Questões de Concurso
Comentadas sobre fonologia em português
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Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
"Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
Mais sim do que não"
Quantas letras e fonemas existem nessa palavra?
Assédio moral no trabalho
O assédio moral no trabalho é uma violência psicológica sistemática e repetitiva que expõe um trabalhador a situações humilhantes, constrangedoras e degradantes, visando minar sua autoestima, dignidade e integridade afetando gravemente sua saúde mental e profissional, e pode se manifestar através de gestos, palavras ou atitudes, exigências indevidas, isolamento, críticas excessivas ou metas inatingíveis, configurando uma conduta abusiva que desestabiliza emocionalmente a vítima e prejudica o ambiente de trabalho, exigindo denúncia e apoio para ser combatido.
Como se caracteriza?
- Reiteração e sistematicidade: não são episódios isolados, mas um padrão de comportamento que se repete ao longo do tempo.
- Intenção: visa desestabilizar emocionalmente a vítima, minando seu psicológico.
- Abrangência: pode ocorrer em qualquer ambiente de trabalho, público ou privado, e ser praticado por superiores, colegas ou subordinados.
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Saiba como melhorar a qualidade do sono
Pela primeira vez, o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde investigou o sono da população brasileira.
Uma das descobertas é a que 20,2% dos adultos nas capitais e no Distrito Federal dormem menos de 6 horas por noite (mínimo preconizado pela Organização Mundial da Saúde) e 31,7% têm pelo menos um dos sintomas de insônia, com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens (26,2%).
A coordenadora de psicologia do Hospital Pró-Cardíaco em Botafogo, no Rio de Janeiro, Renata Dawhache, explica que o sono não é só um processo fisiológico, mas que também envolve aspectos psicossociais.
Sobre a maior prevalência do sono de má qualidade entre as mulheres, a psicóloga avalia que o trabalho do cuidado recai sobre a população feminina porque existe uma pressão social para que a mulher ocupe essa função do cuidado. Além disso, a variação hormonal da mulher na perimenopausa e na menopausa afeta a qualidade do sono na saúde feminina.
A falta de sono traz mais cansaço, dores de cabeça, ansiedade, irritabilidade, entre outros aspectos. “O senso comum associa a insônia a um estado mais preocupado, de estar em um momento mais pressionado da vida”, disse Renata.
Segundo a psicóloga, a higiene do sono consiste em se desligar em alguma medida de todos os objetos do dia a dia que nos fazem sentir esse estado de vigilância constante. A recomendação é desligar com antecedência as telas de luz azul, como celulares e televisores, diminuir as luzes da casa e estar em um ambiente que seja silencioso para propiciar que o sono aconteça.
A nutricionista Fabiola Edde elenca alguns vilões do sono de qualidade nos aspectos alimentares, entre eles o consumo exagerado de bebidas à base de cafeína. “Tem pessoas que dizem que dormem mesmo bebendo café, Coca-Cola, mas acabam atrapalhando a qualidade do sono”.
Outro vilão é o álcool, que acaba atrapalhando também porque inibe a melatonina (hormônio responsável pela indução inicial do sono).
Ela também explicou que o açúcar é vilão, porque a pessoa vai ter um pico de insulina (hormônio produzido pelo pâncreas, essencial para regular a glicose no sangue), o que aumenta o estado de alerta. “E a noite é para relaxar e não para estar em estado de alerta”.
Alimentos ricos em gordura como fritura, muito molho, maionese, dificultam o esvaziamento gástrico e a digestão, o que também pode alterar a qualidade do sono. “Excesso de sódio também atrapalha, porque você fica com mais sede, bebe mais água e acorda à noite para urinar, o que acaba dificultando também esse processo”, afirmou Fabiola.
Hábitos como comer muito tarde, já perto do horário de dormir, são ruins, porque o esvaziamento gástrico demora e atrapalha a digestão. “O quanto mais cedo puder jantar melhor. As pessoas devem jantar até as 20h.
Para quem dorme muito tarde, pode fazer uma ceia depois do jantar, comer uma banana com aveia, um kiwi, um copo de leite, que são alimentos que ajudam no sono porque são fontes de triptofano (aminoácido essencial, não produzido pelo corpo, fundamental para a síntese de serotonina e de melatonina) e magnésio”, explicou a nutricionista.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/saiba-como-melhorar-qualidade-do-sono (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Controle
Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.
