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Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

Foram encontradas 10.802 questões

Q18652 Português
Imagem 022.jpg

A partir da organização das idéias e das estruturas lingüísticas do
texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Na linha 12, o termo "o espelho" permite que o verbo ser, nessa oração, seja flexionado também no singular: Mas é também o espelho.
Alternativas
Q18650 Português
Imagem 022.jpg

A partir da organização das idéias e das estruturas lingüísticas do
texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Na linha 7, a flexão de plural da forma verbal "produzem" é exigida pelo termo "economia e finanças".
Alternativas
Q18644 Português
Imagem 014.jpg

Julgue os seguintes itens, a respeito de redações alternativas para
termos e estruturas lingüísticas do texto acima.
O sentido impessoal do verbo haver permite que a afirmação generalizada "Mas há também outra complexidade que provém" (Imagem 017.jpg.4-5) seja substituída por uma frase nominal no plural: Mas também outras necessidades provém.
Alternativas
Q18638 Português
Imagem 001.jpg

Em relação às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima,
julgue os itens a seguir.
A flexão de plural em "formas" (Imagem 006.jpg.12) indica que, se em lugar do verbo impessoal, em "Não há" (Imagem 007.jpg.11), for empregado o verbo existir, serão preservadas a coerência textual e a correção gramatical com a forma existem.
Alternativas
Q18513 Português
Imagem 001.jpg

Tendo o texto precedente como referência inicial e considerando
o atual cenário educacional brasileiro, julgue os itens que se
seguem.
As formas verbais "têm" (Imagem 003.jpg.2) e "recebem" (Imagem 002.jpg.3) estão no plural para concordar com o antecedente "gestores" (Imagem 004.jpg.1).
Alternativas
Q18328 Português
Imagem 018.jpg

Considerando o texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O emprego de verbos e pronomes como "somos" (Imagem 019.jpg.1), "se busca" (Imagem 021.jpg.9), "eu" (Imagem 022.jpg.10) e "minha" (Imagem 020.jpg.11) mostra que os argumentos se opõem pela ligação de alguns a um sujeito coletivo e, de outros, a um sujeito individual, associando o coletivo a sujeito social e o individual a objeto, coisa.
Alternativas
Q17077 Português
Indique a opção na qual a concordância nominal está adequada.
Alternativas
Q12031 Português
O verbo indicado entre parênteses deverá adotar uma forma do plural para preencher corretamente a frase:
Alternativas
Q12018 Português
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Alternativas
Q11418 Português
A concordância, verbal e nominal, está inteiramente correta na frase:
Alternativas
Q10811 Português
Na passagem "A maioria dos profissionais já viveu uma sensação de impasse na carreira." (l. 1-2), a concordância verbal está de acordo com a norma culta. Assinale a opção cuja concordância verbal está, segundo essa mesma norma, correta.
Alternativas
Q9679 Português
Analise os comentários a seguir, sobre concordância verbal.

I - "sempre houve muitas frustrações, muitos fracassos." (l. 14). O verbo haver está na 3ª pessoa do singular, pois, nesse caso, ele é impessoal.
II - "Vencedores são pessoas que aprenderam a fechar..." (l. 2-3). O verbo aprender está no plural, concordando com o antecedente do pronome relativo.
III - "Então, muitas das decisões que tomamos são para não ser um fracasso," (l. 25-26). O verbo ser concorda em número com o sujeito "muitas das decisões".

Está(ão) correto(s) o(s) comentário(s)
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CESGRANRIO Órgão: Caixa Prova: CESGRANRIO - 2008 - Caixa - Escriturário |
Q9556 Português
          José de Arimatéia subiu a escada de pedra do
     alpendrão, e deu com Seu Tonho Inácio na cadeira de
     balanço, distraído em trançar o lacinho de seis pernas
     com palha de milho desfiada. A gente encontrava aquelas
5   trançazinhas por toda parte (...) - naqueles lugares onde
     o velho gostava de ficar, horas e horas, namorando a
     criação e fiscalizando a camaradagem no serviço. Com a
     chegada do dentista, Tonho Inácio voltou a si da avoação
     em que andava:
10        - Hã, é o senhor? Pois se assente ... Hum ... espera
     que a Dosolina quer lhe falar também. Vamos até lá
     dentro...
           E entrou pelo corredor do sobrado, acompanhado do
     rapaz.
15       Na sala - quase que sempre fechada, naturalmente
     por causa disso aquele sossego e o cheiro murcho de
     coisa velha - a mobília de palhinha, o sofá muito grande,
     a cadeirona de balanço igual à outra do alpendre. Retratos
     nas paredes: os homens, de testa curta e barbados, as
20  mulheres de coque enrolado e alto (...), a gola do vestido
     justa e abotoada no pescoço à feição de colarinho. Povo
     dos Inácios, dos Gusmões: famílias de Seu Tonho e Dona
     Dosolina. Morriam, mas os retratos ficavam para os filhos
     os mostrarem às visitas - contar como aqueles antigos
25  eram, as manias que cada qual devia ter, as proezas
     deles nos tempos das primeiras derrubadas no sertão da
     Mata dos Mineiros.
          De seus pais, José de Arimatéia nem saber o nome
     sabia.
30       Lembrava-se mas era só do Seu Joaquinzão Carapina,
     comprido e muito magro, sempre de ferramenta na mão
     - derrubando árvore, lavrando e serrando, aparelhando
     madeira. (...) E ele, José de Arimatéia, menininho de
     tudo ainda, mas já agarrado no serviço, a catar lascas e
35 serragem para cozinhar a panela de feijão e coar a água
     rala do café de rapadura, adjutorando no que podia.
     
