Questões de Concurso
Sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português
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Julgue o item a seguir.
No português, a acentuação das paroxítonas segue uma regra que determina que todas as palavras paroxítonas terminadas em "r", "n", "l" e "x" devem ser acentuadas. Exemplos incluem "tórax", "fácil", "réptil" e "núvem". Essas terminações exigem o acento para garantir a correta pronúncia.
Julgue o item a seguir.
O acordo ortográfico de 2009 estabelece que a letra "k" deve ser eliminada do alfabeto português, e todas as palavras que a contêm devem ser adaptadas para "c" ou "qu". Por exemplo, "kilo" deve ser escrito como "quilo" e "karaokê" como "caraoquê". Essa mudança foi introduzida para simplificar a ortografia e uniformizar a escrita entre os países lusófonos.
Observe a imagem a seguir.

Os recortes acima apresentam desvios ortográficos na
escrita de crianças. Nos seis exemplos, os desvios ocorrem
motivados pelo seguinte processo fonológico:

JACKSON, Melinda; MEAKLIM, Hailey. São Paulo: The Conversation Brasil /BBC News Brasil, 2023 Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl3vpk2rdgo (adaptado)
I. Aceito seus termos, com um se não: precisaremos de um prazo maior.
II. Se não conseguirmos fazer boas vendas este mês, teremos problemas.
III. Tente chegar cedo, senão não conseguirá um bom lugar.
Estão CORRETOS:

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Os percalços de viver no espaço
TEXTO 2
Continho
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:
— Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
— Ela não vai não: nós é que vamos nela.
— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?
— Eu não me chamo não: os outros é que me chamam de Zé.
Paulo Mendes Campos. Continho. Em: Carlos Drummond de Andrade e
outros. Crônicas. São Paulo: Ática, 1984. p. 76 (Coleção Para Gostar de
Ler).
Mesmo que o verbo acreditar esteja por um fio, é o que nos resta


