Questões de Concurso Sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português

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Q4265379 Português

Leia o texto para responder a questão.



Falta de reconhecimento leva mais profissionais experientes a pedir demissão



Falta de reconhecimento é o principal motivo que leva profissionais com mais experiência a pedir demissão, indica um estudo da empresa de tecnologia para recursos humanos Pulses com dados de mais de 145 mil funcionários de empresas no Brasil.


Segundo a pesquisa, a que VOCÊ RH teve acesso com exclusividade, quando não se sentem reconhecidos e valorizados pela companhia ou quando não veem perspectivas de crescimento, os profissionais apresentam cinco vezes mais risco de pedir demissão. Se acreditam que as recompensas recebidas pelos seus esforços não são justas, o risco é 2,5 vezes maior.


Para a geração X, reconhecimento é importante. Esses profissionais costumam ocupar cargos de maior responsabilidade, então, é natural que direcionem suas energias para dar continuidade ao desenvolvimento que já conquistaram. Concorda?


Veja mais sobre o estudo clicando no link da bio e depois sobre a imagem que ilustra esta postagem.

Disponível em https://www.instagram.com/p/CmwME20OGfk/

Assinale a alternativa que não apresenta nenhum erro ortográfico. 
Alternativas
Q4265376 Português

Leia o texto para responder a questão.



Falta de reconhecimento leva mais profissionais experientes a pedir demissão



Falta de reconhecimento é o principal motivo que leva profissionais com mais experiência a pedir demissão, indica um estudo da empresa de tecnologia para recursos humanos Pulses com dados de mais de 145 mil funcionários de empresas no Brasil.


Segundo a pesquisa, a que VOCÊ RH teve acesso com exclusividade, quando não se sentem reconhecidos e valorizados pela companhia ou quando não veem perspectivas de crescimento, os profissionais apresentam cinco vezes mais risco de pedir demissão. Se acreditam que as recompensas recebidas pelos seus esforços não são justas, o risco é 2,5 vezes maior.


Para a geração X, reconhecimento é importante. Esses profissionais costumam ocupar cargos de maior responsabilidade, então, é natural que direcionem suas energias para dar continuidade ao desenvolvimento que já conquistaram. Concorda?


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“Demissão” é grafada com –ss, assim como 
Alternativas
Q4265219 Português
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Qual a função da primeira-dama no Brasil?

    Oficialmente, nenhuma. Não há como a primeira-dama assumir um cargo para o qual não foi eleita. No entanto, há uma tradição de as esposas dos presidentes brasileiros se envolverem em programas sociais e ações beneficentes, tudo feito de forma voluntária. Até porque não há salário previsto para os cônjuges dos chefes do Executivo.
    Michelle Bolsonaro, por exemplo, atuou na inclusão social de pessoas com deficiência. Sua antecessora, Marcela Temer, foi embaixadora do programa Criança Feliz, voltado à primeira infância (até os 6 anos de idade).
    No Brasil, esse costume vem de 1942. Foi quando Darcy Vargas (esposa de Getúlio) criou a Legião Brasileira de Assistência (LBA). A instituição visava ajudar as famílias dos soldados brasileiros enviados à Segunda Guerra Mundial, com recursos doados por empresários. A implementação da LBA em cada estado da federação ficou a cargo das primeiras-damas estaduais. Após o fim do conflito, a associação passou a atender famílias necessitadas – mas manteve a tradição de ser presidida pelas esposas dos governadores.
    Essa imagem positiva de engajamento em boas causas foi maculada em 1991, quando, sob direção de Rosane Collor, a LBA sofreu denúncias de desvio de verba. A tal ponto que a Legião foi extinta no primeiro dia de mandato de Fernando Henrique Cardoso, em janeiro de 1995.

Disponível em https://www.instagram.com/p/CmrJAlPr0Dy/
A letra H na Língua Portuguesa, no início de palavras, não tem som fonético algum, ou seja, não tem som, porém está presente na grafia. Sendo assim, assinale a alternativa cuja palavra esteja grafada com H incorretamente.
Alternativas
Q4265212 Português
Leia o texto para responder a questão.

Qual a função da primeira-dama no Brasil?

