Questões de Concurso Comentadas sobre fonologia em português

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Q3763567 Português

TEXTO I



        O lixo pode muitas vezes conter materiais perigosos, que oferecem sérios riscos à saúde humana e ao meio ambiente [...].



     O lixo depositado [...] em terrenos baldios atrai ratos, baratas, moscas, mosquitos, formigas e escorpiões, entre outros, podendo transmitir doenças [...].



         (Instituto de Biociências da USP. Disponível em: www.ib.br/coletaseletiva/saudecoletiva/doencas.htm. Adaptado. Acesso em: 17 out.2025.)

Marque a alternativa que apresenta duas palavras escritas com s (com som de z) e entre vogais:


Alternativas
Q3761616 Português
Todas as palavras em destaque nas frases das alternativas a seguir possuem cinco sílabas, com exceção do vocábulo destacado no seguinte período: 
Alternativas
Q3761570 Português
Considerando as regras de separação silábica, assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam separação silábica INCORRETA.
Alternativas
Q3761552 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
Quanto à posição da sílaba tônica, indique a alternativa cujo vocábulo é classificado corretamente.
Alternativas
Q3761504 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão.


A revolução das mulheres que dizem não


Mariliz Pereira Jorge


    Sempre fui a mulher do sim. Não porque me disseram, não porque esperavam, mas porque eu quis. Sim para a viagem sem dinheiro, sim para o trabalho que não tinha nada a ver comigo, sim para a festa em plena terça, sim para conversa fiada. O sim, durante anos, foi meu combustível. E que delícia foi. Eu me joguei em situações improváveis, conheci gente que jamais cruzaria meu caminho e acumulei histórias que hoje cabem na pasta «sorrisos» da memória.

    Mas o sim tem um custo. Ele começa como impulso de vida e termina como compulsão. Um medo infantil de perder a piada, o bonde, a oportunidade única que era cilada. O sim vira vício. O sim ocupa espaço. O sim engole.

    De repente, dizia sim sem vontade, sim sem tempo, sim sem energia. Sim para reuniões que não mudavam nada, sim para almoços com o mesmo cardápio de comida e de ideias, sim para favores disfarçados de gentileza, sim para convites que eu aceitava só para não ser antipática. O sim virou piloto automático: responde mensagem, comparece a encontros que rendem mais bocejo do que alegria, faz parte de grupos dos quais queria fugir. Um sim ansioso, medroso, que não queria ficar de fora, mas me deixava de fora de mim.

    Foi aí que o não apareceu, quase sem ser chamado. Primeiro tímido, engasgado, saindo como desculpa esfarrapada. Depois mais limpo, mais curto, quase elegante. O não me libertou das minhas próprias amarras, da obrigação autoimposta de ser sempre a disponível, a interessada, a participante. O não acanhado abriu espaço para o não sem medo que virou não sem culpa.

    O não tem uma qualidade que o sim jamais teve: autoridade. Dizer não me deixa inteira. Não me tira de uma experiência, me devolve a mim mesma. O não não me isola, seleciona. É como se eu tivesse descoberto um superpoder invisível: cortar sem parecer cruel, recusar sem ter que explicar, simplesmente não ir, não estar, não topar.

    E o melhor é que, quando o não entrou na rotina, o sim mudou de valor. O sim ficou caro, seletivo, precioso. O sim ganhou brilho porque deixou de ser moeda de troca barata. Hoje, o sim é dado só ao que me interessa de verdade, ao que me move, ao que não me parece desperdício de vida. Um jantar que sei que vai render gargalhadas, um projeto que me dá frio na barriga, uma viagem que me entorpece. O sim deixou de ser automático e virou escolha.

    Posso parecer temperamental e passiva ao mesmo tempo, desequilibrada e tranquila, mas não ligo. É justamente a prova de que não estou mais refém de agradar. Não sou mais a mulher que diz sim porque tem medo de ser esquecida ou de perder uma festa que seria igual a todas as outras. Sou a mulher que aprendeu a perder sem perder nada, que entendeu que dizer não é tão vital quanto respirar.

    No fim, aprendi que a maior festa é aquela que acontece quando a gente descobre o luxo de dizer não. A música toca mais alto, o espaço fica mais amplo e, principalmente, sobra lugar para quem realmente vale a pena.

    E se isso vale para mim, vale também para todas nós. Imagine a revolução silenciosa, mas implacável, que nasce quando as mulheres param de aceitar o que não lhes cabe: os convites, as obrigações, as cobranças, os papéis que nunca escolheram.

    Cada “não” dito com clareza é uma porta que se fecha para o abuso, para a exploração, para a expectativa alheia. Cada “não” abre espaço para o respeito próprio, para o desejo verdadeiro, para uma vida em que o sim não é compulsão ou obrigação, mas escolha. Uma mulher que aprende a dizer não muda a sua vida. Muitas mulheres dizendo não mudam o mundo.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br
Conforme Bechara (2024, p. 117) “A divisão silábica de qualquer vocábulo, assinalada pelo hífen, em regra se faz pela soletração, e não pelos seus elementos constitutivos segundo a etimologia. Fundadas neste princípio geral, cumpre respeitar as seguintes normas: [...]”. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a separação silábica das palavras abaixo, extraídas do texto.
Alternativas
Q3760717 Português
TEXTO I

