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Questões de Concurso Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.628 questões

Q1327247 Português
Leia o fragmento a seguir:
“ (...) Nos últimos anos, os médicos têm reiterado que, para conquistar esse bronzeado, e para que ele seja de fato saudável é preciso mais do que usar protetor solar com o fator de proteção adequado.(...)”
A alternativa CORRETA quanto à análise da relação estabelecida pela locução conjuntiva é:
Alternativas
Q1325473 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão proposta.

          Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos

É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade

Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO

     Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe, e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados.

     Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba.

      Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão:

   “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”.

    Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural.

   Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural.

     A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado.

    É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria.

Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao-cultural-e-um-problema-do-sistema-nao-de-individuos/. Acesso em: 05/04/2017. [adaptado].

A relação entre as orações, estabelecida pela conjunção destacada, está INCORRETAMENTE identificada entre parênteses, em:
Alternativas
Q1324686 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

As crianças querem e têm o direito de ler notícias

Se entendermos que elas têm o direito a ser informadas, com a linguagem adequada, conseguiremos formar uma geração de cidadãos críticos
STEPHANIE HABRICH*
12 OUT 2017

     Quando digo que publicamos o único jornal para jovens e crianças do Brasil, o quinzenal Joca, normalmente me olham com ar de questionamento. O jornalismo está acabando, o impresso está com os dias contados, as crianças de hoje nasceram num mundo digital...
     Tudo isso pode ser verdade, mas não vale apenas o clichê de que os mais novos só se interessam por games e YouTube. Meu trabalho me mostrou que as crianças se interessam por notícia, querem participar das discussões do mundo que as rodeiam e, acreditem, elas adoram o bom e velho papel. Faço essa afirmação com a experiência de quem publica periódicos infantojuvenis há uma década e acompanha de perto o trabalho das mais de 150 escolas brasileiras que hoje adotam o Joca como material de leitura obrigatória.
     Posso dizer também que me oriento por pesquisas que apontam os resultados incríveis de crescer lendo um jornal adequado a sua idade. Um estudo realizado pela École des Hautes Études Commerciales (prestigiada faculdade da França) e pela Planète D’Entrepreneurs (empresa que analisa o impacto de determinados produtos sobre a sociedade) nos mostrou que o trabalho com o Joca, na sala de aula ou em casa, aumenta o repertório na fala dos jovens e das crianças, o sentimento de pertencimento à sociedade como cidadão e o próprio desempenho escolar. As crianças leitoras do jornal compartilham o que leram com pais, amigos e familiares, debatem temas de ciência e tecnologia e mencionam bem menos reportagens sobre crime, violência e celebridades do que os que não leem.
     Estamos diante de uma geração que é bombardeada por informações o tempo todo, mas precisamos lembrar que crianças e adolescentes ainda não têm critério para avaliar tudo o que chega a eles. Em tempos de fake news, em que boatos se espalham rapidamente como verdade, a leitura diária e constante de jornal é uma forma de educar os jovens a buscar fontes confiáveis de informação e desenvolver um pensamento crítico e autônomo, para que não sejam manipulados pela desinformação.
     (...)
    O direito de ter acesso às mídias e de participar do debate público está assegurado na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aprovada pela Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) em 1989 e assinada pelo Brasil em 1990. Dois jornalistas definem bem a importância de crescer aprendendo a ler jornal. Danny Rubin, premiado autor e expert em comunicação para jovens da geração atual, e Assunta Ng, editora do jornal semanal Northwest Asian, listaram algumas razões, entre elas a ampliação da visão de mundo, o impulso à criatividade, à formação de liderança e à descoberta de soluções para questões variadas. Se não alienarmos as crianças, se entendermos que elas têm o direito a ser informadas - com a linguagem adequada, respeitando a inteligência que têm -, conseguiremos formar uma geração de cidadãos críticos, que lutam por seus direitos, que cumprem seus deveres e que terão as ferramentas necessárias para construir um futuro melhor para o nosso país.
* Stephanie Habrich é fundadora da editora Magia de Ler e do jornal Joca, de circulação quinzenal, adotato em escolas e disponível para assinaturas individuais.

