Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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Seguindo a programação de aniversário do município, foram __________, nesta quarta-feira, dia 4 de setembro, duas mudas de ipês amarelo e roxo no entorno do Museu da Família Colonial, no Horto Botânico Edith Gaertner. Também pela manhã foi ____________ a Exposição Hermann Blumenau - Fragmentos de sua História. Essas e outras ações fazem parte das celebrações dos 200 anos de nascimento de Hermann Bruno Otto Blumenau e dos 169 anos da cidade.[...]
Disponível em: <https://www.blumenau.sc.gov.br/secretarias/fundacao-cultural/fcblu/museu-da-famailia-colonial-abre-exposiacaao-e-ganhanovos-ipaas80>. Acesso em: 04 set. 2019. [adaptado]
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do texto, em relação à concordância:

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.
Texto 01



Assinale a alternativa CORRETA.
Junho é o segundo melhor mês no ano
Junho foi o segundo melhor mês do ano para o mercado financeiro. No período, o Ibovespa bateu o recorde histórico duas vezes e acumulou alta de 4% e o dólar depreciou 2%. O mês só não supera o desempenho de janeiro, marcado pela euforia dos investidores com o início do governo Bolsonaro, em que......... Bolsa subiu 10,82% e o dólar caiu 5,6%. No semestre, o Ibovespa acumula alta de 14,5%, melhor desempenho desde 2016......... moeda americana tem queda de 0,6% no período.
Depois de um início de maio turbulento, marcado pela guerra comercial entre China e Estados Unidos e incertezas quanto ......... provação da reforma da Previdência, junho surfou no otimismo que marcou....... duas últimas semanas. Investidores passaram a condicionar o andamento da reforma da Previdência ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Segundo ele, o governo detém apoio da maioria dos deputados para aprovação do projeto em plenário antes do recesso parlamentar, que inicia em 18 de julho.
Júlia, M. Folhapress. in nscDC, ano 34; no 11.920.
Escolha a palavra (entre parênteses) que completa corretamente as frases abaixo segundo a norma-padrão.
( Deu / Deram ) sete horas, todos foram para casa. ( Existe / Existem ) situações mal explicadas neste relato. Se não ( houvesse / houvessem ) imperfeições, o homem não tentaria se superar.Assinale a alternativa que indica as palavras que completam corretamente as frases.
Uma garotinha sobe em uma árvore. De galho em galho, ela se diverte, até que pede ajuda, não consegue descer. “Se subiu, desce”, diz o homem. Ela tenta, tenta e por fim consegue. Em poucos segundos, está no alto novamente: aprendeu a descer. Em torno dela, dezenas de crianças brincam com pedaços de madeira velha e canos, escalam grades, andam de patinete e dão cambalhotas – os adultos não reprimem. Essa grande bagunça é o recreio das crianças da Swanson Primary School, em Auckland, Nova Zelândia, e o homem é Bruce McLachlan, diretor que implementou na escola a política de zero regras.
“Nós queremos que as crianças estejam seguras e queremos cuidar delas, mas acabamos embrulhando-as em algodão enquanto elas deveriam poder cair“, diz Mclachlan ao criticar a forma com que tratamos as crianças.
A iniciativa do intervalo sem regras partiu de um experimento feito por duas universidades locais. A ideia é que ao dar às crianças a responsabilidade de cuidar de si mesmas, dá-se também a oportunidade de aprenderem com seus próprios erros. “Quando você olha para o nosso parquinho, parece um caos. De uma perspectiva adulta, parece que as crianças vão se machucar, mas elas não se machucam”, afirma.
Ao manter as crianças livres para se divertir, foram registrados menos acidentes, casos de bullying e vandalismo, enquanto que a concentração das crianças nas aulas e a vontade de ir à escola aumentaram.
O experimento deu tão certo que se tornou uma política permanente da escola.
