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Questões de Concurso Comentadas sobre fonologia em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.121 questões

Q2768299 Português

Aponte a alternativa que não contém erro de acentuação gráfica.

Alternativas
Q2767003 Português

São monossílabos tônicos, EXCETO:

Alternativas
Q2767001 Português

A divisão silábica está correta, EXCETO em

Alternativas
Q2767000 Português

Há dígrafo em:

Alternativas
Q2766999 Português

Há hiato em:

Alternativas
Q2762462 Português

Leia o texto a seguir para responder às próximas sete questões.


“Sentimento que não espairo; pois eu mesmo nem acerto com o mote disso – o que queria e o que não queria, estória sem final. O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. O que Deus quer é ver a gente aprendendo a ser capaz de ficar alegre a mais, no meio da alegria, e inda mais alegre ainda no meio da tristeza! Só assim de repente, na horinha em que se quer, de propósito – por coragem. Será? Era o que eu às vezes achava”


(ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: veredas. 1994. P. 449).

De acordo com a fonética e seus estudos sobre fonema, assinale a alternativa incorreta:

Alternativas
Q2758384 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Casas mais ricas têm mais tipos de insetos, diz estudo


Por Helô D'Angelo



01 __Se você sonha em morar numa mansão com um jardim gigante, naquele bairro nobre da

02 cidade, pense duas vezes. Segundo um estudo da Academia de Ciências da Califórnia, essas casas

03 chiquérrimas têm duas vezes mais espécies de insetos do que as mais simples.

04__Os cientistas investigaram a presença de insetos em 100 casas na Carolina do Norte – 50

05 mansões e 50 lares mais pobres –, em bairros ricos e pobres. Eles descobriram que, nos casarões,

06 havia 100 espécies diferentes – entre elas, aranhas, mosquitos, centopeias e baratas. Já nas

07 casas mais modestas, os caras encontraram menos da metade dessa diversidade.

08__Veja bem: não é que as casas mais ricas tenham mais insetos – a diversidade de espécies

09 só é maior nesses casos. No começo, os cientistas achavam que isso acontecia porque as mansões

10 tinham jardins, mas só essa explicação não dava conta do mistério, já que as residências pobres

11 muitas vezes tinham jardins e hortas do mesmo tamanho ou até maiores do que os das casas

12 ricas.

13__Então, os pesquisadores acreditam que a concentração maior de espécies nos lares chiques

14 aconteça por causa do "efeito de luxo": em bairros nobres, geralmente há mais vegetação,

15 parques e praças, além dos jardins das casas em si, o que torna mais fácil para os insetos – e

16 outras espécies, como pássaros, lagartos e morcegos – se reproduzirem.

17__Com esse estudo, os caras concluíram que a urbanização tem um impacto ainda maior do

18 que se imaginava na biodiversidade das cidades – mas que manter áreas verdes dentro e fora

19 das casas pode ajudar a preservá-la.


(http://super.abril.com.br/ciencia/casas-mais-ricas-tem-mais-tipos-de-insetos-diz-estudo – texto adaptado para essa

prova.)

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra proparoxítona.

Alternativas
Q2758381 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Casas mais ricas têm mais tipos de insetos, diz estudo


Por Helô D'Angelo



01 __Se você sonha em morar numa mansão com um jardim gigante, naquele bairro nobre da

02 cidade, pense duas vezes. Segundo um estudo da Academia de Ciências da Califórnia, essas casas

03 chiquérrimas têm duas vezes mais espécies de insetos do que as mais simples.

04__Os cientistas investigaram a presença de insetos em 100 casas na Carolina do Norte – 50

05 mansões e 50 lares mais pobres –, em bairros ricos e pobres. Eles descobriram que, nos casarões,

06 havia 100 espécies diferentes – entre elas, aranhas, mosquitos, centopeias e baratas. Já nas

07 casas mais modestas, os caras encontraram menos da metade dessa diversidade.

