Questões de Concurso Sobre flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) em português

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Q4382337 Português
Na frase: “Quem me dera ter um novo amor” o verbo se encontra no tempo verbal indicado na alternativa: 
Alternativas
Q4377903 Português

Observe a tirinha “Calvin e Haroldo”, de Bill Watterson, e julgue as proposições:


Imagem associada para resolução da questão


Calvin e Haroldo, criação do desenhista americano Bill Watterson. Os verbos também podem ser estudados a partir da análise de tirinhas 


I – O verbo “colocou”, no primeiro quadrinho, está no pretérito perfeito;


II – A forma verbal “olhando”, no segundo quadrinho, está no modo indicativo;


III – A forma verbal “poderia”, no segundo quadrinho, está no futuro do pretérito do modo subjuntivo;


IV – A forma verbal “acharmos”, no quarto quadrinho, está no futuro do subjuntivo;


V - A forma verbal “fosse”, no quarto quadrinho, está no pretérito imperfeito do modo indicativo.


Estão corretas:

Alternativas
Q4374455 Português

Os verbos destacados estão conjugados, respectivamente, no:


I. Se eu não tivesse motivo, calava.


II. Você me faria uma gentileza?

Alternativas
Q4371863 Português

Assinale a alternativa que completa os verbos no tempo correto da frase.


Se todas as pessoas ______________ boas relações e ______________ as amizades, viveriam mais felizes. 

Alternativas
Q4360070 Português
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


UMA BANDA MUSICAL INFANTO-JUVENIL EM ENSAIO


(1º§) Uma banda, conjunto ou grupo musical, é uma reunião de músicos famosos, formada com o intuito de tocar arranjos musicais. Pode tratar-se, inclusive, de uma banda militar.

(2º§) No Brasil, inicialmente, a expressão 'banda de música' ou simplesmente 'banda' foi utilizada para definir a formação musical composta por madeiras, metais e percussão. Essa é a tradicional banda de música a que se refere a famosa canção "A Banda", do compositor Chico Buarque de Holanda. 

(3º§) Com o surgimento do rock and roll, os grupos que tocavam esse estilo musical passaram a ser denominados 'bandas de rock' ou simplesmente bandas. A partir daí, "banda musical" ou "banda" passou a designar diferentes tipos de grupos e formações musicais. Bandas de rock tipicamente possuem um ou dois guitarristas, baixistas, bateristas e, dependendo do estilo, tecladista. Geralmente possuem também um vocalista, que pode ser um dos instrumentistas ou um músico dedicado exclusivamente a cantar.

(4º§) Grupos de jazz variam bastante em sua formação, mas configurações tradicionais, em geral, incluem uma seção rítmica (popularmente chamada de "cozinha") composta por um baterista, baixista e pianista, e uma seção de metais, com saxofonistas e/ou trompetistas. Grupos de jazz moderno costumam adicionar guitarristas e tecladistas.


(https://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_musical) - (Adaptado)
Analise as assertivas com o código: V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)Os verbos do período: "Os grupos que tocavam esse estilo musical passaram a ser denominados 'bandas de rock' ou simplesmente bandas". - estão conjugados, respectivamente, no pretérito imperfeito do modo indicativo e pretérito perfeito do modo indicativo, correspondendo a uma: ação contínua no passado e uma ação concluída no passado.
(__)Cada um dos termos: "Brasil", "grupo" e "tecladistas" está escrito com encontro consonantal.
(__)Os verbos: "costumam adicionar" formam uma locução verbal, "costumam" é sinônimo de: "habituam", enquanto "adicionar" é antônimo de: "suprimir".
(__)A expressão: "configurações tradicionais" é formada por substantivo e adjetivo ambos polissílabos, escritos com ditongo decrescente. A preposição da expressão: "de uma banda militar". - introduz um objeto indireto.
(__)A frase: Quero saber o porquê de você preferir ser um tecladista". - está com a grafia correta do "porquê" pelo fato de ele ter passado para a classe dos substantivos.

