Questões de Concurso Sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português

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Q3143877 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão abaixo:


“Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho… o de mais nada fazer.”
(Clarice Lispector)

Disponível em: (https://www.revide.com.br/blog/renata-caronesborgia/clarce-lispector-dia-101211-dia-c-trecho/)
No trecho "melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram", o verbo "será", indica:
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Q3142528 Português

Analisar a tirinha abaixo, de Quino.



Imagem associada para resolução da questão



Na fala da personagem Mafalda, os verbos entre aspas estão em que modo?

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Q3136621 Português
13º salário surgiu de greve geral após vitória do Brasil na Copa de 1962


Em 1962, o Brasil conquistou o bicampeonato na Copa do Mundo. Mas pouca gente conhece a história de uma outra conquista daquele ano: a do 13º salário, benefício garantido em lei sancionada pelo presidente João Goulart em 13 de julho de 1962.

"O 13º salário é um caso de reivindicação surgida no chão da fábrica, legitimada nas relações costumeiras entre patrões e empregados em algumas firmas, transformada em lei às custas de greves, demissões, abaixo assinados, prisões e cuja memória é depois ofuscada pelo brilho da lei que supõe-se, como toda lei, ter sido iniciativa de algum presidente, deputado ou senador", escreve o historiador Murilo Leal Pereira Neto.

Tudo aconteceu sob protestos dos empresários e do mercado financeiro da época, conforme registrou o jornal O Globo que, no dia 26 de abril de 1962, estampou na sua manchete: "Considerado desastroso para o País um 13º mês de salário".

O desastre não veio e hoje milhões são beneficiados com o rendimento adicional, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

A gratificação de Natal é uma tradição originada em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham o costume de presentear seus funcionários com cestas de alimentos na época das festas de fim de ano.

Essa doação, antes voluntária, tornou-se obrigatória na Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional passou a prever um mês adicional de salário para os empregados das fábricas.

Em 1946, o benefício seria estendido às demais categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado através de decreto presidencial em 1960.

No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas pelo abono de Natal são de 1921, na Companhia Paulista de Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do setor têxtil.

Sob inspiração da Carta del Lavoro de 1927 da Itália fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas ela não constava o 13º salário.

Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus Pirelli, levando a uma greve geral no ano seguinte em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.

"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de 1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano era a principal reivindicação na sua maioria, envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana, trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua tese de doutorado.

Após tantas lutas e greves pelo país ao longo dos anos, a Constituição de 1988 garantiu o 13º salário a todos os trabalhadores urbanos e rurais, direito formalmente estendido aos servidores públicos por meio da Emenda Constitucional 19 naquele mesmo ano.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro.adaptado.
Em 1946, o benefício 'seria' estendido às demais categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado através de decreto presidencial em 1960.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no: 
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Q3135853 Português
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa


Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a comunicação entre meteorologistas e o público. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirma que dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicação e alertas para a população. Ela também facilita a comunicação marítima sobre tempestades.


A prática de nomear ciclones tropicais começou anos atrás para ajudar na rápida identificação de tempestades em mensagens de alerta porque nomes são muito mais fáceis de lembrar do que números e termos técnicos. Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o interesse em alertas e aumenta a preparação da comunidade.


Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.


Regiões diferentes adotam padrões diferentes.


Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de pessoas são usadas. Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano Índico, a maioria dos nomes usados não é de pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebe nomes de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou adjetivos.


Para a região do Caribe e da América do Norte, a Organização Meteorológica Mundial possui seis listas diferentes de nomes, que vão de A a Z.


Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que começa com a letra "A". O segundo foi chamado de Beryl, o seguinte, Chris. E assim por diante. Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais perigosos até agora foram o Helene — que provocou 255 mortes há duas semanas — e o Milton.


As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses mesmos nomes já foram usados há seis anos, em 2019. Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde então, há tanto nomes masculinos como femininos.


Furacões e ciclones possuem temporadas fixas, épocas quando eles costumam acontecer.


No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de primeiro de junho a trinta de novembro, período em que os nomes da lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada vai de quinze de maio a trinta de novembro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo.adaptado.


Furacões e ciclones 'possuem' temporadas fixas, épocas quando eles 'costumam' acontecer.
Conjugando os verbos destacados no pretérito imperfeito do indicativo, tem-se:
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Ano: 2024 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Nova Mutum - MT Provas: SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Agente Administrativo | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico e Ukulelê | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Biblioteca | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Consultório Odontológico | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Sala | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Artesanato | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Contação de História e Teatro | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Crochê | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Desenho e Grafite | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Dança - Axé | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Dança - Ballet e Jazz | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Flauta Doce e Transversal | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Musicalização | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Percussão | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Teclado, Piano e Viola Caipira | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico/Contrabaixo/Guitarra | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora do Programa Gente Miúda | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Monitora de Creche | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Técnica de Enfermagem | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Técnica de Laboratório | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Visitadora Social | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Dança - Gauchescas | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Dança - Mato Grossensses | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Inclusão Digital | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Informática | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Esportes – Jiu-Jitsu | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Esportes – Judô | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Esportes – Taekwondo | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Canto e Coral |
Q3135836 Português

Leia o texto a seguir:


Cientistas encontram fóssil de rinoceronte de 32 mil anos intacto


Baixas temperaturas teriam conservado a pele e os pelos do

animal; espécie foi encontrada em região da Sibéria


Um grupo de pesquisadores desenterrou um fóssil de uma espécie pré-histórica de rinoceronte na região russa da Sibéria. O corpo do rinoceronte-lanoso (Coelodonta antiquitatis), segundo as análises, data de aproximadamente 32 mil anos atrás, no entanto, as baixas temperaturas podem ter ajudado a preservar o animal praticamente intacto por todos esses anos. 


O animal, apelidado de “rinoceronte de Abyisky”, teria vivido de quatro a cinco anos, um jovem-adulto para a espécie. Ele foi encontrado em uma região de permafrost, onde o solo permanece congelado durante todo o ano, em 2020, mas as novas descobertas só foram divulgadas recentemente em artigo publicado na revista científica Doklady Earth Sciences.


Outros exemplares de rinocerontes-lanosos já haviam sido identificados na Sibéria, mas nunca tão bem preservados. O fóssil permaneceu tão intacto que até parte da pele e dos pelos do animal podem ser observados. "Esta é uma descoberta verdadeiramente única que nos permitirá estudar mais profundamente a história da região, sua fauna antiga, clima e condições geológicas”, destacou Anatoly Nikolaev, reitora da Universidade Federal do Nordeste (NEFU), universidade russa para onde o exemplar foi doado.


O rinoceronte-lanoso foi um animal herbívoro que surgiu por volta de 3,6 milhões de anos atrás habitou a região até por volta de 11.700 anos atrás. A extinção do animal teria acontecido por conta do aumento da temperatura terrestre.


Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2024/10/6956310-cientistas-encontram-fossil-de-rinoceronte-de-32-mil-anos-intacto.html. Acesso em 15 out. 2024.

“Um grupo de pesquisadores desenterrou um fóssil de uma espécie pré-histórica de rinoceronte na região russa da Sibéria” (1º parágrafo). Nesse trecho, o verbo está flexionado no:
Alternativas
Q3135530 Português
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em:/https://br.pinterest.com/pin/424886546114549185/ 
O texto apresenta uma receita de bebida. Para o preparo, são passadas instruções.  
As formas nominais dos verbos presentes nas instruções estão no modo: 
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Q3134924 Português
Brasileiros que vivem em trailers na Inglaterra

Em um estacionamento a céu aberto com cerca de trinta trailers em Bristol, na Inglaterra, a brasileira Célia Costa, 45 anos, abre a porta da sua caravana e mostra os pontos positivos e negativos de ter o veículo como moradia permanente.

"Agora não pago mais aluguel, e sobra mais dinheiro. Mas aqui fica muito frio no inverno, vou ter que colocar carpete. E também não dá para tomar banho."

O espaço é apertado e roupas, sapatos e várias sacolas com objetos diversos ficam expostos no local onde é a sala, quarto e também a cozinha.

A comunidade é organizada e tem regras para manter a limpeza e a segurança, o que, segundo Célia, a deixa tranquila por ser uma mulher que mora sozinha.

Morar e trabalhar na Inglaterra, imaginava ela, daria oportunidades financeiras e de qualidade de vida que não poderia ter no Brasil. "Achei que, em questão de meses, estaria rica", lembra.

Na época, sua filha, casada com um britânico, trouxe Célia e outros familiares para morarem com ela. O parentesco permitiu que Célia conseguisse os documentos necessários para se tornar uma imigrante legal.

Olhando para trás, Célia diz que veio para o Reino Unido com uma "ilusão".

"Não existe esse negócio de ir para outro país e enriquecer, é uma ilusão. Existem dificuldades assim como no Brasil."

"A diferença da moeda é o que atrai as pessoas. São sete vezes mais o valor do real. Aqui, convertendo para o real, eu consigo ganhar R$10.000, o mesmo que o salário da minha patroa no Brasil. Mas a gente tem que ver que eu também gasto em libras, não é?"

Desde que chegou no país, sem dominar a língua inglesa, Célia fez dois tipos de trabalhos informais para ter a renda necessária para suas despesas básicas: entrega de alimentos e serviços de limpeza em casas e estabelecimentos. Depois de sair da casa da filha, procurando um lugar para morar, ela se deparou com o preço alto dos aluguéis na cidade, algo que afeta não só Bristol, mas todo o Reino Unido.

Nos primeiros anos, morou em casas e apartamentos que dividia com outras pessoas. Mas os ganhos com entregas e faxina não acompanhavam a velocidade com a qual os preços subiam no país.

O Reino Unido enfrenta os desdobramentos de uma crise econômica que teve o auge em 2022, quando a inflação chegou aos dois dígitos, e em 2023, quando o país ficou oficialmente em recessão.

A maior parte da população foi impactada com altas nos preços dos alimentos, de energia e, em especial, dos aluguéis.

Bristol, sobretudo, sentiu o impacto. Em fevereiro deste ano, o aluguel na cidade foi considerado o segundo mais caro do país, atrás apenas de Londres.

Eu trabalhava, praticamente, para comer e pagar aluguel. E também tenho dívida no Brasil. Não conseguia arcar com tudo."

"O que eu fiz? Eu abandonei o aluguel, comprei um trailer e fui morar nele, assim como muitos brasileiros aqui".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8l5enr0lno.adaptado.
Não 'existe' esse negócio de ir para outro país e enriquecer, 'é' uma ilusão.
Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
Alternativas
Q3133991 Português
Na frase O professor disse que corrigiria as provas no fim de semana, o verbo corrigiria está conjugado em qual tempo do modo indicativo?  
Alternativas
Q3133686 Português




(Autor: Pietro Soldi) 

Analise o uso dos verbos nos três primeiros quadros da tirinha: Desligue, Guarde e Esqueça. Esses verbos estão conjugados no modo: 
Alternativas
Q3133422 Português


(Autor: Pietro Soldi) 
Acerca da classe verbal, analise as assertivas abaixo:

I. Na frase A casa onde seu pai nasceu, o verbo nasceu é intransitivo.
II. O verbo empregou está conjugado no pretérito perfeito do indicativo.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3132496 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que mais brasileiros estão pedindo ajuda para retornar ao Brasil

Como muitos brasileiros, o maranhense Silas Silva Mello, de 32 anos, decidiu se mudar para Portugal em abril de 2022.

Formado em Marketing, ele planejava se estabelecer na Europa para enviar dinheiro ao Brasil, apostando na valorização do euro. Seu objetivo era ajudar suas duas irmãs e pagar as prestações de um apartamento na planta que havia comprado em São Paulo.

No entanto, após alguns meses, ele deixou Portugal e voltou ao Brasil endividado.

"Meu sonho virou um pesadelo. Logo me deparei com a falta de moradia, aluguéis exorbitantes, e pediam 3 mil euros [hoje mais de R$ 18 mil] de caução que eu não tinha. Ainda desligavam o telefone quando percebiam que eu era brasileiro", diz Silas.

Ele conta que morou em um albergue por um tempo. "Depois, consegui vaga em um quarto por indicação de amigos, mas eu já estava quase sem recursos financeiros", lembra.

Em Portugal, Silas trabalhou como supervisor em uma loja na cidade de Portimão, na região do Algarve, no sul do país.

Sem visto de trabalho, ele enfrentava uma jornada exaustiva, sem folgas nos finais de semana, e o salário de 850 euros (hoje cerca de R$ 5,2 mil) não era suficiente para se manter no país e honrar os pagamentos no Brasil. "Eu estava desesperado, já me alimentava de sopa no centro de acolhimento e tinha contas a pagar no Brasil."

Silas deixou Portugal oito meses depois, em dezembro do mesmo ano, e hoje trabalha como fotógrafo em São Paulo. "O que vivi lá eu não desejo a ninguém. Não guardo mágoas, mas meu sonho foi frustrado. Não quero voltar a morar na Europa".

O retorno de Silas ao Brasil foi realizado com ajuda do programa Retorno Voluntário, dirigido a imigrantes que desejam voltar ao seu país de origem, independentemente da situação em que se encontram no exterior: regulares ou não.

Programas similares de retorno voluntário de migrantes estão disponíveis em outros países. Em alguns deles, como Bélgica, Espanha e Irlanda, os governos têm parceria com a OIM, a Agência da ONU para as Migrações, que custeia passagens aéreas e emissão de documentos, oferece recursos financeiros para reintegração no país de origem, além de dar assistência psicossocial para as famílias.

As histórias de Silas e outros migrantes são exemplos de uma situação crescente entre brasileiros vivendo na Europa: a busca por ajuda para retornar ao país quando o sonho da imigração é frustrado.

Em 2023, a Agência da ONU para as Migrações apoiou o retorno de quase dois mil brasileiros em trinta e quatro países. Esse número é mais que o triplo do total de brasileiros auxiliados pelo programa em 2016.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3gvqpvxq6eo.adaptado.
Não "quero" voltar a morar na Europa. Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
Alternativas
Q3132234 Português
Por Que é Preciso Capacitar Médicos Analógicos no Uso das Tecnologias Digitais


Quando comecei a atuar como oftalmologista, os pacientes iam ao meu consultório para trocar de óculos. Hoje, me procuram para se livrar deles fazendo, por exemplo, a cirurgia refrativa, popularmente conhecida como cirurgia de miopia. O eletrocardiograma é um exame corriqueiro para a avaliação da função cardíaca. Mas, há cerca de quatro décadas, os especialistas do coração produziam seu diagnóstico sem o auxílio dessa ferramenta. Ela, então, não existia. Ambos os casos ilustram como a medicina sempre andou de mãos dadas com os avanços da ciência. É essa simbiose que faz surgir tratamentos inovadores, traz a cura de doenças e permite que a gente viva mais e com mais saúde.

A medicina é um dos ramos da ciência cada vez mais permeados pelas novidades tecnológicas. Tal característica, ao mesmo tempo em que pode acelerar a solução de um problema que parecia insolúvel, é vista muitas vezes com desconfiança e até descrédito, o que, de certa forma, é natural. Tudo aquilo que desafia a norma estabelecida, o procedimento conhecido, tende a ser recebido em um primeiro momento com ressalvas. Quando o uso do estetoscópio para auscultar os sons internos do corpo se popularizou definitivamente, nos anos 1960, ouviu-se muito que os médicos estavam perdendo a capacidade de fazer diagnósticos, ao trocar sua sensibilidade treinada pela intermediação de um aparelho.

Reação semelhante vejo acontecer agora diante da opção pelas consultas remotas, a chamada telemedicina. De um lado, há pacientes duvidando que o médico consiga realizar um atendimento efetivo tendo contato somente por meio de uma videochamada. De outro, representantes da classe médica mostram temor de que esse tipo de recurso possa limitar a atuação dos profissionais de saúde. Na minha opinião, nem uma coisa nem outra.

A telemedicina pode, ao contrário, dar uma grande contribuição ao ecossistema de saúde — em especial aos sobrecarregados serviços de saúde pública — se empregada de forma a aproveitar uma das suas principais virtudes: fazer a triagem inicial de pacientes. Pela consulta de vídeo o médico tem condições de avaliar sintomas como febre, dores, erupções cutâneas ou problemas respiratórios, prescrever tratamento nos casos mais simples, ou então fazer o encaminhamento para um especialista ou recomendar atendimento presencial. Esse filtro inicial ajuda a otimizar recursos, evitando visitas desnecessárias as unidades de saúde, priorizando as situações mais urgentes.

Em um país de dimensões continentais como o Brasil, a telemedicina é uma maneira de levar atendimento à população de regiões remotas. Durante a pandemia e, mais recentemente, nas enchentes que atingiram o sul do país, entre abril e maio, a ferramenta mostrou como pode ser útil dando acesso às consultas, permitindo o monitoramento de pacientes e, no caso da Covid-19, mitigando o risco de contágio de pacientes e médicos.

Citei o caso da telemedicina, mas posso falar da aplicação cada vez maior da Inteligência Artificial (IA) nos vários campos da medicina: pesquisa, diagnóstico e tratamento. Trata-se de uma ferramenta formidável, um sistema que pensa mais rápido e é capaz de processar mais dados do que o nosso cérebro consegue fazer. A IA é empregada com sucesso, por exemplo, na interpretação de imagens como ressonâncias e tomografias, na robótica cirúrgica garantindo procedimentos mais preciso e menos invasivo, fazendo a análise de dados clínicos e sintomas relatados pelo paciente, auxiliando o médico na tomada de decisão em casos complexos.

O impacto das novas tecnologias para a medicina é profundo e positivo. Um grande desafio, ao meu ver, está na capacitação dos profissionais de saúde, de maneira que entendem e sejam capazes de utilizar as ferramentas digitais em sua plenitude. À geração de médicos mais jovens, que foi alfabetizada digitalmente, isso não é um problema. Refiro-me aqueles acostumados as práticas e rotinas tradicionais. É preciso treiná-los para a nova realidade. Não podemos abrir da sua experiência e conhecimento. Afinal, mesmo a melhor tecnologia não substitui o olho clínico.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/09/claudio-lottenberg-e-precisocapacitar-medicos-analogicos-no-uso-das-tecnologias-digitais/

"Quando comecei a atuar como oftalmologista, os pacientes iam ao meu consultório para trocar de óculos..."
O verbo destacado está no mesmo tempo e modo que o apresentado na alternativa:
Alternativas
Q3125308 Português
Analise o verbo destacado no excerto retirado do texto para assinalar a alternativa correta: “Parei justamente porque você chegou”.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Florianópolis - SC Provas: IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Supervisor Escolar | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Orientador Educacional | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Dança | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Educação Especial | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Educação Física | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Educação Infantil | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Espanhol | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Geografia | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de História | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Inglês | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Libras (Língua Brasileira de Sinais) | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Matemática | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Português | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Português e Inglês | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Atividades de Ciências | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Educação Especial (Profissional de Apoio) | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar Intérprete Educacional | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Educação Infantil | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Ensino Fundamental | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor Auxiliar de Tecnologia Educacional | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Artes Música | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Artes Plásticas e/ou Visuais | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Ciências | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Anos Iniciais | IBADE - 2024 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Professor de Artes Cênicas e/ou Teatro |
Q3124032 Português
Leia o texto abaixo e marque a alternativa correta quanto aos comentários.
“homens têm bolsos para guardar coisas, mulheres para decoração.” Essa frase de Christian Dior em 1954, ajudou a consolidar a ideia de que os bolsos femininos são e eram meramente decorativos. Atualmente, os bolsos em jeans femininos são, em média, 48% mais curtos e 6,5 % mais estreitos do que os masculinos.
Essa canalhice começou na Era Georgiana (época de Orgulho e Preconceito, Bridgerton e outros). Antes, o vestuário feminino comportava grandes bolsos, muitas vezes amarrados à cintura e usados sob as saias, permitindo carregar diversos itens com facilidade, e cujo acesso se dava por aberturas laterais na saia para que as mãos pudessem alcançá-los facilmente.
No final do século XVIII e durante o período Regencial, as saias volumosas foram substituídas por vestidos que possuíam caimento mais justo ao corpo e cintura, e então, por isso, não podiam acomodar bolsos sem comprometer a silhueta. Para contornar o problema, surgiram as retículas pequenas bolsas que precisavam ser carregadas à mão, tornando as mulheres mais vulneráveis a roubos. Durante o surgimento do sufrágio universal feminino, a demanda por bolsos aumentou, refletindo a conexão entre bolsos e direitos das mulheres. Porém, após a segunda guerra mundial, a moda feminina se tornou cada vez mais ajustada, eliminando bolsos funcionais. @oimofinho, modificado. 
Alternativas
Q3122286 Português

Internet: <www.machado.mec.gov.br>  (com adaptações). 

Com base no texto, julgue o item a seguir. 


A forma verbal “houvessem passado”, na (linha 19), é do pretérito mais‑que‑perfeito do indicativo.

Alternativas
Q3120989 Português
Leia o texto a seguir:


'Consequências letais': 2024 deve ser o primeiro ano
com aquecimento de +1,5ºC, diz observatório europeu


Dados devem servir como 'alerta' na COP29, que acontece
a partir de 11 de novembro, no Azerbaijão


    O ano de 2024 será quase certamente o mais quente já registrado e o primeiro com um aumento da temperatura média global superior a 1,5ºC em relação à era pré-industrial, anunciou nesta quinta-feira o observatório europeu Copernicus.

    “Após dez meses de 2024, agora é quase certo que 2024 será o ano mais quente já registrado e o primeiro ano com mais de 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais”, disse nesta quinta-feira Samantha Burgess, diretora adjunta do serviço de mudanças climáticas (C3S) de Copernicus.
    
    Os dados deste observatório indicam que é até “provável” que o aquecimento atinja 1,55ºC este ano.

    “Isso marca uma nova etapa nos recordes de temperaturas globais e deve servir como um alerta para aumentar a ambição na próxima conferência sobre mudança climática, a COP29”, que começa em Baku em 11 de novembro, disse Burgess.

    Essa cúpula na capital do Azerbaijão se concentrará na difícil tarefa de estabelecer uma nova meta de financiamento que permita aos países em desenvolvimento reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e se adaptar às mudanças climáticas.

    As reuniões ocorrerão sob a sombra do próximo retorno de Donald Trump à Casa Branca, que no passado chamou a mudança climática de “farsa”.

    Os dados de Copernicus mostram que o mês passado foi o segundo outubro mais quente já registrado, atrás apenas de 2023, com uma temperatura média de 15,25ºC.

   Isso representa 1,65ºC acima da média entre 1850-1900, quando o uso massivo de energias fósseis ainda não havia aquecido significativamente a atmosfera e os oceanos.

    É também o 15º mês dos últimos 16 em que a temperatura média global superou esse limite de 1,5ºC. Este número simbólico corresponde ao objetivo mais ambicioso do acordo climático de Paris de 2015, que busca limitar o aquecimento claramente abaixo de 2ºC e continuar os esforços para não ultrapassar 1,5ºC.

    No entanto, essa meta se refere a tendências climáticas de longo prazo: para considerar que o limite foi ultrapassado, a média das temperaturas globais precisaria ficar acima de 1,5ºC por 20 ou 30 anos.


Fonte:https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2024/11/07/e-quasecerto-que-2024-sera-o-primeiro-ano-com-aquecimento-de-mais-de-15oc-dizobservatorio-europeu.ghtml. Acesso em: 07 nov. 2024.
Em “O ano de 2024 será quase certamente o mais quente já registrado e o primeiro com um aumento da temperatura média global superior a 1,5ºC em relação à era pré-industrial, anunciou nesta quinta-feira o observatório europeu Copernicus.” (1º parágrafo), o verbo está flexionado no:
Alternativas
Q3120374 Português
TEXTO I


Azeite de oliva extravirgem, virgem ou falso? Entenda
como são os testes de autenticidade



Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” que descobrem, pelo cheiro e o gosto, se o produto é de qualidade. Eles vão ajudar na fiscalização que, em 2021, suspendeu 24 marcas.



