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Questões de Concurso Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.627 questões

Q1174825 Português
Leia o texto abaixo para responder á questão .



O que você pode (e deve) fazer para comer menos açúcar

    “Agora vai! Segunda-feira eu começo a comer mais saudável no café da manhã, no almoço e até na sobremesa”. Quem nunca bolou esse plano e, pelo menos por um tempo, o colocou em prática? A atitude, sem dúvida, é legítima – e necessária. O problema é quando as trocas alimentares não compensam tanto.

    Como assim? Muitos dos produtos que você compra no mercado acreditando ser saudáveis são, na verdade, tão cheios de açúcar e conservantes quanto aquele seu biscoito recheado favorito ou até refrigerantes.
     
    Pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, fizeram esse teste com 921 iogurtes vendidos em supermercados e publicaram seus (preocupantes) achados em setembro deste ano no respeitado periódico.
       
    Os testes mostraram que o teor de açúcar ultrapassa o limite recomendado no país de 5 g do ingrediente doce para 100 g da porção total – a média ficou em 13 g de açúcar em 100 g. Para ter ideia, um cubinho de açúcar puro pesa em torno de 4 g, o equivalente a uma colher de chá.

    Por aqui, a realidade é parecida. “Iogurtes de fruta, por exemplo, costumam ser adoçados com xarope de glicose ou frutose, que aumenta muito o teor de açúcar”, diz a nutricionista Gabriela Cilla, da Clínica NutriCilla, em São Paulo. Um potinho de iogurte natural tem, em média, 3,2 g de carboidrato (grupo do qual fazem parte os açúcares, sejam eles naturais do alimento, sejam aqueles adicionados durante a fabricação). Já um iogurte sabor morango tem cinco vezes mais: 16 g.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que menos de 10% do total de carboidratos que consumimos em um dia sejam açúcares. No caso de crianças ou pessoas que precisam perder peso, essa taxa deve ser menor do que 5%, segundo a OMS.

    Já a Pirâmide Alimentar Brasileira estabelece que a ingestão de doces seja limitada a apenas uma porção diária. Isso dá, por exemplo, uma fatia de pudim de leite condensado, quatro quadradinhos de chocolate ao leite ou dois biscoitos recheados.
       
    Mas nós extrapolamos (e muito) esse limite. Os brasileiros consomem 50% a mais de açúcar do que a OMS preconiza. Por aqui, cada cidadão come, em média, 18 colheres de chá do ingrediente doce por dia, sendo que o indicado são, no máximo, 12.

    A ingestão exagerada de açúcar está associada a problemas como obesidade, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica, que acontece quando a pessoa acumula males como hipertensão, colesterol alto e excesso de peso. A longo prazo, essas condições aumentam o risco principalmente de doenças cardiovasculares.

De olho no rótulo – e nos carboidratos

     Um produto é considerado com baixo teor de açúcar quando tem até 5 g desse ingrediente. Só que o item não costuma vir discriminado no rótulo, e você pode cair na cilada de comprar algo achando que é saudável, quando, na verdade, não é bem assim.

     Daí a importância de ficar de olho na quantidade de carboidrato – que, além de embutir os açúcares, vira glicose no fim do processo de digestão. Num produto industrializado, o teor de carboidrato é considerado alto quando ele ultrapassa dois terços da porção total.

    Mas isso também depende da composição nutricional do alimento como um todo. Se ele tiver uma boa dose de fibras ou proteína, o Índice Glicêmico (IG) será menor. Ou seja: haverá uma redução na velocidade com que o carboidrato vira glicose no sangue.

    Você não precisa deixar de comer os doces que tanto ama. O segredo está em ter uma alimentação equilibrada e, sempre que possível, priorizar sobremesas feitas com açúcar natural, que é melhor absorvido pelo nosso organismo. Vale o cristal, o demerara, o mascavo, o de coco. Se preferir adoçantes, opte pelos naturais (xilitol, eritritol, maltitol) e evite os de base química, como stévia, aspartame e maltodextrina.

