🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Comentadas sobre concordância verbal, concordância nominal em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 8.384 questões

Q675804 Português

Em relação aos elementos linguísticos do texto CB8A1AAA, julgue o item a seguir.

Sem prejuízo do sentido original e da correção gramatical do texto, seu primeiro parágrafo poderia ser reescrito da seguinte forma: Na democracia participativa, existe várias formas de atuação do cidadão na condução política e administrativa do Estado, destacando, no Brasil, as audiências públicas na Constituição e nas demais leis.

Alternativas
Q675801 Português

Em relação aos elementos linguísticos do texto CB8A1AAA, julgue o item a seguir.

A forma verbal “manifestarem” (Imagem associada para resolução da questão.23) está flexionada no plural para concordar com “as pessoas” (Imagem associada para resolução da questão.22).

Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TCE-PA Provas: CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos- Cargos 4, 5 e de 8 a 17 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos- Cargos 2 e 7 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos- Cargos 3 e 6 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Procuradoria | CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Direito | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Administração | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Psicologia | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Contabilidade | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Economia | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Enfermagem | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Gestão de Pessoas | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Serviço Social | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administartiva - Engenharia Civil | CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Estatística | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Arquitetura | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Odontologia | CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Engenharia Elétrica | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Fisioterapia | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Clínica Médica |
Q675283 Português

Julgue o item que se segue, a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto CB5A1AAA.


Sem prejuízo do sentido original e da correção gramatical do texto, o trecho “é necessário que haja a separação das contas” (l. 21 e 22) poderia ser reescrito da seguinte forma: é necessário que hajam contas separadas.

Alternativas
Q674761 Português

      Tomar banho em cima de um balde, cortar cabelo a seco, trocar os talheres e pratos nos restaurantes por versões de plástico. As atitudes adotadas pelos paulistas durante a pior crise hídrica já registrada até hoje podem se repetir em 2016, mas a falta de água assombrará boa parte do mundo. Há duas razões para esse problema. A primeira é que o aquecimento global continuará a alterar os padrões de chuvas e a criar novas áreas de estresse hídrico. A segunda é que as medidas anunciadas para combater o problema, como captar mais água de outros rios, até podem ser um alívio emergencial, mas não atacam problemas sistêmicos como a falta de cuidado com os mananciais e o aumento desenfreado de consumo, criando pressão sobre a natureza. O problema que afetou São Paulo, o Nordeste, a Califórnia e outras várias regiões do mundo em 2015 tende a se agravar. Até 2055, segundo a ONU, dois terços dos habitantes do planeta viverão em áreas de estresse hídrico e 2,8 bilhões enfrentarão escassez de água potável.

                                                                      (Revista Galileu, janeiro de 2016.)  

Releia o trecho: As atitudes adotadas pelos paulistas durante a pior crise hídrica já registrada até hoje podem se repetir em 2016, mas a falta de água assombrará boa parte do mundo. Há duas razões para esse problema.

Sobre as relações de concordância nominal e verbal no trecho, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q674678 Português
“Não ______ mais esperança de que ______ em tempo os papéis que ainda _______ assinar.”
Alternativas
Q674677 Português
Há erro de concordância em:
Alternativas
Q674676 Português
O uso de “bastante” está incorreto em:
Alternativas
Q673875 Português
A conjugação verbal está errada em:
Alternativas
Q673870 Português
Indique a alternativa em que aparece forma verbal incorretamente empregada em relação à norma culta:
Alternativas
Q672480 Português

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto IV, julgue (C ou E) o item a seguir.


Seriam mantidos o sentido original e a correção gramatical do trecho “se bem que a intuição íntima e a explicação individual sejam imprescindíveis” (l. 62 e 63), caso a expressão “se bem que” e a forma verbal “sejam” fossem substituídas, respectivamente, pelo termo porquanto e pela forma verbal são.

Alternativas
Q672471 Português

Texto III



 

Com referência ao texto III, julgue (C ou E) o item que se segue.

