Questões de Concurso Comentadas sobre crase em português

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Q3627506 Português
Opção que preenche corretamente as lacunas:
A psicóloga dirigiu-se ___ sua sala e pôs-se ___ falar ___ todas as pessoas que ali estavam.
Alternativas
Q3627239 Português
Imagem associada para resolução da questão

Texto da tirinha acima:

Captura_de tela 2025-09-29 141609.png (507×60)

A respeito do uso da crase nesse texto, é INCORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3625091 Português
A crase nada mais é do que a união da preposição “a” com o artigo definido feminino “a” (a + a = à) Vale lembrar que o acento gráfico em cima da letra “a” não é a crase; este é o acento grave.
Há casos em que ela nunca deve ser utilizada, com EXCEÇÃO do citado na alternativa: 
Alternativas
Q3601526 Português

Leia o texto para responder a esta questão.



Audiência com a FarmaBrasil reforça importância da inovação para a indústria farmacêutica nacional



Ministra Luciana Santos recebeu os representantes da organização nesta segunda-feira (12) e afirmou que o Complexo Industrial de Saúde é uma das prioridades do Governo Federal



Publicado em 12/08/2024 19h32

Atualizado em 13/08/2024 14h54



(...)



De acordo com o presidente-executivo da FarmaBrasil, a indústria farmacêutica nacional está investindo forte em P&D desde 2011. “Nossas empresas estão absolutamente convergentes ao eixo 2 da missão da Nova Indústria Brasil (NIB)”, reforçou. O eixo 2 da NIB é relacionado à inovação, pesquisa e desenvolvimento. (...)



No plano da NIB são apresentados investimentos de R$ 300 bilhões para financiamentos destinados à nova política industrial até 2026. “Essa política tem um impacto de várias naturezas, seja pela capacidade em dar respostas a nossa inteligência, a nossa capacidade, e aponta um desafio muito grande na área da saúde do nosso país”, falou Luciana Santos. (...)



BRASIL. Governo Federal. Audiência com a FarmaBrasil reforça importância da inovação para a indústria farmacêutica nacional, 12 de agosto de 2024. Adaptado de: <https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-omcti/noticias/2024/08/audiencia-com-a-farmabrasil-reforca-importancia-da-inovacao-para-a-industria-farmaceuticanacional> Acesso em: 18 out. 2024.



Da análise do texto, em relação ao fragmento “seja pela capacidade em dar respostas a nossa inteligência, a nossa capacidade”, o uso de crase nos elementos destacados:

Alternativas
Q3551391 Português
Débora Ferraz - Ogivas

Por Alexandre Kovacs

        A ambiguidade no título desta mais recente antologia de contos de Débora Ferraz desperta a curiosidade do leitor. Afinal, trata-se de referência às estruturas formadas por dois arcos que se cortam em ângulo, chamadas também de arcos ogivais, tão comuns na arquitetura gótica que revolucionou a história da arte ou trata-se de referência às temidas ogivas nucleares, presentes nos mísseis de longo alcance? Depois de ler as narrativas curtas e afiadas da autora, não me resta dúvida de que a intenção aqui é de que a arte, na forma leve de construção literária dos contos, possa ser também uma arma demolidora contra o preconceito e a violência cotidiana.

        E Débora Ferraz, que já foi vencedora dos Prêmios Sesc e São Paulo de Literatura, prepara as suas bombas como uma "exímia terrorista literária" na ótima definição do escritor Bruno Ribeiro na orelha do livro. No curto espaço de manobra dos contos, utilizando uma estrutura narrativa que tem muito de visual, Débora coloca o leitor no centro da ação desde o início, fazendo com que os detonadores sejam acionados quando menos se espera.

        Em "Você", uma estrutura narrativa em segunda pessoa trabalha de forma bem-humorada com os delírios de um ex-fumante que luta contra o vício (ler trecho abaixo), colocando em dúvida a própria condição mental do protagonista (você/eu). Por sinal, o humor está presente na maioria dos contos, com exceção de alguns como: "Pedra, papel e tesoura" que lida com a tragédia das balas perdidas que destroem futuros nas periferias dos grandes centros urbanos, "Dois perdidos em um dia branco", no qual um casal de amigos perdedores compartilha o alcoolismo e a falta de esperança na vida, assim como o sensível "Quatro de julho" que encerra o livro com o resumo de uma relação entre pai e filho por meio do futebol e das decisões de algumas copas do mundo disputadas pelo Brasil.