Após análise, marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4356449 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 



Assinale a alternativa em que o verbo retirado do Texto está conjugado no pretérito imperfeito do modo indicativo: 
Alternativas
Q4346431 Português

Fisioterapia cria projeto AME o Próximo


A iniciativa surgiu da vontade de ajudar ao próximo. Estudantes do curso de Fisioterapia da Universidade Regional de Blumenau (FURB), em parceria com a professora Fabiana Maciel Boos e com o apoio do coordenador do curso, professor José Francisco Albiero, criaram o projeto “AME o Próximo”, que tem como objetivo proporcionar a população conhecimento científico a respeito da doença Atrofia Muscular Espinhal, conhecida popularmente como AME.

A AME é uma doença genética rara, degenerativa e muitas vezes letal, que afeta a capacidade do paciente de caminhar, comer e, muitas vezes, respirar. A Fisioterapia, por sua vez, atua na prevenção e reabilitação da capacidade física e funcional das pessoas, aplicando técnicas e métodos em benefício do próximo. [...]


Disponível em: https://www.furb.br/web/1704/noticias/fisioterapia-cria-projeto-ame-o-proximo/8721. Acesso em: 25/jun/2021. [adaptado]

Assinale a alternativa que contém um verbo conjugado na terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo:
Alternativas
Q4339934 Português

VOTO FEMININO

 

Em 1791, no marco da Revolução Francesa, que havia eclodido em 1789, a escritora Olympe de Gouges redigiu, como complemento à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, a “Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã". Adversária de Robespierre, acabou na guilhotina. Em 1792, a escritora Mary Wollstonecraft publicou na Inglaterra o ensaio “Uma Defesa dos Direitos da Mulher”, considerado precursor do feminismo. No século XIX, os membros do Parlamento britânico e a própria rainha Vitória se opuseram aos projetos de leis que visavam à igualdade da mulher. Essa ideia só encontrou certo apoio no cartismo, movimento de reivindicação dos direitos da classe trabalhadora, e em alguns intelectuais liberais. Em 1903, foi formada no Reino Unido a WSPU – Women’s Social and Political Union (União Social e Política das Mulheres). Como forma de alcançar seus objetivos e para tentar exercer pressão em meios políticos e sociais, suas integrantes recorreram a diversos métodos, como marchas de protesto e greves de fome, mas foram brutalmente reprimidas. A Primeira Guerra Mundial pôs fim a esse movimento. No entanto, o conflito criou as condições para que as mulheres demonstrassem seu valor e energia à pátria, o que rendeu o reconhecimento de seus direitos eleitorais. Desse modo, no dia 6 de fevereiro de 1918, permitiu-se que as mulheres britânicas maiores de 30 anos pudessem votar. Em 1920, a idade foi reduzida para 21 anos. Também após a guerra, em 1919, a Alemanha, sob o governo da República de Weimar, consagrou o voto feminino. Na América, os primeiros países a reconhecer esse direito foram o Canadá (1918), com exceção da província de Quebec (1952), e os Estados Unidos (1920). Neste último país, já desde os primeiros anos da independência, lutava-se pela conquista desse direito. Destaca-se a figura de Margaret Brent, que, em 1647, de sua fazenda em Maryland, advogou por um lugar na legislatura. As mulheres puderam votar no Equador em 1929 e no Brasil e no Uruguai, em 1932. Na Guatemala, em 1945, estabeleceu-se para elas um voto restringido, excluindo as analfabetas, que também passaram a poder votar vinte anos depois. O voto feminino na Argentina passou a ser permitido em 1947, sob a gestão de Maria Eva Duarte de Perón, a cargo da Secretaria do Trabalho e Previdência, que solicitou sua inclusão, no cumprimento do acordado na Ata de Chapultepec. Nesse mesmo ano, foi implantado na Venezuela. Em 1949, foi a vez do Chile e da Costa Rica. No México, em 1935, foi formada a Frente Única Pró Direitos da Mulher; no entanto, o voto feminino só foi conquistado em 1953. Em 1961, foi a vez do Paraguai. Na Espanha, em 1931, a Constituição da Segunda República estabeleceu o direito de sufrágio para os maiores de 23 anos, contemplando a igualdade para ambos os sexos. E, surpreendentemente, as suíças só puderam votar pela primeira vez em 1971. (365 Dias que mudaram o mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p.

