Questões de Concurso Sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português

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Q3269657 Português

Para responder a questão, considere o período a seguir.


A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas

Em relação aos verbos em destaque, 
Alternativas
Q3267537 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.

TEXTO 1

Renovação da língua, neologismos e estrangeirismos

Companheira dos seus usuários, a língua participa dos acontecimentos e mudanças históricas por que eles passam, sucessos ou fracassos. A língua portuguesa, transplantada à América pelos nossos descobridores e colonizadores, chega ao Brasil no século XVI num momento auspicioso para a humanidade. A vontade e a força indomáveis de heroicos navegadores fazem singrar por mares até então desconhecidos caravelas pouco favorecidas pela ciência náutica da época, mas, impulsionadas por acalentados sonhos de poder e de ambição, revelam novas terras e aproximam povos de variadas línguas e culturas. Nessa empresa têm papel relevante os portugueses, que, na frase feliz de Alexandre Humboldt, duplicaram o mundo até então conhecido. A florescente terra brasileira, depois dos obstáculos a serem vencidos na árdua tarefa de descobrir e fixar-se na nova terra, alargando-lhe os limites e enraizando as bases da nova nação, chega ao século XVIII, independente, ávida por acertar os passos civilizatórios com as nações europeias de mais prestígio na época.

A nova atmosfera cultural impulsiona o falante da língua a criar vocábulos novos, conhecidos pelo nome de neologismos. Os neologismos podem começar por utilizar a prata da casa, alargando a família da palavra com a utilização de prefixos e sufixos: pátria, patriotismo, patriotada, etc. Outros neologismos vêm do contato com outras línguas, caso em que são chamados empréstimos. Uma concepção antiga de língua “pura” via com maus olhos esses empréstimos exóticos, oriundos de outras línguas, fazendo exceção àquele que viesse do latim e do grego. Ocorre que não há língua de cultivo puro, sem o auxílio do patrimônio de outras línguas, com as quais um idioma entra em contato. Os filólogos, gramáticos e escritores de boa formação não entram no rol desses puristas. Mais adiante vamos ver como José de Alencar põe nos devidos termos a boa orientação em face dos estrangeirismos, especialmente os francesismos ou galicismos, isto é, os que nos chegam da França.

Na feliz declaração do nosso historiador Capistrano de Abreu, José de Alencar foi quem melhor teve a intuição da vida colonial brasileira, e é esse romancista que, em 1872, na “Bênção paterna” aos sonhos douro, denuncia o anseio da sociedade dessa fase da vida brasileira:

Notam-se aí, através do gênio brasileiro, umas vezes embebendo-se dele, outras invadindo-o, traços de várias nacionalidades adventícias; é a inglesa, a italiana, a espanhola, a americana, porém especialmente a portuguesa e francesa, que todas flutuam, e a pouco e pouco vão diluindo-se para infundir-se n’alma da pátria adotiva, e forma a nova e grande nacionalidade brasileira.

Vê-se por essa passagem que a língua de nacionalidade brasileira, consubstanciada nos dois séculos anteriores com o enriquecimento da contribuição das línguas indígenas e africanas, passou a receber também a contribuição de outras nações que vieram ajudar os brasileiros a construir a nova sociedade. A contribuição espraiava-se nos vários domínios culturais, desde os degraus da ciência até aquele do dia a dia do cidadão comum. Entre essas novidades ocupavam lugar preeminente os fatos da língua, conhecidos, como já vimos, pelo nome técnico empréstimos. Entre a variada gama das variantes linguísticas (as fonéticas, morfológicas, sintáticas e lexicais), as mais suscetíveis de novas aquisições são as lexicais, porque o vocabulário é a mais larga porta do idioma para contato com o mundo exterior, com os laços culturais com outras nações. José de Alencar está atento a esses contactos linguísticos, e sobre eles assim se expressa no mesmo texto já citado, reclamando dos seus críticos:

Tachar-se estes livros (Lucíola, Diva, A pata da gazela e Sonhos d’ouro) de confeição estrangeira, é, relevem os críticos, não conhecer a fisionomia da sociedade fluminense, que aí está a faceirar-se pelas salas e ruas com atavios parisienses, falando a algemia universal, que é a língua do progresso, jargão eriçado de termos franceses, ingleses, italianos e agora também alemães.

