Questões de Concurso Sobre estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências) em português

Foram encontradas 184 questões

Q1787248 Português
Acerca de estrutura das seguintes palavras presentes no texto, procedem todas as análises abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q1761380 Português
Atenção! O texto será subsídio para a questão

Uma caneta esferográfica funcionaria em Marte?

  Ninguém nunca foi lá para testar, é óbvio. Mas é bem provável que não. Você já deve ter ouvido que as canetas esferográficas comuns não funcionam no espaço por conta da baixa gravidade. E é verdade. A gravidade é responsável por empurrar a tinta para baixo, fazendo a caneta funcionar. Mas não é só isso. O próprio movimento de bolinha da caneta consegue “puxar” a tinta e fazer a caneta funcionar por um tempo – mesmo contra a gravidade.

  Faça o seguinte experimento: pegue uma caneta e um caderno e tente fazer rabiscos de cabeça para baixo. A caneta funciona inicialmente, mas depois de alguns segundos ela começa a falhar.

  É difícil saber qual é a gravidade mínima para fazê-la funcionar. Marte tem pouco mais de um terço da gravidade terrestre, então é provável que você consiga usar a caneta no início. Logo, porém, ela começaria a falhar.(...)

Fonte: https://super.abril.com.br/blog/oraculo/uma-caneta-esferografica-funcionaria-em-marte/
Observe os verbos em destaque: “Faça o seguinte experimento: pegue uma caneta e um caderno e tente fazer rabiscos de cabeça para baixo”. É CORRETO o expresso em:
Alternativas
Q1744672 Português
“Sob a perspectiva tradicional são considerados irregulares aqueles que se afastam do modelo de conjugação a que pertencem, apresentando variação tanto no lexema, quanto na flexão. Os critérios formulados para a definição do conceito de irregularidade verbal, apresentados pelas gramáticas normativas, são baseados, portanto, na análise da estrutura do verbo formado por um tema (radical/ lexema + vogal temática) e pelas desinências.”
Quais verbos apresentados abaixo enquadram-se nessa definição?
Alternativas
Q1730978 Português
TEXTO 
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ESCRITA ATRAVESSA O TEMPO

(1º§) Podemos saber hoje o que se escreveu há milhares de anos, há cinquenta anos, há quatro anos, há dois anos, ontem, e até o que você escreveu há alguns minutos atrás. Enfim, tudo se sabe de uma civilização, de uma cultura por conta da escrita no curso do tempo!

(2º§) Se você guardar as folhas de papel em que escreveu, seus netos, futuramente, poderão saber o que você escreveu hoje! Nessa visão, a escrita se perpetua no tempo, atravessando dias, semanas, meses, anos e séculos!

(3º§) Já a fala, que possibilita emitir uma mensagem mais rápida, não fica registrada, portanto, essa vai mesmo com o vento! Não é mesmo?

(4º§) Sabemos com certeza o que os gregos, por exemplo, escreveram 500 anos antes de Cristo, mas tudo que sabemos sobre o que os gregos falavam entre eles, no dia a dia, são apenas suposições. O vento levou as palavras faladas, mas deixou os registros gráficos!

(FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristóvão. Oficina de texto. Petrópolis: Vozes, 2003, p.11.) - (Adaptado)
Marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1704794 Português
Assinale a alternativa em que há INCORREÇÃO quanto ao que se diz sobre a morfologia de palavras do texto.
Alternativas
Q1696059 Português

Camelôs

Abençoado seja o camelô dos brinquedos de tostão:
O que vende balõezinhos de cor
O macaquinho que trepa no coqueiro
O cachorrinho que bate com o rabo
Os homenzinhos que jogam boxe
A perereca verde que de repente dá um pulo, que engraçada!
E as canetas-tinteiro que jamais escreverão coisa alguma!
Alegria das calçadas. Uns falam pelos cotovelos:
– “O cavalheiro chega em casa e diz: Meu Filho, vai buscar um
pedaço de banana para eu acender o charuto.
Naturalmente o menino pensará: Papai está malu...”
Outros, coitados, têm a língua atada.

Todos porém sabem mexer nos cordéis com tino ingênuo de
demiurgos de inutilidade.
E ensinam no tumulto das ruas os mitos heroicos da meninice ...
E dão aos homens que passam preocupados ou tristes uma lição de infância.

                                                                                Manuel Bandeira

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos, responda às questões propostas.