(Luiza Monteiro. Revista Superinteressante, 14.11.2018. Adaptado).
“O problema é ‘quando’ as trocas alimentares não compensam tanto”. O termo destacado é classificado com
Alternativas
Q1174750 Português

Leia o texto para responder a questão .


Pronominais


Oswald de Andrade

Dê-me um cigarro

Diz a gramática

Do professor e do aluno

E do mulato sabido

Mas o bom negro e o bom branco

Da Nação Brasileira

Dizem todos os dias

Deixa disso camarada

Me dá um cigarro.



A palavra, “mas” no poema estabelece uma ideia de

Alternativas
Q1174579 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Algoritmos podem enviesar internet, alertam especialistas

Era para ser uma noite diferente. O rapaz chegou em casa, pegou um pedaço de pizza e correu para a frente da TV para assistir a uma comédia no seu serviço de streaming favorito. Mas, poucos minutos depois, lá estava ele assistindo a outro filme de ação, como em todas as noites anteriores. Seria só uma coincidência? Na verdade, é mais um triunfo de uma sequência de linhas de código, repleta de complexos cálculos matemáticos, que é chamada de algoritmo. Eles viraram o núcleo dos serviços digitais na última década.

Embora a vida tenha ficado mais fácil desde que eles apareceram – basta lembrar de como era pesquisar sobre qualquer assunto sem o Google –, há indícios de que esses softwares não sejam tão neutros e inofensivos quanto parecem.

“Os algoritmos têm um grande papel nas escolhas das pessoas hoje em dia”, diz o professor de Ciências da Computação da Universidade de Washington, Pedro Domingos. “Eles determinam o que vemos no Google, escolhem três quartos dos filmes assistidos no Netflix e sugerem um terço de tudo o que é comprado na Amazon.”

Isso não seria um grande problema, se todo mundo soubesse como os algoritmos funcionam e que, dependendo de quem o desenvolveu, eles podem apresentar resultados enviesados. Contudo, hoje eles são como segredos industriais. “Os algoritmos são feitos para beneficiar quem está por trás deles”, alertou, em entrevista ao Estado, a matemática norte-americana Cathy O’Neil, autora do livro Weapons of Math Destruction (Armas de Destruição Matemática, em tradução livre). “Eles têm sido usados para separar vencedores de perdedores na internet.”

Viés

Nos Estados Unidos, os exemplos de algoritmos “viciados” se acumulam. Em 2016, a agência de notícias Bloomberg revelou que a Amazon não entregava produtos no mesmo dia em bairros predominantemente negros. A empresa negou que seu algoritmo levasse em conta a raça dos clientes.

Outro caso envolve o uso da tecnologia por juízes norte-americanos para determinar penas. Uma investigação da organização sem fins lucrativos ProPublica mostrou que negros tinham o dobro de chances de receberem uma pena mais longa que brancos. Há também casos de sites de emprego que não mostram vagas com altos salários para mulheres e de financeiras que cobram taxas mais altas de quem mora na periferia.

“Os algoritmos aprendem com os dados que são oferecidos a ele”, explica Júlio Monteiro, doutorando em Ciências da Computação na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). “Se quem está por trás é preconceituoso, ele pode manter esse perfil.” 

Para o professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Fábio Malini, o uso intensivo de algoritmos prejudica a sociedade, pois limita o acesso à web. “A regulação algorítmica melhora a democracia? Acredito que não”, defende o pesquisador. “É o acesso pleno a todos os conteúdos da rede que me ajuda a ampliar os pontos de vista.” Essa curadoria automatizada é o que tem provocado o “efeito bolha” nas redes sociais, em que as pessoas só veem conteúdos que reforçam suas crenças.

Solução

Especialistas consultados são unânimes em defender que é preciso criar órgãos independentes para auditar os algoritmos. “Imagino um futuro em que decisões são tomadas por eles”, diz Cathy. “Mas é preciso poder pedir explicações.”

Por enquanto, esse tipo de garantia só está prevista na União Europeia, onde o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) deve entrar em vigor em maio de 2018. A nova lei, que representa a maior mudança na área de privacidade online em 20 anos, prevê que cidadãos possam exigir explicações às empresas por trás dos algoritmos.