    PALMÉRIO, Mário. Chapadão do Bugre. Rio de Janeiro: Editora Livraria
José Olímpio, 1966. (Adaptado)
Qual frase está correta, quanto à concordância, de acordo com a norma culta da língua?
Alternativas
Q5894 Português
TEXTO I
MANDE SEU FUNCIONÁRIO PARA O MAR
     Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
     faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
     fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
     seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5   você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
     surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
     e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
     cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
     e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10 sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
     a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
     considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
     em uma reportagem de capa.
     Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15  preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
     motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
     exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
     cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
     Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20  passagens por outras empresas, implorou para ser
     aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
     posto). Robinson justificou: "Queria trabalhar numa
     companhia conduzida por valores". Que valores são
     esses? "Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25  alma", diz Chouinard.
     Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
     anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
     para escalar paredões de granito. Foi quando começou
     a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30 uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
     a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
     mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
     A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
     chega, mas como você chega - foi adotada nos
35  negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
     conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
     pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
     por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
     plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40  Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
     desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
     que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
     Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
     tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45  palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
     Nem de pé.

Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
Segundo a norma culta, há ERRO de concordância na opção
Alternativas
Q2957571 Português
not valid statement found
Há plena observância das normas de concordância verbal na frase:
Alternativas
Q2952196 Português

Assinale a alínea em que não há violação à concordância verbal.

Alternativas
Q2939388 Português

    Gilberto Freyre sugeriu certa vez que diferentes tipos de construção revelam algo importante sobre a cultura dentro da qual surgiram. “O século XIX criou o grande hotel assim como o século VI criou a catedral gótica”, disse ele.
    Qual seria o equivalente à catedral ou ao hotel em nossos tempos? O shopping center, com certeza. Ele é ao mesmo tempo uma resposta aos problemas urbanos, uma forma arquitetônica que molda nosso cotidiano e um símbolo da sociedade de consumo. No Brasil, o shopping parece ter sido uma inovação dos anos 1960 e, desde então, eles se multiplicaram. Converteram-se em centros de sociabilidade, tomando o lugar das ruas e das praças como lugares para passear, encontrar amigos, tomar um café e ir a restaurantes e cinemas. Poderíamos dizer que o shopping center se converteu num modo de vida, entre outras razões, porque garante um ambiente seguro.
    Os centros começaram como uma combinação de lojas, estacionamentos de veículos e áreas de pedestres, mas pouco depois ganharam o acréscimo de cafés, restaurantes, cinemas e agências bancárias, criando virtuais pequenas cidades, protegidas tanto das intempéries do clima quanto (graças aos agentes de segurança) da violência. Esses empreendimentos faziam e ainda fazem muito sentido econômico. Construídos em áreas de aluguel baixo, nas periferias das cidades ou até mesmo fora delas, dotados de amplo espaço de estacionamento, tinham como público as famílias que eram atraídas pelos cinemas ou restaurantes, mas ficavam ali para fazer compras (ou eram atraídas pelas lojas, mas ficavam ali mais tempo para comer ou ir ao cinema). Uma espécie de substitutos, em ambiente fechado, da vida das ruas, que se encontrava mais e mais ameaçada pela expansão das cidades, pelo uso crescente do automóvel e pelo conseqüente declínio das calçadas.
    Olhando em retrospectiva, os historiadores vão enxergar os shoppings como símbolos da sociedade de consumo, nos quais fazer compras − ou pelo menos olhar as vitrines sem comprar nada − se converteu numa forma importante de lazer. Eles oferecem um bom exemplo de como a arquitetura exprime os valores de uma época, como sugeriu Gilberto Freyre, mas também molda a vida social, incentivando o surgimento de novas rotinas cotidianas e novas formas de sociabilidade.

 (Adaptado de Peter Burke. Folha de S. Paulo, Mais!, 11 de março de 2007, p. 3)

A concordância verbo-nominal está inteiramente respeitada na frase:

Alternativas
Q2922867 Português

Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do período abaixo.


__________ dentre vós podeis sinceramente __________ os desatinos que pratica __________ circunstância, em que perde a razão de viver.

Alternativas
Q2922866 Português

Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do período, na seqüência.


O administrador da empresa estava _____ hesitante quanto _____ enviar _____ faturas _____ _____ notas fiscais e se meia folha seria suficiente para enumerar os dados.

Alternativas
Q2907560 Português

(Globo Rural / Setembro 2007 pág. 12)

NÃO há erro de concordância de acordo com a norma culta:

Alternativas
Respostas
10321: E
10322: E
10323: E
10324: E
10325: E
10326: E
10327: E
10328: D
10329: E
10330: D
10331: D
10332: E
10333: B
10334: D
10335: E
10336: E
10337: A
10338: A
10339: E
10340: B