    Oficialmente, nenhuma. Não há como a primeira-dama assumir um cargo para o qual não foi eleita. No entanto, há uma tradição de as esposas dos presidentes brasileiros se envolverem em programas sociais e ações beneficentes, tudo feito de forma voluntária. Até porque não há salário previsto para os cônjuges dos chefes do Executivo.
    Michelle Bolsonaro, por exemplo, atuou na inclusão social de pessoas com deficiência. Sua antecessora, Marcela Temer, foi embaixadora do programa Criança Feliz, voltado à primeira infância (até os 6 anos de idade).
    No Brasil, esse costume vem de 1942. Foi quando Darcy Vargas (esposa de Getúlio) criou a Legião Brasileira de Assistência (LBA). A instituição visava ajudar as famílias dos soldados brasileiros enviados à Segunda Guerra Mundial, com recursos doados por empresários. A implementação da LBA em cada estado da federação ficou a cargo das primeiras-damas estaduais. Após o fim do conflito, a associação passou a atender famílias necessitadas – mas manteve a tradição de ser presidida pelas esposas dos governadores.
    Essa imagem positiva de engajamento em boas causas foi maculada em 1991, quando, sob direção de Rosane Collor, a LBA sofreu denúncias de desvio de verba. A tal ponto que a Legião foi extinta no primeiro dia de mandato de Fernando Henrique Cardoso, em janeiro de 1995.

Disponível em https://www.instagram.com/p/CmrJAlPr0Dy/
Assinale a alternativa que não apresenta nenhum erro ortográfico.
Alternativas
Q4265210 Português
Leia o texto para responder a questão.

Qual a função da primeira-dama no Brasil?

    Oficialmente, nenhuma. Não há como a primeira-dama assumir um cargo para o qual não foi eleita. No entanto, há uma tradição de as esposas dos presidentes brasileiros se envolverem em programas sociais e ações beneficentes, tudo feito de forma voluntária. Até porque não há salário previsto para os cônjuges dos chefes do Executivo.
    Michelle Bolsonaro, por exemplo, atuou na inclusão social de pessoas com deficiência. Sua antecessora, Marcela Temer, foi embaixadora do programa Criança Feliz, voltado à primeira infância (até os 6 anos de idade).
    No Brasil, esse costume vem de 1942. Foi quando Darcy Vargas (esposa de Getúlio) criou a Legião Brasileira de Assistência (LBA). A instituição visava ajudar as famílias dos soldados brasileiros enviados à Segunda Guerra Mundial, com recursos doados por empresários. A implementação da LBA em cada estado da federação ficou a cargo das primeiras-damas estaduais. Após o fim do conflito, a associação passou a atender famílias necessitadas – mas manteve a tradição de ser presidida pelas esposas dos governadores.
    Essa imagem positiva de engajamento em boas causas foi maculada em 1991, quando, sob direção de Rosane Collor, a LBA sofreu denúncias de desvio de verba. A tal ponto que a Legião foi extinta no primeiro dia de mandato de Fernando Henrique Cardoso, em janeiro de 1995.

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“Exemplo” é grafado com –x, bem como
Alternativas
Q4262672 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 

Para representar o fonema /j/ existem duas letras: g e j. As palavras “estratégia” e “exige” são grafadas com g. Assinale a alternativa que apresenta o uso INCORRETO desse fonema.
Alternativas
Q4262297 Português

Leia o texto para responder a questão.



A Dama de Ferro


por Francisco Russo


    Meryl Streep já foi polonesa (A Escolha de Sofia), italiana (As Pontes de Madison) e irlandesa (A Dança das Paixões). Interpretou uma freira rigorosa (Dúvida), uma professora dedicada (Música do Coração) e uma psiquiatra (Terapia do Amor), entre tantas outras profissões. Já cantou em cena (Mamma Mia!), foi mocinha e vilã. No auge de seus 62 anos, sem ter mais nada a provar, encarou um de seus papéis mais difíceis: Margaret Thatcher, a ex-primeira-ministra britânica que despertou sentimentos distintos ao longo de seus 11 anos de governo. Difícil não apenas pela natureza da personagem, mas especialmente por seus trejeitos. Streep, sem exagero, personifica Thatcher. É o que segura o filme.



