Questões de Concurso Comentadas sobre fonologia em português

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Q3142446 Português
Qual das alternativas NÃO apresenta tritongo? 
Alternativas
Q3138197 Português
Qual é a divisão silábica correta da palavra "pneumático"?
Alternativas
Q3136948 Português

Assinale que corresponde a ordem correta dos encontros vocálicos nos substantivos dos trechos: 

1. “Brincava com nossas crianças’’.

2. ‘‘Deixou boas impressões por aqui”

3. “Eu não posso descrever o efeito do álcool.”

4. “Saio para a rua.” 


Alternativas
Q3136945 Português
Assinale o par de palavras em que o desvio ortográfico no texto pode ser atribuído à influência da pronúncia.
Alternativas
Q3136573 Português
Sobre a variedade de sons vocálicos existentes na língua portuguesa, que diferenciam palavras e influenciam a pronúncia, como nas distinções entre vogais abertas e fechadas, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta: 
Alternativas
Q3132610 Português
No que diz respeito à separação silábica, analise as afirmativas a seguir:

I.As palavras 'ouro', 'ator' e 'istmo' são dissílabas.
II.As palavras 'pneu', 'reis' e 'breu' são monossílabas.
III.As palavras 'revista', 'cirurgião' e 'escrivão' são trissílabas.
IV.'Subscrito' é uma palavra trissílaba. 

Estão corretas:
Alternativas
Q3132608 Português
Os vocábulos que estão na ordem alfabética correta são identificados na alternativa: 
Alternativas
Q3132154 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cuidado com o Pé de Garrafa


Nem bem entraram na mata, os homens foram surpreendidos por um assovio muito alto, tão alto que doeu os ouvidos: fiiiuuú!!! Todos que estavam agachados, deixando suas ferramentas no chão, ficaram de pé, em alerta, assustados. "O que foi isso?", disse um deles, e os outros deram de ombros. Os olhos de todos estavam arregalados, e os corpos quentes, em alerta, estavam prontos para correr. Mas, por que esse pânico todo? Primeiro, porque sabiam que o que iriam fazer na floresta não era certo. Afinal, eles tinham uma fileira de árvores para derrubar e um monte de bichos para caçar. Segundo, porque se lembraram de uma história horripilante contada pelos habitantes locais, a história do Pé de Garrafa!


Quem é esse? Nem queira saber! Mas quem mora lá pelas bandas do Mato Grosso do Sul sabe bem quem é. O Pé de Garrafa é um monstro que não se parece com nada que conhecemos. Não é gente, nem é bicho. Na cabeça, no lugar de cabelo, traz uns trapos de pano podre. Tem uma perna só, com o pé com um casco que deixa um rastro redondo por onde passa, como o fundo de uma garrafa. Por isso, claro, é conhecido como Pé de Garrafa.


Às sextas-feiras, por volta da meia-noite, é o momento preferido do monstro aparecer. Mas, se ele sente que a mata vai ser invadida, ele aparece a qualquer hora. Primeiro, dá o seu assobio, que é ouvido somente por caçadores ou pessoas mal-intencionadas. Quem escuta se confunde, pois o som ecoa para todos os lados. É aí que armadilha começa. A pessoa se perde na floresta, fica desorientada com o assobio e se embrenha na mata.


Quem voltou para contar diz que sentiu um vento nas costas enquanto corria sem parar, parecia um bater de asas muito pesadas ou encharcadas de água. Dizem que o Pé de Garrafa voa e parece ter asas de ema. Do alto, ele grita, e grita forte, por umas duas horas sem parar. É para todo mundo ouvir, da mata ou da cidade.


*O Pé de Garrafa é uma lenda brasileira, contada por moradores do Mato Grosso do Sul, mas que também é conhecida em outros estados brasileiros. Em algumas versões, ele ganha o nome de Troá, além de pernas de aves, pelos e espinhos. Esta versão foi livremente adaptada pela CHC.


(https://chc.org.br/artigo/cuidado-com-o-pe-de-garrafa/)

Identifique a alternativa em que a separação das palavras está INCORRETA:
Alternativas
Q3131301 Português

Canção para os fonemas da alegria


                               Thiago de Mello


Peço licença para algumas coisas.