Na sua estrutura mórfica, a forma verbal “desorganizássemos” não possui
Alternativas
Q1647103 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. A vogal temática ocorre depois do radical e antes das desinências. II. Os pronomes esse, esses, essa, essas e isso são usados apenas para indicar um momento futuro mencionado anteriormente, não muito longínquo, como pode ser observado no exemplo seguinte: nesse ano, conheci meu atual noivo. III. Os pronomes são palavras que substituem os substantivos ou os determinam, indicando a pessoa do discurso.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1623978 Português

Você prefere seu açaí com granola, banana ou trabalho infantil?


         A árvore da fruta, de tronco fino e flexível, passa com frequência dos 20 metros de altura e faz parte da paisagem e dos quintais de boa parte dos ribeirinhos do Pará. É difícil encontrar quem não saiba fazer uma peconha, como é chamado o laço usado para subir nas palmeiras e que batiza quem ganha a vida colhendo açaí, os peconheiros. O trabalho exige destreza, e o aprendizado começa na infância.

        O Pará é o maior produtor de açaí do mundo. Vendemos, principalmente, para os EUA, Europa, Austrália e Japão. E grande parte da colheita é feita por menores de idade como Alessandro, em alguns casos em situações de trabalho análogo à escravidão.

        As crianças são especialmente valorizadas nesse mercado. Elas são leves, o que reduz acidentes com a quebra dos galhos. Para otimizar o trabalho, muitos peconheiros se arriscam pulando de uma palmeira para a outra. Assim não precisam perder tempo descendo e subindo de árvore em árvore. Quanto mais frutas colhidas no menor tempo, maior o lucro. [...]

       A participação de crianças e adolescentes na colheita do açaí prejudica outro ponto fundamental do desenvolvimento dos jovens: o desempenho escolar. Conversei com nove crianças e adolescentes entre nove e 14 anos que começaram a trabalhar subindo nos açaizais ainda com 11 ou 12 anos. Em comum: todas estão atrasadas na escola, e a maioria tem dificuldade para ler e escrever. Quem estuda de manhã falta às aulas devido ao horário da colheita, que se confunde com o da escola. As que estudam à tarde, devido ao cansaço, tem um rendimento menor ou até mesmo dormem em sala de aula. De acordo com o último Censo do IBGE, Abaetetuba, um dos centros de produção da fruta, está entre as cidades do Pará com maior número de crianças com até 10 anos fora da escola.

         Com 14 anos, Emerson, já um peconheiro experiente, repete pela quinta vez a terceira série. Pedi para olhar o seu caderno. O que deveriam ser palavras eram apenas riscos, que ele faz para fingir que está copiando as atividades que a professora passa no quadro. Emerson não sabe ler e escrever. Professora aposentada e coordenadora local da Cáritas, instituição de caridade da Igreja Católica, na região, Isabel Silva Ferreira explica que é comum encontrar professores que ignoram as faltas dos alunos. Muitos deles, diz, são, assim como Emerson e a família de Jacira, beneficiários do Bolsa Família e, se não comprovarem frequência escolar, acabam excluídos do programa.

[...]

      Apesar de já existir uma versão da fruta desenvolvida pela Embrapa que pode ser plantada em terra firme e cresce no máximo até três metros, um bom pedaço da produção de açaí paraense ainda depende dos peconheiros e seus facões nas alturas.

       Em novembro de 2018, uma força-tarefa do Ministério do Trabalho em conjunto com o Ministério Público do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Rodoviária Federal resgatou 18 trabalhadores em condições análogas à escravidão, entre eles dois adolescentes de 15 anos, na Ilha do Marajó, outro ponto de produção de açaí. Eles dormiam numa estrutura de madeira, sem paredes e com um teto improvisado com lona preta e folhas das palmeiras de açaí, não tinham água potável, banheiros e nenhum equipamento de proteção. Fiscalizações do tipo, infelizmente, são raras. A última havia acontecido em 2011, quando sete trabalhadores foram resgatados.

       No fim de 2018, um trabalho de conscientização começou a ser feito pelo Ministério Público do Trabalho do Pará e Amapá a fim de prevenir tragédias na colheita do açaí. O projeto pretende mapear as grandes empresas do Brasil que utilizam açaí e seus derivados, extraídos nos estados, e tentar negociar medidas que possam prevenir e sanear o trabalho infantil e o trabalho escravo na colheita da fruta.

(BARBOSA, Leandro. Você prefere seu açaí com granola, banana

ou trabalho infantil? Disponível em http://abet-trabalho.org.br/

voce-prefere-seu-acai-com-granola-banana-ou-trabalho-infantil/

Acesso em: 08/01/2020. Com adaptações.)