    A Dama de Ferro apresenta a história de Margaret Thatcher usando a velha fórmula de mostrar a protagonista já idosa e, a partir de suas lembranças, exibir seus feitos do passado. Uma tática explorada à exaustão em cinebiografias, como Piaf – Um Hino ao Amor, ressaltada ainda por outro truque: colocar um personagem querido, e já falecido, para conversar com a pessoa retratada. É este o papel de Jim Broadbent, que impõe um tom cômico e provocador ao seu Dennis, marido de Margaret. Junta-se à receita de bolo uma trilha sonora clichê e pronto, eis um filme absolutamente igual a tantos outros. Pior: sem a capacidade de explicar de forma convincente a complexidade da época em que Thatcher governou.



    Os principais eventos do final dos anos 70 e da década seguinte até são apresentados, com rápidas citações e cenas reais da época, captadas pela TV. Era um cenário bem diferente do atual, onde o duelo capitalismo x socialismo ainda imperava. A crise econômica vivida pela Inglaterra é simplificada e até bem apresentada através de comparações envolvendo responsabilidade fiscal (assunto macro) com orçamento doméstico (assunto micro). Tudo para aproximar o espectador a um tema difícil, de forma a também justificar sua baixa popularidade imediata. Situação revertida logo em seguida, com o sucesso na Guerra das Malvinas e a imediata consagração patriota.



    Enquanto se atém aos dois fatos mais marcantes do governo Thatcher, a crise e a guerra, A Dama de Ferro se sai bem, apesar do cansativo e desnecessário vai e vem entre cenas do passado e do presente. É no que há além disto que o filme peca. Por exemplo, o rigor extremo com que Thatcher tratava sua equipe é ressaltado em detrimento das decisões impopulares que tomou, que fizeram com que deixasse o governo. Desta forma o filme dá à sua personagem principal um tom carinhoso, tornando-a vítima dos acontecimentos e uma injustiçada diante da história. Mais tendencioso, impossível.



    Por outro lado, é Meryl Streep quem dá brilho ao filme. Sua primeira aparição, envelhecida graças à excelente maquiagem, surpreende. É através de seu modo de falar, dos trejeitos ao andar e se mover, que percebe-se que a atriz fez um minucioso trabalho de personificação em relação à verdadeira Thatcher. Coisa de perfeccionista mesmo, de buscar o detalhe para ser o mais idêntico possível. Entretanto, trata-se de um trabalho técnico. Extremamente bem feito, mas que não emociona.



    A Dama de Ferro é um filme razoável, que compensa o andamento burocrático da história com uma grande atuação de sua protagonista. Destaque também para a crítica implícita às celebridades de hoje em dia, feita no diálogo sobre a mudança de conceitos entre ser famoso por ter feito algo ou alcançar o sucesso simplesmente por ser alguém, sem qualquer mérito.



Disponível em https://www.adorocinema.com/filmes/filme-127404/criticas-adorocinema/ 

Famoso é grafado com –s, assim como 
Alternativas
Q4262292 Português

Leia o texto para responder a questão.



A Dama de Ferro


por Francisco Russo


    Meryl Streep já foi polonesa (A Escolha de Sofia), italiana (As Pontes de Madison) e irlandesa (A Dança das Paixões). Interpretou uma freira rigorosa (Dúvida), uma professora dedicada (Música do Coração) e uma psiquiatra (Terapia do Amor), entre tantas outras profissões. Já cantou em cena (Mamma Mia!), foi mocinha e vilã. No auge de seus 62 anos, sem ter mais nada a provar, encarou um de seus papéis mais difíceis: Margaret Thatcher, a ex-primeira-ministra britânica que despertou sentimentos distintos ao longo de seus 11 anos de governo. Difícil não apenas pela natureza da personagem, mas especialmente por seus trejeitos. Streep, sem exagero, personifica Thatcher. É o que segura o filme.



    A Dama de Ferro apresenta a história de Margaret Thatcher usando a velha fórmula de mostrar a protagonista já idosa e, a partir de suas lembranças, exibir seus feitos do passado. Uma tática explorada à exaustão em cinebiografias, como Piaf – Um Hino ao Amor, ressaltada ainda por outro truque: colocar um personagem querido, e já falecido, para conversar com a pessoa retratada. É este o papel de Jim Broadbent, que impõe um tom cômico e provocador ao seu Dennis, marido de Margaret. Junta-se à receita de bolo uma trilha sonora clichê e pronto, eis um filme absolutamente igual a tantos outros. Pior: sem a capacidade de explicar de forma convincente a complexidade da época em que Thatcher governou.



