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Questões de Concurso Sobre funções morfossintáticas da palavra que em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 2.232 questões

Q401983 Português
Acerca dos aspectos estruturais e interpretativos do texto acima, julgue os itens a seguir.

Na linha 3, o elemento “que” tem a função de restringir o sentido das expressões que o antecedem, a saber, “ideias” e “discussões”
Alternativas
Q394744 Português
“Que rapaz estudioso era José!” Qual a função da partícula ‘que’ na oração?
Alternativas
Q393954 Português
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.

      ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: M. Fontes, 1978. 

A palavra “que", no último verso, é um(a) :
Alternativas
Q393636 Português

 Feitiço

Nosso samba 
Tem feitiço,
Tem farofa, 
Tem vela e tem vintém 
E tem também 
Guitarra de rock´n´roll, 
Batuque de candomblé 
.................................... 
Tem mangue bit, berimbau 
Tem hip-hop, Vigário Geral 
Tem reggae pop, Fundo de Quintal 
Capão Redondo, Candeal 
Tem meu Muquiço, meu Largo do Tanque 
Tem funk, o feitiço indecente 
Que solta a gente 

Caetano Veloso. CD Eu Não Peço Desculpas
de Jorge Mautner e Caetano Veloso. Fragmento.

Em “... o feitiço indecente que solta a gente”, a palavra em negrito é um pronome relativo; idêntica é a classificação do termo destacado em:
Alternativas
Q392164 Português
Com relação aos sentidos e aspectos linguísticos e textuais do texto acima, julgue os próximos itens.

A palavra “que”, em todas as ocorrências no trecho “Direi somente que se há aqui páginas que parecem meros contos e outras que o não são” (l.9-10), pertence a uma mesma classe gramatical.
Alternativas
Q391940 Português
TEXTO - Mentira e verdade

Alguns estudiosos afirmam que a mercadoria mais importante do mundo moderno é a informação. Pensando bem, foi sempre mais ou menos assim. Quem detinha a informação era poderoso - daí que a mídia foi elevada a quarto poder, tese contra a qual sempre me manifestei, achando que a mídia é uma força, mas não o poder.

Com a chegada da internet, suas imensas e inesperadas oportunidades, o monopólio da informação pulverizou-se. Os jornais, creio eu, foram os primeiros a sentir o golpe, os livros logo em seguida, havendo até a previsão de que ele acabará na medida em que se limitar ao seu atual desenho gráfico, que vem de Gutenberg.

Acontece que, mais cedo ou mais tarde, a mídia impressa ficará dependente não dos seus quadros profissionais, de sua estrutura de captação das informações. Qualquer pessoa, a qualquer hora do dia ou da noite, acessando blogs e sites individualizados, ficará por dentro do que acontece ou acontecerá.

Na atual crise que o país atravessa, a imprensa em muitas ocasiões foi caudatária do que os blogs informavam duas, três vezes ao dia. Em termos de amplidão, eles sempre ganharão de goleada da imprensa escrita e falada.
O gigantismo da internet tem, porém, pés de barro. Se ganha no alcance, perde no poder de concentração e análise. Qualquer pessoa, medianamente informada ou sem informação alguma, pode manter uma fonte de notícias ou comentários com responsabilidade zero, credibilidade zero, coerência zero.
O mercado da informação, que formaria o poder no mundo moderno, em breve estará tão poluído, que dificilmente saberemos o que ainda não sabemos: o que é mentira e o que é verdade.

“O mercado da informação, que formaria o poder no mundo moderno, em breve estará tão poluído, que dificilmente saberemos o que ainda não sabemos: o que é mentira e o que é verdade”. Nesse segmento do texto, há cinco ocorrências do vocábulo “que”; o trecho em que ele tem uma classe de palavra diferente das demais é:
Alternativas
Q390632 Português
Para evitar a repetição do que, é possível chegar a uma solução que conserva as informações contidas no trecho “o Museu da Pessoa já realizou 220 projetos de memória que visam a multiplicar e democratizar sua metodologia e seu acervo, que inclui 15 mil histórias de vida e 72 mil documentos e fotos digitalizados” (L. 18-22), mantém a norma-padrão e o número de períodos.

