Questões de Concurso
Comentadas sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português
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Internet: <www.abecip.org.br> (com adaptações).
Acerca da estrutura linguística do texto e do vocabulário nele empregado, julgue o item.
O termo “trás” (linha 12) tem como grafia alternativa a forma traz.
Analise as frases abaixo:
∎ Este bilhete é para ..............?
∎ Barriga cheia é essencial para .............. me sentir bem!
∎ Quando você ligará para .............. ?
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas das frases.
Analise as palavras abaixo:
∎ E ........ ame
∎ Au ........ ente
∎ A ........ ila
∎ Pe ........ inho
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas das palavras.
Analise a frase abaixo:
Durante a ..................... , os ..................... comeram um ensopado de ..................... .
Assinale a alternativa que completa corretamente as
lacunas do texto.
Analise as frases abaixo:
∎ Letícia anda .............. esquecida da matéria que cairá no concurso.
∎ As alunas novas são .............. umas atrevidas!
∎ Os rapazes acima de 18 anos devem estar .............. com o serviço militar.
Assinale a alternativa que completa corretamente as
lacunas das frases.
.............. vezes, saio do trabalho .............. tarde, para andar sem rumo .............. pé pela cidade.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Divórcio da Alma
Por Mario Corso

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso/noticia/2023/01/divorcio-da-almacldkmtll20039014sa9scc5vb.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Texto CG1A1-II
Segundo o relatório-síntese do Sexto Ciclo de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), a taxa de mortalidade decorrente de tempestades, inundações e secas, entre 2010 e 2020, foi quinze vezes mais alta nos países mais suscetíveis às mudanças climáticas. As populações mais vulneráveis são as que historicamente menos contribuíram para o aquecimento global.
Nesse contexto, a conceituação de justiça climática vem do fato de que os impactos desse aquecimento atingem de maneira desigual os diferentes grupos sociais. Segundo o IPCC, a justiça climática pode permitir ações de mitigação ambiciosas e o desenvolvimento resiliente ao clima, com resultados de adaptação fundamentados nas áreas e nas pessoas com maior vulnerabilidade aos riscos climáticos. Apesar do crescimento dos níveis de emissão per capita de gases de efeito estufa (GEE) nos países do Sul global, ainda há grandes disparidades econômicas, históricas e sociais que distinguem tanto a contribuição para as mudanças climáticas quanto as respectivas estratégias de mitigação e adaptação adotadas.
A implantação dessas estratégias implica práticas de prevenção e mitigação que vêm sendo conduzidas local e globalmente e que visam reduzir emissões de GEE e suas consequentes alterações climáticas. Em relação à prevenção, podem ser citados, por exemplo, o aumento da eficiência energética, o uso de combustíveis de baixo carbono e a implantação de energia renovável; já as práticas de mitigação podem ser soluções baseadas na captura e no armazenamento de CO2, na captura e utilização do CO2 e na carbonatação mineral.
As técnicas para a captura de carbono são especialmente importantes para fontes estacionárias de emissão de GEE, tais como indústrias com queima de combustíveis fósseis. Isso porque, se limitarmos a emissão pontualmente, impedimos que os gases sejam disseminados na atmosfera. Em se tratando de justiça climática, isso pode ser ainda mais relevante: se os empreendedores possuem responsabilidades, recursos financeiros e técnicas disponíveis para o gerenciamento dos resíduos gerados por seus empreendimentos (nesse caso, o resíduo gasoso), a sociedade em geral não deveria ser corresponsável pela mitigação de tal impacto.
Internet:<https://jornal.usp.br>