Apesar de apresentarem riscos, esses programas são considerados um mal necessário no mundo digital. “Antes, a TV decidia o que veríamos, mas na internet passamos a escolher livremente o que consumir”, diz Edney Souza, professor da ESPM. “A maioria não estava pronta para este salto. O algoritmo está no meio do caminho.” [...]
Disponível em: <encurtador.com.br/tuGH0>.
Acesso em: 23 abr. 2019.
Releia este trecho.
Embora a vida tenha ficado mais fácil desde que eles apareceram – basta lembrar de como era pesquisar sobre qualquer assunto sem o Google –, há indícios de que esses softwares não sejam tão neutros e inofensivos quanto parecem.”

A relação que a conjunção destacada estabelece entre as orações é
Alternativas
Q1174400 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Cresce número de brasileiros que acessam internet pela TV

    O celular é o principal meio de acesso dos brasileiros à internet. Entre 2016 e 2017, o porcentual de pessoas que utilizavam o dispositivo para entrar na rede subiu de 94,6% para 97%, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira 20 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A presença do celular aumentou nos lares brasileiros de 92,6% para 93,2%. No período, a proporção de casas com telefone fixo caiu de 33,6% para 31,5%.

    Um dos destaques verificados pela pesquisa foi o aumento do uso de TVs para entrar no mundo digital: atualmente, 16,3% dos brasileiros se conectam à internet a partir do equipamento, um avanço de 5% em relação a 2016.

    Já os computadores registraram uma queda de uso, segundo o IBGE. Em 2016, 63,7% dos brasileiros utilizavam o equipamento para acessar a internet. No ano seguinte, o porcentual caiu para 56,6%.

    O IBGE também registrou uma alta no número de domicílios com acesso à internet. Em 2017, 74,9% dos lares brasileiros tinham acesso ao recurso. No ano anterior, eram 69,3%. Entre as pessoas que não acessaram a internet no período da pesquisa, a falta de interesse (34,9%) foi a principal justificativa entre moradores de áreas rurais e urbanas.

    Em um ano, o número de usuários de internet no Brasil cresceu em mais de 10 milhões de pessoas. Em 2016, 116,1 milhões podiam conectar-se. O número foi para 126,3 milhões em 2017. Hoje, 69,8% da população brasileira tem acesso à internet.

    O grupo de idosos foi o que mais registrou aumento percentual de novos usuários. Entre 2016 e 2017, o número foi de 24,7% para 31,1%. Mesmo assim, jovens da faixa etária de 20 a 24 anos são os que mais têm acesso à internet (88,4%).

Atividades online

    O que é que as pessoas tanto fazem na internet? A comunicação por aplicativos parece ser a principal motivação. De acordo com a pesquisa, a maioria dos usuários (95,5%) diz que “enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail” é sua principal atividade no mundo digital. A modalidade que apresentou maior aumento foi a de “conversar por chamada de voz ou vídeo”, que passou de 73,3% para 83,8% entre 2016 e 2017.

    As pessoas também estão usando cada vez mais a internet para “assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes”, de acordo com o IBGE. No período da pesquisa, o percentual saltou de 76,4% para 81,8%. No lado oposto, enviar e receber e-mails foi a única atividade mapeada pelo IBGE que apresentou um recuo entre 2016 (69,3%) e 2017 (66,1%).

    A internet banda larga fixa está presente em 82,9% dos lares brasileiros, e a banda larga móvel em 78,3%. A parcela da população que usa conexão discada é mínima, de 0,6% em 2017.

    Nos lares brasileiros com aparelhos de televisão, 79,8% tinham conversor (integrado ou adaptado) para receber o sinal digital de televisão aberta. A parcela dos que não tinham nenhuma condição de acesso ao sinal digital (conversor, antena parabólica ou televisão por assinatura) caiu de 10,3% (2016) para 6,2% (2017).

(Revista Veja. 20.12.2018. Adaptado).