        "Foi desde a última quinta que o desejo de fumar veio com tudo. Bastou o avião pousar no aeroporto Santos Dumont e suas grandes habilidades começaram a pulular. Bastou caminhar pelo saguão com todas aquelas lojas oferecendo cigarros, descaradamente. Uma coisa que descobri faz pouco tempo é que todo fumante sempre sabe onde o cigarro está. É uma espécie de sexto sentido. Mas os fumantes em recuperação são ainda piores. Eles sabem até dos lugares em que podem consegui-los na unidade (ah, unidades são os queridinhos dos fumantes em recuperação otimistas). Um fumante em recuperação, tal como um agente secreto ou um paranóico, ele está o tempo inteiro, enquanto finge falar com você, enquanto anda pelo saguão, enquanto preenche o cadastro, ele está o tempo inteiro esquadrinhando sua área em busca do inimigo. Conhece todas as rotas que o levam ao cigarro. Você envelhece nesse tempo inteiro. E foi assim que ontem você saiu de bermuda até o bar da esquina. Estava fechado. Menos mal, você pensou. Você disse a si mesmo que não, que de jeito nenhum. Isso não teve a menor intenção de saber a que horas aquele bar fechava. Então voltou para casa, fez polichinelos, flexões, marinheiro, agachamentos... Hoje está praticamente aleijado de dor muscular. E ainda assim querendo um cigarro." (p. 114-5) - Trecho do conto “Você” 

        No assustador e real "Notas sobre a travessia", novamente uma opção da autora pela transição da narrativa em primeira para segunda pessoa, também não há espaço para o humor quando a protagonista declara na abertura: "Tem uma bomba-relógio presa em meu corpo" e apresenta em retrospecto os primeiros dias da pandemia em 2020, o medo de um vírus então muito pouco conhecido e que ela carregava em seu próprio organismo ao retornar para o Brasil: "Mas, neste momento, parada de pé no meio do aeroporto de Guarulhos, você é uma personagem. Você decide ali mesmo pela paranoia. No fundo, sentir medo sempre foi sua especialidade."

        E assim, com suas ogivas literárias, o livro de Débora Ferraz atinge o objetivo ao nos fazer refletir sobre as dificuldades de preservar o nosso resto de humanidade ainda possível em um mundo que mantém a sua rota de autodestruição ou, até mesmo, de enfrentar as nossas crises pessoais. Exemplo disso está em "O filhote do terremoto" (ler trecho abaixo), um conto que demonstra com muito lirismo a chegada da terceira idade, mesmo sendo uma condição ainda distante para a jovem autora, o texto é muito convincente. Uma obra recomendada e que se destaca na literatura contemporânea pela coragem na escolha dos temas.

        "Aí depois foi bem no cantinho do olho. Começou a tremer também. Sabe quando dizem que é vista cansada? É isso... é isso. Cansaço. Eu abstraía a sensação nos meus movimentos repetidos. Descascar cebola, me encolher nos dias, olhar o menino brincando, derramar chá. Então, já era o dedinho e o canto do olho. O terremoto que me abalava os dias. Parte de mim trabalhava, inconscientemente, apenas para observar que os outros, minguados e distantes, mal perceberam o fato de que meu olho começava a rachar. Dava pra ver, se olhasse de perto, os vincos formando. São sinais tão claros, meu Deus... Eu conseguia ouvir o barulho, até. Era dentro de mim. E só de sentir, sozinha, eu sabia que eu ainda ia rachar inteira. O terremoto desfazia minhas bases. Definitivo. Fadado. Dava uma agonia medonha. Mas deixa que passa. Essas coisas são assim mesmo, não são? Dá e passa." (p. 174) - Trecho do conto “O filhote de terremoto”

Disponível em https://www.mundodek.com/2022/04/debora-ferraz-ogivas.html. Adaptado. Acessado em 06.maio.2024.
*Sobre a autora: Débora Laís Ferraz dos Santos é uma escritora brasileira contemporânea. Nasceu no sertão de Pernambuco, mudou-se ainda em 2001 para João Pessoa, onde formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba, em 2009. Escreveu seu primeiro livro, Os anjos, em 2003.

