Questões de Concurso Comentadas sobre gêneros textuais em português

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Q2337728 Português
Precisamos Ensinar Nossos Alunos a Falar


Por que não temos líderes no Brasil que nos motivem para um futuro promissor?


Por que não temos bons professores?


Por que nossos poucos cientistas não falam em público e não são mais úteis e conhecidos?


Porque dos 6 aos 22 anos, no nosso sistema estatal de educação, nós ensinamos a Ler, Escrever, Reler e Decorar.


Falar, Convencer, Inspirar, Debater e Rebater com propriedade, simplesmente não é ensinado nem diariamente treinado. Quem fala é sempre o Professor.


A neuropedagogia mostra que as sinapses utilizadas para falar são totalmente diferentes das sinapses para ouvir.


O fato de que você memorizou algo, nunca significa que saberá falar algo com propriedade.


Gastamos verdadeiras fortunas em aulas de inglês, aprendemos a ler e escrever, mas ninguém consegue falar.


Muito menos expor uma ideia nova para um investidor, fazer um discurso na ONU ou negociar um acordo favorável para o Brasil.


Ensinar a falar é tão demorado quanto ensinar a ler e escrever ou mais, mas nada fazemos.


Aprender a Falar em público com clareza, com consistência, repetindo os pontos chaves, convencendo o outro que suas ideias funcionam, responder as perguntas feitas, simplesmente não é ensinado.


Falar para uma plateia de 5.000 pessoas, o que muitos poucos brasileiros sabiam fazer, foi sorte minha.


Aprendi a falar e expor ideias na Harvard Business School onde há 100 anos nos treinam todo dia a solucionar problemas reais, a expor e convencer nossos colegas de nossas soluções, e refutar delicadamente opiniões contrárias.


Todo santo dia.


O professor somente falava nos últimos 10 minutos da aula.


Normalmente apontando o que havíamos esquecido de analisar, elogiando um aluno ou outro.


Por isso no nosso ensino não resolvemos nada, muito menos implantamos nossos grandes problemas nacionais porque ninguém explica direito, porque ninguém entende direito, e assim nada é solucionado.


Só ouvido.


Não temos os famosos debates de pontos de vistas diferentes na USP, Unicamp, Brasília, PUC como em Stanford, Oxford e Harvard.


Temos um sistema educacional voltado a Ouvir, como em todo regime antidemocrático.


Onde o aluno precisa repetir ou obedecer o que foi dito.


Extraído de: https://blog.kanitz.com.br/precisamos-ensinarnossos-alunos-a-falar/
A configuração do texto permite-nos classificálo corretamente como pertencente ao gênero:
Alternativas
Q2337727 Português
Precisamos Ensinar Nossos Alunos a Falar


Por que não temos líderes no Brasil que nos motivem para um futuro promissor?


Por que não temos bons professores?


Por que nossos poucos cientistas não falam em público e não são mais úteis e conhecidos?


Porque dos 6 aos 22 anos, no nosso sistema estatal de educação, nós ensinamos a Ler, Escrever, Reler e Decorar.


Falar, Convencer, Inspirar, Debater e Rebater com propriedade, simplesmente não é ensinado nem diariamente treinado. Quem fala é sempre o Professor.


A neuropedagogia mostra que as sinapses utilizadas para falar são totalmente diferentes das sinapses para ouvir.


O fato de que você memorizou algo, nunca significa que saberá falar algo com propriedade.


Gastamos verdadeiras fortunas em aulas de inglês, aprendemos a ler e escrever, mas ninguém consegue falar.


Muito menos expor uma ideia nova para um investidor, fazer um discurso na ONU ou negociar um acordo favorável para o Brasil.


Ensinar a falar é tão demorado quanto ensinar a ler e escrever ou mais, mas nada fazemos.


Aprender a Falar em público com clareza, com consistência, repetindo os pontos chaves, convencendo o outro que suas ideias funcionam, responder as perguntas feitas, simplesmente não é ensinado.


Falar para uma plateia de 5.000 pessoas, o que muitos poucos brasileiros sabiam fazer, foi sorte minha.


Aprendi a falar e expor ideias na Harvard Business School onde há 100 anos nos treinam todo dia a solucionar problemas reais, a expor e convencer nossos colegas de nossas soluções, e refutar delicadamente opiniões contrárias.


Todo santo dia.


O professor somente falava nos últimos 10 minutos da aula.


Normalmente apontando o que havíamos esquecido de analisar, elogiando um aluno ou outro.