(Bruna Rasmussen. https://www.hypeness.com.br/2015/01/conheca-aescola-sem-regras-e-seu-impacto-na-vida-dos-estudantes/ Adaptado)
A cada governo que entra, o assunto educação deixa os holofotes provisórios da campanha eleitoral, onde costuma desfilar na linha de frente das promessas dos candidatos, e volta à triste prateleira dos problemas que se arrastam sem solução. Desta vez foi diferente: encerrada a votação, a educação prosseguiu na pauta de discussões acirradas. Infelizmente, o saldo da agitação não gira em torno de nenhuma providência capaz de pôr o ensino do Brasil nos trilhos da excelência – a real prioridade.
A questão da hora é o projeto que pretende legislar sobre o que o professor pode ou, principalmente, não pode falar em sala de aula. Com o propósito de impedir a doutrinação, por professores, em classe, o projeto ameaça alimentar o oposto do que propõe: censura, patrulhamento, atitudes retrógradas e pensamento estreito. Segundo o especialista em educação Claudio de Moura Castro, não há como definir o que é variedade de pensamento e o que é proselitismo.
Fruto do ambiente polarizado da sociedade brasileira, a discussão entrou pela porta da frente das escolas. Nesse clima de paixões exaltadas, no entanto, é preciso um esforço adicional para separar o joio do trigo. A doutrinação em sala de aula é condenável sob todos os aspectos – seja de esquerda ou de direita, religiosa ou ateia, ou de qualquer outra natureza. A escola é um lugar para o debate livre das ideias, e não para o proselitismo.
Todo conhecimento é socialmente construído e, portanto, a aventura humana, por definição, nunca é neutra ou isenta de valores. A saída é discutir e chegar a um consenso sobre o que precisa ser apresentado ao aluno, e não vigiar e punir.
Doutrinar é expor ideias e opiniões com o propósito de convencer o outro. A todo bom professor cabe estimular o confronto de ideias e o livre pensar, inclusive expressando seu ponto de vista, mas não catequizar – uma linha fina que exige discernimento constante.
O mundo é diverso em múltiplos aspectos, e a escola é o lugar adequado para que essa diversidade seja discutida livremente. A melhor escola ainda é a que faz pensar – sem proselitismo.
(Fernando Molica, Luisa Bustamante e Maria Clara Vieira, Meia-volta, volver. Veja, 14.11.2018. Adaptado)
A cada governo que entra, o assunto educação deixa os holofotes provisórios da campanha eleitoral, onde costuma desfilar na linha de frente das promessas dos candidatos, e volta à triste prateleira dos problemas que se arrastam sem solução. Desta vez foi diferente: encerrada a votação, a educação prosseguiu na pauta de discussões acirradas. Infelizmente, o saldo da agitação não gira em torno de nenhuma providência capaz de pôr o ensino do Brasil nos trilhos da excelência – a real prioridade.
A questão da hora é o projeto que pretende legislar sobre o que o professor pode ou, principalmente, não pode falar em sala de aula. Com o propósito de impedir a doutrinação, por professores, em classe, o projeto ameaça alimentar o oposto do que propõe: censura, patrulhamento, atitudes retrógradas e pensamento estreito. Segundo o especialista em educação Claudio de Moura Castro, não há como definir o que é variedade de pensamento e o que é proselitismo.
Fruto do ambiente polarizado da sociedade brasileira, a discussão entrou pela porta da frente das escolas. Nesse clima de paixões exaltadas, no entanto, é preciso um esforço adicional para separar o joio do trigo. A doutrinação em sala de aula é condenável sob todos os aspectos – seja de esquerda ou de direita, religiosa ou ateia, ou de qualquer outra natureza. A escola é um lugar para o debate livre das ideias, e não para o proselitismo.
Todo conhecimento é socialmente construído e, portanto, a aventura humana, por definição, nunca é neutra ou isenta de valores. A saída é discutir e chegar a um consenso sobre o que precisa ser apresentado ao aluno, e não vigiar e punir.