Na oração “(...) se opuseram aos projetos de leis que visavam à igualdade (...)”, o verbo “visar” está conjugado no seguinte tempo/modo verbal: 
Alternativas
Q4339815 Português

Um navio "fantasma" apareceu na costa do Condado de Cork, na Irlanda, levado pelo mau tempo que atingiu a Europa em decorrência da tempestade Dennis. O barco, abandonado pela tripulação, foi encontrado em meio às rochas de uma vila de pescadores em Ballycotton por uma pessoa que passava pelo local. O navio parece ter ficado à deriva por mais de um ano, percorrendo milhares de quilômetros no Oceano Atlântico desde que foi abandonado no sudeste das Bermudas em 2018. "É uma chance em um milhão", disse John Tattan, gerente de operações da Royal National Lifeboat Institution (RNLI) de Ballycotton. Em entrevista ao jornal Irish Examiner, ele afirmou que "nunca havia visto nada desta forma em termos de abandono". Mas qual é a história por trás deste navio misterioso sem tripulação? Construído em 1976, o navio, de nome Alta, teve uma série de proprietários e nomes — mais recentemente, navegava com a bandeira da Tanzânia. Autoridades de vários países sabiam que a embarcação estava à deriva no oceano. Ela tinha sido vista pela última vez em setembro de 2019 por um navio da Marinha Real Britânica. A saga que levou a embarcação para a Irlanda começou em setembro de 2018, quando navegava da Grécia para o Haiti, ainda com tripulação a bordo. Mas problemas não identificados levaram a uma queda de energia na embarcação, e o Alta ficou à deriva em alto mar por 20 dias, a cerca de 2,1 mil quilômetros a sudeste das Bermudas, segundo a Guarda Costeira dos EUA, que estava ciente da situação. Como restavam apenas dois dias de comida a bordo para a tripulação, a autoridade marítima americana lançou comida e outros suprimentos de uma aeronave. Quando um furacão se aproximou, decidiram resgatar os 10 tripulantes do navio avariado e levá-los para Porto Rico.


(O mistério do navio fantasma que apareceu na costa da Irlanda após uma tempestade.) Trecho extraído do G1. 2020. Disponível em:< https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/02/18/omisterio-do-navio-fantasma-que-apareceu-na-costa-dairlanda-apos-uma-tempestade.ghtml 

No texto, a palavra “navegava” está em qual tempo verbal?
Alternativas
Q4339814 Português

Um navio "fantasma" apareceu na costa do Condado de Cork, na Irlanda, levado pelo mau tempo que atingiu a Europa em decorrência da tempestade Dennis. O barco, abandonado pela tripulação, foi encontrado em meio às rochas de uma vila de pescadores em Ballycotton por uma pessoa que passava pelo local. O navio parece ter ficado à deriva por mais de um ano, percorrendo milhares de quilômetros no Oceano Atlântico desde que foi abandonado no sudeste das Bermudas em 2018. "É uma chance em um milhão", disse John Tattan, gerente de operações da Royal National Lifeboat Institution (RNLI) de Ballycotton. Em entrevista ao jornal Irish Examiner, ele afirmou que "nunca havia visto nada desta forma em termos de abandono". Mas qual é a história por trás deste navio misterioso sem tripulação? Construído em 1976, o navio, de nome Alta, teve uma série de proprietários e nomes — mais recentemente, navegava com a bandeira da Tanzânia. Autoridades de vários países sabiam que a embarcação estava à deriva no oceano. Ela tinha sido vista pela última vez em setembro de 2019 por um navio da Marinha Real Britânica. A saga que levou a embarcação para a Irlanda começou em setembro de 2018, quando navegava da Grécia para o Haiti, ainda com tripulação a bordo. Mas problemas não identificados levaram a uma queda de energia na embarcação, e o Alta ficou à deriva em alto mar por 20 dias, a cerca de 2,1 mil quilômetros a sudeste das Bermudas, segundo a Guarda Costeira dos EUA, que estava ciente da situação. Como restavam apenas dois dias de comida a bordo para a tripulação, a autoridade marítima americana lançou comida e outros suprimentos de uma aeronave. Quando um furacão se aproximou, decidiram resgatar os 10 tripulantes do navio avariado e levá-los para Porto Rico.


