Questões de Concurso Comentadas sobre fonologia em português

Foram encontradas 4.027 questões

Q2938223 Português

Analise as proposições a seguir:

I – Alguns substantivos formam o plural modificando a sua terminação “ão” por “ões”. São exemplos deste tipo de flexão as palavras “ancião”, “melão”, “caixão” e “limão”.

II – Forma-se o aumentativo sintético de “mão” e “voz” da mesma maneira: mãozona e vozona.

III – Para formar o plural dos substantivos monossílabos terminados em “-s” deve-se acrescentar “-es”.

Está(ão) correta(s):

Alternativas
Q2938220 Português

As próximas quatro (04) questões serão respondidas com base no texto 02, de Adriana Calcanhotto:

A mulher barbada

Com o que será que sonha a mulher barbada?

Será que no sonho ela salta como a trapezista?

Será que sonhando se arrisca como o domador?

Vai ver ela só tira a máscara como o palhaço

O que será que tem O que será que hein?

O que será que tem a perder a mulher barbada?


http://www.adrianacalcanhotto.com/sec_musicas_letra.php?id=23 - acesso em 22/09/2012.

Assinale a alternativa correta quanto ao número de letras e fonemas:

Alternativas
Q2938219 Português

As próximas quatro (04) questões serão respondidas com base no texto 02, de Adriana Calcanhotto:

A mulher barbada

Com o que será que sonha a mulher barbada?

Será que no sonho ela salta como a trapezista?

Será que sonhando se arrisca como o domador?

Vai ver ela só tira a máscara como o palhaço

O que será que tem O que será que hein?

O que será que tem a perder a mulher barbada?


http://www.adrianacalcanhotto.com/sec_musicas_letra.php?id=23 - acesso em 22/09/2012.

Em qual das alternativas todas as palavras retiradas do texto possuem dígrafo?

Alternativas
Q2888257 Português
not valid statement found

Conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, continuam acentuadas graficamente:

1. as palavras baú, conteúdo, distribuído, juízes, distribuído, prejuízo, saída, saúde, [eu] proíbo reúno / saúdo.

2. as palavras cinqüenta, conseqüente, freqüente, seqüência.

3. as formas verbais pôr e pôde, como em Queremos pôr ordem na casa e Você não pôde nos visitar ontem?

4. as formas verbais sublinhadas em Eles vêm de Braço do Norte porque mantêm a palavra; isso lhes convêm.

5. as palavras lençóis, constrói e troféus.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2727651 Português

O QUE É... DEMISSÃO

É cuidar da carreira em outra empresa e descobrir que seus amigos do trabalho não eram tão amigos assim.

(1º§) No início de maio, o São Paulo Futebol Clube dispensou o técnico Oswaldo de Oliveira. Convidados a opinar sobre os potenciais substitutos, os conselheiros do clube elaboraram uma lista de 30 técnicos renomados. E nela não constava o nome do técnico do Cruzeiro, Wanderlei Luxemburgo. Numa entrevista ao UOL, o diretor de futebol do São Paulo, o senhor Carlos Augusto Barros e Silva, explicava por quê: "Há rejeição a ele no clube. Acho ruim essa cultura dos técnicos de trocar de emprego durante a vigência de seus contratos". Traduzindo: em 2002, Luxemburgo havia pedido demissão do Palmeiras, apesar do prestígio de que gozava no clube e de um bom ambiente de trabalho. Mais adiante, na mesma entrevista, o senhor Carlos Augusto comentava a importância que qualquer técnico brasileiro daria a um possível convite para dirigir o São Paulo: "Da lista de 30 nomes, 20 estão empregados e aceitariam deixar seus clubes para vir para cá". Ou seja, nas próprias palavras do senhor diretor, a "cultura" de romper contratos em vigência não seria um empecilho para contratar um técnico que estivesse regularmente empregado em outro clube, mas seria vista como "ruim" caso um técnico resolvesse deixar o São Paulo pelo mesmo motivo. Isso é típico do futebol? Ao contrário. O senhor diretor estava verbalizando uma opinião corrente no mercado de trabalho: ainda existem empresas que reagem emocionalmente quando seus bons funcionários pedem demissão.

(2º§) Se você está bem empregado e, de repente, recebe um convite melhor, certamente começará a pensar: "Como a empresa reagirá? Qual será o efeito de médio prazo em minha carreira?" E, caso você nunca tenha passado por uma situação dessas, acredite: um dia você passará. E as respostas, como você descobrirá (ou já descobriu), são: De cada dez "amigos do peito" de sua ex-empresa, nove mandarão dizer que estão em reunião quando você telefonar.

(3º§) Quais nove você só irá descobrir depois de sair.

