Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q3234521 Português
Analise as orações abaixo e assinale aquela que esteja correta quanto à observância das regras de concordância nominal. 
Alternativas
Q3234519 Português
Qual é o plural correto de "café com leite"? 
Alternativas
Q3233546 Português
Por que Amazônia virou 'barril de pólvora' e queimadas batem recordes


Depois do Pantanal e do Cerrado, a Amazônia também bate recorde de queimadas no primeiro semestre deste ano.

Até domingo (07/07), foram detectados pelo Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 14.250 focos de calor no bioma. É o maior número em duas décadas para o primeiro semestre, e um aumento de 60% em relação ao mesmo período do ano passado.

O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, explica que os focos de calor geram um alerta, mas, para mensurar o estrago, é preciso saber o tamanho da área queimada. 

Ainda assim, alguns Estados estão sob alerta maior. Roraima, de acordo com Agostinho, é o que se encontra em situação mais crítica dentro do bioma amazônico hoje.

Das detecções de fogo por satélites, 33% estão ali, ou 4.627 focos, o maior número desde o início da série histórica medida pelo Inpe, em 1998.

“A temporada seca lá ocorre em novembro e dezembro, mas se arrastou até março deste ano”, explica o presidente do Ibama.

Na mesma esteira, o Mato Grosso, que abriga os biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal, apresentou o maior número de focos de incêndio de todo o país, batendo um recorde de vinte anos.

A Secretaria do Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema-MT) afirmou em nota que "o Estado sofre com estiagem severa e baixa umidade desde o fim do ano passado e, com isso, o material orgânico seco oriundo da vegetação se acumula, o que tem facilitado a combustão". A secretaria também apontou que o governo do Estado investe, neste ano, R$ 74 milhões na execução do Plano de Ação de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais.

A capacitação de brigadistas e bombeiros, monitoramento em tempo real dos focos de queimadas, a construção de açudes e perfurações de poços, assim como a substituição de pontes de madeira por concreto, são parte das ações do plano. A BBC News Brasil procurou também a Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (FEMARH) de Roraima, mas não recebeu resposta até o fechamento desta reportagem.

Ane Alencar, diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), explica que o déficit hídrico do ano passado no bioma junto à antecipação da estação seca ocorrida neste ano deixaram a vegetação muito inflamável.

"Passei por algumas regiões do Mato Grosso recentemente e pude perceber que a vegetação já formou aquela cama de folhas secas no chão, algo que costuma ocorrer no final de julho, início de agosto", explica Alencar.

"A região de Santarém [no Pará] também. E ali começa a secar geralmente em setembro, outubro".

Diante do cenário de antecipação da seca, Agostinho afirma que as operações para o segundo semestre estão sendo intensificadas.

No caso da Amazônia, de acordo com o presidente do Ibama, as ações serão voltadas principalmente para o cinturão do desmatamento, "onde a área degradada é propícia para os incêndios".

O cinturão (ou arco) do desmatamento é o nome dado a uma extensão de cerca de 500 km2 de terras que vão desde o leste e o sul do Pará em direção a oeste, passando pelo Mato Grosso, Rondônia e Acre.

É nesta região onde ocorre a maioria dos desmatamentos na Amazônia.

O governo federal anunciou na semana passada uma queda de 38% no desmatamento da Amazônia no primeiro semestre deste ano.

Entre 2022 e 2023, a redução havia sido ainda mais significativa, de 50%, segundo dados oficiais.

Ao fazer o anúncio, na quarta-feira (4/7), a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), disse ter “esperança” de chegar ao desmatamento zero no bioma até 2030, uma promessa feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A preservação da floresta é fundamental para mitigar os estragos causados pelo fogo, de acordo com Ane Alencar.

“Percebemos que, onde houve a redução do desmatamento também houve queda nas queimadas e nos incêndios no ano passado”, diz a diretora do Ipam. “Ainda bem que houve um esforço forte para reduzir o desmatamento no ano passado. Essa redução impediu que a área afetada por incêndios fosse muito maior.” 

Além das questões climáticas, que podem ser incontroláveis, mas já podem ser, em grande parte, previstas, o desmatamento é considerado pelos ambientalistas peça fundamental para o alastramento do fogo.

“Quando alguém derruba uma floresta, na sequência põe fogo”, diz Agostinho. “Mas, muitas vezes, o sujeito derruba 100 hectares, põe fogo, mas o fogo se alastra e queima outros 500 hectares.”