(O mistério do navio fantasma que apareceu na costa da Irlanda após uma tempestade.) Trecho extraído do G1. 2020. Disponível em:< https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/02/18/omisterio-do-navio-fantasma-que-apareceu-na-costa-dairlanda-apos-uma-tempestade.ghtml 

No texto, a palavra “atingiu” está em qual tempo verbal?
Alternativas
Q4338068 Português
NASCE JÚLIO VERNE

Júlio Verne, escritor francês considerado precursor da literatura de ficção científica moderna, nasce em Nantes, no dia 8 de fevereiro de 1828. Estudou filosofia e retórica em sua cidade natal e viajou a Paris para estudar leis. Em 1848, começou a escrever alguns sonetos e textos teatrais e, dois anos mais tarde, foi aprovada sua tese de doutorado em Direito. Seus inícios literários foram difíceis, pois suas peças de teatro não tiveram grande repercussão. Trabalhou como secretário no Théâtre Lyrique e, após publicar alguns relatos, em 1857 se tornou agente da bolsa e começou a viajar, visitando a Inglaterra, a Escócia e a Escandinávia. Nessa época, não parou de escrever. O editor PierreJules Hetzel se interessou pelos seus textos e, em 1863, publicou “Cinco semanas em um balão”, obra que gozou de grande sucesso e o estimulou a prosseguir com a temática fantástica e de aventuras. Devido à colaboração regular com Hetzel na revista Magasin d’education et de recreation”, em pouco tempo Verne alcançou grande celebridade. Graças às suas numerosas pesquisas, adquiriu conhecimentos geográficos que, unidos ao seu entusiasmo pela revolução tecnológica e industrial, o levaram a se especializar em relatos de aventura de estilo científico. Soube combinar uma prosa leve e amena com uma enorme facilidade para criar situações transbordantes de imaginação e de criatividade. Na redação de “Viagem ao centro da Terra” (1864), aplicou seus conhecimentos sobre geologia, mineralogia e paleontologia, mostrando uma assombrosa intuição científica que maravilhou os especialistas. A publicação de seu terceiro grande livro, “Da Terra à Lua” (1865), despertou um entusiasmo extraordinário pelas viagens espaciais. Com o mesmo interesse foi recebido “A volta ao mundo em oitenta dias” (1873), publicado em capítulos. De seus numerosíssimos livros, “Vinte mil léguas submarinas” (1870) é talvez um dos que melhor conservaram sua capacidade de atrair o leitor. Seu protagonista, o capitão Nemo, comandante do submarino “Nautilus”, é um misterioso e solitário desterrado, talvez uma representação do próprio Verne. Ambos, solitários e incompreendidos, refugiados atrás da dissimulação e do segredo, e de pensamento extremamente liberal, lutam pela libertação dos povos oprimidos, mostrando uma profunda rejeição pela sociedade convencional e vulgar. Em 1872, ele se estabeleceu em Amiens, onde viveu até a morte, em 1905. Seus textos se popularizaram com rapidez e figuram entre os grandes clássicos da literatura infanto-juvenil.


