Questões de Concurso Sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português

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Q4052408 Português

Ensine seu filho a se valorizar pelo que ele é


Rosely Sayão



Os filhos são um poço sem fim de demandas: eles querem ter coisas, eles querem fazer coisas, eles querem, eles querem e eles pedem tudo o que querem sem o menor constrangimento. Alguns são bastante enfáticos nos pedidos que fazem, outros são sedutores, e outros, por puro aprendizado, fruto da observação da atitude dos adultos, são capazes de fazer chantagens que pegam fundo na alma da maioria dos pais. Mas o resultado é quase sempre o mesmo: os pais acham difícil resistir ao pedido que o filho faz. Afinal, quem é que não quer ver o filho satisfeito e feliz?


O problema é que nem sempre é possível atender a todos os pedidos, principalmente quando eles se referem – e quase sempre se referem – ao consumo.


Quem não conhece pais que já fizeram um esforço imenso – muito maior do que poderiam ou deveriam – para comprar um determinado brinquedo para o filho, para dar a ele uma roupa ou um calçado de grife, para possibilitar uma viagem especial ou coisa que o valha? É sobre essa situação que vamos falar aqui. Ou seja, quando o pedido do filho se transforma em prioridade ou em meta financeira para os pais, ainda que o estilo de vida deles não combine com esse pedido.


A criança não vem ao mundo com qualquer noção da realidade de vida que a espera. Ela deve ser introduzida por meio da ação dos pais, aos poucos, à realidade, ao mundo que tem limites e regras, que exige espera para a satisfação dos impulsos, que provoca frustrações e que nem sempre permite que as pessoas tenham boa parte daquilo que está disponível para o consumo.


Pois bem: se não se defrontar com esses limites desde cedo, com essas impossibilidades que terá necessariamente de enfrentar no futuro, a criança vai construir uma imagem bastante deturpada de si mesma, de sua relação com os pais e, consequentemente, da vida. Ela vai achar que os pais têm a obrigação de fazer tudo, de passar por qualquer sacrifício, para atender suas demandas. Pode parecer que essa situação tem relação direta apenas com tudo o que se relaciona ao consumo, porém o alcance dessa história é muito maior.


Em geral, os pais querem oferecer ao filho tudo do bom e do melhor – e com razão. Essa expectativa é muito positiva, pois expressa a importância que os pais dão ao filho que tiveram. Mas acontece que oferecer à criança ou ao adolescente tudo do bom e do melhor não deve se restringir a objetos, coisas, produtos, consumo de qualquer tipo. Isso se refere também – e principalmente – aos cuidados com saúde e a educação do filho. E é bom marcar que educação não se restringe, por sua vez, à escolarização.


É preciso bastante cuidado para que o filho tenha condições de aprender a se perceber e a se valorizar pelo que ele é, pelo que pensa, pela maneira como se relaciona com os outros e com a vida, e não pelo que tem. E isso não é nada fácil de conseguir com o estilo de vida que adotamos atualmente. Mas, mesmo com dificuldade, os pais têm muitas chances de ajudar o filho a crescer valorizando o que há de humano na vida.


Querer ter coisas é salutar, desde que isso tenha uma medida – a da realidade da pessoa e de suas possibilidades, por exemplo – e desde que não se transforme no aspecto mais importante da vida da pessoa. As crianças e os adolescentes são bombardeados diariamente pelo mercado de consumo. Cabe aos pais a formação para que o filho não sucumba sem crítica a tais apelos.

Observe a tirinha abaixo:

Imagem associada para resolução da questão

Está INCORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4052161 Português
    Com a crescente popularização do WhatsApp, há cada vez mais pessoas conectadas à comunicação instantânea, o que facilita o contato à distância e reduz barreiras geográficas.

     Às vezes, a conversa se transforma em um verdadeiro “mar de mensagens”, no qual muitos falam, mas poucos realmente se escutam, revelando certa superficialidade nas interações.

