Questões de Concurso
Sobre fonologia em português
Foram encontradas 6.119 questões
Leia o texto a seguir para responder a questão.

A questão deverá ser respondida de acordo com o texto a seguir:
O Analfabeto
Sabendo que o vigário da paróquia estava precisando de um sacristão, o Nicola o procurou para candidatar-se ao lugar. Mas, por ser analfabeto, não foi aceito.
Tendo já, por esse mesmo motivo, perdido outros empregos, resolveu finalmente ganhar a vida trabalhando por conta própria, comprando aqui tudo quanto lhe aparecia: frutas, ferro velho, garrafas vazias, etc.
Trabalhador, ativo e extremamente econômico, não lhe foi difícil acumular, em pouco tempo, um bom capital.
Certo dia, foi ao Banco, com o qual mantinha grandes transações, para retirar alguns conhecimentos de embarque de café, que havia caucionado. Depois de preparar o recibo para a devolução daqueles documentos, o funcionário pediu-lhe que o datasse e assinasse, sobre as respectivas estampilhas. E, enquanto desenhava com dificuldade a assinatura, o Nicola ia dizendo:
− Eu assino e depois o senhor completa o resto, porque só sei escrever o meu nome.
Admirado, o funcionário comentou, delicadamente:
− Mas, como é isso, seu Nicola? Então o senhor, um homem rico com o é, não sabe escrever?
− Felizmente! Pois se eu soubesse ler e escrever, até hoje ainda seria
sacristão...
A fala e a escrita possuem características bem distintas. O falante da Língua Portuguesa muitas vezes acrescenta na oralidade um fonema vocálico em meio a consoantes.
Este é o caso de qual das palavras abaixo?
Em relação aos ditongos, conforme descreve Bechara, analise as assertivas abaixo:
I. Dispensa-se o til do ditongo nasal “ui” em “muito” e “mui”.
II. Se escrevem com o ditongo “ão” os substantivos e adjetivos paroxítonos, acentuando-se, porém, a sílaba tônica como, por exemplo, em sótão.
III. Os encontros vocálicos átonos e finais que podem ser pronunciados como ditongos crescentes escrevem-se da seguinte maneira: ea (áurea), eo (cetáceo), ia (colônia), ie (espécie), io (exímio), etc.
Quais estão corretas?
Observe a seguinte frase:
“A UERJ é uma grande universidade e está entre as melhores do país, segundo as pesquisas”.
A afirmativa correta sobre os componentes ou estrutura dessa frase é:
(__) A separação silábica de "zoológico" é zo-o-ló-gi-co, classificando-a como uma polissílaba.
(__) O vocábulo "cacto" é uma palavra trissílaba.
(__) O vocábulo "arara" é uma palavra trissílaba.
(__) A separação silábica de "fissuras" é fi-ssu-ras, classificando-a como trissílaba.
(__) Entre os 4 vocábulos apresentados, 2 são trissílabos.
Identifique qual alternativa apresenta a sequência CORRETA do preenchimento dos parênteses:
Leia a lenda e responda o item.
Lenda da Vitória Régia
Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.
Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá, mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar, quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Mas ela esperava sua subida e sua descida no horizonte e, já quase de manhãzinha, saía correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia. Até que ela adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.
Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do igarapé a fizeram exultar de felicidade! Finalmente ela estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas e acabou se afogando.
Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu
transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá
não estava no céu, mas nas águas, a refletir o clarão do
luar. Naiá virou a Vitória Régia, a grande flor
amazônica das águas calmas, a estrela das águas, tão
linda quanto as estrelas e com um perfume
inconfundível. E que só abre suas pétalas ao luar.
Leia a lenda e responda o item.
Lenda da Vitória Régia
Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.
Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá, mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar, quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Mas ela esperava sua subida e sua descida no horizonte e, já quase de manhãzinha, saía correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia. Até que ela adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.
Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do igarapé a fizeram exultar de felicidade! Finalmente ela estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas e acabou se afogando.
Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu
transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá
não estava no céu, mas nas águas, a refletir o clarão do
luar. Naiá virou a Vitória Régia, a grande flor
amazônica das águas calmas, a estrela das águas, tão
linda quanto as estrelas e com um perfume
inconfundível. E que só abre suas pétalas ao luar.
Leia o texto e responda a questão.
Dança popular no Brasil, quadrilha junina é oficializada como manifestação da cultura nacional
Um dos mais tradicionais e característicos estilos de dança do Brasil, a quadrilha junina junta-se a outros marcos, como as escolas de samba, o forró e as próprias festas juninas e, a partir desta segunda-feira (24/6), passa a ser reconhecida como manifestação da cultura nacional. A Lei Nº 14.900, que oficializa a decisão, foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra Margareth Menezes (Cultura) e publicada no Diário Oficial da União.
As raízes das quadrilhas juninas têm origem nas danças de salão europeias, que chegaram ao Brasil pela corte portuguesa no início do século XIX. A “quadrille” surgiu em Paris, no século XVIII, como dança de salão composta por quatro casais. Era dançada pela elite europeia e veio para o Brasil durante o período da Regência, por volta de 1830, onde tornou-se febre no ambiente aristocrático.
A partir da corte carioca, a quadrilha foi
ganhando muito espaço junto ao povo e passou a
incorporar elementos culturais, religiosos e folclóricos
nacionais. Nesse processo de adaptação, ampliou o
número de pares dançantes, abandonou os passos e
ritmos franceses, e, ao longo do tempo, as músicas e o
casamento caipira, que antecede a dança, foram sendo
incorporadas.
Leia o texto para responder à próxima questão.
A bagagem da sua vida.
(https://www.mundodasmensagens.com/mensagem/amizade-o-trem-da-vida.html).
“Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão. À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, porque pensa que são importantes.
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas. Pesa demais! Então, você pode escolher: ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos os que passarem por ali, já têm sua própria bagagem. Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora, vendo o que tem dentro. Amizade, nossa! Tem bastante, e curioso, não pesa nada. Mas tem algo pesado, você faz força para tirar. É a raiva, como ela pesa! Aí você começa a tirar, tirar, aparecem a incompreensão, o medo, o pessimismo...
Nesse momento o desânimo quase leva você para dentro da mala. Mas você o puxa para fora com toda a força e aparece um sorriso, que estava sufocado no fundo de sua bagagem. Pula para fora outro sorriso e mais outro e aí, sai a felicidade.
Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira para fora a tristeza. Agora você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois você vai precisar bastante. Procure então, o resto: força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância, bom humor...
Tire a preocupação também e a deixe de lado. Depois você pensa o que fazer com ela? Bem,
sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas pensa: o que você vai colocar lá
dentro? Agora é com você e não se esqueça de fazer isso mais vezes, pois o caminho é muito,
muito longo!”