Questões de Concurso Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português

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Q2579851 Português

Leia o texto a seguir:


Vítima de pólio vive dentro de pulmão de aço há 70 anos e viraliza no TikTok


Pessoa que está há mais tempo dentro do aparelho no mundo, Paul Alexander se formou em advocacia e escreveu um livro sobre sua história


Com 77 anos, Paul Alexander é o paciente que vive há mais tempo dentro de um pulmão de aço, também chamado de pulmão de ferro, segundo o Guinness World Records. Vítima de uma paralisia dos músculos do peito decorrente da poliomielite, Paul precisou ser colocado no aparelho ainda em 1952, quando tinha apenas 6 anos de idade.

Agora, com o perfil “ironlungman” (“homem pulmão de aço”), o morador de Dallas, nos Estados Unidos, viraliza no TikTok com vídeos sobre como foi crescer dentro da máquina e a sua rotina hoje em dia. Na primeira postagem, que conta com mais de 25 milhões de visualizações, Paul falou que, embora viva há mais de 70 anos no aparelho, fez faculdade, escreveu um livro e tem sonhos como qualquer outra pessoa.

— Em 1952, durante uma epidemia de poliomielite, contraí a doença e estou paralisado desde então. E vivo num pulmão de aço porque não consigo respirar sozinho. Fui para a escola com o meu pulmão de aço, agora sou advogado, exerci a advocacia durante 30 anos, escrevi um livro e o divulguei ao mundo sobre mim e a minha poliomielite, e milhões de pessoas sabem o meu nome hoje. Tenho objetivos e sonhos de fazer mais algumas coisas (...) — disse.

Na publicação, ele passa uma mensagem ainda para todas as crianças que não se vacinaram contra a doença: — Quero falar ao mundo sobre a poliomielite e sobre as milhões de crianças que não estão protegidas contra a poliomielite, que precisam ser protegidas antes que haja outra epidemia.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/2024/02/02/vitima-de-polio-vive-dentro-de-pulmao-de-aco-ha-70-anos-e-viraliza-no-tiktok.ghtml?utm_source=Facebook&utm_ medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em: 03 fev. 2024.

Em “Na primeira postagem, que conta com mais de 25 milhões de visualizações, Paul falou que, embora viva há mais de 70 anos no aparelho, fez faculdade, escreveu um livro e tem sonhos como qualquer outra pessoa” (2.º parágrafo), o conectivo destacado veicula o sentido de:

Alternativas
Q2579850 Português

Leia o texto a seguir:


Vítima de pólio vive dentro de pulmão de aço há 70 anos e viraliza no TikTok


Pessoa que está há mais tempo dentro do aparelho no mundo, Paul Alexander se formou em advocacia e escreveu um livro sobre sua história


Com 77 anos, Paul Alexander é o paciente que vive há mais tempo dentro de um pulmão de aço, também chamado de pulmão de ferro, segundo o Guinness World Records. Vítima de uma paralisia dos músculos do peito decorrente da poliomielite, Paul precisou ser colocado no aparelho ainda em 1952, quando tinha apenas 6 anos de idade.

Agora, com o perfil “ironlungman” (“homem pulmão de aço”), o morador de Dallas, nos Estados Unidos, viraliza no TikTok com vídeos sobre como foi crescer dentro da máquina e a sua rotina hoje em dia. Na primeira postagem, que conta com mais de 25 milhões de visualizações, Paul falou que, embora viva há mais de 70 anos no aparelho, fez faculdade, escreveu um livro e tem sonhos como qualquer outra pessoa.

— Em 1952, durante uma epidemia de poliomielite, contraí a doença e estou paralisado desde então. E vivo num pulmão de aço porque não consigo respirar sozinho. Fui para a escola com o meu pulmão de aço, agora sou advogado, exerci a advocacia durante 30 anos, escrevi um livro e o divulguei ao mundo sobre mim e a minha poliomielite, e milhões de pessoas sabem o meu nome hoje. Tenho objetivos e sonhos de fazer mais algumas coisas (...) — disse.

Na publicação, ele passa uma mensagem ainda para todas as crianças que não se vacinaram contra a doença: — Quero falar ao mundo sobre a poliomielite e sobre as milhões de crianças que não estão protegidas contra a poliomielite, que precisam ser protegidas antes que haja outra epidemia.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/2024/02/02/vitima-de-polio-vive-dentro-de-pulmao-de-aco-ha-70-anos-e-viraliza-no-tiktok.ghtml?utm_source=Facebook&utm_ medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em: 03 fev. 2024.

Em “Com 77 anos, Paul Alexander é o paciente que vive há mais tempo dentro de um pulmão de aço, também chamado de pulmão de ferro, segundo o Guinness World Records” (1.º parágrafo), as palavras destacadas são respectivamente classificadas, no contexto de uso, como:

Alternativas
Q2579028 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 06.


Sonda chinesa identifica mineral inédito na Lua


As crateras lunares são resultado da colisão entre a Lua e objetos celestiais, como asteroides e cometas. O impacto é rápido, envolvendo alta velocidade, pressão e temperatura. O fenômeno, além de alterar o relevo da superfície do satélite natural da Terra, também é responsável por mudanças na composição mineral do solo lunar, chamado de regolito. Por isso, uma das formas de estudar o passado da Lua consiste em analisar os minerais que compõem a sua superfície. Recentemente, a missão chinesa Chang'e-5 retornou para a Terra com 1,73 kg de regolito, fornecendo novos materiais para a investigação da história do nosso satélite natural.

Os pesquisadores identificaram um novo mineral lunar, o Changesite-(Y), bem como minerais do grupo dos silicatos em uma combinação considerada “desconcertante”. As amostras foram coletadas em uma região denominada Oceanus Procellarum. Tais descobertas foram descritas em artigo publicado na revista Matter and Radiation at Extremes na última terça-feira (6).

De acordo com as estimativas dos cientistas, a colisão de objetos celestiais que resultou nas amostras teve uma pressão máxima entre 11 e 40 GPa e uma duração de 0,1 a 1 segundo. A cratera gerada na Lua pode ter entre 3 e 32 km de largura.

O novo mineral Changesite-(Y) pertence ao grupo dos fosfatos e é caracterizado por colunas de cristais transparentes, sem cor. A combinação dos silicatos, por sua vez, inclui a seifertita e a estishovita — ambas quimicamente similares ao quartzo, mas com estruturas cristalinas distintas.

O fragmento que contém seifertita e estishovita surpreendeu os pesquisadores, uma vez que esses minerais, teoricamente, só coexistiriam em pressões muito mais elevadas do que as da amostra. “Embora a superfície da Lua esteja coberta por dezenas de milhares de crateras de impacto, minerais de alta pressão são incomuns em amostras lunares”, afirma a pesquisadora e autora do estudo Wei Du em nota. “Uma das possíveis explicações para isso é que a maioria dos minerais de alta pressão são instáveis em altas temperaturas.”

No caso da amostra coletada pela missão Chang'e-5, levantou-se a hipótese de que a presença de um terceiro polimorfo dos silicatos, a o-cristobalita, pode ter sido importante para viabilizar a combinação de seifertita e estishovita.

“A seifertita pode ter se formado a partir da acristobalita durante o processo de compressão, e uma parte da amostra se transformou em estishovita durante o subsequente processo de elevação de temperatura”, propõe Du.


Revista Galileu. Disponível em<https:/'revistagalileu.globo .com/ciencia/espaco/noticia/2024/02/sonda-chinesa-identifica-mineral-inedito-na-lua .ghtm]>

Considere o excerto: “Embora a superficie da Lua esteja coberta por dezenas de milhares de crateras de impacto, minerais de alta pressão são incomuns em amostras lunares”. Nesse contexto, a oração introduzida pelo vocábulo “embora” classifica-se, segundo a norma gramatical, como:

Alternativas
Q2578735 Português

Leia a tirinha a seguir para responder às questões de 11 a 16.



Watterson, B. Calvin e Haroldo, 1988.

A expressão “contanto que”, que ocorre no quarto quadrinho, é uma locução conjuntiva que exprime um sentido de:

Alternativas
Q2578734 Português

Leia a tirinha a seguir para responder às questões de 11 a 16.



Watterson, B. Calvin e Haroldo, 1988.

A palavra “felizmente”, que ocorre no terceiro quadrinho, pertence à classe gramatical:

Alternativas
Q2578158 Português

A importância da arte e da arte de resistir no ano da pandemia


Por Milena Schäfer


  1. O encontro pelas telas marcou 2020 e com o fazer artístico não foi diferente. O olhar foi
  2. intermediado pela câmera, o aplauso deu lugar aos emojis, e todas as camadas da subjetividade
  3. dos encontros acomodaram-se, em tom de ur....ência, no enquadramento audiovisual.
  4. Para quem encontra na arte o sentido da vida e vive com o sustento de cada apresentação,
  5. parar realmente não foi uma opção. No desenrolar dessa cena trá....ica, os artistas também
  6. foram duramente impactados, mas não nos abandonaram. Alguns ligaram as câmeras pela
  7. primeira vez e confirmaram que a presença virtual, embora não seja ideal, é melhor do que a
  8. ausência. Sob espetáculos cancelados, teatros interditados e luzes apagadas, a arte não
  9. silenciou. Pelo contrário, cantou feito cigarra, espalhando-se a ponto de atingir o tão merecido
  10. status de "e....encial".
  11. A importância da arte para a sobrevivência da espécie humana não é novidade, mas virou
  12. certeza absoluta nos meses de isolamento. Sozinha, em um apartamento cheio de vazio, vi cada
  13. canto ser suavemente preenchido pelas obras que pude acessar. Não foi uma, nem 20; foram
  14. incontáveis as vezes que encontrei no botão de play a salvação para suportar dias tão difíceis.
  15. Que atire a primeira pedra quem foi capaz de ficar sem ler um livro, escutar uma música ou
  16. assistir ___ uma livezinha sequer. Pois é, 2020 foi o ano das lives.
  17. Quem foi que disse que as cigarras não trabalham? Mesmo paralisadas, muitas conseguiram
  18. sair da casca, alçando voos. Disseminaram-se pela rede online as oficinas, os ensaios remotos,
  19. os espetáculos e os shows filmados. O caos também foi inspiração para criar, gerou uma
  20. necessidade ainda maior de expressar. Financiamentos coletivos deram visibilidade ___ arte
  21. periférica.
  22. No acesso facilitado pelo controle remoto, algumas plateias tornaram-se, até mesmo, mais
  23. numerosas do que antes. No acesso facilitado ___ plataformas digitais, a cena cultural, que já
  24. era potente, ganhou mais diversidade. E as comunidades começaram a se ver, a
  25. reconhecerem-se de verdade.
  26. No "Ano das Trevas", renascemos a cada dia inspirados por músicas, coreografias, imagens,
  27. histórias e representações. Tudo feito por estas cigarras que, na concepção de cada obra,
  28. também nos ensinam a arte de resistir.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2020/12/a-importancia-da-arte-e-da-arte-de-resistir-no-ano-da-pandemia-ckj2tgvgg000p017whdowgm1m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).


Assinale a alternativa que apresenta palavra ou expressão que possa substituir corretamente a conjunção “embora” (l. 07) sem causar alteração ao sentido ou à estrutura do trecho do texto em que ocorre.

Alternativas
Q2578095 Português

Identifique a classe gramatical das palavras destacadas na frase abaixo:

O guarda patrimonial vigia o prédio da Câmara Municipal durante a noite.

Alternativas
Q2578008 Português

Senna: ídolo das pistas


Por Adriano Lesme


  1. Ayrton Senna da Silva, ou simplesmente Senna, foi um piloto de Fórmula 1 das décadas de
  2. 80 e 90 e maior ídolo brasileiro do automobilismo. Nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de
  3. 1960, e morreu de maneira trágica em 1º de maio de 1994, após colidir com uma mureta de
  4. proteção no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola. Seu velório foi um dos mais marcantes da
  5. história do Brasil, durou cerca de 22 horas e foi acompanhado por aproximadamente 240 mil
  6. pessoas.
  7. A ca__eira de Senna no automobilismo começou como a da maioria dos pilotos: no kart.
  8. Aos quatro anos, Ayrton ganhou o seu primeiro kart, construído pelo seu pai. O motor foi tirado
  9. de um cortador de grama, mas chegava aos 60 km/h, bastante veloz para uma criança.
  10. O acidente de Senna é um dos episódios mais tristes da história do esporte, mas sua morte
  11. foi responsável por uma revolução na segurança da Fórmula 1. Os carros ficaram muito mais
  12. seguros e nenhum acidente fatal aconteceu por quase 20 anos.
  13. O maior legado de Senna é o Instituto Ayrton Senna, organização sem fins lucrativos que
  14. beneficia mais de 1,5 milhão de crianças brasileiras por ano, por meio da formação de
  15. educadores, projetos educacionais e parcerias com escolas públicas.
  16. A trajetória de Ayrton Senna no automobilismo foi de grande suce__o, o piloto foi
  17. tricampeão mundial da Fórmula 1, ganhando o título em 1988, 1990 e 1991. Em 2024 completa
  18. 30 anos de morte do ídolo brasileiro, um herói que segue na memória e no coração dos
  19. brasileiros.


(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/airton-senna-silva.htm. – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o trecho abaixo, assinale a alternativa que poderia substituir, sem prejuízo de sentido, a conjunção em destaque.


“O motor foi tirado de um cortador de grama, mas chegava aos 60 km/h, bastante veloz para uma criança”.

Alternativas
Q2577958 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 08:


O homem cuja orelha cresceu – Conto de Ignácio de Loyola Brandão


Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam a cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua. Se tivesse um amigo, ou namorada, iria mostrar o que estava acontecendo. Mas o escriturário não conhecia ninguém a não ser os colegas de escritório. Colegas, não amigos. Ele abriu a camisa, enfiou as orelhas para dentro. Enrolou uma toalha na cabeça, como se estivesse machucado.

Quando chegou na pensão, a orelha saia pela perna da calça. O escriturário tirou a roupa. Deitou-se, louco para dormir e esquecer. E se fosse ao médico? Um otorrinolaringologista. A esta hora da noite? Olhava o forro branco. Incapaz de pensar, dormiu de desespero.

Ao acordar, viu aos pés da cama o monte de uns trinta centímetros de altura. A orelha crescera e se enrolara como cobra. Tentou se levantar. Difícil. Precisava segurar as orelhas enroladas. Pesavam. Ficou na cama. E sentia a orelha crescendo, com uma cosquinha. O sangue correndo para lá, os nervos, músculos, a pele se formando, rápido. Às quatro da tarde, toda a cama tinha sido tomada pela orelha. O escriturário sentia fome, sede. Às dez da noite, sua barriga roncava. A orelha tinha caído para fora da cama. Dormiu.

Acordou no meio da noite com o barulhinho da orelha crescendo. Dormiu de novo e quando acordou na manhã seguinte, o quarto se enchera com a orelha. Ela estava em cima do guarda-roupa, embaixo da cama, na pia. E forçava a porta. Ao meio-dia, a orelha derrubou a porta, saiu pelo corredor. Duas horas mais tarde, encheu o corredor. Inundou a casa. Os hóspedes fugiram para a rua. Chamaram a polícia, o corpo de bombeiros. A orelha saiu para o quintal. Para a rua.

Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes. Os açougueiros trabalharam o dia inteiro cortando e amontoando. O prefeito mandou dar a carne aos pobres. Vieram os favelados, as organizações de assistência social, irmandades religiosas, donos de restaurantes, vendedores de churrasquinho na porta do estádio, donas de casa. Vinham com cestas, carrinhos, carroças, camionetas. Toda a população apanhou carne de orelha. Apareceu um administrador, trouxe sacos de plástico, higiênicos, organizou filas, fez uma distribuição racional.

E quando todos tinham levado carne para aquele dia e para os outros, começaram a estocar. Encheram silos, frigoríficos, geladeiras. Quando não havia mais onde estocar a carne de orelha, chamaram outras cidades. Vieram novos açougueiros. E a orelha crescia, era cortada e crescia, e os açougueiros trabalhavam. E vinham outros açougueiros. E os outros se cansavam. E a cidade não suportava mais carne de orelha. O povo pediu uma providência ao prefeito. E o prefeito ao governador. E o governador ao presidente.

E quando não havia solução, um menino, diante da rua cheia de carne de orelha, disse a um policial: “Por que o senhor não mata o dono da orelha?”


Fonte <https://contobrasileiro.com.br/o-homem-cuja-orelha-cresceu-conto-de-ignacio-de-loyola-brandao/>. Acesso em 16/02/2024. Com adaptações.

“E se fosse ao médico?” (2º parágrafo). Dentre as opções a seguir, a única que substituiria corretamente a conjunção sublinhada é:

Alternativas
Q2577880 Português

Katherine Johnson


Por Rachel Ignotofsky


01 Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era

02 uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas

03 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras

04 mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático

05 W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a

06 ajudou a escolher as disciplinasde que precisava para atingir esse objetivo.

07 Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os

08 empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa

09 começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos”

10 e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes

11 daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões.

12 Então, perguntou se era contra __ lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e

13 sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações

14 de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para

15 trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento.

16 Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de

17 trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão

18 tripulada __ Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de

19 verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita

20 para que os tripulantes da nave Apolo voltassem __ Terra em segurança. A missão Apolo foi um

21 sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível.

22 Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos

23 ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a

24 visitar as estrelas e retornar em segurança.

25 Katherine se aposentou em 1986, depois de trinta e três anos de trabalho, entretanto, o

26 reconhecimento só veio oficialmente em 2015, quando ela recebeu a Medalha Presidencial da

27 Liberdade – a maior condecoração que um civil pode receber nos EUA – das mãos de Barack

28 Obama. Em maio de 2016, a NASA inaugurou uma central de pesquisa batizada com seu nome.

29 Katherine Johnson faleceu em fevereiro de 2024, aos 101 anos de idade. O filme Hidden Figures

30 ('Estrelas Além do Temp") o baseado na história de Katherine e outras duas matemáticas,

31 Dorothy Vaughn e Mary Jackson, estreou em 2016.

(Disponível em: www.mtciencias.com.br/mulheres/katherine-johnson%E2%80%8B/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

o trecho “Katherine se aposentou em 1986, depois de trinta e três anos de trabalho, entretanto, o reconhecimento só veio oficialmente em 2015, quando ela recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade”, as palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como:

Alternativas
Q2577879 Português

Katherine Johnson


Por Rachel Ignotofsky


01 Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era

02 uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas

03 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras

04 mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático

05 W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a

06 ajudou a escolher as disciplinasde que precisava para atingir esse objetivo.

07 Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os

08 empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa

09 começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos”

10 e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes

11 daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões.

12 Então, perguntou se era contra __ lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e

13 sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações

14 de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para

15 trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento.

16 Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de

17 trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão

18 tripulada __ Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de

19 verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita

20 para que os tripulantes da nave Apolo voltassem __ Terra em segurança. A missão Apolo foi um

21 sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível.

22 Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos

23 ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a

24 visitar as estrelas e retornar em segurança.

25 Katherine se aposentou em 1986, depois de trinta e três anos de trabalho, entretanto, o

26 reconhecimento só veio oficialmente em 2015, quando ela recebeu a Medalha Presidencial da

27 Liberdade – a maior condecoração que um civil pode receber nos EUA – das mãos de Barack

28 Obama. Em maio de 2016, a NASA inaugurou uma central de pesquisa batizada com seu nome.

29 Katherine Johnson faleceu em fevereiro de 2024, aos 101 anos de idade. O filme Hidden Figures

30 ('Estrelas Além do Temp") o baseado na história de Katherine e outras duas matemáticas,

31 Dorothy Vaughn e Mary Jackson, estreou em 2016.

(Disponível em: www.mtciencias.com.br/mulheres/katherine-johnson%E2%80%8B/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A conjunção “e” (l. 18) une as orações garantindo sentido de _____________ entre ideias.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Alternativas
Q2577793 Português

Na frase “O pai chegou cansado do trabalho, mas deu atenção ao filho.”, qual das seguintes palavras NÃO poderia ser empregada no lugar da palavra sublinhada de forma a estabelecer o mesmo sentido?

Alternativas
Q2575823 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.

Amores virtuais e sentimentos byteanos conjugados

    Chegou à conclusão de que a única forma de encontrar o seu príncipe encantado era por meio de sites de relacionamentos, especializados em unir pessoas com características semelhantes. Moça tímida, recatada, criada sob o rigor de um pai severo, nunca fora de sair, fazer amigos, paquerar. Encontrar um namorado, dentro de casa, assistindo novela das 6, das 7 e das 8 seria humanamente impossível. Mas, chegando perto dos 40 anos, chegou à conclusão de que precisava mudar. E a solução seria acreditar em amores virtuais.
    Acessou o site. O primeiro campo a ser preenchido era Apelido. Um apelido, meu Deus! Mas que apelido? O apelido de criança? Nem pensar. “Miss Pança” estava fora de cogitação. Assustaria qualquer pretendente. Ela precisava de algo mais quente, mais sugestivo, mas sem ser extravagante demais. Que tal “Donzela em Erupção”!? Não era o exemplo perfeito de criatividade, mas não deixava de ser sincero. Se não fosse sincera agora, o que dizer depois de iniciar um relacionamento?
     Mas, na hora de preencher campos como Idade, Altura e Peso, hesitou. Sinceridade demais desgasta a relação, pensou, como uma especialista em relações amorosas. Por isso, diminuiu idade e peso, e aumentou a altura. No campo Cantor (a) Preferido (a), achou que Xuxa passaria uma imagem ruim. Melhor Elis Regina. Homens gostam de mulheres cultas. Livros? Na vida, ela só tinha lido Dale Carnegie. Por isso, arriscou um Patrick Sufind – embora ela tentasse se referir a Patrick Süskind – que fora citado em alguma nota da Cláudia, mês passado. No campo Sonho, chegou à conclusão de que se colocasse a verdade (aquela verdade que cultivava ternamente desde seus 12 anos) de que queria casar e ter uma ninhada de 3 ou 4 filhos, ah, aí sim ninguém se interessaria por ela.
    No final das contas, havia mudado tantas características, tantas referências, tantas especialidades que a “Donzela em Erupção” poderia ser qualquer pessoa do mundo, menos ela.   
    Ficou deprimida ao perceber que, se ela agia dessa maneira, ocultando suas características e inventando outras qualidades, outros fariam o mesmo. Em outras palavras: se recebesse o e-mail dum jovem de vinte e poucos anos, atlético, olhos claros, nominado Poeta Coruscante, deveria entender: coroa desorientado, barrigudo, consumidor assíduo de espetinho e ovo cozido no Bar do Joca, e torcedor fanático do Grêmio Maringá.
   Pensou melhor. Bem melhor, por sinal. Fechou o navegador sem salvar seu cadastro e foi assistir, emocionada, a mais uma eliminatória de A Fazenda.

(MARTINS, J. Disponível em: https:// corrosiva.com.br. Acesso em: 10/07/2024.)
Sobre conjunções empregadas no texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2575202 Português
Atenção: Leia o texto abaixo para responder à questão.


       A idolatria do PIB. - O PIB é invenção recente. A ideia de medir a variação do valor monetário dos bens e serviços produzidos a cada ano surgiu no período entreguerras, mas foi só em meados do século passado que os órgãos oficiais passaram a calcular e publicar dados de PIB para os diferentes países. Nenhum dos grandes economistas clássicos - Smith, Ricardo, Malthus, Marx ou Mill - jamais foi instado a prever o PIB do ano ou trimestre seguintes. O culto do PIB como métrica de sucesso das nações tomou-se uma espécie de religião do nosso tempo. O crescimento é a meta suprema em nome da qual governos são eleitos ou rejeitados nas urnas, e um antropólogo marciano poderia supor que o acrônimo PIB nomeia a nossa divindade-mor na vida pública enquanto o afã de consumo preenche o vazio da existência na esfera privada. - Mas o que exatamente está sendo medido? Imagine uma comunidade na qual a água potável é um bem livre e desfrutado por todos com a mesma facilidade com que obtemos o ar que respiramos, suponha, no entanto, que as fontes de água foram poluídas e agora se tornou necessário purificá-la, engarrafá-la e distribuí-la, de modo que todos precisam trabalhar um pouco mais a fim de comprá-la no mercado - o que acontece com o PIB dessa comunidade? O erro não é de magnitude, mas de sinal: as pessoas empobreceram, ao passo que o PIB total e o PIB per capita subiram. Daí que: se eu moro perto do meu local de trabalho e posso caminhar até ele, o PIB nada registra; mas, se preciso tomar uma condução e pagar o bilhete (sem falar no tempo encalacrado no trânsito), ele sobe. Se eu gosto do que faço, embora ganhando menos do que poderia, e passo a trabalhar sem a menor alegria para um mundo caduco, mas recebendo um aumento por isso, o PIB sobe. O PIB, em suma, mede o valor monetário dos bens e serviços que transitam pelo sistema de preços - e nada mais. E, quando se tomar inevitável portar garrafinhas de oxigênio na cintura a fim de seguir respirando, o PIB subirá de novo.


(GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise civilizatória. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. pp. 51-52)
É possível perceber uma relação de causa e consequência entre os seguintes segmentos do texto:
Alternativas
Q2574914 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

A quem interessa a monetização da misoginia?

E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?

    Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados. A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
    No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
    Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor das mulheres e o ódio contra elas.
    Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?
    As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
    A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.

(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
Releia: “Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: Até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?” (4º§). Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir.

I. O verbo “temos”, no texto, assinala um sujeito oculto.
II. O uso do pronome “onde”, no texto, está equivocado, pois o mesmo deve indicar lugar.
III. A conjunção “mas” estabelece ideia de oposição ao último período do parágrafo anterior.
IV. A palavra “intacta” é um adjetivo que qualifica o termo “essa engrenagem”.
V. Os dois pontos foram colocados antes de um aposto enumerativo.
VI. Em “essa engrenagem”, o pronome “essa” estabelece a relação coesiva de sinonímia.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2574700 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

Paolla Oliveira é chamada de gorda em vídeo da Grande Rio; por que incomoda tanto o corpo de uma mulher livre?

Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos após ensaios gerais da Grande Rio, escola de samba da qual Paolla Oliveira é Rainha da Bateria.

    Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz. Quando ela apareceu no ensaio geral da escola de samba Grande Rio, da qual ela é Rainha da Bateria, a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a chamavam de “gorda” e “fora de forma”. Um deles chegou a usar outro termo: “Braço de merendeira”, enquanto outro até mesmo deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.
    Com 41 anos, sendo 20 de uma carreira consolidada na televisão, Paolla Oliveira também foi alvo de comentários etaristas. As pessoas apontaram que a atriz estava mudada. O motivo: está envelhecendo. Esses comentários foram feitos, majoritariamente, por homens.

(Camila Cetrone e Paola Churchil, Redação Marie Claire. São Paulo. Em: 23/12/2023.)
No trecho “Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz.” (1º§), os dois pontos são utilizados para introduzir:
Alternativas
Q2571997 Português
Assinale a alternativa em que o “Se” é uma conjunção integrante:
Alternativas
Q2569331 Português

O fim das redes sociais


Cada vez menos “sociais", as redes têm implicações


de uso muito maiores do que se pensa


Marcelo Vidigal M de Barros



    As redes sociais tornaram-se as principais plataformas de geração e distribuição de conteúdo, ofuscando os antigos e poderosos canais de TV, rádios e jornais. Então, não surpreende que sua influência venha chamando a atenção dos governos e da sociedade, lá fora e aqui. (...) Ainda que as pessoas, em geral, tenham percebido diferenças em seus feeds, muita gente ainda não entendeu o alcance e as implicações das mudanças recentes, que se aceleraram nos últimos 12 meses. (...)


     Com o crescimento do TikTok e a mudança dos feeds do Facebook e Instagram para um modelo de recomendação baseado em algoritmos, entramos em uma nova era; o algoritmo passou a privilegiar o conteúdo que entende ser mais interessante para você, e não mais o que seus amigos estão postando. Se o algoritmo identificar que você gosta de futebol, por exemplo, vai te apresentar mais vídeos com os golaços da última rodada. A novidade, porém, é que, logo abaixo de um lance mágico do Messi, o algoritmo, agora, mostra um “frango” em uma pelada da periferia, postado por alguém fora de sua rede.


     Neste novo padrão de recomendação, o componente “social”, isto é, o conteúdo distribuído por sua rede, perdeu importância. (...) E neste novo modelo, temos à disposição todo o conteúdo da plataforma, e não ficamos limitados apenas à nossa rede. (...)


    Quando a recomendação de conteúdos era definida apenas pela quantidade de seguidores e likes, os grandes influenciadores conquistaram o poder de definir comportamentos, influenciar nosso consumo e ganhar muito com isso. (...) Não é à toa que, em 2022, Kim Kardashian e duas das maiores influenciadoras do mundo apoiaram a campanha “Make Instagram Instagram again”, uma tentativa de reverter a decisão da empresa de não dar preferência às postagens publicadas por “amigos”.


       Esta é a grande mudança. E uma mudança grande, ao mesmo tempo. Migramos para uma versão das mídias sociais dominada por algoritmos e não por influenciadores. Em contraste com o modelo antigo, quando a competição era por popularidade, no novo modelo, a competição é por relevância de conteúdo; quanto maior for o match do conteúdo sugerido com o que cada um de nós gosta, maior será o nosso tempo de permanência nestas plataformas. (...) 



    O crescimento do TikTok tem sido usualmente atribuído à rejeição da nova geração às redes mais maduras, como o Instagram. (...) Com a entrada dos algoritmos na jogada, pelo menos no curto prazo, haverá uma ampliação dos problemas atuais de polarização e radicalização.


    Ainda há muito por vir, e é impossível prever todas as consequências desta mudança, mas, ao entendermos melhor as primeiras implicações, podemos estar mais preparados para os desafios que, como sociedade, temos pela frente.



Adaptado de: https://exame.com/lideres-


extraordinarios/governanca/o-fim-das-redes-sociais. Acesso em:


30 out. 2023. 

Assinale a alternativa em que haja, entre parênteses, o valor semântico correto para o trecho destacado.
Alternativas
Q2569061 Português
Ministério da Saúde lança nova campanha de vacinação contra covid-19


   Após receber a primeira remessa de doses atualizadas contra a covid-19, o Ministério da Saúde lançou uma nova campanha de vacinação contra a doença. A proposta é imunizar pelo menos 70 milhões de pessoas.

   Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu 9,5 milhões de doses atualizadas com a variante XBB.1.5. Em nota, o ministério informou que as vacinas estão em processo de distribuição aos estados, de acordo com o agendamento junto à operadora logística.

   “Muitos estados já começaram a aplicar as vacinas monovalentes XBB. O primeiro lote começou a ser entregue no dia 9 de maio aos estados, que têm autonomia para começar a aplicação imediatamente.”

  O quantitativo de doses, segundo a pasta, configura uma espécie de aquisição emergencial, suficiente para abastecer estados e municípios até que as próximas aquisições sejam concluídas.

   “As primeiras doses possuem data de validade para os meses de junho e julho de 2024, inscrita nos frascos, mas estendida pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para setembro e outubro de 2024, conforme recomendado por órgãos de avalição internacional.”

    De acordo com a pasta, o perfil de segurança da vacina covid-19 monovalente XBB é conhecido em razão do amplo uso em outros países e semelhante ao das versões bivalentes, “com a vantagem adicional de ser adaptada para a variante XBB.1.5”.

    “As vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) são eficazes, efetivas, seguras e passam por um rigoroso processo de controle de qualidade antes de chegarem aos braços da população.”

    “O Ministério da Saúde enfatiza que as vacinas disponíveis nos postos de vacinação continuam efetivas contra as variantes em circulação no país. O esquema vacinal completo, incluindo as doses de reforço, quando recomendado, é essencial para evitar formas graves e óbitos pela doença”, destaca a pasta.


Disponível em: https://www.clickpb.com.br.Acesso em: 28/05/2024 (Adaptado)

Em “O quantitativo de doses, segundo a pasta, configura uma espécie de aquisição emergencial ...”


A palavra destacada pode ser substituída, sem alterar o sentido do trecho, por

Alternativas
Q2567716 Português
      Que tal uma crônica sobre o motivo de as palavras crônica e crônico serem tão parecidas, sendo tão diferentes? É claro que, em termos ideais, o cronista deve fazer da crônica um exercício crônico; se não ______ fizer, bom cronista não será.

       No entanto, o que esse modelo de texto jornalístico-literário breve, inapelavelmente ameno, tem a ver com a doença que não vai embora, com a dor que não passa — com tudo aquilo em que o tempo, durando, grita presente? O que une o crônico e a crônica?


Fonte: Portal Folha de São Paulo. Adaptado. 
O termo “No entanto”, em destaque no segundo parágrafo, estabelece no excerto uma relação de:
Alternativas
Respostas
421: C
422: A
423: A
424: C
425: E
426: C
427: A
428: A
429: D
430: C
431: E
432: B
433: D
434: D
435: D
436: B
437: A
438: B
439: E
440: E