Sobre o fenômeno linguístico da crase, sabe-se que se trata da junção da preposição “a” com o artigo definido “a”. Essa junção ocorre por vários motivos, resultando em regras presentes nas normas gramaticais da Língua Portuguesa. No período “...trata-se de referência às temidas ogivas nucleares, presentes nos mísseis de longo alcance?”, extraído do Texto, o fenômeno da crase ocorreu pelo mesmo motivo apresentado na alternativa
Alternativas
Q3550850 Português
A ALMA DO JOGO


Talvez nessas próximas semanas de festas, um amigo ou familiar proponha um jogo como diversão. Outro pode lembrar que, em um congresso recente, neurologistas provaram que jogos de tabuleiro são bons para a saúde mental. Eu digo simplesmente que, para mim, em qualquer época do ano, um jogo é muito mais que uma brincadeira. É uma paixão na qual não estou sozinha. Desde políticos até homens de negócios bem-sucedidos, muitos são os que se sentam em torno de uma mesa, com toalha de feltro ou um tabuleiro, não como um passatempo, mas para um exercício mental. 

Não é gratuito que haja tantas associações entre os avanços no jogo e os progressos — e, é preciso dizer, também os reveses — da vida. Podemos apostar todas as fichas em uma ideia ou em uma pessoa. Ou, com franqueza, colocar nossas cartas na mesa. Entrar num jogo para ganhar, com garra total. Ou jogar com os números, figuras e naipes que a vida nos deu, o que não denota resignação, mas inteligência. Reviravoltas, estresse, alegria, tudo pode acontecer. Às vezes nos recolhemos e damos a impressão de estar perdendo energia. Mas estamos só à espera do momento propício para, como diz outra expressão muito usual, voltar ao jogo.

De toda a gama de jogos, meus prediletos são os de cartas. Em livros, muitas vezes elas se associam à agudeza de pensamento, e não é à toa. Advogados e produtores de cinema criados por Sidney Sheldon jogam gin rummy, que lembra o buraco e adoramos aqui em casa; damas da sociedade de romances ingleses, como os de Jane Austen, jogam whist — que aliás é um desses que evoluíram ao longo de séculos, mas não desapareceram, comprovando sua atemporalidade.

Criado há 500 anos, ele é o antepassado do bridge, que o suplantou no começo do século XX e que eu tanto aprecio. É um gosto que vem não só do fato de o ter aprendido na adolescência, mas principalmente pelo que ele exige de raciocínio. Nele, cada tomada de decisão depende de muita lógica e dedução, da capacidade de excluir as hipóteses menos plausíveis. O investidor Warren Buffett é um fã e não duvido que ele entenda, como eu, que o bridge ensina para a vida e os negócios. Ele nos obriga a avaliar situações e antecipar cada lance. Caso também do xadrez, outro favorito do meu marido. Quando se fala em xadrez político, não se trata de uma tentativa de diminuição dos grandes fatos do mundo, mas de dar a dimensão de complexidade que há no embate entre peças brancas e pretas.

No bridge, no xadrez e em outros jogos de estratégia — assim como na política e nos negócios — há que se levar em conta também as atitudes do adversário para se antecipar. Quem viu a série O Gambito da Rainha sabe quanto uma partida dessas pode cobrar em termos psicológicos. Esse é outro aspecto fascinante das mesas de jogo. Nelas se desenrola o desnudamento de personalidades. Muitas vezes, um colega calado vai demonstrar sanha ou agudezas que você não imagina no cotidiano.

Torneios de jogos de raciocínio podem levar dias — não é exagero dizer que exigem que se esteja em forma. Adequadamente, o bridge e o xadrez, além das damas, do pôquer e do go, são reconhecidos como atividades esportivas.