“Já os computadores registraram uma queda de uso, ‘segundo’ o IBGE”. O termo destacado é classificado como
Alternativas
Q1174233 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 

Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

Considerando o contexto em que aparece na construção textual em análise, a locução conjuntiva “à medida que” (l. 18) exprime ideia de:
Alternativas
Q1173980 Português

Internet:<https://www.pinterest.pt>.


Com base na tirinha da Mafalda e nos aspectos linguísticos e  gramaticais de seu texto, julgue o item. 

No trecho “Já sou assim e continuo a ouvir”, “e” é uma conjunção.
Alternativas
Q1173971 Português


Internet:<https://exame.abril.com.br>(com adaptações).

No que se refere aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item.


No trecho “mas o seu lixo, se não for bem gerido, vai chegar lá” (linha 29), “mas” é uma conjunção que traduz sentido de oposição.
Alternativas
Q1172741 Português

(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)

A respeito das lacunas pontilhadas, analise as seguintes assertivas:

I. A lacuna da linha 06 fica corretamente preenchida pela palavra ‘Há’, visto se tratar de um uso impessoal do verbo ‘haver’.
II. A lacuna da linha 24 fica corretamente preenchida pela palavra ‘desfuncionais’.
III. A lacuna da linha 26 fica corretamente preenchida pela conjunção ‘porque’.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1169383 Português
Conjunção é a palavra invariável que relaciona duas orações ou dois termos que exercem a mesma função sintática. Quanto ao uso do o termo “que” como conjunção integrante, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1168130 Português

TEXTO II


Disponível em: https://twitter.com/Metropoles

No contexto, a palavra “mas” pode ser substituída, mantendo o sentido do diálogo, por:
Alternativas
Q1167859 Português
É correto afirmar que, “mas”, “porém” e “senão” são:
Alternativas
Q1167855 Português

Carne na alimentação: quais países lideram o ranking?

Muitas pessoas dizem estar reduzindo a carne ou cortando por completo este alimento de suas dietas, mas estatísticas mostram uma realidade diferente -    inclusive no Brasil.                                                                                              

Por BBC

09/02/2019


Muitas pessoas têm prometido diminuir o consumo de carne - ou cortá-la completamente de sua dieta -, seja para ser mais saudáveis, reduzir o impacto no meio ambiente, prezar pelo bem-estar dos animais ou uma combinação desses motivos.

Um terço dos britânicos afirma ter parado de comer carne ou reduzido sua ingestão, enquanto dois terços dos americanos dizem que estão comendo menos carne.

A tendência se deve em parte a iniciativas como a Segundas Sem Carne, em que adeptos passam o primeiro dia útil da semana sem comer esse alimento, e a Veganuary, que incentiva ficar um mês assim.

Ao mesmo tempo, diversos documentários e defensores do veganismo vêm destacando os possíveis benefícios de comer menos carne. Mas quais são os efeitos práticos dessa mudança de comportamento?

O consumo de carne no mundo aumentou rapidamente nos últimos 50 anos, e sua produção hoje é quase cinco vezes maior do que no início dos anos 1960 - de 70 milhões de toneladas passou para mais de 330 milhões em 2017.

Uma razão para isso é que há muito mais pessoas no mundo. No início da década de 1960, havia cerca de 3 bilhões. Hoje, somos mais de 7,6 bilhões.

Embora o crescimento populacional seja um dos fatores, isso não explica por que a produção de carne quintuplicou.

Quando comparamos o consumo em diferentes países, vemos que, tipicamente, quanto mais rico, mais carne é consumida. Não há apenas mais pessoas no mundo. Há mais pessoas que podem comprar carne. [...]

Em 2013, de acordo com os últimos dados disponíveis, os Estados Unidos e a Austrália lideravam o ranking global de consumo anual de carne. Juntamente com a Nova Zelândia e a Argentina, os dois países ultrapassaram a marca de mais de 100 kg por pessoa, o equivalente a cerca de 50 frangos ou metade de um boi.

Altos níveis de consumo de carne podem ser vistos em todo o Ocidente, e, na maioria dos países da Europa Ocidental, o consumo é de 80 a 90 kg por pessoa.

