Questões de Concurso Comentadas sobre fonologia em português

Foram encontradas 4.029 questões

Q3335061 Português
De acordo com os diferentes tipos de dígrafos, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) “Igualdade” apresenta dígrafo vocálico.
( ) “Plantio” apresenta dígrafo consonantal.
( ) “Discernir” apresenta dígrafo consonantal.
( ) “Ampliar” apresenta dígrafo vocálico.
Alternativas
Q3335060 Português
Os ditongos não são separados, mas os crescentes finais são vistos por muitos gramáticos como possíveis hiatos de palavras proparoxítonas acidentais, ou eventuais, como é o caso da palavra “história”, que pode ser classificada como paroxítona ou proparoxítona. Qual das palavras do texto também se encaixa nessa definição?
Alternativas
Q3334586 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Fadiga visual: como proteger a vista na era do excesso de telas


Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.

A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.

À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.

Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até 50% dos usuários de computador podem desenvolver a chamada fadiga ocular digital.

Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação e visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.

Ela pode indicar problemas potencialmente crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.

A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os lockdowns e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela numa escala sem precedentes.

Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.


O impacto invisível da dependência digital


Mas o que exatamente acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?

A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.

Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.

Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.

Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.

Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.

Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.

Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.

Mas como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?

A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no fragmento
"A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo. À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos."

Quanto à acentuação tônica e gráfica dos vocábulos do trecho, considere as informações a seguir:

I.As palavras 'preocupações' e 'dependência' possuem acento tônico, uma vez que palavras terminadas em ditongo, de qualquer tipo, seguido ou não de 's' são acentuadas.
II.A palavra 'saúde' recebe acento gráfico de acordo com a mesma regra que justifica a acentuação da palavra 'adaís'.

III.A palavra 'pública' é classificada como uma proparoxítona, ou seja, a acentuação tônica recai sobre a antepenúltima sílaba. Sem o acento gráfico, ela passaria a ser uma paroxítona, com acento tônico deslocado para a penúltima sílaba.
IV.A palavra 'saúde' é acentuada porque o 'u' tônico forma um hiato com a vogal anterior, está sozinho na sílaba e não é seguido de 'nh', conforme as regras de acentuação.
V.Os vocábulos 'há' e 'só' são acentuados de acordo com a mesma regra das monossílabas tônicas terminadas em 'a' e 'o', respectivamente.

Estão corretas: 
Alternativas
Q3330849 Português

Mila



    Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás.

E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento?

     Amá-la — foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

   Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

     Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade.


(Carlos Heitor Cony) 

Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3328558 Português
Assinale a alternativa em que a palavra esta separada de forma incorreta: 
Alternativas
Q3328555 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresenta 6 letras e 5 fonemas: 
Alternativas
Q3328554 Português
Quais as palavras que apresentam encontro vocálico em hiato? 
Alternativas
Q3328511 Português
Assinale a alternativa abaixo em que todas as palavras apresentam dígrafo: 
Alternativas
Q3327365 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente palavra paroxítona: 
Alternativas
Q3327359 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente o número de letras e fonemas da palavra horas:
Alternativas
Q3327356 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA: 
Alternativas
Q3327355 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente palavra com mais de três sílabas: 
Alternativas
Q3327119 Português
Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk


   Rússia e Ucrânia trocaram acusações na sexta-feira (21) sobre um ataque a uma estação de medição de gás que fica na região russa de Kursk, próxima da fronteira compartilhada. O ataque à instalação em Sudzha ocorre poucos dias após os EUA terem proposto que ambos os lados pausassem os ataques à infraestrutura de energia. O Ministério da Defesa russo alegou que Kiev havia “atacado deliberadamente” a estação, que está sob controle ucraniano desde que a Ucrânia lançou uma incursão surpresa terrestre em Kursk em agosto de 2024.

   Moscou alega que as forças ucranianas explodiram a instalação enquanto “recuavam da região de Kursk” com o objetivo de “desacreditar as iniciativas de paz do presidente dos EUA”. Neste sábado, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia alertou ainda que “se reserva o direito de responder, inclusive com uma resposta simétrica” ao que alega serem ataques ucranianos às instalações de infraestrutura de energia russas.