(4º§) Palavras que você nunca ouvira, como "ingrato" ou "mercenário", passarão a acompanhar seu nome nas conversas de corredor. Caso você vá para uma empresa concorrente, o termo usado para defini-lo será "traidor". Na melhor das hipóteses, seu nome deixará de ser mencionado, como se você nunca tivesse trabalhado ali.

(5º§) A maioria de suas realizações pessoais será atribuída a outros ou ao sistema. Suas falhas serão amplificadas. O que antes era mérito vira culpa. Empresas que solicitarem informações sobre você irão esbarrar nas reticências: "Não, ele era um funcionário até que razoável, mas..."

(6º§) Sua ex-empresa estará torcendo pelo seu fracasso. Ele será o melhor exemplo a ser usado internamente de que pedir demissão é um erro.

(7º§) Vale chorar na saída, declarar amor eterno, tentar deixar as portas abertas? Bom, se fosse numa empresa profissional, manifestações sentimentais como essas não fariam nenhum sentido. Já para empresas emocionais, declarações do tipo "Eu adoraria ficar, mas tenho de ir" soam irremediavelmente falsas, quando não ofensivas. Logo, o melhor, sempre, é sair bem quietinho. Mas há uma última dica, a mais importante: nunca, em circunstância nenhuma, fale mal de sua ex empresa. Às vezes, o mercado de trabalho pode até emudecer. Mas jamais ficará surdo.

Max Gehringer é administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial.

Marque a afirmação incorreta.

Alternativas
Q1331951 Português
A forra do peão 

     O baiano Renato Pereira dos Santos, 26 anos, é brasileiro desses que se encontra em qualquer ponto de ônibus. Há quatro anos, viajou a São Paulo com uma mala de couro para tentar mudar de vida. Não conseguiu emprego fixo nem teto para morar. Trabalhando como pedreiro, quando tem serviço dorme em galpão de obra. Desempregado, reside de favor na casa de amigos. Todos os domingos. Renato passava em frente a um bar na Vila Madalena, um dos pontos mais animados de São Paulo, e admirava a alegria dos fregueses. Na madrugada de segunda-feira, 10, o pedreiro Renato resolveu ir à forra. 
     Depois que todos haviam ido embora, arrombou o bar com um pedaço de ferro. Ao entrar, foi direto para cozinha. Ele já trabalhou como garçom e não teve dificuldades de preparar o cardápio de sua refeição.
    No freezer escolheu dois pedaços de frango. Preparou um molho de pimenta e farofa. No barril de chope, serviu-se à vontade. De sobremesa, sorvete de morango. Separou 22 CDs, 9 fitas de vídeo, e alguns alto-falantes em uma sacola. Caiu no sono. O pedreiro acordou com o barulho da porta de ferro se abrindo. As proprietárias chegaram, chamaram a polícia. Renato foi preso. 

( Revista Veja – 1994) 
Há uma palavra trissílaba em:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Cônego Marinho - MG
Q1214448 Português
A palavra foi dividida em sílabas corretamente, seguindo as regras da língua escrita, na alternativa
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1211415 Português
Assinale a alternativa em que os dígrafos que aparecem em cada trecho foram corretamente indicados.
Alternativas
Q1203673 Português
O texto abaixo é referência para a questão.

Bulllying internacional
Israel e Irã – As ameaças recíprocas endurecem o caminho das eleições dos EUA

    Como um BEDEL, que repreende alunos briguentos, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, criticou tanto Israel quanto o Irã por suas ameaças recíprocas. Há anos, o governo de Bem-jamin Netanyahu ameaça Teerã com um bombardeio às suas instalações nucleares caso insista em enriquecer urânio e pressiona os EUA a endossarem a ameaça. Permitiu o uso de sua imagem na propaganda republicana e cobrou Barack Obama, que reagiu à ingratidão esnobando o líder israelense em sua última visita aos EUA. 
    Agora o governo de Aiatolá Khamenei e do presidente Mahmoud Ahmadinejad responde na mesma moeda. Referir-se, retoricamente, a Israel como uma “perturbação mínima que veio para o quadro desta fase histórica para ser eliminada”, como fez o presidente na segunda-feira 24, é uma coisa, ameaçar com um “ataque preventivo” caso julguem que Israel prepara uma ação militar, como fizera seu general Amir Ali Hajizadeh na véspera, é outra, mais perigosa.
    Por um lado, Tel-Aviv superestima a força do seu lobby junto a Washington e sua capacidade de influenciar as eleições e embarca em uma aventura política que pode ser desastrosa para os próprios interesses, por mais que ganhe aplausos do seu público interno. De outro, Teerã aposta que Israel não ousará um ataque sem respaldo de Washington e provavelmente tem razão – e que a Casa Branca evitará uma ação militar no Irã enquanto este não testar de fato uma arma nuclear, premissa mais duvidosa.
Observe o seguinte fragmento: “...e embarca em uma aventura política que pode ser desastrosa para os próprios interesses, por mais que ganhe aplausos do seu público interno.” O termo em destaque possui:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CETAP Órgão: SESMA
Q1193702 Português
A palavra “queixa” exemplifica que, depois de ditongo, usa-se o "X", letra que NÃO preenche o espaço em:
Alternativas
Q1154816 Português

A LIÇÃO DO JARDINEIRO


      Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

      Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

      Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casa permissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima ao aparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa do garoto que ligou para uma mulher e perguntou:

      "A senhora está precisando de um jardineiro?"