Além disso, a área desmatada, muitas vezes, é uma terra pública, o que dificulta a identificação e punição dos responsáveis do local, segundo o presidente do Ibama A relação do El Niño com o fogo.

No ano passado, a Amazônia sofreu uma seca histórica, em decorrência das mudanças climáticas em um ano de El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal e persistente das águas do Pacífico na linha do Equador.

“A mudança na temperatura do oceano Pacífico Equatorial acarreta efeitos globais nos padrões de circulação atmosférica, transporte de umidade, temperatura e precipitação”, disse o Inpe em um comunicado.

Ou seja, seus impactos são diferentes para cada região do país: no Rio Grande do Sul, causou altos volumes de chuva. Na Amazônia, foi o contrário. “É importante destacar que não tivemos só o El Niño”, lembra Alencar.

“O El Niño foi potencializado por uma onda de aquecimento do globo que também impactou o oceano Atlântico e potencializou seus efeitos.”

Neste cenário, a seca do ano passado já havia deixado a região vulnerável aos incêndios. Em 2023, o bioma perdeu para o fogo uma área de extensão pouco maior que Portugal. No total, foram queimados 10,7 milhões de hectares, um aumento de 35% em relação a 2022, de acordo com os dados da plataforma do Inpe.

A  Agência Nacional Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos previa que o El Niño terminaria em junho deste ano, já que, normalmente, o fenômeno dura entre 9 e 12 meses.

 Suas consequências, no entanto, devem se estender na Amazônia, já que ele termina quando a estação seca, de fato, deveria começar. Alencar lembra que, embora a mistura das mudanças climáticas com o El Niño contribuam para a condição de um solo altamente inflamável, a Amazônia não é um bioma que queima naturalmente.

“A resposta do fogo, principalmente na Amazônia, onde o fogo deveria ser algo raro, deve-se a uma fonte de ignição primordialmente humana”, explica.

“E, para combatê-la é preciso estabelecer uma estratégia de comando e controle, com operações conjuntas de vários órgãos, instituições, e multas e responsabilizações cada vez mais sofisticadas."

Crime ambiental.

De acordo com o Código Florestal, o uso do fogo é permitido em situações bem específicas.

Dentre elas, estão a agricultura de subsistência exercida por populações tradicionais e indígenas, as atividades de pesquisas científicas ou de produção e manejo em atividades agropastoris ou florestais.

Neste caso, a prática é chamada de queima controlada e requer autorização prévia, além de exigir uma série de requisitos, como a delimitação da área que será queimada e do acompanhamento por uma equipe treinada.

Cabe aos Estados emitir a autorização e, se necessário, determinar um período proibitivo para a prática, considerando fatores que favorecem a disseminação do fogo, como umidade do ar, temperatura e ventos.

No Mato Grosso do Sul, por exemplo, onde está presente 65% do Pantanal, as queimas controladas estão proibidas desde o início de junho.

Por meio de uma portaria, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), vinculado ao governo estadual, tornou sem efeito todas as autorizações emitidas e ainda não executadas para queima controlada. 

A tramitação de processos de licenciamento e a emissão de novas autorizações do gênero também foram suspensas.

Já o incêndio florestal é caracterizado pelo fogo descontrolado que avança sobre qualquer forma de vegetação e pode resultar em autuações, caso os responsáveis sejam identificados.

De acordo com a Lei dos Crimes Ambientais, as queimadas e incêndios florestais podem render uma multa de até R$ 7,5 mil por hectare queimado e até seis anos de prisão.

Além de conter o fogo, identificar os criminosos é um ponto nevrálgico da crise que se instalou no Pantanal. O bioma tem enfrentado incêndios em proporções recordes nos últimos anos, incluindo em 2024. De acordo com o presidente do Ibama, ao menos 5% do bioma foi queimado até o momento, em um ano de seca e incêndios históricos.

Na semana passada, o Ministério Público do Mato Grosso do Sul anunciou que doze fazendeiros são alvo de um inquérito por serem proprietários de imóveis rurais onde podem ter iniciado focos de incêndio no Pantanal.

"Mas identificar os agentes causadores de um incêndio é muito difícil", reconhece Agostinho.

Isso porque, como apontam especialistas, é preciso identificar onde o incêndio teve início e o responsável por aquela terra que, muitas vezes, é pública e está sendo ilegalmente ocupada.

"Esse tipo de desmatamento [com fogo], feito com base na ilegalidade, na exploração de recursos, é muito mais difícil de combater", completa Ane Alencar. Entre 2019 e 2021, mais da metade (51%) do desmatamento da Amazônia ocorreu em terras públicas, as chamadas Florestas Públicas não Destinadas (FPNDs).

