Questões de Concurso
Sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português
Foram encontradas 3.374 questões
“Marlon, um jovem bonito, mas muito ansioso, tem o privilégio de ser casado com Joana, uma excelente designer de sombrancelha e cabelereira.”
No que tange à ortografia, a palavra que está incorretamente escrita é a seguinte:
Escrevem-se com iniciais maiúsculas: nomes de pessoas, empresas e instituições, regiões, períodos, episódios e momentos históricos, festas e datas religiosas, estabelecimentos públicos ou particulares, eventos esportivos e culturais, símbolos nacionais, planos e programas de governo e nomes dos corpos celestes.
Julgue o item que se segue.
A letra maiúscula inicial é usada: nos
topónimos/topônimos, reais ou fictícios (ex.: Rio de
Janeiro e Atlântida); nos antropónimos/antropônimos,
reais ou fictícios (ex.: Machado de Assis e Cinderela); nos
usos de “Fulano”, “Sicrano” e “Beltrano”; nos pontos
cardeais (ex.: Norte e Sul); nas estações do ano (ex.:
Primavera e Inverno).
Conforme o novo Acordo Ortográfico, nos casos em que um prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento é iniciado por “r” ou “s”, essas consoantes devem ser duplicadas, de maneira que o hífen não é utilizado. Assim, as palavras “contrarregra”, “biorritmo”, “psicossocial” e “semissólido” estão escritas de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
É adequado grafar com iniciais minúsculas: formas de tratamento, títulos honoríficos, títulos pessoais e cargos, unidades político-administrativas, pontos cardeais (quando indicam direção ou lugar), doutrinas, correntes e escolas de pensamento, documentos públicos (menos quando possuem nome próprio ou vêm acompanhado do respectivo número) etc.

Leia o texto e responda à questão.
Nova tendência
Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das 10 tendências mais importantes do futuro pela revista "Time".
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquina de lavar, quartos em casa.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso, as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas e, por fim, existe a preocupação com o ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
Gosto muito da ideia. Vai contra essa obsessão histérica do consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada aqui em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está virando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro “O que é meu é seu”, que está virando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.
Gilberto Dimenstein
www.uol.com.br - 04/04/2015
Leia o texto e responda à questão.
Nova tendência
Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das 10 tendências mais importantes do futuro pela revista "Time".
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquina de lavar, quartos em casa.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso, as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas e, por fim, existe a preocupação com o ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
Gosto muito da ideia. Vai contra essa obsessão histérica do consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada aqui em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está virando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro “O que é meu é seu”, que está virando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.
Gilberto Dimenstein
www.uol.com.br - 04/04/2015
Leia o texto e responda à questão.
Nova tendência
Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das 10 tendências mais importantes do futuro pela revista "Time".
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquina de lavar, quartos em casa.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso, as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas e, por fim, existe a preocupação com o ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
Gosto muito da ideia. Vai contra essa obsessão histérica do consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada aqui em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está virando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro “O que é meu é seu”, que está virando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.
Leia o texto e responda à questão.
Nova tendência
Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das 10 tendências mais importantes do futuro pela revista "Time".
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquina de lavar, quartos em casa.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso, as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas e, por fim, existe a preocupação com o ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
Gosto muito da ideia. Vai contra essa obsessão histérica do consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada aqui em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está virando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro “O que é meu é seu”, que está virando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas no seguinte texto, observando a grafia, regência e acentuação das palavras.
________ água gelada não prende gordura no fígado?
Por dois motivos. O primeiro é a que a bebida nem passa por este órgão ao ser ingerida, ______ o percurso natural é atravessar o esôfago e o estômago e ser absorvida pelas paredes do intestino delgado, de onde segue pela corrente sanguínea até chegar ______ rins.
O segundo é que a gordura no fígado é resultante de fatores que nada ______ com a água, seja ela da temperatura que for.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas do seguinte texto, observando a correta grafia delas, crase e concordância verbal.
Vencer a preguiça e resistir ______ tentações apenas algumas das exigências para quem quer ter uma vida saudável! Isso exige dedicação e manifestadas ______ cada dia, capazes de transformar uma nova atividade em um ______.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas no seguinte texto, observando a grafia, regência e acentuação das palavras.
_____ água gelada não prende gordura no fígado?
Por dois motivos. O primeiro é que a bebida nem passa por este órgão ao ser ingerida, _____ o percurso natural é atravessar o esôfago e o estômago e ser absorvida pelas paredes do intestino delgado, de onde segue pela corrente sanguínea até chegar _____ rins.
O segundo é que a gordura no fígado é resultante de fatores que nada _____ com a água, seja ela da temperatura que for.

