Questões de Concurso
Sobre funções morfossintáticas da palavra que em português
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A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.
A vida de influencer me levou à exaustão
Por Sam Blum


I. Linha 06. II. Linha 07 (2ª ocorrência). III. Linha 17. IV. Linha 21. V. Linha 23.
Em quais ocorrências a palavra ‘que’ é classificada como pronome relativo, introduzindo oração subordinada adjetiva restritiva?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Pesquisadores estão criando um “Wall-E do espaço” para limpar a órbita da Terra

Um fato preocupante é que a quantidade observada de detritos está crescendo mais depressa do que a taxa em que novos objetos são colocados no espaço.


Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br/oceanos-sao-chave-na-luta-contra-oaquecimento/ (20/09/19)
( ) Em O homem pode contar com os oceanos como uma das soluções para lutar contra a mudança climática, contanto que se proteja seus ecossistemas debilitados. (l. 01-02), a locução conjuntiva expressa ideia de condição. ( ) Na frase: Desde as energias renováveis marinhas até a restauração dos ecossistemas costeiros, o oceano “é também uma fonte de soluções que deveria ser aplicada” (l. 06-07), a palavra que funciona como pronome relativo, cujo referente o precede. ( ) Em “Isto não acontecerá nunca, mas demonstra o potencial desta técnica que não é suficientemente explorada, segundo Gattuso”, a substituição da conjunção grifada por embora não provocaria alteração de sentido, desde que se fizesse a adequação da forma verbal que ocorre na oração em que está inserida.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”
A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.
O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.
(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)
Leia o texto e responda a questão.
Coleguismo
Dois assaltantes assaltaram-se mutuamente e foram separados por um terceiro assaltante, que exigiu deles o produto dos dois assaltos. Como eram dois contra um, acabaram subjugando o terceiro e reclamaram não só a devolução do que lhe haviam cedido como ainda o que ele já trazia no bolso.
Foram atendidos, mas continuou a pendência,
pois o assaltante nº 1 queria de volta o que perdera e o
que ganhara, o nº 2 pretendia o mesmo, e o nº 3 tentou
acalmá-los, ao mesmo tempo que pleiteava a devolução
do seu e mais cinquenta por cento do que pertencia a
cada. Esclareceu que, desistindo do total, contribuía para
a união e harmonia da classe.
Os outros não se mostraram persuadidos e, à falta de tribunal especializado que dirimisse a questão, acordaram em submetê-la ao julgamento de um passante que, pelo aspecto, merecesse fé. O senhor bem vestido, de roupa escura, que se aproximou e ouviu a exposição do caso, abanou a cabeça lamentando:
– Não posso decidir contra colegas. Também sou assaltante.
E deu no pé, antes que os três lhe reclamassem o dele.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: J.
Olympio Editora, 1985.)
Incêndios destroem um patrimônio cultural por ano no Brasil
As imagens que tomaram o Brasil em setembro, do Museu Nacional do Rio de Janeiro consumido pelas chamas, infelizmente, não são uma __________. Incêndios são os grandes vilões do patrimônio cultural brasileiro, como aponta José Luiz Pedersoli Júnior, especialista em gestão de risco do Centro Internacional para o Estudo da Preservação e Restauração do Patrimônio Cultural, na Itália.
“Os incêndios são um grande fator de risco para museus não só no Brasil, mas em todo o mundo, pela combinação de fatores como grande quantidade de materiais orgânicos inflamáveis e prédios históricos antigos com falta de estrutura e de manutenção, além da legislação inadequada, gestores com curto período de mandato e __________ com a cultura. A soma final resulta em desastres incalculáveis como este.” diz.
Segundo levantamento apresentado por Perdersoli, pelo menos uma instituição cultural brasileira é destruída pelo fogo anualmente. ____________ a década atual, em 2010, foi a vez do Instituto Butantan, tragédia científica que destruiu 70.000 espécies de cobras conservadas no local. Em 2011, o fogo consumiu a Capela São Pedro Alcântara, outro prédio tombado sob administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a mesma instituição responsável pelo Museu Nacional.
“Essas tragédias poderiam ter sido evitadas”, afirma o especialista. E muitos outros acervos continuam em risco. “A maioria dos museus brasileiros não têm sistema de prevenção de incêndio. É a regra”, diz.
Na maioria dos casos, a dificuldade está na mudança da estrutura das construções, que têm parte elétrica obsoleta e revestimentos de madeira, que são rapidamente consumidos pelo fogo, além da falta de mecanismos de ____________ automática do fogo – como os sprinklers, sistema ativado pelo calor que solta água a partir de dutos no teto, ou o combate com gases limpos, que impedem que o fogo se propague, resfriando o ambiente. Outra solução é a compartimentação cortafogo, que isola o incêndio na área em que ele começa, dando tempo para que os bombeiros se preparem antes que ele se espalhe. “A legislação brasileira não exige essas medidas em prédios históricos, ao contrário dos Estados Unidos e Canadá”, diz Perdersoli.
“O que aconteceu com o Museu Nacional é um caso de negligência. Só depois da tragédia é que aparece a verba para a reconstrução. Por que, então, não usaram o dinheiro antes? É o barato que sai caro. E é nosso patrimônio que se perde”, finaliza Perdersoli.
https://veja.abril.com.br/brasil/incendios - adaptado.
Leia-o texto e responda a questão.

Leia o texto e responda a questão.
Nem a Rosa, Nem o Cravo

Leia o texto abaixo para responder a questão.

“Os oito episódios dessa primeira temporada repetem à exaustão a fórmula que a consagrou.” (linhas 28 e 29)
Analise as ocorrências da palavra ‘que’ abaixo:
I. “os motivos que levaram os participantes a jogar comida fora.” (l. 11-12).
II. “O projeto, que está tramitando no Congresso americano, prevê...” (l. 22).
III. “O estudo também verificou que as pessoas...” (l. 25).
Quais são pronomes relativos?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 15 de janeiro de 2019)
I. O ‘que’ da linha 11 é um pronome relativo.
II. Na linha 26, ambas as ocorrências de ‘que’ se classificam da mesma forma, podendo ser substituídas, respectivamente, por ‘o qual’ e ‘as quais’.
III. Na linha 29, o ‘que’ é uma conjunção integrante.
Quais estão corretas?