(HABRICH, Stephanie. As crianças querem e têm o direito de ler notícias. El País, Brasil, 12/10/2017, Opinião. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/11/ opinion/1507753928_196359.html)
“Se não alienarmos as crianças, (...) conseguiremos formar uma geração de cidadãos críticos (...)”. A conjunção “se” expressa o sentido de:
Alternativas
Q1321857 Português
O Texto exposto abaixo, corresponde ao trecho de um diálogo oral, numa interação espontânea entre crianças.
Imagem associada para resolução da questão
A função exercida pela palavra “aí”, nas ocorrências em destaque, é, respectivamente de
Alternativas
Q1320312 Português
Considere o seguinte trecho para responder à questão.

Meditação, na tradição budista, é um conjunto de técnicas capazes de ajudar ___ estabilizar ___ mente, levando ___ calma mental e, consequentemente, ___ promoção da sabedoria e da bondade.
(Adaptado de:< http://forbes.uol.com.br/negocios/2017/10/raia-drogasil-tem-lucro-de-r-1365-mi-no-3o-tri/>, acesso em 05, nov. 2017)
Na frase “É uma prática que exige muito foco e concentração, assim como a habilidade de se ‘desligar’ do mundo exterior”, a expressão destacada demonstra uma relação entre as informações de:
Alternativas
Q1320307 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.
    Estaremos criando uma sociedade de jovens de pais ausentes, distraídos demais com a Internet, à qual Leonardo Calembo, de 41 anos, pai de um dos adolescentes mortos a tiros no colégio de Goiânia por um colega de classe, chamou, enquanto enterrava o filho, de “órfãos de pais vivos”, de pais já mortos para eles, porque ignoram seus problemas? O eco da tragédia de Goiânia, que se revela a cada dia com informações mais alarmantes sobre a personalidade complexa do jovem de 14 anos que disparou na sala de aula contra os colegas, levará tampo para se dissipar, já que despertou o alarme em não poucas famílias. É como se, de repente, nos _____________ se realmente _____________ nossos filhos e o que estão vivendo sem que ____________.[…]
     Enquanto escrevo esta coluna, o jornal Folha de S. Paulo publica o que chama de “o mapa da morte”, com os dados de homicídios no Brasil em 2016, com um aumento de quase 4% em relação ao ano anterior. No total foram 61.689 homicídios, o que equivale a sete a cada hora, algo que supera muitas guerras juntas. É como se o Brasil sofresse a cada ano a explosão de uma bomba atômica. A de Hiroshima matou pouco mais do que se mata no Brasil todos os anos.
     Algo que agrava esse mapa da morte é que metade desses homicídios é de jovens, o que significa que mais de 30.000 pais e mães tenham que enterrar filhos, algo que fere as leis da natureza. O normal é que os filhos enterrem os pais. A matança desses milhares de jovens conduz à aberração de que os pais se sintam órfãos dos filhos, sem poder desfrutar deles em vida.
     Permitir ou não que as crianças e jovens vejam todo o tipo de violência virtual nos jogos, nos filmes, na televisão e nos celulares? Quando eu era estudante de psicologia em Roma, tive uma discussão com um de meus professores que defendia que as crianças deviam familiarizar-se com a violência para poder administrá-la quando adultas. É o que pensam ainda hoje até mesmo ilustres sociólogos. Para mim, porém, a vida real de hoje já oferece doses de sobra de violência, desde que se nasce, dentro e fora das casas, para que seja preciso acrescentar-lhe a violência virtual.[…]
     Jovens órfãos de pais vivos, pais que se veem sujeitos a enterrar filhos em flor e, se fosse pouco, desde 1980 até hoje segue aumentando no Brasil o número de suicídios juvenis, segundo o IPEA. É o ápice da tragédia da sociedade. […]
     Mais do que saber se têm mais votos Lula, Doria ou Bolsonaro, os institutos de pesquisa deveriam se interessar em descobrir por que a juventude de uma sociedade como a do Brasil, que sempre teve como vocação a felicidade e os encontros festivos, se vê de repente representada por um triplo drama de orfandade. Quem salvará o Brasil não será, de fato, nenhum caudilho, herói ou messias, mas a tomada de consciência da sociedade de que as famílias precisam apostar para que seus filhos voltem “a ser sonhadores”, como pedia o jovem de outra escola em Olinda.
     Quando um jovem pede aos pais que lhe dediquem mais tempo que a seu celular, ele lhes está suplicando mais afeto, ou está tentando contar-lhes que algo se está rompendo dentro dele. Quando lhe dizem: “depois, agora estou ocupado”, esse “depois” poderia ser tragicamente tarde.
Disponível em:<https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/31/opinion/1509452129_128889.html>.Acesso em 06 nov. 2017)
Na frase “O eco da tragédia de Goiânia, que se revela a cada dia com informações mais alarmantes sobre a personalidade complexa do jovem de 14 anos que disparou na sala de aula contra os colegas, levará tempo para se dissipar, já que despertou o alarme em não poucas famílias”, o termo destacado estabelece, entre as ideias, uma relação:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2017 - TJ-DFT - Estágio - Direito |
Q1320125 Português
"Fui ao shopping para encontrá-lo, MAS ele não apareceu". Na frase, a palavra destacada é caracterizada como um (a):
Alternativas
Q1319990 Português