Primeiramente para desfraldar

este canto de amor publicamente. 


Sucede que só sei dizer amor

quando reparto o ramo azul de estrelas

que em meu peito floresce de menino.


Peço licença para soletrar,

no alfabeto do sol pernambucano,

a palavra ti-jo-lo, por exemplo, 


e poder ver que dentro dela vivem

paredes, aconchegos e janelas,

e descobrir que todos os fonemas 


são mágicos sinais que vão se abrindo

constelação de girassóis gerando

em círculos de amor que de repente

estalam como flor no chão da casa. 


Às vezes nem há casa: é só o chão.

Mas sobre o chão quem reina agora é um homem

diferente, que acaba de nascer: 


porque unindo pedaços de palavras

aos poucos vai unindo argila e orvalho,

tristeza e pão, cambão e beija-flor,


e acaba por unir

a própria vida no seu peito partida e repartida

quando afinal descobre num clarão 


que o mundo é seu também, que o seu trabalho

não é a pena que paga por ser homem,

mas um modo de amar — e de ajudar 


o mundo a ser melhor. Peço licença

para avisar que, ao gosto de Jesus,

este homem renascido é um homem novo:


ele atravessa os campos espalhando

a boa-nova, e chama os companheiros

a pelejar no limpo, fronte a fronte, 


contra o bicho de quatrocentos anos,

mas cujo fel espesso não resiste

a quarenta horas de total ternura. 


Peço licença para terminar

soletrando a canção de rebeldia

que existe nos fonemas da alegria:


canção de amor geral que eu vi crescer

nos olhos do homem que aprendeu a ler. 


Thiago de Mello. Faz escuro mas eu canto. São Paulo: Global Editora, 2017. 

Julgue o item que se segue, relativo à análise linguística do poema precedente.
No terceiro verso da terceira estrofe, “ti-jo-lo” apresenta-se separado em suas unidades mínimas significativas, denominadas sílabas. 
Alternativas
Q3128887 Português
Texto para responder à questão.

O padeiro

    Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
   – Não é ninguém, é o padeiro!
   Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  “Então você não é ninguém?”
  Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
  Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
  Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
  E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989.)
No trecho “Ele abriu um sorriso largo.” (5º§), a palavra “sorriso” possui:
Alternativas
Q3126783 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra dissílaba: 
Alternativas
Q3123516 Português
Com que frequência você deve lavar seus lençóis e travesseiros

Depois de um longo dia, nada como a sensação de afundar em uma cama quente, apoiar a cabeça sobre um travesseiro macio e se aninhar em um edredom aconchegante.

Mas não somos apenas nós, seres humanos, que nos deitamos felizes na nossa cama. Basta olhar um pouco mais a fundo e você irá se horrorizar ao saber que suas roupas de cama são o lar de milhões de bactérias, fungos, ácaros e vírus.

Eles também acham que a sua cama é um paraíso − um lugar quente para o seu desenvolvimento, coberto de suor, saliva, células mortas da pele e partículas de alimentos que servem de banquete.

Vejamos os ácaros, por exemplo. Nós liberamos 500 milhões de células da pele por dia. Para os minúsculos ácaros do pó, este é um bufê livre.

Em 2013, pesquisadores do Instituto Pasteur de Lille, na França, analisaram os lençóis de pacientes nos hospitais. Eles descobriram que os lençóis sujos estavam repletos de bactérias Staphylococcus, comumente encontradas na pele humana.

A maior parte das espécies de Staphylococcus é benigna, mas algumas, como S. aureus, podem causar infecções da pele, acne e até pneumonia em pacientes com sistemas imunológicos mais fracos.

"As pessoas carregam bactérias como parte do seu microbioma da pele e podem eliminá-las em grandes quantidades", explica a microbióloga Manal Mohammed, da Universidade de Westminster, no Reino Unido. Ela não participou do estudo feito na França.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrm10lkpveo trecho
"Eles também acham que a sua cama é um paraíso."
Os vocábulos que estão grafados corretamente com o mesmo dígrafo 'ch' da palavra destacada no texto são:
Alternativas
Q3121608 Português
Assinale palavra com a correta separação silábica. 
Alternativas
Q3120250 Português
TEXTO III


Desidratação



O calor excessivo faz o corpo aumentar a produção de suor na tentativa de resfriar o organismo. No entanto, isso leva a uma perda significativa de líquidos, o que pode resultar em desidratação caso a pessoa não beba água suficiente.


