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Questões de Concurso Comentadas sobre fonologia em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.125 questões

Q3349345 Português
O modelo ideal do sistema alfabético é que cada letra corresponda a um som e cada som a uma letra, mas essa relação ideal só se realiza em poucos casos. Sobre a denominação dos casos de correspondência referidos, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3347228 Português

Figura-chave no movimento abolicionista brasileiro, Luiz Gama, homenageado pela Escola de Samba Portela no Carnaval de 2024, também se destacava por seus talentos literários e jornalísticos.


(https://www.bbc.com/portuguese /articles/cd1wxx9e735o.adaptado.)


Assinale a opção CORRETA quanto ao número de sílabas:

Alternativas
Q3345429 Português

Foi em 1995 que a pesquisadora Ligia Fonseca Ferreira começou a estudar a vida e a obra de uma figura singular da história brasileira: o abolicionista Luiz Gonzaga Pinto da Gama.


(https://www.bbc.com/portuguese/

articles/cd1wxx9e735o.adaptado.)


Assinale a opção CORRETA quanto à divisão silábica:

Alternativas
Q3341890 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


 Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?


A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.


Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).


A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.


Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.


Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado). 

Encontro vocálico é uma sequência de vogais que ocorre em uma palavra. Qual das alternativas apresenta um exemplo de encontro vocálico?
Alternativas
Q3341887 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


 Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?


A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.


Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).


A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.


Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.


Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado). 

Assinale a alternativa em que ambas as palavras possuem dígrafos.
Alternativas
Q3336728 Português
A Fonética é o ramo da linguística que estuda os sons da fala humana, sua produção física, acústica e percepção auditiva. Ela investiga como os sons são articulados pelos órgãos fonadores (boca, língua, pregas vocais), como esses sons se propagam através do ar (acústica) e como são percebidos e interpretados pelo ouvinte (Seara; Nunes; Lazzarotto-Volcão, 2021). Dentre as temáticas abordadas no ensino da fonética, estão os ditongos. No âmbito da fonética, analise as afirmações a seguir: 

I. As palavras “leite, réu, circuito e papel” apresentam ditongos orais decrescentes.
II. Em “mão, muito, tem e mãe”, temos ditongos nasais decrescentes.
III. Em “farmácia, quase, tênue e sério”, há ditongos orais crescentes. 
IV. As palavras “quando e pinguim” apresentam ditongos nasais crescentes.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3334445 Português
Dentre as palavras a seguir, aquela que é formada por cinco sílabas é:
Alternativas
Q3332977 Português
Das palavras a seguir, é monossílaba apenas: 
Alternativas
Q3331767 Português
Identifique qual das palavras a seguir apresenta dois dígrafos em sua composição. 
Alternativas
Q3331548 Português
Todas as palavras a seguir apresentam ditongo, exceto:
Alternativas
Q3331546 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


        A sonda chinesa Chang’e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.

        O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang’e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.

       A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.

     Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial.

      Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.

     O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares. O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.

      Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.

     A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende
discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
A palavra “interesse”, que ocorre no texto, apresenta dois dígrafos, assim como:
Alternativas
Q3326978 Português
TEXTO I

A RAPOSA E O CORVO

    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!

(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Observe o número de sílabas das palavras e marque a alternativa cujas palavras são todas trissílabas: 
Alternativas
Q3326977 Português
TEXTO I

A RAPOSA E O CORVO

    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!

(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Marque a alternativa cujas palavras estão com as sílabas separadas corretamente:
Alternativas
Q3326229 Português

O texto abaixo serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a cada questão.


A JABUTICABEIRA 


Um jovem se aproximou de um senhor idoso e perguntou:

- Que planta é esta que o senhor está cuidando?

- É uma jabuticabeira - respondeu o velho.

- E ela demora quanto tempo para dar frutos?

- Ah, pelo menos uns quinze anos - informou o homem.

- E o senhor espera viver tanto tempo assim? – indagou irônico, o rapaz.

- Não, não creio que viva tudo isso, pois já estou no fim da minha jornada, disse o ancião.

- Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?

E o velhinho respondeu calmamente:

- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas se todos pensassem como você... Que seria de nós, se não plantássemos hoje a semente que servirá de alimento amanhã?

Não podemos estar voltados somente para nós mesmos. Temos que pensar, também, nas gerações que estão por vir.

Temos que dar nossa colaboração. Muitas medidas tomadas hoje repercutirão no futuro.