São áreas que ainda aguardam destinação do Estado para conservação ou uso sustentável.

Os números foram levantados pelo Projeto Amazônia 2030, uma iniciativa do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia, do Centro de Empreendedorismo da Amazônia, da Climate Policy Initiative (CPI) e do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio.

Por isso, as mudanças climáticas, o El Niño e a criminalidade tornam a Amazônia um lugar bastante propício a incêndios neste momento.

"A Amazônia está um barril de pólvora por causa da seca, politicamente em alvoroço por causa das eleições municipais e, além disso, está dominada pelo crime", resume Alencar.

"Os esforços e as etratégias para combater o desmatamento, portanto, têm que ser muito mais inovadores do que antes".

Para Agostinho, o incêndio ainda é tratado como um crime de menor potencial ofensivo. "Precisamos aperfeiçoar isso", diz.

Ele aponta a obrigatoriedade de brigadas próprias de combate imediato nas propriedades em áreas sensíveis, revisão de atos normativos, preparo da comunidade para uma pronta resposta e maior controle dos Estados como parte desse aperfeiçoamento.

Para Ane Alencar, do Ipam, além de seguir com a redução do desmatamento, diminuir o uso de fogo e controlar mais as queimadas são medidas que deveriam ser tomadas imediatamente.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2x0dgjyl7 4o)
No trecho "Além das questões climáticas, que podem ser incontroláveis, mas já podem ser, em grande parte, previstas, o desmatamento é considerado pelos ambientalistas peça fundamental para o alastramento do fogo", a concordância verbal e nominal está correta. Assinale a alternativa que justifica adequadamente a correção da concordância no trecho. 
Alternativas
Q3233506 Português
Texto para responder à questão.

Brasil tem a maior queda histórica do trabalho infantil

Apesar da diminuição no índice, o país ainda tem 1,5 milhão de crianças e adolescentes em atividades remuneradas.

    A construção de um país próspero e socialmente justo está diretamente ligada às possibilidades de educação e saúde oferecidas às crianças, que são o futuro de um país. Infelizmente muito longe dos parâmetros de uma Noruega, onde o trabalho infantil é quase zero, o Brasil registrou 1,5 milhão de trabalhadores, entre 5 e 17 anos, em 2023. O alto índice vem acompanhado, no entanto, de boa notícia: é o menor dos últimos seis anos. A queda foi de 14,6% em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua sobre trabalho de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos de idade, divulgada nesta sexta-feira (18) pelo IBGE.
    No Brasil, quanto mais as crianças crescem, maior a incidência delas no mercado. Dos menores que trabalham, 1,3% tem de 5 a 13 anos. A porcentagem aumenta em seis vezes na faixa etária entre 13 e 15 anos. O maior grupo de trabalhadores mirins é o de 16 a 17 anos, que representa 14,6% do total. Apesar de estarem em uma idade de trabalho permitida pela legislação brasileira, a maioria não tem carteira assinada, o que dá margem à exploração com salários baixos e sem pagamento de horas extras. Além de exercerem uma atividade remunerada fora de casa, essas crianças e adolescentes ainda são sobrecarregados com atividades domésticas das mais variadas. Com tanta sobrecarga, a frequência escolar acaba comprometida, o que diminui a probabilidade da quebra do ciclo de pobreza familiar no futuro. Sem educação e qualificação, reduzem às perspectivas de melhores oportunidades de trabalho na vida adulta. No Brasil, há 32 milhões de crianças e adolescentes que vivem as múltiplas dimensões da pobreza. O trabalho infantil é apenas uma delas.

(Por Valéria França, Veja, 19 out 2024. Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento. Adaptado.)
Sem educação e qualificação, reduzem às perspectivas de melhores oportunidades de trabalho na vida adulta. No Brasil, há 32 milhões de crianças e adolescentes que vivem as múltiplas dimensões da pobreza. O trabalho infantil é apenas uma delas.” (2º§) O trecho em destaque apresenta uma inadequação quanto à norma padrão da língua, corretamente indicada em: 
Alternativas
Q3233080 Português

Poesia e ciência

 

É comum se dizer que poucas atividades criativas são tão antagônicas quanto a poesia e a ciência. Enquanto uma expressa uma visão subjetiva e emocional do mundo, a outra expressa uma visão universal e racional. Enquanto uma é produto de inspiração e lirismo, a outra o é de dedução e análise. A obra de certos poetas, no entanto, além de extremamente técnica, mostra uma profunda apreciação da visão científica prevalecente na época.