Ladrões podem roubar sua impressão digital a

partir de fotos




A mente criminosa não tem limites. Desta vez, os ladrões estão usando uma nova tecnologia para roubar impressões digitais de fotografias. Detalhe: as imagens em que as pessoas aparecem fazendo o simpático símbolo de “paz e amor” são os principais alvos.

O alerta foi feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Informática do Japão que afirmou que as técnicas de reconhecimento de digitais estão se tornando cada vez mais comuns – seja para logar em smartphones e tablets, seja para verificar identidades. E isso está começando a ser explorado pelos criminosos.

As câmeras de alta qualidade dos smartphones e as redes sociais têm aumentado o risco de vazamento de informações pessoais. Os cientistas japoneses copiaram impressões digitais com base em fotos tiradas por uma câmera digital a 3m de distância do indivíduo.

“Fazer um sinal de paz na frente da câmera, por exemplo, pode tornar as impressões amplamente disponíveis”, explicou o pesquisador Isao Echizen ao jornal Sankei Shimbun que publicou a pesquisa. Segundo ele, os golpistas nem precisariam de equipamentos avançados para recriar os traços dos dedos – principalmente se a área da digital estiver iluminada.

O mesmo instituto desenvolveu um filme transparente, à base de óxido de titânio, que pode ocultar as impressões digitais em fotografias. Essa seria uma alternativa para confundir os larápios virtuais. O problema é que os cientistas vão levar, pelo menos, dois anos para aperfeiçoar a técnica antes de lançá-la. Até lá, esconda os dedos.


HIRATA, Gisele. Ladrões podem roubar sua impressão digital a partir de fotos. Revista Super

Interessante. São Paulo: Abril, 2017. Disponível em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/ladroespodem-roubar-sua-impressao-digital-a-partir-defotos/>.

Leia o seguinte trecho do texto para responder a questão: “O mesmo instituto desenvolveu um filme transparente, à base de óxido de titânio, que pode ocultar as impressões digitais em fotografias.”

Analise a veracidade das seguintes proposições relacionadas às classes de palavras.

( ) O termo “transparente” é um advérbio.

( ) Os termos “os” e “as” são artigos.

( ) O termo “um” é um numeral.

( ) O termo “titânio” é um adjetivo.

( ) Os termos “pode” e “ocultar” são verbos.

( ) O termo “em” é uma conjunção.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:

Alternativas
Q1315902 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Esperança: o impulso para melhorar
Por Eduardo Araia

















(Fonte: https://www.revistaplaneta.com.br/esperanca-o-impulso-para-melhorar 13/10/2017 - fragmento adaptado)
Analise as seguintes ocorrências da palavra que, assinalando 1 para aquelas que se classificam como pronome, e 2 para as que se classificam como conjunções.
( ) Linha 01. ( ) Linha 03. ( ) Linha 04. ( ) Linha 06. ( ) Linha 13.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1314165 Português
Leia a tirinha e responda a questão.


