Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q2515426 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao uso da crase:
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Q2514793 Português



Internet:<g1.globo.com (com adaptações).

Quanto aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


O emprego do acento indicativo de crase em “às pessoas” (linha 23) justifica‑se pela regência do verbo requerer — “requer” — e pelo emprego do artigo definido anteposto ao vocábulo “pessoas”. 

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Q2514318 Português
  O mundo vem se tornando um lugar mais violento do que no começo deste século e deve chegar ao fim do ano com pelo menos oito grandes guerras, além de dezenas de conflitos armados em busca de territórios ou governos, alertam pesquisadores.

  Junto à guerra entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, que desde 7 de outubro acumula milhares de mortos, e à invasão russa contra a Ucrânia, que completou dois anos em fevereiro de 2024, conflitos armados em grande escala estão acontecendo neste momento em Burkina Faso, Somália, Sudão, Iêmen, Mianmar, Nigéria e Síria.

  "É seguro dizer que haverá pelo menos oito guerras, mas provavelmente mais, e possivelmente dez (até o fim do ano)", diz à BBC News Brasil Therese Petterson, coordenadora do Uppsala Conflict Data Program (UCDP), um projeto sueco que pesquisa, organiza e publica dados verificados sobre conflitos e é usado como referência por órgãos da ONU, pelo Banco Mundial e outras entidades internacionais.

  Existem diferentes interpretações sobre a definição de guerras e conflitos. Uma das mais adotadas, usada pelo UCDP e grupos internacionais de estudos sobre guerra e paz, tem o número de mortes como parâmetro, definindo como guerras os conflitos que atingem pelo menos mil mortes em batalhas em um ano.

  Já conflitos armados são as disputas por territórios ou governos que resultam em pelo menos 25 mortes em batalhas em um ano. "O número de conflitos cresceu e o número de mortes relacionadas com combates aumentou 97% só em 2022, com uma alta de mais de 400% desde o início da década de 2000", diz à BBC News Brasil Magnus Öberg, diretor do UCDP. 

  O alerta é compartilhado por Paul B. Stares, chefe do Centro de Ação Preventiva, do Council of Foreign Relations, um grupo de pesquisa que mapeia conflitos globais baseado em Washington, nos EUA.

  "Várias organizações observaram definitivamente um aumento nos níveis de conflitos armados nos últimos anos, após décadas em que permaneceram historicamente baixos", diz o pesquisador à BBC News Brasil.

  "Muitos fatores podem explicar isto, desde as crescentes tensões econômicas e sociais sobre Estados frágeis até ao aumento das tensões entre as grandes potências e até mesmo aos efeitos iniciais das mudanças climáticas", ele diz. Muitas destas guerras e conflitos, no entanto, não ganham atenção ao redor do mundo, mesmo com índices altos de mortos e destruição.

Ricardo Senra Role, da BBC News Brasil em Londres. https://www.bbc.com/portuguese/articles/c192m733 912o 
[Questão Inédita] O emprego do sinal indicativo da crase na palavra destacada é obrigatório, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
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Q2513779 Português
Texto para a questão.




Djamila Ribeiro. Pequeno Manual Antirracista. Companhia das Letras, 2019 (com adaptações). 
Acerca do uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2513469 Português
Texto para a questão.


Roland Barthes. Aula. São Paulo: Cultrix, 2007 (com adaptações). 
No trecho “ligado à história inteira do homem, e não somente à sua história política” (linhas 28-29), o emprego do acento indicativo de crase no vocábulo “à” é
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Q2511674 Português

Leia com atenção o texto a seguir para responder às questão.

Texto 1

Tentação


    Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.

    Na rua vazia as pedras vibravam de calor - a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava.

Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo-nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde. Numa terra de morenos, ser ruivo era uma revolta involuntária. Que importava se num dia futuro sua marca ia fazê-la erguer insolente uma cabeça de mulher? Por enquanto ela estava sentada num degrau faiscante da porta, às duas horas. O que a salvava era uma bolsa velha de senhora, com alça partida. Segurava-a com um amor conjugal já habituado, apertando-a contra os joelhos. 

    Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo. 

    Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro.

    A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.

    Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava-o sob os cabelos, fascinada, séria. Quanto tempo se passava? Um grande soluço sacudiu-a desafinado. Ele nem sequer tremeu. Também ela passou por cima do soluço e continuou a fitá-lo.

