Questões de Concurso Sobre há-a em português

Foram encontradas 331 questões

Q269241 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 10 e 17.
Alternativas
Q262863 Português
                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 
A palavra a, na língua portuguesa, pode ser grafada de três formas distintas entre si, sem que a pronúncia se altere: a, à, há. No entanto, significado e classe gramatical dessas palavras variam.

A frase abaixo deverá sofrer algumas alterações nas palavras em destaque para adequar-se à norma-padrão.

A muito tempo não vejo a parte da minha família a qual foi deixada de herança a fazenda a que todos devotavam grande afeto.

De acordo com a norma-padrão, a correção implicaria, respectivamente, esta sequência de palavras:
Alternativas
Q257529 Português
As palavras destacadas abaixo não se diferem somente quanto à pronúncia mais ou menos forte.


“A gente se acostuma a coisas de mais.” (L. 45) “não há muito o que fazer” (L. 51-52 )


A frase em que a palavra destacada foi usada adequadamente à norma-padrão é a seguinte:

Alternativas
Q239625 Português
Escrever corretamente se insere nas habilidades consideradas fundamentais para o êxito profissional, e o uso correto de HÁ (verbo) ou A (preposição) é fundamental ao redator de qualquer tipo de texto. Considere seu uso nas frases:

I - Há dez dias do encerramento do prazo de inscrição de novos projetos, poucas pessoas demonstraram interesse em participar.

II - Estou a anos-luz de distância de compreender a alma humana.

III - O assassino ainda estava a dois metros de distância de sua vítima.

IV – A pouco fiz uma visita a meus parentes que não via havia tempos.

V - Já havia tentado uma oportunidade dessas a muito tempo.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: MPE-SP Prova: IBFC - 2011 - MPE-SP - Oficial de Promotoria |
Q574995 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

Enviamos ____ ela o livro que _______ tempos procurava.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2011 - TJ-RS - Oficial de Justiça |
Q408343 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 16, 17, 19 e 20.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Jurídico |
Q301644 Português
Observe as palavras com grifo e aponte a alternativa errada:
Alternativas
Q204075 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente os períodos a seguir. Arrebanhava trabalhadores ________margens das estradas_____poucos metros de sua fazenda.________anos que não pagava os direitos trabalhistas e, por tal motivo, __________ ________justiça federal multou-o e condenou-o _________pagar todas as dívidas referentes aos contratos de trabalho não oficiais.
Alternativas
Q1635747 Português
Marque a frase que NÃO contém erro gramatical:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Araucária - PR
Q1231136 Português
Torcedoras dizem entender mais de futebol e brigar menos
A paixão pelo futebol não é algo exclusivo para homens, muito menos no Brasil, onde o esporte é uma febre nacional. Ana Carla Portela, que faz locuções de partidas para vídeos veiculados online, diz entender mais de futebol que muitos  homens. Para ela, a ideia preconceituosa de que mulher que gosta de futebol é "Maria chuteira" está menos presente na sociedade.
A palmeirense Manuela Biz e a corintiana Luciana Hruby dividem apartamento há mais de sete meses e se orgulham, não só do conhecimento que têm sobre o esporte, como também de nunca ter brigado por causa dos times. 
(Folhaonline, acesso em 21 mar. 2010.)Assinale a alternativa que melhor resume esse texto.
Observe o uso do há no último parágrafo do texto e considere as seguintes ocorrências.
1. Há muito eles não ouviam falar do seu time. 2. O Joel assinará o contrato com o time daqui há 3 meses. 3. Há quem diga que não consegue entender o resultado daqueles jogos. 4. Há dez quilômetros daqui encontraremos um restaurante.
Em que ocorrência(s) acima a palavra grifada foi usada corretamente?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ACAPLAM Órgão: Prefeitura de Galinhos - RN
Q1192955 Português
Indique a alternativa que completa corretamente a frase: “___ anos não ia ___ terra natal de meus pais, mas daqui ___ algumas horas estarei lá.”
Alternativas
Q1183682 Português
Assinale a afirmativa grafada INCORRETAMENTE:
Alternativas
Q1172708 Português
A CULTURA DA REPETÊNCIA