Marque a alternativa cuja palavra poderia substituir o termo grifado sem alterar o sentido: “Mas ainda falta muito pra alcançar a Fê!”
Alternativas
Q1239366 Português
A respeito das conjunções coordenativas, assinale a alternativa correspondente.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Formoso do Araguaia - TO
Q1237914 Português
A FÊMEA DO CUPIM 
  Tenho um amigo, cujo filho pretendeu entrar para a diplomacia. Não que tivesse vocação para a carreira, a vocação dele era para o turismo, mas como quem é pobre a maneira mais fácil de arranjar viagem é fazer-se diplomata, candidatou-se ao curso do Instituto Rio Branco. Foi reprovado em português no vestibular. Os leitores hão de imaginar que ele redigia mal, ou que havia na banca um funcionário do DASP que lhe tivesse perguntado, por exemplo, o presente do indicativo do verbo “precaver”. Foi pior do que isto: um dos examinadores saiu-se com esta questão absolutamente inesperada para um candidato a diplomata: qual o nome da fêmea do cupim? O rapaz embatucou e o mais engraçado é que ignora até hoje. Inquiriu todo mundo, ninguém sabia.   Eu também não sabia, mas tomei o negócio a peito. Saí indagando dos mais doutos. O dicionarista Aurélio decerto saberia. Pois não sabia. O filólogo Nascentes levou a mal a minha curiosidade e respondeu aborrecido que o nome da fêmea do cupim só podia interessar... ao cupim! Uma minha amiga professora, sabidíssima em femininos e plurais esquisitos, foi mais severa e me perguntou se eu estava ficando gagá e dando para obsceno!  (...)   Isto, pensei comigo, é problema que só poderá ser resolvido por algum decifrador de palavras cruzadas, gente que sabe que o ferrinho onde se reúnem as varetas do guarda-chuva se chama “noete”, que o pato “grasna’, o tordo “trucila”, a garça “gazeia”, e outras coisas assim. Telefonei para minha amiga Jeni, cruzadista exímia. “Jeni, me salve! Como se chama a fêmea do cupim?” E ela, do outro lado do fio: “Arará”.    Fui verificar nos dicionários. Dos que eu tenho em casa só um trazia a preciosa informação: “Arará”, s. m. (Bras.) Ave aquática do Rio Grande do Sul; fêmea alada do cupim.” Mestre Aurélio, a fêmea do cupim se chama “arará”, está no meu, no teu, no nosso dicionário - Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa!
                                                                                                                                                                                                     Manuel Bandeira 
Em “Inquiriu todo mundo, mas ninguém sabia”, a conjunção destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Marília - SP
Q1233644 Português
Ensino laico   Levar o ensino religioso a escolas federais, estaduais e municipais, mesmo com matrícula facultativa, mostrou-se um erro do constituinte. Não se trata aqui de contestar a importância da fé para indivíduos ou para a sociedade; a questão é que as igrejas nunca precisaram do púlpito escolar para dar publicidade a suas doutrinas.    Sendo assim, resta pouco sentido em consumir tempo e recursos escassos da educação do país com algo que outras entidades já fazem com eficiência.    A introdução da disciplina no currículo criou a dificuldade de conciliá-la com o princípio da laicidade do Estado, segundo o qual este deve manter posição de neutralidade plena em relação a todos os credos – e também à descrença de parte dos cidadãos.    Ora, dado que tanto o ensino religioso quanto a laicidade são mandamentos da Constituição, o modo menos canhestro de harmonizá-los é sacrificando qualquer caráter confessional, isto é, toda associação direta do poder público com esta ou aquela fé.   Na impossibilidade de proporcionar aulas associadas a todas as preferências, afigura-se mais adequado abraçar um modelo em que se tenta abordar o fenômeno religioso no que ele tem de universal, explicando o surgimento das principais doutrinas. Às próprias igrejas caberia levar ensinamentos mais dogmáticos a seus fiéis.   Espera-se, assim, que a maior parte dos ministros que ainda não votaram o julgamento de ação direta de inconstitucionalidade que contesta o ensino religioso de caráter confessional em escolas públicas acompanhe o relator, para o qual o tratamento da disciplina na rede pública precisa ser necessariamente não confessional, isto é, desvinculado de crenças específicas.   (Editorial. Folha de S.Paulo, 20.09.2017. Adaptado)

