos ponto fora da curva. Meus dados deixam claro que não temos um cérebro aberrantemente maior, não temos mais neurônios do que deveríamos, não vivemos mais do que o esperado para um primata com o nosso número de neurônios corticais. Destes nós temos, sim, mais do que qualquer outro animal, e com mais neurônios corticais, como mostrei em 2019, ganhamos o que realmente nos torna humanos: tempo.

Temos uma combinação de muitos neurônios corticais e tempo de vida que nenhuma outra espécie tem, porque com mais neurônios corticais a vida fica mais lenta e mais longa (tartarugas, tubarões, morcegos e baleias "roubam" tempo funcionando em temperaturas mais baixas, mas isso é outra história). Com tantos neurônios, nós humanos levamos mais de uma década como crianças, livres para explorar o mundo e aprender com adultos, com crianças mais velhas, com avós e até bisavós – porque humanos, cheios de neurônios corticais, ultrapassam as dez décadas de vida. Camundongos, em comparação, têm apenas dois meses para aprender a ser adultos, e só dois anos para passar adiante o que aprenderam.

É essa sobreposição de gerações, resultado do maior tempo de vida que vem com ser primata da espécie humana, que nos torna mais do que nossa biologia. Só com ela, somos o Homo sapiens da idade da pedra. Mas com a sobreposição de gerações, as descobertas e invenções de cada leva de adultos são passadas adiante para a geração seguinte, que assim não começa a vida do zero. Com a sobreposição de gerações, e somente com ela, é que a transferência e a sobrevivência do conhecimento construído por cada humano se torna possível.

A sobreposição geracional começa na família, mas é aumentada exponencialmente graças a uma dessas invenções humanas: a escola. O que acontece de tão transformador na escola é que projetos de humanos têm tempo protegido para interagir com humanos adultos e aprender com eles, de forma sistematizada e eficiente, todo o conhecimento que a humanidade já construiu de mais importante para funcionarmos no planeta.

A universidade, neste sentido, é apenas a continuação da escola – cada vez mais imprescindível –, conforme não para de aumentar o corpo de conhecimento necessário para ser um ser humano funcional numa sociedade que tornamos cada vez mais complexa. E, na universidade, a sobreposição se estende por três gerações: os alunos, seus professores, e os professores destes.

Escolas e universidades são, portanto, os centros de sobreposição geracional onde os membros da espécie têm a oportunidade de aprender a ser humanos modernos. E nas universidades, onde jovens adultos têm tempo protegido para fazer pesquisa e construir conhecimento novo, eles empurram as fronteiras do que é ser humano – e passam isso adiante.

Não deveria haver nada mais precioso para a continuidade e o progresso de um país, portanto, do que garantir acesso livre e universal de seus cidadãos a escolas e universidades. Simples assim.


Herculano-Houzel, S. Por que a gente precisa de escolas e universidades? Folha de S. Paulo, Ciência, 30 maio 2025, p. A41 (adaptado).
Com relação ao gênero textual a que pertence o texto, bem como sua estrutura composicional, seus objetivos discursivos e o contexto de circulação, é correto afirmar que
Alternativas
Q4063538 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

Por que a gente precisa de escolas e universidades?

Meus 20 anos de pesquisa sobre o que nos torna humanos contradizem meus colegas. Eles, munidos de milhões de dólares investidos em seus laboratórios bem-equipados, insistem em buscar genes e moléculas e sequências que devem ter evoluído de maneira diferente exclusivamente em nossa espécie. Eu, munida de uns poucos milhares providos primeiro pela Faperj, depois pelo CNPq, e mais recentemente pela Universidade Vanderbilt, onde trabalho, insisto que não somos especiais.

Mostrei que não somos ponto fora da curva. Meus dados deixam claro que não temos um cérebro aberrantemente maior, não temos mais neurônios do que deveríamos, não vivemos mais do que o esperado para um primata com o nosso número de neurônios corticais. Destes nós temos, sim, mais do que qualquer outro animal, e com mais neurônios corticais, como mostrei em 2019, ganhamos o que realmente nos torna humanos: tempo.

Temos uma combinação de muitos neurônios corticais e tempo de vida que nenhuma outra espécie tem, porque com mais neurônios corticais a vida fica mais lenta e mais longa (tartarugas, tubarões, morcegos e baleias "roubam" tempo funcionando em temperaturas mais baixas, mas isso é outra história). Com tantos neurônios, nós humanos levamos mais de uma década como crianças, livres para explorar o mundo e aprender com adultos, com crianças mais velhas, com avós e até bisavós – porque humanos, cheios de neurônios corticais, ultrapassam as dez décadas de vida. Camundongos, em comparação, têm apenas dois meses para aprender a ser adultos, e só dois anos para passar adiante o que aprenderam.