Por isso no nosso ensino não resolvemos nada, muito menos implantamos nossos grandes problemas nacionais porque ninguém explica direito, porque ninguém entende direito, e assim nada é solucionado.


Só ouvido.


Não temos os famosos debates de pontos de vistas diferentes na USP, Unicamp, Brasília, PUC como em Stanford, Oxford e Harvard.


Temos um sistema educacional voltado a Ouvir, como em todo regime antidemocrático.


Onde o aluno precisa repetir ou obedecer o que foi dito.


Extraído de: https://blog.kanitz.com.br/precisamos-ensinarnossos-alunos-a-falar/
É notório que o texto pertence ao domínio discursivo: 
Alternativas
Q2337510 Português
Leia o fragmento a seguir.
Fui para o seminário. Poupa-me as outras despedidas. Minha mãe apertava-me ao peito. Prima Justina suspirava. Talvez chorasse mal ou nada. Há pessoas a quem as lágrimas não acodem logo nem nunca; diz-se que padecem mais que as outras.
Machado de Assis. Dom Casmurro. Rio de Janeiro. Livraria Garnier. 1ª ed. 1899.
Esse fragmento textual deve ser classificado como 
Alternativas
Q2337505 Português
Imagem associada para resolução da questão
Uma crônica do célebre escritor Stanislaw Ponte Preta, intitulada Vamos acabar com essa folga, começa com o seguinte parágrafo:
O negócio aconteceu num café. Tinha uma porção de sujeitos sentados nesse café, tomando umas e outras. Havia brasileiros, portugueses, franceses, argelinos, alemães, o diabo.
Quanto ao modo de organização discursiva e aos componentes desse pequeno texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2335908 Português
Assinale a opção que caracteriza corretamente o tipo de narrativa indicada no início. 
Alternativas
Q2335902 Português
Observe o seguinte fragmento, retirado de uma reportagem sobre uma cidade interiorana:
“Na praça central da cidadezinha havia a igreja e muitos bancos e mesas onde as famílias se reuniam nos momentos de lazer; por ali também passavam os poucos turistas, provenientes de cidades vizinhas. Nossa reportagem aproximou-se de um grupo de jovens sentado em torno de uma das mesas e perguntou-lhes sobre as possibilidades de lazer na cidade; as risadas que recebemos como resposta já mostrava a quase inexistência de diversão.”
Trata-se de um texto predominantemente narrativo; assinale a opção que mostra o fato que dá início a essa narração.
Alternativas
Q2335127 Português

Texto 1


Via láctea


“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo

Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,

Que, para ouvi-las, muita vez desperto

E abro as janelas, pálido de espanto...


E conversamos toda a noite, enquanto

A via láctea, como um pálio aberto,

Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,

Inda as procuro pelo céu deserto.


Direis agora: “Tresloucado amigo!

Que conversas com elas? Que sentido

Tem o que dizem, quando estão contigo?”


E eu vos direi: “Amai para entendê-las!

Pois só quem ama pode ter ouvido

Capaz de ouvir e de entender estrelas”.


Fonte: Melhores poemas de Olavo Bilac, cit, p. 44

O Texto 1 é classificado, quanto ao gênero textual, como: 
Alternativas
Q2334229 Português
“O texto didático é um gênero textual com objetivos pedagógicos. É disposto de maneira que todos os leitores tenham a mesma conclusão. Por este motivo, é considerado um texto utilitário. A construção de um texto didático é feita de maneira conceitual, primando pela necessidade do interlocutor de compreender o assunto exposto com base.”
Tendo em vista o texto didático, a linguagem utilizada em sua produção deve objetivar
Alternativas
Q2334198 Português
Observe o seguinte fragmento de texto narrativo, um dos mais presentes na vida e em sala de aula:
“Quando o carro parou diante do restaurante, dele saltaram três pessoas, que se dirigiram à entrada do estabelecimento, enquanto o chofer se encarregava de estacionar o veículo.”
Sobre esse segmento, assinale a afirmação que não é pertinente.
Alternativas
Q2330848 Português




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/alessandro-valim – texto adaptado

especialmente para esta prova).