      "Não. Eu já tenho um", foi a resposta. "Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

      "Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

      E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

      "O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

      "Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

      "Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

      Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

      "Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

      Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro: "Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, você perdeu um cliente."

      "Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

      Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

      Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da mais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” de trabalho?

(Autor Desconhecido) http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

No trecho: “Quando terminou, o garoto solicitou à dona da casa permissão para utilizar o telefone [...]”, o termo em destaque possui na ordem em que aparece:
Alternativas
Q1154815 Português

A LIÇÃO DO JARDINEIRO


      Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

      Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

      Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casa permissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima ao aparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa do garoto que ligou para uma mulher e perguntou:

      "A senhora está precisando de um jardineiro?"

      "Não. Eu já tenho um", foi a resposta. "Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

      "Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

      E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

      "O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

      "Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

      "Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

      Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

      "Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

      Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro: "Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, você perdeu um cliente."

      "Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

      Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

      Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da mais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” de trabalho?

(Autor Desconhecido) http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

Observe o seguinte trecho: “Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade.” A palavra sublinhada possui respectivamente:

Alternativas
Q853273 Português

      Eu me inteiro diariamente do que acontece nas principais rodovias do país, pois coleto material para pesquisa em andamento. Tenho observado que em véspera ou dia pós-feriado os acidentes aumentam, na medida em que as pessoas, fora de sua rotina, têm sua atenção dispersada.

      Lamento a má interpretação que se deu a alguns dados que publiquei recentemente sobre esse assunto, mas a atribuo a fala equivocada de um policial rodoviário. Encontrando-o de novo – conheço o trecho sob sua vigilância –, farei questão de esclarecer meu ponto de vista. Se ainda vir necessidade de maiores explicações, republicarei a matéria, acrescida, porém, de informações técnicas. 

Considerado o primeiro parágrafo e o padrão culto escrito, assinale a afirmação correta.
Alternativas
Q792860 Português

Você é um fisioterapeuta que faz parte do GRUPO dos 5%?

(1º§) Durante os meus 10 anos em sala de aula ensinando futuros fisioterapeutas percebo que Max Geringher está coberto de razão. Segue abaixo um texto muito importante aos fisioterapeutas. Este texto é muito interessante e por isso resolvi compartilhar ele com você. Ele fala sobre a lição dos 5%.

(2º§) Vamos ao ensinamento: Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.

(3º§) Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.

(4º§) - Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez - disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

(5º§) - Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

(6º§) - O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

(7º§) - É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores.

(8º§) - Mas, infelizmente, não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo, será capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês, sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.

(9º§) - Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.  

(10º§) Não é preciso dizer que o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu, após aquele discurso, foi devastador. Aliás, essa observação tocou fundo em todos aqueles alunos, pois a partir dali, aquela turma teve um comportamento exemplar, em todas as aulas.

(11º§) Hoje, certamente, há muitos que não lembram muita coisa destas aulas, mas a observação do professor, essa nunca mais esquecerão. Aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença na vida de muitos. De fato, podemos perceber que ele tinha razão e desde então, a maioria de seus alunos, fizeram de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não haveria como saber quem estava indo bem ou não; só o tempo mostraria a qual grupo cada um pertenceria no futuro próximo.

(12º§) A pergunta persiste: Você é um fisioterapeuta que faz parte do grupo dos 5%?

                    Max Gehringer é administrador de empresas e escritor, autor de diversos

                                                                    livros sobre carreiras e gestão empresarial. 

Marque a sequência que registra, respectivamente: ditongo decrescente nasal; ditongo crescente oral; dígrafo; encontro consonantal.
Alternativas
Q792856 Português

Você é um fisioterapeuta que faz parte do GRUPO dos 5%?

(1º§) Durante os meus 10 anos em sala de aula ensinando futuros fisioterapeutas percebo que Max Geringher está coberto de razão. Segue abaixo um texto muito importante aos fisioterapeutas. Este texto é muito interessante e por isso resolvi compartilhar ele com você. Ele fala sobre a lição dos 5%.

(2º§) Vamos ao ensinamento: Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.

(3º§) Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.

(4º§) - Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez - disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

(5º§) - Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

(6º§) - O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

(7º§) - É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores.

(8º§) - Mas, infelizmente, não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo, será capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês, sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.

(9º§) - Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.  

