Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2013 - PC-SP - Agente de Polícia |
Q317963 Português
Leia a tirinha para responder às questões de números 23 e 24.

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Considerando as regras de concordância nominal e verbal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2013 - PC-SP - Agente de Polícia |
Q317960 Português
Considere o trecho a seguir. É comum que objetos __________ esquecidos em locais públicos.
Mas muitos transtornos poderiam ser evitados se as pessoas __________ a atenção voltada para seus pertences, conservando-os junto ao corpo.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2013 - PC-SP - Agente de Polícia |
Q317948 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal.

Alternativas
Q317587 Português

O maior, o melhor


      Há algum tempo um jornal de grande circulação promoveu uma enquete para saber qual é o maior escritor brasileiro, se Machado de Assis ou se Guimarães Rosa. Parece que antes de mais nada já não haveria qualquer dúvida sobre os dois maiores, cabendo apenas hierarquizá-los. Essa mania de o maior, o melhor está cada vez mais incorporada ao competitivo mundo moderno. Trata-se de eleger logo um absoluto,um superlativo, numa espécie de torneio promovido a propósito de tudo: o melhor cantor, o melhor atacante, o maior empresário, o maior bandido...
      Muito sabiamente, o poeta Manuel Bandeira resolveu logo a parada, declarando-se já de saída um “poeta menor”, e ainda pediu desculpas por isso. Convivendo com a tuberculose desde adolescente, nosso poeta conviveu também com a alta probabilidade de uma morte precoce − e a morte, como se sabe, costuma relativizar tudo. Ela não respeita nem os maiores, nem os melhores. Qualquer hierarquia perde o sentido diante dela. E justamente por se saber “menor”, isto é, mortal, humano,falível, limitado, o poeta Manuel Bandeira acabou fazendo de suas pequenas experiências uma grande e comovente poesia.
      Ele poderia ser exemplo para todos os que corremos atrás do primeiro lugar, do prêmio máximo, do recorde mundial. Essa tolice de achar que a felicidade está no topo do Everest e em nenhum outro lugar alimenta a máquina de ansiosos em que a nossa sociedade se converteu. Quem fica de olho no máximo perde toda a graça do mínimo, que é onde, afinal, se aloja a felicidade possível. Os pequenos momentos, os detalhes da afetividade, as palavras simples e necessárias, os gestos minúsculos mas imprescindíveis jamais ganharão um prêmio Nobel. E no entanto está nessa aparente pequenez, não tenho dúvida, o que pode dar sentido à nossa vida.


(Agostinho Rubinato, inédito)



O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do PLURAL para preencher adequadamente a lacuna da frase:

Alternativas
Q317581 Português
Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto seguinte.  


Vista cansada


      Acho que foi Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía − e daquele tiro brutal que acabou dando em si mesmo.
      Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.
      Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou trinta e dois anos a fio pelo mesmo hall do prédio de seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Não fazia a mínima ideia. Em trinta e dois anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer.
      O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz dever pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


(Otto Lara Resende, Bom dia para nascer)



Estão plenamente respeitadas as normas de concordância verbal na frase:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Agente Administrativo |
Q316819 Português
Em uma das frases, o verbo deve ir para o plural. Assinale-a:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Agente Administrativo |
Q316818 Português
“Tabagismo e alcoolismo devem ser evitados para prevenir o câncer.”
A concordância do adjetivo destacado está corretamente empregada, assim como na alternativa:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316561 Português
Assinale a alternativa em que NÃO há correção gramatical quanto ao emprego dos verbos:

Alternativas
Q316030 Português
A repercussão sobre o tratamento ofensivo dispensado a um menino negro de 7 anos que acompanhava os pais adotivos em uma concessionária de carros importados no Rio de Janeiro, há algumas semanas, jogou luz sobre uma discussão que permeia a história do Brasil: afinal, somos um país racista? 

Apesar de não haver preconceito assumido, o relato dos negros brasileiros que denunciam olhares tortos, desconfiança, apelidos maldosos e tratamento “diferenciado” em lojas, consultórios, bancos ou supermercados não deixa dúvidas de que são discriminados em função do tom da pele. Estatísticas como as divulgadas pelo Mapa da Violência 2012, que detectou 75% de negros entre os jovens vitimados por homicídios no Brasil em 2010, totalizando 34.983 mortes, chamam a atenção em um país que aparentemente não enfrenta conflitos raciais. 

A disparidade entre o nível de escolaridade é outro indicador importante. De acordo com o Censo 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os brasileiros com nível superior completo há 9,8 milhões de brancos e 3,3 milhões de pardos e pretos. Já entre a população sem instrução ou que não terminou o Ensino Fundamental os números se invertem: são 40 milhões de pretos e pardos e 26,3 milhões de brancos. 