Essa solução é:
Alternativas
Q386485 Português
Assinale a opção correta, em relação ao seguinte período do texto: “As saudades do que eu queria ter feito e não fiz se constroem de trás pra frente” (l.10 e 11).
Alternativas
Q385399 Português
Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens a seguir.

No primeiro parágrafo, o pronome relativo “que” exerce, nas duas primeiras ocorrências, a função de complemento verbal e, na terceira, a de sujeito da oração em que se insere.
Alternativas
Q380112 Português
Assinale a opção incorreta a respeito do uso das estruturas linguísticas no texto.

Imagem associada para resolução da questão



Alternativas
Q375842 Português
A palavra que é classificada gramaticalmente como conjunção no trecho apresentado em:
Alternativas
Q371430 Português
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Julgue os próximos itens, relativos ao texto acima.

O termo “que" desempenha a mesma função sintática nas ocorrências da linha 7.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2014 - PC-SP - Oficial Administrativo |
Q365891 Português

“Geração do diploma” lota faculdades,
mas decepciona empresários

    Na última década, o número de matrículas no ensino superior no Brasil dobrou. Só entre 2011 e 2012, por exemplo, 867 mil brasileiros receberam um diploma, segundo a mais recente Pesquisa Nacional de Domicílio (Pnad) do IBGE. 
    “Mas, mesmo com essa expansão, na indústria de transformação, por exemplo, tivemos um aumento de produtividade de apenas 1,1% entre 2001 e 2012, enquanto o salário médio dos trabalhadores subiu 169% (em dólares)”, diz Rafael Lucchesi, diretor de educação e tecnologia na Confederação Nacional da Indústria (CNI). 
    O desapontamento do mercado com o que já está sendo chamado de “geração do diploma” é confirmado por especialistas, organizações empresariais e consultores de recursos humanos. 
    “Os empresários não querem canudo. Querem capacidade de dar respostas e de apreender coisas novas. E, quando testam isso nos candidatos, rejeitam a maioria”, diz o sociólogo e especialista em relações do trabalho da Faculdade de Economia e Administração da USP, José Pastore. 
    Entre empresários, já são lugar-comum relatos de administradores recém-formados que não sabem escrever um relatório ou fazer um orçamento, arquitetos que não conseguem resolver equações simples ou estagiários que ignoram as regras básicas da linguagem. Isso significa que uma parte dos universitários no país até sabe ler textos simples, mas é incapaz de interpretar e associar informações.
    Um exemplo de descompasso entre as necessidades do mercado e os predicados de quem consegue um diploma no Brasil é um estudo feito pelo grupo de Recursos Humanos Manpower. De 38 países pesquisados, o Brasil é o segundo mercado em que as empresas têm mais dificuldade para encontrar talentos, atrás apenas do Japão. 
    É claro que, em parte, isso se deve ao aquecimento do mercado de trabalho brasileiro. Mas, segundo um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), os brasileiros com mais de 11 anos de estudo formariam 50% do contingente de desempregados. 
    “Mesmo com a expansão do ensino e maior acesso ao curso superior, os trabalhadores brasileiros não estão conseguindo oferecer o conhecimento específico que as boas posições requerem”, explica Márcia Almstrom, do grupo Manpower.

(Ruth Costas. http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/10/131004_ mercado_trabalho_diplomas_ru.shtml. 09.10.2013. Adaptado)

Considere a frase:

De 38 países pesquisados, o Brasil é o segundo mercado em que as empresas têm mais dificuldade para encontrar talentos, atrás apenas do Japão.

A expressão destacada pode ser corretamente substituída, mantendo-se inalterado o sentido do texto original e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, por:
Alternativas
Q362770 Português
Utopias e distopias

       Todas as utopias imaginadas até hoje acabaram em distopias, ou tinham na sua origem um defeito que as condenava. A primeira, que deu nome às várias fantasias de um mundo perfeito que viriam depois, foi inventada por sir Thomas Morus em 1516. Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo. Na Utopia de Morus o direito à educação e à saúde seria universal, a diversidade religiosa seria tolerada e a propriedade privada, proibida. O governo seria exercido por um príncipe eleito, que poderia ser substituído se mostrasse alguma tendência para a tirania, e as leis seriam tão simples que dispensariam a existência de advogados. Mas para que tudo isso funcionasse Morus prescrevia dois escravos para cada família, recrutados entre criminosos e prisioneiros de guerra. Além disso, o príncipe deveria ser sempre homem e as mulheres tinham menos direitos que os homens. Morus tirou o nome da sua sociedade perfeita da palavra grega para “lugar nenhum”, o que de saída já significava que ela só poderia existir mesmo na sua imaginação. 
   Platão imaginou uma república idílica em que os governantes seriam filósofos, ou os filósofos governantes. Nem ele nem os outros filósofos gregos da sua época se importavam muito com o fato de viverem numa sociedade escravocrata. Em “Candide”, Voltaire colocou sua sociedade ideal, onde havia muitas escolas mas nenhuma prisão, em El Dorado, mas “Candide” é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana. Marx e Engels e outros pensadores previram um futuro redentor em que a emancipação da classe trabalhadora traria igualdade e justiça para todos. O sonho acabou no totalitarismo soviético e na sua demolição. Até John Lennon, na canção “Imagine”, propôs sua utopia, na qual não haveria, entre outros atrasos, violência e religião. Ele mesmo foi vítima da violência, enquanto no mundo todo e cada vez mais as pessoas se entregam a religiões e se matam por elas. 
    Quando surgiu e se popularizou o automóvel anunciou-se uma utopia possível. No futuro previsto os carros ofereceriam transporte rápido e lazer inédito em estradas magnetizadas para guiá-los mesmo sem motorista. Isso se os carros não voassem, ou se não houvesse um helicóptero em cada garagem. Nada disso aconteceu. Foi outra utopia que pifou. Hoje vivemos em meio à sua negação, em engarrafamentos intermináveis, em chacinas nas estradas e num caos que só aumenta, sem solução à vista. Mais uma vez, deu distopia.  
(Veríssimo, Luiz Fernando. O Globo, 22/12/2013)
Assinale a alternativa em que os vocábulos sublinhados apresentam o mesmo valor semântico.
Alternativas
Q361997 Português
O conector que classifica-se diferentemente do que se destaca em “coisas que você deve fazer” (l 1-2) em:
Alternativas
Q361995 Português
Nos trechos abaixo, a expressão destacada pode ser substituída pela que vem ao lado, sem alteração do sentido e de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q359398 Português
Afirma-se corretamente;
Alternativas
Q353280 Português
Quando a embarcação na qual ele navegava entrou inadvertidamente no raio de ação das sereias... (4º parágrafo) .

Sem prejuízo para a correção e o sentido original, o segmento grifado acima pode ser corretamente substituído por:
Alternativas
Q2900892 Português

Texto


Idade da informação


Ferreira Gullar


O que move as pessoas a atuar politicamente é a opinião, que, por sua vez, nasce da informação, do conhecimento. É óbvio que, se não sei o que se passa em meu país, não posso ter opinião formada sobre o que deve ser feito para melhorar a sociedade.

Não estou dizendo nada de novo. No passado, em diferentes momentos da história, quem governava era apenas quem tinha poder econômico e, por isso mesmo, mais conhecimento da situação em que viviam. E, na medida em que a educação se ampliou e maior número de pessoas passou a ter conhecimento da realidade social, ampliou-se também a influência da população sobre a vida política. Dessa evolução nasceria a democracia.

[…]

Como explicar as manifestações que ocuparam as ruas nos últimos meses e que, em menor grau, prosseguem por todo o país?

Acredito que esse fenômeno, que a todos surpreendeu, decorre basicamente da quantidade de informações a que têm acesso hoje milhões de pessoas no país, graças à internet. Não é por acaso que manifestações semelhantes têm ocorrido em muitos países, possibilitando a mobilização de verdadeiras multidões.

Veja bem, as causas do descontentamento variam de país a país, os objetivos visados pelos manifestantes também, mas não resta dúvida de que em nenhum outro momento da história tanta gente teve acesso a tanta informação.