(10º§) Não é preciso dizer que o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu, após aquele discurso, foi devastador. Aliás, essa observação tocou fundo em todos aqueles alunos, pois a partir dali, aquela turma teve um comportamento exemplar, em todas as aulas.

(11º§) Hoje, certamente, há muitos que não lembram muita coisa destas aulas, mas a observação do professor, essa nunca mais esquecerão. Aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença na vida de muitos. De fato, podemos perceber que ele tinha razão e desde então, a maioria de seus alunos, fizeram de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não haveria como saber quem estava indo bem ou não; só o tempo mostraria a qual grupo cada um pertenceria no futuro próximo.

(12º§) A pergunta persiste: Você é um fisioterapeuta que faz parte do grupo dos 5%?

                    Max Gehringer é administrador de empresas e escritor, autor de diversos

                                                                    livros sobre carreiras e gestão empresarial. 

Marque a afirmação incorreta.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IFPI - 2012 - IF-PI - Auxiliar Administrativo |
Q699037 Português
MADRIGAL MELANCÓLICO
 Manuel Bandeira
1. O que eu adoro em ti,
2. Não é a tua beleza.
3. A beleza, é em nós que ela existe.

4. A beleza é um conceito.
5. E a beleza é triste.
6. Não é triste em si,
7. Mas pelo que há nela de fragilidade e de incerteza.

8. O que eu adoro em ti,
9. Não é a tua inteligência.
10. Não é o teu espírito sutil,
11. Tão ágil, tão luminoso,
12. - Ave solta no céu matinal da montanha.
13. Nem a tua ciência
14. Do coração dos homens e das coisas.

15. O que eu adoro em ti,
16. Não é a tua graça musical,
17. Sucessiva e renovada a cada momento,
18. Graça aérea como o teu próprio pensamento,
19. Graça que perturba e que satisfaz.

20. O que eu adoro em ti,
21. Não é a mãe que já perdi.
22. Não é a irmã que já perdi.
23. E meu pai.

24. O que eu adoro em tua natureza,
25. Não é o profundo instinto maternal
26. Em teu flanco aberto como uma ferida.
27. Nem a tua pureza. Nem a tua impureza
28. O que eu adoro em ti - lastima-me e consola-me!
29. O que eu adoro em ti, é a vida.

As palavras “montanha” (v 12) e “pensamento" (v 18) têm, respectivamente:
Alternativas
Q649940 Português
Sabe-se que a letra x pode representar diferentes sons. Assinale a opção em que as palavras com x, na ordem em que aparecem na frase, têm os mesmos sons de "experiência" e "axila", respectivamente:
Alternativas
Q642315 Português

                               SACOLA PLÁSTICA OU DE PAPEL?


Se levarmos em conta que um dos fatores decisivos para reduzir o impacto desses materiais no meio ambiente é a reutilização, então prefira as de plástico. A embalagem é reutilizada por 91% da população para embalar o lixo doméstico, por exemplo. Só aí, já são dois usos. “Sem as sacolinhas, teríamos que comprar os sacos, que também são feitos de plástico e não são reutilizados”, explica Miguel Bahiense (...). Um estudo da Agência Ambiental Britânica sobre o impacto das sacolas comprovou que as de plástico têm melhor desempenho no meio ambiente em oito das nove categorias avaliadas. A pesquisa revelou que a fabricação desse material é a que menos emite gás carbônico, responsável pelas mudanças climáticas. E a fabricação das de papel não está livre de produtos químicos tóxicos. Além disso, têm menos chances de serem reutilizadas. Segundo Valdir Schalch, coordenador do Núcleo de Estudo e Pesquisa de Resíduos Sólidos, o grande vilão para o meio ambiente é o consumo inconsciente e a falta de uma política adequada para o descarte. “O plástico pode ser reciclado e, quando descartado nos aterros, ocupa menos espaço. Seu impacto ambiental é sem dúvida menor que o de outros materiais.”

                       Luciana Florence – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.  

Assinale a alternativa em que a palavra tem a mesma ortografia e pronúncia da palavra “tóxico”. 
Alternativas
Q600603 Português
A CURIOSIDADE BOA 

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução. 
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento. 
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial. 
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades. 

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012. 
Assinale a alternativa em que a palavra é escrita com SS como “transgressão”:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Assistente Administrativo |
Q570177 Português
No trecho “...a gracinha que inevitavelmente ouvimos quando estamos da vida com o emprego” (linhas 01-02), a forma grifada reproduz o nome da letra P que, em português, representa fonema:
Alternativas
Respostas
3881: D
3882: C
3883: B
3884: B
3885: C
3886: C
3887: C
3888: D
3889: A
3890: D
3891: B
3892: A
3893: C
3894: A
3895: A
3896: D
3897: B
3898: C
3899: D
3900: C