Doutrinar é expor ideias e opiniões com o propósito de convencer o outro. A todo bom professor cabe estimular o confronto de ideias e o livre pensar, inclusive expressando seu ponto de vista, mas não catequizar – uma linha fina que exige discernimento constante.
O mundo é diverso em múltiplos aspectos, e a escola é o lugar adequado para que essa diversidade seja discutida livremente. A melhor escola ainda é a que faz pensar – sem proselitismo.
(Fernando Molica, Luisa Bustamante e Maria Clara Vieira, Meia-volta, volver. Veja, 14.11.2018. Adaptado)
Apesar de cortes, obras avançam no acelerador de partículas Sirius
O acelerador de partículas Sirius completou a primeira volta de elétrons recentemente e, mesmo com os seguidos cortes na área científica do país, a previsão para a conclusão das obras é para o fim de 2020. Quando as obras acabarem, o acelerador de partículas Sirius será o equipamento mais avançado do mundo na geração de luz síncrotron. Ao todo, são 68 mil m² de área construída. A luz síncrotron gerada pelo Sirius será capaz de analisar a estrutura de qualquer material na escala dos átomos e das moléculas, que poderá contribuir no desenvolvimento de fármacos e baterias, por exemplo. Quando estiver em funcionamento, também permitirá reconstituir o movimento de fenômenos químicos e biológicos ultrarrápidos que ocorrem na escala dos átomos e das moléculas, importantes para o desenvolvimento de fármacos e materiais tecnológicos, como baterias mais duradouras.
Em novembro de 2018, foi inaugurada a primeira etapa do projeto. A solenidade contou com a presença do então presidente da República, Michel Temer, em Campinas, interior de São Paulo, onde o equipamento foi construído. Hoje, entre os três aceleradores do Sirius, os dois primeiros já estão montados. Ainda assim, falta a parte de instalação de potência dos aceleradores, que deve acontecer em maio de 2019. Na mira da comunidade científica internacional, – que no futuro também poderá utilizar o espaço –, a construção do acelerador de partículas ainda enfrenta alguns percalços.
“A construção do Sirius ainda esbarra nos subsequentes cortes de investimentos do governo federal”, conta o diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), José Roque da Silva. Em decreto publicado em março de 2019, o governo federal decidiu congelar uma parcela das verbas do orçamento em praticamente todas as áreas. O Ministério de Ciência e Tecnologia, por exemplo, sofreu congelamento de 41,97% do orçamento. A medida, pensada para tentar cumprir a meta de deficit primário do país, pode afetar em cheio outros orçamentos, como o do Sirius. “Nesse momento dá para dizer que o Ministério está mantendo o cronograma atual”, diz. “Eu diria que é cedo para dar alguma informação mais definitiva, mas a situação da ciência e tecnologia no país é, como um todo, preocupante”, explica Roque.
No futuro, a expectativa do CNPEM é de conseguir ampliar as fontes de recursos do Sirius –principalmente após o fim das obras. Segundo Roque, outros ministérios, como o de Minas e Energia, Saúde e Agricultura também estão interessados em utilizar o acelerador. Além dos agentes do governo, como explica o diretor do CNPEM, os setores privados também têm demonstrado interesse em investir no Sirius. A construção do novo acelerador de partículas deve custar um valor estimado de R$ 1,8 bilhão.
Além do Sirius, existe um antigo acelerador de fonte de luz síncrotron, o UVX, lançado em 1997. Atualmente considerado ultrapassado, o UVX já participou de importantes descobertas para a pesquisa brasileira como, por exemplo, entender o funcionamento de uma proteína essencial para a reprodução do zika vírus. O diretor científico do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), Harry Westfahl Junior, espera que nos próximos dois anos o número das linhas de luz do UVX – que hoje é de 13 linhas com diversas técnicas de análise microscópica – salte para 18. Atualmente, duas vezes por ano é aberto chamado para projetos acadêmicos coordenados pelo LNLS. “Cientistas de qualquer centro de pesquisa no mundo, empresarial ou acadêmico, podem submeter seus trabalhos”, conta. Como o atual acelerador UVX será substituído pelo Sirius, as novas linhas de luz serão gradualmente montadas ali.
Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/04/apesar-de-cortes-obras-avancam-no-aceleradorde-particulas-sirius.html>
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), com base no texto.
( ) O texto é complexo do ponto de vista morfológico, pois apresenta inúmeras palavras formadas, atualmente, por prefixação, como é o caso das seguintes: “reconstituir” (1° parágrafo), “importante” (1° parágrafo), “congelar” (3° parágrafo), “preocupante” (3° parágrafo), “expectativa” (4° parágrafo) e “ultrapassado” (5° parágrafo).
( ) Os dois últimos parágrafos do texto apresentam vários adjetivos, dentre os quais se destacam os seguintes (sublinhados): “setores privados”, “demonstrado interesse”, “novo acelerador”, “importantes descobertas”, “diretor científico”.
( ) O plural das expressões sublinhadas em “a estrutura de qualquer material” (1° parágrafo) e “a meta de deficit primário” (3° parágrafo) é, respectivamente, “quaisquer materiais” e “deficit primários”.
( ) Em “a construção do acelerador de partículas ainda enfrenta alguns percalços” (2° parágrafo), se a expressão sublinhada fosse substituída por “dos aceleradores de partículas”, a forma verbal deveria ser “enfrentam” de modo a manter a concordância verbal padrão.
( ) Em “existe um antigo acelerador de fonte de luz sincrotron, o UVX” e “o UVX já participou de importantes descobertas” (5° parágrafo), o termo sublinhado funciona, respectivamente, como aposto do sujeito do verbo “existir” e como sujeito do verbo “participar”.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Texto para a questão.

Leia o texto, para responder a questão.
Eles venceram
Em A vingança dos nerds, comédia de 1984, um grupo de jovens feiosos e um tanto estranhos, vítimas da agressividade e do bullying de colegas fortões e quase idiotas, decide ir para a revanche com um festival de estripulias bem-sucedidas. Ao som de We Are the Champions, clássico do Queen, eles celebraram a vitória. O filme foi premonitório. Os nerds não deixaram pedra sobre pedra. Fizeram suas apostas e quebraram a banca. Na lista das pessoas mais ricas do mundo, _____ três deles nas cinco primeiras posições, todos pais e filhos da revolução digital: Jeff Bezos, da Amazon, na primeiríssima colocação; Bill Gates, da Microsoft, no segundo lugar; e Mark Zuckerberg, do Facebook, no quinto posto. Para efeito de comparação, em 1982, tempo em que os nerds ainda eram ridicularizados, a figura mais rica do mundo era o dono de um estaleiro naval (Daniel K. Ludwig) que fizera fortuna vendendo embarcações para a indústria de petróleo.
Um olhar para os dois momentos, o de três décadas atrás e o de agora, comprova como a economia mudou, e hoje isso soa óbvio. Menos óbvia é a constatação de que a cultura nerd venceu, e por ter vencido virou padrão. “Seja legal com os nerds, provavelmente você vai acabar trabalhando para um deles” vaticinou Gates, não muito depois de 1977, quando ele foi detido por dirigir sem documentos. A Microsoft acabara de nascer e, por trás daqueles óculos genuinamente nerds, na foto da detenção, brotavam um novo mundo e novas concepções do que é ser bacana. A aparente fragilidade de Gates era só aparência mesmo – e o leve sorriso irônico anunciava um salto destinado a dar um contr+alt+del nada metafórico em quem ainda achava possível andar ao modo da velha indústria.
A atual hegemonia nerd é a prova, também, de que todo estereótipo é tolo. ________ como nerds as pessoas muito inteligentes, em geral tímidas que cismam com um tema e dele não saem. Somos todos nerds – ou queremos ser, porque a força está com eles, ao menos a força econômica, e o que andava à margem, em quartos fechados e garagens, hoje virou padrão.