Por fim, um lembrete. O jogo tem alma. Se fechamos os olhos para suas regras a fim de ajudar alguém, ou se não nos dedicarmos com afinco, ele se volta contra nós. Como a vida, ele é coisa séria.


Lucilia Diniz-Veja-15 de dezembro de 2023
O acento grave não ocorreu em locução adverbial ou prepositiva com base feminina em: 
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Q3550409 Português

TEXTO II



OS PRIVILEGIADOS DA TERRA


    O fragmento de satélite artificial - só podia ser de satélite - caído sobre o povoado transformou de repente a vida dos moradores, que não chegavam a trezentos.


    Repórteres e cinegrafistas cobriram o fato com o maior relevo. Não houve ninguém que deixasse de dar entrevista: mesmo as crianças.


    O fiscal do governo apareceu para recolher o pedaço de coisa inédita, mas foi obstado pelo juiz de paz, que declarou aquilo um bem da comunidade. A população rendeu guarda ao objeto, e jurou defender sua posse até o último sopro de vida.


    A força policial enviada para manter a ordem aderiu aos moradores, pois seu comandante era filho do lugar. Acorreram turistas, pessoas dormiam na rua por falta de acomodação, surgiram batedores de carteira, que foram castigados, e começou a correr o boato de que aquele corpo metálico tinha propriedades mágicas.


    Quem chegava perto dele seria fulminado se fosse mau-caráter; conquistava a eterna juventude, se fosse limpo de coração; e certa ardência que se evolava da superfície convidava ao amor.


   Não se desprendeu de satélite, diziam uns; veio diretamente do céu, emanado de uma estrela, alvitravam outros. De qualquer modo, era dádiva especial para lugarejo, pois ao tombar não ferira ninguém, não partira uma telha, nem se assustaram os animais domésticos com a sua vinda insólita.


   Tudo acabou com o misterioso desaparecimento da coisa. Seus guardas foram tomados de letargia, e ao recobrarem a consciência viram-se despojados do grande bem. Mas tinham assimilado esse bem, e passaram a viver de uma alegria inefável, que ninguém poderia roubar-Ihes. Eram os privilegiados da Terra.


Carlos Drummond de Andrade. In: Contos Plausíveis.

Disponível em:<<https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13274.pdf

>>. Acesso em 9/10/2023.

Leia o seguinte trecho: "A população rendeu guarda ao objeto [...]." (3°§).

Ao substituir o termo destacado, o acento grave indicativo de crase NÃO deve ser empregado em:
Alternativas
Q3550142 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.

Imagem associada para resolução da questão
(Charles M. Schulz. Peanuts. Adaptado)
Alternativas
Q3547689 Português
Em qual dos trechos a seguir o acento grave deixou erroneamente de ser empregado devido à ocorrência de crase: 
Alternativas
Q3547644 Português
TEXTO 1

    Levantar-se da cama, tomar banho, se vestir, limpar a casa ou ir ao supermercado parece tarefas simples, mas que podem se tornar difíceis ao envelhecer. O desafio é ainda maior para quem sofre com a sarcopenia.
Isso porque, por suas condições, esses indivíduos acabam tendo baixo nível de mobilidade e atividade física, e baixa ingestão de nutrientes específicos, especialmente proteínas.
    O cantor Agnaldo Rayol morreu nesta segundafeira (04), aos 86 anos, no seu apartamento em São Paulo. De acordo com a família, sua morte ocorreu após uma queda durante a madrugada.
    É preciso destacar que a sarcopenia tem um impacto enorme na qualidade de vida dos idosos. Isso porque o paciente sarcopênico tem mais chance de desenvolver condições agudas, como infecções e traumas. Além disso, há mais risco de instabilizar o controle de doenças crônicas.
    “Como consequência, é maior a chance de hospitalização e incidência de complicações clínicas e cirúrgicas, com maior tempo de internação e mais dificuldades no processo de desospitalização e reabilitação funcional. A sarcopenia é a comorbidade mais frequente em idosos internados por qualquer causa”, ressalta o médico.
    Segundo o especialista, é normal com o envelhecimento que o idoso comece a impor mudanças a sua dieta e se interessar por alimentos fáceis de mastigar e digerir, comumente, os carboidratos. Isso ocorre, muitas vezes, por questões ligadas à dentição, diminuição de enzimas, dificuldades na digestão, desaceleração do ritmo intestinal, entre outras.
(https://www.metropoles.com/saude/agnaldo-rayol-quedaidosos-sarcopenia 04 nov. 2024 https://www.metropoles.com/saude/agnaldo-rayol-queda-idosossarcopeniaAcesso em 04 nov. 2024)
“... é normal com o envelhecimento que o idoso comece a impor mudanças a sua dieta e se interessar por alimentos fáceis de mastigar e digerir, comumente, os carboidratos.” Assinale a alternativa correta sobre a linguagem do texto. 
Alternativas
Q3545731 Português

