Questões de Concurso
Sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português
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Em narrativas que descrevem cenários ou hábitos passados, o uso do pretérito imperfeito do indicativo é apropriado para expressar a continuidade ou regularidade das ações, como em "Ele caminhava pela praia todas as manhãs".
(Fonte: https://chc.org.br/artigo/marte-aqui-vamos-nos/)
Quais são os modos verbais dos verbos em destaque no trecho acima, na ordem em que aparecem?
— Não é uma gracinha?
Eu tinha vontade de morder a tal senhora.
Em relação ao verso em destaque, observe os vários aspectos linguísticos a fim de responder a esta questão, pondo V, para o que for verdadeiro e F, para o que for falso.
( ) As formas verbais empregadas se encontram de acordo com as normas gramaticais vigentes.
( ) A coerência e a coesão foram feitas de maneira correta.
( ) Caso a forma verbal seria fosse trocada pelo futuro do presente, precisássemos não sofreria alteração.
( ) Que, no período, está funcionando como um pronome indefinido e não como pronome relativo.
A alternativa sem erro se encontra em
Para responder a questão, leia o Texto III.
Texto III

Fonte: Quino. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
A partir do Texto III, analise as afirmações abaixo:
I- A temática deste quadrinho se relaciona aos sentimentos que silenciamos.
II- A personagem chama a atenção para o que podemos falar.
III- O balão com tipos de contornos diferentes indicando sussurro e depois integralidade do tom de voz se relaciona diretamente com o sentido do quadrinho sobre os sentimentos silenciados.
IV- Na fala da personagem, a forma verbal sentimos é a conjugação do verbo sentir no tempo passado do modo indicativo.
V- Ainda na fala presente, a forma verbal vão é a conjugação do verbo ver no futuro simples do modo indicativo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

“E também há casos que envolvem sacrifícios”.
As cidades modernas enfrentam o imperativo de adotar práticas e políticas.
I- Na frase “Talvez eu ganhe um presente”, o verbo “ganhar” está conjugado no presente do subjuntivo e na primeira pessoa do singular.
II- Na frase “Fazíamos longas caminhadas pelas trilhas da montanha todos os fins de semana”, o verbo “fazer” está conjugado no pretérito imperfeito do indicativo e na primeira pessoa do plural.
III- Na frase “Partiste meu coração”, o verbo “partir” está conjugado no pretérito perfeito do indicativo e na segunda pessoa do plural.
IV- Na frase “Dividíamos sempre o trabalho de casa para terminar mais rápido”, o verbo “dividir” está conjugado no pretérito mais-que-perfeito do indicativo e na primeira pessoa do plural.
Leia o texto a seguir:
'Ler é mais importante que estudar', Ziraldo repetia como um
bordão eterno
Obras como 'O Menino Maluquinho' do cartunista, morto aos 91 anos neste sábado, integram o inventário simbólico do Brasil
Ziraldo sempre disse que escrever e desenhar um livro são como gerar e criar um filho. Depois da morte, aos 91 anos, do poeta, designer de primeira, também cartunista, jornalista e cronista que ele foi, sua obra, mais do que nunca, pertence a todos os brasileiros, integra o inventário simbólico do país.
O autor do personagem Menino Maluquinho inventou um padrão visual e um estilo de escrever para o público infantil — nisso reside a principal contribuição para a formação da criança que tinha entre cinco e 12 anos entre 1966 a 1980.
O artista mineiro vivia recluso desde 2018, por causa da saúde debilitada. A causa da morte foi uma falência múltipla dos órgãos, segundo sua filha, Daniela Thomas.
Onde atuou, o Ziraldo deixou marca própria e original. O Pasquim é considerado o principal jornal crítico da contemporaneidade. Ziraldo foi preso político pelo conjunto de edições e produção no semanário, publicado durante a ditadura militar no Brasil, de 1964 a 1985. Entre os intelectuais que o criaram se destacam Paulo Francis, Millôr Fernandes, Jaguar, Luís Carlos Maciel. Nesse momento, o texto vale tanto quanto o cartum, que fala mais alto em tempos de vozes silenciadas, exílios e prisões.
A partir de "A Turma do Pererê", de 1961, e em forma de histórias em quadrinhos, Ziraldo deu início à revisão da literatura infantojuvenil que se produzia na nação. Leitor de Monteiro Lobato, mas fã mesmo de Machado de Assis, o autor cumpriu a fase da releitura dos mitos difundidos às crianças.
Com isso, pôs em xeque o imaginário brasileiro durante pelo menos 50 anos, já que o gibi se transformou em coleções de livros adquiridos pelo governo para escolas públicas. A lenda sincrética do Saci convive com a figura da onça e do indígena brasileiro e com a tartaruga das fábulas herdada do Oriente.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2024/04/ler-e-mais-importanteque-estudar-ziraldo-repetia-como-um-bordao.shtml?utm_source=facebook&utm_ medium=social&utm_campaign=fbfolha. Excerto. Acesso em 06 abr. 2024.