 

Como exemplo, tenho em mente o poeta romano Lucrécio, que viveu aproximadamente 96 e 55 a.C.e Em um mundo completamente dominado por religiões politeístas, baseadas em ritos pagãos, a voz de Lucrécio soa como uma verdadeira luz nas trevas, uma proclamação contra o medo criado pela ignorância e pela obediência cega à autoridade O poeta convida seus leitores a olhar para o mundo e seus mistérios através da razão, argumentando que esse é o único caminho para a nossa liberação. Eis um exemplo, livremente parafraseado:

 

“Quando a vida humana, arrastando-se pela Terra, era esmagada pelas crendices, um homem grego pela primeira vez alçou bravamente seus olhos mortais contra esses tormentos |...) Sua força era a mente, que ele usou para explorar a vasta imensidão do espaço, trazendo-nos novas do que é ou não é possível, limites ou fronteiras forjadas para sempre. As crendices, assim, foram controladas e, desde então, nós podemos alcançar as estrelas”.

 

Dois mil anos após serem escritos, os versos de Lucrécio ecoam com incrível modernidade. Na passagem de mais um milênio*, quando muitos sentem-se vulneráveis perante as várias profecias apocalípticas, sugiro uma nova leitura de Lucrécio, posta da ciência e da lucidez apaixonada.

 

* Este texto foi publicado em 1988.

 

(Adaptado de GLEISER, Marcela. Retalhos cósmicos. São Paulo. Companhia das Letras, 1999, p. 21-22)

As palavras de Lucrécio podem liberar as criaturas do medo supersticioso se elas reconhecem sua corajosa lucidez.

 

A correlação entre os tempos e os modos verbais do período acima manter-se-á plenamente adequada caso se substituam as formas sublinhadas, na ordem dada, por.

Alternativas
Q3232595 Português
Leia a tira.
Captura_de tela 2025-03-10 080717.png (432×557)
(O Estado de S.Paulo, 7 de outubro de 2024. Adaptado)

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços.
Alternativas
Q3231848 Português

Considere as frases a seguir.


•  pessoas que não dirigem sem o auxílio da inteligência artificial.


Deve haver pessoas que não utilizam redes sociais.


•  Existiam no passado bem menos recursos de inteligência artificial.


De acordo com a norma-padrão de concordância verbal, os vocábulos e a expressão destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:

Alternativas
Q3231640 Português

Leia o texto para responder à questão.


 Doadores agora podem declarar sua vontade em cartório


    Um documento legal, digital e gratuito, disponível por meio de qualquer dispositivo com acesso à internet, pode ser a solução para o Brasil superar antigos entraves e salvar a vida de mais de 42 mil pessoas que aguardam na fila da doação de órgãos e tecidos no país.

    A partir de agora, brasileiros que querem ser doadores poderão deixar explícita a sua vontade em um documento oficial, redigido por um tabelião de notas e que possui autenticidade e segurança jurídica: a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos, Tecidos e Partes do Corpo Humano – AEDO, que passa a ter validade como declaração de vontade do cidadão.

    Essa Autorização Eletrônica ficará armazenada em uma base de dados nacional única mantida pelo Colégio Notarial do Brasil, que representa os 8344 Cartórios de Notas do país, e permitirá que médicos vinculados ao Sistema Nacional de Transplantes ou às Centrais Estaduais de Transplantes, instituições do Ministério da Saúde, possam consultar, via CPF, se a pessoa falecida deixou expressa sua vontade em ser um doador e, em caso positivo, apresentar o documento à família para obterem a autorização prevista em lei.

    A iniciativa busca superar um dos maiores entraves à doação de órgãos no país, a autorização da família. Em 2023, 42% das famílias recusaram a doação. Com a AEDO, que pode ser solicitada por maiores de 18 anos, essa manifestação de vontade fica registrada e será acessada pelos profissionais da Saúde.

    Para realizar a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos, o interessado preenche um formulário diretamente no site www.aedo.org.br. Por meio do sistema, poderá escolher qual órgão deseja doar ou se pretende doar todos. No Brasil, a maioria das pessoas na fila única nacional de transplantes aguarda a doação de um rim, seguido por fígado, coração, pulmão e pâncreas. Somente no ano passado, três mil pessoas faleceram pela falta de doação de um órgão. Atualmente, mais de 500 crianças aguardam um transplante.