Os termos e locuções de fontes estrangeiras eram trazidos por pessoas que sabiam os idiomas, ou que tinham sobre eles alguma informação de pronúncia e grafia; por isso, se vestiam com as feições originárias. Admitidos na linguagem diária, muitos desses estrangeirismos mais usados podiam ser acomodados à pronúncia e grafia do português, que os recebia; aportuguesavam-se, apesar da crítica de juízes mais exigentes. Alencar, sempre sintonizado com o que ele chamou “língua do progresso”, perpetrou tais nacionalizações e assim se manifestou numa polêmica travada com Joaquim Nabuco, em 1875:

Notou ainda o crítico a palavra grog, de origem inglesa, por mau aportuguesamento em grogue. Podia notar outras como tílburi, piquenique, lanche; ou crochete e champanhe, do francês. Desde que termos estrangeiros são introduzidos em um país pela necessidade e tornam-se indispensáveis nas relações civis, a língua, que os recebe em seu vocabulário, reage, por uma lei natural sobre a composição etimológica, para imprimir-lhe o seu próprio caráter morfológico. A pronúncia e a ortografia alteram-se, em alguns casos profundamente; mas sempre conforme as leis fonéticas, estudadas por Jacob Grimm e seus continuadores. Em português nós já temos de outros tempos, redingote de redingoat; jaqueta de jacket inglês ou jaquette francês; pichelingue e escolteto do flamengo Flessing e schout, dessér, trumó, do francês dessert e trumeau e muitos outros. As línguas estrangeiras também por sua vez corrompem ou antes sujeitam ao seu molde os nossos vocabulários brasileiros. Assim os franceses mudaram goiaba em goiave, caju em acajou, mandioca em manioc; e o mesmo acontece com outros povos acerca de várias palavras americanas. A iniciativa dessa nacionalização filológica do vocábulo exótico há de partir de alguém, mas será o primeiro a dar-lhe o cunho brasileiro; e por que não pode ser este seu escritor?

Todo esse trecho de Alencar antecipa de quase 150 anos as questões de que hoje tratam linguistas, filólogos, gramáticos, escritores e jornalistas. As propostas do escritor cearense pouco diferem das apresentadas agora, embora tenha de haver bom senso no processo de nacionalização, porque muitos desses termos estrangeiros pertencem ao rol daqueles que Sérgio Correia da Costa chamava “palavras sem fronteiras”, que pertencem a terminologias técnicas e que na forma estrangeira correm mundo em todas ou quase todas as línguas; a nacionalização pode segregar o idioma em face do internacional generalizado.

Na história dos estrangeirismos merecem atenção especial as palavras de torna-viagem, isto é, aquelas que depois de passar por uma língua a outra, retornam à primeira sob roupagem exótica da 2ª; aconteceu isso com o português feitiço, que passou para o francês fétiche e depois foi tomado do francês para o português sob a forma fetiche, com o derivado fetichismo.

No tempo de Alencar, com vigência até nossos dias, os empréstimos do francês — os galicismos — eram repelidos com veemência por todos os puristas de plantão, portugueses e brasileiros, gramáticos e escritores. O nosso romancista encontrou a razão da rejeição, mostrando a sem-razão do procedimento, antecipando-se de anos à lição exarada pelos filólogos Adolf Noreen e Michel Bréal, segundo a qual esse repúdio continuava dissensões e desavenças políticas entre povos, com as quais, apesar de justas, os estudos linguísticos nada têm a ver. Assim os filólogos gregos proscreviam as palavras turcas, como os tchecos as alemães, os alemães as francesas e os portugueses as francesas, aqui para vingar a invasão de Portugal pelas tropas de Junot. Leia-se o comentário certeiro de Alencar em defesa dos galicismos que ele emprega em suas obras: “Mas a mania do classicismo, que outro nome não lhe cabe, repele a mínima afinidade entre duas línguas irmãs, saídas da mesma origem. Temos nós a culpa do ódio que semearam em Portugal os exércitos de Napoleão?”