      Há quem diga que estamos à mercê da tecnologia, como se ela fosse dona das nossas relações, influenciando comportamentos e moldando a forma como nos comunicamos no cotidiano. 
Leia o trecho “como se ela fosse dona das nossas relações” e marque a alternativa com a regência correta do verbo “ser” [fosse]: 
Alternativas
Q4052073 Português
Químicos anunciam descoberta inovadora para degradar compostos contaminantes.
Assinale a opção em que a frase encontra-se no futuro do pretérito do indicativo.
Alternativas
Q4046792 Português
Governo do Estado apresenta balanço do turismo no Rio Grande do Sul e destaca crescimento acima do dobro da média nacional



    O governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, apresentou as principais entregas e indicadores do setor consolidados desde 2021. Durante encontro no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, com a presença de empresários, profissionais da área, autoridades públicas e representantes do terceiro setor, a Pasta fez uma retrospectiva de como o segmento reagiu a duas grandes crises recentes: a pandemia de Covid-19 e as enchentes de 2024.
     "Encerramos 2025 com resultados muito positivos, consolidando o Rio Grande do Sul como um dos destinos que mais cresceram no país, com desempenho acima da média nacional. Para 2026, avançaremos ainda mais na qualificação, promoção e inteligência do turismo, com foco em atrair mais visitantes, gerar oportunidades e fortalecer o setor em todas as regiões do estado", destacou o secretário.
      Durante a reunião, o secretário lembrou que o Rio Grande do Sul registrou crescimento de 11,4% na atividade turística no acumulado de 2025, um índice que representa mais do que o dobro da média nacional (4,6%), segundo o Índice de Atividades Turísticas (Iatur) do IBGE. O desempenho colocou o Estado como o segundo que mais cresceu no país no período, consolidando o turismo como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico local.
      O resultado é atribuído a uma estratégia estruturada de promoção e posicionamento de mercado. Ao longo de 2025, a Secretaria de Turismo (Setur) realizou 190 ações promocionais, com um investimento superior a R$ 60 milhões. O montante englobou campanhas nacionais, ativações regionais e a presença gaúcha em feiras e eventos estratégicos. Iniciativas como o "Viva o Verão Gaúcho" e "Viva o Inverno Gaúcho" integraram o esforço contínuo de reposicionamento mercadológico do destino no cenário nacional.
      Outro indicador de evolução evidenciado no balanço foi a expansão da conectividade do Estado com o Brasil e o mundo. A malha aérea gaúcha contará com quatro frequências semanais para Lisboa, em Portugal, a partir de julho deste ano. Além da rota europeia, também foram destacados os recentes reforços nas operações para destinos de grande emissão de turistas, como Buenos Aires, Belo Horizonte e Florianópolis.
       A interiorização do turismo e a criação de novas rotas no campo também pautaram as entregas da pasta. O Estado tornou-se pioneiro em uma política nacional de estímulo ao turismo rural a partir da assinatura da portaria que regulamentou a inclusão de agricultores familiares e produtores rurais no Cadastur. A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil.
    Ao projetar o futuro da atividade no Estado, o secretário reforçou a capilaridade das vocações turísticas gaúchas. Ele pontuou que o trabalho de fomento e estruturação tem muito espaço para avançar, ressaltando que todos os municípios do Rio Grande do Sul possuem atrativos turísticos com potencial para serem trabalhados. O objetivo central prossegue sendo transformar essas potencialidades locais em produtos consolidados, garantindo emprego e renda em todas as regiões.


Adaptado de: https://www.estado.rs.gov.br/governo-do-estadoapresenta-balanco-do-turismo-no-rio-grande-do-sul-e-destacacrescimento-acima-do-dobro-da-media-nacional.
Considere a frase extraída do texto e analise as assertivas a seguir, à luz dos conhecimentos de sintaxe e fonética da Língua Portuguesa:

A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil.

