Questões de Concurso Comentadas sobre crase em português

Foram encontradas 7.104 questões

Q3907797 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As mudanças climáticas e o saneamento básico


As mudanças climáticas têm gerado crescente apreensão em todo o mundo devido às adversidades já observadas e às que ainda podem ocorrer. Entre os setores mais impactados está o saneamento básico, que vem sofrendo com ondas de calor, secas prolongadas e tempestades cada vez mais intensas, exigindo respostas estruturais urgentes.

Os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e drenagem urbana tornam-se mais sobrecarregados diante desses eventos extremos. Enchentes comprometem sistemas de esgoto e contaminam mananciais, enquanto as secas reduzem a disponibilidade de água potável e forçam o uso de fontes de menor qualidade.

O aumento da temperatura afeta diretamente os corpos d'água, favorecendo a proliferação de algas, bactérias e outros agentes patogênicos, além de intensificar processos como a eutrofização. A elevação do nível do mar também ameaça regiões litorâneas, com a salinização de fontes de água doce e impactos diretos na operação dos sistemas de saneamento.

Diante desse cenário, torna-se indispensável planejar políticas públicas voltadas à adaptação climática, com investimentos em infraestrutura resiliente e gestão integrada dos recursos hídricos. A relação entre mudanças climáticas e saneamento básico exige ações coordenadas, sustentáveis e educativas, sob pena de agravamento dos riscos ambientais e à saúde pública.

Texto Adaptado


OLIVER, Francisco Carlos. As mudanças climáticas e o saneamento básico. Folha BV, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.folhabv.com.br/opiniao/as-mudancas-climaticas-e-o-saneamento-basico/ . Acesso em: 18 jan. 2026. 
No trecho "devido às adversidades já observadas e às que ainda podem ocorrer", a presença da crase decorre de uma relação estrutural entre regência, determinação do sintagma e comportamento distributivo do artigo. Considerando as propriedades sintáticas e semânticas da expressão, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3907758 Português
Preencha as lacunas abaixo com “a” ou “à”, de acordo com a norma-padrão em Língua Portuguesa. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
- Estou ___ espera de um milagre econômico. - Trouxe ___ você vários brindes da empresa. - Nem tudo condiz com ___ fala de ontem.
Alternativas
Q3907637 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As mudanças climáticas e o saneamento básico


As mudanças climáticas têm gerado crescente apreensão em todo o mundo devido às adversidades já observadas e às que ainda podem ocorrer. Entre os setores mais impactados está o saneamento básico, que vem sofrendo com ondas de calor, secas prolongadas e tempestades cada vez mais intensas, exigindo respostas estruturais urgentes.

Os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e drenagem urbana tornam-se mais sobrecarregados diante desses eventos extremos. Enchentes comprometem sistemas de esgoto e contaminam mananciais, enquanto as secas reduzem a disponibilidade de água potável e forçam o uso de fontes de menor qualidade.

O aumento da temperatura afeta diretamente os corpos d'água, favorecendo a proliferação de algas, bactérias e outros agentes patogênicos, além de intensificar processos como a eutrofização. A elevação do nível do mar também ameaça regiões litorâneas, com a salinização de fontes de água doce e impactos diretos na operação dos sistemas de saneamento.

Diante desse cenário, torna-se indispensável planejar políticas públicas voltadas à adaptação climática, com investimentos em infraestrutura resiliente e gestão integrada dos recursos hídricos. A relação entre mudanças climáticas e saneamento básico exige ações coordenadas, sustentáveis e educativas, sob pena de agravamento dos riscos ambientais e à saúde pública.

