Questões de Concurso
Comentadas sobre fonologia em português
Foram encontradas 4.027 questões
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 ao 10.
Assinale a opção CORRETA em que todas as palavras têm o MESMO número de sílabas.
Marque a opção em que há um ditongo crescente oral.
Aponte a alternativa que não contém erro de acentuação gráfica.
São monossílabos tônicos, EXCETO:
A divisão silábica está correta, EXCETO em
Há dígrafo em:
Há hiato em:
Leia o texto a seguir para responder às próximas sete questões.
“Sentimento que não espairo; pois eu mesmo nem acerto com o mote disso – o que queria e o que não queria, estória sem final. O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. O que Deus quer é ver a gente aprendendo a ser capaz de ficar alegre a mais, no meio da alegria, e inda mais alegre ainda no meio da tristeza! Só assim de repente, na horinha em que se quer, de propósito – por coragem. Será? Era o que eu às vezes achava”
(ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: veredas. 1994. P. 449).
De acordo com a fonética e seus estudos sobre fonema, assinale a alternativa incorreta:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Casas mais ricas têm mais tipos de insetos, diz estudo
Por Helô D'Angelo
01 __Se você sonha em morar numa mansão com um jardim gigante, naquele bairro nobre da
02 cidade, pense duas vezes. Segundo um estudo da Academia de Ciências da Califórnia, essas casas
03 chiquérrimas têm duas vezes mais espécies de insetos do que as mais simples.
04__Os cientistas investigaram a presença de insetos em 100 casas na Carolina do Norte – 50
05 mansões e 50 lares mais pobres –, em bairros ricos e pobres. Eles descobriram que, nos casarões,
06 havia 100 espécies diferentes – entre elas, aranhas, mosquitos, centopeias e baratas. Já nas
07 casas mais modestas, os caras encontraram menos da metade dessa diversidade.
08__Veja bem: não é que as casas mais ricas tenham mais insetos – a diversidade de espécies
09 só é maior nesses casos. No começo, os cientistas achavam que isso acontecia porque as mansões
10 tinham jardins, mas só essa explicação não dava conta do mistério, já que as residências pobres
11 muitas vezes tinham jardins e hortas do mesmo tamanho ou até maiores do que os das casas
12 ricas.
13__Então, os pesquisadores acreditam que a concentração maior de espécies nos lares chiques
14 aconteça por causa do "efeito de luxo": em bairros nobres, geralmente há mais vegetação,
15 parques e praças, além dos jardins das casas em si, o que torna mais fácil para os insetos – e
16 outras espécies, como pássaros, lagartos e morcegos – se reproduzirem.
17__Com esse estudo, os caras concluíram que a urbanização tem um impacto ainda maior do
18 que se imaginava na biodiversidade das cidades – mas que manter áreas verdes dentro e fora
19 das casas pode ajudar a preservá-la.
(http://super.abril.com.br/ciencia/casas-mais-ricas-tem-mais-tipos-de-insetos-diz-estudo – texto adaptado para essa
prova.)
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra proparoxítona.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Casas mais ricas têm mais tipos de insetos, diz estudo
Por Helô D'Angelo
01 __Se você sonha em morar numa mansão com um jardim gigante, naquele bairro nobre da
02 cidade, pense duas vezes. Segundo um estudo da Academia de Ciências da Califórnia, essas casas
03 chiquérrimas têm duas vezes mais espécies de insetos do que as mais simples.
04__Os cientistas investigaram a presença de insetos em 100 casas na Carolina do Norte – 50
05 mansões e 50 lares mais pobres –, em bairros ricos e pobres. Eles descobriram que, nos casarões,
06 havia 100 espécies diferentes – entre elas, aranhas, mosquitos, centopeias e baratas. Já nas
07 casas mais modestas, os caras encontraram menos da metade dessa diversidade.
08__Veja bem: não é que as casas mais ricas tenham mais insetos – a diversidade de espécies
09 só é maior nesses casos. No começo, os cientistas achavam que isso acontecia porque as mansões
10 tinham jardins, mas só essa explicação não dava conta do mistério, já que as residências pobres
11 muitas vezes tinham jardins e hortas do mesmo tamanho ou até maiores do que os das casas
12 ricas.