Analise a charge a seguir e as asserções acerca de sua relação com o texto anterior: 




Imagem associada para resolução da questão



I. A charge e o texto abordam a mesma questão em relação às bancas de revistas,


E


II. A charge apresenta um exemplo do assunto discutido no texto.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q2328794 Português
Um sonho de simplicidade

    Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
    Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
    A vida poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
    Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo no Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
    Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Outro dia vi uma linda mulher, e senti um entusiasmo grande, uma vontade de conhecer mais aquela bela estrangeira: conversamos muito, essa primeira conversa longa em que a gente vai jogando um baralho meio marcado, e anda devagar, como a patrulha que faz um reconhecimento. Mas por que, para que, essa eterna curiosidade, essa fome de outros corpos e outras almas?
    Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
    Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número… Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver – sem nome, nem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953.)
A crônica “Um sonho de simplicidade”, de Rubem Braga, é repleta de lirismo e traz um tom confessional sobre as experiências vividas pelo próprio autor. A interrupção do sonho exterioriza que o personagem tem dificuldade de romper com a rotina, mesmo pretendendo passar por uma transformação. Tendo em vista as ideias evidenciadas no texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2328787 Português
Um sonho de simplicidade

    Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
    Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
    A vida poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
    Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo no Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
    Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Outro dia vi uma linda mulher, e senti um entusiasmo grande, uma vontade de conhecer mais aquela bela estrangeira: conversamos muito, essa primeira conversa longa em que a gente vai jogando um baralho meio marcado, e anda devagar, como a patrulha que faz um reconhecimento. Mas por que, para que, essa eterna curiosidade, essa fome de outros corpos e outras almas?
    Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
    Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número… Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver – sem nome, nem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953.)
De acordo com os recursos e a estruturação textual utilizados, é correto afirmar que a crônica tem por objetivo principal: 
Alternativas
Q2327721 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2

    O segundo volume da Coleção Folha Rock Stars chega às bancas neste domingo (12) e traz a banda que, sozinha, valeria uma série de livros. Os Beatles não fizeram pouca coisa pelo rock 'n' roll.
    No início dos anos 1960, quando o gênero disparado nos Estados Unidos por Elvis Presley na década anterior dava sinais de esgotamento, eles reformataram o rock para o crescimento enorme que se daria depois. Em menos de dez anos, os Beatles mudaram a música pop e o comportamento da juventude em todo o planeta.
    Em resumo, Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr abriram caminho para as bandas terem o mesmo destaque dos cantores solo, mostraram que os próprios músicos poderiam compor seu material, criaram a ideia de álbum conceitual, trouxeram o cotidiano para as letras do pop e provaram que um estúdio era muito mais do que uma sala com microfones — era um laboratório musical. [...] 
    O texto do volume, escrito pelo jornalista Helton Ribeiro, trata de esmiuçar essa trajetória, da formação da banda por colegas de escola até as brigas inevitáveis que levaram à separação em 1970. A leitura vai proporcionar prazer aos fãs da banda e também a quem, sabe-se lá a razão, não conhece tanto os Beatles.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/11/como-os-beatles-mudaram-a-musica-pop-e-a-juventude-em-menos-de-uma-decada.shtml>. Acesso em: 11 nov. 2023 [Adaptado].
Dadas as características tipológicas e temáticas do excerto, o texto enquadra-se no gênero
Alternativas
Q2325143 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.


Os 10 mandamentos da ética profissional


1. Ser honesto, honrado e digno em qualquer situação

2. Nunca fazer algo que não possa assumir perante os colegas de trabalho, os superiores, e ao público

3. Ser humilde, tolerante e flexível para ouvir críticas e sugestões

4. Críticas e repreensões devem ser feitos primeiro à pessoa a quem se referem, cara a cara. Se houver o dever de levá-los a mais alguém, que não seja pelas costas

5. A privacidade do colega, do cliente e de todos os demais é inviolável. Nunca deve-se mexer na mesa, gaveta, armário ou informações e documentos de outras pessoas, em qualquer circunstância

6. Em discussões internas, assumir os valores, princípios e as consequências dos atos

7. Fofocas e comentários maldosos devem ser eliminados, mesmo que pareçam fazer parte do grupo

8. A relação hierárquica e de equipe não deve considerar amizades nem antipatias pessoais

9. O crédito deve ser dado a quem merece, “o outro” jamais deve aceitar elogios ou recompensas pelo mérito alheio

10. Ao errar, reconheça, mas sem exageros. Dizer que não vai acontecer de novo e que o ocorrido será remediado já é o bastante

Disponível em: https://www.mapadaobra.com.br/capacitacao/conheca-os-10-mandamentos-basicos-da-etica-profissional/. Acesso em: 04 out. 2023.
Dentre as sequências textuais predominantes no texto destaca-se a:
Alternativas
Q2322829 Português
Observe como um texto jornalístico noticiou a morte de uma pessoa.