   Kiev descreveu as acusações como “infundadas” e alegou que visam desacreditar a Ucrânia e enganar a comunidade internacional. “De fato, a estação foi repetidamente bombardeada pelos próprios russos”, disse o Estado-Maior da Ucrânia em uma postagem no Telegram na sexta-feira. De acordo com os militares ucranianos, a Rússia atingiu a mesma estação com mísseis há apenas três dias. “As tentativas dos russos de enganar a todos e fingir que estão aderindo ao cessar-fogo não funcionarão, (nem) as notícias falsas sobre os ataques ao posto de gasolina”, postou o chefe do gabinete presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, na sexta-feira no X. O posto de medição de gás de Sudzha foi a última rota pela qual o gás natural russo foi entregue à Europa pela Ucrânia. O transporte de gás natural por Sudzha foi encerrado em 1º de janeiro de 2025, após Kiev se recusar a renovar o contrato.

   O ataque ao posto ocorre mais de uma semana após o anúncio das forças russas de que haviam recapturado Sudzha, a maior cidade que a Ucrânia ocupou durante sua incursão em Kursk. A ocupação de partes de Kursk pela Ucrânia é vista como sua única moeda de troca territorial em meio à pressão para negociar o fim da guerra.

   O presidente russo Vladimir Putin concordou em interromper temporariamente os ataques a alvos de energia na Ucrânia após um longo telefonema com o presidente Donald Trump na terça-feira, embora ele tenha parado antes de assinar um cessar-fogo mais amplo para encerrar o conflito de três anos na Ucrânia.

    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky também disse que apoiaria uma pausa no ataque a alvos de energia. As negociações para interromper o conflito ocorrerão em Riad na próxima semana, com uma delegação dos EUA esperada para se sentar primeiro com os ucranianos, seguida pelos russos nesta segunda-feira (24).


Fonte: Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja letra g da palavra represente o mesmo fonema representado pela g na palavra região
Alternativas
Q3327117 Português
Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk


   Rússia e Ucrânia trocaram acusações na sexta-feira (21) sobre um ataque a uma estação de medição de gás que fica na região russa de Kursk, próxima da fronteira compartilhada. O ataque à instalação em Sudzha ocorre poucos dias após os EUA terem proposto que ambos os lados pausassem os ataques à infraestrutura de energia. O Ministério da Defesa russo alegou que Kiev havia “atacado deliberadamente” a estação, que está sob controle ucraniano desde que a Ucrânia lançou uma incursão surpresa terrestre em Kursk em agosto de 2024.

   Moscou alega que as forças ucranianas explodiram a instalação enquanto “recuavam da região de Kursk” com o objetivo de “desacreditar as iniciativas de paz do presidente dos EUA”. Neste sábado, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia alertou ainda que “se reserva o direito de responder, inclusive com uma resposta simétrica” ao que alega serem ataques ucranianos às instalações de infraestrutura de energia russas.

   Kiev descreveu as acusações como “infundadas” e alegou que visam desacreditar a Ucrânia e enganar a comunidade internacional. “De fato, a estação foi repetidamente bombardeada pelos próprios russos”, disse o Estado-Maior da Ucrânia em uma postagem no Telegram na sexta-feira. De acordo com os militares ucranianos, a Rússia atingiu a mesma estação com mísseis há apenas três dias. “As tentativas dos russos de enganar a todos e fingir que estão aderindo ao cessar-fogo não funcionarão, (nem) as notícias falsas sobre os ataques ao posto de gasolina”, postou o chefe do gabinete presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, na sexta-feira no X. O posto de medição de gás de Sudzha foi a última rota pela qual o gás natural russo foi entregue à Europa pela Ucrânia. O transporte de gás natural por Sudzha foi encerrado em 1º de janeiro de 2025, após Kiev se recusar a renovar o contrato.

   O ataque ao posto ocorre mais de uma semana após o anúncio das forças russas de que haviam recapturado Sudzha, a maior cidade que a Ucrânia ocupou durante sua incursão em Kursk. A ocupação de partes de Kursk pela Ucrânia é vista como sua única moeda de troca territorial em meio à pressão para negociar o fim da guerra.

   O presidente russo Vladimir Putin concordou em interromper temporariamente os ataques a alvos de energia na Ucrânia após um longo telefonema com o presidente Donald Trump na terça-feira, embora ele tenha parado antes de assinar um cessar-fogo mais amplo para encerrar o conflito de três anos na Ucrânia.