    Nosso país é o quarto em número absoluto de transplantes, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia. A taxa de doadores é maior no Sudeste (22,2) e no Sul (36,5). No Centro-Oeste (14,1), Nordeste (13,0) e Norte (7,0).

    Em um momento em que a solidariedade é mais importante do que nunca, a AEDO representa um passo significativo da sociedade na busca de soluções concretas para milhares de brasileiros à espera da chance de uma nova vida. Que todos juntos possamos ser vida na vida de alguém.


(Giselle Oliveria de Barros. https://www.estadao.com.br/politica/blogdo-fausto-macedo/doadores-de-orgaos-agora-podem-declarar-sua-vontade- -direto-no-cartorio-de-notas-entenda/?utm_source=estadao:mail. Publicado em 04.04.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa que segue a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q3230738 Português

Julgue as proposições quanto à concordância verbal e assinale a alternativa correta.


I. Durante o show, toda uma multidão de fãs ovacionou a banda ao cantar seus maiores sucessos.


II. Mais de cinco candidatos não compareceu para fazer a prova hoje.


III. Cada candidato, cada partido, cada eleitor deve manter a ética ao menos em dias de votação.

Alternativas
Q3229637 Português
Tratando-se de concordância nominal, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa devida.

( ) Expressões formadas pelo verbo ser + adjetivo, o adjetivo concorda com o substantivo, se este for modificado por um artigo ou qualquer outro determinativo.
( ) O adjetivo concorda em gênero e número com os pronomes pessoais a que se refere.
( ) A palavra , quando equivale a sozinho, tem função adjetiva e concorda, normalmente, com o nome a que se refere.
( ) Quando a palavra equivale a somente ou apenas, tem função adverbial, ficando, portanto, invariável.
Alternativas
Q3229243 Português
Abordando-se concordância nominal, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correspondente.

( ) As palavras “Meio, meia”, quando empregadas como adjetivo, concordam, normalmente, com o nome a que se referem. Quando empregadas como advérbio, (modificando um 4 adjetivo), permanecem invariáveis.
( ) “Alerta, menos”, essas palavras, sendo advérbios, permanecem sempre invariáveis.
( ) “Bastante”, é invariável quando funciona como advérbio. Concorda com o nome a que se refere, quando funciona como adjetivo, pronome adjetivo ou numeral.
( ) “Milhão, bilhão, trilhão”, são substantivos masculinos. Desse modo, os termos modificadores (artigos, pronomes, adjetivos e numerais), devem concordar, em gênero e número, com os substantivos milhão, bilhão, trilhão, etc. 
Alternativas
Q3229209 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Itália tem fim de semana trágico para caçadores de cogumelos

Fim de semana trágico para os caçadores de cogumelos na Itália, que registrou duas mortes em Abruzzo e outras duas na Emilia-Romagna apenas nos últimos dias.

As chuvas recentes levaram muitos entusiastas aos bosques de montanha em busca de cogumelos porcini, ingrediente valorizado na gastronomia italiana. Segundo especialistas, somente em Abruzzo, no centro do país, centenas de pessoas aproveitaram o fim de semana para encher os cestos.

Mas os perigos da umidade na vegetação rasteira em trilhas mais escondidas se revelaram fatais em algumas situações.

Na sexta-feira (13), socorristas da Emilia-Romagna encontraram o corpo de um homem de 82 anos que estava desaparecido desde a tarde do dia anterior, quando o idoso saiu para caçar cogumelos em um bosque na província de Bologna.

Na mesma região, porém na província de Piacenza, o mesmo destino coube a uma italiana de 69 anos e que residia em Portugal. Seu corpo foi achado sem vida, com o auxílio de drones, em uma floresta perto de Ottone, na manhã de domingo (15).

Já em Abruzzo, um idoso de 82 anos residente em Corropoli, Giuseppe Di Luca, morreu após cair mais de 20 metros nos Monti della Laga, importante centro produtor de cogumelos na região, também no domingo.

Pouco depois, Aldino Ruggieri, 85, natural de Tortoreto, escorregou em uma falésia na mesma zona enquanto procurava porcini e faleceu. Ambos os acidentes ocorreram na frente de outros caçadores, que chamaram o socorro, mas não puderam fazer nada para salvar as vítimas.

A combinação das chuvas da última semana com o calor do fim de verão na Itália beneficiou a safra de cogumelos e atraiu muitos "caçadores" em busca do ingrediente. No entanto, é comum que essas pessoas não tenham preparo para realizar caminhadas na floresta, especialmente em condições de elevada umidade. .