"Brilhava o sol do meio-dia, quando Pedro Carvalho, ansioso de aproveitar o bom tempo, após um longo inverno rigoroso, decidiu dar um passeio para desenferrujar as pernas e aproveitar o presente dos primeiros raios de sol. Saiu ele, pois, de sua casa, tão contente, sem pressentir que o esperava a morte a dois passos de sua casa.
De fato, a uns cem metros do domicílio, e quando Pedro curtia o ar primaveril, ouviu um ruído estranho e nada mais sentiu. Um pedaço do reboco de um prédio, com quase cem quilos de peso, o atingiu na cabeça, matando-o de imediato.”

A seguir, estão algumas regras práticas de redação e estilo. Assinale a regra que foi seguida pelo redator do texto acima.
Alternativas
Q2322828 Português
Observe a seguinte notícia de um jornal inglês:

“Londres, 6 – O Rei Jorge VI da Inglaterra morreu em sua mansão, em Sandrigham. O comunicado oficial diz que o rei morreu serenamente, enquanto dormia, nas primeiras horas da manhã. Oficialmente ignoram-se as causas imediatas do falecimento, embora a opinião entre os médicos seja a de que o monarca possa ter falecido em consequência de uma trombose coronária.”

Há uma série de condições que devem ser seguidas na redação de uma notícia como essa; assinale a condição a seguir que está ausente do segmento acima.
Alternativas
Q2322826 Português
Um pequeno segmento textual diz o seguinte:

“Os jornais noticiaram que um grupo de terroristas invadiu parte de Israel, sequestrando pessoas de várias idades. Esse fato, bastante inesperado numa região atualmente calma, agitou a imprensa mundial, que passou a fazer, de forma apressada, retrospectivas históricas dos conflitos na região.”

Sobre a estruturação e os componentes textuais desse trecho, assinale o comentário inadequado.
Alternativas
Q2322057 Português
Texto 1 – Surpreendente "creche" de dinossauros é descoberta em sítio na Bolívia [adaptado]


Na região de Tarija, cerca de 350 pegadas possibilitaram a cientistas criar hipóteses sobre o comportamento da megafauna; mas registros correm risco de ser perdidos


Por Redação Galileu

28/03/2023


     Um grupo de pesquisadores descobriu, na região de Tarija, no sul da Bolívia, um sítio paleontológico que pode guardar os registros mais antigos de dinossauros em toda a América do Sul. A “creche”, como foi apelidada, provavelmente serviu de rota migratória há 150 milhões de anos e guarda pegadas de indivíduos jovens e adultos. Os resultados do estudo foram publicados em julho na revista Historical Biology.

     O achado traz nova complexidade ao acervo fóssil do país, que agora conta com mais 350 peças paleontológicas para ser avaliadas, além de acender um alerta para os deslizamentos de terra na região. Esses eventos catastróficos podem provocar o desaparecimento ou o atraso de novas descobertas sobre a antiga fauna.

Viagem no tempo

     A partir da avaliação da região e dos fósseis encontrados, os especialistas garantem que o registro retrata a transferência de um grande grupo. Eles trabalham com o cenário de que dois saurópodes adultos (do tipo brontossauro) conduziram centenas de seus filhotes ao longo do trajeto, em um comportamento de rebanho e proteção dos jovens.
   
    Ainda foram identificados no espaço dois ornitópodes (especificamente, iguanodontes) e um terópode (do tipo tiranossauro), que também parecem ter feito o caminho juntos. Essa trilha parece ter seu início no sul do Peru, passando pelo centro da Bolívia e chegando até o norte da Argentina.
     
       Até agora, o país só tinha registros do início e do fim da era desses répteis gigantes. “Com essa descoberta, a Bolívia passa a ter um sítio com pegadas de dinossauros dos três períodos: Triássico, Jurássico e Cretáceo”, afirma Sebastián Apesteguía, um dos autores do estudo, em entrevista ao jornal espanhol El País.

       O artigo descreve as pegadas dos saurópodes adultos como arredondadas e semelhantes às de elefantes, com 75 a 95 centímetros de diâmetro. Com base nisso, os cientistas calcularam que seus quadris estariam quase quatro metros acima do solo, seus corpos teriam cerca de 20 metros de comprimento do nariz à cauda e seriam capazes de caminhar em uma velocidade média de 5 km/h. Por outro lado, as pegadas dos jovens dinossauros medem entre 15 e 30 centímetros de diâmetro.
       