Texto Adaptado


OLIVER, Francisco Carlos. As mudanças climáticas e o saneamento básico. Folha BV, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.folhabv.com.br/opiniao/as-mudancas-climaticas-e-o-saneamento-basico/ . Acesso em: 18 jan. 2026. 
No trecho "devido às adversidades já observadas e às que ainda podem ocorrer", a presença da crase decorre de uma relação estrutural entre regência, determinação do sintagma e comportamento distributivo do artigo. Considerando as propriedades sintáticas e semânticas da expressão, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3907437 Português
Assinale a alternativa cuja lacuna só pode ser preenchida corretamente com “a”, de acordo com as normas de crase em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3907397 Português
Assinale a alternativa cuja expressão preenche corretamente a lacuna a seguir, de acordo com as normas de ocorrência ou não de crase.
“O trabalho em equipe foi realizado _______.”
Alternativas
Q3907130 Português

“Nas últimas décadas, ampliou-se o acesso à educação escolar no país, ofertou-se o ensino institucionalizado às diferentes camadas sociais, conquistou-se um espaço para o desenvolvimento do cidadão e a construção da cidadania. Busca-se agora, para garantir o direito à educação, a implementação de políticas públicas eficientes de atendimento à criança e ao adolescente...”.


Eliana Maria França Carneiro



Sobre o texto acima, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3905706 Português
     Algumas pessoas são naturalmente ruins em matemática?


       Um fazendeiro tem três tipos de animais em sua fazenda. Seus animais são todos ovelhas, exceto três. Todos cabras, exceto quatro. E todos cavalos, exceto cinco. Quantos animais de cada tipo o fazendeiro tem? Se esse enigma te deixou confuso, você não está sozinho. A resposta é um cavalo, duas cabras e três ovelhas. Mas por que a matemática parece vir com tanta facilidade para algumas pessoas, enquanto outras parecem ter dificuldade?

       Embora a genética possa desempenhar um papel, ela é apenas uma peça de um quebra-cabeça muito maior, que envolve uma combinação complexa de biologia, psicologia e ambiente.

        Estudos com irmãos gêmeos

      A professora Yulia Kovas, do Goldsmiths, uma Universidade de Londres, no Reino Unido, é geneticista e psicóloga e estuda porque as pessoas têm diferentes habilidades matemáticas. Ela trabalhou em um estudo de grande escala com gêmeos, acompanhando cerca de 10 mil pares de gêmeos idênticos e não idênticos desde o nascimento, para investigar como fatores genéticos e ambientais moldam as capacidades de aprendizagem. “Gêmeos idênticos são mais semelhantes do que gêmeos não idênticos em todas as características psicológicas que estudamos. Portanto, eles são mais parecidos em habilidade matemática, e isso sugere que os ambientes domésticos não explicam toda a variabilidade. Parece que os genes, sim, contribuem”, explica.

        Segundo a professora Kovas, no Ensino Médio e na vida adulta, o componente genético da aprendizagem e da habilidade matemática parece ficar em torno de 50% a 60%. “Isso reforça a ideia de que genes e ambientes são ambos importantes”, afirma. O ambiente a que somos expostos também é um fator importante a ser considerado. E isso não se limita apenas à qualidade da escola ou à quantidade de ajuda que recebemos com a lição de casa. Pode ser algo “aleatório”, como algo ouvido no rádio que mudou o rumo dos nossos interesses, sugere a professora Kovas. Mas ela observa que predisposições genéticas podem levar uma pessoa a se expor mais a determinados estímulos.

       Embora nem todos se tornem matemáticos especialistas, a boa notícia é que todos podem melhorar sua capacidade, segundo a doutora Iro Xenidou-Dervou, que pesquisa cognição matemática na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Há evidências de que, para desenvolver nossa numeracia e nossas habilidades matemáticas, nossos pensamentos, crenças, atitudes e emoções desempenham um papel importante, explica ela. A doutora Xenidou-Dervou afirma que a “ansiedade em relação à matemática” pode influenciar o desempenho, e que é importante que as pessoas que querem melhorar acreditem que são capazes.

          'Ansiedade matemática'

        Experiências negativas, como ouvir que você é ruim em matemática ou tirar uma nota mais baixa em uma prova em comparação com os colegas, podem levar a um “ciclo vicioso” de pensamentos ansiosos, afirma ela. “A ansiedade em relação à matemática leva à evitação da matemática, o que por sua vez leva a um desempenho ruim, o que então aumenta ainda mais a ansiedade matemática.” E isso sobrecarrega a nossa memória de trabalho, onde o pensamento acontece. “O que ocorre com a ansiedade é que esses pensamentos negativos e ansiosos ocupam muito desse espaço precioso na nossa memória de trabalho, e sobra muito pouco para que você realmente use para resolver o problema em questão”, explica Xenidou-Dervou.