08__Veja bem: não é que as casas mais ricas tenham mais insetos – a diversidade de espécies

09 só é maior nesses casos. No começo, os cientistas achavam que isso acontecia porque as mansões

10 tinham jardins, mas só essa explicação não dava conta do mistério, já que as residências pobres

11 muitas vezes tinham jardins e hortas do mesmo tamanho ou até maiores do que os das casas

12 ricas.

13__Então, os pesquisadores acreditam que a concentração maior de espécies nos lares chiques

14 aconteça por causa do "efeito de luxo": em bairros nobres, geralmente há mais vegetação,

15 parques e praças, além dos jardins das casas em si, o que torna mais fácil para os insetos – e

16 outras espécies, como pássaros, lagartos e morcegos – se reproduzirem.

17__Com esse estudo, os caras concluíram que a urbanização tem um impacto ainda maior do

18 que se imaginava na biodiversidade das cidades – mas que manter áreas verdes dentro e fora

19 das casas pode ajudar a preservá-la.


(http://super.abril.com.br/ciencia/casas-mais-ricas-tem-mais-tipos-de-insetos-diz-estudo – texto adaptado para essa

prova.)

Sobre as relações entre letras e fonemas, assinale a alternativa INCORRETA sobre palavras do texto.

Alternativas
Q2755656 Português

Indique a opção em que há uma palavra com 6 (seis) fonemas:

Alternativas
Q2755653 Português

Assinale a opção que contém uma palavra em que ocorre encontro consonantal:

Alternativas
Q2755652 Português

Qual das opções abaixo apresenta a separação silábica CORRETA de “ensinamento”:

Alternativas
Q2755650 Português

Marque a opção em que todas as palavras têm ao menos um dígrafo:

Alternativas
Q2750078 Português

Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda às questões a ele referentes:

A casa

Um casal amigo se separa e a mulher decide vender a casa. Vai morar com os filhos num apartamento novo. O homem também se instala em outro lugar, igualmente confortável. Ambos estão felizes e satisfeitos com a mudança. Ele já tem uma bonita namorada e ela muito em breve achará novo companheiro. Bem feitas as contas, o prejuízo foi meu, que perdi o terraço. Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.

Quando anunciaram o desenlace eu quis defender os meus interesses, mas deixei barato e permiti que seguissem o seu destino. Sou um sujeito compreensivo, abri mão do terraço. Fui mais longe em minha generosidade. Renunciei aos livros, discos, garrafas de boa bebida, quarto refrigerado. E abri mão principalmente, sufocando queixas, de uma cálida atmosfera humana, impossível de achar em qualquer hotel cinco estrelas e que o tempo vinha desgastando naquela casa finalmente desfeita, vendida, abandonada. Parece que esse é o destino inexorável de todas as casas. Acabam compradas, trocadas por apartamentos, invadidas por estranhos.

O desmonte foi lento e triste. Vi, nos preparativos da mudança, o descarte de coisas imprestáveis, com o vago sentimento de que também eu estava sendo descartado e deixado para trás como um guarda-chuva quebrado ou um velho objeto empoeirado e sem serventia. Dos moradores, somente minha mulher e eu, que éramos temporários, parecíamos ter saudades. Espiávamos, comovidos, aquelas caixas pardas que se iam fechando, levando um pouco de nós dois dentro delas. Ficava patente que estávamos vivendo o nosso último verão com aquelas pessoas tão queridas, para as quais, entretanto, pouco importava a proximidade do mar, a mangueira plena de frutos, o sudoeste soprando no fim das tardes, o cheiro de terra molhada pela “chuva de caju” nos ensolarados dezembros do Recife.

Tiramos uma fotografia do jardim. Contemplamos gravemente a paisagem líquida e verde que se descortinava no terraço. E vimos o quintal com os mesmos olhos saudosos que, na infância, reparavam os quintais pela última vez, a cada mudança.