É essa sobreposição de gerações, resultado do maior tempo de vida que vem com ser primata da espécie humana, que nos torna mais do que nossa biologia. Só com ela, somos o Homo sapiens da idade da pedra. Mas com a sobreposição de gerações, as descobertas e invenções de cada leva de adultos são passadas adiante para a geração seguinte, que assim não começa a vida do zero. Com a sobreposição de gerações, e somente com ela, é que a transferência e a sobrevivência do conhecimento construído por cada humano se torna possível.

A sobreposição geracional começa na família, mas é aumentada exponencialmente graças a uma dessas invenções humanas: a escola. O que acontece de tão transformador na escola é que projetos de humanos têm tempo protegido para interagir com humanos adultos e aprender com eles, de forma sistematizada e eficiente, todo o conhecimento que a humanidade já construiu de mais importante para funcionarmos no planeta.

A universidade, neste sentido, é apenas a continuação da escola – cada vez mais imprescindível –, conforme não para de aumentar o corpo de conhecimento necessário para ser um ser humano funcional numa sociedade que tornamos cada vez mais complexa. E, na universidade, a sobreposição se estende por três gerações: os alunos, seus professores, e os professores destes.

Escolas e universidades são, portanto, os centros de sobreposição geracional onde os membros da espécie têm a oportunidade de aprender a ser humanos modernos. E nas universidades, onde jovens adultos têm tempo protegido para fazer pesquisa e construir conhecimento novo, eles empurram as fronteiras do que é ser humano – e passam isso adiante.

Não deveria haver nada mais precioso para a continuidade e o progresso de um país, portanto, do que garantir acesso livre e universal de seus cidadãos a escolas e universidades. Simples assim.


Herculano-Houzel, S. Por que a gente precisa de escolas e universidades? Folha de S. Paulo, Ciência, 30 maio 2025, p. A41 (adaptado).
À luz das ideias defendidas no texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

( ) A autora, ao contrapor sua perspectiva à de outros pesquisadores, constrói um efeito discursivo que relativiza a validade de pesquisas baseadas em evidências empíricas.
( ) O avanço científico, segundo a pesquisadora, torna dispensáveis as instituições educacionais tradicionais, já que o conhecimento pode ser transmitido de forma autônoma entre indivíduos.
( ) A recorrência de determinados conceitos ao longo do texto contribui principalmente para manter a coerência textual por meio da retomada e do aprofundamento gradual da ideia central.
( ) A relação estabelecida entre características biológicas da espécie humana e instituições educacionais permite inferir que determinadas condições biológicas tornam possível o surgimento e a consolidação de mecanismos culturais de transmissão do conhecimento.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Q4063537 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

Por que a gente precisa de escolas e universidades?

Meus 20 anos de pesquisa sobre o que nos torna humanos contradizem meus colegas. Eles, munidos de milhões de dólares investidos em seus laboratórios bem-equipados, insistem em buscar genes e moléculas e sequências que devem ter evoluído de maneira diferente exclusivamente em nossa espécie. Eu, munida de uns poucos milhares providos primeiro pela Faperj, depois pelo CNPq, e mais recentemente pela Universidade Vanderbilt, onde trabalho, insisto que não somos especiais.

Mostrei que não somos ponto fora da curva. Meus dados deixam claro que não temos um cérebro aberrantemente maior, não temos mais neurônios do que deveríamos, não vivemos mais do que o esperado para um primata com o nosso número de neurônios corticais. Destes nós temos, sim, mais do que qualquer outro animal, e com mais neurônios corticais, como mostrei em 2019, ganhamos o que realmente nos torna humanos: tempo.

Temos uma combinação de muitos neurônios corticais e tempo de vida que nenhuma outra espécie tem, porque com mais neurônios corticais a vida fica mais lenta e mais longa (tartarugas, tubarões, morcegos e baleias "roubam" tempo funcionando em temperaturas mais baixas, mas isso é outra história). Com tantos neurônios, nós humanos levamos mais de uma década como crianças, livres para explorar o mundo e aprender com adultos, com crianças mais velhas, com avós e até bisavós – porque humanos, cheios de neurônios corticais, ultrapassam as dez décadas de vida. Camundongos, em comparação, têm apenas dois meses para aprender a ser adultos, e só dois anos para passar adiante o que aprenderam.