Por que e como utilizar narrativas indigenas na alfabetização?


Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças  


Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem à sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 


Foi somente com a Constituição Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito às suas línguas, inclusive no âmbito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministério da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indigena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística. 


O referencial assegurou a chamada alfabetização intercultural, isto é, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as préticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memorias histéricas e reafirmar suas identidades. 


“A lingua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takud, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequização, com os jesuitas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”  


Panorama da alfabetização indígena 


Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondônia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Então, geralmente, no 1° ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2° ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.  


A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na região onde atua, na Terra Indígena Rio Negro  Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alterndncia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e têm dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”


Desafios para preservar a língua materna 


Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena está diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler o mundo que nos rodeia”, conta. 


Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Então, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia.  


Outra questão são os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocéntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatório o estudo da histéria e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteúdos ainda trazem estereótipos de uma concepção única do que é ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC é uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não é na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia. 


© Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ihttps://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povosindigenas-alfabetizacaog, 

 No trecho “Ele acredita que preservar a língua materna indígena está diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia.", não há situações que exijam o emprego de crase. Assinale a alternativa correta sobre essa afirmativa: 
Alternativas
Q3542482 Português
Preencha as lacunas das seguintes frases e marque a opção que indica o uso correto da crase:

I. I.A lei garante ----- qualquer pessoa o acesso ao ensino gratuito. II. Peço ------ Vossa Excelência que evite usar meu nome. III. Toda criança ----- partir de 4 anos tem direito ----- escola pública perto de sua casa. IV. Usava salto ---- Luiz XV.
Alternativas
Q3536795 Português
Em qual das sentenças abaixo falta um acento de crase? 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de São José do Cerrito - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Advogado | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Fiscal de Rendas e Posturas | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Professor de Educação Especial | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Professor de Educação Física | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Psicólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Supervisor Escolar | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Analista de Sistemas | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Bioquímico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Contador | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Controlador Interno | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Coordenador de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Dentista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Agente de Compras | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Assistente Social |
Q3529309 Português
Zagallo, um dos personagens mais importantes da história do futebol, morre aos 92 anos


    Mario Jorge Lobo Zagallo será eterno. Eterno jogador, técnico, professor, mestre, apaixonado pelo Brasil — um dos maiores nomes da história do futebol. O único a conquistar quatro Copas do Mundo.


    A “Amarelinha”, símbolo maior do futebol brasileiro, Zagallo _____ até não ter inventado a expressão, mas foi certamente o responsável por dar sentido a ela. Tema e tom preferidos de quem sempre defendeu com gritos, unhas e dentes o respeito à Seleção. “Vamos acreditar, hein! Vamos acreditar”, disse Zagallo, motivando o time na semifinal de 1998.


    A camisa amarela jamais seria a mesma sem ele. Tudo começou em tempos de registros em preto e branco. O menino nascido em Alagoas foi criado na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, bem perto de onde foi construído o Maracanã.


    [...]


    Curiosamente, a primeira grande conquista do único tetracampeão não foi com a Amarelinha. O Brasil vestia azul, em outra final ainda sem imagens coloridas, a de 1958. Amarelinhos eram os suecos, adversários, donos da casa, atropelados pelos brasileiros na partida.