Tomara que você sinta orgulho de poder fazer, de alguma forma, parte dele e ter dado a sua contribuição.


https://mpenhahist.blogspot.com/p/textos-interessantes.html/capturado em 27/04/2024 

A palavra "CALMAMENTE" possui quantos fonemas? 
Alternativas
Q3324329 Português

A tirinha abaixo serve de base para a questão.


9_e 10.png (743×229)

BLOG DO TONINHO: Tirinhas do Chico Bento (toninho05.blogspot.com/capturado em 07/05/2024


Com base na tirinha em análise, julgue as premissas e, na sequência, assinale a opção correta.


I. O vocábulo “Umas” é classificado como monossílabo.


II. O nome Chico deveria ser grafado com letra minúscula, ficando dessa forma: “chico”.


III. A tirinha é composta por linguagem verbal e não verbal.


IV. A separação correta do termo “Maravilhas” é “Ma-ra-vil-has”.


Conforme o julgamento das premissas, são verdadeiras 

Alternativas
Q3324326 Português

Leia o texto abaixo e faça as questão.


Você é mais forte do que imagina! 


Confie nas suas capacidades, mantenha uma atitude positiva e jamais pense sequer em desistir dos seus sonhos. O mundo está esperando pelas suas realizações.


https://www.mundodasmensagens.com/. capturado em 07/05/2024

Os vocábulos “Jamais” e “Realizações” foram separados silabicamente, de forma adequada, em qual alternativa? 
Alternativas
Q3324325 Português

Leia o texto abaixo e faça as questão.


Você é mais forte do que imagina! 


Confie nas suas capacidades, mantenha uma atitude positiva e jamais pense sequer em desistir dos seus sonhos. O mundo está esperando pelas suas realizações.


https://www.mundodasmensagens.com/. capturado em 07/05/2024

Marque a assertiva em que todos os vocábulos são classificados como trissílabos. 
Alternativas
Q3322968 Português
Assinale a alternativa que apresenta a propriedade de duas ou mais formas, inteiramente distintas pela significação ou função, terem a mesma estrutura fonológica, os mesmos fonemas, dispostos na mesma ordem e subordinados ao mesmo tipo de acentuação. 
Alternativas
Q3322462 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mergulho na Amazônia urbana


A Amazônia é comumente associada à sua rica biodiversidade, mas há uma faceta pouco conhecida: sua versão urbana. Estudos revelam que comunidades indígenas pré-coloniais já praticavam formas de urbanismo, fazendo das indigeneidades urbanas um fenômeno ancestral. Atualmente, as mídias sociais estão disseminando experiências dos indígenas urbanos, desafiando estereótipos e buscando reconhecimento e direitos. Esses influenciadores ressaltam a continuidade da colonização e promovem a pluralidade das identidades indígenas.

Quando se fala em Amazônia, a primeira imagem que vem à cabeça da maioria das pessoas é uma rica paisagem natural composta pelos magníficos biomas amazônicos: igapós, terra firme, várzeas, campinas e os majestosos rios. Tudo isso é real e deve, sim, ser valorizado e preservado. Mas há um lado da região pouco conhecido − a Amazônia urbana, assim como uma vasta população indígena moradora dessas cidades.

Manaus (AM), com mais de 2 milhões de habitantes, e Belém (PA), com uma população de 1,3 milhão de pessoas, são as maiores cidades da região. Além dessas duas megacidades, a Amazônia abriga várias outras áreas urbanas de grande e médio porte espalhadas por essa vasta floresta.

Segundo o censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Manaus é a cidade com maior população de indígenas do país, com 71.713 pessoas que assim se identificam. Mas as cidades amazônicas não são um fenômeno somente do presente. Estudos recentes sobre a Amazônia pré-colonial revelam mais do que organizações sociais complexas; registram formas de urbanismo que agora estão sendo vislumbradas como alternativas ao modelo industrial para um futuro mais sustentável.

Esses estudos contribuem para uma mudança de paradigmas em nossa compreensão da Amazônia pré-colonial, nos afastando da perspectiva estereotipada condescendente da Amazônia indígena como composta por aldeias e acampamentos pequenos e efêmeros


(https://cienciahoje.org.br/artigo/mergulho-na-amazonia-urbana)
Os vocábulos abaixo, extraídos do texto, apresentam a divisão silábica e a classificação quanto ao número de sílabas corretas, EXCETO:"
Alternativas
Q3321747 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

Indique a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafos.
Alternativas
Respostas
1501: B
1502: D
1503: C
1504: B
1505: A
1506: E
1507: B
1508: B
1509: A
1510: D
1511: D
1512: A
1513: D
1514: A
1515: B
1516: E
1517: C
1518: D
1519: D
1520: D