Questões de Concurso Comentadas sobre funções da linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. em português

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Q477236 Português
INVEROSSIMILHANÇA: Michaelis inverossimilhança • sf (in+verossimilhança) Falta de verossimilhança; improbabilidade. Coisa inverossímil. Houaiss inverossimilhança • substantivo feminino caráter de inverossimilhante, condição do que não parece verdadeiro ou provável; falta de verossimilhança Michaelis inverosimilhança • sf (in+verosimilhança) Inverossimilhança.

Qual a função da linguagem predominante no texto?
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Q360737 Português
As questões 9 e 10 são baseadas na letra de música abaixo.

Esotérico (Gilberto Gil)

Não adianta nem me abandonar
Porque mistério sempre há de pintar por aí
Pessoas até muito mais vão lhe amar

Até muito mais difíceis que eu pra você
Que eu, que dois, que dez, que dez milhões,
todos iguais

Até que nem tanto esotérico assim
Se eu sou algo incompreensível, meu Deus é mais

Mistério sempre há de pintar por aí
Não adianta nem me abandonar (não adianta não)
Nem ficar tão apaixonada, que nada
Não sabe nadar
E morre afogada por mim

(http://www.vogalume.com.br/)

A função da linguagem que predomina no texto é a:
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Ano: 2012 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IFPI - 2012 - IF-PI - Programador Visual |
Q330383 Português

                               Governo quer proibir venda de horário na TV
       O governo prepara decreto que muda a legislação de concessões de rádio e TV. Batizado de novo marco regulatório da radiodifusão, o projeto prevê o fim de um "mercado paralelo" no setor, informa Julio Wiziack. Uma das mudanças de maior impacto é a proibição do aluguel de canais e de horários da programação. A lei atual não coíbe a prática de forma explícita, o que gerou a proliferação de programas religiosos e comerciais. (Folha de São Paulo, ANO 92, Nº 30.377, 03 de junho de 2012)


Percebe-se no texto a predominância da função da linguagem:

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Q252621 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um exemplo de coloquialismo.

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Q727336 Português
No texto: “Com formato de guarda-chuva aberto, a Chrysaora hypocella pertence à classe dos cifozoários, animais celentrados, da classe Scyphozoa, aeróspedos, caracterizados por terem medusas grandes, em forma de campânula, marginadas por tentáculos.”, a função de linguagem predominante é
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Q620515 Português
                                                   Crônica

                                Viagem no tempo (texto adaptado)

                                       Ivan Angelo – 11/05/2011

      Falávamos sobre viagens e seus modernos confortos quando alguém se lembrou do tempo em que os viajantes levavam toalha e sabonete na mala. Não faz tanto tempo assim. Uma sobrinha, há poucos anos, chegou a minha casa com toalha de banho e caixinha de sabonete na mala. “Coisa da minha mãe", explicou constrangida, sinal de que a mãe dela, que tem menos de 60 anos, levava toalha e sabonete quando viajava. Hotéis e hospedarias eram precários, tirando os melhores das capitais; e, ao pousar na casa de alguém, evitava-se “dar trabalho".

      Lembram-se do quebra-vento nos carros? Coisa anterior à difusão do ar-condicionado, pouco antes de o presidente Collor dizer que os automóveis brasileiros eram umas carroças. O quebra-vento era um vidro giratório colocado à frente das janelas dianteiras; quebrava o vento que entrava quando os vidros das portas estavam abaixados, ou permitia que o ar entrasse quando a janela estivesse fechada. Girando-o todo, direcionava-se o vento para dentro, a fim de refrescar a pessoa acalorada. Até há pouco tempo, no Nordeste, carro sem quebra-vento encalhava.

      Carros não tinham luz piscante para o motorista indicar que ia entrar à esquerda ou à direita, nem luz de freio. Todos os sinais eram feitos pelo motorista com o braço esquerdo para fora do carro. Sinal de parar: mão espalmada para trás, baixa; sinal para entrar à esquerda: braço reto estendido; entrar à direita, braço alto dobrado para a direita. Quase não havia sinais luminosos de trânsito, o guarda apitava em códigos obrigatoriamente conhecidos.

