Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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Completa a frase abaixo com uma das alternativas CORRETAS:
I- A menina ........disse que a amiga estava........chateada.
Acerca da concordância nominal, analise as afirmativas abaixo:
I. À tarde, há menos trânsito na região central de Mauá.
II. A cidade se desenvolve a olhos vistos.
III. A enfermeira vacinou o maior número de crianças
possível.
Assinale a alternativa que completa as lacunas abaixo:
I. Ninguém ___________________ inconveniente.
II. ___________________ muito, hoje em dia, sobre distribuição de renda.
III. Não ___________________ condições para se realizar pedido.
IV. Brevemente __________________ as instruções necessárias.
Analise o que segue:
1. Fazem 10 minutos que os convidados chegaram.
2. Soaram 12 horas no relógio da instituição.
3. Devem existir muitos motoristas cuidadosos.
4. Podem haver muitos motoristas dirigindo em estado de embriaguez.
No que respeita à concordância verbal da norma padrão da língua, assinale a alternativa que contém o(s) íten(s) CORRETO(S).
Em relação ao fragmento a seguir, analise as afirmações que o seguem:
“Obviamente que não podem ser toleradas atitudes de barbárie, mas também não podemos aceitar que o nosso país seja vítima de desastres sem precedentes e não consigamos, minimamente, manifestar nossa indignação.” (l. 19 a 21).
I. Caso a palavra atitude fosse passada para o singular, apenas dois vocábulos sofreriam alteração na oração para fins de concordância.
II. A retirada dos pronomes possessivos nosso (3ª linha) e nossa (5ª linha) não implicaria qualquer alteração semântica ao período.
III. Os vocábulos Obviamente e minimamente são termos acessórios que não agregam nenhuma informação relevante ao fragmento.
Quais estão corretas?
A melhor e a pior comida do mundo
Há mais de dois mil anos, um rico mercador grego tinha um escravo chamado Esopo. Um escravo corcunda, feio, mas de sabedoria única no mundo. Certa vez, para provar as qualidades de seu escravo, o mercador ordenou:
- Toma, Esopo. Aqui está esta sacola de moedas. Corre ao mercado. Compra lá o que houver de melhor para um banquete. A melhor comida do mundo! Pouco tempo depois, Esopo voltou do mercado e colocou sobre a mesa um prato coberto por fino pano de linho. O mercador levantou o paninho e ficou surpreso:
- Ah, língua? Nada como a boa língua que os pastores gregos sabem tão bem preparar. Mas por que escolheste exatamente a língua como a melhor comida do mundo?
O escravo, de olhos baixos, explicou sua escolha.
- O que há de melhor do que a língua, senhor? A língua é que une a todos, quando falamos. Sem a língua não poderíamos nos entender. A língua é a chave das ciências, o órgão da verdade e da razão. Graças à língua é que se constroem as cidades, graças à língua podemos dizer o nosso amor. A língua é o órgão do carinho, da ternura, do amor, da compreensão. É a língua que torna eternos os versos dos grandes poetas, as ideias dos grandes escritores. Com a língua se ensina, se persuade, se instrui, se reza, se explica, se canta, se descreve, se elogia, se demonstra, se afirma. Com a língua dizemos “mãe”, “querida” e “Deus”. Com a língua, dizemos “sim”. Com a língua dizemos “eu te amo”! O que pode haver de melhor do que a língua, senhor?
O mercador levantou-se entusiasmado:
- Muito bem, Esopo! Realmente tu me trouxeste o que há de melhor. Toma agora esta outra sacola de moedas. Vai de novo ao mercado e traze o que houver de pior, pois quero ver a tua sabedoria.
Mais uma vez, depois de algum tempo, o escravo Esopo voltou do mercado trazendo um prato coberto por um pano. O mercador recebeu-o com um sorriso: - Hum... já sei o que há de melhor. Vejamos agora o que há de pior... O mercador descobriu o prato e ficou indignado:
- O quê?! Língua? Língua outra vez? Língua? Não disseste que a língua era o que havia de melhor? Queres ser açoitado? Esopo encarou o mercador e respondeu:
- A língua, senhor, é o que há de pior no mundo. É a fonte de todas as intrigas, o início de todos os processos, a mãe de todas as discussões. É a língua que separa a humanidade, que divide os povos. É a língua que usam os maus políticos quando querem enganar com suas falsas promessas. É a língua que usam os vigaristas quando querem trapacear. A língua é o órgão da mentira, da discórdia, dos desentendimentos, das guerras, da exploração. É a língua que mente, que esconde, que engana, que explora, que blasfema, que vende, que seduz, que corrompe. Com a língua, dizemos “morre” e “demônio”. Com a língua dizemos “não”. Com a língua dizemos “eu te odeio”! Aí está, senhor, porque a língua é a pior e a melhor de todas as coisas!
(ESOPO, 620-560 a. C.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas das frases seguintes:
I – Encaminhamos _________________ cópia do novo memorando.
II – Os advogados ficaram __________________ satisfeitos com a sentença.
III – Devemos permanecer sempre ___________________________.
IV – Água é ________________ para a saúde.
V – Nos últimos dias, enfrentamos calor e poluição ______________.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho.
___________ 103 toneladas de lixo reciclável diariamente. _______________ 16
centrais de triagem na capital...
Para formar a frase correta e coerente, as lacunas devem ser preenchidas por:
Assinale abaixo a única alternativa que NÃO
está de acordo com a norma gramatical culta quanto
à concordância nominal.
Em conformidade com MEDEIROS e HERNANDES, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
A concordância com os pronomes de tratamento se faz com o verbo na __________ pessoa, isto é, embora designem a pessoa a quem se fala (a segunda), esses pronomes exigem verbo na __________ pessoa.


