Questões de Concurso
Comentadas sobre encontros vocálicos: ditongo, tritongo, hiato em português
Foram encontradas 584 questões
Fanatismo
Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida.
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!
Não vejo nada assim enlouquecida…
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!
“Tudo no mundo é frágil, tudo passa…”
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!
E, olhos postos em ti, digo de rastros:
“Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: Princípio e Fim!…”
Florbela Espanca
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nova plataforma PNLD Digital amplia acesso inclusivo aos livros da educação básica
O Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), lança, nesta quarta-feira (03/06), o PNLD Digital, plataforma que marca um avanço na transformação digital da educação pública brasileira. A ferramenta funciona como leitor interativo dos livros do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e foi desenvolvida para democratizar o acesso às obras didáticas, pedagógicas e literárias da educação básica pública.
Com foco em acessibilidade, inclusão e inovação, o PNLD Digital garante que estudantes cegos e estudantes com deficiência visual tenham acesso completo aos conteúdos dos livros distribuídos pelo programa. A plataforma utiliza padrões modernos de acessibilidade e disponibiliza recursos como audiodescrição, narração de conteúdos, mapas e infográficos clicáveis, vídeos com legendas, além de compatibilidade com leitores de tela.
A iniciativa está fundamentada no Decreto nº 9.099/2017, que assegura mecanismos para a promoção da acessibilidade, do armazenamento e do acesso a conteúdos digitais dos livros e materiais didáticos para estudantes e professores da educação básica pública.
Atualmente, o acervo do PNLD Digital já reúne milhares de obras acessíveis, entre elas 982 títulos do PNLD 2023 dos anos iniciais do ensino fundamental, 724 obras do PNLD 2024 dos anos finais do ensino fundamental, 368 obras do PNLD 2026 do ensino médio e obras literárias.
O PNLD Digital foi desenvolvido para ampliar as oportunidades de aprendizagem e garantir maior equidade no acesso aos materiais didáticos em todo o país. A plataforma permite acesso online e offline às obras, oferecendo mais flexibilidade para estudantes e professores, inclusive em contextos com infraestrutura limitada de internet.
A ferramenta também proporciona uma experiência personalizada ao usuário, com integração via GOV.BR e acesso à biblioteca individual com os acervos digitais dos livros recebidos pelas escolas. Os usuários poderão baixar obras para leitura, organizar seus materiais em estantes virtuais e acessar conteúdos em formato HTML.
Outro diferencial da plataforma é o suporte com agente de inteligência artificial para esclarecimento de dúvidas e apoio na utilização do sistema, além de tutoriais com guias instrucionais sobre o leitor digital.
Entre os principais avanços do PNLD Digital estão a padronização da distribuição digital das obras, a proteção dos direitos autorais das editoras, a redução de custos e prazos na distribuição complementar ao livro impresso e o fortalecimento da gestão do programa, com indicadores de uso que poderão apoiar políticas públicas e ações de formação docente.
A plataforma foi desenvolvida pela Coordenação-Geral dos Programas do Livro da Diretoria de Ações Educacionais do FNDE (CGPLI/DIRAE), em parceria com a Diretoria de Tecnologia do FNDE (DIRTI), a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) e o Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES), vinculado ao Instituto de Computação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Criado em 1937, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático é a política pública educacional mais antiga do Brasil. O programa é responsável por avaliar e distribuir gratuitamente livros didáticos, pedagógicos e literários para escolas públicas de todo o país.
Desde 2023, o Governo Federal ampliou os investimentos no programa para atender diferentes etapas e modalidades da educação básica. Somente entre 2023 e 2025, foram destinados R$ 6,5 bilhões para aquisição de livros e materiais didáticos, beneficiando milhões de estudantes e professores da rede pública brasileira.
https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202606/nova-plataforma-pnld-digital-amplia-acesso-inclusivo-aos-livros-da-educacao-basica-adaptado
Criado em 1937, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático é a política pública educacional mais antiga do Brasil. O programa é responsável por avaliar e distribuir gratuitamente livros didáticos, pedagógicos e literários para escolas públicas de todo o país."
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto-base, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)Os vocábulos 'excelência' e 'literários' recebem acento pela mesma regra de acentuação.
(__)O vocábulo 'didático' recebe acento na antepenúltima sílaba, classificando-se como proparoxítono, assim como o vocábulo 'pedagógicos'.
(__)O vocábulo 'país' recebe acento por apresentar o 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior e permanece sozinho na sílaba.
(__)O vocábulo 'já' recebe acento por ser monossílabo tônico terminado em 'a'.Entretanto nem todos os monossílabos tônicos recebem acento gráfico, mas apenas os terminados em 'a', 'e' e 'o', por isso, 'Ju' não recebe acento.
(__)As palavras 'distribuir', 'educacional' e 'antiga' possuem as mesma classificação tônica. Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil deverá ter centro para enfrentamento de emergências em saúde
Até o final de 2026, o Brasil deverá criar um centro para o enfrentamento de emergências em saúde pública. A proposta é que o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp), como vem sendo chamado, seja uma instituição para tornar o país mais resiliente e preparado para enfrentar futuras epidemias, surtos e outras emergências sanitárias e até climáticas.
A proposta foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (lTpS) e vem sendo estudada há alguns anos por especialistas de diversas instituições do país, que pensaram em criar uma estrutura que respeite as normas do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) e também seja integrada ao Sistema Único de Saúde e vinculada ao Ministério da Saúde. A governança deve ficar sob a responsabilidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Segundo a proposta, as verbas para o funcionamento do centro seriam provenientes do Orçamento Geral da União. Também está prevista a captação de recursos complementar por meio de convênios internacionais e geração de receitas próprias.
“A proposta prevê que o centro funcione em lógica de rede, trabalhando de forma estreita e colaborativa com o Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e municipais, universidades e instituições de pesquisa”, explicou Gerson Penna, diretor-presidente do Instituto Todos pela Saúde (lrpS).
“Uma de suas grandes inovações será a intersetorialidade: ele promoverá a colaboração permanente entre diferentes setores do governo - como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência, tecnologia e inovação -, além de garantir articulação com a sociedade civil”, completou.
Penna ressaltou que o centro vem sendo planejado como uma política de Estado e não de governo, para não ser suscetível a intercorrências políticas, como ocorreu durante a pandemia de covid-'19.
“Entendemos que uma estrutura permanente com foco em prevenção, preparação e resposta a emergências em saúde pública ajudará o Brasil a reagir mais prontamente às crises”, disse Penna.
Segundo ele, a pandemia de covid-19, que vitimou mais de 7 milhões de pessoas no mundo, sendo 10% dessas mortes no Brasil, expôs as vulnerabilidades do sistema de saúde do país.
“Apesar da imensa capacidade do SUS, sofremos com a falta de coordenação do governo federal, com uma comunicação inconsistente e com os ataques do negacionismo científico. O centro trará uma perspectiva nacional unificada, pactuada e baseada exclusivamente nas melhores evidências científicas, fornecendo uma liderança forte e confiável para que os mesmos erros não se repitam”, reforçou.
Uma das funções do centro será o monitoramento de riscos e estratégias de prevenção, controle e combate a futuras epidemias e pandemias, de modo que o país não reaja tardiamente às crises sanitárias. Ele também deve ficar responsável pela implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública (Pnesp).
“O centro trabalhará em um cenário global cada vez mais complexo, fortemente impactado pelas emergências climáticas, pelo desmatamento e pelos deslocamentos populacionais em larga escala. Apenas em 2024, por exemplo, o Brasil enfrentou simultaneamente a maior epidemia de dengue da história, surtos de mpox, oropouche e a ameaça iminente da gripe aviária, sem falar nas emergências climáticas e desastres. O centro existirá exatamente para atuar nesse espectro amplo de ameaças”, destacou Penna.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/brasil-devera-ter-centro-para-enfrentamento-de-emergencias-em-saude (adaptado)
I. Na palavra "caixa", ocorre um ditongo.
II. Na palavra "saída", ocorre um hiato.
III. Na palavra "juiz", ocorre um tritongo.
IV. Há hiato na palavra "peixe".
Está CORRETO o que se afirma em:
Com base nas regras de acentuação do vocábulo 'biocombustíveis' assinale a alternativa correta.
O primeiro beijo
Os dois mais murmuravam que conversavam: havia pouco iniciara-se o namoro e ambos andavam tontos, era o amor. Amor com o que vem junto: ciúme.
– Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar?
Ele foi simples:
– Sim, já beijei antes uma mulher.
– Quem era ela? perguntou com dor.
Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer.
O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes quieto,sem quase pensar, e apenas sentir era tão bom. A concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos companheiros.
E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida! como deixava a garganta seca.
E nem sombra de água. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ardente engolia-a lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo.
A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio-dia tornara-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava.
E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes mas logo sufocava. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, talvez horas, enquanto sua sede era de anos.
Não sabia como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos, espreitando, farejando.
O instinto animal dentro dele não errara: na curva inesperada da estrada, entre arbustos, estava... O chafariz de onde brotava num filete a água sonhada.
O ônibus parou, todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar ao chafariz de pedra, antes de todos.
De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga.
Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os olhos.
Abriu-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou-se de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água.
E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra.
Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador de vida... Olhou a estátua nua.
Ele a havia beijado.
Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva.
Deu um passo para trás ou para a frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido.
Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto.
Perplexo, num equilíbrio frágil.
Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele...
Ele se tornara homem.
(LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina: Contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.)
I. A palavra “água” é uma paroxítona terminada em ditongo crescente. II. O vocábulo “chafariz” apresenta uma correspondência entre o número de letras e o número de fonemas. III. No termo “algazarra”, verifica-se a presença de um dígrafo consonantal, enquanto no vocábulo “primeiro” identifica-se um ditongo decrescente oral. IV. As palavras “atônito” e “árida” pertencem à mesma classificação quanto à posição da sílaba tônica, sendo ambas obrigatoriamente acentuadas por serem proparoxítonas.
Está correto o que se afirma em
Considerando as regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:
(__) O vocábulo 'País' recebe acento pela regra do 'i' e 'u' tônicos que formam hiato com a vogal anterior, assim como os vocábulos 'tatuí', 'reúso' e 'graúdo', todos acentuados corretamente.
(__) O vocábulo 'Pará' recebe acento gráfico por ser oxítona terminada em 'a'. A palavra 'Gerais', embora também apresente a mesma acentuação tônica, não recebe acento gráfico, o que evidencia que as duas palavras compartilham a mesma classificação quanto à tonicidade, mas divergem quanto à acentuação gráfica.
(__) O vocábulo 'ouviu' não recebe acento gráfico por ser paroxítona terminada em ditongo decrescente 'iu', terminação que, pelas regras ortográficas vigentes, não exige acentuação obrigatória.
(__) Os vocábulos 'março' e 'julho' apresentam a mesma classificação quanto à tonicidade, assim como ocorre com 'rubrica' e 'gratuito'.
embora haja, neste último par, divergência quanto à sílaba em que recai o acento tônico, uma vez que 'rubrica' admite variação entre as formas proparoxítona e paroxítona, sendo ambas aceitas pelo Acordo Ortográfico vigente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
"A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação."
Com base nas regras de acentuação, analise marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__) O vocábulo 'país' recebe acento gráfico porque a vogal 'i', ao formar hiato com a vogal anterior 'a', torna-se tônica, regra semelhante à observada em 'saída'.
(__) A forma verbal 'têm' recebe acento gráfico circunflexo como acento diferencial, distinguindo a terceira pessoa do plural da terceira do singular. Já formas como 'mantém' e 'mantêm', além de participarem desse mecanismo distintivo, também se submetem à regra de acentuação das oxítonas terminadas em 'em'.
(__) O vocábulo "última" recebe acento gráfico pela mesma regra aplicada a 'histórico', uma vez que ambos são proparoxítonos, com sílaba tônica na antepenúltima posição.
(__) Os vocábulos 'local', 'titulação' e 'materiais' apresentam a mesma acentuação tônica, assim como ocorre com os vocábulos 'condor' e 'ureter', sendo todos classificados como oxítonos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Saúde mental infantojuvenil: desafio de nova lei será garantir sua efetividade
A sanção da Lei nº 15.413/2026 representa um importante avanço na proteção dos direitos de crianças e adolescentes ao assegurar, de forma expressa, o acesso a programas de saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS).
A medida chega em um momento oportuno, diante do aumento dos casos de ansiedade, depressão, automutilação e outros transtornos que afetam a população infantojuvenil.
Sob a perspectiva jurídica, a nova legislação reforça um princípio já previsto na Constituição Federal: a saúde é um direito de todos e um dever do Estado.
Ao incluir dispositivos específicos voltados à saúde mental de crianças e adolescentes, a lei busca preencher lacunas históricas na assistência a esse público e ampliar a efetividade das políticas públicas existentes.
Entretanto, a simples criação de uma norma não garante, por si só, a concretização dos direitos nela previstos.
O grande desafio estará na implementação das medidas anunciadas. Será necessário ampliar a rede de atendimento, investir na formação de profissionais especializados, fortalecer os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e garantir recursos financeiros compatíveis com as novas obrigações.
Outro aspecto relevante diz respeito à judicialização da saúde. Sempre que houver falhas na oferta dos serviços previstos em lei, é possível que famílias recorram ao Poder Judiciário para exigir tratamentos, consultas especializadas, internações ou acompanhamento psicológico adequado. Nesse sentido, a nova legislação tende a fortalecer os argumentos jurídicos de quem busca assegurar o acesso ao atendimento.
"Sob a perspectiva jurídica, a nova legislação reforça um princípio já previsto na Constituição Federal: a saúde é um direito de todos e um dever do Estado." Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O vocábulo 'jurídica' recebe acento por apresentar encontro vocálico com 'i' tônico, seguindo a mesma regra de acentuação aplicada à palavra 'proteína', em que a tonicidade do 'i' justifica o uso do acento gráfico.
(__)A palavra 'reforça' possui a mesma classificação tônica das palavras 'direito' e 'Estado', diferentemente de 'federal', que apresenta outra classificação. (__)O vocábulo 'saúde' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'e'.
(__)O vocábulo 'legislação' recebe acento por ser paroxítona terminada em ditongo nasal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, na ordem.
O que é um lugar de memória?
Um espaço de memória é mais do que um simples local geográfico ou uma construção física; é um repositório de histórias, emoções e experiências que transcendem o tempo. Ao passo que caminhamos por esses espaços, somos transportados para momentos passados, revivendo eventos, sentimentos e memórias coletivas que moldaram o curso da história e da cultura. No cerne, um espaço de memória serve como uma ponte entre o passado e o presente. Funciona como um lembrete palpável de eventos, pessoas ou eras que deixaram uma marca indestrutível na tapeçaria cultural de uma comunidade ou nação.
https://www.aqua.com.br/blog/lugares-de-memoria
No primeiro período do texto, as palavras “memória”, “geográfico” e “experiências” variam em relação ao gênero e ao número, mas têm em comum o fato de serem acentuadas graficamente - algo que pode ser justificado pela mesma regra de acentuação.
Assim sendo, essas palavras são acentuadas por
Assinale a alternativa correta de acordo com os aspectos fonéticos e fonoldgicos da lingua portuguesa.
Leia o texto para responder às próximas seis questões.
A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).
Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.
Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.
Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.
Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.
Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.
Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.
Há homens que têm patroa.
Há homens que têm mulher.
E há mulheres que escolhem o que querem ser.

I. O vocábulo “noz-pecã” é uma palavra oxítona na qual o til marca a nasalização da letra “a”.
II. Em “colheita”, o grupo “lh” constitui um dígrafo consonantal, representando um único fonema na estrutura da palavra.
III. O vocábulo “produção” apresenta um ditongo nasal que ocorre na sílaba tônica da palavra.
Quais estão corretas?
( ) Monossílabos tônicos: são acentuados os terminados em a(s), e(s), o(s).
( ) A regra dos oxítonos é bem parecida com a dos monossílabos tônicos, o único diferencial é o final em(ens).
( ) Ditongos abertos (éi, éu, ói): acento agudo nas palavras oxítonas e monossílabos tônicos.
( ) Não são acentuados os ditongos EI e OI de palavras paroxítonas terminadas em A, O.