(In: BECHARA, Evanildo. Análise e história da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2022. p. 245-247.)
A palavra em destaque exemplifica o modo verbal que indica a existência ou não existência de um fato como uma coisa incerta, duvidosa ou eventual em:
Alternativas
Q3073329 Português

Lygia Fagundes Telles e uma aula de horror em “Venha ver o pôr do sol”  


No dia 3 de abril de 2022, o Brasil perdeu uma de suas principais vozes literárias. Consagrada por crítica e público, lida tanto nas universidades quanto nas escolas e traduzida para inúmeros idiomas, a paulistana Lygia Fagundes Telles deixa uma obra de imenso valor, composta por coletâneas de contos e romances que figuram em qualquer lista de melhores títulos da literatura brasileira no século 20. 

Marcas reconhecidas dessa produção são a profundidade psicológica de personagens, a dedicação às filigranas da escrita e o teor político subjacente à composição ficcional. Mas outras características de Telles são igualmente importantes, como a expressão do sobrenatural, do mágico e, por que não?, do horror. 


(OSCAR NESTAREZ - Revista Galileu - 14 ABR 2022) - adaptado 

No trecho “composta por coletâneas de contos e romances que figuram em qualquer lista de melhores títulos da literatura brasileira no século 20 [...]”, pode-se afirmar que a forma verbal “figuram”: 
I. Tem uma forma rizotônica. II. Tem uma forma arrizotônica. III. É um verbo regular. IV. Tem como vogal temática a.
Estão CORRETAS apenas as afirmações:  
Alternativas
Q3058132 Português
Texto para o item.


Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista Superinteressante. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


A forma verbal “Imagine” (linha 1) está flexionada na segunda pessoa do singular do imperativo, tempo verbal utilizado como estratégia de interpelação ao leitor do texto. 

Alternativas
Q2677465 Português

Ofertas de Aninha (Aos moços): “Cora Coralina.”



Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou.

Ensinou a amar a vida.

Não desistir da luta.

Recomeçar na derrota.

Renunciar a palavras e pensamentos negativos.

Acreditar nos valores humanos.

Ser otimista.

Creio numa força imanente que vai ligando a família humana numa corrente luminosa de fraternidade universal.

Creio na solidariedade humana.

Creio na superação dos erros e angústias do presente.

Acredito nos moços.

Exalto sua confiança, generosidade e idealismo.

Creio nos milagres da ciência e na descoberta de uma profilaxia futura dos erros e violências do presente.

Aprendi que mais vale lutar do que recolher dinheiro fácil.

Antes acreditar do que duvidar.

Relacione as colunas referentes a tempos verbais e marque a alternativa correta.


Coluna I.

A- Presente do indicativo.

B- Pretérito perfeito do indicativo.

C- Pretérito imperfeito do indicativo.

D- Pretérito mais-que-perfeito do indicativo.

E- Futuro do presente.

F- Futuro do pretérito.


Coluna II.

1- Emprega-se esse tempo para exprimir fatos que foram totalmente concluídos antes do momento da fala.

2- Faz referência a um fato já ocorrido, anterior a outro também passado. Exprime desejos, também.

3- Indica que a ocorrência de um fato depende da ocorrência de outro. Exprime de forma polida, um desejo, ou um pedido. Faz referência a fatos duvidosos, hipotéticos. Esse recurso é muito comum em notícias, quando não se tem certeza da ocorrência do fato.

4- Indica fatos posteriores ao momento da fala, exprime dúvidas, às vezes, substitui formas do imperativo.

5- Emprega-se para fazer referência a fatos que não haviam chegado ao seu final no momento em que outro fato aconteceu. Faz referência a fatos passados de ocorrência continuada, ou habitual.

6- Exprime fatos que ocorrem no mesmo momento em que o emissor os observa, ou faz referência a eles.

Alternativas
Q2674982 Português

Leia a tirinha a seguir e responda as questões de 1 a 4.

No primeiro quadrinho, Mafalda repete alguns verbos comuns ditos na televisão: "Use", "Compre", "Beba", "Coma", "Prove". Inseridos no contexto da tirinha, pode-se dizer que a utilização destes verbos:

Alternativas
Q2673768 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. O modo indicativo indica um fato certo, ou seja, expressa um certeza, apresentando o fato de uma maneira real, como se pode observar em: “Ele canta música sertaneja” ou “Ela come frutas”.