13__Então, os pesquisadores acreditam que a concentração maior de espécies nos lares chiques
14 aconteça por causa do "efeito de luxo": em bairros nobres, geralmente há mais vegetação,
15 parques e praças, além dos jardins das casas em si, o que torna mais fácil para os insetos – e
16 outras espécies, como pássaros, lagartos e morcegos – se reproduzirem.
17__Com esse estudo, os caras concluíram que a urbanização tem um impacto ainda maior do
18 que se imaginava na biodiversidade das cidades – mas que manter áreas verdes dentro e fora
19 das casas pode ajudar a preservá-la.
(http://super.abril.com.br/ciencia/casas-mais-ricas-tem-mais-tipos-de-insetos-diz-estudo – texto adaptado para essa
prova.)
Sobre as relações entre letras e fonemas, assinale a alternativa INCORRETA sobre palavras do texto.
Indique a opção em que há uma palavra com 6 (seis) fonemas:
Assinale a opção que contém uma palavra em que ocorre encontro consonantal:
Qual das opções abaixo apresenta a separação silábica CORRETA de “ensinamento”:
Marque a opção em que todas as palavras têm ao menos um dígrafo:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 ao 10.
O Assinale a opção em que todas as palavras são formadas pelo MESMO número de sílabas.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 ao 10.
Assinale a opção CORRETA em que todas as palavras estão acentuadas na mesma posição silábica.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 ao 10.
O Mirante do Sertão
__Parque ambiental que, segundo dados da Sudema, possui aproximadamente 500 hectares de área composta de espécies de Mata Atlântica e Caatinga, a Serra do Jabre é reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) como uma das maiores fontes de pesquisas biológicas do país, pois possui espécies endêmicas que só existem aqui na reserva ecológica e devem ser fruto de estudo para evitar extinção de exemplares raros da fauna e da flora. O Parque possui 1.197 metros de altitude e é um observatório natural que permite que os visitantes contemplem do alto toda cobertura vegetal acompanhada de relevos e fontes de água dos municípios vizinhos. Uma paisagem rica em belezas naturais, que atrai a atenção de turistas brasileiros e estrangeiros.
__(...)
__O Pico do Jabre surpreende por suas belezas, clima agradável e uma visão de encher de entusiasmo e energia positiva qualquer visitante. Com uma panorâmica de 130 km de visão, de onde se pode ver, a olho nu, os Estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco, o Mirante do Sertão, título mais que merecido, é um dos lugares mais belos da Paraíba, com potencialidade para se tornar um dos complexos turísticos mais bem visitados do Estado.
__(...)
__Cenário ideal para os praticantes de esportes radicais, o Pico do Jabre atrai turistas de todas as partes do país, equipados com seus acessórios de segurança. A existência de trilhas fechadas é outro atrativo para os desportistas, incansáveis na busca de aventura.
__O entorno do Parque Estadual do Pico do Jabre abrange cinco municípios com atividades econômicas voltadas para a agricultura. A turística no meio rural é uma das perspectivas para o desenvolvimento desta economia. O Parque Estadual do Pico do Jabre, dentro da malha turística do estado da Paraíba, com roteiros alternativos envolvendo esportes, cultura, gastronomia e lazer, traz benefícios a uma população, com a geração de mais empregos.
__O Parque Ecológico, como atrativo turístico natural desta região, faz surgir novos serviços, tais como mateiros, guias, taxistas, cozinheiros, dentre outros, os quais estão diretamente ligados ao visitante. Os novos empreendimentos que surgirão, vão gerar recursos utilizados para a adequação da infraestrutura local. Assim, surgirão novos horizontes para a região do entorno do Pico do Jabre, contribuindo para permanência de sua população, que não mais migrará em busca de empregos e melhor qualidade de vida. Com a preservação da natureza, que está pronta para despertar uma nova visão desta atividade tão promissora que é o turismo no meio rural.
(http://www.matureia.pb.gov.br)
Algumas palavras do texto estão escritas com acento. Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras turística, agradável e país são RESPECTIVAMENTE:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 ao 10.
