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Questões de Concurso Comentadas sobre fonologia em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.126 questões

Q3720630 Português
Leia o texto para responder a questão.


Ronaldinho rasga elogios a Ancelotti e opina sobre Neymar na
Seleção Brasileira

Ídolo do Galo participou da entrevista coletiva de
apresentação do ‘Duelo de Gigantes’, nesta quarta-feira (3), no
Mineirão

Por Daniel Costa e Rômulo Giacomin


    Ronaldinho Gaúcho, ídolo do Atlético, demonstrou confiança no trabalho de Carlo Ancelotti como técnico da Seleção Brasileira. O ex-jogador relembrou a parceria com o treinador italiano e revelou a expectativa de ver o Brasil campeão do mundo sobre o comando do experiente técnico.


    “Faz pouco tempo que chegou, é um treinador que tive a felicidade de trabalhar com ele no Milan. Não preciso nem falar que é um treinador vitorioso e tem experiência, todo mundo já sabe. Desejar sorte, e a gente espera que possa ajudar a fazer o nosso país a voltar a onde ele merece, que é no topo do mundo”, declarou o “Bruxo”.

    
    Ronaldinho comentou também sobre a relação entre Neymar e Seleção Brasileira. O craque do Santos não foi convocado por Ancelotti para as partidas da Data Fifa de setembro, contra Chile e Bolívia, pelas Eliminatórias Sul-Americanas.


    Mesmo assim, Ronaldinho afirmou que confia no talento do astro. A torcida do ídolo atleticano é para que Neymar faça parte da equipe nacional que vai disputar a próxima Copa do Mundo, em 2026.


    “Acredito que em pouco tempo vai estar ali, vai estar ajudando, e a gente espera que possa ajudar muito pra que a gente volte a ser campeão do mundo de novo” - concluiu o Gaúcho.


Disponível em https://www.itatiaia.com.br/esportes/futebol/selecaobrasileira/ronaldinho-rasga-elogios-a-ancelotti-e-opina-sobreneymar-na-selecao-brasileira 
Assinale a alternativa que apresenta a divisão silábica correta do vocábulo “trabalhar”, presente na oração: “tive a felicidade de trabalhar com ele no Milan”. 
Alternativas
Q3719661 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


A covardia do cotidiano: Como deixamos de viver por tão pouco

    Tem gente que nunca vai mergulhar na cachoeira porque a água é gelada. E é engraçado como essa pequena covardia cotidiana se replica em escala industrial na vida: quem não se lança na correnteza, também não se lança no amor, no risco, naquilo que verdadeiramente move a alma. Preferem a segurança de uma toalha seca ao perigo de um arrepio.

    O filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard, em O Conceito de Angústia, ressaltava que a angústia é a vertigem da liberdade: “A angústia é a possibilidade da liberdade” (KIERKEGAARD, 1844, p. 61).

    O sujeito que evita a cachoeira, na verdade, não foge da água, mas da liberdade que ela representa. Porque, convenhamos, quem tem medo de água fria, também tem medo de qualquer calor que queime por dentro.

    Tem gente que nunca vai ver o sol nascer porque não quer acordar cedo. Como se o espetáculo cósmico dependesse do nosso humor ou da função soneca do celular. Esses, quando morrem, descobrem que perderam os bilhetes mais baratos do teatro da existência: as manhãs.

    O escritor uruguaio Eduardo Galeano, em O Livro dos Abraços, escreveu: “Os cientistas dizem que estamos feitos de átomos, mas a mim um passarinho contou que estamos feitos de histórias” (GALEANO, 1989, p. 13).

    Quem não vê o sol nascer, perde justamente isso: a história acontecendo diante dos olhos, gratuita, democrática, mas recusada como se fosse spam da vida.

    Tem gente que nunca vai se aventurar sozinho, porque teme a solitude. Acharam que solitude é sinônimo de abandono, quando na verdade é o laboratório do espírito.

    Nietzsche, em Assim Falou Zaratustra, falava que “a solidão é para o espírito o que a dieta é para o corpo” (NIETZSCHE, 1883, p. 46). Mas preferem a mesa cheia de vozes vazias do que a companhia honesta do próprio silêncio.

    Tem gente que nunca vai fazer trilha, porque tem medo de bicho. Como se a vida fosse um zoológico higienizado com trilhasde concreto e placas explicativas.

    Esquecem que os “bichos” que mais devoram o ser humano não vivem no mato, mas no sofá da sala: preguiça, covardia e conformismo.