(365 Dias que mudaram o mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 88).
Na oração “O editor Pierre-Jules Hetzel se interessou (...)”, o verbo interessar está conjugado no seguinte tempo/modo verbal: 
Alternativas
Q4337568 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

Na oração “Depois que se formou, trabalhou (...)”, o verbo formar-se está conjugado em qual tempo/modo? 
Alternativas
Q4331856 Português
TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ORQUÍDEAS

Elas floresceram todas ao mesmo tempo. Abri a janela, olhei para fora e lá estavam: brancas, violetas, amarelas, gritando de alegria ao sol da manhã!

Ao longo dos anos foram sendo amarradas, com displicência, ao redor dos troncos finos e grossos das árvores do jardim. Lá elas repousam o ano inteiro, expostas ao sol, ao vento, ao frio, ao calor.

Daqueles talos aparentemente estéreis nascem como por milagre as flores mais lindas, trazidas nos braços da Primavera. Vivem esquecidas no meu jardim, gestam a beleza em humilde silêncio.

Não exigem cuidados especiais. Ficam lá, em repouso. E de repente, bum! Dominam o jardim com a beleza inegável de suas flores. Não falo com elas, não presto atenção. Elas retribuem meu alheamento com alumbramento, dividem conosco sua gratuita beleza.


http://viveragora.com.br/cronicas-rapidas/
Considere a frase:

Elas FLORESCERAM todas ao mesmo tempo. ABRI a janela, OLHEI para fora e lá estavam: brancas, violetas, amarelas, gritando de alegria ao sol da manhã!

O cronista usou os verbos em destaque, conjugadas no pretérito perfeito do indicativo, porque esse tempo verbal lhe permitiu apresentar, na narrativa, fatos:
Alternativas
Q4330901 Português
No trecho, "Pelo caminho ENCONTROU um transeunte que lhe perguntou...", a forma verbal destacada está conjugada no:
Alternativas
Q4329994 Português
A falta de emoção do home office
Alice Ferraz*


       Meu primeiro emprego, aos 17 anos, foi como vendedora de loja de uma conhecida marca de moda em São Paulo, na década de 1980. Lembro-me da sensação de liberdade que, a partir de então, começou a fazer parte da minha vida: depois do colégio, eu ia ao trabalho. A liberdade não era só pelo dinheiro que, claro, fazia parte do pacote, mas da enorme gama de possibilidades que se abriam na minha “pequena” vida até então cercada de cuidados e de um inabalável cerco familiar.

       Como vendedora, tive que aprender mais sobre paciência com clientes, a resistência física para se manter em pé por horas e a controlar impulsos de compras, afinal, estava o dia todo em um oásis de consumo. Depois disso, fui trabalhar no escritório de uma confecção no extremo oposto de onde eu morava em São Paulo. Nesse momento, conhecer a cidade com meu guia no colo (sim, não existia Waze) tornou-se um desafio e motivo de satisfação diária. Estava mais longe de casa, mais solta no mundo que se abria muitas vezes com certa violência, mostrando-me faces até então escondidas por uma vida cheia de limites rígidos e cuidados de uma família tradicional.

      De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo que está ligado ao desconhecido, ao imprevisível que o dia pode e certamente irá trazer. Durante a semana passada, em um desses encontros fortuitos que sempre se mostram como a “cereja” do meu dia, encontrei uma jovem de 22 anos no escritório. Ela estava passando em frente e entrou para visitar a irmã, minha colaboradora há mais de uma década. Animada, cheia de atitude, cabelos molhados soltos em um descompromisso proposital com a imagem, lembrou-me de mim mesma nessa idade.