O verbo “pedir” em “Pedi para olhar o seu caderno” (5º§) está na 1ª pessoa do singular e percebe-se que ele não sofre alteração no seu radical. Qual dos tempos do indicativo registra mudança no radical desse verbo?
Alternativas
Q1406823 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. O verbo é toda palavra que indica ação, estado ou fenômeno da natureza. Na língua portuguesa, os verbos formam uma classe rica em possibilidades flexionais, pois as oposições entre tempos e modos referem-se a muitos tempos verbais.

II. O ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental deve organizar-se de modo que os alunos sejam capazes de compreender os textos orais e escritos com os quais se defrontam em diferentes situações de participação social.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1380363 Português
Nos vocábulos DECLARARÍAMOS, DECLARAREMOS e NECESSITAS, do ponto de vista de estruturação das palavras, as partes sublinhadas são, respectivamente:
Alternativas
Q1369120 Português
Sobre estrutura e formação de palavras, segundo Cegalla, considere as seguintes afirmações:
I. Raiz, radical, tema são considerados elementos mórficos ou estruturais das palavras. II. Afixos, desinências, vogal temática são elementos modificadores da significação do radical. III. Radical é o elemento originário e irredutível em que se concentra a significação das palavras, consideradas do ângulo histórico. Geralmente monossilábico, o radical encerra o sentido lato e geral, comum às palavras da mesma família etimológica. IV. Raiz é o elemento básico e significativo das palavras, consideradas sob o aspecto gramatical e prático, dentro da língua portuguesa atual. V. Na língua Portuguesa, há três processos gerais para a formação de palavras: a derivação, a composição e a formatação; essa última decorrente do avanço tecnológico.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1326468 Português
Aponte a alternativa em que não há correspondência de significação entre o elemento destacado e a palavra dos parênteses.
Alternativas
Q1300258 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.



Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2016/02/1741366-com-urbanizacao-bichossilvestres-invadem-e-se-adaptam-as-cidades.shtml (Texto adaptado especialmente para esta prova.) 
Assinale a alternativa INCORRETA acerca do que se afirma sobre a estrutura das seguintes formas verbais retiradas do texto.
Alternativas
Q1295976 Português
Assinale a alternativa INCORRETA acerca da morfologia de alguns vocábulos do texto.
Alternativas
Q1285486 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. Os objetivos de ensino devem auxiliar o professor a definir e delimitar com clareza o que se pretende com o processo de ensino, sendo prejudicial à sua atuação profissional escolher técnicas, recursos materiais e formas de avaliação.

II. A vogal temática ocorre depois do radical e antes das desinências. Essa vogal é sempre átona nos nomes e tônica nos verbos, quando no infinitivo.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1255128 Português

Para responder  à questão, leia o quadrinho abaixo.

Quanto à linguagem do quadrinho como um todo, analise as seguintes afirmativas.



I. A palavra "não", no primeiro balão, classifica-se morfologicamente como advérbio.


II. A forma verbal "ganhar", no segundo balão, pertence a um verbo da primeira conjugação.


III. A locução "fica querendo" contém um particípio.



Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q1254631 Português
Leia o poema a seguir e responda à questão.

Urgentemente
Eugénio de Andrade

É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.

A respeito dos termos “inventar”, “descobrir”, “destruir”, e “multiplicar”, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.



I. Os verbos “inventar” e “multiplicar” terminam em -ar, enquanto os verbos “descobrir” e “destruir” terminam em -ir, o que significa que têm conjugações diferentes.


II. Os quatro verbos estão no modo infinitivo.


III. Os quatro verbos são transitivos diretos, pois complementam seus sentidos com objetos diretos, sem necessidade de preposição.

Alternativas
Q1243261 Português
TEXTO III

Dois rios 
Samuel Rosa, Lô Borges e Nando Reis

O sol é o pé e a mão
O sol é a mãe e o pai
Dissolve a escuridão

O sol se põe se vai
E após se pôr
O sol renasce no Japão

Eu vi também
Só pra poder entender
Na voz da vida ouvi dizer

Que os braços sentem
E os olhos veem
E os lábios beijam
Dois rios inteiros
Sem direção.
(fragmento)

Fonte: http://goo.gl/XYxr2q

Releia o fragmento do texto acima:


“Que os braços sentem

E os olhos veem

E os lábios beijam

Dois rios inteiros

Sem direção.”