I. O vocábulo histórico apresenta correspondência exata entre o número de letras e o número de fonemas.
II. As formas verbais representa e coloca encontram-se conjugadas no presente do indicativo.
III. O segmento um marco histórico exerce a função de objeto indireto do verbo representa.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4036894 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Ainda na véspera eram seis viventes, contando com o papagaio. Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, à beira de uma poça: a fome apertara demais os retirantes e por ali não existia sinal de comida. Baleia* jantara os pés, a cabeça, os ossos do amigo, e não guardava lembrança disto. Agora, enquanto parava, dirigia as pupilas brilhantes aos objetos familiares, estranhava não ver sobre o baú de folha a gaiola pequena onde a ave se equilibrava mal. Fabiano também às vezes sentia falta dela, mas logo a recordação chegava. Tinha andado a procurar raízes, à toa: o resto de farinha acabara, não se ouvia um berro de rês perdida na caatinga. Sinhá Vitória, queimando o assento no chão, as mãos cruzadas segurando os joelhos ossudos, pensava em acontecimentos antigos que não se relacionavam: festas de casamento, vaquejadas, novenas, tudo numa confusão. Despertara-a um grito áspero, vira de perto a realidade e o papagaio, que andava furioso, com os pés apalhetados, numa atitude ridícula. Resolvera de supetão aproveitá-lo como alimento e justificara-se declarando a si mesma que ele era mudo e inútil. Não podia deixar de ser mudo. Ordinariamente a família falava pouco. E depois daquele desastre viviam todos calados, raramente soltavam palavras curtas. O louro aboiava, tangendo um gado inexistente, e latia arremedando a cachorra.


(Graciliano Ramos, Vidas secas)



* Baleia: a cachorra da família.

Quanto à conjugação e ao sentido que expressam, as formas verbais destacadas na passagem “Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, à beira de uma poça...” são equivalentes a: 
Alternativas
Q4014514 Português
Lei da Pesquisa Clínica é regulamentada para atrair investimentos em inovação

        Foi regulamentada, em 2025, a Lei da Pesquisa Clínica, um marco para o desenvolvimento científico e a saúde no Brasil. A legislação traz mais segurança jurídica, atrai investimentos em inovação e impulsiona um setor estratégico para o desenvolvimento científico e industrial do país, ao mesmo tempo em que fortalece a segurança e a proteção dos participantes, garantindo que os avanços ocorram de forma ética e responsável.

        O Brasil está entre os 20 países no ranking global de estudos clínicos, mas participa de menos de 2% da pesquisa clínica mundial. O país tem potencial de estar entre as dez nações mais relevantes do mundo nessa área. A expectativa é que a nova legislação impulsione esse crescimento.

        Em 2024, o Brasil registrou 254 estudos clínicos. A expectativa é dobrar esse número e reverter a tendência de queda a partir de 2022, quando os marcos regulatórios de outros países se tornaram mais competitivos. Com uma população de aproximadamente 214 milhões de pessoas e ampla diversidade genética e cultural, o país reúne condições únicas para atrair investimentos de instituições mundiais e gerar impactos positivos para o fortalecimento do SUS.

        O novo modelo, que está alinhado às melhores práticas internacionais, reduz de 180 dias para 30 dias o processo de avaliação dos projetos pelos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs). A avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será de até 90 dias úteis. Já as pesquisas estratégicas para o SUS e as situações emergenciais serão avaliadas em até 15 dias úteis.

        A nova lei determina que, em casos de doenças graves e sem alternativas de tratamento, os pacientes que apresentarem benefícios comprovados tenham garantida a continuidade do tratamento por até cinco anos após o término da pesquisa, mediante plano prévio aprovado pelo CEP. A oferta do medicamento pode ser encerrada ainda em situações como decisão do participante, cura, surgimento de alternativa terapêutica, ausência de benefício ou ocorrência de reação adversa grave.

