Questões de Concurso
Comentadas sobre fonologia em português
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(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce786w66xwro.adaptado)
Assinale a opção correta quanto à divisão silábica dos termos mencionados.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce786w66xwro.adaptado)
Assinale a opção que contenha dois dígrafos.
1. A letra "B" é representada pelo código fonético "Bravo", garantindo clareza em situações onde a comunicação verbal pode ser comprometida (ICAO, 2023).
2. A letra "N" é representada pelo código fonético "November", sendo amplamente utilizada em comunicações militares e civis (ICAO, 2023).
3. A letra "S" é representada pelo código fonético "Sierra", uma prática comum em comunicações para garantir que o som "S" não seja confundido com outros sons similares (ICAO, 2023).
4. A letra "X" é representada pelo código fonético "Xenon", devido à similaridade sonora que minimiza a confusão durante a comunicação (ICAO, 2023).
5. A letra "E" é representada pelo código fonético "Echo", um termo que é fácil de entender mesmo em condições de sinal fraco ou interferência (ICAO, 2023).
Alternativas:
Texto I para responder a questão
Bombinhas é um município localizado no litoral centro-norte de Santa Catarina. A cidade é uma península que avança para o Oceano Atlântico com apenas 35,913 km² e 25.058 habitantes (IBGE 2022).
As principais atividades econômicas de Bombinhas são o turismo, a pesca artesanal e a maricultura (criação de mariscos e ostras), herança dos colonizadores dessa região, que foram povos indígenas, e mais tarde, açorianos.
Fonte:https://turismo.bombinhas.sc.gov.br/sobre-a-cidade/#:~:text=Bombinhas%20%C3%A9%20considerada%20um%20dos,por
%20trilhas%20ou%20pelo%20mar.
I. Diz-se que sons foneticamente semelhantes estão em variação livre quando a ocorrência de um ou de outro som, em um ambiente comum, não modifica o significado das palavras.
II. Não são somente os aspectos fonológicos que atuam sobre os diferentes usos na fala, sendo as variantes sociolinguísticas circunstâncias extrafonológicas que também podem afetar o falar.
III. Uma forma estigmatizada é aquela que é considerada como de menor prestígio, caracterizando o usuário como membro de classes sociais inferiores ou de pessoas sem instrução, sendo que tais julgamentos advêm, em sua maioria, de membros da comunidade que usa essa forma socialmente marcada.
Quais estão corretas?
Visão do Correio: Lei Maria da Penha completa 18 anos sem comemoração
O país registrou alta de 0,8% no número de feminicídios em 2023, ante o total de 2022. As tentativas desse tipo de crime aumentaram em proporção ainda maior no mesmo período: 7,1%
Postado em 07/08/2024 06:00
1 Completando 18 anos de sua sanção hoje, a Lei Maria da Penha é um inquestionável marco no enfrentamento à violência doméstica contra a mulher no Brasil, seja ela física, psicológica, sexual, patrimonial e/ou moral. Logo em seu primeiro título, o texto de 2006 ressalta que "cabe à família, à sociedade e ao poder público criar as condições necessárias para o efetivo exercício dos direitos enunciados" na legislação.
2 Os 18 anos da lei, no entanto, convivem com um cenário ainda muito cruel contra a mulher. De acordo com o mais recente Anuário Brasileiro de Segurança Pública, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e publicado no mês passado, o país registrou alta de 0,8% no número de feminicídios em 2023, ante o total de 2022. As tentativas desse tipo de crime aumentaram em proporção ainda maior no mesmo período: 7,1%.
3 A efeméride e os números deixam claro que a Lei Maria da Penha ainda é muito recente — mesmo que reconhecida internacionalmente por sua ampla redação. Chama a atenção como um problema social tão grave da sociedade brasileira só foi alvo de prevenção por meio de uma política pública específica há menos de duas décadas. Essa morosidade até a criação da legislação evidencia uma população que ainda mata ou tenta matar uma mulher a cada duas horas, simplesmente pela questão de gênero, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
4 A mudança da cultura violenta da sociedade brasileira, sobretudo dos homens, deve passar por uma transformação drástica de comportamento e pela intensificação do debate social sobre o tema, até mesmo promovendo atualizações constantes na Maria da Penha. Desde que foi criada, a lei recebeu adendos importantes, como a medida protetiva de urgência sem a necessidade de registro de boletim de ocorrência ou abertura de inquérito e o acompanhamento psicossocial do agressor.