    O escritor argentino Ernesto Sabato, em Sobre Heróis e Tumbas, dizia: “A pior forma de solidão não é estar só, mas estar rodeado por pessoas que fazem você se sentir só” (SABATO, 1961, p. 212). Trocam o medo da onça pelo convívio manso das hienas sociais.

    Tem gente que nunca vai amar de novo, por medo de se machucar. Esses são os que transformam o coração em museu: um lugar bonito, cheio de lembranças, mas sem vida pulsando.

    O escritor tcheco Milan Kundera, em A Insustentável Leveza do Ser, lembrava: “O amor começa naquele ponto em que o ser humano começa a se esquecer de si mesmo” (KUNDERA, 1984, p. 58). Quem foge do amor, foge de si, mas acha que está se preservando.

    O medo, esse tirano delicado, governa mais vidas que qualquer ditadura militar ou Estado policial. Ele não precisa de censura, porque a própria vítima se censura. Não precisa de prisão, porque cada um constrói sua própria cela com tijolos de desculpas.

    E assim seguimos: homens e mulheres que se orgulham de “nunca terem sofrido muito”, como se isso fosse medalha. Gente que sobreviveu ilesa porque nunca ousou viver.

    No fim, a maioria vai morrer sem cicatrizes. Vão ser enterrados com a pele lisa, sem marcas, sem arranhões, sem nada que comprove que estiveram vivos. Terão a biografia imaculada de quem nunca ousou.

    A vida, essa senhora debochada, olha para eles e gargalha: “Você gastou tanto tempo tentando não se machucar que acabou não vivendo nada”.

    E é aí que mora a tragédia: não é o medo que mata.

    O que mata é o tédio disfarçado de prudência.

Autor: Felipe Daroit (adaptado).
No texto “A covardia do cotidiano”, aparecem palavras que, embora simples na escrita, apresentam particularidades na contagem de fonemas, resultantes da correspondência entre letras e sons. Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa INCORRETA quanto ao número de fonemas e dígrafos.
Alternativas
Q3718694 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Professores gastam mais de 20% da aula para manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo

Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da média dos países da OCDE, que é de 15%


O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos.

Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do tempo de aula dedicada à manutenção da ordem aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE também aumentou 2 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os alunos interrompem as aulas. O número também é acima da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção de brasileiros diz também perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).

Comportamento na sala de aula

No estudo, a percepção dos professores sobre a disciplina em sala de aula é medida pela frequência relatada de quatro situações:

"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula";

"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem";

"Há muito barulho e desordem disruptivos";

"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo depois do início da aula".

Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco professores afirmam sofrer com ruído e desordem significativos em suas salas de aula, em média.

No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul, esse percentual fica em cerca de 33%.

Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de 5% dos professores apontam essas questões disciplinares.

Professores iniciantes

A pesquisa também mostra que os professores em começo de carreira relatam mais interrupções em sala de aula do que os seus colegas mais experientes em quase todos os sistemas educacionais.

No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos professores iniciantes afirmam "ruído perturbador frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente.

Entre os professores experientes, essas taxas são mais baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil (53%).

O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de 280 mil professores e diretores escolares em 17 mil escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do ensino e os ambientes de aprendizagem.


https://www.terra.com.br/noticias/educacao/professores-gastam-mais-d e-20-da-aula-para-manter-a-ordem-dos-alunos-em-sala-mostra-estudo, ea20b81839e46ed5ad3f54c718b3bcdaz697ywnm.html?utm_source=cli pboard
"O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos."

Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como no texto-base, analise as afirmativas a seguir:

I.O vocábulo 'ruído' é acentuado pela mesma regra de acentuação do vocábulo 'cardíaca', pois apresentam o 'i' tônico formando hiato.
II.O vocábulo 'está' é acentuado pela regra das oxítonas terminadas em 'a', regra que também se aplica as oxítonas terminadas em 'e' e 'o'.
III.O vocábulo 'média' com o Novo Acordo passou a ser considerada também como palavra proparoxítona.
IV.Os vocábulos 'já' e 'há' são monossílabos tônicos, porém recebem acento gráfico por regras distintas.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3717084 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


      Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

      Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

     No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

      Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

     Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

    O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

     Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

    Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Qual palavra do 1º§, transcrita a seguir, NÃO possui dígrafo para representar vogal nasal?
Alternativas
Q3716410 Português

Que as emoções positivas ou negativas...