    Os principais eventos do final dos anos 70 e da década seguinte até são apresentados, com rápidas citações e cenas reais da época, captadas pela TV. Era um cenário bem diferente do atual, onde o duelo capitalismo x socialismo ainda imperava. A crise econômica vivida pela Inglaterra é simplificada e até bem apresentada através de comparações envolvendo responsabilidade fiscal (assunto macro) com orçamento doméstico (assunto micro). Tudo para aproximar o espectador a um tema difícil, de forma a também justificar sua baixa popularidade imediata. Situação revertida logo em seguida, com o sucesso na Guerra das Malvinas e a imediata consagração patriota.



    Enquanto se atém aos dois fatos mais marcantes do governo Thatcher, a crise e a guerra, A Dama de Ferro se sai bem, apesar do cansativo e desnecessário vai e vem entre cenas do passado e do presente. É no que há além disto que o filme peca. Por exemplo, o rigor extremo com que Thatcher tratava sua equipe é ressaltado em detrimento das decisões impopulares que tomou, que fizeram com que deixasse o governo. Desta forma o filme dá à sua personagem principal um tom carinhoso, tornando-a vítima dos acontecimentos e uma injustiçada diante da história. Mais tendencioso, impossível.



    Por outro lado, é Meryl Streep quem dá brilho ao filme. Sua primeira aparição, envelhecida graças à excelente maquiagem, surpreende. É através de seu modo de falar, dos trejeitos ao andar e se mover, que percebe-se que a atriz fez um minucioso trabalho de personificação em relação à verdadeira Thatcher. Coisa de perfeccionista mesmo, de buscar o detalhe para ser o mais idêntico possível. Entretanto, trata-se de um trabalho técnico. Extremamente bem feito, mas que não emociona.



    A Dama de Ferro é um filme razoável, que compensa o andamento burocrático da história com uma grande atuação de sua protagonista. Destaque também para a crítica implícita às celebridades de hoje em dia, feita no diálogo sobre a mudança de conceitos entre ser famoso por ter feito algo ou alcançar o sucesso simplesmente por ser alguém, sem qualquer mérito.



Disponível em https://www.adorocinema.com/filmes/filme-127404/criticas-adorocinema/ 

Assinale a alternativa que não apresenta nenhum erro de ortografia. 
Alternativas
Q4262017 Português

A questão refere-se ao texto. 


texto.jpg (684×567)

No texto, temos a palavra “erradicação”. Segundo Cegalla, na língua falada, a distinção entre as vogais /e/ e /i/ nem sempre é nítida. Por isso, nascem as dúvidas na grafia de algumas palavras. Assinale a alternativa que apresenta grafia correta das palavras.
Alternativas
Q4228851 Português
Utilize a frase a seguir para responder a questão.

Responsável pelo abastecimento e também pela produção de energia elétrica provenientes das hidroelétricas, Minas Gerais está entre os estados onde mais se encontram bacias hidrográficas do brasil.
Das palavras abaixo, retiradas da frase acima, marque com um X a única que devia estar escrita com letra MAIÚSCULA: 
Alternativas
Q4228849 Português
Das palavras abaixo, todas iniciam-se com letra h, EXCETO:
Alternativas
Q4228840 Português
Utilize a frase a seguir para responder a questão.

Tio Onofre chega hoje de Araguari e você sabe como ele adora arroz com pequi!
Observe as palavras retiradas do texto: Onofre, Araguari. Todas são escritas com letras maiúsculas porque são: 
Alternativas
Q4226779 Português

A ____________ antijihadista internacional informou que os ataques do grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque e na vizinha Síria diminuíram nos primeiros meses de 2023, mas os jihadistas continuam uma _____________ em ambos os países, apesar de sua derrota. Após um boom em 2014, o ____________ “califado” do EI foi derrotado por ofensivas sucessivas lançadas a partir do Iraque e da Síria com o apoio de uma aliança internacional liderada por Washington.