       Embora os investigadores avisem que não há garantia absoluta de que os saurópodes viajavam em rebanho, eles defendem que as provas apontam para isso. Se a migração fosse individual ou de um agrupamento menor, os rastros dos indivíduos mais jovens seriam encontrados dentro ou sobrepostos aos maiores, não ao seu lado.

[...] 

Risco de perda

      A descoberta do sítio foi inesperada e aconteceu logo após chuvas torrenciais na primavera de 2019, que resultaram em deslizamentos de terra às margens do rio Santa Ana, perto da cidade de Entre Ríos. Mas, da mesma forma como foram encontrados, esses fósseis podem ser perdidos.

       Devido a novos deslizamentos de terra na região, os cientistas buscam apoio das autoridades locais para assumir medidas de proteção ao sítio e às pegadas. “É impossível proteger os fósseis construindo uma estrutura inteira na bacia hidrográfica. O que deve ser feito agora é a digitalização das impressões. Tarija é um patrimônio e os mais incríveis fósseis de sua megafauna estão espalhados pelo mundo em exposições de destaque”, destaca Apesteguía.

         Méndez Torres, outro autor do estudo, acrescenta que a falta de cultura científica contribui para o problema de gestão. “Em lugares onde há achados do Quaternário, as pessoas dançam sobre os fósseis porque há setores onde é totalmente impossível [mover-se] sem pisar em um disco", pontua. "Mastodontes, gliptodontes, preguiças e inúmeros outros espécimes são totalmente abandonados, mesmo em locais onde há placas alertando para multas por retirada de fósseis sem autorização. Com meus próprios olhos, vi como um amador pegou dez moedas, pagou a multa e as levou embora. Infelizmente, é isso que vivemos na Bolívia.”

        Enquanto ocorrem esses entraves na busca por uma solução, os fósseis seguem desprotegidos. Em 2020, por exemplo, os cientistas contam que um deslizamento levou à perda de mais de 30 pegadas. Na ocasião, mesmo frente a pedidos feitos pela comunidade paleontológica, as autoridades responsáveis por retirar os blocos das estradas simplesmente os levaram embora, sem tomar os devidos cuidados de recuperação e armazenamento desse material.


Disponível em: revistagalileu.globo.com/ciência/noticia/surpreendente-crechede-dinossauros-e-descoberta-em-sitio-na-bolivia
A notícia jornalística é um gênero predominantemente narrativo, ao passo que o artigo científico é um gênero predominantemente expositivo. Por ser uma notícia de divulgação científica, o texto 1 mescla esses dois modos de organização.

A alternativa que apresenta, respectivamente, uma sequência narrativa e uma sequência expositiva do texto 1 é:
Alternativas
Q2320177 Português

Considere a seguinte peça para responder a questão.



Imagem associada para resolução da questão



Retirado de https://www.meioemensagem.com.br/comunicacao/20110606- hortifruti-lan-a-campanha


Em relação ao domínio discursivo, a instância discursiva que predomina na peça é:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IVIN Órgão: Prefeitura de Valença do Piauí - PI Provas: IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Agente de Controle Interno | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Médico | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Arquiteto e Urbanista | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Assistente Social | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Bibliotecário | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Biomédico | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Cirurgião-Dentista da Família | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Enfermeiro | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Engenheiro Agrônomo | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Engenheiro Civil | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Farmacêutico | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Fisioterapeuta | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Fonoaudiólogo | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Médico Veterinário | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Nutricionista | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Pedagogo | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Terapeuta Ocupacional | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Psicólogo | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Psicopedagogo | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Profissional de Educação Física | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Libras | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Artes | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Braille | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Ciências | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Educação Física | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Educação Infantil | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Ensino Fundamental (1º ao 5ºano) | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Ensino Religioso | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – História | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Inglês | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Matemática | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Português | IVIN - 2023 - Prefeitura de Valença do Piauí - PI - Professor – Geografia |
Q2318606 Português

Burrice natural, inteligência artificial


1     "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times.


2      O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida!


3     O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT.


4      Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda.


5      Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira.


6     Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais?


7       Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando?


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

“Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir” (6º parágrafo), pode-se afirmar que, sintaticamente, a concordância:
Alternativas
Respostas
621: D
622: B
623: C
624: A
625: A
626: D
627: D
628: D
629: B
630: E
631: A
632: C
633: B
634: C
635: E
636: D
637: A
638: E
639: D
640: C