        A proteção aos participantes também foi reforçada, com a definição do consentimento livre e de esclarecimentos mais detalhados. Regras específicas para pesquisas com grupos vulneráveis foram definidas para assegurar tratamento ético diferenciado e mais segurança.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No fragmento “os pacientes que apresentarem benefícios comprovados”, a forma verbal “apresentarem”, que está no futuro do subjuntivo, foi empregada para indicar hipótese ou condição relativa a eventos futuros.

Alternativas
Q3991103 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Texto 1

Sem cultura não há partilha; sem língua não há
cidadania nem futuro

Falar português é mais do que dominar um idioma: é
compreender códigos sociais, partilhar valores e
histórias

José Manuel Diogo

    Nesta segunda-feira (5), Dia Mundial da Língua Portuguesa, celebramos não apenas um idioma, mas uma comunidade. Uma língua não é apenas um conjunto de palavras – é um território partilhado, um exercício contínuo de cidadania. E é por isso que, ao olharmos para os recentes debates sobre imigração em Portugal, devemos recolocar a língua no centro da equação: como critério de integração, como vetor de cultura e, sobretudo, como fundamento da cidadania contemporânea.


    Os dados falam por si: dos 4.500 imigrantes recentemente notificados para deixar Portugal, apenas cerca de 10% são brasileiros. Esse número, silencioso, revela uma prática que merece ser assumida como política – a valorização da língua como instrumento de inclusão.


    Falar português é mais do que dominar um idioma: é participar de uma cultura, compreender códigos sociais, partilhar valores e histórias. É estar pronto para exercer uma cidadania ativa, mesmo antes de qualquer formalização administrativa.


    A cidadania, aliás, é o fio que liga todos os argumentos sobre imigração. Porque não se trata apenas de entrar num país – trata-se de participar nele. E essa participação só se realiza de forma plena quando há cultura comum. A língua, nesse sentido, não é uma barreira: é a porta de entrada. Quem fala a nossa língua já iniciou o percurso da cidadania. E ignorar isso é negar a própria natureza do convívio democrático.


    Portugal, como país historicamente emigrante, deveria ter essa consciência profundamente enraizada. Fomos – e somos – milhões lá fora. E o que nos manteve ligados ao país de origem não foi a distância medida em quilômetros, mas a continuidade da língua. Ela nos permitiu manter os afetos, transmitir memórias, educar os filhos. Ela foi – e é – a nossa forma mais duradoura de cidadania.


    Por isso, quando se verificam identidades, quando se traçam fronteiras administrativas, é urgente reconhecer que, sem cultura partilhada, toda a política migratória será falha. A cidadania não se constrói apenas com documentos – constrói-se com convivência. E não há convivência duradoura sem linguagem comum.


    Precisamos nos juntar cotidianamente em torno do que é diferente e partilhá-lo para que se torne comum. Isso fará com que a língua portuguesa não seja apenas celebrada em discursos, mas assumida como um pilar ativo de integração e de cidadania global.


    Neste 5 de maio, que saibamos ver na língua o que ela realmente é: um lugar onde pertencemos, antes mesmo de chegarmos. E que saibamos reconhecer nos que partilham essa língua o direito pleno de também pertencer.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/05/semcultura-nao-ha-partilha-sem-lingua-nao-ha-cidadania-nemfuturo.shtml. Acesso em: 30 jun. 2025.
Considerando o excerto a seguir: “Neste 5 de maio, que saibamos ver na língua o que ela realmente é: um lugar onde pertencemos, antes mesmo de chegarmos.”, assinale a alternativa correta quanto ao uso de seus elementos de coesão.
Alternativas
Q3971973 Português
        Dentro do quadro de transformações nas relações de trabalho observado nas últimas décadas, podem-se destacar aquelas decorrentes da crise do Estado e suas implicações para os trabalhadores públicos. Nesse contexto, realizou-se uma pesquisa com o objetivo de investigar os sentidos atribuídos ao trabalho por servidores técnico-administrativos de uma universidade pública. Foram entrevistados 12 trabalhadores que atuam na manutenção. A análise de conteúdo do material coletado possibilitou a sua organização em quatro categorias, das quais são apresentadas aqui duas: sentidos do trabalho e conhecimento adquirido na prática. Os entrevistados associaram o saber à prática profissional adquirida pela tutoria dos colegas mais antigos. Os servidores atribuíram sentidos positivos aos seus trabalhos, tais como: estabilidade profissional e sustento pessoal e familiar. Os participantes relataram que os usuários, muitas vezes, ignoram que suas atividades interferem na rotina da universidade. Entretanto, consideram seus desempenhos como base para as atividades fins da instituição.