A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.
A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.
Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.
Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?
Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado).
Qual das opções abaixo apresenta a separação silábica correta da palavra destacada?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Câmara analisa projeto que muda Lei Maria da Penha para afastar agressor de vítima no serviço público.
Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que altera a Lei Maria da Penha para afastar agressores das vítimas quando ambos atuarem no serviço público. Uma das medidas vale para casos em que a vítima ou parente próximo e o agressor trabalhem no mesmo órgão, ou caso a mulher precise frequentar o local com frequência por razões profissionais.
O Projeto de Lei (PL) 3.396/2024, de autoria da deputada Camila Jara (PT-MS), prevê como principal mudança a determinação de que a administração pública deve afastar o agressor do convívio da vítima por meio de sua movimentação funcional, isto é, pela remoção, redistribuição, cessão ou requisição, enquanto durar a medida protetiva.
Caso essa movimentação não seja possível, seja por falta de vagas, órgãos disponíveis ou demanda de trabalho, a proposta determina que a vítima poderá escolher se ela ou o agressor vai exercer as atividades em regime de trabalho remoto.
https://extra.globo.com/economia/servidor-publico/noticia/2026/01/camara-analisa-pl-que-muda-lei-maria-da-penha-para-afastar-agressor-de-vitima-no-servico-publico.ghtml
Considerando os encontros consonantais, os dígrafos e os encontros vocálicos, assinale a alternativa INCORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estudantes que têm direito ao certificado de conclusão do ensino médio pelo Enem não conseguem emitir documento.
Em 2025, a prova voltou a valer como certificado de conclusão da educação básica para quem não terminou a escola.
Estudantes que fizeram o Enem estão com problema de atendimento.
Na vida universitária, o ano começa para valer em fevereiro. E é por isso que o Diogo Augusto de Souza Dias está ansioso. Ele é um dos 81 mil estudantes que prestaram o Enem para colocar em dia a vida escolar. Em 2025, a prova voltou a valer como certificado de conclusão da educação básica para quem não terminou a escola, como o Diogo. Mas o Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem, ainda não emitiu o documento que ele precisa para se matricular na faculdade de Psicologia. O medo é de perder a vaga.
Os estudantes estão angustiados porque na quinta-feira (29) sai o resultado do Sisu, o sistema do Ministério da Educação que usa as notas do Enem para selecionar alunos para instituições públicas de ensino superior. Muitas faculdades e universidades particulares já divulgaram o resultado do vestibular. As matrículas normalmente são em fevereiro, e um dos documentos exigidos é justamente o certificado do ensino médio − o diploma escolar.
Nesta terça-feira (27) de manhã, o Inep disse que lançaria um aplicativo digital para que os estudantes pudessem solicitar de forma online o certificado.
Mais tarde, o presidente do órgão, Manuel Palacios, corrigiu a informação:
"Na sexta-feira, nós vamos publicar na página do participante do Enem, para todos aqueles que solicitaram e que têm condições de se certificarem no ensino médio, uma declaração de que alcançaram a pontuação necessária e atenderam aos critérios necessários à certificação de conclusão do ensino médio. Ela poderá ser entregue para o processo de pré-matrícula e, oportunamente, em março, o documento oficial será entregue. Isso já está plenamente pacificado com as instituições participantes do Sisu".
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/01/27/estudantes-que-tem-direito-ao-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio-pelo-enem-nao-conseguem-emitir-documento.ghtml
Com base na fonética e na fonologia, complete as lacunas dos enunciados a seguir:
I.O vocábulo___apresenta encontro consonantal, dígrafo vocálico e encontro vocálico.
II.O vocábulo ___ apresenta dígrafo consonantal, pois duas letras representam o som de uma única consoante.
III.O vocábulo___ apresenta o mesmo número de letras e fonemas, uma vez que todas as letras são pronunciadas.
IV.O vocábulo___apresenta mais letras do que fonemas.
A sequência que completa as lacunas correta e respectivamente
Com base na divisão silábica, identifique a alternativa que apresenta uma informação incorreta.