    Nesse time dos craques Pelé, Garrincha, Didi e Nilton Santos, o número sete recebia menos atenção. Zagallo era o ponta esquerda trabalhador, mais preocupado com as funções táticas em campo. Conhecido como "Formiguinha". Armando Nogueira dizia que Zagallo jogava com duas camisas, uma para defender, outra para atacar. Na vitória do primeiro título mundial do Brasil, ele fez gol. O quarto na goleada por 5 a 2.


    Ao todo, foram seis gols em 37 partidas como jogador da Seleção. No segundo título mundial, em 1962, no Chile, Zagallo também era titular. Vitória por 3 a 1 sobre a Tchecoslováquia. A carreira dentro de campo acabou três anos depois para dar início _____ fase preferida nessa vida dedicada ao futebol.


    Jogador de três clubes, América, Flamengo e Botafogo, treinador de muitos mais. A começar pelo próprio Botafogo, onde Zagallo montou o inesquecível time bicampeão carioca de 1978.


    No fim da década de 1960, a Seleção Brasileira era dirigida por João Saldanha, mas um desentendimento do treinador com o governo militar deixou o caminho aberto para Zagallo assumir o time, no dia 19 de março de 1970, a menos de três meses para a ______ na Copa do Mundo do México.


     [...]


    Zagallo viveu para fazer os jogadores brasileiros acreditarem no próprio valor. Mesmo em dias pouco inspiradores, a eles cabe jogar por Zagallo e pela Amarelinha.


Fonte: g1 notícias
Levando em consideração as lacunas destacadas do segundo, sexto e oitavo parágrafos presentes no texto, preencha-as de forma CORRETA e respectiva.
Alternativas
Q3514772 Português
Indique a opção em que o acento indicativo de crase não foi utilizado adequadamente:
Alternativas
Q3504948 Português
texto 4


Leia o trecho do jornal Folha de S. Paulo abaixo:

Ressurreição digital: é ético, legal e saudável falar com mortos via inteligência artificial?

Prática de recriar entes queridos falecidos usando IA gera dilemas sobre identidade, consentimento e no papel da memória no processo de luto

(…) Então, qual é o papel da memória nesse processo? A ressurreição digital pode ser vista como uma tentativa de preservar ............... memória, de manter viva .................  presença daqueles que perdemos. Mas é ético apegar-se .................... representação artificial em vez de permitir que a memória evolua e se transforme ao longo do tempo?

A memória humana não é estática: ela é seletiva, muda e se adapta. Ao recriar digitalmente uma pessoa, corremos o risco de alterar nossas próprias lembranças autênticas dela?

Damián Tuset Varela - Folha de S. Paulo, 09/05/2024 
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto 4, de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q3497435 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase. 
Alternativas
Q3496036 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.


Conscientização e ação para prevenir acidentes de trânsito

Jorge Carlos Machado Curi

        Assim como o acidente que matou Ayrton Senna não causaria mais a morte de motoristas de Fórmula 1 se sofressem algo similar hoje por conta da evolução da segurança no automobilismo, o número de iniciativas e tecnologias que proporcionam maior segurança no trânsito cotidiano cresceu nas últimas décadas. Pode-se observar esse fenômeno desde que virou obrigação, por lei, usar cinto de segurança em carros e capacetes nas motos e, mais recentemente, quando os “airbags” e freios ABS também se tornaram obrigatórios nos veículos brasileiros. A criação da Faixa Azul também ajudou a reduzir o número de mortes de motociclistas em vias movimentadas.

        No entanto, apesar das campanhas de conscientização, como Maio Amarelo, e dos avanços dessas tecnologias desenvolvidas para minimizar traumas — como é chamada a lesão causada por um evento inesperado externo ao corpo —, muitos não as utilizam. Segundo dados de 2023 da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), uma média de 275 motoristas são multados por hora, nas rodovias do país, por não usarem o cinto de segurança. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, apenas 60,7% dos motociclistas que moram em áreas rurais usam capacete. Poucas pessoas usam roupas de proteção, além do capacete, ao andar de moto, mesmo sabendo que elas oferecem maior segurança em caso de acidentes.