No excerto apresentado, são exemplos do uso da linguagem formal escrita: a construção com o pronome relativo “cujos” (l.56) e o emprego da forma verbal “faça” na oração “antes que eu o faça” (l. 60 e 61).
Alternativas
Q672452 Português

Acerca das relações semântico-sintáticas e do vocabulário do texto II, julgue (C ou E) o item seguinte.


Na oração que inicia o segundo parágrafo, o verbo concorda com o primeiro núcleo do sujeito posposto, concordância verbal abonada pela gramática normativa.

Alternativas
Q671857 Português
Assinale a alternativa que completa a lacuna. A maioria dos funcionários______ feliz com a indicação do novo gerente, (estar)
Alternativas
Q671619 Português
“Nomeado o passarinho, Mariana dedicou-se a ele. Mostrou-lhe os quartos, os móveis, as árvores do quintal, apresentou-o ao gato, recomendando-lhes que fossem amigos.” Sobre os pronomes em destaque, marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q671569 Português

Texto I

                                     Rito de Passagem

          Um dia seu filho se aproxima e diz, assim como quem não quer nada: “Pai, fiz a barba”. E, a menos que se trate de um pai desnaturado ou de um barbeiro cansado da profissão, a emoção do pai será inevitável. E será uma complexa emoção essa, um misto de assombro, de orgulho, mas também de melancolia. O seu filho, o filhinho que o pai carregou nos braços, é um homem. O tempo passou.

      Barba é importante. Sempre foi. Patriarca bíblico que se prezasse usava barba. Rei também. E um fio de barba, ou de bigode, tradicionalmente se constitui numa garantia de honra, talvez não aceita pelos cartórios, mas prezada como tal. Fazer a barba é um rito de passagem.

      Como rito de passagem, ele não dura muito. Fazer a barba. No início, é uma revelação; logo passa à condição de rotina, e às vezes de rotina aborrecida. Muitos, aliás, deixam crescer a barba por causa disto, para se ver livre do barbeador ou da lâmina de barbear. Mas, quando seu filho se olha no espelho, e constata que uns poucos e esparsos pelos exigem - ou permitem - o ato de barbear-se, ele seguramente vibra de satisfação.

      Nenhum de nós, ao fazer a barba pela primeira vez, pensa que a infância ficou pra trás. E, no entanto, é exatamente isto: o rosto que nos mira do espelho já não é mais o rosto da criança que fomos. É o rosto do adulto que seremos. E os pelos que a água carrega para o ralo da pia levam consigo sonhos e fantasias que não mais voltarão.

      É bom ter barba? Essa pergunta não tem resposta. Esta pergunta é como a própria barba: surge implacavelmente, cresce não importa o que façamos. Cresce mesmo depois que expiramos. E muitos de nós expiramos lembrando certamente o rosto da criança que, do fundo do espelho, nos olha sem entender.

(SCLIAR, Moacyr et al. Histórias de grandeza e de miséria. Porto Alegre: L&PM, 2003) 

Na frase “Nenhum de nós, ao fazer a barba pela primeira vez, pensa que a infância ficou pra trás.”, a concordância do verbo em destaque justifica-se pela mesma regra aplicada em:
Alternativas
Q671444 Português

           Curiosidade sobre a origem do Dia do Farmacêutico

     A origem do dia do farmacêutico ocorreu ano de 1941, quando foi discutida pela primeira vez a possibilidade da criação de um dia para homenagear os farmacêuticos, quando o então farmacêutico Dr. Oto Serpa Grandado questionou a criação da data comemorativa durante uma reunião na Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF) em 7 de Janeiro de 1941.

    Durante a reunião da qual participava, fez o seguinte questionamento: “Todas as profissões tem o seu dia, data especial para comemorar o ideal abraçado. Por que não temos o nosso ‘Dia’?“

    Foi a partir dessa sugestão que surgiu a primeira proposta de criação da data comemorativa.

