Questões de Concurso Comentadas sobre encontros consonantais: dígrafos em português

Foram encontradas 619 questões

Q2159163 Português
DRIBLO MINHAS LIMITAÇÕES
Nathalia Santos, 30, como é ser cega e atuar como assistente de
direção da novela Todas as Flores, da Globo

    SEMPRE FUI FASCINADA pela televisão, mas não me via trabalhando na área. Aconteceu por acaso. Dez anos atrás, Regina Casé cutucou no Twitter: “Quem quiser ir ao Esquenta, comenta aqui”. Eu comentei, acabei indo ao programa e fiz um tour pelos bastidores. Eles tinham uma biblioteca itinerante com um livro de Jorge Amado em braile, e Regina perguntou se alguém na plateia conseguiria fazer a leitura. Me candidatei. Ela aí quis saber como havia aprendido braile e respondi que era cega, o que ela ainda não tinha notado. “Como assim, cega?”, disse com aquela espontaneidade dela. Ficamos amigas e ali começou minha história no mundo do entretenimento. Virei pesquisadora do Esquenta, depois engatei em programas jornalísticos, até chegar à função atual – assistente de direção de uma novela, a primeira com minha deficiência na história da emissora.
      Driblo obstáculos o tempo todo. O mundo ainda não está preparado para quem não enxerga. Meu trabalho só é possível graças ao time que me ajuda em vários terrenos, a começar pelas adaptações físicas que fizeram para que eu possa desempenhar minhas tarefas. O pessoal da cenografia, por exemplo, criou plantas dos cenários em alto relevo, para me familiarizar com o ambiente onde atuo. A equipe de figurino produziu pranchas com detalhadas descrições, e a turma de sistemas de tecnologia personalizou programas para uso do leitor de tela. Instalaram também um piso tátil no caminho dos estúdios e sinalização sonora nas roletas. Isso é só para viabilizar o que vem em seguida. Antes de entrar no set, converso em profundidade com o diretor artístico, Carlos Araújo. E, nas gravações, diretor e atores vão me informando sobre a posição de cada um e várias outras minúcias, desde a cor do tapete e a localização precisa da cadeira onde um personagem vai se sentar até o lugar onde a câmera se encontra naquele exato momento.
     Ao entrar para a equipe de Todas as Flores, fiz questão de me mexer para que essa minha experiência se estendesse a outros setores da empresa. Tenho muito orgulho de dizer que, hoje, a gente já conta com consultores, preparador de elenco, operador de áudio, atores, uma turma de pessoas com deficiência que trabalha duro e muito bem. Sei que não seria escalada para uma novela de prestígio apenas por ser cega. A qualidade do meu trabalho é determinante. Sou a única cega da minha família, nasci assim, com uma distrofia chamada retinose pigmentar. Cresci em uma favela da Zona Norte carioca e tive uma infância boa. Claro que era café com leite em algumas brincadeiras, mas nunca deixei de participar, ainda que tenha ouvido frases que me feriram ao longo do percurso. Não esqueço quando um professor me disse, no ensino médio, que não dava aula a alunos com deficiência. Ninguém faz ideia de quanto machuca.
        Sou mãe de um menino de 2 anos e estou grávida de novo, de vinte semanas. Imagine que, nos dias de hoje, ainda olham para mim e acham que sou incapaz de exercer a maternidade. Pensam que meu marido é pai e mãe, apenas porque não enxergo. Sofro com isso. Adoro ser mãe. Na primeira ultrassonografia desta segunda gestação, cheguei ao exame uma hora antes. Como estava demorando, procurei saber a razão do atraso e falei que era deficiente. Tinha direito à prioridade por lei. A atendente chamou meu marido, sem se dirigir a mim, e disse que lá todo mundo era preferencial. Quando vamos ao restaurante, perguntam a ele o que eu quero, e não a mim. Mal sabem que meu ouvido é apuradíssimo e que meus olhos são minhas mãos. Ainda falta à sociedade compreensão sobre diferenças. Abertura à diversidade é chamar para o baile, mas a verdadeira inclusão é deixar escolher a música.

(Fonte: Revista Veja, Editora Abril, edição 2823, ano 56, nº 1, 11 jan. 2023, p. 69) – Adaptado
Há dígrafo em:
Alternativas
Q2159001 Português
Na fala de Mário Quintana, “Não faças da tua vida um rascunho. Poderás não ter tempo de passá-la a limpo”, é possível constatar:
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Q2156932 Português
Mensagens pelo WhatsApp não bastam para conter solidão de idosos, diz especialista em ciência da felicidade

Denize Savi, especialista em ciência da felicidade e coordenadora da organização Doe Sentimentos Positivos, disse que os idosos sofreram ainda mais na pandemia porque eles não adquiriram o hábito de lidar com as novas tecnologias de comunicação como os mais jovens.

"Eles acabaram ficando isolados. Isso agravou a tristeza, aumentou muito o número de depressão e ansiedade. É preciso que a gente olhe para esse cenário com empatia, com cuidado, porque eles carecem de atenção, principalmente agora nesse pós-pandemia", afirmou a especialista.

Ela diz que estudos recentes apontam que esse isolamento da população em geral pode refletir numa futura epidemia de saúde mental após o período pandêmico. E para evitar que doenças psicológicas atinjam a sociedade de maneira massificada, ela afirma ser necessário criar uma rede de apoio em torno das pessoas, principalmente as vulneráveis, como os idosos. "A família precisa se reaproximar dessas pessoas, pois o contato físico é extremamente importante, fundamental", complementa.

Outra orientação da psicóloga é evitar notícias ruins para os mais velhos.

"Às vezes, por exemplo, você soube que uma pessoa do seu convívio, mais de idade, faleceu. É necessário minimizar essas questões. Realmente, levar notícias boas e trazer para a conversa algo que seja frutífero, que vai deixar essa pessoa feliz, ajuda muito mais".

Mas ela dá um puxão de orelha nos idosos que não procuram a família.

"Da mesma forma que os filhos e os netos precisam procurar os idosos para que haja esse convívio, os idosos também precisam retribuir. Eles têm que mandar um recadinho: Vamos fazer um almoço neste fim de semana?'", afirma a especialista.

Quando nenhuma dessas técnicas resolver, os idosos, segundo ela, devem procurar alguma ocupação por conta própria. Algo, de preferência, que tenha um impacto social por meio da solidariedade. "Às vezes, a idosa tem um talento para tricô. Ela pode fazer blusinhas e casaquinhos para crianças de creches. O maior segredo de tudo é ter disciplina. Ter disciplina é o mais difícil. Isso vale para todas as idades, mas em especial para os idosos", diz Denize.

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62958723. Adaptado.

Especialista em ciência da felicidade e coordenadora da organização Doe Sentimentos Positivos, disse que os idosos sofreram.
A palavra que possui dígrafo em sua ortografia é: 
Alternativas
Q2129450 Português
Fonética e fonologia estudam os sons da fala. A fonologia estuda as funções dos fonemas na língua. Isto é, ocupa-se com a capacidade de combinação e distinção desses fonemas. Fonema é a menor unidade sonora da palavra e não possui significado. São classificados em vogais (orais e nasais), semivogais e consoantes, conforme o modo de produção no aparelho fonador. Para representar fonemas, empregamos barras oblíquas da seguinte maneira: /a/, /e/, /i/, /b/, /k/.

(https://www.clubedoportugues.com.br/o-que-e-fonetica-e-fonologia/) 
Analise as frases seguintes com as informamos seguidas a elas.
  I – Não se tem uma explicação sobre isto. – Sublinhamos um substantivo com encontro consonantal e ditongo nasal decrescente; e uma preposição com encontro consonantal.  II – Busque a Felicidade! - Sublinhamos um verbo com dígrafo. III – Por medo de chorar, deixamos de sorrir. - Sublinhamos verbos na forma nominal do infinitivo que são antônimos, estando cada um está escrito com dígrafo. IV - E perder sua própria identidade. – Sublinhamos um pronome escrito com hiato e um adjetivo biforme escrito com idênticos encontros consonantais.
Marque a alternativa cujas frases estão com análise correta. 
Alternativas
Q2129449 Português
Fonética e fonologia estudam os sons da fala. A fonologia estuda as funções dos fonemas na língua. Isto é, ocupa-se com a capacidade de combinação e distinção desses fonemas. Fonema é a menor unidade sonora da palavra e não possui significado. São classificados em vogais (orais e nasais), semivogais e consoantes, conforme o modo de produção no aparelho fonador. Para representar fonemas, empregamos barras oblíquas da seguinte maneira: /a/, /e/, /i/, /b/, /k/.

(https://www.clubedoportugues.com.br/o-que-e-fonetica-e-fonologia/) 
Marque a alternativa com pronome e substantivo escritos com dígrafo.
Alternativas
Q2129243 Português
Leia o texto a seguir

Reembolso: em quais situações o consumidor tem direito e como solicitar

Apesar de ser um direito disponível para todos os consumidores, poucas pessoas conhecem as regras por trás do ressarcimento nas compras

   Com tantos produtos e serviços sendo vendidos diariamente, a insatisfação de parte dos consumidores é algo iminente. Em algumas ocasiões, o produto recebido por uma compra pela internet não é tão agradável quanto em seu anúncio, apresentou algum defeito de fábrica ou apenas não serve para o consumidor, como é o caso de uma peça de roupa, por exemplo. Situações como estas são comuns, ainda mais levando em consideração que apenas o varejo (tradicional e digital) movimenta centenas de bilhões de reais todo ano.

As decepções são tão comuns, que apenas em 2021 os Institutos de Defesa do Consumidor (Procons) registraram um total de 1.823.797 de atendimentos no Brasil todo, dados que foram divulgados pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom).

Quanto às reclamações especificamente sobre produtos comprados pela internet, em 2021, o Procon-SP registrou um número de reclamações 535% maior se comparado com o ano de 2019, um total de 498.877 queixas.

Mas, afinal, o que buscam os consumidores com as reclamações?

Quando um consumidor se sente insatisfeito com o produto ou serviço contratado e busca solucionar o problema, ele pode recorrer a um reembolso, que terá a sua quantia gasta ressarcida.
[...]

Porém, apesar do reembolso ser uma possibilidade para todos os consumidores, existem pessoas que ainda não estão cientes dessa possibilidade e outras que não sabem em quais situações elas podem solicitar esse direito.

Foi pensando nisso que a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (PROTESTE) divulgou um guia rápido que explica em quais situações a opção de ter o dinheiro ressarcido está disponível, qual a quantia acordada da compensação e em que ocasiões as companhias são obrigadas a ressarcir o consumidor ou não.

Em quais ocasiões o ressarcimento é possível?

O primeiro ponto a ser destacado é de que, no caso de uma compra pela internet ou por telefone, dado que o consumidor tenha entrado em contato com a loja no prazo de 7 dias depois do recebimento do produto, o cliente tem o direito de desistir da compra e receber o valor gasto de volta.

Quando a compra é realizada em uma loja física, o fornecedor não é obrigado a devolver o dinheiro, uma vez que o CDC entende que o consumidor teve a possibilidade de olhar, provar ou experimentar o produto ou serviço.

Fonte: https://exame.com/invest/minhas-financas/reembolso-quais-situacoes-oconsumidor-tem-direito-e-como-solicitar/. Acesso em 30/12/2022
Na palavra ASSOCIAÇÃO, há:
Alternativas
Q2124464 Português
Assinale a alternativa, onde não temos encontro consonantal. 
Alternativas
Q2121797 Português
Assinale a alternativa, onde não temos encontro consonantal. 
Alternativas
Q2104584 Português
“Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho. Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!”
(Machado de Assis)

Dentre as palavras presentes na frase apresentada, uma delas NÃO apresenta dígrafo. Assinale a alternativa que indica corretamente qual é essa palavra.
Alternativas
Q2104343 Português
McDonald’s testa nova tampa sem canudo
para copos

   Assim como o McRib, os canudos podem ser coisa do passado no McDonald’s. A rede começou a testar tampas sem canudo em algumas cidades dos Estados Unidos como parte de um esforço de vários anos para tornar suas embalagens mais ecológicas.
    “Essas tampas ajudam a otimizar nossas embalagens e eliminar o uso de pequenos plásticos, apenas um exemplo das muitas soluções que estamos analisando como parte de nosso compromisso global contínuo de reduzir o desperdício”, disse um porta-voz do McDonald’s em comunicado.
     As tampas de plástico têm uma aba de puxar para evitar que a bebida espirre. Para beber, os clientes devem puxar a aba para trás e encaixá-la em uma pequena abertura. É semelhante à tampa do “copo com canudinho” da Starbucks que está em uso nos últimos três anos. O Restaurant Business Online, que notou pela primeira vez as novas tampas do McDonald’s, as viu sendo testadas em Minneapolis. Os clientes ainda podem solicitar um canudo, se necessário, segundo o relatório.
    Nos últimos anos, as cadeias de fast food, em particular, têm tentado descobrir maneiras de reduzir o desperdício e tornar-se verde. Em particular, os canudos de plástico podem aumentar a poluição dos oceanos e os microplásticos, que podem prejudicar a vida marinha.
     O McDonald’s estabeleceu uma meta em 2018 para reduzir as emissões de gases de efeito estufa de seus escritórios e restaurantes em 36% entre 2015 e 2030. Em 2021, a rede trocou alguns de seus brinquedos Happy Meal de plástico por brinquedos 3D baseados em papel que os clientes podem montar sozinhos.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/business/mcdonalds-testa-nova-tampa-sem-canudo-para-copos/ Acesso em 27 de janeiro de 2023.
Assinale a alternativa cuja palavra apresente dígrafo: 
Alternativas
Q2084496 Português

Texto 19 de maio. Belém. Durante a noite o Pedro I portou em Salinas pra emprestar um tapejara que nos guiasse através da foz traiçoeira do Amazonas e quando nos levantamos no dia de hoje bem cedinho já estávamos nela. Que posso falar dessa foz tão literária e que comove tanto quando assuntada no mapa?... A imensidão das águas é tão vasta, as ilhas imensas por demais ficam tão no longe fraco que a gente não encontra nada que encante. A foz do Amazonas é uma dessas grandezas tão grandiosas que ultrapassam as percepções fisiológicas do homem. Nós só podemos monumentalizá-las na inteligência. O que a retina bota na consciência é apenas um mundo de águas sujas e um matinho sempre igual no longe mal percebido das ilhas. O Amazonas prova decisivamente que a monotonia é um dos elementos mais grandiosos do sublime. É incontestável que Dante e o Amazonas são igualmente monótonos. Pra gente gozar um bocado e perceber a variedade que tem nessas monotonias do sublime carece limitar em molduras mirins a sensação. Então acha uma lindeza os barcos veleiros coloridos e acha cotuba a morte dos pretendentes, se prende ao horizonte plantado de árvores que a refração apara do firme das ilhas e ao livro de Jó. A foz do Amazonas é tão ingente que blefa a grandeza. Wordsworth, o quarteirão dos cinemas no Rio, “I Juca-Pirama ” são muito mais grandiosos.

Mas quando Belém principia diminuindo a vista larga a boniteza surge outra vez. Chegamos lá antes da chuva e o calor era tanto que vinha dos mercados um cheiro de carne-seca. Os barcos veleiros sentados no cais do Ver-o-peso sacudiam as velas roseadas azuis negras se abanando com lerdeza. Nos esperavam oficialmente no cais dois automóveis da Presidência prontinhos pra batalha de flores. Pra cada uma das companheiras do poeta um buquê famoso, fomos. Então passamos revista a todos os desperdícios da chegada. Só de noite nos reunimos pra janta excelente. Belém andara indagando dos nossos gostos e mantinha na esquina de boreste do hotel, um cinema. Fomos ver William Fairbanks em Não percas tempo, filme horrível. A noite dormiu feliz.


ANDRADE, Mário de. O turista aprendiz / Mário de Andrade ; edição de texto apurado, anotada e acrescida de documentos por Telê Ancona Lopez, Tatiana Longo Figueiredo ; Leandro Raniero Fernandes, colaborador. – Brasília, DF: Iphan, 2015. P. 68 – 70

Observe o seguinte texto:


    “... acha uma lindeza os barcos veleiros coloridos ...” Considere as palavras ‘acha’ – ‘veleiros’ – ‘pretendentes’ e analise as afirmativas:


I. Identifica-se a ocorrência de dígrafo em ‘acha’.

II. Em ‘veleiros’ apresenta-se ditongo crescente.

III. Tem-se um encontro consonantal em ‘barcos’.


É correto o que se afirma: 

Alternativas
Q4005512 Português

Essa espécie tem um desenvolvimento muito rápido - em apenas horas após a fecundação, a maioria dos órgãos dele já funciona. Para ter ideia, um peixe cresce em um dia o equivalente ao que um embrião humano demora um mês.



Disponível em:(https://curtlink.com/wLo6rh7. Adaptado.)



Assinale a opção que contenha somente palavras com encontros consonantais. 

Alternativas
Q2674452 Português

A fonética é o estudo dos sons da fala e trata dos fonemas, da pronúncia correta das palavras, da exata acentuação tônica e da configuração gráfica ou a escrita correta das palavras, denominada ortografia.


Considere esse conceito e leia a tirinha.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://www.nsctotal.com.br/noticias/confira-a-tira-do-armandinho-desta-terca-feira-4>.


Avalie o que se informa acerca das palavras que compõem o texto da tirinha.


I – A palavra “extintas” deve ser acentuada, pois se trata de uma paroxítona terminada em “s”.

II – A expressão “preguiças-gigantes” foi grafada com hífen porque corresponde a um adjetivo composto.

III – O último quadrinho da tira traz alguns vocábulos formados por ditongo, dígrafo e encontro consonantal.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q2671317 Português

Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.

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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica

-

  1. Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
  2. Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
  3. Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
  4. Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
  5. de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
  6. desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
  7. suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
  8. Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
  9. matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
  10. mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
  11. de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
  12. a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
  13. manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
  14. No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
  15. e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
  16. atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
  17. do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
  18. diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
  19. estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
  20. iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
  21. no sistema de saúde.
  22. Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
  23. ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
  24. operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
  25. treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
  26. e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
  27. fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
  28. internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
  29. de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
  30. Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
  31. modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
  32. disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
  33. extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
  34. em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
  35. simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
  36. permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
  37. oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
  38. a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
  39. paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
  40. cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
  41. considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
  42. fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
  43. oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
  44. como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
  45. pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
  46. simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
  47. novo paradigma na educação cirúrgica.

-

(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –

texto especialmente adaptado para esta prova).

Assinale a alternativa que mostra uma palavra retirada do texto em que NÃO há encontro consonantal.

Alternativas
Q2398924 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.


É verdade que, sem as abelhas, não existiria mais vida no planeta Terra?


Você gosta de morango? E de abobrinha? E de pepino, maracujá, tomate e kiwi? Esses alimentos parecem aleatórios, mas dividem uma particularidade muito interessante: sem as abelhas, eles não existiriam. Inclusive, sem as abelhas, nem nós estaríamos aqui para contar a história. Isso é, realmente, verdade?

Depende. O planeta Terra talvez continuasse fazendo parte da Via Láctea, mas não seria mais habitado por humanos e por muitos seres vivos. Fred Crema, especialista em vida selvagem do Projeto Araciara, explica que, se as abelhas acabarem, em cerca de dois anos não existirá mais ser humano. Afinal, sem abelhas, não há polinização; sem polinização, não há plantas; sem plantas, não há alimentos; sem alimentos, não há animais; sem alimentos e animais, não há homem.

Existe por volta de 308 mil espécies de plantas no mundo, sendo que 87% delas precisa de um intermediário, ou seja, de um ser vivo para que sua reprodução aconteça. As abelhas são responsáveis por 78% dessa intermediação, sendo que morcegos, borboletas, beija-flores, besouros e outros polinizadores ficam encarregados dos outros 22%.

Sem contar que algumas abelhas são responsáveis por polinizações específicas. Por exemplo, as da espécie Euglossa polinizam as orquídeas. E, caso você não saiba, a baunilha é uma orquídea, logo, sem a Euglossa, não teríamos aquele extrato natural aromático que colocamos em bolos.

Hoje, são três as principais ameaças para as abelhas: os agrotóxicos, o fumacê e as queimadas. Fred explica que os agrotóxicos são jogados nas plantações e, quando as abelhas polinizam as flores, acabam levando a substância consigo para "casa" e matando a colmeia inteira. O mesmo acontece com o fumacê, que mata as abelhas envenenadas. Com relação às queimadas, muitas se instalam em troncos de árvores e têm suas colmeias destruídas pelo fogo.

"Cerca de 350 espécies de abelhas são brasileiras, como aquela popularmente conhecida como 'abelhinha de cabelo'. Aquela abelha amarela e preta, a mais famosa, é euro-africana e chegou ao Brasil por um erro", conta o especialista do Projeto Araciara, que visa a proteção das abelhas nativas do Brasil.

Segundo Fred, há algumas maneiras de combatermos a extinção desse inseto essencial para a vida terrestre. A primeira e mais simples é plantando flores. "Quanto mais flor tiver, melhor, pois significa mais alimento para as abelhas".



(Disponível em: É verdade que, sem as abelhas, não existiria mais vida no planeta Terra?(msn.com). Adaptado.)

'O planeta Terra talvez continuasse fazendo parte da Via Láctea'.


É CORRETO afirmar que o vocábulo:

Alternativas
Q2238316 Português




E . Z https:/gauchazh.clcrbs.com.bridonnainoticia/2010/01/moacyr-soliar-os-tempos-da-vida-cipmingso0009 icngzfpênib.htmi> (adaptado)

Analise as palavras “preserva” — “chamada” — “páginas" e as afirmações que seguem.
I - Todas as palavras possuem o mesmo número de letras e de fonemas. II - Todas as palavras são trissílabas. III - Na palavra “preserva”, há um encontro consonantal imperfeito.
Das afirmativas acima, qual(is) está(ão) correta(s)? 
Alternativas
Q2119110 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


O que a Geração Z quer do trabalho? E por que saber isso é decisivo para o Brasil


Há uma equação a ser respondida urgentemente no Brasil. O que a Geração Z, nascidos entre 1997 e 2012, quer do trabalho? Apesar de o recorte geracional trazer de uma criança de 10 anos a um jovem adulto de 25, o tema será melhor afinado se ficarmos entre 16 e 25 anos. Inclui aqueles que saem do Ensino Médio até os que concluíram a universidade e entraram no mercado de trabalho. Em resumo: o que costumamos chamar de força produtiva, a próxima geração a ocupar os espaços profissionais e a construir os índices de riqueza e crescimento do país. No Brasil, representam 15% da população, cerca de 31 milhões de pessoas.

Conhecer profundamente esse contingente será decisivo num momento em que as transformações tecnológicas aceleram, em especial com avanços massivos em três grandes áreas: o 5G, a computação em nuvem e as soluções de Inteligência Artificial. Empregos e carreiras desaparecerão ou estarão sob soluções computacionais e robóticas. Por outro lado, novas habilidades comportamentais serão exigidas nas vagas ocupadas pelas pessoas.

Por isso, será decisivo estudar, conhecer e enxergar as expectativas dessa geração. Só com esse tipo de informação, poderemos debater políticas educacionais e profissionais que prevejam gargalos e escassez no médio prazo. Nos Estados Unidos, a National Society of High School Scholars realiza, sistematicamente, uma pesquisa para compreender jovens nessa faixa etária. No levantamento deste ano, 11,4 mil estudantes opinaram - 72% concluem o Ensino Médio entre este ano e os próximos dois. Os resultados levam a um perfil que, em termos produtivos, traz ingredientes que não eram decisivos para gerações anteriores. São respostas que valem ouro a empresas de ponta, porque são cruciais na atração e, especialmente, na manutenção de talentos.

De acordo com os autores da pesquisa, pode-se dizer que a Geração Z traz quatro pilares que aparecem o tempo inteiro nas respostas: desejo de equidade para todos, interesse crescente pelas áreas de saúde e carreiras de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, afeição pela aprendizagem e a ansiedade para viver um mundo pós-Covid. A questão da equidade, um clássico problema brasileiro, alastrou-se também pelos Estados Unidos, em especial após a crise imobiliária de 2008. Mais de um quinto (22%) disseram que as próprias experiências com desigualdade influenciaram na escolha da carreira, afirma o documento.

Para enfrentar o problema, eles acreditam que o papel de responsabilidade social e forma de impactar o mundo positivamente está nas áreas de direitos humanos, justiça social, saúde e inovação tecnológica. Curiosamente, a tecnologia será essencial nos campos do direito e da saúde. E, aqui, está a maior pista para empresas e recrutadores: trata-se de uma geração que chega ao mercado esperando mais que sucesso, oportunidades e desafios. Eles querem, também, flexibilidade de jornada, ambientes acolhedores e, especialmente, uma causa e um propósito. 


(Disponível em: O que a Geração Z quer do trabalho? E por que saber isso é decisivo para o Brasil (msn.com). Adaptado.)

O tema será melhor afinado se ficarmos entre 16 e 25 anos.

Assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q2066956 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras tem encontro consonantal.
Alternativas
Q2019489 Português
Entenda como a escrita pode ajudar no processo de tratamento de doenças

    Escrita terapêutica consiste em escrever livremente sobre pensamentos, sentimentos e situações, estimulando a criatividade e resolução de conflitos. Fazer listas de supermercado, anotar as tarefas da semana, colocar no papel os prós e contras diante de uma situação embaraçosa. Escrever pode tornar a rotina mais simples, otimizar processos de trabalho e ajudar a resolver problemas que parecem um grande quebra-cabeça.
    A lista de benefícios é longa e ainda conta com mais um item: o terapêutico. A escrita também pode ser utilizada como método complementar que permite ampliar a qualidade de vida de pacientes em tratamento contra o câncer, doenças cardiovasculares ou neurodegenerativas. Experiências difíceis transformadas em linguagem falada ou escrita podem aliviar os sentimentos angustiantes de quem está passando pela difícil vivência de uma doença grave.
   “A escrita terapêutica consiste em escrever livremente sobre seus pensamentos, sentimentos e situações. Não existe uma forma única correta, e o processo deve ser natural e do melhor jeito que possa expressar seus conteúdos. A prática estimula a criatividade, no sentido de resolução dos nossos conflitos e problemas. O processo de escrever sobre nossos conteúdos possibilita nos organizarmos, entendermos e nos aceitarmos melhor, além de trazer alívio minimizando sentimentos e emoções desconfortáveis”, afirma o psicólogo clínico Ricardo Milito, diretor científico do Instituto Bem do Estar.
     O especialista afirma que a escrita terapêutica contribui para o processo de autoconhecimento, que pode abrir caminho para mudanças no estilo de vida e melhorias para a saúde mental.
   “Uma das melhores maneiras de praticar o autoconhecimento é escrever sobre suas emoções, pensamentos e indagações, colocar para fora seus problemas e sentimentos disfuncionais e também suas reflexões sobre a vida. Quando escrevemos o que pensamos, sentimos e como agimos fica mais fácil termos consciência e avaliarmos tudo isso”, diz.
   Escritos ao longo do tratamento de doenças potencialmente fatais, três diários de pacientes e familiares que conseguiram se recuperar compõem o livro “Diário de uma angústia”, da editora Máquina de Livros, lançado neste mês.
    Os relatos são do jornalista Mauro Ventura, que teve um acidente vascular cerebral (AVC) aos 31 anos, da também jornalista Luciana Medeiros, que fez transplante de medula, e do médico e psiquiatra Fernando Boigues, que acompanhou a filha enfrentando um tumor cerebral aos 26 anos.
     Os autores afirmam que a ideia do livro surgiu em 2018, durante um evento na área de saúde no qual Mauro Ventura falou sobre a experiência do AVC, ao lado do pai, o jornalista Zuenir Ventura. Ao comentar que havia escrito um diário durante sua internação, um dos médicos presentes, Fernando Boigues, contou que havia feito o mesmo, mas durante a internação da sua filha Fernanda. A partir desse encontro, Mauro convidou para o livro Luciana Medeiros, que também havia escrito um diário durante o transplante de medula para tratar um linfoma de Manto.
   Embora semelhantes no formato e no propósito, os diários foram originalmente escritos em suportes diferentes: de Fernando, num caderno escolar, de Luciana, num blog, e de Mauro, em papéis soltos. Na primeira parte do livro, encontram-se os três relatos – “O livro da Nanda” (Fernando Boigues), “Diário do Manto” (Luciana Medeiros) e “Notas de uma mente em desalinho” (Mauro Ventura) – e a apresentação de Andrew Solomon, autor de best-sellers mundiais como “O demônio do meio-dia – Uma anatomia da depressão” e “Longe da árvore”.
    “Este livro se propõe a explicar como recuperar uma mente saudável quando seu corpo decepcionou você. É um guia para o seu espírito, que mostra como lidar com a lacuna traiçoeira entre um corpo sob ataque e uma mente triunfante. E uma mente triunfante muitas vezes serve não apenas para se curar, mas também para ajudar o corpo que ela ocupa”, escreve Solomon na apresentação do livro.
     Na segunda parte, a obra traz depoimentos de oito profissionais de saúde sobre a importância da comunicação com os pacientes e a humanização da medicina. São relatos de Margareth Dalcolmo (pneumologista), Christian Dunker (psicanalista), Lorraine Veran (médica clínica e paliativista), Luiz Roberto Londres (cardiologista) Margaret Waddington Binder (psicanalista e psicossomaticista), Mauro Fantini (biomédico, professor e palhaço), Ivan Santana (neurocirurgião) e Chrystina Barros (especialista em gestão de saúde).
      “Na prática médica, quem dá o diagnóstico não somos nós, é o doente; é o que ele nos narra”, afirma em seu depoimento a pneumologista Margareth Dalcolmo, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. À CNN, a pesquisadora em gestão de saúde Chrystina Barros conta que descobriu um câncer de mama durante a pandemia de Covid-19. “Tive a felicidade de contribuir com esse projeto para além do meu papel enquanto profissional, contando um pouquinho da minha vivência enquanto paciente de, no meio da pandemia, descobrir um câncer de mama. O que para alguns pode ser uma ironia do destino, por que eu trabalhei por mais de sete anos com oncologia, recebi como um presente por que eu pude navegar por toda a minha linha de cuidado, ter toda a assistência de uma outra perspectiva, ao mesmo tempo que mais facilitada”, afirma.
     Chrystina afirma que, apesar dos relatos marcantes presentes na obra, a mensagem principal dos autores é de esperança. “Eu sabia o que estava acontecendo e isso tudo, sem dúvida nenhuma, me impulsionou para buscar saber sobre felicidade, que é exatamente o outro ponto depois que a gente vive angústias e sofrimentos, é exatamente a emoção que a gente busca e que espera ter no saldo da vida. É um livro que expõe em muito do sentimento, da fragilidade e dos papeis que a gente pode ter enquanto paciente, família e profissional, mas todos nós em nossa humanidade. Essa é a grande contribuição para falarmos de angústia, mas deixando uma mensagem positiva”, completa.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-como-a-escritapode-ajudar-no-processo-de-tratamento-de-doencas/

Assinale a alternativa cuja palavra NÃO apresente dígrafo:
Alternativas
Q2019018 Português
Mais de 6 mil filhotes de tartarugas são soltos no Peru para repovoar a Amazônia

    Animais são das espécies tracajá, tartaruga-da-amazônia e cágado-de-barbicha, que estão ameaçadas. No processo, ovos ficam incubados artificialmente por 60 dias, até a eclosão. Mais de 6 mil filhotes de três espécies ameaçadas de tartarugas foram devolvidas à natureza progressivamente, em lagos e lagoas da Amazônia peruana, para colaborar com seu repovoamento, informou um órgão do governo local chamado Serviço Nacional de Áreas Naturais Protegidas (Sernanp).
   "No total, liberamos em lagos e rios da Amazônia 6.142 filhotes de tartarugas das espécies tracajá, tartaruga-da-amazônia e cágado-de-barbicha que estão ameaçadas na Amazônia", disse à AFP Gustavo Montoya, diretor do Parque Nacional Cordilheira Azul. "Com a liberação destas espécies em risco será possível repovoar lagoas e rios da Amazônia", acrescentou ele.
    Os animais foram liberados recentemente no Cushabatay e Shaypaya, afluentes do rio Ucayali, um dos principais do Peru. A tartaruga tracajá (Podocnemis unifilis) mede entre 30 e 40 cm de comprimento em sua fase adulta. A tartaruga-da-amazônia (Podonecmis expansa) tem, em média 1 metro. Já o cágado-de-barbicha (Phrynops geoffroanus) alcança de 25 a 30 cm.
    O Sernanp destacou que o número de filhotes liberados em 2022 representa mais de 70% do número de filhotes de quelônios aquáticos soltos em 2021, que foi de 4.424 filhotes.
    Segundo Montoya, o trabalho de repovoamento consiste em coletar e selecionar os ovos e transferi-los das praias naturais dos rios amazônicos para as praias artificiais que o Sernanp prepara em uma zona de segurança. Lá, os ovos ficam incubados artificialmente por 60 dias, até a eclosão.
     O Parque Nacional Cordilheira Azul fica na área de transição entre a selva alta e a planície amazônica entre os rios Huallaga e Ucayali, nas regiões de San Martín, Loreto, Ucayali e Huánuco. O parque tem área de 1,3 milhão de hectares e abriga 280 espécies de aves e 71 mamíferos.

Fonte: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/10/29/mais-de-6- mil-filhotes-de-tartarugas-sao-soltos-no-peru-para-repovoar-a-amazoniaveja-fotos.ghtml 
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO apresente dígrafo: 
Alternativas
Respostas
241: D
242: B
243: A
244: A
245: B
246: C
247: A
248: A
249: A
250: C
251: D
252: B
253: B
254: D
255: C
256: D
257: D
258: C
259: B
260: B