Notas de alecrim, casca de banana e até de grama cortada: o assunto é... azeite. Produtos de alta qualidade podem levar paladares e olfatos treinados a perceberem sabores quase inimagináveis para quem está acostumado a apenas temperar uma salada.


Mais do que atestar se é bom ou ruim, esses especialistas conseguem dizer se o azeite é ou não o famoso extravirgem, classificação máxima do óleo, que, às vezes, é colocada indevidamente nos rótulos de produtos encontrados em lojas. É para coibir esse tipo de infração que o governo passará, antes da Páscoa, a contar com esses “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto — que levou à suspensão de 24 marcas das prateleiras no ano passado.


O que é análise sensorial


Atualmente, os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem são feitos por métodos químicos. Mas a chamada análise sensorial, difundida em todo o mundo, é ainda mais precisa. Ela permite detectar as principais qualidades do azeite de oliva, como aroma e gosto de frutado, amargo e picante, típicos da azeitona. E detecta defeitos como acidez e fermentado que, quando são leves, podem indicar que o azeite é apenas virgem, mas que, quando intensos, podem desmascarar um lampante,azeite da pior qualidade e que nem pode ser consumido.


Só pessoas treinadas em provar e cheirar azeite conseguem fazer essas classificações. “Nenhuma máquina ainda foi capaz de substituí-las”, ressalta o auditor fiscal Paulo Gustavo Celso, do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDARS). Ele faz parte do Painel de Análise Sensorial do azeite de oliva do Ministério da Agricultura, uma equipe formada por 20 pessoas que se prepara há mais de dois anos para participar das fiscalizações.


[...]


Disponível em: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2022/02/23/azeite-de-oliva-extravirgem-virgemou-falso-entenda-como-sao-os-testes-de-autenticidade.
ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).

Assinale a alternativa em que a conjugação do verbo em destaque está corretamente analisada nos parênteses.
Alternativas
Q3120335 Português
Brics: como chegar a uma nova moeda de reserva internacional?

Paulo Nogueira Batista Jr

Os BRICS vêm discutindo há algum tempo a possibilidade de construir arranjos alternativos ao dólar norte-americano e ao sistema de pagamentos ocidentais. A atual ordem – mais correto seria dizer desordem – monetária e financeira internacional, dominada pelos Estados Unidos e seus aliados, se mostra crescentemente disfuncional e insegura. O sistema foi transformado em arma geopolítica para aplicação de sanções, punições e confiscos.

Nas últimas semanas, estive em Moscou e participei de três debates sobre essa temática, em eventos precursores da cúpula dos líderes dos BRICS, que ocorrerá em Kazan, na Rússia, de 22 a 24 de outubro. Tento fazer aqui um resumo das conclusões a que cheguei.

O desafio para os BRICS é, antes de tudo, político. Os americanos sempre foram apegados ao que De Gaulle, nos anos 1960, chamava de "privilégio exorbitante" dos Estados Unidos – entendido, em resumo, como a capacidade de pagar suas contas e dívidas simplesmente emitindo moeda. Os EUA não hesitam em acionar os aliados e clientes que possuem em outros países para minar iniciativas desse tipo.

China, Rússia e Irã não são provavelmente muito vulneráveis a esse tipo de pressão. Mas o mesmo não pode ser dito de outros países dos BRICS. Até Beijing pode hesitar em comprar essa briga com Washington.

O desafio também é técnico. Construir um sistema monetário e financeiro alternativo requer trabalho árduo e especializado, bem como negociações prolongadas e difíceis. Somos capazes de realizar isso? Acredito que sim. Mas será que fizemos progresso desde que o assunto ganhou as manchetes? Algum progresso foi feito, mas menos do que se poderia esperar.