II. Na oração “Toda a cultura de Cachoeirinha era valorizada pelo povo”, o vocábulo “era” é classificado como interjeição, pois antecede um adjetivo.


Marque a alternativa CORRETA:

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Q2666255 Português

Qual foi a primeira rede social?


Direto e reto, cara cajapioense: o vovô do Orkut, do Facebook, do Instagram e do TikTok é o classmates.com, criado em dezembro de 1995.

O site segue no ar até hoje e é uma plataforma para conectar colegas de escola, compartilhar fotos antigas — incluindo anuários com fotos de formandos — e combinar encontros nostálgicos de turma. Mas só funciona para escolas dos Estados Unidos (fica a dica para empreendedores brasileiros).

Apesar de ser tão específico, o serviço tem envelhecido bem, acompanhando os novos tempos e está prestes a lançar seu aplicativo.

Há, contudo, quem defenda que as redes sociais existem muito antes disso, desde a pré-história da internet, quando ela ainda não era acessível a todos os mortais.

Dentre esses ancestrais, está o BBS (1973), um servidor que rodava um software que conectava, por meio de um modem ligado à rede telefônica, pessoas e instituições em fóruns para compartilhamento de arquivos, programas, conversas sobre temas e até mensagens de texto.

Outro dinossauro das redes sociais é o Q-Link (abreviação de Quantum Link), lançado pela Quantum Computer Services em 1985.

Embora também fosse restrito — só rodava em computadores Commodore 64 e 128, nos EUA e no Canadá —, ele estava mais para um portal de conteúdo, oferecendo notícias, jogos e, claro, ambientes de interação, como salas de bate-papo e fóruns para compartilhamento de arquivos.

Tanto parecia um portal que, em 1989, o Q-Link ampliou o acesso a todos os computadores pessoais e mudou de nome para dar origem ao America Online, ou AOL — conhece, cara cajapioense?


Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/colunas/pergunta-pro-jokura/2022/05/30/qual-foi-a-primeira-rede-social.htm (adaptado)

“O site segue no ar até hoje...” Se colocássemos o verbo seguir no imperativo afirmativo, realizando as alterações necessárias, teríamos como nova redação:

Alternativas
Q2666252 Português

Qual foi a primeira rede social?


Direto e reto, cara cajapioense: o vovô do Orkut, do Facebook, do Instagram e do TikTok é o classmates.com, criado em dezembro de 1995.

O site segue no ar até hoje e é uma plataforma para conectar colegas de escola, compartilhar fotos antigas — incluindo anuários com fotos de formandos — e combinar encontros nostálgicos de turma. Mas só funciona para escolas dos Estados Unidos (fica a dica para empreendedores brasileiros).

Apesar de ser tão específico, o serviço tem envelhecido bem, acompanhando os novos tempos e está prestes a lançar seu aplicativo.

Há, contudo, quem defenda que as redes sociais existem muito antes disso, desde a pré-história da internet, quando ela ainda não era acessível a todos os mortais.

Dentre esses ancestrais, está o BBS (1973), um servidor que rodava um software que conectava, por meio de um modem ligado à rede telefônica, pessoas e instituições em fóruns para compartilhamento de arquivos, programas, conversas sobre temas e até mensagens de texto.

Outro dinossauro das redes sociais é o Q-Link (abreviação de Quantum Link), lançado pela Quantum Computer Services em 1985.

Embora também fosse restrito — só rodava em computadores Commodore 64 e 128, nos EUA e no Canadá —, ele estava mais para um portal de conteúdo, oferecendo notícias, jogos e, claro, ambientes de interação, como salas de bate-papo e fóruns para compartilhamento de arquivos.

Tanto parecia um portal que, em 1989, o Q-Link ampliou o acesso a todos os computadores pessoais e mudou de nome para dar origem ao America Online, ou AOL — conhece, cara cajapioense?


Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/colunas/pergunta-pro-jokura/2022/05/30/qual-foi-a-primeira-rede-social.htm (adaptado)

No trecho “O site segue no ar até hoje...”, a forma verbal destacada tem como característica:

Alternativas
Q2665458 Português

Analise a tirinha abaixo para responder à questão 9.