Pode ser que estejamos vivendo o início de uma nova etapa da história humana, já que nunca tantas pessoas souberam tanto acerca da sociedade em que vivem. Há que considerar, no entanto, que nem sempre essas informações são verdadeiras e, mesmo quando verdadeiras, podem levar a conclusões nem sempre corretas.

Em suma, esse fenômeno novo, que mobiliza a opinião pública, ainda que signifique um avanço, pode arrastar as pessoas a uma atuação de consequências imprevisíveis. E por quê? Por várias razões, mas uma delas será, certamente, o risco do inconformismo pelo inconformismo, sem objetivos definidos e sem lideranças responsáveis.


Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ ferreiragullar/2013/08/1327777-idade-da-informacao.shtml, Acesso em 18/08/2013. [Adaptado]

Analise as afirmativas abaixo, considerando o texto.


1. Em “O que move as pessoas a atuar politicamente é a opinião, que, por sua vez, nasce da informação, do conhecimento.” (1º parágrafo), as duas ocorrências de “que” fazem referência ao termo “opinião”.

2. Em “Acredito que esse fenômeno, que a todos surpreendeu, decorre basicamente da quantidade de informações a que têm acesso hoje milhões de pessoas no país […]”, (4º parágrafo), as duas ocorrências de “a” são de pronome oblíquo e funcionam como complemento verbal de “surpreendeu” e “acesso”, respectivamente.

3. Em “Há que considerar, no entanto, que nem sempre essas informações são verdadeiras e, mesmo quando verdadeiras, podem levar a conclusões nem sempre corretas.” (6º parágrafo), a crase deveria ser obrigatória em “a”, pois se trata de uma contração de preposição com artigo definido feminino.

4. Em “Não é por acaso que manifestações semelhantes têm ocorrido em muitos países, possibilitando a mobilização de verdadeiras multidões.” (4º parágrafo), a locução verbal poderia ser substituída por “veem ocorrendo” sem prejuízo do sentido da frase.

5. Em “Pode ser que estejamos vivendo o início de uma nova etapa da história humana, já que nunca tantas pessoas souberam tanto acerca da sociedade em que vivem.” (6º parágrafo), o termo sublinhado estabelece relação de causalidade entre as informações, podendo ser substituído por “visto que”.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas em relação ao uso da norma padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q1325607 Português

      A obra de Walter Benjamin e sua teoria crítica da cultura e da modernidade fornecem material importante para o estudo da história, da política, das concepções da infância, linguagem, leitura e escrita. Pensador crítico do seu tempo, aberto a áreas do conhecimento, teorias e abordagens diversas, diz-se de Benjamin que não seria possível convidar para uma mesa de jantar seus principais amigos e interlocutores como Adorno (filósofo da Escola de Frankfurt que contestou com Horkheimer a indústria cultural), Scholem (teólogo, estudioso da mística judaica) Brecht (poeta e teatrólogo marxista) ou os surrealistas (último instantâneo, segundo ele, da inteligência europeia). [...]

    Para Benjamin, cada objeto, fragmento ou insignificância contêm o todo (contêm do verbo conter). A totalidade se revela na singularidade e os estilhaços se compõem em imagens como as de um caleidoscópio. Por essa concepção de conhecimento, muitos teóricos – filósofos, historiadores, escritores, estudiosos da arte, da comunicação e da linguagem – consideram que, além de pensador crítico da modernidade, Benjamin seria precursor da crítica à pós-modernidade.

Sônia Kramer. “Educação a contrapelo”. In: Benjamin pensa a educação. Revista Educação. São Paulo: Segmento, 2008. Adaptado

“... diz-se de Benjamin que não seria possível convidar para uma mesa de jantar seus principais amigos e interlocutores.”. O termo em destaque nesse fragmento é conjunção integrante; na mesma classe gramatical inclui-se o que apresentado em:
Alternativas
Respostas
2001: C
2002: C
2003: A
2004: C
2005: E
2006: A
2007: D
2008: D
2009: C
2010: A
2011: B
2012: E
2013: A
2014: B
2015: E
2016: E
2017: B
2018: B
2019: B
2020: B