       Estava a caminho de uma consulta médica de rotina, feliz ao andar na rua e me disse algo que, apesar de intuir, não tinha ainda tido o contato para sentir. “A vida de home office não tem emoção.” A frase “pulou” da sua boca em um encontro em pé no meio da empresa. “Fui contratada e, uma semana depois, estava em home office. Não conheço meu chefe pessoalmente, nem os diretores. Passo os dias sentada em Zoom e calls. Já soube que será assim por prazo indeterminado e estou procurando outro emprego”, explicou. Olhando para trás, não posso me imaginar nessa idade sem a emoção do dia a dia na rua em uma grande cidade como São Paulo. Os encontros casuais no trânsito, na rua, na copa dos escritórios para um café, os almoços com colegas, as reuniões presenciais e seu rito, a escolha do que vestir para o dia e quem sabe um happy hour, tudo fazia parte do experimentar. Experimentar a vida.

     A pandemia nos transformou e dar um próximo passo nas regras e modelos de trabalho é necessário. Pensar em como não tirar e sim somar para que a experiência de viver a aventura profissional seja melhor do que era parece ser agora o grande desafio das empresas. Estar em casa o dia todo em frente ao computador não pode ser a melhor solução. A convivência física e o sentimento que ela gera é primordial para nosso desenvolvimento emocional em sociedade.

*ALICE FERRAZ É ESPECIALISTA EM MARKETING DE INFLUÊNCIA E ESCRITORA, AUTORA DE “MODA À BRASILEIRA”


Disponível em https://www.terra.com.br/noticias/a-falta-de-emocao-dohome-office,db3c64c3ab4372f0f3003cc1d4373886bjiea3rv.html



Assinale a alternativa que apresenta um verbo no Pretérito Imperfeito do Indicativo.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2021 - FURB - SC - Assistente Social |
Q4329953 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O Projeto Cognitum, da Universidade Regional de Blumenau (FURB), lançou em setembro um documentário e uma playlist com 14 podcasts sobre a história da pesquisa na instituição. A iniciativa, que conta a trajetória da pesquisa científica na FURB por meio de entrevistas com 14 professores das mais diferentes áreas do conhecimento, envolveu professores e alunos do Departamento de Comunicação, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e do Programa de Pós-Graduação em Administração da FURB.


O documentário e a playlist com os 14 podcasts serão hospedados na página da FURB TV no YouTube. Todo o material foi gravado e editado durante as entrevistas e teve a participação dos laboratórios de vídeo e áudio do Departamento de Comunicação. Desenvolvido pelos professores Sandro Galarça, do curso de Jornalismo, Fabrícia Durieux Zucco, de Publicidade e Propaganda, e Marcos Antônio Mattedi, do curso de Ciências Sociais, o projeto vai resultar ainda na publicação de um livro impresso e de um e-book que vai contar a história da pesquisa realizada na Universidade ao longo de sua história, por meio da narrativa sobre a experiência destes profissionais.


A atividade assinala ___ importância da pesquisa científica no desenvolvimento da região do Vale do Itajaí. Sua intenção é dar visibilidade ___ expertises acadêmica e científica acumuladas na FURB. O projeto pretende dar mais visibilidade ___ importância da pesquisa científica e da história dos seus pesquisadores. Dessa forma, ___ universidade cumpre um papel fundamental, que é contribuir para uma sociedade mais crítica e bem informada sobre assuntos que lhe dizem respeito na dinâmica social.


https://www.furb.br/web/1704/noticias/documentario-e-podcasts-narram-historia
-da-pesquisa-na-furb/8809
. Acesso em 13/set/2021 [adaptado]

No texto, sobre os verbos utilizados, podemos afirmar:
I. "Teve" é o verbo TER conjugado no pretérito imperfeito do indicativo.
II. "Foi" é o verbo IR conjugado no pretérito perfeito do indicativo.
III. "Dizem" é um verbo irregular.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2021 - FURB - SC - Advogado |
Q4329701 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O Projeto Cognitum, da Universidade Regional de Blumenau (FURB), lançou em setembro um documentário e uma playlist com 14 podcasts sobre a história da pesquisa na instituição. A iniciativa, que conta a trajetória da pesquisa científica na FURB por meio de entrevistas com 14 professores das mais diferentes áreas do conhecimento, envolveu professores e alunos do Departamento de Comunicação, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e do Programa de Pós-Graduação em Administração da FURB. 