    Porém, foi apenas no dia 23 de março de 2007 que foi aprovada pela ABF, por meio da Resolução nº 460, a data de 20 de janeiro como o Dia do Farmacêutico, data esta escolhida por ser exatamente o dia da fundação da Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF), que ocorreu no dia 20 de janeiro de 1916.

    Porém, a oficialização da data somente ocorreu em 2010 com a aprovação da Lei nº 12.338, que tornou o dia 20 de janeiro o dia do farmacêutico em todo o território brasileiro.


https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrominstant&ion=1&espv=2&ie=UTF-#q=carlos+drummond+de+andrade+poema+farmaceutico

No segundo parágrafo, o trecho grifado apresenta um erro relacionado à:
Alternativas
Q671264 Português

Texto I

Mundo interior

                                      (Martha Medeiros)

     A casa da gente é uma metáfora da nossa vida, é a representação exata e fiel do nosso mundo interior. Li esta frase outro dia e achei perfeito. Poucas coisas traduzem tão bem nosso jeito de ser como nosso jeito de morar. Isso não se aplica, logicamente, aos inquilinos da rua, que têm como teto um viaduto, ainda que eu não duvide que até eles sejam capazes de ter seus códigos secretos de instalação.

    No entanto, estamos falando de quem pode ter um endereço digno, seja seu ou de aluguel. Pode ser um daqueles apartamentos amplos, com pé direito alto e preço mais alto ainda, ou um quarto-e-sala tão compacto quanto seu salário: na verdade, isso determina apenas seu poder aquisitivo, não revela seu mundo interior, que se manifesta por meio de outros valores.

     Da porta da rua pra dentro, pouco importa a quantidade de metros quadrados e, sim, a maneira como você os ocupa. Se é uma casa colorida ou monocromática. Se tem objetos obtidos com afeto ou se foi tudo escolhido por um decorador profissional. Se há fotos das pessoas que amamos espalhadas por porta-retratos ou se há paredes nuas.

    Tudo pode ser revelador: se deixamos a comida estragar na geladeira, se temos a mania de deixar as janelas sempre fechadas, se há muitas coisas por consertar. Isso também é estilo de vida.

     Luz direta ou indireta? Tudo combinadinho ou uma esquizofrenia saudável na junção das coisas? Tudo de grife ou tudo de brique? É um jogo lúdico tentar descobrir o quanto há de granito e o quanto há de madeira na nossa personalidade. Qual o grau de importância das plantas no nosso habitat, que nota daríamos para o quesito vista panorâmica? Quadros tortos nos enervam? Tapetes rotos nos comovem?

     Há casas em que tudo o que é aparente está em ordem, mas reina a confusão dentro dos armários. Há casas tão limpas, tão lindas, tão perfeitas que parecem cenários: faz falta um cheiro de comida e um som vindo lá do quarto. Há casas escuras. Há casas feias por fora e bonitas por dentro. Há casas pequenas onde cabem toda a família e os amigos, há casas com lareira que se mantêm frias. Há casas prontas para receber visitas e impróprias para receber a vida. Há casas com escadas, casas com desníveis, casas divertidamente irregulares.

     Pode parecer apenas o lugar onde a gente dorme, come e vê televisão, mas nossa casa é muito mais que isso. É a nossa caverna, o nosso castelo, o esconderijo secreto onde coabitamos com nossos defeitos e virtudes.

No sexto parágrafo, tem-se “há casas com lareira que se mantêm frias.”. Nesse fragmento, percebe-se que o acento da forma verbal em destaque deve-se à concordância com a seguinte palavra:
Alternativas
Q669348 Português
Analise as proposições a seguir acerca do trecho: “Só serão permitidas as notas de rodapé de natureza explicativa.”
I. A supressão de “as” não causa prejuízo quanto à correção gramatical.
II. A substituição de “serão permitidas” por “será permitido” manteria a correção gramatical.
III. A substituição de “serão permitidas” por “será permitido” prejudicaria a correção gramatical.
IV. A substituição de “serão permitidas” por “será permitido” consertaria gramaticalmente o período.
A partir das assertivas acima, encontre a alternativa correta.
Alternativas
Q666615 Português
A concordância do verbo em destaque está adequada à norma-padrão em:
Alternativas
Q665295 Português