Considerando-se o contexto em que está empregada a conjunção destacada no último parágrafo em “Espera-se, assim, que a maior parte dos ministros que...”, conclui-se corretamente que expressa sentido de:
Alternativas
Q1232341 Português
Analise as afirmativas a seguir:
I. Em ‘locutor esportivo jamais chamou nada’. ‘Jamais’ e ‘nada’ são advérbios.
II. Em ‘vive-se da desgraça alheia’ verifica-se um caso de próclise.
III. Em ‘se um porco morde a perna de um caixeiro’, ‘se’ é conjunção subordinativa.
IV. Em ‘se um porco morde a perna de um caixeiro’, ‘a perna’ é objeto direto e ‘de um caixeiro’ é objeto indireto.
V. ‘Desgraça alheia’. Um antônimo para ‘alheia’ é ‘própria’.
Agora assinale a alternativa correta quanto às afirmativas:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC
Q1229289 Português
Assinale a alternativa em que a classificação da palavra “que” está correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Penalva - MA
Q1200045 Português
Envelhecer com mel ou fel
Afonso Romano de Sant’Anna 
Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.
E alguns desses, no entanto, teriam tudo para ser o contrário: aparentemente tiveram sucesso em suas atividades. Maior até do que mereciam. Portanto, a gente pensa: o que querem? __________ essa bílis ao telefone e nos bares? __________ esse resmungo pelos cantos e esse sarcasmo público que se pensa humor? 
Isto está errado. Errado, não _________ esteja simplesmente errado, mas __________ tais pessoas vivem numa infelicidade abstrata. E, ademais, dever-se-ia envelhecer maciamente. Nunca aos solavancos. Nunca aos trancos e barrancos. Nunca como alguém caindo num abismo e se agarrando nos galhos e pedras, olhando em pânico para o buraco enquanto despenca. Jamais, também, como quem está se afogando, se asfixiando ou morrendo numa câmara de gás.
Envelhecer deveria ser como plainar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum − quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.
Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo e mesmo lugar -- o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.
Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, ____________ velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer. 
O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E, no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma faca nova.  
Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem de modo diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria a suave solução: a gente devia ir se gastando até desaparecer sem dor, como quem, caminhando contra o vento, de repente, se evaporasse. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.
Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos”. Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.

Leia as seguintes frases, extraídas do texto: 

I- Maior até do que mereciam. Portanto, a gente pensa: o que querem?  II- E, no entanto, ela continua afiadíssima,    As conjunções destacadas podem ser substituídas, sem prejuízo de sentido, correta e respectivamente, por: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CONSESP Órgão: Câmara de Votuporanga - SP
Q1199338 Português
Analise a frase a seguir.
Segundo a rádio, no segundo dia do Enem foi realizado em menos de um segundo um balanço geral para apurar os candidatos faltosos.”
Aponte a alternativa que contém a classe gramatical das palavras destacadas na ordem que se apresentam. 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: AOCP Órgão: CODEM - PA
Q1190067 Português
Trem bala - Ana Vilela 
Não é sobre ter  Todas as pessoas do mundo pra si  É sobre saber que em algum lugar  Alguém zela por ti  É sobre cantar e poder escutar  Mais do que a própria voz  É sobre dançar na chuva de vida  Que cai sobre nós 
É saber se sentir infinito  Num universo tão vasto e bonito  É saber sonhar  E, então, fazer valer a pena cada verso  Daquele poema sobre acreditar 
Não é sobre chegar no topo do mundo  E saber que venceu  É sobre escalar e sentir  Que o caminho te fortaleceu  É sobre ser abrigo  E também ter morada em outros corações  E assim ter amigos contigo  Em todas as situações 
A gente não pode ter tudo  Qual seria a graça do mundo se fosse  assim?  Por isso, eu prefiro sorrisos  E os presentes que a vida trouxe  Pra perto de mim 
Não é sobre tudo que o seu dinheiro  É capaz de comprar  E sim sobre cada momento  Sorriso a se compartilhar  Também não é sobre correr  Contra o tempo pra ter sempre mais , Porque quando menos se espera  A vida já ficou pra trás 
Segura teu filho no colo  Sorria e abrace teus pais  Enquanto estão aqui  Que a vida é trem-bala, parceiro  E a gente é só passageiro prestes a partir
Texto extraído e adaptado de: https://www.vagalume.com.br/ana-vilela/trem-bala.html.17/05/2017.
Leia os excertos a seguir: 
“É sobre dançar na chuva de vida / Que cai sobre nós” “Segura teu filho no colo / Sorria e abrace teus pais / enquanto estão aqui” “Que a vida é trem-bala, parceiro / E a gente é só passageiro prestes a partir” 
“É sobre escalar e sentir / Que o caminho te fortaleceu” “É sobre dançar na chuva de vida / Que cai sobre nós” “Sorria e abrace teus pais / Enquanto estão aqui / Que a vida é trem-bala, parceiro” Considerando as diferentes funções dos elementos “que” nos excertos apresentados, é correto afirmar que eles são, respectivamente: 
Alternativas
Q1180305 Português
Assinale a alternativa CORRETA referente as conjunções subordinativas adverbiais abaixo. I- Não irei ao trabalho hoje, a não ser que haja algo urgente a ser resolvido. (condicionais) II- Terminando a leitura, faça o seu resumo. (Temporais) III-Tudo aconteceu como o planejado. (comparativa) IV-Cheguei cedo, a fim de que pudesse escolher um bom lugar. (finais)
Alternativas
Q1116079 Português