As palavras destacadas, são, respectivamente:

Alternativas
Q1153338 Português

Ansiedade pode ser agravada com a chegada do fim do ano

Camila Tuchlinski


      Quando a folha do calendário virou para novembro, bateu o desespero. Não é raro ficarmos mais ansiosos nessa época do ano. Alguns estabelecimentos comerciais já começam a colocar os enfeites natalinos, os supermercados já vendem panetone e a família já começa a se organizar para saber como serão realizados os festejos da virada de ano.

      Alguns sentimentos como angústia, desânimo e frustração podem surgir nesse período. Mas por que isso ocorre?

      A psicóloga Marcia Tabone responde: “A sensação de ansiedade aumenta conforme o estresse gerado por fatores associados a cobranças externas e internas. No trabalho, o medo ou insegurança em conseguir cumprir metas exigidas, o trabalho que deve ser concluído antes das festas e das férias. No plano emocional/afetivo, frustração ou carência não preenchidas durante o ano. Na dimensão existencial, objetivos de vida não alcançados que não puderam se cumprir”, explica.

      O neuropsicólogo Fábio Roesler lembra que o aumento da ansiedade pode ser sazonal. “Assim como em alguns países temos, durante o inverno longo, o que chamamos de depressão sazonal, em outros, como aqui no Brasil, temos um aumento da ansiedade na época final do ano. O cansaço, o sentimento de não ter completado todos os planos pensados no começo do ano, aspectos financeiros e outros fatores individuais são os motivos mais comuns”, afirma.

      No nosso cérebro, uma série de atividades começa a ocorrer também com a proximidade do Natal e do réveillon, como explica o especialista: “As áreas do cérebro responsáveis pelo aumento da ansiedade são, a princípio, a amídala, que seleciona e designa o tipo inicial de temor e sua amplitude, o hipotálamo e a hipófise funcionam de forma a controlar os hormônios que atuam no corpo acionando os sintomas somáticos tais como tremores, aumento da frequência cardíaca, dilatação da pupila e respiração suspirosa”. No começo do ano, nossos pensamentos estão repletos de expectativas pelos meses que virão. Listas de metas são comuns: conquistar uma vida mais saudável, praticar exercícios físicos, mudar de emprego ou começar novos cursos.  

      No entanto, as cobranças do cotidiano podem fazer com que o indivíduo não perceba uma eventual mudança de objetivos no meio do caminho e tenha a sensação de que o tempo passou tão rápido que não foi capaz de realizar tudo o que queria.

      Por que nos sentimos frustrados no fim do ano?

      Será que nos cobramos demais e colocamos metas pouco factíveis todo o início de um ano novo? O neuropsicólogo Fábio Roesler tem outra percepção. “O mais comum, na verdade, é a impressão pessoal do paciente que lhe diz o quão pouco ele fez, durante o ano, por si e por suas metas. Ou seja: ‘Até onde me impliquei naquilo que eu desejava?’.

      Algumas dicas podem ser úteis para quem se sente assim com a proximidade do fim de um ano. “Refletir sobre o que é realmente essencial para a tranquilidade e a paz consigo mesmo e com o próximo. Desapegar dos valores consumistas, ver que um ano termina e outro se inicia, viver o fluir da vida”, na opinião da psicóloga Márcia Tabone.

      “Uma reflexão possível para aplacar um pouco da ansiedade é pensar que, ainda que simbolicamente, o final do ano representa um final de ciclo, talvez com um toque de incompletude e irrealização. O começo de outro ano abre uma chave nova, na qual pode ser possível relacionar-se consigo mesmo e com o mundo, de modo mais pessoal, autorizando-se a não ser no mundo só a expectativa que os outros têm sobre você”, conclui o neuropsicólogo Fábio Roesler.

Adaptado de https://emais.estadao.com.br/noticias/comportament o,ansiedade-pode-ser-agravada-com-a-chegada-do-fim-do-ano,70003081631 

Analise: “Será que nos cobramos demais [...]” e assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1152667 Português
Leia o texto para responder a questão. 


                                           Mais uma vez           
         
                                                                     Por Renato Russo


Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança!
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança!
                   
                Disponível em https://www.letras.mus.br/renato-russo/1213616/

Assinale a alternativa que apresenta um verbo.
Alternativas
Respostas
121: C
122: B
123: A
124: D
125: E
126: D
127: D
128: A
129: A
130: A
131: A
132: C
133: D
134: A
135: C
136: D
137: D
138: C
139: A
140: C