      Ah, meninos, as fotos que se tiravam não se viam no mesmo instante, como agora. Só dias mais tarde, após reveladas e copiadas em laboratório. Depois veio a grande novidade das cópias em 24 horas, em duas horas, em uma hora e na hora. A fotografia popularizou-se. Com as câmeras nos telefones celulares, os fotógrafos amadores tornaram-se bilhões.

      Calculadora? Era a tabuada, que os estudantes sabiam de cor, e baseados nela faziam contas complicadíssimas das quatro operações, na ponta do lápis. Nos escritórios, e só lá, havia as famosas máquinas de calcular manuais Facit, que tinham um teclado de algarismos e uma manivela que os craques do cálculo viravam para a frente e para trás, produzindo exatidões mostradas em um pequeno visor. Não demorou e vieram as elétricas, as eletrônicas digitais...

      Máquinas de escrever ainda se veem em delegacias e cartórios do interior. Num hospital da Zona Leste, um amigo me chamou: “Quer ver um flashback?". E me levou a uma recepcionista de um dos consultórios, que datilografava impávida os dados dos clientes. Nas redações de jornais e revistas, com suas dezenas de máquinas de escrever batucando ao mesmo tempo, o encerramento de uma edição era uma zoeira. O alívio veio com o silêncio dos computadores.

      Cartão amarelo, cartão vermelho? No futebol do tempo do beque e do centeralfe, cartão era o dedo do juiz, primeiro apontando o nariz do abusado, depois apontando o olho da rua. Os cartões derrotaram o dedo em riste porque são mais civilizados, impessoais e fáceis de entender em qualquer língua. Você pensa que eram coisas da juventude do seu avô, ou do seu bisavô, mas não, são do tempo do seu pai. Um tempo em que as crianças tinham bons modos, obedeciam até a olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes.

      O ritmo está cada vez mais rápido.
Assinale a alternativa que melhor resume a mensagem da crônica.
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Q605175 Português
Considere o texto abaixo para responder à questão.

O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.

– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
O enunciado em sua plenitude é enformado como tal pelos elementos extralinguísticos (dialógicos), está ligado a outros enunciados. Esses elementos extralinguísticos (dialógicos) penetram o enunciado também por dentro.
(Mikhail Bakhtin, Estética da criação verbal, 4.ed., São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 313)
Considerada a perspectiva teórica acima, é correto afirmar sobre a ministória 57:
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Q605172 Português
Considere o texto abaixo para responder à questão.

O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.

– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
A análise da materialidade da composição
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Q605159 Português
Considere a letra da canção Lavadeira do rio, de Lenine e Bráulio Tavares, adaptada, na ortografia e pontuação, para acompanhar sua interpretação cantada, para responder à questão. 

Ah! lavadeira do rio
muito lençol pra lavar
fica faltando uma saia
quando o sabão se acabar
mas corra pra beira da praia
veja a espuma brilhar
ouça o barulho bravio
das ondas que batem na beira do mar
ê, ô, o vento soprô
ê, ô, a folha caiu
ê, ô, cadê meu amor
que a noite chegô fazendo frio
ô, Rita, tu sai da janela
deix’esse moço passar
quem não é rica, e é bela
não pode se descuidar
ô, Rita, tu sai da janela
que as moça desse lugar
nem se demora donzela
nem se destina a casar
ê, ô, o vento soprô... 
O exame do texto revela que os compositores
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Q577214 Português
No enunciado: “Contas menos salgadas para fisgar o cliente”, os termos grifados são usados no sentido
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Q380159 Português
E la nave va...

1 - Atenção, senhores passageiros! Lamentamos informar que neste momento navegamos pelo universo a bordo de uma nave que vem inspirando cuidados cada vez maiores em todos os passageiros. Tecnicamente estamos à deriva, mas não há motivo para pânico. Ainda é possível restabelecer as condições de voo, desde que todos colaborem. Os passageiros da primeira classe, principalmente.

2 - A fumaça lançada no ar pelos mais ricos fez a temperatura da nave aumentar 0,6ºC no último século. Nesse ritmo, chegaremos ao final deste século com a temperatura aumentando de um a seis graus centígrados. Nosso sistema de refrigeração não é capaz de enfrentar esse aquecimento global. Não há água limpa suficiente para todos. Ou evitamos o desperdício, distribuindo melhor o que resta, ou teremos sérios problemas daqui para frente .

3 - Lembramos que dividimos espaço com outras formas de vida, que chegaram antes de nós e que estão desaparecendo rapidamente, numa velocidade dez mil vezes maior do que antes de nossa chegada. Cada um de nós, nesta nave, tem uma função, portanto cada espécie animal ou vegetal extinta produz impactos importantes no equilíbrio da vida.

4 - A distribuição dos passageiros pela nave se dá de forma desigual. Quase metade dos lugares é ocupada por passageiros que sobrevivem com apenas 2 dólares por dia. Pedimos desculpas pelas péssimas condições de viagem desse grupo, mas lembramos que a culpa não é da nave. Estamos equipados com recursos suficientes para que todos façam uma viagem tranquila, sem agonia ou sofrimento.

5 - Se a distribuição dos recursos não se dá de forma satisfatória, o problema é de quem se apossou de muito mais do que precisa, sem prestar atenção para o que acontece em volta. Registramos com desgosto que 800 mil passageiros se encontram subnutridos e 24 mil morrem todos os dias por causa da fome.

6 - A nave é de paz, mas alguns passageiros, não. Percebemos, constrangidos, que os gastos crescentes com a indústria bélica seriam mais do que suficientes para resolver o problema da fome. É importante frisar que nossa nave não dispõe de saídas de emergência, nem há outra opção para os passageiros a não ser permanecer aqui. De design arrojado e semblante azul, nossa nave foi concebida para ser o mais aconchegante abrigo do universo.

7- Agradecemos a boa vontade de todos em discutir o plano de voo que seguiremos daqui para frente. Lembramos que a responsabilidade é compartilhada e que todos contribuímos em maior ou menor grau para o sucesso desta viagem.


Observe que todo o texto é construído em linguagem figurada, uma das características da função poética. No entanto, a função emotiva faz-se presente no seguinte trecho:
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Q212154 Português
Faça uma correlação entre os termos e os enunciados:

Imagem 035.jpg

A relação CORRETA entre as colunas é:
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Q212146 Português
A partir das relações entre língua, léxico e cultura, identifque a assertiva INCORRETA.
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Q212140 Português
Imagem 023.jpg

Os termos acima evidenciam a variante linguística denominada:
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Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Administrativo |
Q206363 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta o vício de linguagem denominado barbarismo:
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Q2904460 Português

“A mensagem focaliza o receptor e organiza-se de forma a influenciá-lo, chamar sua atenção. Aparece geralmente nos textos publicitários, nos discursos políticos, horóscopos, e textos em geral que visam persuadir o receptor.”


A caracterização acima melhor se refere à função:

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Q2889309 Português

O texto a seguir serve de requisito para as questões 1 a 5.


Como você lidar com a frustração?

______A frustração pode ser para você um sinal para desistir ou um estímulo para continuar lutando. Vencedores são pessoas que aprenderam a fechar os ouvidos para as críticas e o desânimo, traduzindo as palavras duras para continuarem sua luta. Vencedores são pessoas que, pelo compromisso com uma visão ou uma fé, saíram de condições sub-humanas e, suportando frustração após frustração, se tomaram pessoas prósperas.

______Pode parecer contraditório, mas a chave do sucesso está na frustração maciça. Por exemplo: lembra-se de seus maiores sucessos... Reveja os caminhos que você percorreu... Perceba que antes de alcançar qualquer grande objetivo, sempre houve muitas frustrações, muitos fracassos. É você quem determina o valor final de sua experiência. Ter uma atitude visionária, além de recompensador, funciona como um antídoto para o medo do amanhã. A atitude de fé é o oposto da reação de medo.

______O medo é uma emoção necessária para defender-se de algo que ameaça a integridade física ou psicológica. Ele é indispensável para a sobrevivência, para lidar com crises e riscos. O problema é que o medo nem sempre vem de uma ameaça real. Algumas vezes brota de fantasias e crenças.

______Então, muitas das decisões que tomamos são para não ser um fracasso, não ficar sozinho, não perder a família... O não marca que a decisão era reativa, defensiva de uma ameaça que nem sempre era real. A partir do medo, desenhamos um mapa de onde não queremos chegar. Para que sua vida seja mais do que uma reação de medo você precisa fazer escolhas a partir de mapas novos. Os mapas construídos na infância não funcionam hoje. É preciso usar mapas com parâmetros de amanhã, do que você quer construir, e não com o que você não quer repetir.

______Entenda que o mapa da infância, que foi válido para chegar até aqui, não é o mesmo que pode te levar aonde você realmente deseja. A pergunta que tantos fazem e parece complicada de responder é: Como criar uma visão pessoal?

AYLMER, Roberto

Escolhas. Rio de Janeiro. Proclama Editora 2001.

A frase: “Então, muitas das decisões...” A palavra “então”, quanto a sua denotação é classificada como:

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Q2888848 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05, LEIA O EXCERTO DO TEXTO “O LUGAR DE CADA PALAVRA”, DE ALDO BIZZOCCHI.


O lugar de cada palavra


Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo


Aldo Bizzocchi


1 ____ Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se

2 pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o

3 mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras

4 são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente

5 que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem

6 nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória,

7 estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem

8 ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

9 ____ Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem:

10 palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento

11 que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios.

12 Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos

13 remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na

14 mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias

15 ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria

16 língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

17 ____ A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que

18 podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta

19 de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

20 ____ Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein

21 se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante

22 questão da filosofia da linguagem.

23 ____ Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos

24 sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria

25 realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é

26 simplesmente impossível.

27 ____ Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da

28 experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem

29 formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos

30 lidar com a realidade sem a linguagem.


[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

Quanto às relações coesivas, é incorreto afirmar que o(a)

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Q876505 Português
Jakobson contribui para os estudos da língua, falando da relação com o contexto, com a experiência comunicada ou a ser consumida. Sua classificação das funções enquadraria o texto drummondiana na:
“O que muda na mudança,/ se tudo em volta é uma dança/ no trajeto da esperança/ junto ao que nunca se alcança?” (C.D.A)
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Q727757 Português

TEXTO III:

O Lutador

Lutar com palavras

  é a luta mais vã.

  Entanto lutamos

mal rompe a manhã.

São muitas, eu pouco.

 Algumas, tão fortes

   como o javali.

Não me julgo louco.

  Se o fosse, teria

poder de encantá-las.

 Mas lúcido e frio,

 apareço e tento

apanhar algumas

para meu sustento

  num dia de vida.

Deixam-se enlaçar,

  tontas à carícia

  e súbito fogem 

  e não há ameaça

  e nem há sevícia

que as traga de novo

 ao centro da praça.

  Insisto, solerte.

Busco persuadi-las.

Ser-lhes-ei escravo

 de rara humildade.  

(Drummond De Andrade, Carlos. Poesia completa e prosa. Rio de janeiro: José Aguilar, 1973. / fragmento) 

Através da metalinguagem, o texto aborda poeticamente o trabalho do poeta na construção de seus poemas. No trecho transcrito, é possível identificar que:
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Respostas
881: D
882: A
883: A
884: D
885: D
886: D
887: A
888: D
889: B
890: A
891: D
892: B
893: C
894: B
895: C
896: A
897: A
898: B
899: C
900: A