Depois desse disfarçado ritual, abraços e beijos na família que nos hospedou. Já dentro do táxi para o aeroporto, arrisco um aceno discreto para a casa. Ela vai ficar ali, esperando novos e desconhecidos moradores. Guardando, em seu silêncio de pedra, noites alegres, festas, risadas, palavras amigas, e tudo mais que de repente se muda do tempo de agora para o cinzento do passado irrecorrível. Adeus, acabou.

FALCÃO, Aluízio. Crônicas da vida boêmia. Editora Ateliê Editorial. São Paulo: 1998.

A passagem a seguir servirá de base para as próximas questões 07 e 08.


“Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.”
De acordo com as normas vigentes no sistema ortográfico da língua portuguesa, a palavra grifada “uísque” contém:

Alternativas
Q2750077 Português

Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda às questões a ele referentes:

A casa

Um casal amigo se separa e a mulher decide vender a casa. Vai morar com os filhos num apartamento novo. O homem também se instala em outro lugar, igualmente confortável. Ambos estão felizes e satisfeitos com a mudança. Ele já tem uma bonita namorada e ela muito em breve achará novo companheiro. Bem feitas as contas, o prejuízo foi meu, que perdi o terraço. Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.

Quando anunciaram o desenlace eu quis defender os meus interesses, mas deixei barato e permiti que seguissem o seu destino. Sou um sujeito compreensivo, abri mão do terraço. Fui mais longe em minha generosidade. Renunciei aos livros, discos, garrafas de boa bebida, quarto refrigerado. E abri mão principalmente, sufocando queixas, de uma cálida atmosfera humana, impossível de achar em qualquer hotel cinco estrelas e que o tempo vinha desgastando naquela casa finalmente desfeita, vendida, abandonada. Parece que esse é o destino inexorável de todas as casas. Acabam compradas, trocadas por apartamentos, invadidas por estranhos.

O desmonte foi lento e triste. Vi, nos preparativos da mudança, o descarte de coisas imprestáveis, com o vago sentimento de que também eu estava sendo descartado e deixado para trás como um guarda-chuva quebrado ou um velho objeto empoeirado e sem serventia. Dos moradores, somente minha mulher e eu, que éramos temporários, parecíamos ter saudades. Espiávamos, comovidos, aquelas caixas pardas que se iam fechando, levando um pouco de nós dois dentro delas. Ficava patente que estávamos vivendo o nosso último verão com aquelas pessoas tão queridas, para as quais, entretanto, pouco importava a proximidade do mar, a mangueira plena de frutos, o sudoeste soprando no fim das tardes, o cheiro de terra molhada pela “chuva de caju” nos ensolarados dezembros do Recife.

Tiramos uma fotografia do jardim. Contemplamos gravemente a paisagem líquida e verde que se descortinava no terraço. E vimos o quintal com os mesmos olhos saudosos que, na infância, reparavam os quintais pela última vez, a cada mudança.

Depois desse disfarçado ritual, abraços e beijos na família que nos hospedou. Já dentro do táxi para o aeroporto, arrisco um aceno discreto para a casa. Ela vai ficar ali, esperando novos e desconhecidos moradores. Guardando, em seu silêncio de pedra, noites alegres, festas, risadas, palavras amigas, e tudo mais que de repente se muda do tempo de agora para o cinzento do passado irrecorrível. Adeus, acabou.

FALCÃO, Aluízio. Crônicas da vida boêmia. Editora Ateliê Editorial. São Paulo: 1998.

A passagem a seguir servirá de base para as próximas questões 07 e 08.


“Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.”
De acordo com as regras vigentes de acentuação gráfica, a primeira palavra grifada (“atlântico”) é:

Alternativas
Q2748088 Português

Setor de tecnologia de SC é destaque em portal dos EUA

O portal americano especializado em tecnologia Nearshore Americas destaca o perfil do setor de tecnologia da informação (TI) de Santa Catarina em reportagem. Afirma que cresceu no Estado 15% ano passado e faturou US$ 3,5 bilhões enquanto, no Brasil, a expansão média ficou em 7,3%. Cita que as empresas estão localizadas principalmente em cinco cidades: Florianópolis, Joinville, Blumenau, Chapecó e Criciúma. A maioria são startups que crescem numa média de 20% ao ano e empregam juntas cerca de 20 mil trabalhadores. Entrevistado pelo Nearshore, o presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), Guilherme Bernard, informou que o setor atrair investimentos do exterior na aquisição de empresas. E o secretário de Desenvolvimento do Estado, Carlos Chiodini, destacou a criação da Invest SC para atrair investimentos internacionais.

Entre as empresas que ilustram a matéria está a Softplan, de Florianópolis, que atua nos segmentos da justiça, gestão pública e construção civil, fundada por Ilson Stabile, Moacir Marafon e Carlos Augusto Matos. Segundo Stabile, diretor executivo, na atual recessão econômica os clientes demandam soluções eficientes que possam aumentar as arrecadações e promover a celeridade nas operações. Fundada em 1990, a empresa tem 1,5 mil funcionários e, no ano passado, alcançou um volume de negócios 10% maior em relação ao ano anterior.

Diário Catarinense – Estela Benetti, 12/02/2016 - 00h35min - Atualizada em 12/02/2016 - 00h40min.

Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras acentuadas graficamente por serem paroxítonas terminadas em ditongo crescente:

Alternativas
Q2743687 Português

Ao abordar a questão da tonicidade no português brasileiro, Bechara afirma que os vocábulos átonos proclíticos, ao perderem seu acento próprio para se subordinarem ao do tônico seguinte, acabam por sofrer reduções no seu volume fonético. Das alternativas abaixo, todas apresentam consequências da próclise de clíticos, EXCETO:

Alternativas
Q2743144 Português

Medidas simples garantem mais segurança no trânsito



Em um clássico desenho da Disney, ao assumir a direção de um carro, o pacato e humilde senhor Andante se transforma

no terrível senhor Volante, modelo de arrogância e violência. Essa cena ilustra uma situação comum até hoje no trânsito, onde

os motoristas descarregam toda sorte de frustração.

Não por acaso, o fator humano é responsável pela maioria dos acidentes. Dirigir defensivamente é essencial para prevenir os

5 desastres ou pelo menos minimizar suas consequências. De acordo com o professor Adilson Lombardo, especialista em segurança

no trânsito, na direção defensiva “é preciso avaliar riscos, reduzir a velocidade perto de escolas, não fazer ultrapassagens

perigosas”. Na prática, são medidas simples, que podem ser resumidas em duas: respeito às normas e bom senso.

Lombardo frisa que não se deve confundir direção defensiva com técnicas de pilotagem, que também podem ajudar a

prevenir acidentes. “Os cursos de pilotagem ensinam a sair da aquaplanagem, a fazer uma frenagem segura e a desviar de

10 obstáculos”, explica. “As autoescolas não dão essa formação, que é essencial, por exemplo, para funcionários de empresas.”

Ele destaca ainda a função educativa da multa: “Todos sabemos que a cultura da impunidade é perigosa.”

Ari Silveira

Adaptado de gazetadopovo.com.br, 22/08/2009

A palavra “trânsito” é acentuada por ser proparoxítona. Outra palavra do texto acentuada por esse motivo é:

Alternativas
Q2742626 Português

EUTANÁSIA


Todos aqueles que acham a eutanásia um ato necessário em situações extremas apresentam algumas argumentos a favor dessa prática. Eles acham que a eutanásia é um modo de fugir ao sofrimento quando há falta de qualidade de vida em fase terminal. Também pensam que morrer de uma forma pouco dolorosa é significado de morte digna. Segundo os defensores, cada pessoa tem autonomia para decidir por si próprio, estando na base da escolha a prática ou não da eutanásia. Nessa perspectiva, vale dizer que não se apoia nem se defende a morte em si, mas se convidam os seres humanos a uma reflexão sobre uma morte mais suave e menos dolorosa, que algumas pessoas optam por ter, em vez de viverem uma batalha lenta e sofrida até o óbito.