É essa sobreposição de gerações, resultado do maior tempo de vida que vem com ser primata da espécie humana, que nos torna mais do que nossa biologia. Só com ela, somos o Homo sapiens da idade da pedra. Mas com a sobreposição de gerações, as descobertas e invenções de cada leva de adultos são passadas adiante para a geração seguinte, que assim não começa a vida do zero. Com a sobreposição de gerações, e somente com ela, é que a transferência e a sobrevivência do conhecimento construído por cada humano se torna possível.

A sobreposição geracional começa na família, mas é aumentada exponencialmente graças a uma dessas invenções humanas: a escola. O que acontece de tão transformador na escola é que projetos de humanos têm tempo protegido para interagir com humanos adultos e aprender com eles, de forma sistematizada e eficiente, todo o conhecimento que a humanidade já construiu de mais importante para funcionarmos no planeta.

A universidade, neste sentido, é apenas a continuação da escola – cada vez mais imprescindível –, conforme não para de aumentar o corpo de conhecimento necessário para ser um ser humano funcional numa sociedade que tornamos cada vez mais complexa. E, na universidade, a sobreposição se estende por três gerações: os alunos, seus professores, e os professores destes.

Escolas e universidades são, portanto, os centros de sobreposição geracional onde os membros da espécie têm a oportunidade de aprender a ser humanos modernos. E nas universidades, onde jovens adultos têm tempo protegido para fazer pesquisa e construir conhecimento novo, eles empurram as fronteiras do que é ser humano – e passam isso adiante.

Não deveria haver nada mais precioso para a continuidade e o progresso de um país, portanto, do que garantir acesso livre e universal de seus cidadãos a escolas e universidades. Simples assim.


Herculano-Houzel, S. Por que a gente precisa de escolas e universidades? Folha de S. Paulo, Ciência, 30 maio 2025, p. A41 (adaptado).
Considerando o título e sua relação com o desenvolvimento do texto, é correto afirmar que ele
Alternativas
Q4062881 Português
Analise o texto abaixo:

O incentivo à autonomia favorece o ..................... infantil e a ............................. nas atividades escolares.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Q4062089 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como os conservantes na sua comida afetam as importantes bactérias do intestino


Dentro do corpo humano, existe uma comunidade complexa formada por trilhões de microrganismos que influenciam diversos aspectos da saúde. Esse conjunto é conhecido como microbiota intestinal. A diversidade dessas bactérias pode ser comparada a um ecossistema natural: quanto maior a variedade de microrganismos, maior tende a ser a capacidade de equilíbrio do organismo diante de perturbações.

Estudos indicam que uma microbiota variada exerce papel importante no bem-estar geral. Ela participa de processos ligados ao metabolismo, ao funcionamento do cérebro, à qualidade do sono e ao controle de inflamações. Pessoas com menor diversidade bacteriana apresentam maior tendência a distúrbios intestinais, inflamações e problemas relacionados ao descanso. Por outro lado, uma microbiota mais diversa é frequentemente associada a melhores condições de saúde.

Esse conjunto de microrganismos funciona como um verdadeiro ecossistema interno e é comparado a um órgão adicional do corpo humano. Entretanto, evidências recentes indicam que alguns hábitos alimentares interferem nesse equilíbrio. Entre os fatores mais investigados está o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, que alteram a composição das bactérias intestinais.

Uma das explicações para esse efeito está na presença de aditivos utilizados pela indústria para conservar alimentos, modificar a textura ou intensificar o sabor. Ao observar rótulos de produtos industrializados, é comum encontrar substâncias como emulsificantes, corantes e adoçantes artificiais. Esses componentes mantêm a aparência e o prazo de validade dos produtos, permitindo, por exemplo, que pães permaneçam macios por mais tempo ou que sorvetes tenham textura cremosa.

Entre esses aditivos, os emulsificantes são particularmente frequentes. Eles permitem a mistura de substâncias que normalmente não se combinariam, como água e óleo, além de contribuírem para a estabilidade de diversos alimentos industrializados. Pesquisas identificaram milhares de produtos alimentícios contendo esse tipo de substância, o que demonstra sua ampla presença na alimentação cotidiana.

Apesar de sua utilidade tecnológica, estudos indicam que alguns emulsificantes interferem na microbiota intestinal. Pesquisas associam essas substâncias a problemas como doenças inflamatórias intestinais, síndrome do intestino irritável e alguns tipos de câncer do sistema digestório. Experimentos realizados com animais mostram que determinadas doses de emulsificantes alteram o comportamento das bactérias intestinais, aproximando-as da parede do intestino e favorecendo processos inflamatórios.

Em condições normais, existe uma camada de muco que protege a parede intestinal e mantém as bactérias a uma distância segura. Quando esse equilíbrio é alterado e os microrganismos atravessam essa barreira protetora, surgem inflamações persistentes. Estudos com seres humanos também indicam possíveis associações entre o consumo frequente desses aditivos e doenças metabólicas.

Pesquisas realizadas com grandes grupos de adultos observaram que indivíduos mais expostos a emulsificantes apresentaram maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer. Embora esses resultados indiquem relações estatísticas e não causalidade direta, análises laboratoriais sugerem que certos emulsificantes reduzem a quantidade de bactérias consideradas benéficas.

Investigações clínicas também indicam que a redução do consumo desses aditivos traz benefícios para pessoas com doenças intestinais inflamatórias. Em experimentos controlados, indivíduos que adotaram dietas com menor presença de emulsificantes apresentaram maior probabilidade de melhora dos sintomas.

Além dos aditivos, o próprio grau de processamento dos alimentos também influenciam a saúde intestinal. Pesquisas compararam dietas com valores nutricionais semelhantes, mas com diferentes níveis de processamento. Participantes que consumiram alimentos frescos e minimamente processados apresentaram maior diversidade de bactérias intestinais, enquanto aqueles cuja alimentação incluía mais produtos ultraprocessados demonstraram menor diversidade microbiana e maior ocorrência de desconfortos digestivos.

De modo geral, uma orientação simples é priorizar alimentos frescos e minimamente processados. Essa escolha tende a beneficiar não apenas o organismo humano, mas também a comunidade de microrganismos que vive no intestino e desempenha papel essencial para a manutenção da saúde.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yr5002dg6o.adaptado.
O texto examina a microbiota intestinal como um sistema biológico complexo e analisa como fatores alimentares podem interferir em seu equilíbrio, relacionando diversidade microbiana, presença de aditivos alimentares e possíveis implicações para a saúde humana.

Com base no texto apresentado, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4062041 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A armadilha da carga cognitiva: por que estudar mais tempo nem sempre é sinônimo de aprender mais


Muitas pessoas acreditam que estudar por mais tempo, necessariamente, conduz a melhores resultados. No entanto, evidências da área educacional indicam que o aprendizado não depende apenas da quantidade de horas dedicadas ao estudo. Ler de maneira repetida um conteúdo sem assimilá-lo demonstra que o cérebro possui limites para processar novas informações. Assim, aumentar indiscriminadamente o tempo de estudo gera fadiga mental sem produzir ganhos efetivos.

Segundo estudos sobre aprendizagem, o cérebro não aprende por simples acumulação de dados, mas pela integração das informações. Dois conceitos ajudam a compreender esse processo: memória de trabalho e carga cognitiva. A memória de trabalho corresponde ao espaço mental temporário em que manipulamos informações para realizar tarefas complexas, como compreender textos ou resolver problemas. Esse espaço possui capacidade limitada e precisa ser utilizado de forma eficiente.

A carga cognitiva representa o esforço mental necessário para processar novas informações. Ela é dividida em dois tipos principais. A carga intrínseca está relacionada à própria complexidade do conteúdo estudado. Já a carga extrínseca surge quando fatores externos dificultam o processamento das informações, como explicações confusas, excesso de estímulos ou ambientes inadequados para a aprendizagem.

Pesquisas indicam que a memória de trabalho manipula ao mesmo tempo apenas um número reduzido de unidades de informação, entre cinco e nove elementos. Esses elementos são dados simples ou conceitos mais complexos. A diferença depende do nível de conhecimento do indivíduo. Para iniciantes, diversos dados aparecem como informações isoladas; para especialistas, essas mesmas informações são agrupadas em conceitos mais amplos e organizados.

O processo de aprendizagem consiste em transformar múltiplos dados dispersos em estruturas conceituais mais integradas. Dessa forma, as informações ocupam menos espaço na memória de trabalho, permitindo que o indivíduo realize análises mais complexas. Por isso, especialistas não possuem maior capacidade de memória, mas uma organização mais eficiente do conhecimento acumulado.

Estudos mostram que distribuir o tempo de estudo ao longo de vários dias é mais eficaz do que concentrar muitas horas em uma única sessão.

O cérebro aprende com maior eficiência quando precisa recuperar informações ativamente. Por isso, atividades que exigem reorganização do conhecimento tendem a produzir melhores resultados do que simples releituras.

Entre essas atividades estão transformar textos em esquemas, reinterpretar gráficos, responder a perguntas de autoavaliação ou explicar o conteúdo a outra pessoa.

O descanso também exerce papel fundamental no aprendizado. Durante o sono, especialmente em determinadas fases, ocorrem processos de consolidação da memória que fortalecem as conexões entre os neurônios. Além disso, ambientes de estudo organizados e com menos estímulos externos contribuem para redução de interferências na memória de trabalho.