Palavras-chave: servidores públicos; sentidos do trabalho; conhecimento tácito; universidade

Maria Chalfin Coutinho, Maria Fernanda Diogo, Emanuelle de Paula Joaquim. Sentidos do trabalho e saber tácito: estudo de caso em universidade pública. In: PSIC - Revista de Psicologia da Vetor Editora, v. 9, nº 1, p. 99-108, jan.-jun./2008. Internet:<pepsic.bvsalud.org>. .

Julgue o item a seguir, acerca da classificação, dos sentidos e das construções linguísticas do texto anterior. 


No sétimo período do texto, as formas verbais foram todas empregadas no pretérito do subjuntivo, sendo essa uniformidade o principal elemento de coesão textual nesse período.

Alternativas
Q3951818 Português
Alterações da voz podem sinalizar doenças

        A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu‑se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

        O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

        Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

        Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

        O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

        Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

         Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças”, caso a expressão “já que” seja substituída por embora, basta haver a troca da forma verbal “podem” por possam para se manter o sentido original do texto e preservar a correção gramatical do período.

Alternativas
Q3937150 Português
Biblioteca Pio Vargas fecha 2025 com 20 mil atendimentos

        A Biblioteca Estadual Pio Vargas encerrou 2025 com crescimento expressivo em serviços e ações culturais, registrando 20 mil locações e cerca de 1.500 participantes em trabalhos educacionais e visitas guiadas, totalizando 19.819 atendimentos gerais até novembro.

         Ao longo do ano, a unidade ampliou e diversificou sua programação, reforçando iniciativas de estímulo à leitura por meio de mediações literárias, oficinas, visitas escolares, serviços como empréstimo domiciliar, consulta local, estante literária e campanhas de doação de livros.

        A programação voltada ao público escolar foi um dos principais destaques, recebendo instituições municipais, estaduais, particulares e grupos de turistas que participaram de atividades formativas sobre leitura e práticas bibliotecárias.

      O atendimento mensal também demonstrou aumento, com agosto registrando o maior fluxo do ano, somando 2.243 demandas, seguido por maio (2.079) e novembro (1.849).

        De janeiro a dezembro, a biblioteca contabilizou 5.779 visitações gerais, 3.672 empréstimos domiciliares, 4.460 consultas locais, 1.966 atendimentos via Estante Literária, 3.667 registros de doações e 3.001 de usuários de computadores.

        O acervo da unidade segue em constante expansão e hoje reúne 84.555 volumes, entre livros, periódicos, obras de referência e materiais de estudo, atualizados continuamente por meio de novas aquisições e doações recebidas ao longo do ano.

        Com esses resultados, a unidade reafirma sua importância como espaço de cultura, formação e democratização do acesso ao conhecimento em Goiás.

        Situada na Praça Cívica, no prédio do Centro Cultural Marietta Telles Machado, a biblioteca oferece acesso gratuito ao acervo, consulta local e atividades educativas. O funcionamento é de segunda a sexta‑feira, das 8 às 17 horas, com espaço para leitura, estudo e empréstimo de periódicos.

Internet:<agenciacoradenoticias.go.gov.br>  (com adaptações).