     A promoção automática e os chamados ciclos viraram o bode expiatório do que está errado com a educação. Com Cândido Gomes, saí à busca de explicações.
    Alguns países desenvolvidos permitem a reprovação. Mas não é em massa, como prática pedagógica para incentivar a aprendizagem. Outros, como o Japão, têm promoção automática. Contudo, há enorme pressão da família, dos colegas e da sociedade. Nos Estados Unidos e no Reino Unido praticamente não há reprovação, porém há possibilidade de agrupar os alunos mais e menos "fortes" em turmas diferentes. A Espanha conseguiu bons resultados não reprovando no interior de cada ciclo e está mantendo a mesma política em seu projeto de reforma. Esses países aprenderam – não sem muito empenho – a fazer com que os alunos se esforcem, sem o terror da reprovação. Comparando os países que adotam e os que não adotam a reprovação, os testes internacionais não mostram nenhuma vantagem para a prática sistemática da reprovação. Uma pesquisa recente, nos Estados Unidos, mostrou que reprovar tende a ser pior do que aprovar quem não sabe. Exceto em casos de aproveitamento muito baixo, o aprovado sem saber aprende mais na série seguinte do que o repetente.
     De tempos idos, glorificamos no Brasil a "cultura da repetência", em que a marca do ensino sério era reprovar muitos alunos. Nos últimos anos, houve uma tentativa de erradicar essa prática, seja convencendo os professores de que é uma política equivocada, seja pela criação de ciclos de dois ou mais períodos, dentro dos quais não há reprovação. Obviamente, não há mágica, pois essas experiências não passam da ponta do iceberg de uma solução complexa. Não se trata somente de eliminar a reprovação, por súplica ou decreto. O que fará com que os alunos se dediquem aos estudos? Não devem nos surpreender as reclamações dos pais dos alunos de classe média, pois as ameaças de punições tenebrosas aos reprovados tinham bons resultados.
     Portanto, ensaiamos um primeiro passo ao criar os ciclos escolares e frear as reprovações. Mas há que substituir o medo da reprovação por mecanismos mais saudáveis de recompensas e punições. Para haver ganhos de aprendizagem, precisamos mexer na caixa-preta da sala de aula. Mas boas idéias e pregações não resolvem o problema.
    O balancete da não-reprovação no Brasil ainda está pouco claro, mas o que sabemos não permite condená-la, a priori. Um estudo cuidadoso do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), feito por Kaizo Beltrão e Ferrão, mostrou que "a penalização de reter o aluno na série é muito maior que a de ele estudar numa escola com o ensino organizado em ciclos". Todavia, deixar avançar um aluno não completamente alfabetizado pode ser uma péssima idéia.
      A maldição de tais medidas é ser uma solução "fácil", pois elas aumentam as conclusões e os custos se reduzem, sem o trabalho árduo de melhorar a sala de aula. Portanto, para mostrar melhores resultados, algumas autoridades "sugerem" que não se reprove. Mas tampouco podemos condenar uma idéia cuja implementação não se completou. Falta construir o sistema que vai substituir o medo da repetência por outros estímulos mais eficazes, sobretudo diante de alunos heterogêneos.
      Estamos diante de um dilema. A reprovação em massa é péssima. Para beneficiar os alunos de classe média, em que o medo da reprovação e das punições paternas faz milagres, não podemos voltar a um sistema de conseqüências sinistras para os mais pobres. Mas eliminar a reprovação sem melhorar a sala de aula é quase tão ruim. Escapar do dilema requer condições mínimas para o aprendizado, avaliação contínua e feedback ao aluno, com novos prêmios e sanções. Quem tropeça precisa de oportunidades concretas de recuperação paralela e atenção especial. As exigências e expectativas em relação ao aluno têm de ser realistas e sua auto-estima, tratada com carinho.
     Precisamos abandonar a discussão bolorenta da aprovação automática versus reprovação em massa. O desafio é melhorar a sala de aula, de tal forma que os alunos sejam aprovados porque sabem o que precisam saber.

(Claudio de Moura Castro - Revista Veja, 7 de janeiro de 2009)
_________ coordenadora do importante projeto que prevê _________ ampliação do acesso ao ensino superior salientou _________ importância do apoio da sociedade no combate _________ desigualdade educacional.
Aponte a seqüência que preenche adequadamente as lacunas acima.
Alternativas
Q521149 Português
Releia a seguinte passagem:


“Há dez anos (...), a Coca-Cola não estava preocupada com o derretimento das geleiras..." (linhas 16-17).

Em qual das alternativas abaixo a lacuna NÃO deve ser preenchida com “Há", mas, sim, com “A"?

Alternativas
Q356577 Português
Considerando o contexto, o preenchimento das lacunas pontilhadas das linhas 01, 10 e 23 deve ser feito por:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FEC Órgão: ANS Prova: FEC - 2010 - ANS - Temporário Superior 1 - Direito |
Q323889 Português
No período“Como é que voumatar umpássaro só porque o conheço HÁ menos tempo do que vocês?” (3º parágrafo), a forma do verbo HAVER em caixa alta está corretamente empregada, por se tratar de indicação de tempo decorrido.Das frases abaixo, está INCORRETA, quanto ao emprego do verboHAVER, a seguinte:

Alternativas
Q111891 Português
Assinale a alternativa adequada quanto ao uso de a (preposição), à (preposição + artigo) ou há (verbo haver):

Alternativas
Q93613 Português
Assinale a alternativa que apresenta as palavras com as quais podemos preencher adequadamente os espaços vazios do trecho abaixo.

Imagem 003.jpg

Alternativas
Q82675 Português
Embora pudesse estar estampada na primeira página de um jornal, a manchete que NÃO está redigida de acordo com a norma culta é:
Alternativas
Q29763 Português
Assinale a opção que indica onde o texto foi transcrito com erro gramatical.

A lição reafi rmada pela crise é a da (1) instabilidade como pressuposto da economia de mercado, transmitida por dois canais. O primeiro é o da confi ança dos agentes - aspecto crucial nas observações de John Maynard Keynes -, que é volúvel e sujeita a mudança repentina em momentos de incerteza. Tal instabilidade pode ainda ser catalisada (2) pelo canal fi nanceiro, como ficou claro, de forma dramática, em 2008. Falhas de mercado e manifestações de irracionalidade são comuns no capitalismo, sem dúvida, mas a derrocada recente não repõe (3) a polarização entre Estado e mercado. Reforça, isso sim, a necessidade de aperfeiçoar instituições, afim de (4) preservar a funcionalidade dos mercados e a concorrência, bens públicos que o mercado, deixado à (5) própria sorte, é incapaz de prover. (Adaptado de Folha de S. Paulo, Editorial, 17/01/2010.)
Alternativas
Respostas
301: E
302: C
303: A
304: A
305: C
306: C
307: C
308: C
309: A
310: E
311: B
312: C
313: A
314: D
315: A
316: E
317: B
318: C
319: E
320: D