Sob a presidência russa dos BRICS, em 2024, houve tentativas parcialmente bem-sucedidas de avançar. Por exemplo, foi criado um grupo de especialistas independentes, do qual faço parte, que discutiu a reforma do sistema monetário internacional e a possibilidade de uma moeda dos BRICS. O conhecido economista americano Jeffrey Sachs é parte desse grupo. Mais importante do que isso: a Rússia preparou uma proposta detalhada para um sistema alternativo de pagamentos transfronteiriços baseado em moedas nacionais – um passo importante na direção de um novo arranjo monetário e financeiro internacional.

Até agora, no entanto, poucos avanços foram feitos no que diz respeito à questão mais fundamental, que seria criação de uma nova moeda como alternativa ao dólar. E mesmo a discussão da proposta russa de um novo sistema de pagamentos ainda é incipiente. O Brasil exercerá a próxima presidência dos BRICS em 2025 e terá a oportunidade de coordenar a discussão, aprofundar a proposta da Rússia e preparar novos passos.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/10/1052542-brics-comochegar-a-uma-nova-moeda-de-reserva-internacional.html. Acesso em: 07 nov. 2024.
“Sob a presidência russa dos BRICS, em 2024, houve tentativas parcialmente bem-sucedidas de avançar” (6º parágrafo). Se o verbo destacado estivesse flexionado no pretérito imperfeito do indicativo, teríamos:
Alternativas
Q3120273 Português
TEXTO II


História da Natação



Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr, a natação existe há milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história.


Um dos primeiros registros data de 1696, quando o francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente, que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu um movimento com os dois braços sendo jogados para trás simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado, tornando-se bem parecido com o nado de costas praticado atualmente.


Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo a movimentação dos dois braços sobre a água como principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada de Trudgen ou “over‑arm‑stroke”, foi aperfeiçoada pelo australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.


Finalmente, na década de 1930, nadadores norte-americanos, já durante competições, atentaram para o fato de que as regras do nado de peito não impediam que o movimento dos braços fosse realizado sobre a superfície da água, o que permitia um deslocamento mais rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como um estilo da natação.

[...]


Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Assinale a alternativa em que o verbo em destaque expressa uma ação começada e acabada no passado, ou seja, em que o verbo está no pretérito perfeito do indicativo.
Alternativas
Q3120247 Português
TEXTO II


Evento em Belo Horizonte promove as rotas
do queijo de Minas


Um evento que integra a valorização de dois patrimônios de Minas Gerais: o queijo e o turismo cultural. É com este tema que o Museu das Minas e do Metal (MM Gerdau), no Circuito Liberdade, região Centro-sul da Capital, abre as portas para apresentar ao público o evento “Made in Minas Gerais: Rota do Queijo de Minas – Sabores que Conectam”.


Com entrada gratuita, mas com espaço sujeito à lotação, a programação do evento pretende celebrar a tradição queijeira do Estado e conectar produtores e consumidores para o fomento dos negócios.


Durante os dias de programação, o projeto inclui uma série de ações formativas, dentre elas: degustações de queijos artesanais, intervenções artísticas e uma feira de queijos para negócios e fomento a circuitos turísticos.


“Nesta quinta edição, o Made in Minas Gerais se junta oficialmente à Rota do Queijo de Minas para promover o turismo cultural e de experiências pelas regiões e fazendas produtoras dessa iguaria”, detalha o curador gastronômico e idealizador do evento.


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Disponível em: https://diariodocomercio.com.br/turismo/evento-belohorizonte-rotas-queijo-minas/. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).
Leia este período extraído do texto II.

Com entrada gratuita, mas com espaço sujeito à lotação, a programação do evento pretende celebrar a tradição queijeira do Estado e conectar produtores e consumidores para o fomento dos negócios.

Assinale a alternativa que apresenta o tempo e o modo da forma verbal destacada.
Alternativas
Respostas
481: C
482: B
483: A
484: B
485: A
486: C
487: A
488: C
489: D
490: C
491: C
492: A
493: C
494: E
495: E
496: B
497: A
498: A
499: B
500: B