Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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— A tecnologia não vai substituir o médico e, sim, empoderá-lo. Assim como o paciente, que passa a ser médico dele mesmo.
A tecnologia vai resolver as limitações da
medicina, que hoje cresce de maneira linear. (ℓ.33-38)
Futuro: pacientes serão 'médicos deles mesmos', aponta neurologista
Entenda como a medicina está evoluindo em tecnologia e tratamentos
Com avanços das tecnologias voltadas à medicina,
expectativa de vida pode chegar a mais de 150 anos
Fonte: Jornal Zero Hora, Informe Comercial,
edição de 07/04/18, p.7. (Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.


Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado)
Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.
Para responder à questão, considere a frase em destaque.
E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. (ℓ. 52- 55)
Se o segmento o embate fosse reescrito como as polêmicas, haveria necessidade de
I → colocar o verbo surgir no plural.
II → colocar o substantivo ideia no plural.
III → substituir o pronome que por as quais
Está(ão) correta(s)
Infolatria tecnofágica: a era do smartphone
A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva: a forma como vivemos, nos comportamos, nos sentimos, nos compreendemos e a própria realidade ao nosso redor.
Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora, mas, ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania; e que muito menos a tecnologia, por si, seja sinal seguro de mais esclarecimento, humanidade, erudição e desenvolvimento cultural. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.
Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. O que é – diga-se – uma balela. Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está. Mesmo porque vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas e assim molda a realidade factual, consuma o presente e vai plasmando também o próprio futuro.
Ipso facto, podemos afirmar que a cibercultura e o ciberespaço seguem as mesmas leis, operam no mesmo meio societal, sob o mesmo regime econômico, e, por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas. E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas. Em pouquíssimas palavras, a pessoa paga uma verdadeira fortuna para comprar o aparelho, e ainda adquire um custo fixo considerável para o fornecimento de um serviço – frise-se – que é executado, em sua maioria, por máquinas e sequências algorítmicas. Sim, pois mais uma linha telefônica conectada à rede de qualquer operadora significa, na prática, apenas um comando de computador.
QUARESMA, Alexandre.
<http://sociologiacienciaevida.com.br/infolatria-tecnofagica-era-do-smartphone/> Acesso em 27/março/2018. [Adaptado]

Considere a charge e responda à questão.
(Jean Galvão. Folha de S. Paulo, 22.04.2018.)
Segundo pesquisa brasileira a respeito dos meios de comunicação, a maioria da população ________ consumindo o jornal da maneira tradicional: 79% dos leitores o ________ no formato impresso, e apenas 10% ________ para o formato digital. Entre os cadernos mais lidos pelos entrevistados ________ o de cidades, ________ dos cadernos de esportes e de notícias policiais.
(http://www.brasil.gov.br/governo/. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:
O nosso dia a dia, _______ em um país com tanta fartura, é marcado pela luta pela sobrevivência, _______ muitos os brasileiros sem acesso às riquezas produzidas no país.
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas dessa frase devem ser preenchidas, respectivamente, por:
I. Na frase “Ali na sala, havia outros EX-ALUNOS do St. Joseph.”, o termo destacado, pela nova ortografia, deveria ter sido escrito sem hífen: “EXALUNOS". II. Atentando para o uso do sinal indicativo de crase, o A destacado, no segmento “gritou meu nome acentuando Aprimeira sílaba em vez da segunda, como na palavra francesa”, deveria ser acentuado se estivesse no plural. III. Na frase “dividi em dois com a linha de diâmetro, PARA evocar a lição mais elementar da geometria.”, a palavra destacada poderia ser substituída por A FIM DE, fazendo-se as modificações necessárias.
Está correto apenas o que se afirma em:
( ) O verbo ‘dever’ substituiria adequadamente ‘poder’, inalterando-se o sentido do fragmento. ( ) O vocábulo ‘modais’ é cognato de ‘parâmetros’. ( ) Ao se pluralizar o vocábulo ‘transporte’, apenas a forma verbal ‘pode’ deve sofrer alteração a fim de manter a correção da frase. ( ) A supressão de ‘também’ implica alteração de sentido. ( ) ‘dutoviário’ é formado pelo processo de derivação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Caso o verbo haver fosse substituído pelo existir, implicaria necessidade de flexioná-lo na 3ª pessoa do plural, a fim de estabelecer a correta concordância. II. Considerando o padrão culto da Língua Portuguesa, para que o período fosse considerado gramaticalmente correto, o verbo ‘Há’ deveria ser colocado imediatamente após ‘limites máximos’. III. O verbo ‘haver’, no contexto mencionado, flexionado no futuro do presente do indicativo, assumiria a forma ‘haverão’.
Quais estão corretas?
Como usei a rolha de sabugo, a garrafa ____ um sabor de infância. Se eu não usasse o sabugo, ela não _____ o sabor de infância. Vou adorar, se ela ______ o sabor da infância.
A opção que completa, corretamente, as três lacunas é:



