Questões de Concurso
Sobre fonologia em português
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Assim, a consciência fonológica, associada ao conhecimento das regras de correspondência entre grafemas e fonemas, permite à criança uma aquisição da escrita com maior facilidade, uma vez que possibilita:
A divisão silábica é o processo de separação das sílabas de uma palavra de acordo com as regras da língua portuguesa. A correta divisão silábica facilita a pronúncia e a compreensão das palavras.
Em relação à divisão silábica, assinalar a alternativa INCORRETA:
A divisão silábica é o processo de separar as sílabas de uma palavra de acordo com as regras da língua portuguesa, facilitando a sua pronúncia e compreensão. Já a tonicidade refere-se à sílaba da palavra que é pronunciada com maior intensidade ou ênfase, o que pode influenciar o significado e a entonação da palavra na fala. Ambos os conceitos são importantes para a correta pronúncia e compreensão das palavras em português.
Nesse contexto, indique a alternativa CORRETA em relação à classificação da divisão silábica e da tonicidade:
A divisão silábica é o processo de separação das sílabas de uma palavra de acordo com as regras da língua portuguesa. A correta divisão silábica facilita a pronúncia e a compreensão das palavras.
Em relação à divisão silábica, assinalar a alternativa INCORRETA:
Assinale a opção correta quanto à divisão silábica.
Figura-chave no movimento abolicionista brasileiro, Luiz Gama, homenageado pela Escola de Samba Portela no Carnaval de 2024, também se destacava por seus talentos literários e jornalísticos.
(https://www.bbc.com/portuguese /articles/cd1wxx9e735o.adaptado.)
Assinale a opção CORRETA quanto ao número de sílabas:
Foi em 1995 que a pesquisadora Ligia Fonseca Ferreira começou a estudar a vida e a obra de uma figura singular da história brasileira: o abolicionista Luiz Gonzaga Pinto da Gama.
(https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cd1wxx9e735o.adaptado.)
Assinale a opção CORRETA quanto à divisão silábica:
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?
A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.
Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).
A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.
Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.
Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado).
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?
A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.
Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).
A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.
Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.
Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado).

Coisa linda. (Tiago Iorc).

https://www.google.com.br/
Linda do jeito que é
Da cabeça ao pé
Do jeitinho que for
É, e só de pensar
Sei que já vou estar
Morrendo de amor
De amor.
Coisa linda
Vou pra onde você está
Não precisa nem chamar
Coisa linda
Vou pra onde você está.
Linda feito manhã
Feito chá de hortelã
Feito ir para o mar.
Linda assim, deitada
Com a cara amassada
Enrolando o acordar
O acordar.
Coisa linda
Vou pra onde você está
Não precisa nem chamar
Coisa linda
Vou pra onde você está.
Ah, se a beleza mora no olhar
No meu você chegou e resolveu ficar
Pra fazer teu lar
Pra fazer teu lar.
Coisa linda
Vou pra onde você está
Vou pra onde você está.
Coisa linda. (Tiago Iorc).

https://www.google.com.br/
Linda do jeito que é
Da cabeça ao pé
Do jeitinho que for
É, e só de pensar
Sei que já vou estar
Morrendo de amor
De amor.
Coisa linda
Vou pra onde você está
Não precisa nem chamar
Coisa linda
Vou pra onde você está.
Linda feito manhã
Feito chá de hortelã
Feito ir para o mar.
Linda assim, deitada
Com a cara amassada
Enrolando o acordar
O acordar.
Coisa linda
Vou pra onde você está
Não precisa nem chamar
Coisa linda
Vou pra onde você está.
Ah, se a beleza mora no olhar
No meu você chegou e resolveu ficar
Pra fazer teu lar
Pra fazer teu lar.
Coisa linda
Vou pra onde você está
Vou pra onde você está.