(Estado de Minas – internacional. Em: https://www.em.com.br/. Adaptado)


De acordo com a Ortografia Oficial da Língua Portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q4226418 Português
Leituras têm impacto especial quando estamos doentes

Ficar acamado nunca é divertido,mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda

10 jan.2023 às 8h00

    Longos períodos de convalescença são ideais para quem deseja colocar a leitura em dia. Sempre que estou doente, busco a companhia de um livro. Agora mesmo, enquanto me recuperava de uma infecção por Covid em plena temporada de festas, a primeira coisa que fiz foi encher uma mochila com material de leitura e carregá−la comigo para a cama.

    Este é um hábito que me acompanha desde menina, quando os meus pais procuravam algo para me entreter nos momentos em que eu não estava bem. Assim, lembro de receber muitos livros e revistas de quadrinhos quando precisava ficar de molho, me recuperando de algum processo alérgico, de uma gripe ou mesmo de um acidente.

    A leitura, nessas circunstâncias, nos ajuda a combater o tédio e a inquietação. Não sei se isto também acontece com vocês, mas é justamente quando estou doente que paro para questionar a vida e refletir sobre o que preciso fazer para ser uma pessoa minimamente satisfeita.

    Não sou, nem nunca fui uma doente fácil. Bastam dois dias de cama para me deixar angustiada. Sou inquieta, gosto de trabalhar e de me mexer, e fico de mau humor quando percebo que o meu corpo pede arrego.
    
    A impossibilidade de realizar tarefas simples e corriqueiras como tomar banho de cabeça, cozinhar ou ir ao supermercado para comprar frutas faz com que a minha imaginação antecipe cenários em que não terei mais condições de viver sozinha e de fazer as minhas coisas por conta própria.

    Assim, ao constatar a fragilidade e o desconforto causados pela doença, é bastante comum que eu me pergunte se estou levando uma boa vida, se realmente estou a fazer o melhor para mim e para as pessoas que, de alguma forma, contam comigo e apostam na minha felicidade. Nesses momentos, a leitura me resgata e ajuda a superar a angústia.

    A convalescença, como toda quebra de rotina, faz com que a nossa relação com o tempo seja alterada. Quando estamos acamados, perdemos a noção da hora. Acordamos tarde, dormimos cedo e passamos as noites entre o sono e a vigília, a querer adiantar os ponteiros do relógio.

    Toda essa confusão faz com que acabemos voltando a nossa atenção para nós mesmos, em uma tentativa de mantermos a ilusão de que temos controle sobre algo. Assim, doentes, achamos que não nos resta outra coisa a não ser pensar compulsivamente sobre as nossas vidas.

    Ler — o ato de tomar um livro nas mãos e virar as suas páginas uma por uma, em uma sequência crescente e determinada, pacientemente acompanhando o desenrolar de uma história e me esforçando para entender as implicações do que está no papel — é algo que sempre me ajuda a sair de um estado de obsessiva preocupação comigo mesma.

     [...]

    Tenho para mim que a disciplina inspirada pela leitura, ao permitir com que nos tornemos mais atenciosos e pacientes para acompanharmos uma trama do começo ao fim, também seja capaz de restaurar certa impressão de rotina na vida de quem está acamado, ajudando−o mais uma vez a emprestar ordem, ritmo e propósito às suas reflexões.

    Talvez seja por isso, não tenho certeza, que as leituras feitas durante os nossos períodos de convalescença acabam se tornando tão determinantes para nós, como se elas possuíssem uma dimensão transformadora. Consultando a memória, identifico alguns dos livros que me marcaram ao longo dos anos e percebo que muitos foram lidos justamente quando eu estive de cama. Mas será que eles teriam tido o mesmo impacto em minha vida caso eu os tivesse encontrado em outro momento?

    Penso que não. Ao menos no meu caso, os longos períodos de convalescença têm o efeito de suavizar algumas das minhas resistências, fazendo com que eu me sinta um pouco mais disposta a conhecer a obra de autores que normalmente não encontrariam lugar entre as minhas preferências.

   Essa é provavelmente uma dasrazões pelas quais a gente tenha a impressão de que essas leituras de alguma maneira operam uma transformação em nossas vidas. Pois, se estamos lendo algo interessante, porém diferente de quase tudo aquilo a que geralmente temos acesso, então, realmente faz sentido achar que algo em nós esteja mudando graças àquela leitura.

    [...]

   Ficar doente nunca é divertido, mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda, principalmente quando ela nos empresta novas ferramentas para enfrentar os desafios que nos são impostos pela vida.