                                                    As famílias da sociedade órfã


    A família transformou-se em bode expiatório das mazelas de nossa sociedade. Crianças se descontrolam, brigam, desobedecem? Jovens fazem algazarras, bebem em demasia, usam drogas ilegais, namoram escandalosamente em espaços públicos? Faltou educação de berço. Como é bom ter uma “Geni” para nela atirar todas as pedras, principalmente quando se trata dos mais novos.
    Até o Secretário Estadual da Educação de São Paulo, em um artigo de sua autoria, para defender sua tese de que estamos vivendo em uma “sociedade órfã”, inicia suas justificativas afirmando que “... a fragmentação da família, a perda de importância da figura paterna – e também a materna – a irrelevância da Igreja e da Escola em múltiplos ambientes geram um convívio amorfo”.
    As escolas também costumam agir assim: quando um aluno é considerado problemático e indisciplinado, ou apresenta um ritmo de aprendizagem diferente do esperado pela instituição, a família é chamada para resolver o “problema”.
    Vamos refletir sobre expressões usadas a respeito da família: “família fragmentada”, “família desestruturada”, “família disfuncional”, “família sem valores” e outras semelhantes. Não lhe parece, caro leitor, que tais expressões
apontam na direção de que a família decidiu entornar o caldo da sociedade?
Não é a família que está fragmentada: é a vida. Hoje, os tratamentos médicos, o conhecimento, as metodologias, as relações interpessoais, as escolas, o Estado etc. estão fragmentados. Mesmo não sendo a família um agente passivo nesse contexto, é salutar lembrar que ela se desenvolve conectada ao clima sociocultural em que vive.
    A família não está desestruturada ou disfuncional: ela passa por um período de transição, com sucessivas e intensas mudanças, o que provoca uma redefinição de papéis e funções. Esse processo está em andamento, o que nos permite falar, hoje, não em família, mas em famílias, no plural, já que há grande diversidade de desenhos, dinâmicas etc.
    As famílias não estão sem valores: elas têm valores fortes, em sua maioria eleitos pelas prioridades que a sociedade determina. O consumo é um deles: as famílias não decidiram consumir cada vez mais, foi o sistema econômico que apontou esse valor para elas.
    Há problemas com a escola, sim: ela tem ensinado sem educar devido, principalmente, à primazia do conteúdo – que insisto em dizer que não é conhecimento –, às políticas públicas adotadas e à ausência de outras, prioritárias. Por isso, a escola tem tido um papel irrelevante na formação dos mais novos.
    Há famílias em situações de risco e fragilidade? Há. A escola perdeu sua importância na socialização de crianças e jovens? Sim. Mães e pais podem estar mais ocupados com suas vidas do que com os filhos? Sim. Mas isso ocorre porque as ideologias socioculturais da juventude, do sucesso e da instantaneidade ganharam grande relevância, e não há políticas públicas – de novo – que busquem equilibrar tal contexto. E, mesmo assim, têm sido as famílias a instituição protetora dos mais novos!
    A sociedade não precisa, tampouco demanda, que o Estado exerça a função de babá, de pai ou de mãe. Ela necessita que o Estado reconheça, na prática, que as famílias e a escola dependem de ações públicas de apoio ao seu pleno desenvolvimento e que garantam os seus direitos.
(Rosely Saião. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/04/1759920-as-familias-da-sociedade-orfa.shtml.)

“Há famílias em situações de risco e fragilidade?” (9º§) A concordância do verbo haver foi corretamente empregada no trecho em evidência. Assinale a alternativa em que a concordância em relação ao mesmo verbo está INCORRETA.

Alternativas
Respostas
5701: E
5702: C
5703: E
5704: A
5705: E
5706: A
5707: E
5708: A
5709: E
5710: E
5711: C
5712: C
5713: A
5714: C
5715: B
5716: E
5717: B
5718: D
5719: E
5720: B