(Fábio Altman. Veja, 26.09.2018. Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
A Defesa Civil de Quatro Barras, buscando aprimorar ainda mais seus trabalhos de salvaguardar vidas, promoveu o Curso Operacional de Emergências Ambientais com Produtos Perigosos e Sistema de Comando de Incidentes (SCI), em parceria com a Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná e Defesa Civil de Curitiba.
O curso ocorreu ao longo dos meses de agosto e setembro, ________ duração de 16 horas-aula e participaram 26 servidores da Prefeitura Municipal, que se ________ para atuar tanto na prevenção de acidentes quanto na proteção de vidas, bem como para prestar os comandos ________ em caso de eventos adversos. [...]
(Adaptado de http://quatrobarras.pr.gov.br/noticiasView/?id=731)
Os debates sobre as transformações da saúde na era digital ganham cada vez mais espaços no Brasil, envolvendo as diversas faces que integram o setor. Muitas empresas e instituições _______________ eventos para tratar da tecnologia e da inovação e o foco no humano, atenção primária e básica, telemedicina e outros temas que permeiam as inúmeras mudanças na assistência ao paciente _____ ganhando espaço. Mais do que simplesmente demonstrar os inúmeros e velozes avanços das máquinas e descobertas para prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, é fundamental discutir também os desafios que isso tudo representa num país com tantas peculiaridades.
Um exemplo de destaque está no debate sobre tecnologia na Atenção Primária a Saúde, a chamada APS, e também na Atenção Básica, foco central das necessidades do setor para grande parte da população. Nesse campo, a eficácia maior da evolução tecnológica está na capacidade de armazenar e fazer a gestão de dados, antecipar fluxos e desafogar o sistema. Com a administração de informações pelas soluções digitais, é possível evitar o desperdício e o mau uso dos recursos, é viável o manejo adequado dos pacientes com doenças crônicas e a promoção da efetiva prevenção, monitorando as pessoas, auxiliando os médicos com prontuários atualizados, antecipando necessidades e indicando hábitos básicos para uma vida mais saudável, para o despertar do autocuidado. [...]
Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/como-a-tecnologia-atua-na-atencao-basica-e-primaria-a-saude. Acesso em: 02/set/2019. [adaptado]
Instrução: Leia atentamente os dois primeiros parágrafos do texto Panta rei?, do filósofo Mario Sergio Cortella e responda à questão.

A respeito de tempos verbais utilizados no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O verbo cantar (linha 1) está empregado no imperativo afirmativo e expressa sentido de um convite ou uma exortação.
( ) Na linha 8, a forma verbal daria está empregada como forma polida de perguntar, pode ser substituída por dá, no presente do indicativo.
( ) A forma verbal ficássemos (linha 9), no futuro do pretérito, expressa ação que pode ocorrer posteriormente a uma outra passada.
( ) Na linha 5, a forma verbal recordamos, empregada no pretérito perfeito do indicativo, expressa ação duradoura, mas concluída no passado.
( ) O verbo abrir (linha 10) está empregado no infinitivo impessoal, não se referindo a sujeito algum no texto.
Assinale a sequência correta.
Nasa mostra fotos da Terra vista do espaço
A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou imagens feitas por telescópios e astronautas na Estação Espacial Internacional em homenagem ao Dia da Terra, celebrado em 22 de abril.
A data foi criada, em 1992, pela Organização das Nações Unidas (ONU) para chamar a atenção das pessoas para a preservação do meio ambiente.
O objetivo é mostrar a beleza do planeta. Nas redes sociais, a agência comparou as fotografias com obras de arte. ―Redemoinhos que parecem aquarelas. Camadas de sedimentos que se confundem com uma pintura de tinta a óleo. Formas esculpidas na erosão como argila. Nossos satélites capturam imagens inspiradoras da Terra diariamente para nos ajudar a aprender sobre o nosso planeta‖, escreveu a Nasa.
Disponível em: <https://jornaljoca.com.br>. (Fragmento).