Que as emoções positivas ou negativas não podem ocupar a mente ao mesmo tempo. Uma tem de dominar, e é da tua responsabilidade assegurar que as emoções positivas constituam a influência dominante da tua mente. Elas podem aumentar as vibrações do teu pensamento, usa o teu poder criativo, a tua imaginação para criares a tua vida e protege bem a tua mente contra todas as influências negativas e desencorajadoras, incluindo sugestões negativas de familiares, amigos ou conhecidos.


Os teus desejos têm de saturar as tuas emoções. Quando temos um grande sonho nenhum obstáculo é tão grande que não possa ser superado. Nada nos pode deter e o nosso destino é o sucesso!


KD MENSAGENS. Que as emoções positivas ou negativas? Disponível em: https://kdmensagens.com/mensagens/pensamentos/2 . Acesso em: 26 out. 2025.

A forma gráfica da palavra "influência", tal como ocorre no texto, está de acordo com os princípios que regem a acentuação gráfica na norma culta. Considerando a classificação silábica, a tonicidade e as regras específicas para as chamadas proparoxítonas aparentes, assinale a alternativa que apresenta a análise correta quanto à justificação do uso do acento gráfico.
Alternativas
Q3712085 Português
Analise as sentenças a seguir a respeito do que é relevante contemplar no espaço escolar, pensando no ensino de Língua Portuguesa, com enfoque na análise linguística:

I.Conhecer algumas das variedades linguísticas do português do Brasil e suas diferenças fonológicas, prosódicas, lexicais e sintáticas, avaliando seus efeitos semânticos.
II.Discutir, no fenômeno da variação linguística, variedades prestigiadas e estigmatizadas e o preconceito linguístico que as cerca, questionando suas bases de maneira crítica, a fim de reduzir as ocorrências estigmatizadas da língua em sala de aula.
III.Conhecer as diferentes funções e perceber os efeitos de sentidos provocados nos textos pelo uso de sinais de pontuação (ponto final, ponto de interrogação, ponto de exclamação, vírgula, ponto e vírgula, dois-pontos) e de pontuação e sinalização dos diálogos (dois-pontos, travessão, verbos de dizer).
IV.Conhecer e analisar as relações regulares e irregulares entre fonemas e grafemas, assim como as possibilidades de estruturação da sílaba na escrita do português do Brasil, tendo como referência o português de Portugal.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3711945 Português

Analise as proposições a seguir conforme os referenciais de Emília Ferreiro e Magda Soares sobre a construção do sistema de escrita e o desenvolvimento da consciência linguística. 



I. A escrita “BLA” para “BOLA” representa uma hipótese em transição, em que a criança busca correspondência sonora parcial entre fala e grafia; a intervenção pedagógica deve favorecer o avanço conceitual sobre a estrutura sonora e gráfica das palavras.



II. A grafia “CAZA” para “CASA” indica domínio ortográfico consolidado e requer apenas reforço de memorização do padrão “ZA”, dispensando reflexão sobre as convenções da língua escrita.



III. A forma “MENINUZINHU” para “meninuzinho” revela percepção da estrutura morfológica da palavra, sendo pertinente a exploração de relações entre som, grafia e significado para aprofundar a consciência sobre formação de palavras.



IV. A grafia “AMIGOSSE” para “AMIGOS” indica necessidade de correção prioritária por meio de treino ortográfico sistemático, sem ênfase nas discussões morfológicas, com o objetivo de assegurar precisão no mapeamento entre grafemas e fonemas.



Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3710772 Português
A palavra complicado tem a seguinte divisão silábica: 
Alternativas
Q3709042 Português
Leia o excerto abaixo:

Nos estudos fonéticos e fonológicos, o português apresenta fenômenos característicos da fala cotidiana, nos quais os sons sofrem adaptações conforme o ritmo, a posição ou a influência de outros fonemas. Esses processos, embora muitas vezes estigmatizados em contextos formais, são fundamentais para compreender a dinâmica da língua em uso real. Um exemplo recorrente é quando uma consoante ou vogal se altera para aproximarse do som vizinho, tornando-os mais semelhantes. Esse fenômeno recebe o nome de ___________________.

Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3707245 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra em que o número de letras NÃO equivale ao número de fonemas.
Alternativas
Q3706835 Português
Considerando a palavra "exame", assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3705762 Português
Em relação à fonologia e à ortografia, analise as assertivas abaixo:

I. A palavra “essepcional” está grafada corretamente.
II. A palavra “exceder” tem o mesmo número de letras e fonemas.
III. A palavra “grandemente” é formada por derivação com sufixo adverbial.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3705565 Português

Sobre alguns vocábulos do texto, analise as assertivas a seguir:



I. As palavras “língua" e “gestação” apresentam o mesmo número de fonemas, pois, em ambas, há a ocorrência de dígrafos vocálicos.


II. A acentuação gráfica da palavra “bebês” e da palavra “também” obedece à mesma regra, sendo ambas classificadas como oxítonas.


III. As palavras “anti-inflamatório” e “auto-observação” devem ser grafadas com hífen pelo mesmo motivo.



Quais estão corretas?

Alternativas
Q3705408 Português
Em relação à fonética e à fonologia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3705065 Português
A questão refere-se ao texto a seguir, do Professor Cláudio Moreno.


    Caro mestre, sempre ouvi, na minha família, dizerem “Não fique brava comigo”, “A mãe está muito brava porque nós chegamos tarde em casa”, etc. Casei com um gaúcho e até hoje estranho muito quando ele diz que eu sou muito braba. Afinal, qual é a forma correta: é bravo ou brabo?

Hortênsia S. M — São Paulo

    Prezada Hortênsia, como a única diferença fonológica entre brabo e bravo é a consoante inicial da última sílaba (/b/ ou /v/), tenho certeza de que nos encontramos diante de variantes de um mesmo vocábulo. Esse espetáculo nós já vimos outras vezes: a alternância entre esses dois fonemas aparece em pares como assobiar e assoviar, bergamota e vergamota, piaba e piava, entre muitos outros; é um processo que já ocorria no Latim Vulgar e se transferiu para nossa língua, sendo ainda muito presente no Norte de Portugal, onde se ouve binho, barrer e bento onde nós diríamos vinho, varrer e vento. Um belo e curioso exemplo tu vais encontrar numa das redondilhas de Camões, em que ele escreve bívora no lugar de víbora.


(Fonte: https://sualingua.com.br/brabo-ou-bravo/) 
A troca fonêmica de que trata o trecho, de /v/ (brava) para /b/ (braba), é a troca de uma fricativa
Alternativas
Q3704089 Português
Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH


    A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira (30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas negou o nome Mboup.

    O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.

    No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e, pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto. Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo Horizonte.

    Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível, tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".

    No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".

    Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.


Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano 
As palavras escolha e africana possuem, respectivamente: 
Alternativas
Q3704062 Português
Morre o apresentador Paulo Soares, o ‘Amigão’, aos 63 anos em São Paulo


    O jornalista esportivo Paulo Soares, conhecido como “Amigão”, morreu nesta segunda-feira (29), em São Paulo, aos 63 anos. Ele estava internado havia cinco meses no Hospital Sírio-Libanês em razão de problemas na coluna e faleceu nas primeiras horas do dia por falência de múltiplos órgãos, segundo nota divulgada pelos canais ESPN, onde trabalhava.

    Com mais de quatro décadas de carreira, Soares se tornou um dos rostos mais marcantes do jornalismo esportivo brasileiro. Natural de Araras, no interior paulista, começou a trabalhar em 1978, ainda adolescente, na Rádio Clube Ararense.

    Na Rádio Record, recebeu de Osvaldo Pascoal o apelido que o acompanharia por toda a vida: “amigão da galera”, pela forma calorosa com que se relacionava com colegas e ouvintes. Trabalhou ainda na Rádio Globo e na Rádio Bandeirantes, além de passagens pela TV Gazeta, Record, Cultura e SBT.

    A partir de 1995, consolidou-se na ESPN, onde narrou competições importantes e, em 2000, foi escolhido pelo diretor José Trajano para liderar a versão brasileira do programa SportsCenter. No comando da atração, formou uma dupla inesquecível com o jornalista Antero Greco, que se tornou célebre pelas transmissões madrugada adentro e pelas gargalhadas compartilhadas ao vivo.

    O último programa da dupla foi ao ar em março de 2022, em razão da pandemia e de problemas de saúde de ambos. Antero Greco morreu em 2023, e agora Paulo Soares também se despede, deixando um legado de irreverência, profissionalismo e paixão pelo jornalismo esportivo.


O último programa da dupla foi ao ar em março de 2022, em razão da pandemia e de problemas de saúde de ambos. Antero Greco morreu em 2023, e agora Paulo Soares também se despede, deixando um legado de irreverência, profissionalismo e paixão pelo jornalismo esportivo.