       Ela cita um estudo da Universidade de Loughborough com crianças de nove e dez anos que investigou a relação entre memória de trabalho e ansiedade em matemática. As crianças receberam uma tarefa de cálculo mental com números de dois dígitos, mas também passaram por uma condição em que ouviam palavras antes da tarefa, que precisavam reter e depois recordar verbalmente. O desempenho das crianças que apresentavam “alta ansiedade em matemática” foi particularmente afetado, observa ela.

[...]


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly0p23d3yvo

No fragmento “...a 'ansiedade em relação à matemática' pode influenciar o desempenho...”, o uso do acento indicativo de crase justifica-se porque  
Alternativas
Q3905623 Português
Leia o texto:

"O técnico foi à sala de servidores verificar uma possível falha de rede."

A crase é empregada corretamente porque:
Alternativas
Q3905622 Português
Observe o texto:

"A paciente retornou à clínica para realizar o ajuste da prótese." 

O uso da crase em "à clínica" está correto porque:
Alternativas
Q3904329 Português
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase foi usado incorretamente: 
Alternativas
Q3903663 Português

A Importância do Controle e da Avaliação de Políticas Públicas para a Implementação Progressiva dos Direitos Sociais



Com o advento do Estado Social, passou-se a exigir do Poder Público a tutela dos chamados direitos fundamentais de segunda geração, que abrangem, além dos direitos sociais, os culturais e os econômicos. A Constituição Federal Brasileira de 1988 se caracteriza como representativa desse processo, visto que passou a garantir diversos direitos dessa natureza, de forma ampla e inédita. Ocorre, contudo, que não se mostra simples a tarefa de, efetivamente, ofertar esses direitos à sociedade, sendo necessário que o Estado vá muito além do que apenas prevê-los em sua Constituição.


Diante desse contexto, as políticas públicas assumem grande relevância, configurando-se como os instrumentos pelos quais o Estado promove a concretização dos direitos sociais. Tais mecanismos permitem ao Estado a organização dos escassos recursos à sua disposição − podendo, com isso, aplicá-los da maneira mais adequada à consecução de metas e objetivos politicamente definidos, como é o caso da implementação dos direitos sociais.


Ante esse panorama, mostra-se urgente o fortalecimento das instâncias de controle da atuação da Administração Pública, no que diz respeito à análise de políticas públicas. O aprofundamento do controle exercido sobre a condução de políticas públicas, com a participação dos cidadãos e da sociedade civil organizada, tem o potencial de tornar a atuação dos gestores públicos mais adequada e responsiva às necessidades sociais.


Texto Adaptado


FAGUNDES, Pedro Ribeiro. A Importância do Controle e da Avaliação de Políticas Públicas para a Implementação Progressiva dos Direitos Sociais. Cadernos, [S.l.], v. 1, n. 13, p. 27 - 48, nov. 2024. ISSN 2595-2412. Disponível em: . Acesso em: 10 fev. 2026.

No trecho "no que diz respeito à análise de políticas públicas", o emprego da crase decorre de regras específicas da língua portuguesa. Considerando a regência, a estrutura sintática e o comportamento morfológico dos termos envolvidos, assinale a alternativa que explica corretamente o motivo do acento grave presente na expressão destacada.
Alternativas
Q3902809 Português
Assinale a alternativa cuja lacuna pode ser preenchida somente com “à”, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3901441 Português

Como a degradação da Amazônia aumenta o risco de novas pandemias.


    No segundo semestre de 2022, uma situação inusitada em Roraima chamou a atenção do cientista Felipe Naveca. Centenas de pessoas passaram a apresentar febre, dor no corpo, vermelhidão na pele e nos olhos, sintomas que sugerem um quadro de dengue, zika ou chikungunya. No entanto, uma grande proporção dos exames laboratoriais feitos nesses pacientes trazia um resultado negativo para essas três doenças, transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti, "ou seja, eram muitos casos suspeitos e poucos confirmados", resume Naveca, que é pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz).


    Uma análise mais detalhada revelou que o problema era outro. "Não era dengue. Era oropouche", informa o especialista. Esse vírus endêmico da Amazônia também é transmitido por mosquitos e a infecção provoca incômodos similares aos observados na ação daqueles outros três patógenos mais conhecidos.


    Desde o episódio ocorrido em Roraima, algo parecido se repetiu em outras partes da Região Norte, como Acre, Amazonas e Rondônia. Além disso, o vírus conseguiu ultrapassar as barreiras da Amazônia e hoje causa surtos em locais como Bahia, Espírito Santo e Santa Catarina, além de já ter sido importado para outros países das Américas e da Europa.


    O oropouche é apenas um exemplo de como a Amazônia, o local mais biodiverso do mundo, é lar de milhares de vírus, bactérias e outros agentes microscópicos que podem eventualmente causar problemas de saúde em seres humanos. Mais que isso, pesquisas recentes têm demonstrado que a degradação desse bioma por meio do desmatamento, do garimpo e de outras atividades aumenta o risco de contato com esses patógenos e eventualmente pode se tornar o gatilho para futuras epidemias ou até pandemias.


    Em linhas gerais, vírus, fungos, bactérias, protozoários e outros agentes microscópicos vivem ciclos bem definidos na natureza, com animais hospedeiros, intermediários e outros elementos que determinam o equilíbrio dessa dinâmica. "Esses patógenos circulam de uma maneira saudável dentro do ecossistema onde atuam, sem causar problemas para os seres humanos", contextualiza o biólogo Joel Henrique Ellwanger, do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). "A ameaça só passa a existir quando acontece a interferência humana nesses sistemas", complementa ele.


    Nos últimos cinco anos, Ellwanger publicou alguns artigos científicos em que detalha como um processo desses poderia acontecer na Amazônia. A ideia dele é entender como esse spillover conceito científico que descreve uma espécie de "pulo" ou "salto", um processo de transição no qual os patógenos passam a afetar os seres humanos, pode acontecer na prática, dentro do contexto específico deste bioma brasileiro. "Nem todo evento de spillover vai gerar uma epidemia. Isso vai depender do patógeno, de ele conseguir chegar até a população humana e encontrar ali as condições favoráveis para se disseminar", pondera o biólogo. Essas tais condições favoráveis envolvem aspectos biológicos e genéticos, como nossas células terem um receptor onde o vírus consegue se encaixar, por exemplo, até questões sociais, como a existência de um mosquito na região que pode servir de hospedeiro e perpetuador dos ciclos de transmissão.


"Quando ocorre o desmatamento em alguma região, toda a fauna que habita aquele lugar vai se mover. Muitas vezes, o animal que servia de reservatório natural para aquele patógeno foge. E os vetores, que transmitem doenças como malária e leishmaniose, vão se alimentar de sangue disponível, como o de seres humanos", detalha Naveca.


    No entanto, quando pensamos na abundância amazônica, tudo isso ganha uma escala muito maior, o que faz as probabilidades também crescerem numa progressão geométrica. "Imagina a diversidade de plantas que existe ali e a gente sequer conhece. Se pensarmos que cada espécie de ser vivo possui um microbioma próprio, estamos muito longe de entender os potenciais ameaças", explica Ellwanger. "Nós conhecemos apenas uma gota de um imenso oceano microbiano que interage nesse ecossistema", complementa ele.



Fonte: Biernath, A.. Como a degradação da Amazônia aumenta o risco de novas pandemias. BBC News Brasil 16/11/2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2vrn1rwggo.

Assinale a alternativa em que o uso da crase está correto. 
Alternativas
Q3901401 Português
Como a degradação da Amazônia aumenta o risco de novas pandemias.

    No segundo semestre de 2022, uma situação inusitada em Roraima chamou a atenção do cientista Felipe Naveca. Centenas de pessoas passaram a apresentar febre, dor no corpo, vermelhidão na pele e nos olhos, sintomas que sugerem um quadro de dengue, zika ou chikungunya. No entanto, uma grande proporção dos exames laboratoriais feitos nesses pacientes trazia um resultado negativo para essas três doenças, transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti, "ou seja, eram muitos casos suspeitos e poucos confirmados", resume Naveca, que é pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz).

    Uma análise mais detalhada revelou que o problema era outro. "Não era dengue. Era oropouche", informa o especialista. Esse vírus endêmico da Amazônia também é transmitido por mosquitos - e a infecção provoca incômodos similares aos observados na ação daqueles outros três patógenos mais conhecidos.

    Desde o episódio ocorrido em Roraima, algo parecido se repetiu em outras partes da Região Norte, como Acre, Amazonas e Rondônia. Além disso, o vírus conseguiu ultrapassar as barreiras da Amazônia e hoje causa surtos em locais como Bahia, Espírito Santo e Santa Catarina, além de já ter sido importado para outros países das Américas e da Europa.

    O oropouche é apenas um exemplo de como a Amazônia, o local mais biodiverso do mundo, é lar de milhares de vírus, bactérias e outros agentes microscópicos que podem eventualmente causar problemas de saúde em seres humanos. Mais que isso, pesquisas recentes têm demonstrado que a degradação desse bioma por meio do desmatamento, do garimpo e de outras atividades aumenta o risco de contato com esses patógenos e eventualmente pode se tornar o gatilho para futuras epidemias ou até pandemias.

    Em linhas gerais, vírus, fungos, bactérias, protozoários e outros agentes microscópicos vivem ciclos bem definidos na natureza, com animais hospedeiros, intermediários e outros elementos que determinam o equilíbrio dessa dinâmica. "Esses patógenos circulam de uma maneira saudável dentro do ecossistema onde atuam, sem causar problemas para os seres humanos", contextualiza o biólogo Joel Henrique Ellwanger, do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). "A ameaça só passa a existir quando acontece a interferência humana nesses sistemas", complementa ele.

    Nos últimos cinco anos, Ellwanger publicou alguns artigos científicos em que detalha como um processo desses poderia acontecer na Amazônia. A ideia dele é entender como esse spillover - conceito científico que descreve uma espécie de "pulo" ou "salto", um processo de transição no qual os patógenos passam a afetar os seres humanos, pode acontecer na prática, dentro do contexto específico deste bioma brasileiro. "Nem todo evento de spillover vai gerar uma epidemia. Isso vai depender do patógeno, de ele conseguir chegar até a população humana e encontrar ali as condições favoráveis para se disseminar", pondera o biólogo. Essas tais condições favoráveis envolvem aspectos biológicos e genéticos, como nossas células terem um receptor onde o vírus consegue se encaixar, por exemplo, até questões sociais, como a existência de um mosquito na região que pode servir de hospedeiro e perpetuador dos ciclos de transmissão.

    "Quando ocorre o desmatamento em alguma região, toda a fauna que habita aquele lugar vai se mover. Muitas vezes, o animal que servia de reservatório natural para aquele patógeno foge. E os vetores, que transmitem doenças como malária e leishmaniose, vão se alimentar de sangue disponível, como o de seres humanos", detalha Naveca.

    No entanto, quando pensamos na abundância amazônica, tudo isso ganha uma escala muito maior, o que faz as probabilidades também crescerem numa progressão geométrica. "Imagina a diversidade de plantas que existe ali e a gente sequer conhece. Se pensarmos que cada espécie de ser vivo possui um microbioma próprio, estamos muito longe de entender os potenciais ameaças", explica Ellwanger. "Nós conhecemos apenas uma gota de um imenso oceano microbiano que interage nesse ecossistema", complementa ele. 

Fonte:Biernath, A.. Como a degradação da Amazônia aumenta o risco de novas pandemias. BBC News Brasil 16/11/2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2vrn1rwggo. 


Com base no texto, resolva a questão.
Assinale a alternativa em que o uso da crase está correto.
Alternativas
Q3899330 Português
Assinale a frase inteiramente correta:  
Alternativas
Q3899142 Português
Utilize o texto abaixo para responder a questão.

    Nas florestas urbanas, o controle ambiental protege a área verde da cidade e remete à preservação do equilíbrio ecológico, mas também exige planejamento contínuo.
    Há políticas públicas que orientam a gestão ambiental, e os técnicos as aplicam com rigor. Essas ações tornam-se mais eficazes quando a comunidade participa ativamente e fiscaliza o cumprimento das normas ambientais.
    Preservar esses espaços é essencial, porque mantém a biodiversidade e as beneficia diretamente, melhorando a nossa qualidade de vida.
A crase é um recurso importante, pois possibilita criar uma relação entre 2 termos. Seu uso diante de “preservação” está corretamente identificado em:
Alternativas
Q3897748 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como escola pública de Cubatão deixou rotina de drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do mundo'.


O professor de História Régis Marques ouviu falar pela primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.

"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira notícia que encontrei relatava que a comunidade onde ela está inserida enfrentava insegurança devido à violência. A segunda reportagem mencionava que a escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.

"Também havia um terceiro texto que falava que, em uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola e fizeram algazarra durante a festa."

Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus, será que eu vou para essa escola mesmo?".

A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo assim, Régis aceitou o desafio.

Nove anos depois, a escola pública, que vivia enfrentando invasões, furtos e episódios de violência, ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento do trabalho feito para mudar essa realidade.

A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025 (World's Best School Prize), realizado pela Organização Britânica T4 Education.


Inspiração em modelo cubano


Para o diretor, o projeto mais transformador veio inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as famílias em suas residências.

Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica alunos com problemas de frequência ou indisciplina e marca um encontro com os responsáveis aos finais de semana.

É um jeito de compreender a vida dos alunos para além dos muros da escola, considerando que muitos atravessam condições precárias para chegar à sala de aula.

"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno, compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores muitas vezes não veem."

Os corredores da escola também contam uma história. Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos,  um grafite de um personagem histórico ligado à luta pelos direitos humanos.

Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e Paulo Freire.

Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de polarização política — entre elas do Escola Sem Partido, movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica" nas escolas.

As lideranças servem de inspiração para um dos pilares pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da Não Violência.

Realizada anualmente em outubro, o evento envolve rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a proposta vai muito além de "ser bonzinho". 

"Não violência não é dar a outra face. Não violência é você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.

O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende que a pauta da escola é a união.

"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda, de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado 
"Os corredores da escola também contam uma história. Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, há um grafite de um personagem histórico ligado à luta pelos direitos humanos."

Considerando a análise sintática dos elementos linguísticos empregados no trecho, avalie as afirmativas a seguir:

I.O verbo 'haver' é impessoal e intransitivo, não apresentando complemento verbal, sendo usado na terceira pessoa do singular para indicar existência ou ocorrência de algo. Por essa razão, não admite sujeito e permanece invariável em todas as suas formas quando empregado nesse sentido.
II.A expressão 'da escola' exerce a função de adjunto adnominal, especificando a quem pertencem os corredores. A expressão 'das salas' também exerce a mesma função sintática.
III.A expressão 'uma história' exerce a função de objeto direto do verbo 'contar', indicando o conteúdo ou aquilo que os corredores 'revelam' ou 'narram'.
IV.A crase em 'à luta' está adequada, pois o termo 'histórico' exige um complemento introduzido por preposição, e o substantivo 'luta' é feminino, justificando a fusão da preposição 'a' com o artigo definido 'a', resultando em 'à'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3897744 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como escola pública de Cubatão deixou rotina de drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do mundo'.


O professor de História Régis Marques ouviu falar pela primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.

"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira notícia que encontrei relatava que a comunidade onde ela está inserida enfrentava insegurança devido à violência. A segunda reportagem mencionava que a escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.

"Também havia um terceiro texto que falava que, em uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola e fizeram algazarra durante a festa."

Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus, será que eu vou para essa escola mesmo?".

A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo assim, Régis aceitou o desafio.

Nove anos depois, a escola pública, que vivia enfrentando invasões, furtos e episódios de violência, ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento do trabalho feito para mudar essa realidade.

A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025 (World's Best School Prize), realizado pela Organização Britânica T4 Education.


Inspiração em modelo cubano


Para o diretor, o projeto mais transformador veio inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as famílias em suas residências.

Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica alunos com problemas de frequência ou indisciplina e marca um encontro com os responsáveis aos finais de semana.

É um jeito de compreender a vida dos alunos para além dos muros da escola, considerando que muitos atravessam condições precárias para chegar à sala de aula.

"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno, compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores muitas vezes não veem."

Os corredores da escola também contam uma história. Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos,  um grafite de um personagem histórico ligado à luta pelos direitos humanos.

Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e Paulo Freire.

Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de polarização política — entre elas do Escola Sem Partido, movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica" nas escolas.

As lideranças servem de inspiração para um dos pilares pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da Não Violência.

Realizada anualmente em outubro, o evento envolve rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a proposta vai muito além de "ser bonzinho". 

"Não violência não é dar a outra face. Não violência é você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.

O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende que a pauta da escola é a união.

"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda, de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado 
"É um jeito de compreender a vida dos alunos para além dos muros da escola, considerando que muitos atravessam condições precárias para chegar à sala de aula."

Com base na regência dos verbos empregados no trecho, bem como daqueles utilizados fora do contexto apresentado, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__)O verbo 'chegar' pede a preposição 'a' junto a expressão locativa, o que justifica o emprego da crase no enunciado apresentado. 
(__)O verbo 'compreender' atua como transitivo direto, sem uso de complemento preposicionado. O verbo 'agradar' quando utilizado no sentido de 'acariciar' ou 'fazer carinhos' também atua como transitivo direto, como em 'O pai a agradava', corretamente empregado.
(__)O verbo 'atravessar' está atuando com transitivo direto. Já o verbo 'convidar' atua como transitivo indireto, como em 'Não lhes convidaram para o passeio", em que o pronome 'lhes' está corretamente empregado.
(__)O verbo 'considerar' atua como transitivo direto, sem uso de preposição, assim como o verbo 'querer' em 'Eu quero esse livro'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3896295 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


Saúde da mulher negra é negligenciada no Brasil por herança escravocrata


Por Letycia Holanda e Nara Lacerda (EPSJV/Fiocruz)

Editado por Maria Teresa Cruz

Publicado em 29/07/2025 09:52


   Conforme o continente se aproxima de mais uma celebração do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Brasil celebra o Julho das Pretas, os índices referentes à saúde da mulher negra em território nacional se mantêm como uma expressão de um problema que o país não consegue solucionar.

   Embora representem a maior parcela da população em idade ativa, elas são as menos beneficiadas por avanços sociais. Pesquisas indicam que as mulheres negras enfrentam maior incidência de doenças crônicas, desafios significativos na saúde mental, exposição à violência, discriminação, racismo, taxa alarmante de mortalidade materna e desigualdade no acesso a exames preventivos e diagnósticos.

   Em entrevista ao podcast Repórter SUS, Denise Oliveira, pesquisadora em saúde pública da Fiocruz Brasília e uma das formuladoras da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, afirma que a explicação para essa realidade passa necessariamente pela herança escravocrata brasileira.

  “Se considerarmos sobretudo a escravidão, que foi uma das mais longas da América Latina, ela também vai ser muito cruel no processo abolicionista. Não foi algo que, para algumas circunstâncias, se comemora plenamente, porque a população negra vai ser jogada nas ruas como animais, sem qualquer tipo de suporte do ponto de vista social e econômico.”

   A pesquisadora ressalta que o resultado dessas iniquidades se expressa até hoje, comprovado por indicadores oficiais. A fome, por exemplo, afeta principalmente lares chefiados por mulheres pardas ou negras. Permeado pelas desigualdades estruturais, o aparthaid sanitário se manifesta em diferentes aspectos da vida.

   “Neste país, os problemas de saúde têm cor e têm gênero. As características desses problemas têm a ver com a história da escravidão e do processo abolicionista de exclusão social. Ambos ainda trazem as nuances dos indicadores de morbimortalidade na área da violência, de doenças sexualmente transmissíveis, de problemas relacionados ao parto e problemas de quase morte materna”, alerta a pesquisadora.

   Há mais de 15 anos, o Brasil instituiu a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, que até hoje não saiu do papel na maior parte dos municípios. Denise Oliveira aponta que o mito da democracia racial, que sustenta a falsa ideia de que o Brasil é um país sem racismo, dificulta o reconhecimento do problema e a aplicação efetiva de ações dessa natureza.