Em momentos de dificuldade, uma estratégia eficiente consiste em fragmentar o conteúdo em partes menores. Aprender pequenos elementos de cada vez facilita a compreensão progressiva do tema e reduz a sensação de sobrecarga cognitiva. À medida que o conhecimento se organiza, torna-se possível integrar essas partes em estruturas conceituais mais amplas.

Dessa forma, o aprendizado eficaz não depende de esforço contínuo e excessivo, mas do uso inteligente das capacidades cognitivas. Compreender os limites da memória de trabalho, reduzir esforços mentais desnecessários e organizar as informações de forma adequada são estratégias que favorecem a construção de um aprendizado mais profundo e duradouro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg1y1gzgypo.adaptado.
A memória de trabalho corresponde ao espaço mental temporário em que manipulamos informações para realizar tarefas complexas.

Reescrevendo o período com emprego de linguagem conotativa que preserve o sentido original do texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4062037 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A armadilha da carga cognitiva: por que estudar mais tempo nem sempre é sinônimo de aprender mais


Muitas pessoas acreditam que estudar por mais tempo, necessariamente, conduz a melhores resultados. No entanto, evidências da área educacional indicam que o aprendizado não depende apenas da quantidade de horas dedicadas ao estudo. Ler de maneira repetida um conteúdo sem assimilá-lo demonstra que o cérebro possui limites para processar novas informações. Assim, aumentar indiscriminadamente o tempo de estudo gera fadiga mental sem produzir ganhos efetivos.

Segundo estudos sobre aprendizagem, o cérebro não aprende por simples acumulação de dados, mas pela integração das informações. Dois conceitos ajudam a compreender esse processo: memória de trabalho e carga cognitiva. A memória de trabalho corresponde ao espaço mental temporário em que manipulamos informações para realizar tarefas complexas, como compreender textos ou resolver problemas. Esse espaço possui capacidade limitada e precisa ser utilizado de forma eficiente.

A carga cognitiva representa o esforço mental necessário para processar novas informações. Ela é dividida em dois tipos principais. A carga intrínseca está relacionada à própria complexidade do conteúdo estudado. Já a carga extrínseca surge quando fatores externos dificultam o processamento das informações, como explicações confusas, excesso de estímulos ou ambientes inadequados para a aprendizagem.

Pesquisas indicam que a memória de trabalho manipula ao mesmo tempo apenas um número reduzido de unidades de informação, entre cinco e nove elementos. Esses elementos são dados simples ou conceitos mais complexos. A diferença depende do nível de conhecimento do indivíduo. Para iniciantes, diversos dados aparecem como informações isoladas; para especialistas, essas mesmas informações são agrupadas em conceitos mais amplos e organizados.

O processo de aprendizagem consiste em transformar múltiplos dados dispersos em estruturas conceituais mais integradas. Dessa forma, as informações ocupam menos espaço na memória de trabalho, permitindo que o indivíduo realize análises mais complexas. Por isso, especialistas não possuem maior capacidade de memória, mas uma organização mais eficiente do conhecimento acumulado.

Estudos mostram que distribuir o tempo de estudo ao longo de vários dias é mais eficaz do que concentrar muitas horas em uma única sessão.

O cérebro aprende com maior eficiência quando precisa recuperar informações ativamente. Por isso, atividades que exigem reorganização do conhecimento tendem a produzir melhores resultados do que simples releituras.

Entre essas atividades estão transformar textos em esquemas, reinterpretar gráficos, responder a perguntas de autoavaliação ou explicar o conteúdo a outra pessoa.

O descanso também exerce papel fundamental no aprendizado. Durante o sono, especialmente em determinadas fases, ocorrem processos de consolidação da memória que fortalecem as conexões entre os neurônios. Além disso, ambientes de estudo organizados e com menos estímulos externos contribuem para redução de interferências na memória de trabalho.

Em momentos de dificuldade, uma estratégia eficiente consiste em fragmentar o conteúdo em partes menores. Aprender pequenos elementos de cada vez facilita a compreensão progressiva do tema e reduz a sensação de sobrecarga cognitiva. À medida que o conhecimento se organiza, torna-se possível integrar essas partes em estruturas conceituais mais amplas.