    Os pêlos de ambos eram curtos, vermelhos.

    Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe-se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe-se também que sem falar eles se pediam. Pediam-se com urgência, com encabulamento, surpreendidos.

    No meio de tanta vaga impossibilidade e de tanto sol, ali estava a solução para a criança vermelha. E no meio de tantas ruas a serem trotadas, de tantos cães maiores, de tantos esgotos secos - lá estava uma menina, como se fora carne de sua ruiva carne. Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam.

    Mas ambos eram comprometidos.

    Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.

    A dona esperava impaciente sob o guarda-sol. O basset ruivo afinal despregou-se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou-o com olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê-la dobrar a outra esquina.

    Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.


Fonte: (LISPECTOR, Clarice. Tentação. In Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998, p. 46-48.)

Levando em consideração o uso da crase no trecho: “Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona”, há ocorrência da crase está(ão) CORRETA(S) em:
I- Ela sentou-se junto à mim. II- Cheguei às cinco horas da tarde. III- Estou à procura de um amor. IV- Às vezes, elas saíam andando à toa. V- O povo não deve se submeter àquele tipo de político corrupto.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q2511552 Português
Em relação ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas no título do texto e nas linhas 01 e 09. 
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Q2510565 Português
Assinale a única alternativa em que o uso das regras de regência e do acento indicativo de crase foram respeitadas. 
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Q2510562 Português
Assinale a única alternativa em que houve erro no uso do acento indicativo de crase.
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Q2510299 Português
Letramento informacional: como sobreviver à internet
Fernanda Oliveto


    Era 1917, duas meninas criativas e talentosas, Elsie e a prima Frances Griffiths, em Bradford, Inglaterra, criaram uma fake news tão aparentemente real que chegaram a enganar o grande Arthur Conan Doyle. Ele escreveu um livro sobre o caso (The coming of the fairies) e produziu artigos para revistas, entre os quais Fairies photographed e Strand Magazine.

    Tratava-se de fotos que registravam encontros das meninas com fadinhas encantadas. O caso ficou conhecido como as Fadas de Cottingley. Apenas na década de 1980, o editor do British Journal of Photography à época, Geoffrey Crawley, pôs fim à questão, provando que as fadas eram de papel e estavam suspensas por fios.

    Eis uma prova evidente do poder de manipulação da verdade. Nas mãos das primas inglesas, o caso tomou ares pitorescos, até pela ingenuidade da invenção. Mas o que poderia ter acontecido se, em vez de fadas, fosse algo menos lúdico, com viés acusatório, para prejuízo de alguém? Afinal, é relativamente fácil modificar dados, maquiá-los e utilizá-los para finalidades diversas. Hoje, com a internet, assistimos, quase que impotentes, à proliferação de notícias falsas e golpes de todo tipo.

    A era da informação trouxe o progresso para vários setores mas também trouxe bruxas no lugar de fadas. Diante do avanço das tecnologias de informação e comunicação (TICs), é preciso discutir, a partir de um olhar crítico, cauteloso e não negativista, as possibilidades de enfrentamento dos riscos a que a sociedade está sujeita, de modo especial as crianças, por serem mais vulneráveis.

    A fim de lidar com as fakes news e com a exposição de dados pessoais, a educação sustenta-se como a melhor estratégia para estimular o pensamento dialógico e crítico e desenvolver competências em letramento informacional. Kelley Gasque, pesquisadora do tema e professora da Universidade de Brasília (UnB), define letramento informacional como o processo de desenvolvimento de competências para localizar, selecionar, acessar, organizar, usar informação e gerar conhecimento, visando à tomada de decisão e à resolução de problemas. Segundo a autora, o letramento informacional capacita os aprendizes para a busca e o uso da informação de maneira eficiente e eficaz.

    Uma das lições que a pandemia de covid-19 trouxe foi a iminência de serem desenvolvidas competências informacionais para a sobrevivência no mundo hiperconectado. Para que isso ocorra, e não será algo tempestivo, mas em longo prazo, o letramento informacional deve ser um conteúdo obrigatório nos planos de curso desde a infância.