Fonte: https://cbn.globo.com/esporte/noticia/2025/09/29/morre-o-apresentador-paulo-soares-oamigao-aos-63-anos-em-sao-paulo.ghtml
A palavra dupla possui:
Alternativas
Q3704059 Português
Morre o apresentador Paulo Soares, o ‘Amigão’, aos 63 anos em São Paulo


    O jornalista esportivo Paulo Soares, conhecido como “Amigão”, morreu nesta segunda-feira (29), em São Paulo, aos 63 anos. Ele estava internado havia cinco meses no Hospital Sírio-Libanês em razão de problemas na coluna e faleceu nas primeiras horas do dia por falência de múltiplos órgãos, segundo nota divulgada pelos canais ESPN, onde trabalhava.

    Com mais de quatro décadas de carreira, Soares se tornou um dos rostos mais marcantes do jornalismo esportivo brasileiro. Natural de Araras, no interior paulista, começou a trabalhar em 1978, ainda adolescente, na Rádio Clube Ararense.

    Na Rádio Record, recebeu de Osvaldo Pascoal o apelido que o acompanharia por toda a vida: “amigão da galera”, pela forma calorosa com que se relacionava com colegas e ouvintes. Trabalhou ainda na Rádio Globo e na Rádio Bandeirantes, além de passagens pela TV Gazeta, Record, Cultura e SBT.

    A partir de 1995, consolidou-se na ESPN, onde narrou competições importantes e, em 2000, foi escolhido pelo diretor José Trajano para liderar a versão brasileira do programa SportsCenter. No comando da atração, formou uma dupla inesquecível com o jornalista Antero Greco, que se tornou célebre pelas transmissões madrugada adentro e pelas gargalhadas compartilhadas ao vivo.

    O último programa da dupla foi ao ar em março de 2022, em razão da pandemia e de problemas de saúde de ambos. Antero Greco morreu em 2023, e agora Paulo Soares também se despede, deixando um legado de irreverência, profissionalismo e paixão pelo jornalismo esportivo.


O último programa da dupla foi ao ar em março de 2022, em razão da pandemia e de problemas de saúde de ambos. Antero Greco morreu em 2023, e agora Paulo Soares também se despede, deixando um legado de irreverência, profissionalismo e paixão pelo jornalismo esportivo.


Fonte: https://cbn.globo.com/esporte/noticia/2025/09/29/morre-o-apresentador-paulo-soares-oamigao-aos-63-anos-em-sao-paulo.ghtml
As palavras interior e calorosa têm, respectivamente: 
Alternativas
Q3703999 Português
Nova morte por possível intoxicação por metanol é registrada em São Bernardo, diz secretário de Saúde


    O secretário de Saúde de São Bernardo do Campo, Jean Gorinchteyn, confirmou em entrevista à CBN São Paulo mais uma morte por possível intoxicação por bebidas alcoólicas adulteradas com metanol. A vítima, um homem de 45 anos, morreu em casa durante a madrugada desta quarta-feira (1º), após apresentar sintomas característicos da contaminação. 

    “Ele evoluiu com sintomas muito específicos: dores abdominais, dor de cabeça intensa, confusão mental... e faleceu ainda em casa, mesmo com o atendimento do SAMU”, relatou o secretário. Com esse novo caso, sobe para seis o número de mortes no estado de São Paulo ligadas ao consumo de bebidas possivelmente adulteradas.

    O secretário destacou que o paciente não procurou atendimento médico antes de morrer e que isso pode estar relacionado à alta concentração da substância na bebida consumida. A vítima ainda não foi incluída nos números oficiais da Secretaria Estadual de Saúde, pois o caso está em processo de notificação e aguarda confirmação toxicológica. “Estamos aguardando os resultados do Instituto Médico Legal. Se confirmada a presença de metanol, deixa de ser um caso suspeito para se tornar um quadro clínico definido”. 

    O secretário ainda alertou a população sobre os sintomas que devem servir de alerta para procurar atendimento imediatamente. Segundo ele, há sinais importantes que diferenciam intoxicação por metanol de uma simples ressaca. “Náusea, vômito, dor de cabeça... tudo bem, pode ser ressaca. Mas quando aparece dor abdominal forte, tipo cólica, é diferente. Isso já acende o sinal de alerta”, explicou. “A orientação é não procurar as unidades básicas de saúde, que são consultórios. Vá direto para a UPA ou para o Hospital de Urgência e Emergência, onde centralizamos os atendimentos”.