Albuquerque, Juliana de. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana−de− albuquerque/2023/01/leituras−tem−impacto−especial−quando− estamos−doentes.shtml Acesso em 12 jan. 2023.
“é bastante comum que eu me pergunte se estou levando uma boa vida”

Em qual das opções a palavra destacada está INADEQUADAMENTE grafada?
Alternativas
Q4225189 Português
Nossa liberdade e nossas escolhas

    Fazer escolhas não é um processo fácil. Implica avaliar as opções que a realidade oferece e renunciar a algo, acreditando que aquilo que se escolhe seja a melhor opção. Portanto, escolhas excluem.
    Porém, fazer escolhas é não somente necessário, mas inevitável. Ao acordar, você escolhe levantar-se ou permanecer um pouco mais de tempo deitado. Escolhe chegar ao seu compromisso no horário marcado ou atrasarse. Escolhe a roupa a ser usada, o modo de pentear o cabelo (ou não pentear), se irá tomar café da manhã ou permanecerá em ______. Escolhas são atitudes, ações no mundo.
    Ainda assim, acontecem sempre dentro de um campo de possibilidades, ou seja, dentro de um cenário em que estão disponíveis algumas opções – e não outras. Desse modo, escolhas não são sinônimos de “vontade”. Não é possível, por exemplo, escolher ter outro corpo que não esse com o qual nascemos, ou ter nascido em outra família. Também não é possível escolher fazer o tempo voltar ou fazê-lo passar mais ______.
    Há um modo concreto da realidade acontecer. E ela se impõe a nós e exige que façamos escolhas a partir de um determinado contexto. Ainda assim, nada retira de nós a condição necessária de fazer escolhas.
    Assim é quando adoecemos: não escolhemos _______. Esse é um fato que acontece apesar de muitas vezes realizarmos esforços em nos manter saudáveis. Embora agora, diante da doença, meu campo de possíveis escolhas seja modificado, haverá muitas escolhas a serem realizadas: como vou me colocar diante desse evento, quais tratamentos irei ou não realizar, o que se tornará prioridade nos meus dias diante das opções que tenho.
    Por isso, fazer escolhas pode não ser fácil. Mas está acontecendo o tempo todo. Por essa razão, busque ter claras as razões que fazem você escolher uma opção ou outra. Avalie seu campo de possibilidades, busque olhar para o futuro e pensar para onde suas escolhas estão levando você.
    Já que escolher é inevitável, que façamos nosso melhor. Além disso, que façamos com clareza. Porque isso nos possibilita que, ao olhar para trás, possamos retomar o processo que nos levou a realizar aquela escolha.

(Fonte: Consciência Psicologia - adaptado.)
Considerando-se a ortografia, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Q4223628 Português

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo:



O pre__o foi co__denado a de__ anos de pri__ão.

Alternativas
Q4209649 Português
Quanto ao uso da letra maiúscula e minúscula, todas as frases abaixo estão escritas corretamente, EXCETO:
Alternativas
Q4208153 Português
Em relação à correta ortografia, analisar os itens abaixo:

I. Deve-se escrever “emponderamento”, e não “empoderamento”.
II. Deve-se escrever “cabeleireiro”, e não “cabelereiro”.
III. Deve-se escrever “cardaço”, e não “cadarço”.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4207647 Português
Considerando-se a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinalar a alternativa que preenche ambas as lacunas abaixo CORRETAMENTE:

No Brasil, há aproximadamente 324 mil ________ Comunitários de Saúde (ACS) e ________ de Combate a Endemias (ACE) levando ações, informações, saúde, promoção social e cidadania a milhões de brasileiros.  
Alternativas
Q4169999 Português

No Microscópio

Por Cláudia Laitano


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2023/08/no-microscopiocll08szt9000e015tl6v5su0m.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando a palavra da l. 26, na qual há um espaço pontilhado, analise as assertivas abaixo:
I. O espaço pontilhado deve ser preenchido com “ss”.
II. A palavra é um verbo e sinônima de “propaga-se”.
III. Sem seu complemento, o verbo não tem sentido completo.

Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
1341: A
1342: C
1343: C
1344: D
1345: A
1346: B
1347: C
1348: C
1349: A
1350: D
1351: B
1352: B
1353: A
1354: D
1355: A
1356: A
1357: C
1358: B
1359: A
1360: C