(Adaptado. Disponível em: https://eutanasia11a.wordpress.com/argumentos-a-favorc ontra/)


Com base no texto 'EUTANÁSIA', marque a opção CORRETA

Alternativas
Q2737086 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 07.


TEXTO I


O cérebro pós-moderno: como as redes sociais nos transformam


A internet não mudou somente a forma como as pessoas produzem, criam, se comunicam e se divertem. De acordo com o neurocientista Gary Small, diretor do Centro de Pesquisa em Memória e Envelhecimento da Universidade da Califórnia (UCLA), ela altera o funcionamento do cérebro.

“Sob certo aspecto, essa revolução digital nos mergulhou em um estado contínuo de atenção parcial. Estamos permanentemente ocupados, acompanhando tudo. Não nos focamos em nada. (…) As pessoas passam aexistir num ritmo de crise constante, em alerta permanente, sedentas de um novo contato ou um novo bit de informação”. Gary Small.

Essa sede por novidades, por consumir toda a informação disponível, é o que ocorre com as redes de relacionamento, segundo a pesquisa do Doutor Small. Ao nos acostumarmos a essa excitação, procuramos estar constantemente conectados. “As redes sociais são particularmente sedutoras. Elas nos permitem constantemente satisfazer nosso desejo humano por companhia e interação social”.

Um estudo que está sendo realizado na Universidade da Califórnia começou a desvendar o efeito que as redes sociais produzem no organismo. Os resultados mostraram que twittar, por exemplo, estimula a liberação de níveis de ocitocina e, consequentemente, diminui os níveis de hormônios como cortisol e ACTH, associados ao estresse. Ou seja, isso significa que o cérebro pode ter desenvolvido uma nova maneira de interpretar as conversas no Twitter. E, de acordo com Paul Zack, esta nova maneira é a seguinte: “o cérebro entende a conexão eletrônica como se fosse um contato presencial”, o que pode justificar a mudança que as redes sociais causaram na forma como nos relacionamos e fazemos amizades.


(Disponível em:http://filosofiaemvalores.blogspot.com.br/2013/03/o -cerebro-pos-moderno-como-as-redes.html Aceso em 28/04/2016)

As palavras abaixo foram retiradas do texto. Assinale a alternativa cujas palavras apresentem a mesma classificação quanto ao número de sílabas.

Alternativas
Q2731372 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.



Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo


Por Felipe Germano Bruno Garattoni

01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De

02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves

03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em

04 momentos importantes.

05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa

06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de

07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as

08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas

09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse

10 freio vai ficando mais fraco.

11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles

12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em

13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha

14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a

15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa

16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a

17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando

18 ao ato de mentir.

19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do

20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a

21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras

22 maiores”, acredita.

23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica

24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o

25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter

26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.


(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)

Em relação às letras e aos fonemas de palavras do texto, analise as afirmações que seguem e assinale C, se corretas, ou I, se incorretas.


( ) O vocábulo ‘expor’ é grafado com X, porém, esse fonema tem som de S. A palavra ‘e_trair’ segue a mesma grafia.

( ) A palavra ‘consistia’ tem o mesmo número de letras e fonemas.

( ) As palavras ‘pequenos’ e ‘sequência’ possuem dígrafos consonantais.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Respostas
3621: D
3622: D
3623: A
3624: C
3625: D
3626: A
3627: A
3628: E
3629: C
3630: B
3631: B
3632: D
3633: D
3634: A
3635: D
3636: C
3637: B
3638: E
3639: A
3640: E