O documentário e a playlist com os 14 podcasts serão hospedados na página da FURB TV no YouTube. Todo o material foi gravado e editado durante as entrevistas e teve a participação dos laboratórios de vídeo e áudio do Departamento de Comunicação. Desenvolvido pelos professores Sandro Galarça, do curso de Jornalismo, Fabrícia Durieux Zucco, de Publicidade e Propaganda, e Marcos Antônio Mattedi, do curso de Ciências Sociais, o projeto vai resultar ainda na publicação de um livro impresso e de um e-book que vai contar a história da pesquisa realizada na Universidade ao longo de sua história, por meio da narrativa sobre a experiência destes profissionais.

_______ atividade assinala _______ importância da pesquisa científica no desenvolvimento da região do Vale do Itajaí. Sua intenção é dar visibilidade _______ expertises acadêmica e científica acumuladas na FURB. O projeto pretende dar mais visibilida    ______  importância da pesquisa científica e da história dos seus pesquisadores. Dessa forma, _______ universidade cumpre um papel fundamental, que é contribuir para uma sociedade mais crítica e bem informada sobre assuntos que lhe dizem respeito na dinâmica social.


https:/Nwww.furb.brhweb/1704/noticias/documentario-e-podcasts-narram-historia
-da-pesquisa-na-furb/8809. Acesso em 13/seti2021 [adaptado]  
No texto, sobre os verbos utilizados, podemos afirmar:
I."Teve" é o verbo TER conjugado no pretérito imperfeito do indicativo.
II."Foi" é o verbo IR conjugado no pretérito perfeito do indicativo.
III."Dizem" é um verbo irregular.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4325030 Português
"Com o último trompejo do berrante, engarrafam no curral da estrada-de-ferro o rebanho" (Guimarães Rosa). A forma verbal engarrafam se encontra no tempo:
Alternativas
Q4254503 Português
Texto 1 para as questão.

A caminhabilidade do Recife

    “A compreensão de mundo e de uma cidade se modifica pela caminhada. Uma boa parte da população do Recife não compreende a realidade local porque não anda nos espaços públicos.” Esta é uma questão de cidadania abordada e defendida por Francisco Cunha, que, além de arquiteto e urbanista e consultor empresarial, considera-se um militante da mobilidade a pé na capital pernambucana. À ideia dele é resultado da sua volta à prática de caminhar pela cidade.
    “Quando voltei a andar a pé, percebi que aquela cidade que havia deixado na minha adolescência era completamente outra. Também constatei a situação das calçadas que não oferecem condições adequadas para caminhar”, afirma Cunha. Foi aí que ele começou a levantar uma discussão sobre a situação das calçadas junto ao poder público e escreveu o livro Calçada: o primeiro degrau da cidadania urbana.

Francisco Cunha. Revista Textos. Dezembro 2019. Edição 1. Editora Textos. pp. 6-7. 
Leia o segmento abaixo:
“percebi que aquela cidade que havia deixado na minha adolescência era completamente outra.”
Se o termo destacado fosse permutado por “locais", preservando-se o sujeito e os tempos verbais, estaria CORRETO o que se indica na alternativa 
Alternativas
Q4179996 Português

Para responder à questão, considere o Texto IV abaixo. 

Considerando a fala da professora no Texto IV, imagine-se a situação na qual a docente, no dia seguinte ao da aula apresentada na imagem, relate a seus colegas o conteúdo da aula, dando-a como fato passado e concluído. Sua fala, tendo em vista o correto emprego dos tempos verbais em Língua Portuguesa e a adequação à situação exposta anteriormente, é dada por qual alternativa? 
Alternativas
Respostas
1681: C
1682: D
1683: A
1684: A
1685: C
1686: C
1687: E
1688: C
1689: E
1690: D
1691: A
1692: A
1693: A
1694: D
1695: E
1696: D
1697: D
1698: B
1699: C
1700: A