Imagem associada para resolução da questão


Considerando os verbos destacados nos quadrinhos, assinale a alternativa que apresenta o verbo conjugado no pretérito perfeito do indicativo.

Alternativas
Q2398902 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.


Frio aumenta casos de infarto, alerta cardiologista


Depois de muitos estranharem os dias tão quentes já no outono, parece que o clima resolveu mudar de vez e uma onda intensa de frio atingiu várias partes do país. Com temperaturas de apenas um dígito e sensação térmica ainda menor, o tempo gelado costuma exigir mais precauções com a saúde.

Além dos cuidados com as doenças respiratórias, outro alerta tem chamado atenção: a maior incidência de infartos durante o frio - doença que lidera a causa de óbitos entre os brasileiros. Logo, não há tempo a perder. É fundamental entender como os poucos graus afetam a saúde do coração e aprender a se prevenir desses eventos.

"A condição se dá porque as temperaturas mais baixas exigem que o organismo regule sua atividade metabólica para produzir mais calor, aumentando a atividade corpórea, enquanto o frio força o espasmo das artérias coronárias, que se contraem. Com maior esforço, o coração pode sofrer com arritmias, passar por uma insuficiência cardíaca e até apresentar um infarto", alerta a cardiologista Priscilla Gianotto Tosello.

Embora todas as pessoas devam fazer check-ups anualmente para observar como anda a saúde do coração e manter hábitos saudáveis e preventivos, a atenção precisa ser redobrada com quem já integra o grupo de risco, visto que são pacientes predispostos a sofrer eventos cardiológicos, ou seja, com maior chance.

"Quem é tabagista, hipertenso, diabético, sedentário, está com sobrepeso ou obesidade, ou apresenta doenças cardíacas deve ficar mais atento a sinais de cansaço, dores e formigamento nos braços, dores no peito, tonturas, náuseas, suor intenso e mal-estar. A qualquer sintoma, é essencial buscar ajuda médica", explica a especialista.

Pensando na importância de cultivar os hábitos certos durante as baixas temperaturas, Priscilla elencou algumas dicas importantes, que devem ser colocadas em prática nos dias gelados para preservar a saúde.


(Disponível em: Frio aumenta casos de infarto, alerta cardiologista (msn.com). Adaptado.)

'Embora todas as pessoas devam fazer check-ups anualmente para observar como anda a saúde do coração.'


O verbo 'devam' encontra-se conjugado no:

Alternativas
Q2393348 Português

Analise a tirinha abaixo para responder à questão.





Considerando os verbos destacados nos quadrinhos, assinale a alternativa que apresenta o verbo conjugado no pretérito imperfeito do indicativo.
Alternativas
Q2393343 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.



Na escola



       Democrata é Dona Amarílis, professora na escola pública de uma rua que não vou contar, e mesmo o nome de Dona Amarílis é inventado, mas o caso aconteceu.
       
        Ela se virou para os alunos, no começo da aula, e falou assim:

        – Hoje eu preciso que vocês resolvam uma coisa muito importante. […] Será uma espécie de plebiscito. Cada um dá sua opinião, a gente soma as opiniões e a maioria é que decide. […] Então, vamos ao assunto. Surgiu um movimento para as professoras poderem usar calça comprida nas escolas. O governo disse que deixa, a diretora também, mas no meu caso eu não quero decidir por mim. O que se faz na sala de aula deve ser de acordo com os alunos. Para todos ficarem satisfeitos e um não dizer que não gostou. Assim não tem problema. Bem, vou começar pelo Renato Carlos. Renato Carlos, você acha que sua professora deve ou não deve usar calça comprida na escola? 

        – Acho que não deve – respondeu, baixando os olhos. […] Porque minissaia é muito mais bacana.

       – Perfeito. Um voto contra. Marilena, me faz um favor, anote aí no seu caderno os votos contra. E você, Leonardo, por obséquio, anote os votos a favor, se houver. Agora quem vai responder é Inesita.

         – Claro que deve, professora. Lá fora a senhora usa, por que vai deixar de usar aqui dentro?

         […]

         – Um a favor. E você, Aparecida?

