Questões de Concurso
Sobre fonemas e letras em português
Foram encontradas 913 questões
( ) Em rezar (linha 01), exemplo (linha 14) e brasileiros (linha 17), as letras sublinhadas representam, em todas, o mesmo fonema.
( ) Tanto em pessoais (linha 02) como em dinheiro (linha 19), há um fonema representado por duas letras.
( ) Tanto em mantra (linha 02) como em hora (linha 09), há uma letra que não representa nenhum fonema.
Qual é a ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo?
(Fonte: globo.com de 23/04/2010)
Analisando-se as palavras PATAS, TENDE e ATACAR e comparando-as com as palavras TAPAS, DENTE e ACATAR, pode-se afirmar que a realidade fonológica dos dois grupos comprova que, no Português,
Disponível em
<http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2081/artigo152
593-1.htm>. Acesso em 20 out 2009.
As palavras cigarro (linha 45) e dinheiro (linha 63) possuem encontro consonantal, o que faz com que tenham numero de fonemas maior do que de letras,
II. A pronuncia da letra X nas palavras lixeira (linha 47) e luxo (linha 74) faz com que as mesmas tenham um número de fonemas maior do que o de letras.
III. Na palavra classifiquei (linha 4) ocorre apenas rim dígrafo.
IV. As palavras classifiquei (linha 4) e amassou (linha 45) não possuem um mesmo tipo de encontro vocálico.
Assinale a sequência correta

O diagnóstico das necessidades de aprendizagem desse aluno indica que ele:
I. transcreve a fala (vendu, muchila);
II. não usa a concordância nominal da variante culta (10 real);
III. não sabe que o mesmo fonema pode ser grafado com diferentes letras (rocha);
IV. não sabe que o gênero anúncio deve conter título e identificação do anunciante.
Estão corretas
Liberais, que tendem a confiar no indivíduo e não no Estado, são contra fazer justiça e segurança pelas próprias mãos. Neoliberais, que preferem um Estado fraco, pregam um Estado forte na área de segurança pública.
Nossos governos têm sido uma certa exceção. Fazem praticamente "tudo pelo social", mas negligenciam a segurança, função primordial do Estado em todas as ideologias. Acrescentaram aposentadorias grátis, cultura grátis, terras grátis, creches grátis, mestrados grátis, investimentos em energia grátis, a ponto de levar as finanças do Estado à ruína. De nada adianta ter saúde ou um mestrado e levar um tiro num assalto.
Quatrocentos anos atrás, Hobbes já escrevia: "Quando não existe poder capaz de manter os homens em respeito, temos a condição que se denomina guerra civil; uma guerra de todos os homens contra todos."
Nossos policiais reclamam por aumentos salariais com absoluta justiça. Alguns têm de viver em favelas, onde temem que alguém descubra sua profissão. O policial de Nova York ganha cinco vezes mais que um policial brasileiro, que por sua vez tem de enfrentar uma criminalidade cinco vezes maior. Quando um policial prende bandidos arriscando a vida, sabe que eles logo estarão livres novamente por falta de prisões. Um policial, normalmente pouco treinado pelo Estado, se no cumprimento do dever errar um tiro, será trucidado e execrado pela opinião pública. Quem se candidata a um emprego desses que exige a rapidez de um executivo, a coragem de um herói, o discernimento de um juiz, o tato de um psicólogo e um salário vi?
Nossos policiais deveriam ser pagos num nível salarial que os fizesse temer a perda do emprego, em vez de sentir vergonha dele. Como, apesar das estatísticas, ninguém acredita que um dia será uma vítima, e vítimas fatais não votam, nunca elegemos prefeitos e governadores que priorizam suas secretarias de Segurança nem seus policiais. Preferimos eleger quem nos promete um benefício imediato a aqueles que prometem eliminar um risco incerto.
A maioria dos brasileiros está profundamente insatisfeita com o que está aí, e quer "começar tudo de novo". Apesar de os contribuintes pagarem 35% do PIB em impostos, hoje temos um Estado fraco na maioria das áreas de atuação: saúde pública com falta de recursos, educação com problemas, um rombo na previdência e um policiamento sem os equipamentos necessários.
Vamos começar de novo, criando um Estado que cumpra no mínimo a primeira e única função sobre a qual todas as ideologias concordam. Vamos reduzir um pouco as inúmeras outras funções sociais, em digamos 5% cada uma, para poder aumentar em 100% as verbas para policiamento, Justiça e segurança.
Sou a favor de o Estado promover políticas de inclusão e agregação social com nosso dinheiro, contanto que o faça com competência. Se o Estado conseguir devolver ao povo a segurança de ser brasileiro, conquistará credibilidade para assumir outras funções sociais, todas em que souber demonstrar competência.
Em resumo, nosso Estado social-democrata está fazendo coisas demais e mal feitas. Vamos fazer um pouco menos, e bem feito.