(https://www.terra.com.br/noticias/mundo/italia-tem-fim-de-semana-tragico-para-cacadores-de-cogumelos,4742d1d8b1aa44c881fa948ad1bf42cfyl1wt15c.html?utm_source=clipboard) 
"Ambos os acidentes ocorreram na frente de outros caçadores, que chamaram o socorro, mas não puderam fazer nada para salvar as vítimas."
Em relação às normas de concordância verbal e nominal, o período acima apresenta a concordância dos verbos corretamente. O mesmo acontece nos trechos abaixo, EXCETO em: 
Alternativas
Q3229119 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O vinho de banana que salvou produtoras afetadas por calor extremo

Emily Nkhana, uma pequena agricultora no norte do Malawi, costumava jogar fora as bananas que estavam maduras demais ou simplesmente deixá-las apodrecer, até encontrar um uso lucrativo para elas: o vinho de banana.

O calor extremo estava fazendo as bananas amadurecerem rápido demais, resultando em grandes perdas para Emily e diversos outros agricultores que vivem no distrito de Karonga.

"Então descobrimos como fazer vinho de banana", conta ela à BBC, enquanto descasca os limões usados para preservar o sabor das bananas na planta de processamento da Cooperativa Twitule.

Para os agricultores, não se trata apenas de fazer vinho, mas também de sobrevivência, resiliência e de abraçar as novas possibilidades que vêm diante das mudanças climáticas.

O cultivo era feito perto das margens do Lago Malawi. Mas, com aumento do nível das águas causado pelo aumento das chuvas, as plantações de banana passaram a ser inundadas, forçando os produtores a migrar para terras mais altas, mas mais quentes, onde as temperaturas chegam a 42°C.

"Na antiga fazenda, nosso desafio era a grande quantidade de água do lago. Algumas das bananas se afogavam na água, ou nem conseguíamos ver onde tínhamos plantado. Aqui em cima, temos calor demais. Isso faz com que nossas bananas amadureçam muito rápido e sejam desperdiçadas", diz Emily.

Ela faz parte de um grupo de mulheres unidas pela cooperativa para melhorar suas condições econômicas por meio da agricultura.

A produção de vinho é um empreendimento de pequena escala nos quintais dessas mulheres, onde elas plantam bananas.

O processo de vinificação acontece em um pequeno complexo com uma casa de quatro cômodos na vila de Mchenjere.

E é bem simples: as bananas maduras são descascadas, cortadas em pedaços pequenos, pesadas e misturadas com açúcar, fermento, passas, água, e cobertas com limões.

A mistura é então deixada para fermentar por várias semanas, transformando a polpa da banana em um vinho potente e aromático, contendo 13% de álcool - semelhante ao vinho feito de uvas.

"É um vinho de ótima qualidade. Você tem que bebê-lo sentado para poder aproveitar o sabor doce", diz Emily.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy3ygg4n3vo fragmento adaptado)

 
"Emily Nkhana , uma pequena agricultora no norte do Malawi, costumava jogar fora as bananas que estavam maduras demais ou simplesmente deixá-las apodrecer".

Para garantir que a concordância verbal esteja em conformidade com a norma-padrão, é essencial que haja harmonia entre o sujeito e o verbo, como demonstrado no exemplo acima. Os trechos abaixo estão em harmonia, EXCETO em:
Alternativas
Q3229088 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Um comportamento fascinante


Aprisionar o ar em bolhas para respirar debaixo d'água é um movimento praticado por alguns tipos de insetos e aracnídeos, como besouros aquáticos e aranhas-de-sino-mergulhadoras. Até agora, os anolis são os únicos animais com espinha dorsal conhecidos por respirar usando bolhas.

"Este é um comportamento fascinante em lagartos", disse o Dr. Earyn McGee, um herpetologista especializado em lagartos e coordenador de engajamento de conservação no Zoológico de Los Angeles. "Este tipo de pesquisa aumentará nossa compreensão de como esses lagartos e possivelmente outros animais desenvolveram suas técnicas de respiração subaquática."

Para dar uma olhada mais de perto no método de respiração de bolhas dos anolis, Swierk coletou animais da espécie Anolis aquaticus na Estação Biológica de Las Cruces, na Costa Rica. O destino deles era uma "arena" próxima — um tanque de plástico transparente contendo água de riacho e pedras.