         – Eu, se fosse a senhora, não usava. […] O quadril, sabe? Fica meio saliente …

         – Obrigada, Aparecida. Você anotou, Marilena? Agora você, Edmundo.

       – Eu acho que Aparecida não tem razão, professora. A senhora deve ficar muito bacana de calça comprida. O seu quadril é certinho.

         – Meu quadril não está em votação, Edmundo. A calça sim. Você é contra ou a favor da calça?

         – A favor 100%.

         – Você, Peter?

         – Pra mim tanto faz.

         – Não tem preferência?

         – Sei lá. Negócio de mulher eu não me meto, professora.

       – Uma abstenção. Mônica, você fica encarregada de tomar nota dos votos iguais ao de Peter: nem contra nem a favor.

         Assim iam todos, votando, como se escolhessem o Presidente da República. […] A vez de Rinalda:

        – Ah, cada um na sua.

        – Na sua, como?

        – Eu na minha, a senhora na sua, cada um na dele, entende?

        – Explique melhor.

        – Negócio seguinte. Se a senhora quer vir de pantalona, venha. Eu quero vir de midi, de máxi, de short, venho. Uniforme é papo furado.

        – Você foi além da pergunta, Rinalda. Então é a favor?

        – Evidente. Cada um curtindo à vontade.

       – Legal! – exclamou Jorgito. – Uniforme está superado, professora. A senhora vem de calça comprida, e a gente aparecemos de qualquer jeito.

       – Não pode – refutou Gilberto. – Vira bagunça. Lá em casa ninguém anda de pijama ou de camisa aberta na sala. A gente tem de respeitar o uniforme.

       Respeita, não respeita, a discussão esquentou, Dona Amarílis pedia ordem, ordem, assim não é possível, mas os grupos se haviam extremado, falavam todos ao mesmo tempo, ninguém se fazia ouvir, pelo que, com quatro votos a favor de calça comprida, dois contra, e um tanto-faz, e antes que fosse decretada por maioria absoluta a abolição do uniforme escolar, a professora achou prudente declarar encerrado o plebiscito, e passou à lição de História do Brasil.




(Carlos Drummond de Andrade. Para Gostar de Ler. V. 2. pp. 55-57. Adaptado). 
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta uma correção possível no texto.
Alternativas
Q2372600 Português
Ainda com base no fragmento “[...] BENTINHO FICOU COM CIÚMES PQ ELE QUERIA PEGAR O ESCOBAR”, encontrado no texto “A”, assinale a alternativa em que o verbo em destaque apresenta significado equivalente ao do termo sublinhado no fragmento.
Alternativas
Q2372599 Português
Com base no texto “A”, na passagem “observe: BENTINHO FICOU COM CIÚMES PQ ELE QUERIA PEGAR O ESCOBAR”, em se tratando dos tipos textuais presentes em tal passagem, pode-se afirmar que: 
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Q2372517 Português
          Meu caro,

        Não pense que me esqueci das minhas obrigações, muito me aflige estar em dívida com você. Fiquei de lhe entregar os originais até o fim de 2015, e lá se vão três anos. Como deve ser do seu conhecimento, passei ultimamente por diversas atribulações: separação, mudança, seguro-fiança para o novo apartamento, despesas com advogados, prostatite aguda, o diabo. Não bastassem os perrengues pessoais, ficou difícil me dedicar a devaneios literários sem ser afetado pelos acontecimentos recentes no nosso país. Já gastei o adiantado que você generosamente me concedeu, e ainda me falta paz de espírito para alinhavar os escritos em que tenho trabalhado sem trégua. Sei que é impróprio incomodá-lo num momento em que a crise econômica parece não ter arrefecido conforme se esperava. Estou ciente das severas condições do mercado editorial, mas se o amigo puder me adiantar mais uma parcela dos meus royalties, tratarei de me isolar por uns meses nas montanhas, a fim de o regalar com um romance que haverá de lhe dar grandes alegrias.

     Um forte abraço.



(Adaptado de: BUARQUE, Chico. Essa gente. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, edição digital)
A respeito da forma verbal empregada, o texto legitima o seguinte comentário:
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Q2372510 Português
          Você talvez conheça o baiacu, ou os sabores desse peixe. Eu conheço outro: o Baiacu de Ouro, um prêmio literário que recebi em Manaus há uns vinte anos.

