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Questões de Concurso Sobre divisão silábica em português

Foram encontradas 1.087 questões

Q4221759 Português
Leia o texto para responder à questão.

Crônica, de Martha Medeiros.

Tristeza é quando chove
quando está calor demais
quando o corpo dói
e os olhos pesam
tristeza é quando se dorme pouco
quando a voz sai fraca
quando as palavras cessam e o corpo desobedece
tristeza é quando não se acha graça
quando não se sente fome
quando qualquer bobagem
nos faz chorar
tristeza é quando parece
que não vai acabar. 
Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (demais, dói, vai).
Alternativas
Q4216675 Português
Considerando a classificação das palavras quanto ao número de sílabas, assinalar a alternativa em que as duas palavras são dissílabas.
Alternativas
Q4216632 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão


Algofobia


Trecho do livro “Sociedade paliativa” de autoria de Byung-Chul Han 


    “Dize tua relação com a dor, e te direi quem és!” Este ditado de Ernst Jünger pode ser extrapolado para a sociedade como um todo. A nossa relação com a dor mostra em que sociedade vivemos. Dores são cifras. Elas contêm a chave para o entendimento de toda a sociedade. Assim, cada crítica da sociedade tem de levar a cabo uma hermenêutica da dor. Caso se deixe a dor apenas a cargo da medicina, deixamos escapar o seu caráter de signo [Zeichencharakter].


    Hoje impera por todo lugar uma algofobia, uma angústia generalizada diante da dor. Também a tolerância à dor diminui rapidamente. A algofobia tem por consequência uma anestesia permanente. Toda condição dolorosa é evitada. Tornam-se suspeitas, entrementes, também as dores de amor. A algofobia se prolonga no social. Conflitos e controvérsias que poderiam levar a confrontações dolorosas têm cada vez menos espaço. A algofobia se estende também à política. A coação à conformidade e a pressão por consenso crescem. A política se orienta em uma zona paliativa e perde toda vitalidade. A “falta de alternativa” é um analgésico político. O “centro” difuso atua paliativamente. Em vez de debater e lutar pelos melhores argumentos, entregamo-nos à compulsão por sistema [Systemzwang]. Uma pós-democracia se anuncia. Ela é uma democracia paliativa. Por isso, Chantal Mouffe demanda uma “política agonística”, que não evita confrontações dolorosas. A política paliativa não é capaz de visões ou de reformas penetrantes. Ela prefere tomar analgésicos de curto efeito, que apenas aceleram disfunções e rejeições. A política paliativa não tem nenhuma coragem para a dor. Desse modo, o igual [das Gleiche] avança.


    Há uma mudança de paradigma no fundamento da algofobia atual. Vivemos em uma sociedade da positividade, que busca se desonerar de toda forma de negatividade. A dor é a negatividade pura e simplesmente. Também a psicologia segue essa mudança de paradigma e passa, da psicologia negativa como “psicologia do sofrimento”, para a “psicologia positiva”, que se ocupa com o bem-estar, a felicidade e o otimismo. Pensamentos negativos devem ser evitados. Eles devem ser substituídos imediatamente por pensamentos positivos. A psicologia positiva submete a própria dor a uma lógica do desempenho. A ideologia neoliberal da resiliência transforma experiências traumáticas em catalisadores para o aumento do desempenho. Fala-se até mesmo de crescimento pós traumático. O treino de resiliência como treino de resistência espiritual tem de formar, a partir do ser humano, um sujeito de desempenho permanentemente feliz, o mais insensível à dor possível.



A missão de felicidade da psicologia positiva e a promessa de um oásis de bem-estar medicamente produzível são irmanadas. A crise de opioides estadunidense tem [um] caráter paradigmático. Dela toma parte não apenas a cobiça material de uma empresa farmacológica. Antes há, em seu fundamento, uma suposição fatal para a existência humana. Só uma ideologia do bem-estar permanente pode levar a que medicamentos que eram originariamente usados na medicina paliativa sejam usados com grande pompa também nos saudáveis. Não por acaso o especialista em dor estadunidense David B. Morris já notava, décadas atrás: “Os americanos de hoje pertencem, provavelmente, à primeira geração da Terra que veem uma existência livre de dor como um direito constitucional. Dores são um escândalo”.



A sociedade paliativa coincide com a sociedade do desempenho. A dor é vista como um sinal de fraqueza. Ela é algo que deve ser ocultado ou ser eliminado por meio da otimização [wegzuoptimieren]. Ela não é compatível com o desempenho. A passividade do sofrer não tem lugar na sociedade ativa dominada pelo poder [Können]. Hoje se remove à dor qualquer possibilidade de expressão. Ela é, além disso, condenada a calar-se. A sociedade paliativa não permite avivar, verbalizar a dor em uma paixão.



A sociedade paliativa é, ademais, uma sociedade do curtir [Gefällt-mir]. Ela degenera em uma mania de curtição [Gefälligkeitswahn]. Tudo é alisado até que provoque bem-estar. O like é o signo, sim, o analgésico do presente. Ele domina não apenas as mídias sociais, mas todas as esferas da cultura. Nada deve provocar dor. Não apenas a arte, mas também a própria vida tem de ser instagramável, ou seja, livre de ângulos e cantos, de conflitos e contradições que poderiam provocar dor. Esquece-se que a dor purifica. Falta, à cultura da curtição, a possibilidade da catarse. Assim, sufocamo-la com os resíduos [Schlacken] da positividade, que se acumulam sob a superfície da cultura de curtição.



Fonte: Han, Byung-Chul. Sociedade paliativa: a dor hoje. 1.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2021.

No trecho “Nada deve provocar dor. Não apenas a arte, mas também a própria vida tem de ser instagramável, ou seja, livre de ângulos e cantos, de conflitos e contradições que poderiam provocar dor. Esquece-se que a dor purifica.”, no tocante à sílaba tônica das palavras “instagramável”, “livre” e “conflitos”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4209278 Português

Leia os textos Ve VI para responder à questão.


Texto V

 Fonte: https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/. Acesso em 27 abr. 2026.


Texto VI

Disponível em: < https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/>. Data da consulta: 27/04/2026

Acerca das informações do texto V, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4209274 Português

Leia os Textos III e IV a seguir para responder à questão.


Texto III

Fonte:https://www.instagram.com/p/Bn4BHTkBf1W/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ced20250-deab-4940-97d0-77d6b12b55d3>. Acesso em: 27 abr. 2026. 


Texto IV

Fonte: https://www.instagram.com/emplacados/p/Ci8Us0vue45/. Acesso em 27 abr. 2026. 

Analise as afirmações a seguir.
I- Em “PRECISA-SE DE DIARISTA QUE MORRE NO SERVIÇO”, há pelo menos uma palavra proparoxítona. II- A separação silábica correta da palavra DIARISTA é DIA-RIS-TA. III- A separação silábica correta da palavra DIARISTA é DI-A-RIS-TA.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4209270 Português
A separação silábica CORRETAdas palavras “LÂMPADA”, “EXCEÇÃO”, “DIVERSIDADE” e “APTO” está na alternativa:
Alternativas
Q4209267 Português

Leia os textos I e II para responder à questão.


As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).

Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.

Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.

Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.

No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.

A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.


Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado]. 


Texto II 

GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em: . Data da consulta: 01/07/2026

Em “Nos casos extremos, há tortura e assassinatos”, é CORRETO afirmar que, dentre as palavras sublinhadas: 
Alternativas
Q4209070 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I 

 

A Ética na Era Digital: Formando Cidadãos Conscientes e Responsáveis 


Celso Niskier

Presidente do Conselho de Administração da Abmes

Membro do Conselho Nacional de Educação e Reitor do Centro Universitário UniCarioca. 


Vivemos uma época em que as fronteiras entre o mundo físico e o digital se tornaram quase imperceptíveis. A internet, as redes sociais e as tecnologias inteligentes transformaram profundamente nossas formas de comunicar, aprender, trabalhar e conviver. Diante dessas mudanças, a educação enfrenta um desafio urgente e inadiável: formar cidadãos éticos para um mundo digital.


A ética digital não diz respeito apenas ao uso correto da tecnologia. Trata-se de um compromisso profundo com os valores que sustentam a convivência em sociedade – como o respeito, a responsabilidade, a empatia e a justiça – aplicados agora a contextos cada vez mais complexos. Em um universo onde dados, imagens e ideias circulam em tempo real, a consciência sobre os impactos de nossas ações ganha nova dimensão. Muitas vezes, jovens e adultos acessam e compartilham conteúdos sem refletir sobre suas consequências. Notícias falsas, discursos de ódio, cyberbullying, vazamentos de dados e manipulações algorítmicas são sintomas de um mundo digital ainda carente de maturidade ética. E é na escola que essa consciência precisa ser cultivada, com diálogo, reflexão crítica e formação de valores sólidos.


A educação ética no ambiente digital começa com a alfabetização digital crítica. Os estudantes devem ser preparados para identificar informações confiáveis, compreender o funcionamento das plataformas, questionar as narrativas dominantes e reconhecer os riscos associados à superexposição e à desinformação. Saber usar a tecnologia com segurança é apenas o ponto de partida.


As discussões sobre privacidade, consentimento, liberdade de expressão e responsabilidade digital devem fazer parte do cotidiano escolar. A formação ética não se dá apenas por meio de regras e orientações, mas pela vivência e pelo exemplo. Professores e gestores precisam criar espaços seguros para o debate, promovendo uma cultura de respeito, escuta e corresponsabilidade.


Além disso, é essencial estimular a empatia digital. Ensinar os alunos a se colocarem no lugar do outro também no ambiente virtual é uma forma de humanizar a tecnologia. A convivência digital exige as mesmas qualidades da convivência presencial: gentileza, diálogo, tolerância às diferenças e capacidade de resolver conflitos de forma não violenta.


A ética na era digital é também uma questão de cidadania. O uso consciente da tecnologia fortalece a democracia, promove o bem comum e combate desigualdades. Os estudantes precisam compreender que são agentes ativos nesse processo: suas escolhas importam, suas vozes têm poder e sua atuação pode contribuir para uma internet mais segura, justa e inclusiva.


Formar cidadãos éticos para o mundo digital é formar seres humanos completos para a vida. Não se trata de resistir à tecnologia, mas de guiar sua utilização com sabedoria e responsabilidade. Em tempos de transformação acelerada, é a ética que nos dá rumo. E é a educação que nos dá as ferramentas para praticá-la com profundidade, consistência e coragem.


Fonte:https://abmes.org.br/blog/detalhe/18952/a-etica-na-era-digital-formando-cidadaos-conscientes-e-responsaveis Acesso em 18 abr. 2026

 A palavra “ética” é acentuada por ser:
Alternativas
Q4208944 Português

Assinale a alternativa que apresenta a palavra com a divisão silábica correta. 

Alternativas
Q4207283 Português
Assinale a alternativa em que a separação silábica das duas palavras está correta.
Alternativas
Q4207090 Português
Assinale a alternativa que apresenta o vocábulo com as sílabas separadas CORRETAMENTE
Alternativas
Q4204108 Português
Em uma lista de palavras utilizadas no dia a dia, analisa-se a posição da sílaba tônica. Considerando a classificação quanto à sílaba tônica, é correto afirmar:
Alternativas
Q4203871 Português
Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam separação silábica CORRETA:
"O menino encontrou um tesouro escondido durante a aventura narrada no livro." 
Alternativas
Q4199099 Português
Amêndoas

As amêndoas são ricas em ácidos graxos monoinsaturados e vitamina E.

Descobriu-se que seu consumo regular pode ajudar a combater o diabetes e promover a saúde cardiovascular, reduzindo o colesterol "ruim" e promovendo o "bom" colesterol.

Em um estudo, cientistas pediram a 77 adultos que ingerissem 320 calorias em amêndoas ou biscoitos todos os dias, por 12 semanas.

Todos os participantes apresentavam fatores de risco de doenças crônicas, como doenças cardíacas ou diabetes tipo 2, incluindo hipertensão arterial.

Ao final das 12 semanas, os que comeram amêndoas apresentaram níveis mais baixos de colesterol "ruim", melhor saúde intestinal e menos inflamações.

Um estudo de 2022 envolveu 87 pessoas que comeram uma porção de amêndoas inteiras ou moídas, ou um muffin, todos os dias por quatro semanas.

A conclusão foi que comer amêndoas inteiras ou moídas aumenta a ingestão de ácidos graxos monoinsaturados, fibras, potássio e outros nutrientes importantes.

Os pesquisadores descobriram que os níveis de butirato eram significativamente mais altos entre os participantes que comeram amêndoas. O butirato é um ácido graxo de cadeia curta que alimenta as células que revestem o cólon.

Estas células fornecem condições ideais para o desenvolvimento dos micróbios intestinais, para a saúde e fortalecimento das paredes intestinais e para a melhor absorção de nutrientes.

Além disso, as pessoas que comeram amêndoas apresentaram 1,5 movimento intestinal por semana a mais que os outros grupos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9v09ykk7v2o 
"Os pesquisadores descobriram que os níveis de butirato eram significativamente mais altos entre os participantes que comeram amêndoas. O butirato é um ácido graxo de cadeia curta que alimenta as células que revestem o cólon."
Analise a divisão silábica das palavras presentes no trecho:
I.significativamente = si-gni-fi-ca-ti-va-men-te.
II.cólon = có-lon.
III.cadeia = ca-de-ia.
IV.níveis = ní-veis.

Assinale a alternativa que apresenta a separação silábica correta. 
Alternativas
Q4186954 Português
TEXTO I

Menos da metade dos brasileiros tem domínio de tarefas digitais avançadas

Pesquisa da CNI indica defasagem em habilidades ligadas à tecnologia e diferença entre faixas etárias

Victória Batalha

    O novo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 44,5% dos brasileiros apresentam nível médio-alto ou alto nesse tipo de habilidade, que inclui uso de inteligência artificial, planilhas e configuração de sistemas. Quando consideradas também atividades básicas, o índice de domínio sobe para pouco mais de 54%. A pesquisa “Retratos da Sociedade Brasileira: mercado de trabalho na visão da população” divulgou os dados nesta sexta-feira, 17.
    Diferença entre idades expõe lacuna
    A especialista em Políticas e Indústrias da CNI, Cláudia Perdigão, disse que o brasileiro precisa se capacitar para continuar acompanhando o avanço da tecnologia, como a indústria 4.0, a robotização e a inteligência artificial.
    Os dados revelam uma diferença relevante entre faixas etárias. Jovens de 16 a 24 anos concentram os maiores índices de domínio, com 65,7%. Na sequência aparecem pessoas de 25 a 34 anos, com 63,2%. A partir daí, o percentual recua de forma progressiva. Entre 35 e 44 anos, fica em 53,4%. Na faixa de 45 a 59 anos, cai para 36%. Entre os brasileiros com 60 anos ou mais, o índice chega a 9,9%.
  A avaliação da CNI indica necessidade de maior qualificação da população para acompanhar o avanço das tecnologias, especialmente em áreas ligadas à automação e à inteligência artificial.
   O estudo também menciona análise do Observatório Nacional da Indústria sobre novas ocupações ligadas à IA. A entidade identifica seis funções emergentes, com potencial de gerar ao menos 4.950 vagas.
    A pesquisa foi realizada pelo instituto Nexus, com 2 mil entrevistados de 16 anos ou mais, distribuídos pelos 26 Estados e pelo Distrito Federal. As entrevistas ocorreram entre 10 e 15 de outubro de 2025. 

Fonte: BATALHA, Victória. Menos da metade dos brasileiros tem domínio de tarefas digitais avançadas. https://revistaoeste.com/tecnologia/menos-da-metade-dos-brasileiros-temdominio-de-tarefas-digitais-avancadas
Analise as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede:

( ) Em “...que inclui uso de inteligência artificial” (1º par.), quanto à Formação de Palavras, o Substantivo em destaque sofreu um tipo de derivação em relação ao verbo primitivo “usar”.
( ) Em “A especialista em Políticas e Indústrias da CNI, Cláudia Perdigão, disse que o brasileiro precisa se capacitar para continuar acompanhando o avanço da tecnologia, como a indústria 4.0, a robotização e a inteligência artificial.” (2º par.), é correto afirmar que, a depender da dupla possibilidade de separação silábica, as duas últimas palavras podem pertencer à mesma regra de acentuação da primeira quanto à tonicidade.
( ) Em “A partir daí, o percentual recua de forma progressiva.” (3º par.), o vocábulo em destaque foi acentuado por se tratar de uma palavra oxítona.
( ) Em “A avaliação da CNI indica necessidade de maior qualificação da população para acompanhar o avanço das tecnologias” (4º par.), a expressão em destaque sofreu o processo de Abreviação vocabular quanto à formação de palavras.
( ) Em “O estudo também menciona análise do Observatório Nacional da Indústria sobre novas ocupações ligadas à IA.” (5º par.), os vocábulos em destaque são palavras derivadas que sofreram o mesmo tipo de processo de formação de palavra.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se pela ordem a seguinte sequência:
Alternativas
Q4186885 Português
Leia o texto para responder à questão..

Feliz por nada. (Martha Medeiros).


Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.

Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou.

Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.

Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.

Feliz por nada, nada mesmo?

Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza. “Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?

Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma.

Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.

Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.

Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre.

Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?

A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.

Ser feliz por nada talvez seja isso.
Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (maio, prosaicos, igual). 
Alternativas
Q4184531 Português
Qual é a separação silábica correta da palavra “criatividade”? 
Alternativas
Q4184405 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica da palavra “exageradas”, retirada do texto. 
Alternativas
Q4184129 Português
A divisão silábica correta da palavra “caixa” é:
Alternativas
Q4183582 Português

Maneiras simples de diminuir o consumo de sal


Por Equipe Sempre Bem


   


(Disponível em: semprebem.paguemenos.com.br/posts/saude/diminuir-o-consumo-de-sal – texto adaptado especialmente para esta prova).

A correta separação silábica da palavra “saborosos” é: 
Alternativas
Respostas
41: D
42: D
43: A
44: D
45: C
46: A
47: B
48: A
49: B
50: A
51: A
52: C
53: A
54: B
55: C
56: A
57: E
58: C
59: B
60: B