    Além de São Bernardo, há registros de casos suspeitos em São Paulo e uma investigação em andamento em Limeira. Ao todo, o estado contabiliza 22 notificações até o momento. 


Fonte: https://cbn.globo.com/programas/cbn-sao-paulo/entrevista/2025/10/01/nova-morte-porpossivel-intoxicacao-por-metanol-e-registrada-em-sao-bernardo-diz-secretario-de-saude.ghtml
Assinale a alternativa na qual as duas palavras apresentem dígrafos: 
Alternativas
Q3701946 Português
CORVOS GUARDAM RANCOR DE HUMANOS

Esses pássaros são conhecidos pela inteligência e podem memorizar o rosto de quem os causar mal – e revidar com ataques violentos

Manuela Mourão


    O consenso geral é que o melhor amigo do homem é o cachorro (ou o gato, ou qualquer outro pet). Mas qual o maior inimigo?

    Você pode responder os grandes predadores, como os tubarões ou crocodilos, que são temidos ao redor do globo. Mas esses animais raramente causam ataques fatais: no mundo inteiro tubarões são responsáveis por uma média de 63 ataques anuais, dos quais só cinco ou seis resultam em mortes. Os crocodilos são mais perigosos: nos Estados Unidos, por exemplo, a média é de oito mordidas assassinas na conta deles. Mesmo assim, os verdadeiros líderes do ranking de animais que mais matam são os mosquitos.

    Mas, quando o critério é guardar rancor e ser vingativo, nenhum animal chega nem aos pés dos corvos.

    Esses pássaros sabem revidar ofensas como ninguém. Em 2019, o site CrowTrax, criado para monitorar os ataques de corvos ao redor do mundo, recebeu mais de 5 mil registros de ataques dessas aves. Só em Vancouver, cidade canadense onde a ferramenta nasceu, 8 mil ataques foram registrados desde o início do monitoramento, em 2016. 

    Parece até a história do filme de terror “Os Pássaros”, de Alfred Hitchcock, em que os corvos atacavam violentamente os moradores de uma cidade na Califórnia, mas é vida real.

    Gene Carter, especialista em computação que vive em Seattle, nos EUA, foi alvo por quase um ano. Os pássaros se empoleiravam nas janelas de sua casa, e de lá acompanhavam todos os movimentos que ele fazia.

    “Os corvos me encaravam na cozinha”, contou em entrevista para o The New York Times. “Se eu me levantasse e me movesse pela casa, eles encontravam um lugar onde podiam se empoleirar e gritar para mim. Se eu saísse para o carro, mergulhavam sobre mim, chegando a poucos centímetros da minha cabeça.”

    O estopim para tanta raiva foi um único evento: Carter jogou um ancinho para espantar o bando de perto de um ninho de outro pássaro. A perseguição só acabou quando a especialista se mudou de casa.

    Quando um bando – nome dado ao coletivo dessas aves – escolhe um alvo, o resultado não é nada bonito. A perseguição inclui ataques de ira que podem durar mais que uma dúzia de anos, além de ser capaz de virar um rancor multigeracional – ou seja, a raiva é passada de pai para filho.

    Corvos ofendidos podem se mostrar investidos a manter uma punição incessante a quem vacilou com eles. E o ódio não é nem um pouco aleatório: eles têm a habilidade de decorar e reconhecer rostos – mesmo em meio a grandes multidões.

    John Marzluff, professor da Universidade de Washington em Seattle, dedicou sua vida para estudar a interação entre humanos e corvos. Ele carinhosamente apelidou esses animais como “macacos voadores”, por causa da sua inteligência avançada e o tamanho de seus cérebros em relação ao corpo – que é consideravelmente grande.

    Em “A Inteligência das Aves”, a escritora Jennifer Ackerman defende que a expressão “cérebro de passarinho”, usada como uma analogia à burrice, não tem lógica. Exemplo disso são os corvos. Os pássaros pretos são verdadeiros gênios. A inteligência desses pássaros vai além de tramar vinganças contra quem cruza seu caminho. Eles conseguem imitar a fala humana, usar ferramentas, realizar desafios lógicos e até fazer ‘funerais’ para membros do bando.


Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/corvos-guardam-rancor-de-humanos-e-podem-se-vingar-ate-17-anos-depois/ Acesso em: 10 out. 2024 (Adaptado)
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