“O racismo no Brasil é subjetivo, mas as consequências dele são bem objetivas”, afirma o sociólogo Renato Munhoz, educador da Colmeia, uma organização que busca despertar o protagonismo em entidades sociais, incluindo instituições ligadas à promoção da igualdade racial. 

Ele enfatiza que os negros, vitimizados pela discriminação em função da cor da pele, são minoria nas universidades, na política, em cargos de gerência e outras esferas relacionadas ao poder. “Quando chegam a essas posições, causam ‘euforia”’, analisa, referindo-se, na história contemporânea, ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa e ao presidente dos EUA, Barack Obama.

 Munhoz acrescenta que o racismo tem raiz histórica. “Remete ao sequestro de um povo de sua terra para trabalhar no Brasil. Quando foram supostamente libertados, acabaram nas periferias e favelas das cidades, impedidos de frequentar outros locais”, afirma.

Esse contexto, para ele, tem sido perpetuado através dos tempos, apesar da existência da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define como crime passível de reclusão os preconceitos de raça ou de cor. “A não aceitação de negros em alguns espaços é evidente”, reforça. A subjetividade do racismo também se expressa no baixo volume de denúncias nas delegacias. No Paraná, de acordo com dados do Boletim de Ocorrência Unificado da Polícia Civil, de 2007 a 2012 foram registrados 520 crimes de preconceito, o que resulta em uma média de apenas 86 registros por ano. 

Por todas essas evidências, Munhoz defende a transformação da questão racial em políticas públicas, a exemplo das cotas para negros nas universidades. “Quando se reconhece a necessidade de políticas públicas, se reconhece também que há racismo”, diz. Ele acrescenta, ainda, que os desafios dessas políticas passam pela melhoria no atendimento em saúde à população negra e no combate à intolerância religiosa. “Não reconhecer as religiões de matriz africana é outro indicador de racismo”. 


(Adaptado de: AVANSINI, C. Preconceito velado, mas devastador. Folha de Londrina. 3 fev. 2013, p.9.)

Quanto à concordância, a forma verbal
Alternativas
Q315512 Português
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Julgue os itens subsecutivos, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.

O texto permaneceria gramaticalmente correto se a forma verbal “teve” (L.10) fosse flexionada no plural — tiveram —, caso em que estaria concordando com os segmentos “da escrita” (L.9) e “das técnicas de impressão” (L.10).

Alternativas
Q315367 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase apresentada, de acordo com a norma-padrão da língua.

Os números das pesquisas de mulheres que escolheram carreiras nas áreas de exatas, não se __________ os mesmos no decorrer da história. Cada época __________ características próprias. Espera-se que __________ muitos modelos a serem seguidos.

Sabe-se que, ao mesmo tempo que _________ mudanças no processo de formação, deu-se, também, transformação no mercado de trabalho.

__________ aos órgãos do poder público assegurar educação para todos.

Alternativas
Q315366 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal/nominal obedece à norma-padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q315263 Português
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A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item seguinte.
A forma verbal “Instaura” (L.10) poderia ser corretamente flexionada no plural — Instauram —, caso em que passaria a concordar com ambos os núcleos do sujeito composto “uma política de segurança de emergência e um direito penal do inimigo” (L.10-11).
Alternativas
Q314793 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal e o emprego do acento indicativo de crase, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q314598 Português
A frase está totalmente correta quanto à concordância em:
Alternativas
Q313384 Português
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Julgue os itens de 1 a 9, relativos à tipologia e às ideias do texto acima, bem como às estruturas nele empregadas.

A locução verbal “foi criado” (L.23), empregada no singular para concordar com o núcleo do sujeito mais próximo a ela — “o Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente” (L.23-24) —, poderia ser corretamente substituída por foram criados, caso em que passaria a concordar com ambos os núcleos do sujeito composto da oração.

Alternativas
Q313074 Português

Leia a tirinha para responder a questão.

https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/30184/erro_1.png

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas nas falas do primeiro e do quarto quadrinhos da tirinha, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q313072 Português
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a concordância verbal e/ou nominal está corretamente empregada.
Alternativas
Q313035 Português
Assinale a alternativa em que a concordância se dá em conformidade com a norma- ­padrão.
Alternativas
Q313023 Português
Assinale a alternativa em que o trecho do primeiro parágrafo – ... tem mais gente morrendo que nascendo. – está reescrito em conformidade com a concordância da norma ­padrão.
Alternativas
Respostas
9041: A
9042: C
9043: D
9044: D
9045: C
9046: C
9047: A
9048: B
9049: C
9050: E
9051: A
9052: E
9053: C
9054: C
9055: C
9056: E
9057: A
9058: D
9059: D
9060: C