        O Brasil ainda é o terceiro país que mais registra mortes no trânsito, de acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde, ficando atrás apenas de Índia e China, países com populações várias vezes maiores que a do nosso país. Quando se trata de motociclistas, os números são ainda mais graves. Em dezembro do ano passado, foram 55 mortes de motoqueiros e/ou garupas em São Paulo, quase dois por dia em apenas um mês, de acordo com o Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito (Infosiga). De cada 10 mortos, quatro faleceram na via em que se acidentaram, enquanto seis morreram em hospitais, mesmo depois de terem recebido socorro. Ao todo, só em São Paulo, foram registradas 426 mortes de motociclistas no ano passado.

        A nível nacional, a taxa de internação de motociclistas que sofreram acidentes de trânsito aumentou 55% em uma década, de 2011 a 2021, segundo boletim da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde. Da mesma forma, nos últimos 20 anos, a frota de motos registradas no Brasil cresceu mais de cinco vezes, chegando a um número de 32,3 milhões em setembro de 2023, de acordo com a Senatran.

        Nesse cenário e em meio ao crescimento dos aplicativos de entrega, os acidentes com motoboys também são uma triste realidade atual. De acordo com o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, motociclistas e ciclistas de entregas rápidas estão entre as profissões mais perigosas do ponto de vista da incidência de acidentes de trabalho, com uma média de 362 casos para cada 10 mil empregos. Outra pesquisa feita por uma seguradora focada em profissionais autônomos revelou que motoboys ficaram, em média, 41 dias afastados de suas atividades em 2023 devido a acidentes sofridos durante a prestação do serviço.

        Para mudar essa realidade, é necessária uma via de mão dupla: a conscientização e a ação. E essa ação passa por uma mudança de mentalidade de nossos motoristas, voltada à prevenção de acidentes. Para isso, precisamos de uma intensa e contínua educação no trânsito. Atitudes simples, como a utilização de cinto de segurança, limite de velocidade, atenção às placas de sinalização e advertência, são essenciais, além do básico: não beber ou utilizar qualquer tipo de droga antes de dirigir.

        Por parte do governo, campanhas, fiscalização e punição de infrações devem ser constantes, a fim de inibir comportamentos perigosos por parte dos motoristas. Às empresas, aos estabelecimentos e aos aplicativos que se valem dos serviços de entregadores motoboys, caberia prestar assistência, melhorando as condições de trabalho dessa categoria.

        Além disso, a assistência médica não pode falhar no atendimento das vítimas. Quando um acidente acontece e a pessoa sofre um trauma, é fundamental que os profissionais que farão o atendimento inicial do traumatizado — sejam os médicos, bombeiros, profissionais de resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), entre outros — estejam preparados e tenham sido devidamente treinados para prestar a assistência adequada, seguindo protocolos aprovados mundialmente. Afinal, o sucesso do tratamento de qualquer tipo de trauma depende muito de como a pessoa é atendida desde o primeiro momento.

        Em suma, o conceito fundamental — não apenas para o Maio Amarelo, mas para todos os meses do ano — é estarmos sempre aprimorando a educação para que possamos reduzir, ano a ano, o número de pessoas acidentadas no trânsito. É importante lembrar sempre que evitar acidentes de trânsito é evitar milhares de mortes e sequelas e, consequentemente, grande dor para os acometidos e suas famílias, além das severas consequências na saúde das vítimas e os impactos econômicos e sociais resultantes.

        Na área da saúde, a redução do número de traumas facilmente evitáveis no trânsito liberaria os médicos para tratar de outras condições de saúde que as tecnologias e inovações médicas, infelizmente, ainda não conseguem evitar.