No outro extremo do espectro, em muitos dos países mais pobres do mundo, come-se pouca carne. O etíope médio, por exemplo, consome apenas 7 kg, os ruandeses, 8 kg, e os nigerianos, 9 kg. Trata-se de um patamar dez vezes menor que o da média europeia.

Esses números representam a quantidade de carne per capita disponível para consumo, mas não levam em consideração o alimento desperdiçado. Na realidade, as pessoas comem um pouco menos de carne do que isso.

[...]

A Índia, no entanto, é uma importante exceção à regra. Enquanto a renda média triplicou desde 1990, o consumo de carne não seguiu o mesmo caminho.

É um equívoco presumir que a maioria dos indianos seja vegetariano - dois terços comem pelo menos um pouco de carne, de acordo com uma pesquisa realizada no país.

No entanto, o consumo de carne na Índia permaneceu reduzido. Com menos de 4 kg por pessoa por ano, é o menor do mundo. É provável que isso se deva em parte a fatores culturais, incluindo não comer certos animais por motivos religiosos. [...]

Mas em muitas nações, o consumo de carne vai muito além dos benefícios nutricionais básicos. Na verdade, pode ser um risco para a saúde. Estudos associam o consumo excessivo de carne vermelha e processada ao aumento do risco de doenças cardíacas, derrame e certos tipos de câncer.

Substituir carne ou bacon por frango pode ser, assim, um passo positivo. Essa troca também é melhor para o meio ambiente. Quando comparada com a carne de frango, a carne bovina tem um impacto três a dez vezes maior sobre o uso da terra, a água e as emissões de gases de efeito estufa. A carne de porco situa-se entre os dois.

Um futuro em que o consumo de carne é sustentável e equilibrado entre os países exigiria grandes mudanças. Isso significaria não apenas uma mudança nos tipos de carne que comemos, mas também na quantidade de carne que comemos.

Essencialmente, a carne teria que se tornar cada vez mais um "luxo".

Adaptado https://g1.globo.com/economia/agronegocios/2019/02/09/carne-na-alimentacao-quais-paises-lideram-o-ranking.ghtml

Embora o crescimento populacional seja um dos fatores, isso não explica por que a produção de carne quintuplicou.”


A palavra sublinhada nesse período estabelece a seguinte relação de ideia:

Alternativas
Q1167436 Português

(Adaptado de politike.cartacapital.com.br 16/09/2019)

Em relação ao trecho “como militares e igreja” (linha 30), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1167202 Português

(Luciana Allan – Revista Exame – 29/04/2019 – Disponível em: https://exame.abril.com.br/blog/crescer-em-rede/uma-geracao-distraida-ou-desmotivada/)

Na linha 12, a locução “assim como” tem valor ___________, podendo ser substituída por __________, desde que ____________ alterações no período.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da proposição acima.

Alternativas
Q1167200 Português

(Luciana Allan – Revista Exame – 29/04/2019 – Disponível em: https://exame.abril.com.br/blog/crescer-em-rede/uma-geracao-distraida-ou-desmotivada/)

Considerando as diversas funções que a palavra “que” pode desempenhar em um período, assinale a alternativa na qual tal palavra pode ser classificada como conjunção integrante, introduzindo um termo que tem a função de objeto direto no período no qual se insere.
Alternativas
Q1167052 Português
A classificação das conjunções subordinativas está INCORRETA em:
Alternativas
Q1167005 Português

Consumo diário de refrigerantes e sucos aumenta risco de câncer,

diz estudo

Pesquisa francesa acompanhou mais de 100 mil pessoas ao longo de quase uma década – e constatou que bebidas com muito açúcar, mesmo se forem naturais, podem fazer mal.

Por Guilherme Eler


      Você é daqueles que sempre preferem um suco de fruta a uma latinha de refrigerante? Não adianta fazer a troca se você tiver a mão pesada na hora de adoçar – ou o costume de exagerar na quantidade. Afinal, o consumo diário de bebidas açucaradas, quer sejam elas refrigerantes ou refrescos naturais, pode elevar seu risco de desenvolver vários tipos de câncer.