Dessa forma, o aprendizado eficaz não depende de esforço contínuo e excessivo, mas do uso inteligente das capacidades cognitivas. Compreender os limites da memória de trabalho, reduzir esforços mentais desnecessários e organizar as informações de forma adequada são estratégias que favorecem a construção de um aprendizado mais profundo e duradouro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg1y1gzgypo.adaptado.
A aprendizagem envolve processos cognitivos relacionados à forma como as informações são organizadas, compreendidas e utilizadas pelos indivíduos. Textos que abordam temas científicos costumam apresentar estrutura explicativa e linguagem objetiva, voltadas à exposição de conceitos e relações entre ideias.

Com base nas características do texto-base, assinale a alternativa CORRETA quanto à tipologia e ao gênero textual.
Alternativas
Q4060566 Português

O que na sua opinião precisa ser feito para que as sociedades conheçam mais a respeito de sustentabilidade, preservação do meio ambiente e consumo consciente? 


Kátia Queiroz Fenyves - Acredito que para avançarmos como sociedade precisamos tratar a questão das desigualdades socioeconômicas que estão intrinsicamente relacionadas a desigualdades ambientais, inclusive no que diz respeito às informações, ao conhecimento. A educação é, portanto, um componente estratégico para este avanço, mas é preciso ter um entendimento amplo que traga também os saberes tradicionais para esta equação. Além disso é preciso cada dia mais abordar o tema da perspectiva das oportunidades, pois a transição para modos de vida mais sustentáveis, que preservam o meio ambiente e que se baseiem em consumo consciente alavancam inúmeras delas; por exemplo, um maior potencial de geração de empregos de qualidade e menos gastos com saúde.


Fonte: http://www.cest.poli.usp.br/ (adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta do fragmento acima. 
Alternativas
Q4060565 Português

O que na sua opinião precisa ser feito para que as sociedades conheçam mais a respeito de sustentabilidade, preservação do meio ambiente e consumo consciente? 


Kátia Queiroz Fenyves - Acredito que para avançarmos como sociedade precisamos tratar a questão das desigualdades socioeconômicas que estão intrinsicamente relacionadas a desigualdades ambientais, inclusive no que diz respeito às informações, ao conhecimento. A educação é, portanto, um componente estratégico para este avanço, mas é preciso ter um entendimento amplo que traga também os saberes tradicionais para esta equação. Além disso é preciso cada dia mais abordar o tema da perspectiva das oportunidades, pois a transição para modos de vida mais sustentáveis, que preservam o meio ambiente e que se baseiem em consumo consciente alavancam inúmeras delas; por exemplo, um maior potencial de geração de empregos de qualidade e menos gastos com saúde.


Fonte: http://www.cest.poli.usp.br/ (adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA do fragmento acima.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Florianópolis - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Administrador - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Eletricista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Sanitarista e Ambiental - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Farmacêutico - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Economista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Fisioterapeuta - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Ambiental - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Fonoaudiólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Pneumo Pediátrico - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Assistente Jurídico - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Psiquiatria - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Nutricionista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Odontólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro de Mobilidade - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Odontólogo Bucomaxilofacial - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro de Segurança no Trabalho - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Geógrafo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Assistente Social - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Profissional de Educação Física - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Bibliotecário - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Psicólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Arquiteto - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Biólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Contador - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Geólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Endocrinologista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Infectologia - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Analista de Sistemas - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Neuropediatra - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Endócrino Pediátrico - Edital nº 25 |
Q4060175 Português
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ).

( ) O uso da vírgula está incorreto em “A lua brilhava, e o poeta ficou extasiado”.
( ) A vírgula está corretamente usada em “Ele gosta, às vezes de correr sem rumo”.
( ) Na frase “O poeta tem um coração de ouro” há uso de linguagem conotativa.
( ) Na frase “Morro de amores por aquela cidade” há a presença de hipérbole.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Florianópolis - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Administrador - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Eletricista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Sanitarista e Ambiental - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Farmacêutico - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Economista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Fisioterapeuta - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Ambiental - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Fonoaudiólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Pneumo Pediátrico - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Assistente Jurídico - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Psiquiatria - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Nutricionista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Odontólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro de Mobilidade - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Odontólogo Bucomaxilofacial - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro de Segurança no Trabalho - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Geógrafo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Assistente Social - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Profissional de Educação Física - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Bibliotecário - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Psicólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Arquiteto - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Biólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Contador - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Geólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Endocrinologista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Infectologia - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Analista de Sistemas - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Neuropediatra - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Endócrino Pediátrico - Edital nº 25 |
Q4060170 Português
Leia o poema abaixo de Fernando Pessoa.


Para ser grande, sê inteiro: nada

Teu exagera ou exclui.


Sê todo em cada coisa. Põe quanto és

No mínimo que fazes.