5 Essas atualizações, na toada do "antes tarde do que nunca", são peças-chave do complexo quebra-cabeça da violência contra a mulher no Brasil. O fato de o descumprimento de medida protetiva se tornar crime no país somente em 2018 é representativo para o cenário. A morosidade do Legislativo para discutir e aprovar as necessárias atualizações da Maria da Penha e criar novas políticas públicas sobre o tema tem como fator principal a predominância de homens no Congresso Nacional. Apesar de formarem 48,52% da população nacional, conforme o Censo de 2022, eles ocupam 85% das cadeiras da Câmara dos Deputados e 81% das vagas do Senado Federal, segundo dados das próprias casas.
6 Toda jovialidade da Maria da Penha, representada por sua maioridade completada hoje, é refletida na sociedade. Parte dela ainda não entendeu que todos têm o dever, como deixa claro o primeiro título da legislação em vigor desde 2006, de combater a violência contra a mulher. É fundamental reafirmar mais uma vez que em briga de homem e mulher é preciso, sim, meter a colher.
7 Os indicadores acompanhados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública destacam a necessidade de mudança comportamental da população brasileira — especialmente dos homens — para além dos 46 artigos da Lei Maria da Penha. Entre 2022 e 2023, o total de mulheres estupradas cresceu 5,5%; as ameaças contra elas aumentaram 16,5%; e as lesões corporais se intensificaram em cerca de 10%.
8 Se há crescimento nos mais diferentes indicadores de violência contra a mulher, é preciso refletir o papel da sociedade, não só do poder público, nesse contexto. Torna-se urgente o combate a cada flagrante e a denúncia a cada suspeita, independentemente de vínculos familiares, para o Brasil poder, de fato, ter o que comemorar no enfrentamento a esse tipo de crime.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/08/6914867-visao-do-correio-lei-maria-da-penha-completa-18-anos-sem-comemoracao.html
Leia o texto para responder à questão.
Extraordinário
Extraordinário é um livro tocante e profundo que aborda questões como bullying, aceitação,
amor e superação e nos ensina que, acima de tudo, devemos amar a nós mesmos e lutar para
construir um mundo melhor.
Conforme avançamos na trama, visualizamos o seguinte panorama: de um lado temos
Auggie, que com todas as suas complicações e empecilhos, luta para viver como um garoto normal
da sua idade, e do outro, crianças e adultos, que de modo preconceituoso, o excluem do meio social
apenas por ser diferente. Acompanhamos gradativamente a família e os únicos amigos que o
menino possui, nos impressionamos com a bondade, pureza de seu coração que abraça e acolhe
aqueles que querem fazer o bem.
[...]
Extraordinário é ao mesmo um tempo uma obra bela e triste, pois consegue nos passar de
modo extremamente delicado e bonito uma realidade que muitas vezes é negligenciada, aquela que
fundamenta o preconceito; mas que ensina diversos valores como respeito, compaixão e
humanidade.
A jornada do menino começa propriamente quando os pais decidem colocá-lo na escola,
pois agora com 10 anos, não podem mais ficar ensinando lições apenas dentro de casa. Num
primeiro momento Auggie se torna relutante e argumenta que os alunos não gostariam dele, mas
com a insistência dos pais, ele logo se dá uma chance.
Infelizmente os piores medos de Auggie se tornam realidade. Não que ele já não esperasse tudo
aquilo, mas os olhares tortos e a ignorância machucam mais de que podemos imaginar.
Diversos acontecimentos permeiam a história, porém o que torna este livro realmente
brilhante é o fato de que é trazido pra realidade do leitor, a valorização da vida, que muitos se
queixam por razões egocêntricas e que são tão “pequenas” perante as reais dificuldades passadas
por outros trazendo assim, uma espécie de autorreflexão para aquele que o está lendo.
Extraordinário é uma obra que mescla crítica e humor de uma forma fluida e gentil, que vai
te conquistar logo no primeiro parágrafo!
https://deolhonaestante.wordpress.com/2015/08/11/resenha-do-livro-extraordinario-de-r-j-palacio/adaptado