Saúde pública em foco

“Saneamento básico ainda é desafio para muitas escolas do país; ausência da rede de água

e esgoto nas unidades e comunidades pode influenciar matrículas e desempenho.”

Alceu Luís Castilho e Fábio de Castro.

    No Brasil, 12 mil escolas não têm esgoto sanitário, segundo o Censo Escolar de 2009. Isso corresponde a quase 8% das unidades e a cerca de 20 milhões de crianças. Além disso, em quase 20 mil escolas a água consumida pelos alunos não é filtrada e 800 não têm abastecimento de água. A maior parte do déficit de esgoto está na rede municipal, onde há mais de 10 mil unidades nessa situação – 6 mil delas no Nordeste.

     O Maranhão concentra, sozinho, metade das escolas nordestinas sem esgoto: do total de 10.569 escolas de ensino fundamental naquele estado, somente 70% têm acesso à rede de esgoto. Embora não possamos estabelecer relações diretas entre esses dados, o estado também apresenta desempenho abaixo da média nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb): nota 3,9 nos primeiros anos do ensino fundamental e 3,6 nos anos finais – número ainda superior à média nordestina, 3,8 e 3,4, respectivamente, mas inferior ao restante do país, que é 4,6 e 4,0. O resultado da falta de saneamento, porém, pode ser ainda pior. Uma pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que, além do menor rendimento escolar, estudantes de regiões sem saneamento matriculam-se menos nas escolas, ou seja, não chegam a participar dessas avaliações de desempenho.

      As escolas do Acre e do Amazonas também têm índices muito ruins, mas sua população é bem menor que a do Maranhão. Os melhores índices estão nos estados do Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde quase todos os estabelecimentos de ensino fundamental possuem rede de esgoto. A falta de acesso a água filtrada é uma característica principalmente de estados da região Sul. Pelos dados do Censo Escolar, a pior situação é a do Rio Grande do Sul: apenas 28% das escolas de ensino fundamental têm água filtrada, em um universo de 6.782 unidades.

     Faltam investimentos em prevenção, apesar de ser conhecida a proporção entre os custos de saneamento e o dinheiro gasto em hospitais e tratamentos: para cada dólar investido em saneamento básico, outros cinco são economizados em despesas hospitalares, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). A professora Anne Jardim Botelho, da Universidade Federal do Sergipe, pesquisou o impacto das parasitoses na atividade cognitiva e explica que, nas áreas endêmicas, não adianta dar remédio, porque há constante reinfecção.

      O diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da USP, Anthony Wong, lembra que o saneamento básico é fundamental para que substâncias químicas contaminantes não tenham acesso ao meio ambiente. Ou seja: a coleta de esgoto adequada não só melhora a saúde da população, mas pode nos poupar de um problema ecológico de proporções imensas. “Com informação adequada, a própria população poderia diminuir muito o problema.”


(Disponível em: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/0/saude-publica-em-foco-244652-1.asp.)

No trecho “As escolas do Acre e do Amazonas também têm índices muito ruins, mas sua população é bem menor que a do Maranhão.” (3º§), a palavra destacada poderá ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Respostas
2901: C
2902: C
2903: C
2904: E
2905: C
2906: E
2907: B
2908: D
2909: C
2910: C
2911: A
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2919: B
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