O Mirante do Sertão
__Parque ambiental que, segundo dados da Sudema, possui aproximadamente 500 hectares de área composta de espécies de Mata Atlântica e Caatinga, a Serra do Jabre é reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) como uma das maiores fontes de pesquisas biológicas do país, pois possui espécies endêmicas que só existem aqui na reserva ecológica e devem ser fruto de estudo para evitar extinção de exemplares raros da fauna e da flora. O Parque possui 1.197 metros de altitude e é um observatório natural que permite que os visitantes contemplem do alto toda cobertura vegetal acompanhada de relevos e fontes de água dos municípios vizinhos. Uma paisagem rica em belezas naturais, que atrai a atenção de turistas brasileiros e estrangeiros.
__(...)
__O Pico do Jabre surpreende por suas belezas, clima agradável e uma visão de encher de entusiasmo e energia positiva qualquer visitante. Com uma panorâmica de 130 km de visão, de onde se pode ver, a olho nu, os Estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco, o Mirante do Sertão, título mais que merecido, é um dos lugares mais belos da Paraíba, com potencialidade para se tornar um dos complexos turísticos mais bem visitados do Estado.
__(...)
__Cenário ideal para os praticantes de esportes radicais, o Pico do Jabre atrai turistas de todas as partes do país, equipados com seus acessórios de segurança. A existência de trilhas fechadas é outro atrativo para os desportistas, incansáveis na busca de aventura.
__O entorno do Parque Estadual do Pico do Jabre abrange cinco municípios com atividades econômicas voltadas para a agricultura. A turística no meio rural é uma das perspectivas para o desenvolvimento desta economia. O Parque Estadual do Pico do Jabre, dentro da malha turística do estado da Paraíba, com roteiros alternativos envolvendo esportes, cultura, gastronomia e lazer, traz benefícios a uma população, com a geração de mais empregos.
__O Parque Ecológico, como atrativo turístico natural desta região, faz surgir novos serviços, tais como mateiros, guias, taxistas, cozinheiros, dentre outros, os quais estão diretamente ligados ao visitante. Os novos empreendimentos que surgirão, vão gerar recursos utilizados para a adequação da infraestrutura local. Assim, surgirão novos horizontes para a região do entorno do Pico do Jabre, contribuindo para permanência de sua população, que não mais migrará em busca de empregos e melhor qualidade de vida. Com a preservação da natureza, que está pronta para despertar uma nova visão desta atividade tão promissora que é o turismo no meio rural.
(http://www.matureia.pb.gov.br)
“Uma paisagem rica em belezas naturais, que atrai a atenção de turistas brasileiros e estrangeiros.”
Quanto ao número de sílabas, as palavras paisagem , atrai e estrangeiros são RESPECTIVAMENTE:
Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda às questões a ele referentes:
A casa
Um casal amigo se separa e a mulher decide vender a casa. Vai morar com os filhos num apartamento novo. O homem também se instala em outro lugar, igualmente confortável. Ambos estão felizes e satisfeitos com a mudança. Ele já tem uma bonita namorada e ela muito em breve achará novo companheiro. Bem feitas as contas, o prejuízo foi meu, que perdi o terraço. Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.
Quando anunciaram o desenlace eu quis defender os meus interesses, mas deixei barato e permiti que seguissem o seu destino. Sou um sujeito compreensivo, abri mão do terraço. Fui mais longe em minha generosidade. Renunciei aos livros, discos, garrafas de boa bebida, quarto refrigerado. E abri mão principalmente, sufocando queixas, de uma cálida atmosfera humana, impossível de achar em qualquer hotel cinco estrelas e que o tempo vinha desgastando naquela casa finalmente desfeita, vendida, abandonada. Parece que esse é o destino inexorável de todas as casas. Acabam compradas, trocadas por apartamentos, invadidas por estranhos.
O desmonte foi lento e triste. Vi, nos preparativos da mudança, o descarte de coisas imprestáveis, com o vago sentimento de que também eu estava sendo descartado e deixado para trás como um guarda-chuva quebrado ou um velho objeto empoeirado e sem serventia. Dos moradores, somente minha mulher e eu, que éramos temporários, parecíamos ter saudades. Espiávamos, comovidos, aquelas caixas pardas que se iam fechando, levando um pouco de nós dois dentro delas. Ficava patente que estávamos vivendo o nosso último verão com aquelas pessoas tão queridas, para as quais, entretanto, pouco importava a proximidade do mar, a mangueira plena de frutos, o sudoeste soprando no fim das tardes, o cheiro de terra molhada pela “chuva de caju” nos ensolarados dezembros do Recife.