Em um grupo de anolis, os pesquisadores cobriram os focinhos e cabeças dos répteis (evitando cobrir as narinas) com uma fina camada de emoliente hidratante para evitar que bolhas de ar aderissem às cabeças dos anolis. Os cientistas então submergiram os anolis e os filmaram na arena até que eles emergissem.

No grupo de controle sem hidratante, todos os anolis produziram grandes bolhas que eles repetidamente usavam para respirar, a uma taxa de cerca de seis por minuto. Alguns anolis no grupo tratado com emoliente também produziram bolhas, mas elas eram muito menores e não grudavam na pele dos lagartos, como as bolhas de ar que puderam ser inaladas.

Em ambos os grupos, os anolis realizaram uma ação de bombeamento na garganta chamada bombeamento gular, que muitos tipos de lagartos usam para suplementar seus pulmões com oxigênio.

Para anolis mergulhadores, o bombeamento gular também pode desempenhar um papel na circulação do oxigênio armazenado, afetando o tempo que os anolis podem permanecer debaixo d'água. Mas nos experimentos, anolis hidratados que não conseguiam produzir bolhas cheias de oxigênio emergiram 67 segundos antes do que aqueles que usaram bolhas para respirar.

No entanto, essa tática de mergulho tem uma desvantagem.

"Um dos custos do mergulho é que eles ficam muito frios", disse Swierk. Riachos de montanha geralmente são frios e, como ectotérmicos, os anolis regulam a temperatura corporal por meio de seu ambiente.

"Eles pagam um custo de temperatura quando mergulham", ela disse. Estar muito frio "poderia reduzir sua capacidade de correr rapidamente, defender seus territórios contra invasores, cortejar companheiros ou digerir sua comida".

Outra desvantagem pode ser que, se um lagarto submerso ainda estiver visível, um predador pode simplesmente esperar que ele ressurja, disse McGee.

"Os lagartos só podem ficar submersos por um tempo", ela disse. "Como o lagarto sabe quando é seguro sair — ou eles apenas esgotam todo o ar e então emergem?"

O mecanismo da respiração de bolhas dos anolis é algo que Swierk espera entender por meio de colaborações com vários grupos de pesquisa. Uma parte do quebra-cabeça é se os formatos da cabeça dos anolis ou as estruturas microscópicas em suas escamas afetam o volume de ar que preenche suas bolhas. Outra questão não resolvida é como os anolis mergulhadores armazenam e circulam oxigênio enquanto estão debaixo d'água.

"Até onde sabemos agora, o oxigênio que o lagarto está usando, ele leva para debaixo d'água com ele", disse Swierk. Esse oxigênio pode ser armazenado em seus pulmões, em outras partes do sistema respiratório ou em bolsas de ar aderidas à sua pele, que são então incorporadas à bolha da cabeça.

O oxigênio também poderia se difundir para dentro da bolha a partir da água. "Mas não sabemos disso com certeza", Swierk acrescentou "Ainda estamos trabalhando nisso."

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-p roprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/

(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque -de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/)
"Outra desvantagem pode ser que, se um lagarto submerso ainda estiver visível, um predador pode simplesmente esperar que ele ressurja, disse McGee."

Analise o período acima em relação à concordância dos adjetivos e a suas flexões e identifique a alternativa CORRETA:

I. Se o vocábulo 'lagarto' for flexionado para o plural, os adjetivos também serão alterados para o plural, tornando-se 'submersos' e 'visíveis'.
II. O vocábulo 'ressurja' é um adjetivo no feminino.
III. O vocábulo 'submerso' é um adjetivo uniforme.
IV. Os adjetivos simples, de forma geral, não fazem o plural seguindo as mesmas regras do plural dos substantivos. 

Estão corretas:
Alternativas
Q3228673 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
"Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano."
Quando o núcleo é formado por número porcentual poderá haver mais de uma concordância. Identifique a alternativa que apresenta a concordância INCORRETA em relação à porcentagem.
Alternativas
Q3228670 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
"Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos."
O período acima é formado por:
Alternativas
Q3228135 Português
Itália tem fim de semana trágico para caçadores de cogumelos

Fim de semana trágico para os caçadores de cogumelos na Itália, que registrou duas mortes em Abruzzo e outras duas na Emilia-Romagna apenas nos últimos dias.

As chuvas recentes levaram muitos entusiastas aos bosques de montanha em busca de cogumelos porcini, ingrediente valorizado na gastronomia italiana. Segundo especialistas, somente em Abruzzo, no centro do país, centenas de pessoas aproveitaram o fim de semana para encher os cestos.