O grande e o pequeno

     Todo caso de amor tem sempre um grande e um pequeno.
     [...] O pequeno ama, o grande se deixa amar. O grande fala, o pequeno ouve. O grande discorda, o pequeno concorda. O pequeno teme, o grande ameaça. O grande se atrasa, o pequeno se antecipa. O grande pede, ou nem precisa pedir, e o pequeno já está fazendo. 
     Não é uma questão de gênero. Existem homens pequenos e homens grandes, mulheres grandes e mulheres pequenas. O temperamento e as circunstâncias influem, mas não determinam. O grande pode ser o mais bem- -sucedido dos dois ou não. O pequeno pode ser o mais sensível, mas nem sempre é assim. Muitas vezes o grande é mais esperto, mas existem pequenos espertíssimos. Depende do caso. [...]
     Mas como tudo pode acontecer, senão nada disso ia ter graça, por alguma razão, geralmente à noite, imprevisivelmente, o grande pode ficar pequeno, e o pequeno ficar grande de repente. Basta um vacilo, um cair de tarde, um olhar mais assim, um furacão, uma inspiração, uma imprudência
     Quando isso acontece, é comum o pequeno ficar maior ainda, o que torna o grande ainda menor. O ex-pequeno, logo promovido a grande, pode se vingar do ex-grande, se o seu sofrimento tiver boa memória. [...]

(FALCÃO, Adriana. O doido da garrafa. São Paulo: Planeta, 2003. P.11-13. Fragmento).
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa na qual todas elas apresentam dígrafos:
Alternativas
Q3760576 Português
A palavra “hábito” tem, respectivamente, quantos fonemas e quantas sílabas?  
Alternativas
Q3760575 Português
Qual das palavras abaixo contém um dígrafo, assim como a palavra “bilhões”?  
Alternativas
Q3760568 Português
Sobre a palavra “futebol”, é correto afirmar que:  
Alternativas
Q3760530 Português
Assinale a alternativa que apresenta a palavra em que o número de letras é inferior ao número de fonemas.
Alternativas
Q3760463 Português

TEXTO II



INAUGURAL



    Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.

    Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.

    Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.



(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)

Analise as palavras abaixo e marque a alternativa na qual todas elas apresentam dígrafos:
Alternativas
Q3758486 Português
No ensino de Língua Portuguesa, a nasalidade consonantal é ensinada por meio de palavras que possuem letras ou junções como (ASSINALAR A ALTERNATIVA CORRETA): 
Alternativas
Q3758378 Português
Debates sobre estrangeirismos contrapõem purismos a práticas efetivas de uso. Em Bandeira, cosmopolitismo; em Suassuna, ironia ao purismo; em linguística, empréstimos integram-se por adaptação fonológica e morfológica ao sistema receptor; neologismos formam-se por derivação, composição, regressão; políticas linguísticas influenciam, mas não determinam sozinhas a mudança. Assinale a correta.
Alternativas
Q3754364 Português
Texto para a questão.


    A mentira existe desde o começo da civilização. O uso político da maledicência também não é novidade dos nossos tempos. Na Roma Antiga, por volta de 33 a.C., Otaviano empreendeu uma campanha difamatória contra Marco Antônio, colocando sua lealdade à Roma em dúvida por causa do amor dele por Cleópatra. O casal, por sua vez, contra‑atacou questionando as origens de Otaviano, porque ele era parente de Júlio César apenas por parte de mãe. Até moedas foram cunhadas por Otaviano e Marco Antônio, cada uma com imagens que os favoreciam nesse esforço de propaganda.

    O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais, de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.

    Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. O professor defende que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”

    Já a palavra “desinformação” tem um sentido mais amplo, que abarca as diferentes formas de difusão de informações mentirosas pela internet. Em inglês, há três palavras para o fenômeno: disinformation, para informações falsas criadas com a intenção de causar dano; misinformation, para informações erradas divulgadas sem o objetivo de causar dano; e malinformation, para informações corretas, mas divulgadas de forma descontextualizada com o propósito de causar dano.


Internet: <tre‑go.jus.br> (com adaptações).
Uma palavra do segundo parágrafo do texto que está separada corretamente em sílabas é
Alternativas
Q3752383 Português
Durante a tempestade, o pescador manteve a calma e esperou o amanhecer no barco ancorado.

Com base no conceito de tipos de sílabas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3752381 Português
O menino observava o movimento das ondas que se formavam na praia silenciosa.

De acordo com o conceito de sílaba na língua portuguesa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3750495 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos. Embora grafados de maneira distinta, os termos destacados apresento o mesmo som. Dadas as palavras a seguir, marque a que apresenta desvio da norma.
Alternativas
Q3750449 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Falta de Ar. (J.G. de Araújo Jorge).

Há dias que posso passar sem sol, sem luz,
sem pão,
sem tudo enfim...
( Tenho até a impressão de que não preciso de nada...
... nem mesmo de mim...)
Mas há dias, amor... ( e parece mentira)
- nem eu sei explicar o porquê
de tão grande aflição,
em que não posso passar sem Você
um segundo que seja!
- de repente preciso encontrá-la, é preciso que a veja -
- Você é o ar com que respira
meu coração !
Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (dias, impressão, aflição.).
Alternativas
Q3750447 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Falta de Ar. (J.G. de Araújo Jorge).

Há dias que posso passar sem sol, sem luz,
sem pão,
sem tudo enfim...
( Tenho até a impressão de que não preciso de nada...
... nem mesmo de mim...)
Mas há dias, amor... ( e parece mentira)
- nem eu sei explicar o porquê
de tão grande aflição,
em que não posso passar sem Você
um segundo que seja!
- de repente preciso encontrá-la, é preciso que a veja -
- Você é o ar com que respira
meu coração !
Tratando-se de encontros vocálicos, as palavras do texto (pão, tão, meu) são respectivamente:
Alternativas
Respostas
501: B
502: A
503: C
504: A
505: C
506: C
507: A
508: C
509: C
510: C
511: D
512: A
513: D
514: D
515: A
516: C
517: B
518: D
519: B
520: D