Os principais sintomas da desidratação são: boca seca, urina escura, fraqueza, tonturas e até desmaios. Por isso, é fundamental aumentar a ingestão de água nos dias mais quentes, mesmo quando não sentir sede. O ideal é beber 2 litros ou mais de água, para adultos saudáveis e sem restrições para ingestão de líquidos.


Disponível em: https://dasa.com.br/blog/saude/calorexcessivo/. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).
Assinale a alternativa em que as palavras estão agrupadas porque têm a mesma classificação quanto ao número de sílabas.
Alternativas
Q3119943 Português
Quanto à classificação das palavras, de acordo com o número de sílabas, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3119182 Português

Aprendermos a aceitar a realidade da vida. (Autor desconhecido).


“Por vezes custa muito aceitarmos a realidade da vida. Lutamos para que tudo seja perfeito e acabamos percebendo que poucas coisas são como esperamos. A verdadeira sabedoria está em sabermos lidar com tudo o que o dia a dia nos reserva e tirarmos proveito daquilo que realmente vale a pena. 


que realmente vale a pena. As pessoas que nos rodeiam, por mais que nos amem, acabam sempre por nos magoar. Até a melhor das amizades em algum momento nos decepciona. Aprendermos a perdoar o que os outros nos fazem é o primeiro passo para vivermos em paz conosco. Sentiremos ao longo do tempo que tudo muda e que aqueles que nos são importantes também. Percebermos que a imprevisibilidade da nossa existência fará de nós humanos mais estáveis. Nada estranharemos à medida que formos crescendo e acumulando mais experiência. Por mais dolorosos que sejam certos acontecimentos, eles sempre nos ensinarão algo e nunca serão em vão.”

 

https://leouve.com.br/comportamento/mensagem-do-dia-aprendermos-a-aceitar-a-realidade da-vida/ - adaptado. 

Tratando-se de encontros vocálicos, as palavras do texto, (dia, perdoar, existência), são respectivamente: 
Alternativas
Q3119161 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

E dá-lhe burrice


A burrice urbana galopa sem rédeas, e a inteligência parece engatar a marcha à ré. Estudos de James Flynn apontaram que o Q.I. médio da humanidade cresceu até 2000, mas vem caindo assustadoramente desde então. Uma provável causa é o empobrecimento da linguagem, reflexo da era digital.

Ao ler, o cérebro realiza processos sofisticados de interpretação e associação, essenciais para desenvolver pensamentos complexos. No entanto, a leitura é cada vez menos praticada. O resultado? Preguiça mental, facilitada por abreviações, emojis e músicas simplórias. A exclusão de tempos verbais também limita projeções temporais, restringindo o pensamento ao presente imediato.

Adolescentes, grandes vítimas da cultura digital, sucumbem ao imediatismo e seguem "influencers" sem questionar. Essa submissão à mediocridade resulta na simplificação da linguagem e no empobrecimento da comunicação, tornando-a rasteira e fácil de manipular. Parece que os vilões dos quadrinhos se materializaram, disfarçados de práticos e modernos, conduzindo a humanidade ao pasto do conformismo.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/e-da-lhe-burrice-1 .3343242
No trecho:
"A burrice urbana galopa sem rédeas, e a inteligência parece engatar a marcha à ré."
Sobre os aspectos fonéticos, assinale a alternativa cuja palavra NÃO possui dígrafo:
Alternativas
Q3118465 Português
Assinale a alternativa que apresenta palavra com encontro vocálico e consonantal.
Alternativas
Q3118463 Português
Qual palavra a seguir NÃO apresenta número correspondente de letras e fonemas?
Alternativas
Respostas
1401: A
1402: B
1403: A
1404: A
1405: B
1406: B
1407: A
1408: C
1409: D
1410: E
1411: B
1412: C
1413: B
1414: A
1415: A
1416: B
1417: B
1418: D
1419: B
1420: E