Acerca da interpretação e da correção gramatical das informações apresentadas no texto, julgue o item seguinte.


O texto evita o uso do modo subjuntivo, porque se concentra na apresentação de fatos concretos e dados objetivos, característica que justifica o predomínio do modo indicativo, ao longo da notícia.

Alternativas
Q3937001 Português

TEXTO: Uso de canetas para obesidade entre idosos exige cuidados extras; entenda


Emagrecimento rápido é fator de risco para problemas como a sarcopenia, que favorece quedas e fraturas



    As canetas de análogos de GLP-1 [...] têm se mostrado grandes aliadas no tratamento da obesidade e do diabetes, com eficácia e segurança comprovadas para diversos tipos de pacientes. Idosos também podem se beneficiar do uso desses medicamentos, mas com atenção redobrada e acompanhamento multiprofissional ainda mais rigoroso, já que os riscos associados à utilização incorreta aumentam de maneira significativa.

    Especialistas explicam que existem peculiaridades para os pacientes na terceira idade. Se usado inadvertidamente, o medicamento pode por exemplo favorecer a sarcopenia (perda progressiva e generalizada de massa, força e função muscular), tendo como consequência quedas e fraturas.

    Independentemente da idade, durante a perda de peso, quase um terço da redução é de massa magra, incluindo a massa muscular, cuja preservação é fundamental para manter a força, a mobilidade e a autonomia. Ao envelhecer, porém, o organismo já tende a perder músculo e ganhar gordura.

    “O corpo da pessoa idosa é diferente de um adulto jovem — tem mais gordura e menos músculo, por isso, cada grama de músculo perdido na terceira idade tem um impacto maior”, afirma o geriatra Ivan Aprahamian, diretor científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

    Por isso, nessa faixa etária, o emagrecimento rápido ou acentuado pode favorecer fraqueza, quedas, fraturas e, assim, acelerar o processo de perda de funcionalidade, explica o endocrinologista Fernando Valente, professor da Faculdade de Medicina do ABC e diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

    “O efeito combinado do menor apetite com as náuseas e a rápida perda de peso provocadas pelas canetas pode precipitar síndromes geriátricas, como sarcopenia e fragilidade física”, diz Aprahamian.

    Outros problemas relacionados ao uso das canetas para diabetes e obesidade são a desidratação e a perda de eletrólitos, quando o paciente fica muito tempo sem se hidratar — o que acontece devido à falta de apetite ocasionada pela medicação.

    Casos graves de desidratação podem comprometer a função renal. Junto a isso, a baixa ingestão calórica aumenta o risco de deficiências nutricionais, além de aumentar o risco de hipoglicemia, o que, em casos mais graves, pode ter como sintomas até mesmo confusão mental. 




Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/uso-decanetas-para-obesidade-entre-idosos-exige-cuidadosextras-entenda/. Acesso em 07/01/2026. Excerto adaptado  

No trecho “o medicamento pode por exemplo favorecer a sarcopenia” (2º parágrafo), o verbo em destaque expressa valor semântico de:  
Alternativas
Q3932322 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
     Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).

No que diz respeito à estruturação linguística do texto, julgue os itens seguintes.
No trecho “Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas,”, o emprego das formas verbais “mostram”, “estão associados” e “tendem”, no presente do indicativo, contribui para conferir caráter atemporal e generalizante às afirmações do texto.
Alternativas
Q3891369 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal apresentada entre parênteses substitui corretamente a palavra destacada no enunciado. 
Alternativas
Q3873859 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estudo citado por vinte e cinco anos para defender agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado


Um estudo publicado há cerca de vinte e cinco anos, que afirmava que o agrotóxico glifosato não oferecia riscos à saúde humana nem causava câncer, foi excluído em dezembro da revista científica que o havia divulgado. O artigo, produzido no fim da década de 1990, tornou-se por décadas uma das principais referências para embasar decisões regulatórias favoráveis ao uso do produto.