*Cirurgião geral e intensivista, integrante das câmaras técnicas de Cirurgia Geral e de Segurança do Paciente no Conselho Federal de Medicina


Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/>
Analise o trecho a seguir.
   Outra pesquisa feita por uma seguradora focada em profissionais autônomos revelou que motoboys ficaram, em média, 41 dias afastados de suas atividades em 2023 devido a [1] acidentes sofridos durante a [2] prestação do serviço.
Em conformidade com a regência da língua portuguesa, o autor não utilizou, nos termos em destaque, o acento grave por ser tratar, 
Alternativas
Q3495151 Português
Instituto-Geral de Perícias usa protocolo
internacional para identificação de vítimas das
enchentes no RS e para apoio a familiares

De 22 corpos que estão no Departamento Médico
Legal, em Porto Alegre, 18 já foram identificados


   O Instituto-Geral de Perícias (IGP) está atuando com uma força-tarefa para a identificação de vítimas da chuva e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.

   O trabalho faz parte de um protocolo internacional que orienta as ações para casos de acidentes ou eventos climáticos com grande número de vítimas. Dos 22 corpos que chegaram ao Departamento Médico Legal (DML) de Porto Alegre na tarde de quarta-feira (6), 18 já foram identificados pelas impressões digitais. [...]

   A decisão de centralizar o trabalho no DML da Capital foi justamente para uso da estrutura e da equipe multidisciplinar especializada em ações desse tipo, o que permite maior rapidez nas identificações. O grupo é composto por papiloscopistas, médicos legistas, peritos criminais, psiquiatras, técnicos em perícias, fotógrafos criminalísticos e assistentes sociais, entre outros profissionais. No prédio em que fica o DML, na Avenida Ipiranga, bairro Azenha, há salas destinadas ao atendimento psicossocial dos familiares.

   Como muitas famílias perderam as casas ou todos os documentos, um sistema de identificação para estas pessoas também está em funcionamento. Para liberar um corpo de uma vítima, um familiar precisa se apresentar com identificação obrigatória. Se a pessoa está sem documentos, o IGP faz biometria na hora e já emite nova carteira de identidade. Também há trabalho integrado com cartórios para o registro do óbito.

   — Temos todo suporte às famílias. Quem chega aqui recebe todas as orientações, inclusive, sobre o cartório em que deve ir, onde haverá atendimento em guichê específico. Também estamos em contato com a Defesa Civil em função das dificuldades das pessoas em virem até aqui. Elas poderão ser trazidas ou vamos organizar para fazer a liberação dos corpos em cidades mais próximas — explica a diretora-geral do IGP, a perita criminal Marguet Mittmann. [...]

   Sobre a identificação das vítimas, Marguet destaca que é feita a partir de três etapas. A mais rápida é pelas impressões digitais. Se a pessoa tem carteira de identidade feita no Estado, a impressão consta no banco de dados. O sistema faz uma comparação inicial, e a identificação é finalizada a partir de análise técnica de um papiloscopista.

   Das 22 vítimas, 18 tiveram impressões digitais localizadas no banco de dados. Para quem não tem, a etapa seguinte é o processo de odontologia forense. Nesse caso, familiares teriam de apresentar documentos de atendimentos odontológicos do falecido, o que também não é simples diante da tragédia que destruiu e arrastou casas, deixando famílias sem pertences. Então, por último, é o processo de DNA, em que o familiar precisa ceder uma amostra de saliva para que o exame comparativo seja feito.

    De qualquer forma, explica Marguet, para uma margem de segurança do processo de identificação e até para garantir material genético para eventuais exames que sejam necessários no futuro, todos os familiares, mesmo os das vítimas identificadas por impressões digitais, têm material coletado para lançamento no banco de dados genéticos do IGP.

   — Estamos trabalhando com todos os esforços e essas famílias não vão ficar desassistidas. Não haverá revitimização — garantiu a diretora-geral do IGP.


Adaptado de:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2023/09/instituto-geralde-pericias-usa-protocolo-internacional-para-identificacao-devitimas-das-enchentes-no-rs-e-para-apoio-a-familiaresclm9ctldi001q015g62hda5yo.html. Acesso em: 10 maio 2024. 
Tendo em vista aspectos linguísticos que constituem o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3489517 Português
Considerando as normas do sistema ortográfico do português, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
1341: C
1342: D
1343: D
1344: D
1345: D
1346: D
1347: C
1348: B
1349: E
1350: A
1351: D
1352: C
1353: A
1354: C
1355: E
1356: B
1357: D
1358: A
1359: C
1360: B