Assim em cada lago a lua toda

Brilha, porque alta vive.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a temática do poema.
Alternativas
Q4059324 Português
Dia do Ouvidor:
COFFITO destaca escuta ativa na gestão pública

        O COFFITO realizou um encontro em homenagem ao Dia do Ouvidor, comemorado anualmente em 16 de março. O evento foi dedicado ao diálogo, à troca de experiências e ao fortalecimento institucional.

        O presidente do COFFITO, Dr. Sandroval Torres, abriu o evento e reafirmou a importância da integração entre as autarquias federais e regionais para a qualificação dos serviços da área de saúde prestados à população: “Nosso papel é muito importante. Somos a barreira que garante segurança para a sociedade. Sem nós, a sociedade fica vulnerável”.

        O ministro‑substituto do TCU, André Luís de Carvalho, apresentou a legislação que fundamenta o trabalho das Ouvidorias e a amplitude dessa atuação. “O acesso à informação como direito fundamental pressupõe que o cidadão não precisa pedir para ter acesso”, destacou.

        O ministro ressaltou que a Lei de Acesso à Informação define a publicidade como regra geral e o sigilo, como exceção. Afirmou ainda que o objetivo é fomentar a transparência administrativa e fortalecer o controle social.

        A chefe da Ouvidoria do COFFITO, Dra. Danielle Castro Azeredo, compartilhou com os participantes os resultados e aprendizados decorrentes da implementação da Ouvidoria Integrada do Sistema COFFITO/CREFITOs, desenvolvida pela atual gestão. Segundo ela, essa é uma iniciativa que marca uma nova etapa na governança institucional.

        Para o superintendente do COFFITO, Sergio Andrade, mais do que uma data comemorativa, o momento convida a reflexões sobre o papel estratégico das Ouvidorias na administração pública. No dia a dia, essas unidades funcionam como elo entre a sociedade e as instituições, contribuindo para “a qualificação dos serviços, o aprimoramento da gestão e a consolidação de práticas mais transparentes”.

        A programação do encontro contou com temas centrais para a atuação dos ouvidores, como a importância da escuta ativa, os desafios da atuação integrada, o uso de relatórios gerenciais como ferramenta de melhoria contínua e o papel da Ouvidoria na promoção da ética profissional.

        O COFFITO reforça seu compromisso com uma gestão cada vez mais aberta ao diálogo e orientada pela escuta qualificada. Com a presença de ouvidores de diferentes regiões do país, o Conselho Federal amplia o alcance das discussões e fortalece a construção coletiva de soluções voltadas ao interesse público.

Internet: <coffito.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


Embora o texto “Dia do Ouvidor: COFFITO destaca escuta ativa na gestão pública” apresente informações e dados objetivos, ele não se caracteriza como dissertativo‑argumentativo, pois não desenvolve tese com a defesa sistemática por meio de argumentos organizados.

Alternativas
Q4059315 Português
TRF1 reconhece legitimidade da perícia fisioterapêutica

        Por unanimidade, a 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou recentemente a apelação do Conselho Federal de Medicina (CFM) e manteve a validade da Resolução COFFITO nº 466/2016, reafirmando a competência normativa do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) para disciplinar a perícia fisioterapêutica.

        No julgamento, o Tribunal reconheceu que a norma não invade atribuições privativas da medicina, pois se limita à regulação da atuação do fisioterapeuta dentro de sua habilitação legal e técnica. Também consignou que o sistema processual brasileiro não restringe a perícia judicial exclusivamente aos médicos, admitindo a nomeação de profissionais legalmente habilitados, conforme a natureza da matéria controvertida.

        O acórdão ressaltou o fundamento de que, embora a Lei nº 12.842/2013 discipline os atos privativos da medicina em seus arts. 4º e 5º, o próprio Poder Legislativo reconheceu que o diagnóstico nosológico e a prescrição terapêutica não são exclusivos da medicina, como evidenciado pela mensagem de veto ao art. 4º, I, da lei federal.

        Além disso, ficou reafirmado que, em matérias relacionadas à biomecânica, ergonomia e funcionalidade motora, o fisioterapeuta é profissional tecnicamente qualificado para atuar na perícia, sempre dentro dos limites de sua formação e sem extrapolação para atos privativos de outra profissão.

            A manutenção da norma, portanto, resguarda não apenas a autonomia técnica da fisioterapia, mas também a adequada prestação jurisdicional nas demandas que exigem conhecimento funcional e cinesiológico especializado.

        Com o resultado do julgamento, permanece plenamente válida a Resolução COFFITO nº 466/2016, confirmando não apenas a autonomia técnica da fisioterapia, mas também a adequada prestação jurisdicional nas demandas que exigem conhecimento funcional e cinesiológico especializado.