Mas os perigos da umidade na vegetação rasteira em trilhas mais escondidas se revelaram fatais em algumas situações.

Na sexta-feira (13), socorristas da Emilia-Romagna encontraram o corpo de um homem de 82 anos que estava desaparecido desde a tarde do dia anterior, quando o idoso saiu para caçar cogumelos em um bosque na província de Bologna.

Na mesma região, porém na província de Piacenza, o mesmo destino coube a uma italiana de 69 anos e que residia em Portugal. Seu corpo foi achado sem vida, com o auxílio de drones, em uma floresta perto de Ottone, na manhã de domingo (15).

Já em Abruzzo, um idoso de 82 anos residente em Corropoli, Giuseppe Di Luca, morreu após cair mais de 20 metros nos Monti della Laga, importante centro produtor de cogumelos na região, também no domingo.

Pouco depois, Aldino Ruggieri, 85, natural de Tortoreto, escorregou em uma falésia na mesma zona enquanto procurava porcini e faleceu. Ambos os acidentes ocorreram na frente de outros caçadores, que chamaram o socorro, mas não puderam fazer nada para salvar as vítimas.

A combinação das chuvas da última semana com o calor do fim de verão na Itália beneficiou a safra de cogumelos e atraiu muitos "caçadores" em busca do ingrediente. No entanto, é comum que essas pessoas não tenham preparo para realizar caminhadas na floresta, especialmente em condições de elevada umidade. .

(https://www.terra.com.br/noticias/mundo/italia-tem-fim-de-semana-tragi co-para-cacadores-de-cogumelos,4742d1d8b1aa44c881fa948ad1bf42c fyl1wt15c.html?utm_source=clipboard)
"Ambos os acidentes ocorreram na frente de outros caçadores, que chamaram o socorro, mas não puderam fazer nada para salvar as vítimas."
Em relação às normas de concordância verbal e nominal, o período acima apresenta a concordância dos verbos corretamente. O mesmo acontece nos trechos abaixo, EXCETO em:
Alternativas
Q3227798 Português


Internet:: <sema.df.gov.br>  (com adaptações).

Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


A forma verbal “Compete” (linha 43) está flexionada na terceira pessoa do singular, porque concorda com o termo “preservação”, que é o núcleo do sujeito da oração expressa pelo referido verbo. 

Alternativas
Q3226825 Português
       Mãe, acho que nunca escrevi uma carta para você. Procurei, sem sucesso, por alguma correspondência nossa na pasta onde guardo documentos passados. Tampouco fui capaz de encontrar mensagens tuas no meu celular. Não há, ao que parece, nenhum registro de comunicação entre nós.

         Tenho, no entanto, um vídeo teu, gravado pelo celular em uma viagem a Miami anos atrás, quando a tecnologia daquele tipo de registro ainda era algo novo. Filmei você andando pelos corredores de uma loja de departamentos, pedindo que eu traduzisse os rótulos dos produtos, completamente absorta na procura por um hidratante que tua amiga havia recomendado, sem saber que aquele permaneceria um dos poucos vestígios mais recentes da tua existência.

        Além disso, na minha caixa de entrada, encontrei uma única mensagem que recebi de você, enviada em setembro de 2011, pouco depois de eu ter deixado tua casa e me mudado para outra cidade, quando passei algumas semanas acometido por aquele tipo de melancolia trazida pelas grandes mudanças. No e-mail, você falava sobre solidão. Dizia que momentos como aquele podiam ser oportunos para nos conhecermos melhor, para descobrirmos o que desejamos, para aprender a lidar com as adversidades. Recomendava que eu fosse chorar no banheiro até que o nó na minha garganta fosse desatado e pedia que eu descansasse e confiasse que o dia seguinte, assim como todos os outros em frente, seria diferente.

      Releio essa mensagem diversas vezes como um mantra, em busca de algum estado contemplativo em que eu possa sentir tua presença. Examino o endereço do remetente, a data e a hora do envio, na esperança de que desse conjunto de dados possa emanar alguma centelha do teu espírito. Apego-me a esses parcos registros, as últimas relíquias que guardo de você.



(Gabriel Abreu. Triste não é ao certo a palavra.
São Paulo: Companhia das Letras, 2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância e de emprego dos pronomes.
Alternativas
Q3225745 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Respostas
1041: C
1042: D
1043: E
1044: C
1045: B
1046: D
1047: D
1048: D
1049: B
1050: B
1051: C
1052: C
1053: A
1054: B
1055: A
1056: B
1057: B
1058: E
1059: A
1060: E