    Com a inserção de questões como comportamento informacional, identificação de fontes confiáveis, navegação segura, proteção de dados e informações pessoais, a criança em formação aprenderá um verdadeiro protocolo para a navegação defensiva, ou seja, a navegar na internet, realizar buscas por informações, flanar por páginas de sites diversos, fazer compras em lojas de e-comércio, participar de redes sociais, ir a consultas remotas, pagar contas em bancos virtuais e fazer todo tipo de procedimento possível através da rede.

    Agindo com cautela, de maneira defensiva, a sociedade conseguirá ter mais liberdade para fazer escolhas virtuais sem que, para isso, tenha de pagar o preço alto de ter sua vida exposta ou sua conta zerada por algum hacker. A capacidade de agir com criticidade diante do bombardeio de informações a que somos expostos diariamente é um dos alicerces do letramento informacional. Com esse objetivo, pretende-se que a sociedade desenvolva uma postura reflexiva e crítica e seja incentivada, desde a idade escolar, a agir de forma consciente de sua posição no mundo globalizado. Entretanto, há muito o que se fazer, em especial no Brasil, para que o letramento informacional seja uma realidade para a população e consiga colher os frutos almejados com o amadurecimento e a implementação da proposta.

    As seduções das TICs são muitas e apelam para todos os sentidos — sobretudo o visual. Não só palavras, mas também imagens são manipuladas para apresentar uma verdade forjada (lembram-se das fadas?), cuja intenção é ludibriar e conservar o interesse de uma minoria cujos interesses são manter seu domínio econômico e político.

    O letramento informacional sustenta-se como uma das formações mais relevantes no momento, pois, sem ele, vive-se à margem de tudo, das questões políticas, da defesa dos direitos, da proteção à própria vida, da conservação da biodiversidade, entre outros temas relevantes dos quais ficará alijado. Nesse contexto, o letramento informacional é, portanto, uma ferramenta para a cidadania, um instrumento que dota o ser da CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO NORTE – CREA/RN EDITAL Nº 001/2024 Concurso Público para o provimento de cargos de seu quadro de pessoal e para formação de cadastro de reserva – CREA/RN 3 capacidade de se nutrir da informação da melhor forma possível. Além disso, promove a construção do conhecimento e exercita a indagação, o aprendizado e o posicionamento do ser no contexto em que vive.

    Agir assim é ser protagonista da própria história, é exercer, em plenitude, a cidadania. O futuro está traçado em bytes, megabytes, de forma que não é possível fugir da tecnologia, até porque ela traz inúmeras vantagens e perspectivas interessantes para todas as áreas do conhecimento. O desafio é conviver com as dicotomias da tecnologia, dotando-se de competências para reconhecer e, se não debelar, minimizar os prejuízos.
Disponível em: . Acesso em: 04 abr. 2024. [texto adaptado] 

Considere o período:


Hoje, com a internet, assistimos, quase que impotentes, à proliferação de notícias falsas e golpes de todo tipo. 


O verbo desse período apresenta, nesse contexto linguístico, 

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Q2510063 Português
Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde


    É comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem para a saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.

    Segundo a revista British Journal of Sports Medicine, caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%. “Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício ___ saúde”, informam os pesquisadores.

    Já de acordo com o American Council of Exercise, mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo — e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde. “De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental”.

    A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda ___ conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. “Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde”, informa a ACE.

    Pesquisas apontam para a importância de “bairros que podem ser percorridos ___ pé” e da “caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais”.

    Em tempos em que diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma “epidemia de solidão” entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes ___ de um “amigo do fitness”. “Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada”.

National Geographic Brasil. Adaptado
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas no texto CORRETAMENTE.
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Q2509416 Português

  É tempo de pensarmos em nós

Por Alvoni Medina



(Disponível em: https://www.correiodopovo.com.br/blogs/2.221/%C3%A9-tempo-de-pensarmos-em-n%C3%B3s-1.1457246 – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nas linhas 07, 11 e 14.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDHTEC Órgão: Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA Provas: IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Inspetor de Vigilânica Sanitária | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Gestor em infraestrutura - Arquiteto | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Assistente Social | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Auditor Saúde Pública | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Cirurgião Dentista | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Enfermeiro (a) | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Farmacêutico | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Fisioterapeuta | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Fonoaudiólogo | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Prof(a) (Lic em Pedagodia) - Zona Urbana | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Prof(a) (Lic em Pedagodia) - Zona Rural | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Professor Anos Finais - História | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Professor Anos Finais - Licenciatura em Letra | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Professor Anos Finais - Lic. em Educação Física | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Professor Anos Finais - Matemática | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Prof(a) (Lic em Pedagodia) - Educação Infantil/Creche | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Profissional de Educação Física | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Psicólogo | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Nutricionista | IDHTEC - 2024 - Prefeitura de Presidente Tancredo Neves - BA - Médico Clínico Geral |
Q2508000 Português
TEXTO 1