           Um dia alguém me telefonou e deu a notícia. Agradeci com duas palavras e disse que eu não ia fazer discurso na solenidade de entrega. Minha surpresa maior foi o envelope balofo que recebi junto com o Baiacu. Não era um cheque, era dinheiro mesmo. Mas como a inflação também era balofa, meu ânimo arrefeceu.

         Tive que ouvir um discurso, felizmente breve, e mesmo brevíssimo, sem firulas e salamaleques. Depois, quatro músicos interpretaram o “Quarteto No 1”, de Villa-Lobos. Eram músicos búlgaros, louros de rostos rosados, e todos usavam traje a rigor na noite abafada. O envelope gordo não entrava no meu bolso, tive que segurá-lo enquanto ouvia o primeiro movimento do Quarteto do grande compositor. Depois do “Canto lírico” me entreguei a um devaneio: não fosse a queda do Muro de Berlim, esses virtuosos das cordas não estariam interpretando com esmero “Melancolia” diante de um escritor emocionado, que apalpava um envelope obeso. Esses músicos são a maior contribuição da queda do Muro para o Amazonas, pensei, prestando atenção à harmonia, vendo mãos búlgaras movimentar arcos e beliscar cordas, o suor escorrendo de queixos e orelhas dos Bálcãs até gotejar no assoalho de uma cidade amazônica.

          Aplaudi de pé, o coração disparado.

     Quando saí da sala, abri o envelope, contei as cédulas de cruzados: dava para alimentar meu gato por três meses e ainda levá-lo a um bom veterinário.



(Adaptado de: HATOUM, Milton. Sete crônicas. Belo Horizonte: Páginas Editora, 2020, edição digital) 
não fosse a queda do Muro de Berlim, esses virtuosos das cordas não estariam interpretando com esmero “Melancolia”
Mantendo a correção e as relações de sentido, o trecho sublinhado pode ser corretamente substituído por: 
Alternativas
Q2255201 Português

Farsantes no cemitério


  Ele era um poeta desesperado; eu era um romancista frustrado. Ele chegara a um impasse em sua existência poética, e doutrinava que um rugido exprimia mais do que todas as palavras existentes. Agindo em consequência, preferia rugir a falar. [...] Eu vivia fuçando a existência alheia em toda parte, e interrogava incessantemente meu coração à procura de um tema, uma linguagem, uma verdade que valorizasse a aventura literária. Enfurecido pela lentidão da aventura interior, em três palavras ditas dedicava uma a difamar a vida. Quanto ao meu companheiro, embora dominasse plenamente a sua linguagem e já tivesse escrito belos poemas, perdera a fé na poesia. [...]

(OLIVEIRA, José Carlos. A Revolução das Bonecas. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967. P. 21.)

Identifica-se corretamente o tempo e o modo do verbo destacado em:
Alternativas
Q2238318 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.



Sobre os verbos “doar” e “fazer”, em “Doe seu agasalho e faça o inverno de alguém melhor”, é possível afirmar que
Alternativas
Q2212652 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Em 1944, o poeta recifense Solano Trindade publicava “Poemas d’uma vida simples”, seu segundo livro, impregnado pela crítica social característica de sua obra. A publicação teve boa repercussão, mas não agradou todo mundo: Trindade foi perseguido e preso pela ditadura do Estado Novo e o livro, apreendido.

         A prisão teria sido motivada por “Tem Gente com Fome”, que se tornou um de seus poemas mais conhecidos. O texto poderia ser de 2022, ano em que 33 milhões passam fome e 125 milhões convivem com algum grau de insegurança alimentar no Brasil.

(Juliana Domingos de Lima. www.uol.com.br/ecoa, 23.07.2022. Adaptado) 
No segundo parágrafo do texto, a locução “teria sido motivada” está conjugada no
Alternativas
Respostas
1221: D
1222: D
1223: D
1224: E
1225: D
1226: B
1227: B
1228: B
1229: D
1230: A
1231: C
1232: D
1233: C
1234: B
1235: C
1236: B
1237: E
1238: D
1239: A
1240: D