Fonte: https://fiocruz.br/noticia/2025/07/reporter-sus-saude-da-mulher-negra-e-negligenciada-no-brasil-por-heranca. Acesso em: 23 dez. 2025 [adaptado].
Observe o emprego da crase no fragmento “Pesquisas indicam que as mulheres negras enfrentam maior incidência de doenças crônicas, desafios significativos na saúde mental, exposição à violência, discriminação, racismo, taxa alarmante de mortalidade materna e desigualdade no acesso” (2º parágrafo) e assinale a assertiva CORRETA. 
Alternativas
Q3895355 Português
ChatGPT não é analista: o perigo da falsa competência digital

Há uma epidemia invisível que começa a se espalhar no mundo corporativo: profissionais que utilizam ferramentas de Inteligência Artificial sem realmente entender os dados, a lógica ou o significado por trás deles. Relatórios e apresentações impecáveis à primeira vista, mas que revelam, em poucos minutos de leitura, que quem os produziu não entendeu o que estava dizendo.

Recentemente, um cliente pediu ao seu líder de área de vendas que elaborasse uma planilha com indicadores básicos de desempenho: vendas, conversão, ticket médio e churn. O profissional reuniu os dados, mas, em vez de fazer uma análise real, pediu à IA para gerar um relatório com conclusões.

Em segundos, o sistema devolveu um belo relatório com frases de efeito: “O ticket médio caiu devido à perda de foco no pós-venda” e também “A conversão subiu por conta do novo layout do e-commerce”.

Soa convincente, mas há um detalhe inacreditável: a empresa não tem e-commerce e o profissional sequer revisou esse detalhe antes de compartilhar a brilhante conclusão. Quanto aos demais indicadores, ele também não soube justificar ou explicar a metodologia, a lógica nem as variáveis envolvidas.

Em outro caso, também recente, o profissional trouxe um “laudo” em que pediu ao ChatGPT para avaliar a construção da meta do mês, apontando os riscos de gerar burnout no time de vendas.

Seria cômico se não fosse preocupante: profissionais sustentando posições em castelos de areia e correndo o risco de que decisões importantes sejam tomadas com base em conclusões fabricadas por uma IA que não tem contexto nem senso de causalidade.

Essa prática de delegar à IA o pensamento analítico cria o que chamo de “falsa competência digital”: o profissional parece produtivo, parece técnico, mas, na verdade, perdeu o controle sobre o raciocínio.

E isso já está sendo observado cientificamente. Um estudo publicado na revista Humanities and Social Sciences Communications (Nature, 2023), conduzido com estudantes do Paquistão e da China, mostrou que o uso indiscriminado da Inteligência Artificial está associado a uma perda expressiva da capacidade de tomada de decisão humana: 27,7% dos participantes relataram dependência cognitiva ou “preguiça mental” ao delegar análises à IA.

Outro estudo, AI Tools in Society: Impacts on Cognitive Offloading (MDPI, 2024), aponta um fenômeno semelhante: pessoas que dependem de IA para tarefas analíticas passam a desenvolver menor proficiência em raciocínio independente, confiando demais nas respostas automatizadas, mesmo quando incorretas.

Ambas as pesquisas confirmam o que já se percebe no dia a dia corporativo: quanto mais terceirizamos o pensamento, mais perdemos o domínio sobre ele.

O verdadeiro diferencial está em quem pensa com a IA, e não por meio dela.

E isso exige domínio dos fundamentos, como entender indicadores, testar hipóteses, validar correlações e aplicar senso crítico sobre cada conclusão gerada.

A Inteligência Artificial está mudando tudo, menos o essencial: a necessidade de pensar. O futuro do trabalho exigirá menos operadores de ferramenta e mais curadores de sentido. Porque, no fim, a IA só é inteligente quando quem a usa também é.

O profissional do amanhã não será definido pela velocidade da entrega, mas pela profundidade do raciocínio.

(Por Cecília Rapassi. Disponível em: https://mercadoeconsumo.com.br. Acesso em: dezembro de 2025. Adaptado.)
Dentre os exemplos a seguir, assinale o que apresenta ocorrência de crase indevida diferentemente do indicado em: “O profissional reuniu os dados, mas, em vez de fazer uma análise real, pediu à IA para gerar um relatório com conclusões.” (2º§).
Alternativas
Respostas
301: A
302: B
303: D
304: E
305: A
306: B
307: A
308: C
309: C
310: E
311: D
312: D
313: A
314: A
315: B
316: C
317: C
318: C
319: B
320: A