    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky também disse que apoiaria uma pausa no ataque a alvos de energia. As negociações para interromper o conflito ocorrerão em Riad na próxima semana, com uma delegação dos EUA esperada para se sentar primeiro com os ucranianos, seguida pelos russos nesta segunda-feira (24).


Fonte: Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO possua dígrafo: 
Alternativas
Q3326752 Português
Sobre a classificação silábica, assinalar a alternativa em que só há palavras com hiato.
Alternativas
Q3326698 Português
Todas as palavras abaixo têm suas sílabas tônicas corretamente sublinhadas, EXCETO:
Alternativas
Q3326424 Português
A grama do vizinho


        Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

       Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas.

       Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta.

         Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.


Fonte: Martha Medeiros. Adaptado
Todas as alternativas abaixo apresentam dígrafo consonantal, EXCETO: 
Alternativas
Q3326423 Português
A grama do vizinho


        Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

       Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas.

       Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta.

         Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.


Fonte: Martha Medeiros. Adaptado
Sobre a classificação silábica, assinalar a alternativa em que só há palavras com hiato.
Alternativas
Q3326307 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II

Asdfg çlkjh!

A moça do outro lado da mesa na agência bancária está me abrindo uma conta. À sua frente, o computador. Sem pestanejar, digita uma a uma todas as palavras, sem olhar, enquanto me pergunta sobre aplicativos, senhas, tokens e outros mistérios da vida contemporânea. Os dedos, cheios de anéis e com longas unhas, talvez artificiais, teclam a uma velocidade que, nas antigas escolas de datilografia, certamente renderia prêmios ao aluno. Não vacila, não erra uma letra. Eu apenas observo e me espanto porque, com o dobro de anos de teclado do que ela de vida, às vezes o dedo escorrega, bato em falso e sou obrigado a corrigir.

Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina de escrever para preencher um formulário. Aquela era a profissão do sujeito, e ele não estava preparado para a simples missão que tinha de executar: datilografar um texto. A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando‑lhe um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas, até com o teclado coberto, ele executaria a jato o

Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.

Sendo a máquina de escrever a única alternativa mecânica à escrita manual, e estando presente em repartições de todos os tipos, eu me perguntava por que, desde a escola, não se ministravam cursos de datilografia aos estudantes. Seria uma disciplina como as outras, com provas parciais e finais, notas vermelhas para quem não aprendesse direito e possível bomba no fim do ano.

Bem, isso nunca foi feito. E, a partir dos anos 1990, deixou de precisar. Assim que se viram diante do teclado do computador – o mesmo que o das velhas Remingtons e Olivettis –, as pessoas começaram a nascer já sabendo digitar. Asdfg!

CASTRO, Ruy. Asdfg çlkjh! Folha de São Paulo, Opinião, 03 jun. 2024, p. A 2. (adaptado).
Releia o trecho do texto II e a tirinha a seguir.

“A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando‑lhe um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas, até com o teclado coberto, ele executaria a jato o

Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.” 

Captura_de tela 2025-04-29 221245.png (590×391)
Disponível em: https://www.nadaver.com/author/site-admin/page/36/.

No que diz respeito à fonologia e à fonética, analise as afirmativas a seguir.

I. As palavras ATÉ, ELE, VOU e NÃO estão agrupadas porque têm a mesma classificação quanto ao número de sílabas.
II. A grafia do termo TELECOTECO está incorreta, segundo as regras do Novo Acordo Ortográfico sobre o uso do hífen.
III. Os vocábulos “NINGUÉM” e “VOCÊ”, presentes nos textos, no que diz respeito à acentuação gráfica, são acentuados conforme a mesma regra gramatical.
IV. Um componente sonoro pode ser identificado com a escolha vocabular tanto do termo TELECOTECO quando da grafia repetida de ASDFG ÇLKJH.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3324871 Português

De volta às aulas 




(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudio-moreno/noticia/2024/02/de-volta-as-aulas clt6ac6b900ag01471iw6smk4.html - texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa na qual NÃO haja a ocorrência de um dígrafo. 
Alternativas
Respostas
861: E
862: B
863: B
864: B
865: A
866: A
867: A
868: D
869: A
870: E
871: B
872: D
873: A
874: B
875: D
876: C
877: E
878: D
879: C
880: E