O glifosato é um dos agrotóxicos mais utilizados no mundo, especialmente no Brasil e nos Estados Unidos. Amplamente associado ao cultivo de soja transgênica, o herbicida teve papel decisivo na expansão da produção agrícola brasileira e na consolidação do país como maior produtor mundial do grão.


Segundo comunicado da revista, a exclusão ocorreu devido a problemas considerados graves o suficiente para comprometer a integridade acadêmica do trabalho e a confiabilidade de suas conclusões. Entre as falhas apontadas estão a participação de funcionários da Monsanto na elaboração do artigo e o fato de ele se apoiar essencialmente em um único estudo produzido pela própria empresa, historicamente a principal fabricante do glifosato, comercializado sob a marca Roundup e hoje pertencente à Bayer.


A publicação reconheceu que o artigo exerceu influência significativa em decisões regulatórias relacionadas ao glifosato por décadas. A retratação foi justificada pela falta de transparência sobre a autoria de trechos do texto e pela incerteza quanto à independência das conclusões, especialmente na afirmação de que o glifosato não apresenta potencial cancerígeno. Também foram mencionadas decisões judiciais que indicam a possibilidade de compensação financeira aos autores, informação que não constava no artigo original.


No Brasil, em 2019, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu sua reavaliação toxicológica do glifosato e decidiu manter sua autorização de uso, alegando inexistência de evidências científicas conclusivas de que cause câncer, mutações genéticas ou má-formação fetal. Nos Estados Unidos, o produto segue considerado seguro pelas autoridades ambientais, com nova reavaliação prevista para 2026 após ações judiciais de entidades ambientais e de defesa de trabalhadores. Na União Europeia, a aprovação do glifosato foi renovada por mais dez anos em 2023.


Essas posições contrastam com a conclusão da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer, vinculada à Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou o glifosato como "provavelmente cancerígeno" com base em ampla revisão de estudos científicos.


Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos a indenizar um trabalhador que atribuiu o desenvolvimento de câncer ao uso de produtos à base de glifosato. Desde então, a Bayer firmou acordos bilionários para encerrar milhares de processos relacionados ao Roundup, sem admissão de culpa, e manteve a comercialização do herbicida.


O glifosato é o princípio ativo de diversos herbicidas. Introduzido no mercado na década de 1970, teve sua patente expirada em 2000 e passou a ser fabricado por diferentes empresas. É utilizado na agricultura, na silvicultura, em áreas industriais e em jardins, embora alguns países e cidades tenham restringido ou proibido seu uso em espaços públicos. Por ser não seletivo, elimina a maioria das plantas, o que levou ao desenvolvimento de culturas geneticamente modificadas para resistir à substância, como a soja. Sua aplicação costuma ocorrer antes do plantio, para reduzir a competição com plantas daninhas.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko.adaptado.

A publicação "reconheceu" que o artigo "exerceu" influência significativa em decisões regulatórias relacionadas ao glifosato por décadas.


Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se: (considere alterações se necessário) 

Alternativas
Q3864449 Português
Na frase 'Se o aluno tivesse estudado mais, teria obtido melhor desempenho', o período composto por subordinação exprime uma condição irrealizada no passado, empregando o pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo na oração subordinada e o futuro do pretérito composto na oração principal, o que demonstra a perfeita sintonia entre tempo e modo verbal para expressar a hipótese contrafactual.
Alternativas
Q3860859 Português
Os verbos, enquanto classe de palavras, podem ser flexionados em tempo, modo, número e pessoa, e, em português, não há distinção entre vozes verbais, sendo todas as construções consideradas ativas.
Alternativas
Q3815446 Português
        Estive em uma mesa que debatia os sistemas alimentares diante das mudanças climáticas durante o 13º Congresso Nacional de Agroecologia, em Juazeiro da Bahia. Por um lado, alguns expositores fizeram de maneira brilhante a análise do movimento do capital mundial, por outro vozes ancestrais, como Raquel Tupinambá, nos falaram da sabedoria dos povos indígenas. Vozes sertanejas também nos falaram como superaram a fome, a sede, a miséria, a mortalidade infantil, o saque, a migração, com obras pequenas, no pé de suas casas, como as cisternas de produção e de consumo humano, que guardam a água coletada das chuvas. Ali estão seus canteiros agroecológicos, seus quintais produtivos, seu manejo dos animais e tantas outras iniciativas. Não é mais uma experiência alternativa, já é um estilo de vida para cerca de 1 milhão de famílias no semiárido brasileiro.

