Questões de Concurso Sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português

Foram encontradas 4.115 questões

Q861696 Português

Seguem, abaixo, frases de filósofos e de poetas de diferentes épocas que fazem reflexão sobre o tema SAÚDE. Leia-as para responder à questão que se segue.


1. “Se alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença; em caso contrário, abstém-te de o ajudar.” ( Sócrates)

2. “Esta é a mais dolorosa de todas as doenças humanas: dispor de todo o conhecimento e ainda não ter nenhum poder de ação.” (Heródoto)

3. “Para a saúde da mente e do corpo, os homens deveriam enxergar com seus próprios olhos, falar sem megafone, caminhar com seus próprios pés em vez de andar sobre rodas, trabalhar e lutar com seus próprios braços, sem artefatos ou máquinas.” (John Ruskin)

4. “Os homens que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde, por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por nem viver no presente e no passado. vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.” (Buda)

A forma verbal e pronominal abstém-te, na frase 1, está flexionada no modo imperativo. Se reescrevermos o trecho, em que essa forma verbal ocorre, na 2ª pessoa do plural, no mesmo modo, obtemos a correta estrutura na opção:
Alternativas
Q691827 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
“...participou e participa decisivamente da propagação do futebol”; as formas verbais sublinhadas não possuem correspondentes corretos nos mesmos tempos e modos em:
Alternativas
Q573106 Português
Conhecimentos Básicos
Este texto pode ser visto como um pequeno manual de trabalho para ativistas sociais, candidatos, advogados, juizes, promotores, cidadãos e cidadãs em geral.
Ele ____ informações preciosas sobre a breve história da Lei 9.840, que trouxe para o nosso Direito normas que permitem a cassação de candidatos envolvidos em atos de compra de votos e uso eleitoral da máquina administrativa.
Aos eleitores que tenham acesso a este trabalho aconselhamos que formem grupos para seu estudo. Uma dica seria ler cada capitulo coletivamente, cada um lendo um parágrafo, por exemplo, estabelecendo um debate a partir das perguntas contidas ao final de cada parte e de outras formuladas espontaneamente pelos participantes.
Para os candidatos, esse manual pode atuar como fonte de estimulo ____ campanhas desenvolvidas dentro de preceitos éticos e como alerta contra a prática da corrupção eleitoral. Mas também serve para ressaltar a importância de que suas assessorias sejam orientadas para o conhecimento dessa lei que tanto tem provocado cassações, muitas vezes por falta de compreensão do seu conteúdo. Além disso, pode chamar a atenção para a possibilidade de utilização de instrumentos legais aptos para fazer cessar atos de campanha de adversários que optem por infringir____ legislação eleitoral.
Para juizes, promotores e advogados eleitorais este texto pode contribuir para que compreendam um pouco mais a origem e a vocação social, ética e cultural da Lei 9.840. Trata-se do nosso único instrumento legal verdadeiramente gestado “nas ruas”, fruto da inconformidade das amplas massas populares contra essa chaga que ainda acompanha o processo eleitoral: a compra de votos. Mas também indica que a sociedade está atenta e vigilante para que os casos de corrupção eleitoral chegados ____ Justiça não fiquem impunes.
Para a sociedade civil organizada, segue aqui um roteiro de como articular as redes de entidades e movimentos sociais denominadas COMITÊS 9.840, as quais podem influir e muito na construção de eleições cada vez mais limpas.
Se há uma mensagem principal neste trabalho, ela poderia ser resumida no lema do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral: “Voto não tem preço, tem conseqüências” . Aqui se procura fortalecer essa consciência, convocando a todos e todas para que assumamos dentro do limite das nossas atividades tudo que esteja a nosso alcance para que possamos superar formas tão aviltantes de mudança ilegitima do resultado dos pleitos eleitorais.
Cartilha Cidadania e Eleições: para um processo eleitoral limpo e justo. Publicação do Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) - Lei 9.840.
O tempo verbal predominante no texto é
Alternativas
Q552768 Português
ERRO na forma verbal do presente do subjuntivo em
Alternativas
Q539110 Português

                          CAPÍTULO XIV / O PRIMEIRO BEIJO


      Tinha dezessete anos; pungia-me um buçozinho que eu forcejava por trazer a bigode. Os olhos, vivos e  resolutos, eram a minha feição verdadeiramente máscula. Como ostentasse certa arrogância, não se distinguia bem se era uma criança, com fumos de homem, se um homem com ares de menino. Ao cabo, era um lindo garção, lindo e audaz, que entrava na vida de botas e esporas, chicote na mão e sangue nas veias, cavalgando um corcel nervoso, rijo, veloz, como o corcel das antigas baladas, que o romantismo foi buscar ao castelo medieval, para dar com ele nas ruas do nosso século. O pior é que o estafaram a tal ponto, que foi preciso deitá-lo à margem, onde o realismo o veio achar, comido de lazeira e vermes, e, por compaixão, o transportou para os seus livros.

      Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado; e facilmente se imagina que mais de uma dama inclinou diante de mim a fronte pensativa, ou levantou para mim os olhos cobiçosos. De todas porém a que me cativou logo foi uma... uma... não sei se diga; este livro é casto, ao menos na intenção; na intenção é castíssimo. Mas vá lá; ou se há de dizer tudo ou nada. A que me cativou foi uma dama espanhola, Marcela, a “linda Marcela”, como lhe chamavam os rapazes do tempo. E tinham razão os rapazes. Era filha de um hortelão das Astúrias; disse-mo ela mesma, num dia de sinceridade, porque a opinião aceita é que nascera de um letrado de Madri, vítima da invasão francesa, ferido, encarcerado, espingardeado, quando ela tinha apenas doze anos.

      Cosas de España. Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes. Naquele ano, morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, – uma pérola.


                   (MACHADO DE ASSIS, J. M. Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Ediouro, s. d.)

“Como ostentasse certa arrogância, não se distinguia bem se era uma criança, com fumos de homem, se um homem com ares de menino.” Nesse trecho, há o emprego tipicamente literário do pretérito imperfeito do subjuntivo (ostentasse). A forma verbal mais comumente empregada, em construções como essa, é
Alternativas
Ano: 2010 Banca: AOCP Órgão: FESF-SUS Prova: AOCP - 2010 - FESF-BA - Enfermeiro - 2 - azul |
Q528549 Português
Cientistas pedem por um 'indicador de biodiversidade'

Cientistas britânicos alertaram para a necessidade de se criar um "barômetro da vida" para prevenir que ecossistemas e espécies sejam extintos. Em artigo publicado na revista Science e citado pela rede britânica BBC, os pesquisadores revelaram que os atuais métodos de identificação de espécies são incompletos: apenas um quadro detalhado permitiria a identificação de áreas e espécies ameaçadas que necessitam de urgente intervenção e proteção.

O estudo é liderado por nomes importantes na questão da conservação como Edward Nilson, da Universidade de Harvard, e Simon Stuart, presidente da União Internacional para a Conservação da Natureza. "Ainda temos conhecimento insignificante sobre as espécies e o andamento da extinção, alguns animais desaparecem antes mesmo de chegarmos a conhecê-los", afirmaram. Atualmente, cerca de dois milhões de espécies estão cadastradas com nomes científicos, mas o número efetivo existente pode exceder os dez milhões, estimam os pesquisadores. O "barômetro" poderia aumentar o número de espécies avaliadas em risco dos atuais 48.000 para até 160.000. "Os cientistas serão mais capazes de preservar ecossistemas na proporção em que terão mais conhecimento sobre as espécies que os compõem", explicaram.

Iniciada há mais de 40 anos, a "lista vermelha" da União Internacional para a Conservação da Natureza é considerada o mais completo banco de dados sobre as espécies em risco de extinção. Contudo, ela ainda é pouco eficiente na cobertura dos ecossistemas marinhos, de água doce e de ambientes áridos. "A composição do 'barômetro' ampliaria o alcance da lista, abrangendo todas as espécies. É isso que buscamos: uma base sólida para a informação global", argumentou o Dr. Stuart.

Apesar dos esforços, os autores dizem ainda não estarem satisfeitos com os resultados e reclamam da velocidade do progresso das pesquisas. "Com o presente investimento levaremos 20 anos para chegarmos ao nosso objetivo", apontaram. "E no atual ritmo de destruição do planeta, isso não é aceitável".

Estima-se que cerca de 60 milhões de dólares seriam necessários para conduzir a pesquisa no tempo desejado, incluindo uma rede global de biólogos ligados ao projeto. "Apenas o 'barômetro' pode, até mesmo sob uma perspectiva econômica, ser o melhor investimento da humanidade", argumentam os pesquisadores.

                                          Disponível em http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologi... em 04 abr 2010.


Em “Com o presente investimento levaremos 20 anos para chegarmos ao nosso objetivo"., a forma verbal destacada encontra-se conjugada no
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FCC Órgão: METRÔ-SP Prova: FCC - 2010 - METRÔ-SP - Agente de Segurança |
Q505176 Português
       A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então, puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a pluralidade linguística era uma condenação, para a história é uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e conhecimentos, passados de geração em geração.

      O Atlas das línguas do mundo em perigo de desaparecer 2009, divulgado pela Unesco, contempla a situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190 línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre eles -estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela - muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas como o mesmo idioma.

      Com o objetivo de entender melhor nosso universo linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas 1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por isso, caíram em desuso.

      Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de globalização, é comum também que um idioma mais forte, com mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um mais fraco.

                                                                (Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)

... estima-se que sejam 20 línguas. (2 o parágrafo)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está na frase:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FCC Órgão: METRÔ-SP Prova: FCC - 2010 - METRÔ-SP - Agente de Segurança |
Q505164 Português
     A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros, com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas, do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém, a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
     Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros, serve para a criação de sombras e tonalidades, para o aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval, momento em que, com a afirmação do gótico como expressão da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens da Bíblia.
     Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados, como palácios e sedes de corporações. As representações neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
     No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliou-se a partir da virada do século passado, com a expansão de novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o requinte arquitetônico das residências.
     Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto das representações que, a partir do fim do século anterior, criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil. Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte, constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa relação com o passado e com o presente, justificando papeis e responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a determinação e o progresso.

(Marly Rodrigues. Leitura.Publicação cultural da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de 2000, pp. 32-34, com adaptações)

... quando as pinturas sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituía mas principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem. (1o parágrafo)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima está na frase:
Alternativas
Q470624 Português
                        imagem-004.jpg

Julgue o seguinte item , a respeito dos sentidos e da organização do texto acima.

Na linha 19, é obrigatório o uso do verbo trazer no modo subjuntivo — “traga” — porque essa forma verbal integra uma oração iniciada pelo vocábulo “embora” (l.17).
Alternativas
Q443763 Português
Analise a adaptação abaixo, de trechos do quinto parágrafo, quanto à referência temporal.

Apesar dos investimentos em educação realizados nos anos 90, em 2000 a média de escolaridade do brasileiro ainda____ inferior a de argentinos e chilenos. Uma pesquisa de 1996_____ que apenas 25% dos brasileiros entre 15 e 54 anos_____ ser considerados alfabetizados do ponto de vista funcional.

As formas verbais que preenchem corretamente as lacunas da adaptação  são:
Alternativas
Q438162 Português
Leia o texto para responder a questão.

     Remião era um homem calado, hostil mesmo. Tinha emprego,  era vigilante noturno de um cemitério bem distante da sua casa,  mas não tinha amigos nem parentes com os quais conversasse.
Mas Remião tinha esposa. Uma mulher chamada Margarida,  que era exatamente ao contrário dele: alegre, que vivia sempre  rodeada de amigos e de parentes.
     Os amigos e familiares de Margarida ficaram consternados.  Esse cara vai arruinar sua vida, diziam-lhe, ele é um bicho do  mato. Mas ela estava apaixonada e resolveu arriscar. Casaram e  viveram juntos durante 25 anos. Foi uma existência solitária. Ela  trabalhava de dia, ele, de noite. Nos fins de semana ficavam em  casa. Ele tinha uma ocupação muito estranha: colecionava frases  que copiava dos túmulos, os epitáfios. Não conviviam com outras  pessoas.
     Um dia, Remião não voltou para casa. Telefonaram do cemitério em que ele trabalhava: ele tinha sido encontrado caído sobre  um túmulo, morto. Margarida chorou de dor diante daquela triste  fatalidade cruel e inesperada, mas seus parentes ficaram contentes.  “Graças a Deus a sorte livrou você daquele cara”, diziam. O fato,  porém, era que Margarida não podia esquecer o falecido. E quando chegava o dia de finados, corria para o cemitério com um ramo  de flores. Ficava horas, ali, chorando sem parar.
     Mas, no último dia de finados, algo surpreendente ocorreu.  Quando Margarida chegou ao cemitério, já havia um ramo de  flores sobre o túmulo de Remião. Quem o tinha colocado ali? Ela  perguntou ao zelador do cemitério. Ninguém sabia. Claro que  poderia ter sido um engano de alguém, mas era outra coisa que  Margarida imaginava. Pensava em uma bela mulher vestida de  preto, chorando e colocando o buquê ali. Quem seria essa mulher? 
     Para essa indagação, Margarida não tem resposta. Isso a  atormentará para sempre, até que a morte a separe de sua dúvida  e a leve à verdade. Os mortos sabem de coisas que os vivos desconhecem.

                                                                       (Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.11.2009. Adaptado)
Na questão, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços das frases dadas.

Margarida, se você_______, telefone, pois já_______ preparamos para o serviço.
Alternativas
Q434301 Português
imagem-003.jpg
Adaptado de Sergio Paulo Rouanet, Dilemas da moral ilumimsta In: NOVAES, Adauto (org.)
Etica. São Paulo: Companhia das LetraslSecretaria Mumcipal de Cultura, 1992. p. 149-151.


Muitos dos conteúdos discutidos no texto são apresentados como hipóteses — possibilidades de interpretação do modo como a ética e a moralidade se caracterizam. Os recursos linguísticos abaixo listados contribuem para expressar tal sentido de hipótese ou possibilidade, exceto
Alternativas
Q385234 Português
O verbo está corretamente flexionado em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: CODESP-SP Prova: FGV - 2010 - CODESP-SP - Guarda Portuário |
Q363330 Português
Assinale a alternativa em que, ao se fazer uma transformação da primeira fala do quadrinho, manteve-se exata correlação de tempos e modos verbais.
Alternativas
Q342606 Português
“...A malandragem jogava ronda, fumava maconha, bebja traçado e, às vezes, cheirava brizola...”

Fica nítida, nos verbos sublinhados, a representação de fatos não concluídos, situados num intervalo de :empo simultâneo a um ponto de referência passado (Cf. AZEREDO: 2008, p.360). Tal ideia está relacionada ao emprego do seguinte tempo verbal

Alternativas
Q334806 Português


A respeito da organização das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item seguinte.

No trecho “ainda que permaneçam” ( l.14), o emprego da forma verbal no modo subjuntivo é obrigatório em razão da presença da locução conjuntiva “ainda que”.
Alternativas
Q322848 Português
Com relação ao texto XI, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q287624 Português
Expressam, respectivamente, modo e tempo os termos transcritos na alternativa
Alternativas
Q237799 Português
Dentre as frases apresentadas a seguir, a que NÃO tem a sua forma verbal sublinhada conjugada em tempo do modo subjuntivo é
Alternativas
Respostas
3761: C
3762: C
3763: A
3764: C
3765: C
3766: C
3767: D
3768: E
3769: D
3770: C
3771: D
3772: E
3773: E
3774: D
3775: E
3776: C
3777: C
3778: B
3779: C
3780: A