      Foi o que concluiu um estudo extenso, feito por pesquisadores franceses, que acompanhou 101.257 pessoas (78,7% eram mulheres) entre 2009 e 2018. A pesquisa foi publicada na revista científica BMJ na última quarta-feira (10), e é uma das primeiras a traçar uma relação direta entre consumo de bebidas doces e surgimento de câncer.

      Todos os participantes do estudo eram maiores de idade, e tinham, em média, 42 anos. No começo do levantamento, eles responderam questionários sobre seus hábitos alimentares a fim de mapear as fontes de calorias diárias do grupo. A cada seis meses, eles respondiam novamente as mesmas perguntas.

      A lista de itens considerados no estudo incluía 109 bebidas açucaradas ou adoçadas artificialmente – sucos de fruta diversos, refrigerantes, xaropes, refrescos, bebidas adoçadas quentes, chás, cafés, bebidas à base de leite, isotônicos e energéticos. Foram consideradas “adoçadas” bebidas que continham mais de 5% de açúcar em sua composição, além de sucos 100% naturais – sem nenhum açúcar extra e, portanto, só com o doce natural da fruta. Várias versões de suco de fruta in natura superam essa margem. Um copo de suco de uva, por exemplo, tem 14 g de açúcar. No de maçã são 10 g e no de laranja, 8 g.

      Ao longo dos nove anos de análise, os pesquisadores detectaram o surgimento de 2.193 novos casos de cânceres – sendo 693 de câncer de mama, 291 de câncer de próstata e 166 de câncer colorretal. Na maioria dos casos, os tumores se manifestaram por volta dos 58,5 anos.

      Em média, homens consumiam 90,3 mL de bebidas adoçadas todos os dias, contra 74,6 mL das mulheres. A partir desses valores, estimou-se o quanto o consumo poderia influenciar no surgimento de algum tumor.

      A pesquisa concluiu que, a cada 100 mL de aumento no consumo diário de bebidas açucaradas, a chance de que uma pessoa sofra de câncer aumenta em 18%. Ou seja: quem tomava 190 mL (quase um copo americano) de refri ou suco adoçado todo dia teve 18% mais chances de desenvolver um tumor do que quem estava na média (até 90 mL). Esse risco é ainda maior no caso do câncer de mama e, para os pacientes considerados no estudo, chegou aos 22%.

      Não se sabe ao certo qual o mecanismo fisiológico que explique o fato de as bebidas açucaradas terem relação com o surgimento de cânceres. É fato que uma dieta repleta de açúcar pode contribuir para a obesidade – o que, por tabela, amplia o risco de que alguém desenvolva até 13 tipos de câncer. Mas essa relação, de acordo com a pesquisa, não conta a história inteira.  

      Segundo os autores, a explicação pode estar na formação de depósitos de gordura visceral – localizada junto aos órgãos internos – e que pode facilitar a formação de tumores. Não é preciso, necessariamente, estar drasticamente acima do peso para que alguém apresente índices de gordura visceral maiores que o recomendado.

      Outro fator considerado pelos cientistas é que níveis altos de açúcar no sangue podem provocar reações inflamatórias no organismo, resposta que facilita o desenvolvimento de tumores.

      Ainda que o açúcar seja o fator mais determinante na conta, os cientistas pontuam que outros componentes químicos podem ter sua parcela de culpa. Um exemplo, segundo consta na pesquisa, é o 4-Metilimidazol, um dos produtos da degradação do corante Caramelo IV – usado em refrigerantes a base de cola e energéticos.

      “Estes dados mostram a importância das recomendações nutricionais em relação ao consumo de bebidas açucaradas, incluindo os sucos 100% à base de fruta, assim como outras ações, como impostos e restrições de propaganda para essas bebidas”, escrevem os pesquisadores.

      Antes que você, leitor, risque qualquer líquido com o menor traço de açúcar da dieta, vale lembrar que o surgimento de cânceres pode estar ligado a diversos fatores que não a alimentação. Entram na conta poluição, prática de atividade física, tabagismo e predisposição genética, por exemplo. [...]