        Nós já temos muito mais que resistência e resiliência, já temos o presente modificando vidas e desenhando o futuro. Não é mais uma alternativa, é o único caminho que possibilita o futuro humano na Terra. Nas mãos, inteligência e coração das pessoas simples e dos povos tradicionais está a esperança de toda a humanidade.

Internet: <outraspalavras.net>  (com adaptações).

No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “Vozes sertanejas também nos falaram como superaram a fome, a sede, a miséria, a mortalidade infantil, o saque, a migração, com obras pequenas, no pé de suas casas, como as cisternas de produção e de consumo humano, que guardam a água coletada das chuvas.” a forma verbal “guardam” poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência das ideias do texto, por guardem, já que ambas remetem ao tempo presente.

Alternativas
Q3801917 Português
ASSIM EU VEJO A VIDA

A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.

Fonte: Cora Coralina. Disponível em: http://www.releituras.com/coracoralina_vida.asp Acesso em: 31/7/2013. 
O trecho “Que eu possa dignificar minha condição de mulherestá construído com plena correção quanto à regência e à concordância verbal, sendo que, nesse caso, o verbodignificar”, transitivo direto, exige complemento sem preposição, e sua flexão na primeira pessoa do singular está incorreta, uma vez que, de acordo com as regras da norma padrão, o correto seria “Que eu possa dignifique”, evitando, assim, um desvio de concordância verbal no modo subjuntivo.
Alternativas
Q3801442 Português
O emprego dos tempos e modos verbais é crucial para a construção do sentido de um texto, permitindo ao enunciador situar os eventos no tempo e expressar sua atitude em relação a eles. Em "Se ele viesse, eu o ajudaria", o pretérito imperfeito do subjuntivo ('viesse') e o futuro do pretérito do indicativo ('ajudaria') indicam uma hipótese e sua consequência, respectivamente, enquanto que em "Quando ele vier, eu o ajudarei", a mesma ideia é expressa com um tom de maior certeza, embora o segundo caso se refira a um evento futuro e o primeiro a uma condição irrealizada no passado, o que torna a substituição entre eles semanticamente inviável sem alteração da modalidade.
Alternativas
Q3781548 Português
Papai e mamãe

        “Papai e mamãe resolvem isso para você”. Essa foi a frase que Pitter Jhonson mais ouviu em casa a vida inteira. Foi assim que não aprendeu a resolver nada sozinho. Os amigos eram servos, servos eram os professores, as namoradas serviam‑no e estavam a seu serviço todos, a exemplo dos pais.

        Aos 30 anos, descobriu que não foi jogar no Barcelona, não tem 10 milhões de seguidores em redes sociais e a vida não é um morango. Trabalhou até os 50 nas Lojas Americanas, quando encontrou uma mãe solteira e alcoólatra, com três filhos que o chamavam de pai. Viveram felizes para sempre, até os seus 63, quando morreu da hipertensão e do diabetes.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).

A respeito dos aspectos gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


A forma verbal “viveram”, em “Viveram felizes para sempre”, está conjugada no pretérito mais‑que‑perfeito do indicativo.

Alternativas
Respostas
281: E
282: C
283: A
284: A
285: C
286: C
287: B
288: E
289: E
290: C
291: D
292: C
293: C
294: D
295: C
296: E
297: E
298: E
299: C
300: E