        O COFFITO, nesse contexto, permanece vigilante e atuante, sempre em defesa das prerrogativas profissionais, da legalidade do exercício da profissão e da valorização técnica e científica da fisioterapia e da terapia ocupacional.

Internet:<crefito14.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No fragmento “A manutenção da norma, portanto, resguarda não apenas a autonomia técnica da fisioterapia”, a vírgula empregada após o vocábulo “portanto” é obrigatória, uma vez que se trata de um conectivo conclusivo intercalado.

Alternativas
Q4059202 Português
Sistema COFFITO/CREFITOs completa 50 anos e ganha documentário emocionante

        A Lei nº 6.316/1975, que instituiu o Sistema COFFITO/CREFITOs (Conselho Federal e Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional), completou 50 anos em 2025. A norma representa um marco na regulamentação, fiscalização e valorização da atuação dos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais no Brasil, conduzidas pelo Sistema. Cinco décadas após a assinatura da Lei, o Brasil conta hoje com 20 CREFITOs e cerca de 400 mil fisioterapeutas e 20 mil terapeutas ocupacionais em atuação no país.

        Para celebrar esse marco na história da fisioterapia e da terapia ocupacional no Brasil, o COFFITO lançou, em 2025, o documentário “Ousar para Mudar os Rumos: a geração que transformou a história da fisioterapia e da terapia ocupacional no Brasil”. Com quase duas horas de duração, a produção reúne relatos emocionantes de quem vivenciou a consolidação das duas profissões e ajudou a construir, ao longo de cinco décadas, um capítulo decisivo da história da saúde nacional.

        O doutor Sandroval Francisco Torres, presidente do COFFITO, destacou a importância da data. “O Sistema COFFITO/CREFITOs chega aos seus 50 anos marcado por muitas lutas e muito esforço. Hoje, estamos onde conseguimos chegar a partir desse percurso. Trabalhamos para ocupar nossos espaços de forma tecnicamente segura, reconhecidamente viável e resolutiva, contribuindo efetivamente para a saúde do cidadão brasileiro”, afirmou.

        Segundo Sandroval, o Brasil é hoje uma referência mundial nas duas áreas. “Nosso empenho é para que o cidadão brasileiro tenha a certeza de que, se, em algum momento da sua vida, precisar de um fisioterapeuta ou de um terapeuta ocupacional, encontrará profissionais altamente qualificados. Hoje, o melhor fisioterapeuta e o melhor terapeuta ocupacional formados no mundo são capacitados no Brasil”, garantiu.

        Apesar dos avanços, ele ressaltou que ainda há muito a ser feito. “Temos plena consciência de que ainda há muito a avançar no aprimoramento do nosso próprio fazer profissional, que precisa ser constantemente melhorado, reinventado, reanalisado e revisitado, sempre com o objetivo de oferecer um serviço cada vez mais qualificado, eficiente e resolutivo à população brasileira”, concluiu.


Internet:<noticias.r7.com>  (com adaptações).

No que diz respeito ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No fragmento “Trabalhamos para ocupar nossos espaços de forma tecnicamente segura, reconhecidamente viável e resolutiva”, a substituição de “resolutiva” por definitiva manteria o sentido original do texto.

Alternativas
Q4058960 Português
Texto
Leia o texto abaixo de José Saramago.

Neste meio século não parece que os governos tenham feito pelos direitos humanos tudo aquilo a que moralmente estavam obrigados. As injustiças multiplicam-se, as desigualdades agravam-se, a ignorância cresce, a miséria alastra. A mesma esquizofrênica humanidade capaz de enviar instrumentos a um planeta para estudar a composição das suas rochas, assiste indiferente à morte de milhões de pessoas pela fome. Chega-se mais facilmente a Marte do que ao nosso próprio semelhante.
(Fragmento)

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre o texto.
Alternativas
Q4058802 Português
Analise o texto abaixo:

Modo de preparo da calda:
Em uma panela pequena, misture a água e o açúcar até formarem uma calda.
Unte uma forma com essa calda e reserve.

Assinale a alternativa que indica corretamente o tipo de texto no trecho apresentado.
Alternativas
Q4058801 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o sentido conotativo.
Alternativas
Q4058800 Português
Assinale a alternativa que traz corretamente um exemplo de estrutura textual descritivo.
Alternativas
Respostas
1981: C
1982: A
1983: D
1984: B
1985: E
1986: E
1987: D
1988: C
1989: B
1990: C
1991: A
1992: D
1993: C
1994: C
1995: C
1996: E
1997: B
1998: D
1999: E
2000: A