Adaptado de https://super.abril.com.br/ciencia/consumo-diario-de-refrigerantes-esucos-aumenta-risco-de-cancer-diz-estudo/

Analise: “os cientistas pontuam que outros componentes químicos podem ter sua parcela de culpa” e assinale a qual classe de palavras os vocábulos em destaque pertencem respectivamente.
Alternativas
Q1166877 Português

      Uma pesquisa publicada recentemente revelou que os casais que fazem sexo pelo menos uma vez por semana são mais felizes com seu relacionamento que aqueles que o fazem com menos frequência. A explicação vai além do romance. O sexo aumenta a imunidade e o humor diminuindo os níveis de stress. Chegar a um orgasmo estimula ainda mais esses mecanismos, com a descarga de ocitocina e endorfina, substâncias ligadas ao prazer e ao relaxamento. E, no entanto, psicólogos e sexólogos tentam minimizar a relevância na quantidade de sexo. Há uma ideia consensual: a frequência boa é aquela em que os dois estão satisfeitos e ponto. Um casal pode funcionar bem se fizer sexo três vezes por semana. Outros combinam perfeitamente se as relações ocorrerem duas vezes por mês. O problema acontece quando cada parte do casal deseja uma rotina diferente – e daí surge a insatisfação.

      Na equação da rotina sexual é preciso ter em mente determinadas variáveis que mudam as regras do jogo. A principal delas, fundamental: o tempo de relacionamento. Algumas pesquisas já mostraram que o período da paixão e da conquista acaba após cerca de dois anos, quando o fogo inaugural se apaga. Depois desse tempo, é preciso aprender a conciliar segurança e previsibilidade com o desejo. Essa conta nem sempre fecha se não houver esforço das duas partes. E o que as mulheres parecem desejar é a mudança dentro do quarto, a chance de reacenderem a flama. Nas ruas, nas últimas décadas, houve vitória parcial, e ela deve ser celebrada. No mercado de trabalho, apesar de ainda existir um fosso, o salário da mulher começa a se aproximar do recebido pelo homem. Movimentos feministas espalham-se como necessidade, jogando na lata de lixo da história polêmicas como a de Millôr Fernandes, que a certa altura, no início dos anos 1970, escreveu que “o melhor movimento feminino ainda é o dos quadris”. Há machismo, sim, mas a sociedade tem anticorpos para debelá-lo.

      Enfim, na ágora pública a mulher de hoje não é a de ontem, e a lei está aí para defendê-la, para pô-la em pé de igualdade com o homem, como deve ser. Contudo, na intimidade, salvo exceções que confirmam a regra, as distâncias abissais permanecem. Caducou uma indagação clássica e centenária do pai da psicanálise, Sigmund Freud, repetida à exaustão, a ponto de ter perdido completamente o sentido: “Afinal, o que quer uma mulher?”. Quer – entre muitas outras vontades, como sempre puderam querer os homens – mais sexo.

                                                                               (Revista Veja, 05.06.2019. Adaptado). 

Analise a frase abaixo.


“E, ‘no entanto’, psicólogos e sexólogos tentam minimizar a relevância na quantidade de sexo”.


O termo destacado desempenha a função de conjunção

Alternativas
Q1166649 Português
Considerando a seguinte oração retirada do texto Mas de manso Scotty não tinha nada”, assinale a alternativa que marca a correta reescrita do período, com base no significado das conjunções.
Alternativas
Q1166491 Português

Leia o poema Inscrição na Areia, de Cecília Meireles.


INSCRIÇÃO NA AREIA

O meu amor não tem

importância nenhuma.

Não tem o peso nem

de uma rosa de espuma!

Desfolha-se por quem?

Para quem se perfuma?

O meu amor não tem

importância nenhuma.


Assinale a alternativa que contenha uma conjunção retirada do poema:

Alternativas
Respostas
2281: D
2282: B
2283: D
2284: C
2285: D
2286: C
2287: C
2288: A
2289: D
2290: D
2291: A
2292: B
2293: E
2294: C
2295: A
2296: D
2297: C
2298: D
2299: A
2300: D