Tiramos uma fotografia do jardim. Contemplamos gravemente a paisagem líquida e verde que se descortinava no terraço. E vimos o quintal com os mesmos olhos saudosos que, na infância, reparavam os quintais pela última vez, a cada mudança.
Depois desse disfarçado ritual, abraços e beijos na família que nos hospedou. Já dentro do táxi para o aeroporto, arrisco um aceno discreto para a casa. Ela vai ficar ali, esperando novos e desconhecidos moradores. Guardando, em seu silêncio de pedra, noites alegres, festas, risadas, palavras amigas, e tudo mais que de repente se muda do tempo de agora para o cinzento do passado irrecorrível. Adeus, acabou.
FALCÃO, Aluízio. Crônicas da vida boêmia. Editora Ateliê Editorial. São Paulo: 1998.
A passagem a seguir servirá de base para as próximas questões 07 e 08.
“Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.”
De acordo com as normas vigentes no sistema ortográfico da língua portuguesa, a palavra grifada “uísque” contém:
Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda às questões a ele referentes:
A casa
Um casal amigo se separa e a mulher decide vender a casa. Vai morar com os filhos num apartamento novo. O homem também se instala em outro lugar, igualmente confortável. Ambos estão felizes e satisfeitos com a mudança. Ele já tem uma bonita namorada e ela muito em breve achará novo companheiro. Bem feitas as contas, o prejuízo foi meu, que perdi o terraço. Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.
Quando anunciaram o desenlace eu quis defender os meus interesses, mas deixei barato e permiti que seguissem o seu destino. Sou um sujeito compreensivo, abri mão do terraço. Fui mais longe em minha generosidade. Renunciei aos livros, discos, garrafas de boa bebida, quarto refrigerado. E abri mão principalmente, sufocando queixas, de uma cálida atmosfera humana, impossível de achar em qualquer hotel cinco estrelas e que o tempo vinha desgastando naquela casa finalmente desfeita, vendida, abandonada. Parece que esse é o destino inexorável de todas as casas. Acabam compradas, trocadas por apartamentos, invadidas por estranhos.
O desmonte foi lento e triste. Vi, nos preparativos da mudança, o descarte de coisas imprestáveis, com o vago sentimento de que também eu estava sendo descartado e deixado para trás como um guarda-chuva quebrado ou um velho objeto empoeirado e sem serventia. Dos moradores, somente minha mulher e eu, que éramos temporários, parecíamos ter saudades. Espiávamos, comovidos, aquelas caixas pardas que se iam fechando, levando um pouco de nós dois dentro delas. Ficava patente que estávamos vivendo o nosso último verão com aquelas pessoas tão queridas, para as quais, entretanto, pouco importava a proximidade do mar, a mangueira plena de frutos, o sudoeste soprando no fim das tardes, o cheiro de terra molhada pela “chuva de caju” nos ensolarados dezembros do Recife.
Tiramos uma fotografia do jardim. Contemplamos gravemente a paisagem líquida e verde que se descortinava no terraço. E vimos o quintal com os mesmos olhos saudosos que, na infância, reparavam os quintais pela última vez, a cada mudança.
Depois desse disfarçado ritual, abraços e beijos na família que nos hospedou. Já dentro do táxi para o aeroporto, arrisco um aceno discreto para a casa. Ela vai ficar ali, esperando novos e desconhecidos moradores. Guardando, em seu silêncio de pedra, noites alegres, festas, risadas, palavras amigas, e tudo mais que de repente se muda do tempo de agora para o cinzento do passado irrecorrível. Adeus, acabou.
FALCÃO, Aluízio. Crônicas da vida boêmia. Editora Ateliê Editorial. São Paulo: 1998.
A passagem a seguir servirá de base para as próximas questões 07 e 08.
“Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.”
De acordo com as regras vigentes de acentuação gráfica, a primeira palavra grifada (“atlântico”) é: