Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q1309484 Português

O que será de mim daqui __ um mês, __ um dia, __ uma hora?

As lacunas acima são preenchidas correta e respectivamente por:

Alternativas
Q1309462 Português
Marque a alternativa em que ocorre NÃO ocorre erro no uso do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q1305420 Português

Cem cruzeiros a mais

Fernando Sabino


Ao receber certa quantia num guichê do Ministério, verificou que o funcionário lhe havia dado cem cruzeiros e mais. Quis voltar para devolver, mas outras pessoas protestaram: entrasse na fila.

Esperou pacientemente a vez, para que o funcionário lhe fechasse na cara a janelinha de vidro:

– Tenham paciência, mas está na hora do meu café. Agora era uma questão de teimosia. Voltou à tarde, para encontrar fila maior – não conseguiu sequer aproximar-se do guichê antes de encerrar-se o expediente.

No dia seguinte era o primeiro da fila:

– Olha aqui: o senhor ontem me deu cem cruzeiros a mais.

– Eu?

Só então reparou que o funcionário era outro.

– Seu colega, então. Um de bigodinho.

– O Mafra.

– Se o nome dele é Mafra, não sei dizer.

– Só pode ter sido o Mafra. Aqui só trabalhamos

eu e o Mafra. Não fui eu. Logo…

Ele coçou a cabeça, aborrecido:

– Está bem, foi o Mafra. E daí?

O funcionário lhe explicou com toda urbanidade que não podia responder pela distração do Mafra:

– Isto aqui é uma pagadoria, meu chapa. Não posso receber, só posso pagar. Receber, só na recebedoria. O próximo!

O próximo da fila, já impaciente, empurrou-o com o cotovelo. Amar o próximo como a ti mesmo! Procurou conter-se e se afastou, indeciso. Num súbito impulso de indignação – agora iria até o fim – dirigiu-se à recebedoria. 

– O Mafra? Não trabalha aqui, meu amigo, nem nunca trabalhou.

– Eu sei. Ele é da pagadoria. Mas foi quem me deu os cem cruzeiros a mais.

Informaram-lhe que não podiam receber: tratava-se de uma devolução, não era isso mesmo? E não de pagamento. Tinha trazido a guia? Pois então?

Onde já se viu pagamento sem guia? Receber mil cruzeiros a troco de quê?

– Mil não: cem. A troco de devolução.

– Troco de devolução. Entenda-se.

– Pois devolvo e acabou-se.

– Só com o chefe. O próximo!

O chefe da seção já tinha saído: só no dia seguinte. No dia seguinte, depois de fazê-lo esperar mais de meia hora, o chefe informou-se que deveria redigir um ofício historiando o fato e devolvendo o dinheiro.

– Já que o senhor faz tanta questão de devolver.

– Questão absoluta.

– Louvo o seu escrúpulo.

– Mas o nosso amigo ali do guichê disse que era só entregar ao senhor – suspirou ele.

– Quem disse isso?

– Um homem de óculos naquela seção do lado de lá. Recebedoria, parece.

– O Araújo. Ele disse isso, é? Pois olhe: volte lá e diga-lhe para deixar de ser besta. Pode dizer que fui eu que falei. O Araújo sempre se metendo a entendido!

– Mas e o ofício? Não tenho nada com essa briga, vamos fazer logo o ofício.

– Impossível: tem de dar entrada no protocolo.

Saindo dali, em vez de ir ao protocolo, ou ao Araújo para dizer-lhe que deixasse de ser besta, o honesto cidadão dirigiu-se ao guichê onde recebera o dinheiro, fez da nota de cem cruzeiros uma bolinha, atirou-a lá dentro por cima do vidro e foi-se embora.

No trecho: “Voltou à tarde...” Há o emprego da crase por se tratar de uma locução adverbial feminina de:
Alternativas
Q1301609 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.


As lacunas das linhas 05 e 36 podem ser respectivamente preenchidas de forma correta por:
Alternativas
Q1300262 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Fonte: https://www.midiamax.com.br/bichos-silvestres-em-areas-urbanas-sao-cada-vez-mais-frequentes/ (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considere as seguintes propostas de substituição de estruturas do texto:
I. ‘ao longo’ (l. 04) por à margem. II. ‘aos centros urbanos’ (l. 10) por às áreas urbanas. III. ‘a esse setor’ (l. 31) por à essa divisão.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1300250 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.



Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2016/02/1741366-com-urbanizacao-bichossilvestres-invadem-e-se-adaptam-as-cidades.shtml (Texto adaptado especialmente para esta prova.) 
Assinale a alternativa que completa com correção as lacunas pontilhadas das linhas 05 e 25 respectivamente.
Alternativas
Q1299749 Português
Assinale a frase correta quanto ao uso dos pronomes de tratamento e da crase.
Alternativas
Q1297425 Português

Leia o texto.

O dono da bola


O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
— Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
— Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo…
— Espírito esportivo, nada! — berrava Caloca. — E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
— Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
— Se eu não for o capitão do time, vou embora!
— Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
— Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou vermelhinho de raiva:

— A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

— Pois é isso mesmo! — disse o Beto, zangado. — É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

— Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

— Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

— Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!

— Viva!

— Viva o Catapimba!

— Viva!

— Viva o Carlos Alberto!

— Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

— Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!


Ruth Rocha

Observe a frase retirada do texto:

“A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro.”

Sobre ela, assinale a alternativa verdadeira.

Alternativas
Q1296190 Português

Julgue o item, considerando a estruturação linguística do texto.


Na linha 23, ocorre o fenômeno da crase por força da regência do nome “favoráveis”, que exige a preposição “a”, e da presença de artigo definido diante de palavra feminina.
Alternativas
Q1294818 Português

assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que se apresentam.

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1294463 Português
Considerando-se as normas gramaticais, analisar os itens abaixo:
I - Em “Mas nem mesmo o homem mais poderoso do mundo pôde evitar uma repetição da tragédia.” (segundo parágrafo), o verbo sublinhado está conjugado incorretamente. II - Em “Surgiu há pouco mais de um século.” (primeiro parágrafo), a utilização do verbo “haver” está correta, pois se trata de um tempo decorrido. III - Em “Nós só podemos olhar as cenas e lamentar, porque não há muito que se possa fazer para influenciar a situação” (segundo parágrafo), a palavra sublinhada deve ser craseada, pois se trata da contração do artigo “a” com a preposição “a”.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1294338 Português
Sobre o uso da crase no texto, avalie as assertivas que seguem:

I. Na linha 23, a substituição de ‘um bom aproveitamento’ por ‘uma boa serventia’ acarretaria o uso da crase, objetivando a correção gramatical.
II. Na linha 32-33, mesmo que ocorresse a substituição do termo ‘alunos e professores’ por ‘alunas e professores’, o uso da crase não ocorreria, visto que uma das condições necessárias não estaria presente.
III. Na linha 35-36, identifica-se um erro na expressão ‘frente a frente’, a qual deveria ser grafada com crase.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1293089 Português

Texto para a questão.




Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).

Assinale a alternativa correta em relação a aspectos linguísticos do texto.
Alternativas
Q1292440 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Como as pessoas com quem convivemos afetam nossa forma de ver o mundo

Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://super.abril.com.br/blog/comopessoas-funcionam/como-as-pessoas-com-quem-convivemos-afetam-nossa-forma-de-ver-o-mundo/. Acesso em 15 mai 2018.

Sobre a utilização do acento indicativo da crase, analise as seguintes afirmativas:


I. Na frase “você pode pensar que a maioria das pessoas tem as mesmas opiniões políticas que as suas” (l. 06 e 07), a crase deveria ser empregada antes do pronome “suas”.

II. A frase “tendemos a achar que ninguém mais tem conseguido manter um relacionamento sério” (l. 13 e 14) está, entre outros aspectos, escrita conforme a Norma Culta por não haver crase antes do verbo “achar”.

III. A frase “é fácil se sentir fracassado e achar que sua vida está muito pior que a da maioria das pessoas do mundo” (l. 25 e 26) poderia ser reescrita sem defecções da seguinte forma: “é fácil se sentir fracassado e achar que sua vida está muito pior em relação à da maioria das pessoas do mundo”.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1292402 Português

Considere os dispostos a seguir:


I A mulher dedicou a vida à ajudar os mais necessitados.

II Hoje, teremos um delicioso risoto à primavera para o almoço.

III Os garotos já compraram os ingressos para assistirem às finais do campeonato de basquete.


Quanto ao emprego da crase, está CORRETO o apresentado em:

Alternativas
Q1292358 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Facebook: hora de compartilhar ou desgrudar?
Por Alexandre Matias

Disponível em: https://www.livrariacultura.com.br/revistacultura/reportagens/facebook - adaptação.
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das linhas 03, 08, 15 e 33.
Alternativas
Q1292216 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 02, 03, 07 e 54.
Alternativas
Q1291675 Português

Leia atentamente o Texto para responder a questão.

(Texto)



A crase em “[...] enviá-la à Terra para análise.” (linhas 26 e 27) foi empregada, pois:
Alternativas
Q1291573 Português
Leia o texto.

Pechada

O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!

Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?

— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são português.

O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.

Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.

— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.

A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

—– O que foi que ele disse, tia? — quis saber o gordo Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso? — Gaúcho… Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
—Nós vinha…
—Nós vínhamos.
— Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.

A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.

“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido. Pechada.

— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pechada. Revista Nova Escola. São Paulo, maio 2001
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) As vírgulas em: “Fala, Gaúcho” e “Fala, Pechada” foram usadas pelo mesmo motivo: separar vocativo. ( ) Em “pechar se refere à bater” o uso da crase está correto. ( ) No texto, Jorge era o único a implicar com Rodrigo. ( ) Na frase “O pai atravessou a sinaleira”, a expressão sublinhada pode ser trocada por “colidiu com a sinaleira”. ( ) Está correto o uso da crase em: “Ela se referiu àquele garoto e parecia alheia às outras questões”.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
6281: C
6282: D
6283: B
6284: C
6285: C
6286: A
6287: D
6288: E
6289: C
6290: A
6291: A
6292: B
6293: B
6294: E
6295: E
6296: B
6297: B
6298: A
6299: A
6300: C