A Academia Brasileira de Letras anunciou nesta semana a adição da palavra “Dorama” à língua portuguesa. O termo é o nome dado às novelas asiáticas que caíram no gosto do público nos últimos anos, depois de despontarem como atrações populares em diversas plataformas de streaming.

Segundo a descrição da ABL, Dorama passa a ser definido na Língua portuguesa como uma “obra audiovisual de ficção em formato de série, produzida no leste e sudeste da Ásia, de gêneros e temas diversos, em geral com elenco local e no idioma do país de origem.”

A definição detalha ainda que os Doramas foram criados no Japão na década de 1950, e se expandiram posteriormente para outros países asiáticos, adquirindo características próprias de acordo com a região.

“Para identificar o país de origem, também são usadas denominações específicas, como, por exemplo, os estrangeirismos da língua inglesa J-drama para os doramas japoneses, K-drama para os coreanos, C-C-drama para os chineses.”, explica a instituição.

O sucesso de séries sul-coreanas como Round 6 atesta que as produções do país, cada vez mais, estão caindo no gosto do público ao redor do mundo. Um exemplo notável é Uma Advogada Extraordinária, um dorama jurídico que figurou por muitas semanas entre as produções mais assistidas mundialmente na Netflix. Faz um tempo que plataforma vem acrescentando em seu catálogo inúmeros títulos importados da Coreia do Sul que seguem a mesma receita recheada de clichês novelescos, mas que são impossíveis de largar depois do primeiro play. Atualmente, diversas produções coreanas também ocupam o top 10 do ranking mundial de produções em língua não inglesa mais vistas da Netflix, como Strong Girl Nam-Soon e Doona!.
Qual a opção correta em relação ao uso da crase?
Alternativas
Q2507424 Português
Em relação ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 05, 13 e 28.
Alternativas
Q2507343 Português
Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase foi utilizado corretamente:
Alternativas
Q2507319 Português
Leia o texto abaixo e identifique as situações em que o uso da crase pode ser necessário ou incorreto:

Maria foi à festa de aniversário de sua amiga. Ela estava ansiosa para comer o bolo e assistir à apresentação de música ao vivo. Quando chegou, foi direto à mesa de doces, mas percebeu que não havia nada que se comparasse à receita de sua mãe. Maria se dirigiu à amiga para parabenizá-la e entregou-lhe um presente. Ao sair, despediu-se de todos, agradecendo à todos pela excelente festa.
Alternativas
Q2506924 Português

Racismo é um problema, sim!



Por Carlos Padeiro








(Disponível em: www.uol/esporte/especiais/racismo-e-xenofobia-no-futebol.htm#racismo-e-um-problema-sim – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 07, 14 e 29.
Alternativas
Q2506584 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase é facultativo:
Alternativas
Q2506290 Português
Identifique a alternativa em que o uso da crase está correto.
Alternativas
Q2506233 Português
VISTA CANSADA



Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.



Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.



Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.



Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.



Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.



RESENDE, Otto Lara. Vista cansada. Disponível em:
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vista-cansada>.
Acesso em: 26 de abril 2024. 
Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas da frase abaixo.


“___ duas semanas, devido ___ ações da empresa terem sofrido uma queda brusca de preço, todos funcionários compareceram ___ reunião orçamentária. Após a reunião, as equipes começaram ___ discutir qual seria a solução para superar a crise. Hoje, ___ 17h, as ideias de cada equipe serão apresentadas”.
Alternativas
Respostas
2901: A
2902: E
2903: A
2904: C
2905: D
2906: C
2907: A
2908: D
2909: D
2910: A
2911: B
2912: B
2913: D
2914: E
2915: C
2916: E
2917: C
2918: D
2919: E
2920: D